BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
I
Demorou apenas uma semana para que o repeteco com a Hellen acontecesse. O primeiro encontro havia sido daqueles que a gente guarda na memória como quem guarda um perfume raro: intenso, marcante, impossível de esquecer. Senti, desde então, uma conexão que transcendia o simples desejo — algo que pulsava no peito e fazia o tempo passar diferente. Tanto que passamos a nos falar todos os dias pelo zap, já temos nossas fofoquinhas, nossas piadas internas que só nós dois entendemos, dessas que fazem a gente rir sozinho no meio do dia 🤣. E quando eu disse que fui até o centro só para vê-la novamente, ela arregalou os olhos, surpresa, como se não acreditasse que alguém faria isso por ela. Mas eu fiz. E faria de novo.
II
Cheguei quinze minutos antes, para não correr o menor risco de me atrasar — e ela ainda estava se arrumando. O tempo, ali, parecia brincar comigo, esticando os segundos. Quando finalmente liberou a subida, meu coração já batia em antecipação. Ao abrir a porta, não houve palavra que bastasse: dei-lhe um super beijo e um abraço apertado, desses que dizem tudo o que a boca ainda não sabe como falar.
III
Já no quarto, ela começou a me beijar intensamente, por cima de mim, como quem saboreia cada instante sem querer que ele acabe. Ela diz que é estilo namoradinha, mas eu digo que ela é estilo namorada dos sonhos — e digo isso com a certeza de quem fala de algo que sempre sonhou encontrar. Depois, foi descendo devagar, num movimento que misturava ternura e desejo, e começou a me chupar.
IV
Ela me chupava, e ao mesmo tempo erguia os olhos para mim — aqueles olhos lindos que me hipnotizavam, que me prendiam mais do que qualquer toque. Eu era todo dela naquele instante, e o prazer subia em mim como uma maré impossível de conter. Contorcia-me na cama, mordia os lábios, mordia a mim mesmo, tentando inutilmente segurar o que transbordava de tanto tesão. Era drama e delícia ao mesmo tempo: um corpo entregue, uma alma rendida àquele olhar.
V
Depois, ela veio por cima de mim, e seus braços me envolveram num abraço forte, desses que parecem querer fundir dois corpos num só. Eu forçava por baixo, comendo-a de baixo para cima, e a cada movimento sentia todo o calor do seu corpo me invadir, incendiando-me por dentro. Era mais do que prazer: era conexão — aquela sintonia rara que faz dois corpos se entenderem sem precisar de palavra alguma. Foi um dos momentos mais intensos que senti ultimamente, desses que ficam gravados na pele e na memória ao mesmo tempo.
VI
E o que havia de mais gostoso — de mais deliciosamente inebriante — era que ela participava de tudo, não era apenas entregue, era cúmplice, era fogo que também ardia. Ela pediu para ser comida de frente, e um pedido desses não se recusa: obedeci como quem obedece a um desejo que também é seu. Continuamos colados, agora frente a frente, olhos nos olhos, respiração na respiração. Enquanto eu a comia, beijei muito a sua boca — praticamente nos beijamos o encontro inteiro, como se os lábios também precisassem saciar-se. Ela ergueu as pernas por cima dos meus ombros, e naquele instante éramos só nós dois, um só corpo, um só ritmo, uma só entrega. Foi maravilhoso — desses momentos que o tempo não apaga, que a memória guarda com carinho e que o corpo, ainda depois, insiste em recordar.
VII
Depois, ela pediu para ser comida de quatro — e que visão perfeita, como é gostoso vê-la assim, entregue e ao mesmo tempo senhora de mim. Cada curva do seu corpo parecia feita para aquele momento. Mais tarde, pedi que ela ficasse deitadinha enquanto eu a comia, e voltei a procurar a sua boca, porque beijá-la tornara-se parte do prazer, quase tão essencial quanto o próprio ato. E quando ela percebeu que eu já não resistiria muito, que o fim se aproximava inevitável, foi ela quem pediu — com aquela voz que me desarma — que eu gozasse na sua boquinha. E eu obedeci.
VIII
Então ela voltou a me chupar — e não era apenas um gesto, era uma entrega, uma celebração. Ela fazia questão de literalmente saborear o prazer que eu sentira com ela, como se quisesse guardar aquele momento na boca, na memória, na alma. Havia algo de profundamente íntimo naquele ato: não era só o corpo que se rendia, era a vontade de possuir o instante, de prolongá-lo para além do tempo. Ela me chupou até que eu gozasse intensamente na boca da minha gatinha, e naquele instante o mundo pareceu suspender-se — como se todo o resto deixasse de existir, como se só houvesse nós dois e aquele líquido quente da entrega. Há quem diga que o prazer é apenas biologia, apenas química, apenas instinto. Mas quem já sentiu o que eu senti naquele momento sabe que há mais: há entrega, há confiança, há uma espécie de verdade que só o corpo sabe dizer quando a boca se cala. Ela me recebeu por inteiro, e eu me entreguei sem reservas — e nesse dar e receber, algo se completou. Não era só sexo. Era, talvez, a prova de que dois corpos podem, por um instante, falar a mesma língua.
IX
Por fim, a minha gatinha pediu uma massagem — e como eu poderia negar? Conversamos enquanto ela relaxava sob os meus toques, que percorriam todo o seu corpo com a lentidão de quem não tem pressa alguma de chegar. Cada movimento das minhas mãos era uma carícia, cada carícia era uma palavra silenciosa de afeto, e entre uma risada e outra, entre um suspiro e outro, ela se entregava àquele momento de puro aconchego. Era o descanso depois da tempestade, a calmaria depois do fogo — e ali, com ela relaxada sob os meus dedos, eu entendi o que é a verdadeira intimidade: não apenas o desejo saciado, mas a presença tranquila, o cuidado sem pressa, a companhia que acalma. Isso, sim, eu chamo de massagem com final feliz — porque o final não foi apenas o prazer do corpo, mas a paz que ficou depois dele.

Ela também tem uma tatuagem em um dos braços.