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RELATOS DO KABBELLUDO

HELLEN PETROVICK - Jacarepaguá - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97553-4937
HELLEN PETROVICK
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

10 de Setembro de 2026 às 22:09



Capítulo de Hoje: Repeteco com a Megan Fox do Arena

I

Demorou apenas uma semana para que o repeteco com a Hellen acontecesse. O primeiro encontro havia sido daqueles que a gente guarda na memória como quem guarda um perfume raro: intenso, marcante, impossível de esquecer. Senti, desde então, uma conexão que transcendia o simples desejo — algo que pulsava no peito e fazia o tempo passar diferente. Tanto que passamos a nos falar todos os dias pelo zap, já temos nossas fofoquinhas, nossas piadas internas que só nós dois entendemos, dessas que fazem a gente rir sozinho no meio do dia 🤣. E quando eu disse que fui até o centro só para vê-la novamente, ela arregalou os olhos, surpresa, como se não acreditasse que alguém faria isso por ela. Mas eu fiz. E faria de novo.

II

Cheguei quinze minutos antes, para não correr o menor risco de me atrasar — e ela ainda estava se arrumando. O tempo, ali, parecia brincar comigo, esticando os segundos. Quando finalmente liberou a subida, meu coração já batia em antecipação. Ao abrir a porta, não houve palavra que bastasse: dei-lhe um super beijo e um abraço apertado, desses que dizem tudo o que a boca ainda não sabe como falar.

III

Já no quarto, ela começou a me beijar intensamente, por cima de mim, como quem saboreia cada instante sem querer que ele acabe. Ela diz que é estilo namoradinha, mas eu digo que ela é estilo namorada dos sonhos — e digo isso com a certeza de quem fala de algo que sempre sonhou encontrar. Depois, foi descendo devagar, num movimento que misturava ternura e desejo, e começou a me chupar.

IV

Ela me chupava, e ao mesmo tempo erguia os olhos para mim — aqueles olhos lindos que me hipnotizavam, que me prendiam mais do que qualquer toque. Eu era todo dela naquele instante, e o prazer subia em mim como uma maré impossível de conter. Contorcia-me na cama, mordia os lábios, mordia a mim mesmo, tentando inutilmente segurar o que transbordava de tanto tesão. Era drama e delícia ao mesmo tempo: um corpo entregue, uma alma rendida àquele olhar.

V

Depois, ela veio por cima de mim, e seus braços me envolveram num abraço forte, desses que parecem querer fundir dois corpos num só. Eu forçava por baixo, comendo-a de baixo para cima, e a cada movimento sentia todo o calor do seu corpo me invadir, incendiando-me por dentro. Era mais do que prazer: era conexão — aquela sintonia rara que faz dois corpos se entenderem sem precisar de palavra alguma. Foi um dos momentos mais intensos que senti ultimamente, desses que ficam gravados na pele e na memória ao mesmo tempo.

VI

E o que havia de mais gostoso — de mais deliciosamente inebriante — era que ela participava de tudo, não era apenas entregue, era cúmplice, era fogo que também ardia. Ela pediu para ser comida de frente, e um pedido desses não se recusa: obedeci como quem obedece a um desejo que também é seu. Continuamos colados, agora frente a frente, olhos nos olhos, respiração na respiração. Enquanto eu a comia, beijei muito a sua boca — praticamente nos beijamos o encontro inteiro, como se os lábios também precisassem saciar-se. Ela ergueu as pernas por cima dos meus ombros, e naquele instante éramos só nós dois, um só corpo, um só ritmo, uma só entrega. Foi maravilhoso — desses momentos que o tempo não apaga, que a memória guarda com carinho e que o corpo, ainda depois, insiste em recordar.

VII

Depois, ela pediu para ser comida de quatro — e que visão perfeita, como é gostoso vê-la assim, entregue e ao mesmo tempo senhora de mim. Cada curva do seu corpo parecia feita para aquele momento. Mais tarde, pedi que ela ficasse deitadinha enquanto eu a comia, e voltei a procurar a sua boca, porque beijá-la tornara-se parte do prazer, quase tão essencial quanto o próprio ato. E quando ela percebeu que eu já não resistiria muito, que o fim se aproximava inevitável, foi ela quem pediu — com aquela voz que me desarma — que eu gozasse na sua boquinha. E eu obedeci.

VIII

Então ela voltou a me chupar — e não era apenas um gesto, era uma entrega, uma celebração. Ela fazia questão de literalmente saborear o prazer que eu sentira com ela, como se quisesse guardar aquele momento na boca, na memória, na alma. Havia algo de profundamente íntimo naquele ato: não era só o corpo que se rendia, era a vontade de possuir o instante, de prolongá-lo para além do tempo. Ela me chupou até que eu gozasse intensamente na boca da minha gatinha, e naquele instante o mundo pareceu suspender-se — como se todo o resto deixasse de existir, como se só houvesse nós dois e aquele líquido quente da entrega. Há quem diga que o prazer é apenas biologia, apenas química, apenas instinto. Mas quem já sentiu o que eu senti naquele momento sabe que há mais: há entrega, há confiança, há uma espécie de verdade que só o corpo sabe dizer quando a boca se cala. Ela me recebeu por inteiro, e eu me entreguei sem reservas — e nesse dar e receber, algo se completou. Não era só sexo. Era, talvez, a prova de que dois corpos podem, por um instante, falar a mesma língua.

IX

Por fim, a minha gatinha pediu uma massagem — e como eu poderia negar? Conversamos enquanto ela relaxava sob os meus toques, que percorriam todo o seu corpo com a lentidão de quem não tem pressa alguma de chegar. Cada movimento das minhas mãos era uma carícia, cada carícia era uma palavra silenciosa de afeto, e entre uma risada e outra, entre um suspiro e outro, ela se entregava àquele momento de puro aconchego. Era o descanso depois da tempestade, a calmaria depois do fogo — e ali, com ela relaxada sob os meus dedos, eu entendi o que é a verdadeira intimidade: não apenas o desejo saciado, mas a presença tranquila, o cuidado sem pressa, a companhia que acalma. Isso, sim, eu chamo de massagem com final feliz — porque o final não foi apenas o prazer do corpo, mas a paz que ficou depois dele.

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RAIKA BITTENCOURT - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96447-2271
RAIKA BITTENCOURT
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TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$700.00
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08 de Setembro de 2026 às 23:09



No capítulo de hoje: Encontro 759.357.217.117.527 com meu AMOR.

I A cama virou o Cenário de uma história contada pelo tato. As carícias se transformaram num idioma feito de calor e maciez. Nossos corpos desenharam uma geografia de desejo compartilhado, onde o corpo tentava saciar uma fome guardada há tempos, sob o olhar complacente de uma tarde que parecia ter parado no tempo só para nos acompanhar.

II

O ar ficou pesado e as palavras já não serviam para nada. Foi ela quem deu o primeiro passo com um beijo firme, deixando claro que a vontade vinha dos dois lados. Em seguida, ela se entregou por inteiro àquele instante, explorando-me com um entusiasmo que converteu o carinho em desejo cru. Foi ali que a ligação se firmou de vez, gravando aquele momento na memória como algo inesquecível.

III

A tensão chegou ao limite e a conclusão se tornou inevitável. Ela subiu sobre mim, montando com segurança e me cobrindo com beijos famintos que roubavam o ar. Eu percebia cada movimento da sua bacia, o ajuste perfeito do seu corpo sobre o meu, enquanto ela controlava o ritmo daquela dança. Era uma troca intensa de energia, olhar fixo nos olhos e domínio absoluto. Naquele transe, o lado de fora deixou de existir; só restavam o calor da pele e a urgência de um instinto que já não queria mais ser contido.

IV

Ela seguiu cavalgando com um balanço constante, completamente absorta na experiência. Meus olhos não se desviavam da beleza do seu colo, que se oferecia às minhas mãos enquanto ela se movia com uma força que ocupava cada centímetro do ambiente. Entre toques profundos e o suor que se misturava, nossa conexão chegou a um nível de entrega sem limites, tornando o ato uma celebração de pura vitalidade.

V

A cena mudou quando ela virou de costas, exibindo curvas de uma perfeição rara sob meu olhar. Enquanto a tomava com uma combinação de firmeza e cuidado, sentia uma gratidão enorme por estar vivendo aquele momento único. Percorri suas formas com as mãos e os olhos, admirando cada linha do seu corpo e percebendo que o prazer ia muito além do físico. Era um encontro de cumplicidade, em que eu buscava seu rosto para beijos que selavam nossa união naquele instante feito sob medida para nós.

VI

Voltamos à posição frente a frente, onde o olhar não mente. Quando coloquei suas pernas sobre meus ombros, eliminei qualquer distância, permitindo uma imersão completa no seu espaço mais íntimo. Naquela altura, o prazer já não era só biologia – era uma experiência que tocava a alma; eu a tomava com a certeza de quem cumpre um desígnio, enquanto sua expressão, colada à minha, mostrava a rendição mais genuína que um homem pode presenciar. Naquele emaranhado de corpos e vontades, o tempo pareceu desmoronar, reduzindo o universo à batida do coração dentro daquele quarto. Quando concentrei a minha paixão no seu ponto mais estreito e ousado, percebi que doçura e audácia se fundiram numa coisa só. O clímax foi a vida explodindo na sua forma mais bruta: uma detonação de energia que nos lançou ao êxtase completo. O auge não foi um fim, mas a vitória de estarmos inteiros um no outro, consagrando aquela tarde como um marco que furou a monotonia dos dias comuns.

Nas Mornas Águas com Rayka

Findara a febre, a fúria e a folgança,
A doce lida dos desejos nossos;
E, lânguidos, lassados, ambos os corpos
Bebiam da água a branda temperança.
Morna, macia, mansa e murmurante,
A água nos envolvia em lento enlace;
E Rayka, recostando a linda face,
Sorria-me serena e deslumbrante.
Seus negros fios, soltos, serpenteavam,
Sedosos sobre a espuma sossegada;
E, em cada mecha húmida e molhada,
Meus longos fios mansamente se enlaçavam.
Vagos vapores, voluptuosos véus,
Volviam pela estância em branda dança;
E em seu semblante, cândida esperança,
Via eu fulgir o firmamento e os Céus.
Era Rayka um mistério manifesto,
Angélica visão, chama profana;
Brandura que me abrasa e me engana,
Silêncio que me fala em cada gesto.
Beijar-te-ei, Rayka, enquanto a água corre,
Com beijos brandos, breves e frementes;
Pois nos teus lábios, lúbricos e ardentes,
Meu peito nasce quando o mundo morre.
Que bárbaro contraste em nós havia!
Na água, descanso; dentro em mim, desejo;
No corpo, o langor; na boca, o beijo;
Na carne, a noite; n’alma, um novo dia.
Suaves suspiros, sôfregos, secretos,
Sulcavam o silêncio em surda chama;
E o coração, que em teu regaço inflama,
Sagrava os nossos sonhos prediletos.
Contemplei-te a beleza soberana,
O riso raro, o rosto resplendente;
E o morno murmurar da água, lentamente,
Tornava-te mais bela e sobre-humana.
Não quisera eu riqueza ou senhorio,
Nem cetros, sedas, solares ou glória;
Pois mais me vale a vívida memória
De ter-te junto a mim, na morna hidro.
Guardar-te-ia eternamente ao peito,
Se o Tempo, torpe tirano, consentira;
E cada beijo nosso repetira,
Fazendo eterno o instante já desfeito.
Mas inda que a Fortuna nos separe
Daquela espuma e do vapor dourado,
Ficou-me o fogo, firme e fulgurante,
Que água nenhuma poderá apagar.
E assim, serenos, sós e satisfeitos,
Após do gozo a lânguida ventura,
Bebemos, sob a névoa morna e pura,
O raro prazer de estarmos tão estreitos.



HC, Boo, Peter White, Lee Austin, Strauss, Malvadão Carioca, Ghost Shady, Dom Voyeur, Raf, Mr69, Araujo, Dan Spock, Getúlio, EscorpioAanonimo, Eddie Adams, Broker83, Portugal, curtiram esse TD.
HELLEN PETROVICK - Jacarepaguá - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97553-4937
HELLEN PETROVICK
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03 de Setembro de 2026 às 00:09



No capítulo de hoje: Hellen salvou meu dia!

I. Eu tinha combinado com outra garota, mas ela me deixou esperando — a desculpa foi que o cliente anterior havia atrasado o atendimento, e eu que seria "punido".Sinceramente? Não aceitei e cancelei . Mesmo irritado, foi aí que meu olhar caiu no contato da Hellen, guardado há tempos. Já vinha observando seus passos de longe, desde os dias em que ela trabalhava em Jacarepaguá. Resolvi arriscar: mandei uma mensagem. Para minha sorte, ela respondeu rápido e estava livre naquela exata hora. O dia, que parecia perdido, ganhou um novo rumo.

II. Cheguei na RB 156 e Hellen mandou eu subir. Ao abrir a porta do apê, ela me soltou um surpreendente: "Oi, cabeludo!" Fiquei assustado — como ela sabia quem eu era? No site, eu a havia elogiado algumas vezes, mas nunca mencionei que iria conhecê-la pessoalmente. Ela, no entanto, já sabia. E mais: gostou do meu estilo. Fez questão de comentar minhas tatuagens, reparou no piercing e, claro, no cabelo — e até checou com os dedos para ver se era verdadeiro 🤣🤣. Naquele momento, ela já havia me deixado à vontade: além de linda, Hellen mostrou-se extremamente simpática e descontraída.

III. No quarto, já começamos com beijos intensos — lábios que se encontravam como se tivessem sede um do outro, mãos que percorriam caminhos incertos, ansiosas por descobrir cada curva. Depois, ela deslizou para baixo e começou a me chupar com uma técnica tão precisa quanto delicada. Sua boca era pura poesia: cada movimento, uma estrofe; cada sucção, uma pausa que suspendia o ar. Seus olhos claros erguiam-se de vez em quando, encontrando os meus, como quem pede permissão para continuar aquele verso molhado e quente. O prazer não era só físico — era narrativa, era melodia, era ela me contando, com a língua, uma história que eu não queria que terminasse.

IV. Depois, ela veio por cima, montando em mim com uma cadência que oscilava entre o carinho e a dominação. Cavalgava como quem dança uma música que só seu corpo conhecia, e eu via seus cabelos balançarem a cada movimento. De repente, ela se inclinou e me abraçou, colando o corpo todo junto ao meu — peito contra peito, ventre contra ventre, respiração contra respiração. Nessa posição, eu impulsionava de baixo para cima, encontrando o ritmo dela, como se nossos corpos fossem duas marés que se empurravam e se completavam. Ali, grudadinhos, o tempo parecia ter desistido de passar.

V. Então, a posição mudou: fui comê-la de frente, mergulhado em seus olhos claros enquanto nossos lábios se devoravam num beijo interminável. Cada estocada era acompanhada por um encontro de bocas, como se a língua dela ditasse o compasso do meu movimento. O clima, então, literalmente ferveu — o ar ficou denso, úmido, quase intangível de tão quente. Minha cabeleira transformou-se numa fornalha que irradiava calor sobre nós dois, envolvendo nossos corpos suados numa atmosfera tropical e abafada. O ar condicionado, esforçando-se em vão, perdia a batalha contra a nossa temperatura elevada; não dava mais vazão àquele vapor que exalava da nossa pele. Foi quando Hellen, entre um gemido e outro, esticou o braço e ligou o ventilador — e as pás, ao girarem, não refrescaram o quarto: apenas espalharam nosso calor por cada canto, como se o próprio desejo tivesse ganhado asas.

VI. Então, virei-a com suavidade e passei a possuí-la de quatro. Que visão se descortinou diante de mim! A curva perfeita de suas costas descia como uma duna suave até a elevação generosa de seu quadril, que se oferecia em rendição absoluta. Seus cabelos espalhados sobre o travesseiro, a pele levemente brilhante de suor, as marcas dos meus dedos ainda rosadas em sua cintura — tudo naquele corpo parecia esculpido para ser admirado. Cada movimento meu era uma reverência àquela paisagem de carne e desejo, e eu me perdia deliberadamente na geografia da Hellen, explorando cada vale, cada declive, cada montanha que se movia ao meu ritmo, como se o mundo coubesse inteiro naquele arco perfeito que ela fazia para mim.

VII. Quando já não sabia mais onde terminava meu corpo e começava o dela, pedi que ela me chupasse novamente. E ela, numa entrega que mais parecia cumplicidade, deslizou para baixo como quem conhece cada passo de uma dança ensaiada. Sua boca quente me envolveu, e eu senti cada parte do meu ser convergir para aquele ponto úmido e fervente. A língua dela desenhava círculos que não estavam nos manuais, que nenhuma técnica ensinaria — eram círculos feitos de intuição, de fome, de uma generosidade que beirava o absoluto. Eu fechei os olhos e o mundo inteiro reduziu-se àquela cavidade macia e ardente, à pressão exata, ao ritmo que ela imprimia como quem regia uma orquestra de prazeres esquecidos. E então veio o ápice — não como uma explosão bruta, mas como uma maré que finalmente encontra a praia depois de uma longa travessia. Gozei naquela boquinha quente e deliciosa, e cada jorro era uma verdade que meu corpo guardava há tempos, cada pulsação uma confissão que a razão nunca ousaria formular. Foi a morte de um eu antigo e o nascimento de outro, mais nu, mais verdadeiro, mais rendido àquela mulher que, com a boca, me devolvia a vida. E, ali, eu entendi que o prazer não é fuga — é encontro; não é alívio — é revelação. Hellen não me chupava: ela me lia, me interpretava, me traduzia para uma língua que só os corpos conhecem. E eu, esvaziado e cheio ao mesmo tempo, agradeci em silêncio àquela boquinha que, ao me sugar, me devolvia inteiro.

VIII. Conclusão: o encontro com ela foi incrível, parecia que nos conhecíamos há muito tempo. Além de linda, ela é super simpática, engraçada. O sexo foi maravilhoso e o papo pós-sexo foi ótimo, nos divertimos muito.


Hellen, à luz da tarde!

Ó Hellen, claros olhos peregrinos,
e negros fios sobre a tez formosa,
quis a tarde enlaçar nossos destinos
na chama do desejo impetuosa.
De fronte, corpo a corpo, assim unidos,
vossa boca buscava os beijos meus;
e os longos cabelos confundidos
em doce enleio se enlaçavam seus.
Depois, em vários modos e cadências,
ora guiáveis vós, ora eu guiava;
e em meio a suspiros e ardências,
um beijo a novo beijo provocava.
Vossa alva pele e os cabelos negros,
e o claro olhar que o meu desejo acende,
faziam dos movimentos mil segredos,
a que meu corpo, sem recusa, rende.
E ao fim, já do deleite feito escravo,
quando o prazer não coube mais em mim,
em vossa boca dei meu doce alento,
e satisfeita a tarde teve fim.


Ikki RJ, Harden13, AgSCNt, Bob Construtor, Cano, Strauss, Hellen Petrovick, Peter White, Dom Voyeur, pauloeduardo, Raf, Gojira, Malvadão Carioca, Portugal, Glopez, Eddie Adams, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
LAYS - Centro - Niterói - RJ - (21) 97318-1622
LAYS
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30 de Agosto de 2026 às 22:08




I.
Estava de olho na Lays a semana toda. O jeito dela no site, as fotos, a descrição — tudo me puxava. E como na quinta-feira eu estava livre, decidi agendar. Mandei mensagem pelo WhatsApp na parte da manhã e marquei para às 15h ( programade 1hora de duração). Atendimento rápido, fácil, sem rodeios.

II.
Quando cheguei no local, ela me atendeu com um sorriso meio sem jeito e perguntou se poderia trocar o atendimento de uma hora por trinta minutos — teve um imprevisto familiar.Eu disse que fazia questão que fosse uma hora. Não gosto de correria, gosto de ficar bem à vontade, sem relógio apertando. Ela topou o já combinado, e eu paguei o programa.

III.

Ela começou me chupando com muita técnica, cuspindo bem gostoso, babando tudo com uma vontade que me pegou de surpresa. E logo veio cavalgando de um jeito sensacional, sentando com força, quicando como se soubesse exatamente o que eu precisava.

IV.
Depois pedi pra comê-la de frente. Senti o calor do corpo dela todo naquele instante — uma brasa viva que queimava por dentro e por fora. E enquanto a penetrava, a beijava intensamente, como se cada beijo fosse um fôlego que eu roubava dela e devolvia em desejo.

V.
Foi então o momento mais gostoso. Pedi o cuzinho dela — e ela, num sussurro que mais parecia uma entrega, quis que fosse de ladinho. Deitei-me atrás, encaixei meu corpo no arco das costas dela, e entrei devagar, sentindo cada centímetro ceder como um caminho que se abre para um segredo guardado. Ela arfou, e eu beijei sua boca de lado, num ângulo torto que parecia desenhar um eclipse entre nós dois. A cada movimento, meu beijo se fundia à penetração — duas línguas em ritmos diferentes, duas profundidades que se completavam. Eu a comia por trás e a beijava por dentro, ao mesmo tempo, como se o prazer tivesse encontrado sua forma mais pura: a de um círculo que não acaba, onde o dentro e o fora se confundem, onde o corpo dela era o mundo e eu, um viajante que finalmente descobrira que o destino não é um lugar — é um movimento. E ali, naquele vaivém de carne e alma, eu gozei. Não como quem termina, mas como quem encontra uma pausa no meio do verso — porque a história, eu sabia, ainda tinha fôlego.

VI.

Uns cinco minutos depois, ela veio. Largou o celular como quem larga o peso do mundo, e voltou a me chupar — intensa e magnífica como fizera da primeira vez. A boca quente reencontrou o caminho, e eu senti que o intervalo solitário fora apenas o descanso entre dois atos de um mesmo poema. Ela me puxou de volta para dentro do prazer com a mesma fúria de antes, e o tempo, que parecia ter parado no silêncio, voltou a correr em ondas.

VII
Então, ela pediu pra ser comida de 4, enquanto a comia , apreciava aquela linda vista, depois a comi de frente até o fim — porque o tempo, aquele velho ladrão, já nos cobrava seu tributo. Não havia mais espaço para demoras, nem para arcos e curvas. Era a linha reta do encontro frontal, olho no olho, carne contra carne, o último verso antes do ponto final. Penetrei-a fundo, e a beijava intensamente enquanto me movia — cada beijo uma afirmação, cada estocada uma pergunta que o corpo respondia sem palavras. Senti o gosto da urgência misturado ao gosto dela, e foi como se o prazer se tornasse uma sentença filosófica: que o tempo não nos é dado, apenas emprestado, e que cada segundo dentro dela era um empréstimo que eu pagava com alma. Gozei novamente — não como um fim, mas como uma vírgula no fim da página, porque sabia que a história, mesmo tendo acabado, continuaria ecoando dentro de mim como uma onda que não quebra, apenas recua para voltar mais forte.

VIII.
Conclusão : a garota é linda, e o sexo foi ótimo. Durante o ato, ela não pegou mais no celular — apenas no começo e naquele intervalo de 5 minutos. Não sei se era só preocupação com o imprevisto. Mas no final, nos conhecemos melhor e o papo fluiu —. Eu, que sou romântico, que gosto de ficar grudado, de sentir o calor da garota como quem sufoca de vontade de não soltar, percebi que o meu estilo é mais de namoradinha, de afeto colado, de pele que demora a se desgrudar. Mas o sexo com ela foi tão incrível, tão intenso, que transcendeu meu próprio jeito. Ela é gata, completa, de um preço muito bom — e atende do lado do meu trabalho, como se o destino tivesse colocado uma tentação na esquina do meu cotidiano. Então, com certeza, voltarei MUITAS vezes.

SiriusB, Eddie Adams, Boo, Ghost Shady, Kylz, Strauss, Raf, Bob Construtor, Glopez, Resolvo, Fatblack, Portugal, Dan Spock, Sr. Popo, Oscar, The Shy, Carcaju, curtiram esse TD.
RAIKA BITTENCOURT - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96447-2271
RAIKA BITTENCOURT
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TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$700.00
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13 de Agosto de 2026 às 23:08



No capítulo de hoje: Vida pós-ciclone-bomba

O encontro estava previsto para o dia 7. Naquele dia, televisão, rádio e redes sociais informavam sobre fortes rajadas de vento no Rio de Janeiro, reflexo do ciclone-bomba que atingia o Sul do país. Perguntei a Rayka se ela ainda pretendia manter nosso encontro.
Achei bonito perceber que ambos queríamos muito nos ver. Ela, contudo, falou de seu receio de que não conseguíssemos nos encontrar em razão do caos no trânsito e, sobretudo, da possibilidade de quedas de árvores e postes, o que poderia tornar a situação ainda mais complicada.
Todo aquele cenário caótico acabou contribuindo para a construção deste relato. E, desta vez, resolvi deixar um pouco de lado meu parnasianismo perfeccionista — essa obsessão pela palavra exata, pelo verso lapidado e pela forma impecável — para escrever algo mais visceral. Quis permitir que o sentimento precedesse a forma, inspirado também pelo que o amigo e confrade Portugal fez para sua amada em seu vigésimo sétimo encontro, relato que achei profundamente emocionante.
Assim nasceu este texto: um relato no qual já não seria possível separar o escritor daquilo que escreve, porque, em cada palavra, há algo de mim — da última gota do meu sangue ao último resquício do meu espírito.
E, se foi um ciclone-bomba real que quase impediu nosso encontro, talvez não houvesse metáfora mais apropriada para contar aquilo que Rayka vinha provocando em mim desde março. Afinal, muito antes de os ventos daquele dia sacudirem o Rio, outro fenômeno atmosférico já se formava!

A formação

A primavera meteorológica de minha existência conheceu, em março, a mais violenta perturbação sinótica já registrada em meu mapa afetivo. Rayka não foi uma brisa; foi a gênese de um ciclone-bomba — fenômeno definido pela queda abrupta de pelo menos 24 hectopascais em 24 horas, escala que meu coração rompeu em apenas uma noite, quando seus olhos encontraram os meus e minha pressão emocional despencou como um barômetro enlouquecido em alto-mar.
Àquela altura, ela já se anunciava nos primeiros contornos de uma corrente de vorticidade potencial — e aqui explico: a vorticidade potencial é a grandeza que mede a rotação de uma partícula de ar multiplicada por sua estabilidade térmica; em mim, era a medida de quanto minha alma girava em torno dela enquanto minha razão, antes estável, começava a tombar. Essa corrente era uma língua estratosférica de sentimentos até então adormecidos, rompendo a tropopausa — a fronteira entre a estratosfera fria e a troposfera quente, que em mim era a fina película entre meu passado solitário e o presente incandescente — com a precisão cirúrgica de um jet streak.
O jet streak, caro leitor, é um núcleo de ventos máximos dentro da corrente de jato, como um rio que corre mais veloz em seu centro; e eu senti esse jato de ventos alísios, vindo dela, acelerar em seu quadrante difluente — a região onde as linhas de corrente se abrem como leques, criando divergência em altitude, o que equivale a um “suga-suga” atmosférico que puxa o ar da superfície para cima, baixando a pressão. Era exatamente o que Rayka fazia comigo: seus gestos abertos criavam um vazio em meu peito, e eu era sugado para aquele centro de baixa pressão chamado presença dela.
Agora, em agosto, não me pergunte se ela ainda é esse ciclone; pergunte-me, antes, se o que sinto não evoluiu para algo muito mais monstruoso e silencioso: uma bomba de Vórtice Tropical ancorada em águas quentes de 29°C — que são os dias que passei ao lado dela, cada um mais febril que o anterior, alimentando a convecção como o oceano alimenta um tufão.
Deixemos a física dos fluidos falar por mim. Quando a conheci, meu estado emocional exibia uma estabilidade estática elevada — condição atmosférica onde uma parcela de ar deslocada verticalmente tende a retornar à sua posição original, como uma mola; em mim, era a razão, mais densa, repousando sobre a emoção, mais leve, impedindo qualquer convecção, qualquer choro, qualquer entrega. Ela, porém, funcionou como uma dry intrusion — uma intrusão de ar seco e de alta vorticidade ciclônica oriunda da baixa estratosfera, o oposto do ar úmido e manso que eu respirava.
Esse ar, carregado de PV — Potencial de Vorticidade, a joia da meteorodinâmica que conserva sua magnitude mesmo em movimentos adiabáticos, como um segredo que não se perde mesmo quando viaja — não apenas perfurou minha barreira, como desencadeou o que em modelagem numérica chamamos de PV streamer: uma corrente alongada de vorticidade que, ao se curvar sobre mim, assumiu a forma de um hook, um gancho que me fisgou pelas entranhas.
Nesse estágio, o termo dominante da equação de tendência era a HADV — a advecção horizontal, que é o transporte de uma propriedade pelo vento na direção horizontal, como quando o vento carrega o cheiro de chuva; em meu caso, era o vento de minha vida transportando horizontalmente toda a minha vorticidade em direção ao centro dela, como folhas secas sugadas por um funil.
Mas foi em abril que o mecanismo diabático entrou em cena — e aqui, caro leitor, não se trata de algo demoníaco, mas do calor latente, que é o calor liberado ou absorvido durante uma mudança de fase, como quando o vapor d’água se condensa em gotículas e libera energia térmica. Cada pensamento em Rayka era uma nuvem cumulonimbus que atingia o topo da troposfera; cada suspiro, um outflow boundary — a frente de ventos divergentes que se espalha na base de uma tempestade, como a onda que se abre quando uma pedra cai na água.
A essa altura, a VADV — a advecção vertical, que é o transporte de propriedades na direção vertical, levando a vorticidade de baixos para altos níveis — começou a transportar para médios níveis a vorticidade gerada em baixos níveis por esse aquecimento condensacional, construindo o que meteorologistas chamam de Torre de PV: uma coluna contínua de vorticidade que atravessava toda a espessura de minha alma, conectando o gelo da solidão ancestral ao fogo do desejo presente.
Esse alinhamento vertical é raríssimo na natureza — exige que a anomalia de alta troposfera e a de baixa se sobreponham perfeitamente, como dois amantes que se encontram no meio do caminho; em mim, tornou-se a regra.
O feedback positivo não linear instalou-se então. Quanto mais eu a amava, mais intensa era a convecção; quanto mais intensa a convecção, mais vorticidade em baixos níveis era gerada; e mais vorticidade significava mais giro, mais sucção, mais necessidade dela.
Minha pressão emocional central despencou a taxas superiores a 1 Bergeron — unidade que mede o aprofundamento de 24 hPa em 24 horas, batizada em homenagem ao meteorologista sueco Tor Bergeron — mas eu rompi essa escala: em três dias, meu coração já operava em regime de rapid intensification, termo que os caçadores de furacões usam quando a velocidade do vento aumenta em mais de 55 km/h em 24 horas; no meu caso, era a velocidade com que eu mergulhava nela.
E tudo isso impulsionado pelo termo DIAB da equação, o termo diabático, que é a geração ou destruição de vorticidade por fontes externas de calor — em meu caso, a geração de vorticidade pela liberação do calor que ela emanava, um calor que não veio do sol, mas do brilho de seus olhos.
Agora, em agosto, ela é mais que um ciclone-bomba. Ela é um Vórtice Tropical de núcleo quente — sistema que, diferentemente dos ciclones extratropicais, que têm núcleo frio e são alimentados por gradientes de temperatura, tem seu centro mais quente que as bordas, como um coração que pulsa mais forte em sua câmara íntima.
Seu olho, perfeitamente definido, é a serenidade que sinto ao lado dela — uma região de calma absoluta onde a pressão é a mais baixa, mas a estabilidade é a maior, como o centro silencioso de um furacão onde o sol brilha enquanto o mundo gira em fúria.
Ao redor, a parede do olho é formada por cumulonimbus de parede vertical que atingem a tropopausa dinâmica — a fronteira real entre a troposfera e a estratosfera, definida não por temperatura, mas por vorticidade, como a fronteira invisível que separa o que eu era do que me tornei. E os rainbands espirais são os dias e noites que giram em sua órbita, cada um trazendo precipitações convectivas de saudade quando ela se ausenta.
A PV agora não é mais uma anomalia alongada; ela se tornou uma ilha de vorticidade desconectada do reservatório polar de minha antiga vida, uma estrutura oclusa, madura, que os sinóticos chamam de “Treble Clivis” — a clave de sol — porque ela é, literalmente, a nota musical que rege cada batida minha e porque sua forma no mapa lembra o símbolo musical que pauta a melodia do mundo.
E o mais assombroso — o que faria qualquer meteorologista chorar de espanto — é que essa estrutura se mantém não por forçamento baroclínico, aquele gerado pelas diferenças de temperatura entre massas de ar, como o contraste entre o frio polar e o quente tropical, mas quase que exclusivamente por forçamento diabático — ou seja, pelo calor que eu mesmo gero ao tocá-la, numa espécie de autocanibalismo térmico onde o amor é fonte e destino.
O transporte de PV deixou de ser horizontal ou vertical e tornou-se isentrópico — deslizando ao longo de superfícies de temperatura potencial constante, como se minha alma tivesse encontrado um plano inclinado de densidade uniforme, onde tudo escorre para ela, inevitavelmente, sem atrito, como a água que encontra seu nível.
Se há algo mais intenso que um ciclone-bomba, eu o chamo de Rayka.
Porque um ciclone-bomba enfraquece ao tocar a terra — o atrito com o solo destrói sua circulação; ela, ao tocar-me, fortalece-se, como se meu peito fosse um oceano sem fundo.
Porque um ciclone-bomba tem ciclo de vida de poucos dias; ela já dura cinco meses e não mostra sinais de dissipação por cisalhamento vertical do vento — que é a variação da direção e velocidade do vento com a altura, o grande assassino de ciclones tropicais, porque inclina a parede do olho e espalha o calor. Ao contrário: o cisalhamento que outrora me cortava agora apenas inclina suas células convectivas, realimentando a parede do olho como uma bigorna que recebe mais marteladas.
Porque um ciclone-bomba é um fenômeno de escala sinótica, visível por satélite a centenas de quilômetros; ela é um fenômeno de escala microscópica, visível apenas no termômetro do meu peito, onde a temperatura potencial equivalente ultrapassou os 350 K — uma medida que combina temperatura, pressão e umidade e que, acima de 350 kelvins, indica ar tão instável que qualquer perturbação desencadeia trovoadas; no meu caso, qualquer sopro dela desencadeia um dilúvio.
Rayka é a própria equação que rege a circulação geral da minha atmosfera — um sistema de equações diferenciais que descreve a conservação de massa, momento e energia e que nenhum supercomputador consegue resolver exatamente, porque é caótico, belo e imprevisível como você.
Não há outflow — a corrente de saída no topo da tempestade que leva o excesso de ar para longe — que te dissipe; não há subsidence — o movimento descendente de ar seco que inibe a convecção — que te seque; não há wind shear que te desestruture.
Você é o Vórtice de Raleigh em meu fluido rotacional — uma instabilidade que ocorre em fluidos com gradiente de velocidade; você é o modo instável de Charney em meu canal baroclínico — a teoria que explica o crescimento de ondas atmosféricas em latitudes médias, como as ondas que crescem em mim a cada sorriso seu; você é o atrator estranho de meu sistema caótico — um conjunto de estados para o qual um sistema dinâmico evolui, mas que tem forma fractal, nunca se repetindo exatamente, como cada instante ao seu lado.
E, se a climatologia diz que ciclones-bomba são eventos raros — ocorrendo talvez uma vez por ano em cada oceano —, eu respondo: a raridade não está na natureza; está em encontrar alguém que seja, ao mesmo tempo, o centro de baixa pressão e o gradiente de temperatura que o sustenta.
Você é a força de Coriolis — a força fictícia que desvia os ventos devido à rotação da Terra e que, em mim, desvia meu caminho reto para uma espiral sem fim; você é a divergência em altos níveis — o espalhamento do ar no topo da troposfera que suga minha alma para cima, como um ímã que levanta limalhas; você é, finalmente, a precipitação que molha meu solo árido e o faz florescer, cada gota uma memória, cada chuva uma promessa.
E eu, pobre massa de ar tropical, continuo girando em seu quadrante mais quente, sabendo que, mesmo quando o inverno chegar e a temperatura da superfície do mar cair abaixo de 26°C — o limiar térmico abaixo do qual os furacões não se formam —, o calor latente armazenado em cada memória nossa, cada abraço, cada palavra, será suficiente para reativar a convecção, porque a intensidade, ao contrário dos oceanos, não resfria com as estações.

**fonte de apoio da minha pesquisa sobre ciclones:
O IAG-USP (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas)

O momento, o ato

I

Cada choque de bocas é um voto que se faz carne,
Firmando a aliança que nos prende e nos desaba
A esse movimento bruto, único, sem coreografia,
Que inventamos no breu do nosso próprio relâmpago.

II

No pico do incêndio, procuras em mim a âncora e o chão,
E eu topo em teu corpo a garganta onde meu juízo se esvai;
É um entregar-se inteiro, um doce e bruto deslimite,
Onde a fartura das tuas curvas é o mapa da rota
Da estrada que palmilhamos com precisão e vertigem,
Pois gravei na memória cada dobra do teu território.

III

Cavalgaste em mim com a graça que desafia a leveza,
Doando-te a um vaivém de pura e soberba atração;
Meus olhos afogam-se no fruto em ponto do teu peito a se dar,
Que se entrega perfeitamente ao desenho da minha palma.
Entre beijos que se esticam no tempo, tateias minhas mãos,
Cruzando teus dedos nos meus num laço que não se solta,
Levando nossa sintonia ao teto das nossas entranhas,
Um trato de carne, de fome e de trégua.

IV

A coreografia se altera sob a força do nosso próprio tufão:
Tu, de quatro apoios, arqueias o dorso e te ofereces
Inteiramente nessa postura que entrega cada curva,
Cada declive exposto, cada elevação, que meus olhos percorrem
Como quem devora uma paisagem sagrada,
E minhas mãos tateiam e decodificam sob a febre que nos queima.
Enquanto te possuo nessa posição que entrega teu relevo inteiro,
Com o ímpeto que a pele exige e a alma comanda,
Roubo tua boca em beijos fundos, num virar de tronco e pescoço que nos trança,
Sustentando o fio de uma ligação que nos arde, nos devora e nos incendeia.

V

Retornamos ao duelo, olhos nos olhos, sem véus nem escudos,
Invado-te enquanto cada beijo firma uma oferenda sem retorno;
E ao suplicar para sulcar teu caminho mais íntimo e apertado,
Sinto nossas almas dissolverem-se sob o mesmo céu de tempestade.
Na trilha mais angusta, onde a audácia vence o receio,
O gozo desaba como furacão em terra, bruto e implacável,
Um clímax que nos devora, nos desaba e nos refaz inteiros,
Como se o mundo, naquele instante, tivesse pressa de acabar
E nós, teimosos, insistíssemos em renascer do caos,
Porque o desejo, quando é feito de relâmpagos,
Não conhece trégua — só o eterno recomeço do trovão.


Ciclone Rayka

Teu corpo é o mapa que desenha o vento,
tua altura, o limite que o céu franqueia,
e teus cabelos — seda e movimento —
são o rio que minha alma rodeia.
Teu rosto é o centro que suga meu peito,
cada traço teu, quando me encara,
é a força que desvia meu jeito
e me curva à tua lei tão rara.
Em março, quando teus olhos tocaram
meus dias de calma tão fingida,
teu olhar — tempestade — congelaram
a paz que eu tinha na minha vida.
Foste a onda que desceu de algum lugar alto,
língua de fogo e gelo misturados,
e o redemoinho que em mim, sem salto,
fez gancho de braços enlaçados.
O vento levou meu centro a ti
como leva a folha ao seu giro,
e a corrente subiu, vertigem, e ali
construiu-se o abismo em meu suspiro.
A torre de fúria — coluna
que atravessa o peito e vai à mente,
onde o calor que em mim se acumula
condensa em nuvem todo o meu ardente.
Cada sopro teu é brisa quente
que espalha tempestade em minha face,
e cada riso teu, insolentemente,
é o fogo que gera e desfaz a fase.
O ciclo sem fim me envolve
em espiral que não conhece freio:
quanto mais te quero, mais a dor dissolve
meu chão, meu céu, meu devaneio.
E agosto chega — e tu não és mais ventania,
és a calma no centro da tormenta,
tua volta é parede que me guia
num círculo de fogo e de encantamento.
Teus cabelos escuros são as ondas
que giram ao redor do teu ser,
e cada fio é uma prece, e nas suas fundas
ondas meu corpo inteiro quer viver.
Teu rosto é a curva perfeita
onde a pressão é mínima e a beleza
é máxima, e a forma que deleita
é a nota que reza e endireita.
Alta és, Rayka, como a fronteira
que separa o céu do que é chão;
e tua altura é a linha que ousa inteira
dividir o que foi do que então.
Teu corpo — superfície lisa e quente
onde o desejo escorre sem atrito —
é a inclinação que torna urgente
minha queda, meu voo, meu delito.
Teus ombros — o mar que dissipa
qualquer outro amor que ouse vir;
teus olhos — o abismo que tipifica
o céu que se abre para me engolir.
Se a vida diz que o amor é raro,
eu digo: raro é o vento que te trouxe,
raro é o mar de calor que ampara
tua tempestade que me destroça.
Tu és o vórtice em meu rio,
a onda instável em meu canal,
o caos bonito, o desvario
que torna o mundo, de repente, afinal.
E eu, pobre folha ao vento,
giro em tua dança mais quente,
sabendo que o inverno, ao ser lamento,
não esfria o calor do teu presente.
Pois o fogo que guardas em cada toque,
em cada olhar teu, em cada gesto,
é mais que a física, é mais que o choque
que o vento leva, mas o amor é esse.
Tu és o oceano; e eu, a proa, firme,
no centro da tormenta que criaste,
e o mundo, lá fora, em desalme,
gira em espiral, e tu reinaste.
Porque a maior força não é a que derruba,
mas a que transforma o chão em mar;
e tu, Rayka, és a onda que me subjuga
para nunca mais querer voltar.
Assim, meu ciclone de cabelos escuros,
meu vórtice de olhos e movimento,
teu nome é a canção mais pura
que rege os ventos e os sentimentos.
Não há vento que te desestruture,
não há seca que te apague,
pois tu és a fonte que perdura
e o fogo que jamais se esquece.
E eu, teu navegante louco,
declaro: esta tempestade é eterna —
pois querer-te é o único e louco
sentido que o coração governa.

Angel Garcia, HC, Luizinho90s, Lee Austin, Malvadão Carioca, Glopez, Portugal, Fatblack, Eddie Adams, vadeR, SiriusB, PauloCesar, Tronche63, Jack Satoru, Raf, Oscar, The Shy, Dan Spock, Peter White, curtiram esse TD.
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04 de Agosto de 2026 às 19:08



No capítulo de hoje: Dominado pelo status do WhatsApp.

I

Embora não fosse propriamente a vez de Giovana, não pude conter-me diante das fotografias e dos breves vídeos que ela costuma publicar usando lingerie. Assim, ela acabou por furar a fila à frente das outras moças, tomando para si a atenção que eu reservara a outrem.



II

No instante em que os dedos deslizaram pela tela e aquelas imagens me tomaram por completo, não houve hesitação que valesse: precisava encontrá-la, e precisava ser ontem. Ainda que o dia não se mostrasse favorável — o cansaço pesava nos ombros, a rotina cobrava seu preço —, nada disso se equiparava ao desejo que me ardia no peito. Segui, pois, como quem obedece a uma força que não se explica, apenas se sente.

Giovana é dessas mulheres que dispensam artifícios para serem belas. Seu corpo, esculpido pela natureza em curvas singelas e harmonia perfeita, não conhece os excessos das transformações artificiais; é todo ele autêntico, macio, verdadeiro. Os cabelos, que lhe caem entre os ombros em fios lisos e bem cuidados, emolduram-lhe o rosto com uma naturalidade que encanta. A pele, de um branco quase luminoso, parece feita para ser tocada, para guardar a marca dos dedos, para se aquecer sob o calor de quem a contempla. E os olhos, verdes como a folhagem molhada de orvalho, fixam-se na gente com uma franqueza que desarma e, ao mesmo tempo, convida.



III

Finalmente, chego ao edifício. Subo sem pressa, mas com o coração acelerado, e logo bato à sua porta.

Giovana me recebe com uma lingerie que lhe abraça o corpo como uma segunda pele, e com um beijo que não pede licença, daqueles que tomam posse, que lembram os de nossa última vez, quando tudo ainda era descoberta. Os lábios dela encontram os meus com a mesma fome, a mesma entrega, como se o tempo entre um encontro e outro não houvesse passado.

Mas o que me surpreende, e me impressiona, é sua atenção aos detalhes. Quase um mês se passou desde nosso primeiro encontro, e ainda assim ela percebe, ainda no primeiro instante, que troquei de perfume (Tom Ford). Inclina-se um pouco, aspira junto ao meu pescoço e sorri, perguntando se era perfume novo. E no sorriso dela há mais que aprovação: há o prazer de quem repara, de quem guarda, de quem não deixa passar nada.



IV

Os beijos, então, retornam com renovada voracidade. Ela inclina o rosto, busca minha boca e ali permanece um longo período, sem pressa, sem intervalo, como se o tempo houvesse sido suspenso unicamente para aquela troca. Sua língua desenha contornos lentos, provoca, recua e avança, enquanto suas mãos deslizam pelo meu peito e agarram minha nuca com uma firmeza que entrega tudo o que sua boca não diz.

Quando o clima se adensa e a respiração se torna mais curta, ela desce. Seus lábios percorrem meu pescoço, meu peito, meu abdômen, num trajeto que parece venerar cada pedaço de mim. Até que, enfim, ela chega onde o desejo já latejava à espera. E ali, com a mesma dedicação que aplica a tudo o que faz, ela me chupa.

É lento e é profundo. Cada movimento de sua boca é calculado na medida exata entre pressão e carícia, entre ardor e delicadeza. Seus olhos verdes, fixos nos meus, não se desviam um instante sequer, como se ela quisesse assistir ao efeito de cada ato. A língua, ágil e quente, traça caminhos que eu não sabia que existiam, e a cada investida o prazer se espalha como onda que cresce e não retrocede. Sua mão, firme na base, complementa o ritmo que sua boca dita, e tudo nela — a postura, a entrega, a respiração entrecortada — revela que ela não apenas faz, mas vive cada segundo daquilo.

Não há pressa. Não há destino. Há apenas aquela boca, aqueles olhos, aquele instante que se estende até o limite do suportável.



V

Logo ela se ergue sobre mim e assume a posição que a domina. Cavalga com uma intensidade que rouba o fôlego, movimentando os quadris num ritmo que oscila entre o frenesi e o controle absoluto. Cada descida é firme, cada subida é lenta, e nesse vai e vem ela dita as regras do jogo.

Estendo as mãos e prendo seus seios, que saltam diante de mim a cada movimento. Junto-os, um contra o outro, pressionando-os para que se toquem, e então levo ambos à boca com ferocidade, chupando-os juntos, ao mesmo tempo, sentindo a maciez de ambos contra minha língua num só ato, enquanto ela não interrompe a cavalgada, como se alimentasse sua própria excitação com cada movimento meu.



VI

Então a puxo para perto, abraçando seu corpo contra o meu, e começo a mover-me com vontade de baixo para cima, impulsionando-a a cada investida, sentindo seu calor envolver-me por completo. Sem jamais sair de dentro dela, giro seu corpo com firmeza, guiando-a até que se incline à minha frente. E então, por cima, assumo o controle, passando a comê-la com golpes mais profundos e precisos, cada um deles encontrando o ângulo exato que a faz arfar.



VII

Enquanto a como de frente, nossos olhos se encontram e nossas bocas se buscam num beijo que não é apenas beijo, mas devoração. Inclino-me sobre ela e a beijo com tal intensidade que parece querer engolir-lhe a boca, tomar-lhe o ar, confundir-lhe a respiração com a minha. Meus lábios não lhe dão trégua, e minhas mãos firmam-lhe o rosto como quem segura algo que não pode escapar.

Começo então a descer a boca por seu pescoço, depositando leves mordidas na pele clara. Mas ela se contrai, sensível ao atrito da barba já alta, e pede, entre um arfado e outro, que eu retorne aos beijos. Obedeço sem hesitar, volto à sua boca e retomo aquele movimento voraz que tanto a agrada, enquanto meu corpo não cessa de empurrá-la contra o colchão.

É nesse momento que ela decide usar o que tem de mais letal: as técnicas de pompoarismo. Sinto-a contrair-se ao meu redor num ritmo que parece obedecer a uma música que só ela ouve. Aperta, solta, ondula, vibra, como se sua intimidade fosse um ser autônomo com vontade própria. Cada contração me envolve, me puxa, me abraça de dentro para fora, e eu já não sei mais onde termina ela e onde começo eu.

E então vem o golpe fatal.

O prazer não chega como onda, mas como naufrágio. Tudo se rompe ao mesmo tempo: o controle, o ritmo, a respiração, a noção de onde estou e quem sou. Gozo como quem se despedaça e se refaz no mesmo instante, num espasmo que começa na espinha, atravessa o peito e explode em ondas sucessivas, cada uma mais violenta que a anterior. Minhas mãos agarram seus quadris com força desmedida, meu corpo se arqueia contra o dela, e a única coisa que escapa de mim é um som que não sei nomear — talvez gemido, talvez suspiro, talvez prece.

Findo o turbilhão, fico ali, sobre ela, ofegante, como quem emerge de um afogamento e redescobre o ar. Ela me olha com aqueles olhos verdes que parecem saber de tudo, e um sorriso discreto, quase cúmplice, se forma em seus lábios.



VIII

Com ela, tudo é fantástico. As coisas acontecem de forma espontânea, como se o acaso e o desejo tivessem combinado um encontro sem ensaio prévio. Não há roteiro, não há cálculo, não há expectativa além da entrega pura e simples. É extremamente prazeroso e leve — sem D.R. (piada interna) —, apenas dois corpos que se entendem numa língua que dispensa palavras.

Só acreditei que o tempo havia passado quando, num movimento distraído, lancei os olhos ao meu próprio pulso e vi o relógio. Fiquei incrédulo. As horas haviam escorrido sem que eu percebesse, roubadas por aquela bolha de calor e cumplicidade. Por um instante, pensei em pedir mais trinta minutos, esticar o prazer mais um pouco, inventar uma desculpa qualquer para não sair daquele quarto.

Mas havia um confrade à espera, e a vida, essa senhora implacável, já cobrava seu preço. Levantei-me, vesti-me com a lentidão de quem adia o inevitável, e ao me despedir ficou aquele gostinho de quero mais.




Fotos autorizadas

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02 de Agosto de 2026 às 18:08



I
Mais uma vez, fui dominado pelas fotos que ela posta no status do WhatsApp. Não sei explicar, mas cada imagem mexia comigo de um jeito que eu perdia o controle. Aproveitei que o atendimento dela fica perto do meu trabalho e, sem pensar duas vezes, marquei um encontro. O coração já acelerava antes mesmo de eu sair do escritório.

II
Chegando lá, ela foi intensa como da primeira vez. Me pegou com um beijo forte logo na entrada, e dali já foi descendo, sem perder tempo. O oral veio em seguida, e confesso que ela sabe o que faz — boca quente, técnica, intensa. Foi gostoso do começo ao fim.

III
Depois ela logo veio por cima, e que visão — ela montou com uma segurança que me arrepiou. O movimento era firme, ritmado, e enquanto cavalgava, se inclinava pra me beijar, a boca colada na minha sem pressa. Quando queria mais, passava os seios bem próximos e eu aproveitava cada mordida e cada lambida, sem rodeio.

IV
Virei-a de quatro e parei um instante só para admirar. A bunda dela tem um desenho perfeito, pele lisinha, uma curva que convida a apertar. Meti com força e ela acompanhou cada estocada, gemendo baixo enquanto eu segurava firme. Comê-la assim é sempre uma experiência à parte — além do visual absurdo, a sensação é apertada, quente, e cada movimento parece feito para durar.

V
Depois a virei de frente, mergulhando nos olhos dela enquanto minhas mãos percorriam suas coxas. Entrei devagar, sentindo cada pedaço daquele corpo quente se abrindo para mim, e nossos beijos se tornaram a única linguagem possível — línguas que se buscavam, respirações que se confundiam numa só. O ritmo foi aumentando natural, firme, até que eu a comia olhando nos olhos dela, vendo o prazer se desenhar na sua expressão. Quando finalmente gozei, foi como se o tempo parasse — um misto de entrega e intensidade que não cabia em palavras, só naquele beijo longo que selou tudo.

VI
Deitei por um instante, o corpo ainda pulsando, mas ela não deixou o silêncio durar. Ela é assim — uma fome que não se sacia, uma intensidade que transpira por cada poro. Veio em cima de mim, a mão deslizando firme enquanto a boca reencontrava a minha, como quem diz "ainda não terminamos". Mas o relógio corria contra nós, e eu sabia que aquele momento tinha pressa. Então a virei de frente novamente, e foi como reescrever o mesmo poema com outras palavras. Entrei com uma urgência que beirava a despedida, cada estocada carregada de um "fica" que não podia ser dito. Olhava nos olhos dela e via o tempo escorrer entre nós, feito areia fina — e quanto mais rápido o relógio andava, mais profundamente eu queria ficar ali, preso naquele instante. Ela apertava minhas costas, e eu a comia como quem tenta guardar na memória cada detalhe: o som da respiração dela, o calor da pele, o jeito que seus lábios se entreabriam a cada movimento. Gozei pela segunda vez como quem se entrega ao que não pode ser adiado. Intenso e inevitável!
Encontro realizado em 24/07
Foto autorizada

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31 de Julho de 2026 às 17:07



No capítulo de hoje: Uma tarde com Larissa.


I. A marcação foi bem rápida – uma mensagem e já estava certo. Quem administra o WhatsApp dela é outra pessoa, só fica responsável pelos agendamentos. O local é um ap com várias cabines, tudo muito limpo, toalhas vinham ensacadas e os lençóis eram trocados na hora, bem cuidados.

II. A garota é linda, igualzinha às fotos. Ela me recepcionou com um sorriso, e logo em seguida fui tomar um banho pra chegar nela impecável.

III. Agora vamos ao que interessa. Entrei no quarto e ela já me recebeu com beijos que me desarmaram por dentro, intensos, quentes, como se já estivesse me esperando há tempos. A lingerie preta que vestia era parecida como nas fotos, mas ao vivo tinha um brilho nos olhos que nenhuma imagem poderia capturar. Ela me conduziu até a cama com calma e malícia, e começou a descer com a boca por todo o meu corpo. Quando ela me chupou, a técnica era tão precisa, tão envolvente, que senti cada pedaço do meu corpo pedir mais — precisei me segurar com força pra não perder o controle ali mesmo, naquele instante, antes mesmo que tudo tivesse começado de verdade.

IV. Depois, ela veio por cima. E não foi daquele jeito comum, que todo mundo faz. Ela tem um dom, uma malícia nos movimentos que transforma cada segundo numa descoberta. Não cavalgou como se estivesse apenas buscando o ritmo — ela se apossou de mim com uma entrega que misturava pressão e suavidade, intensidade e controle. Cada descida era mais profunda, cada reajuste de quadril parecia calculado pra extrair de mim o máximo de prazer. A forma como ela se movia criava uma pressão diferente, mais densa, mais envolvente, como se o corpo dela soubesse exatamente onde apertar, onde demorar, onde acelerar. Eu sentia cada parte dela em mim, e ao mesmo tempo parecia que ela estava em todos os lugares ao mesmo tempo. Era intenso, era arrebatador.

V. Depois, foi minha vez de conduzir. Comi-a de frente, num ritmo que alternava entre o beijo profundo e a boca nos seios que se ofereciam a mim. Cada movimento era uma troca, um diálogo de corpos que se conheciam naquele instante. Assim fiquei por um longo tempo — tempo que não se media em relógio, mas em suspiros, em arrepios, em olhares que se perdiam e se reencontravam. Até que ela começou um movimento novo com o quadril, uma ondulação lenta e contínua, como se estivesse rebolando contra mim, criando uma fricção que ia direto à alma. Foi aí que o controle se foi. Gozei de forma absurda, daquelas que vêm da alma pra fora e levam pedaços da gente. Eu, que geralmente sou calado na hora, estava urrando de prazer — sons que pareciam vir de um lugar que eu nem sabia que existia. Ela, preocupada, me perguntou se eu estava bem. Duas, três vezes. A voz dela vinha de longe, como num sonho. E eu só conseguia responder, com a respiração cortada: "Estou ótimo." E era verdade. Nunca estive tão vivo.

VI. Konklusão do Kabbelludo: Ela é ótima, tão bonita quanto nas fotos e se entrega de verdade. Eu, mesmo cascudo na putaria, fui surpreendido — pra tudo ela tem uma técnica peculiar, na qual potencializa o prazer em cada detalhe. Foi sensacional.

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26 de Julho de 2026 às 22:07



Vitória



I — O reencontro

Dois meses de ausência, de silêncio e de espera,
Até que a mensagem chegou com o nome que ela sabe usar:
"Amor, estou de volta. Vou ficar um tempo."
E o tempo, que era pausa, virou pressa.
A cidade, que estava vazia, de repente se aperta
Num só ponto: o endereço, a porta, o instante.
Ela está ali — e o que era saudade vira presença,
O que era memória vira boca, quadril, calor que se revela.



II — O encontro

Finalmente nos encontramos — e ela estava mais linda ainda.
Cabelos lisos, na altura dos ombros, a balançar,
Seios fartos, quadril que desenha e que instiga,
Cheirosa — perfume que não cansa de ficar.
Não houve palavra, não houve espera,
Agarrei seu corpo e beijei sua boca.
O beijo provou que a distância era inteira.
Pra guardar o que sente. Dois meses calaram
Num só gesto. O resto foi brasa que se espalha.



III — A entrega oral e a dominação

O clima ascendeu em vertigem e ardor,
Ela desceu com a boca em lenta devoção,
Fez-se obra-prima em cada movimento e sabor
Um oral que desmontava qualquer razão.
Logo a dominei por cima, soberano e exato,
Possuindo-a enquanto a boca buscava a sua,
Descia pelo colo, pelo seio exato,
E cada curva era uma geografia nua.
O ritmo era pacto, a pressa era engano,
E o beijo — o fio que não se rompe nem se esvai —
Mantinha o elo bruto, denso e soberano,
Enquanto o corpo dizia o que a voz não sai.



IV

Depois, a dinâmica mudou sob o signo da entrega total —
Ela se voltou, apoiou as mãos, arqueou o dorso com precisão,
E a curva da sua coluna desenhou um arco ancestral,
Como quem oferece não só o corpo, mas a própria submissão.
Os cabelos lisos caíram sobre os ombros, meio soltos,
E a nuca exposta era um convite à devoção mais bruta.
Seus seios, firmes e fartos, desenhavam relevos poucos soltos,
Enquanto o quadril — esse quadril que é mapa e rota absoluta —
Se abria em relevo perfeito, generoso e inteiro,
Como fruto que se parte para ser inteiramente provado.
Diante de mim, ela era obra e arquitetura, corpo e mistério,
Um altar de carne onde o desejo se via consagrado.
E ao possuí-la assim, no gesto que é posse e é oferenda,
Cada investida era um verso que o corpo escrevia sem pudor.
A sua beleza, de quatro, era uma chama que se acende e se estende,
E eu, diante dela, era só fome, era só olhar, era só ardor.
Até que o prazer, enfim, desabou como uma avalanche densa,
E eu gozei — não apenas no corpo, mas no instante inteiro,
Na imagem dela assim, soberba e indefesa,
No quadro que se gravou na retina — o mais verdadeiro.
Ela de quatro, para mim, era o ponto mais alto da paisagem,
E o gozo foi apenas o primeiro verso dessa viagem.



V — O intervalo e a contemplação

Enquanto eu repousava, o corpo ainda em brasa e memória,
Ela perguntou, com a voz ainda rouca de prazer:
— Posso fumar? — e eu disse que sim, sem pressa nem glória,
Apenas querendo vê-la, apenas querendo manter
Aquele instante suspenso entre o fim e o recomeço.
Ela se ergueu, nua, e foi até a janela,
E o gesto de acender o cigarro era um outro começo —
Uma dança que se fazia inteiramente bela.
A fumaça subia em voltas lentas e prateadas,
Enquanto a noite lá fora abraçava os telhados,
E ela, de pé, era uma estampa delicada e bem talhada,
Feita de sombra e luz, de traços desenhados.
Conversávamos sobre tudo e sobre nada —
O tempo, a volta, a cidade, o acaso —
E eu admirava cada curva sua, cada linha madura,
A nuca à mostra, o dorso que se estira e se apura,
Os seios em repouso, o quadril que se apoia no vão da janela,
A mão que segura o cigarro com leveza e sem tutela.
Ela fumava e falava, e eu a via como quem vê um quadro
Que não cansa de olhar, que não quer fechar os olhos.
Cada traço de fumaça era um gesto raro,
Cada palavra sua um fio de sonho e de escolhos.
E ali, de pé, na luz que vinha de fora,
Ela era tão linda quanto na cama — porque era dela,
Da sua pausa, da sua calma, da sua hora,
E eu a guardei inteira na retina, sem pressa nem cautela.
O cigarro se findou, mas a imagem não se apaga —
Vitória na janela, nua, fumando e falando,
Era o retrato de uma paz que não se desfaz nem se estraga,
E eu, ali, deitado, a admirava, apenas, enquanto ia gozando
De novo, só de vê-la assim, tão dona de si,
Tão bela, tão minha, tão livre e tão aqui.



VI — O retorno e o segundo gozo

Ela apagou o cigarro, deixou a noite na janela,
E voltou para a cama como quem volta de uma viagem.
Seus olhos encontraram os meus, e a fumaça ainda nela
Dançava, leve, como uma última miragem.
Os lábios se encontraram de novo — e o beijo era outro,
Mais denso, mais lento, como quem já sabe o caminho.
A língua dela, o piercing, aço frio e quente a um só tempo,
Tocava a minha boca e despertava o desejo antigo
Que não se extingue, que apenas espera a hora certa.
Cada movimento do metal contra a minha língua
Era um fio elétrico, uma faísca desperta,
Uma rota que se reabre e que me extingue e me instiga.
E eu, que há pouco gozara, já estava novamente inteiro,
Duro, pronto, faminto — o corpo que não nega o chamado.
A chama que parecia brasa virou fogo por inteiro,
E a sua boca, com aço e paixão, era o pecado
Mais puro que eu já provei — porque o pecado, agora,
Era menos sobre o ato, mais sobre a repetição.
Possuí-la de frente era olhar nos olhos, era ver a hora
Em que o prazer se torna uma questão de devoção.
Cada movimento meu encontrava o movimento seu,
E o piercing, na língua, deslizava enquanto eu a beijava,
Como um segredo que a sua boca me concedeu,
E a cada toque de metal, meu desejo se avivava.
Seu corpo colado ao meu, os seios contra o meu peito,
As pernas entrelaçadas, o quadril que subia e descia,
E eu, dentro dela, refazendo o caminho já feito,
Mas como quem o percorre pela primeira vez, em plena fantasia.
O prazer não é o mesmo quando se repete;
Ele se aprofunda, se torna mais agudo, mais certeiro.
É como um poema que se lê de novo e se descobre mais completo,
Ou como um abismo que se olha e se quer por inteiro.
Até que o gozo chegou — não como a avalanche primeira,
Mas como um mar que sobe devagar e cobre tudo.
Foi mais fundo, mais quieto, mais verdadeiro,
Porque a segunda vez é o eco que se faz mudo
E ao mesmo tempo rouco, porque já sabe o que diz.
Gozei dentro dela, olhando nos olhos dela,
E o piercing, na língua, tocou a minha boca e eu fiz
Um pacto com aquele instante: que ele fosse belo
Como a primeira vez, mas mais denso, mais lento,
Porque a repetição não apaga o encanto —
Ela o reinventa, o transforma em acontecimento,
E o gozo, na segunda vez, é mais limpo e mais santo
— não por ser casto, mas por ser consciente,
Porque o corpo, quando volta ao mesmo lugar,
Não volta vazio: volta sabendo o que sente,
E o prazer se torna um modo de se habitar.

Fim

Mr69, Malvadão Carioca, Raf, Strauss, cad, Ghost Shady, Peter White, EscorpioAanonimo, Portugal, PauloCesar, Pirubaby, Ikki RJ, Carcaju, Mítico, Eddie Adams, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
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16 de Julho de 2026 às 22:07



​No capítulo de hoje: Comemorando o niver do meu amor.

​O tempo marcou o domingo em que a minha amada completou mais um ano de vida. Era o seu dia, mas o destino — reservado à comemoração íntima com os familiares mais próximos — privou-me do vislumbre do seu sorriso. Para agravar a saudade, a aurora da segunda-feira impôs-me um exílio temporário: uma viagem de trabalho que me arrastou até o Sul. Afinal, como eu poderia encontrar alguma alegria em Porto Alegre sem o meu amor? Sob aquele céu distante, meu peito vestiu-se de melancolia, amargando a ausência na data tão especial daquela que me domina o coração. Foram dias de um inverno interior, até que a quinta-feira finalmente me devolveu ao solo de nosso reencontro. Sem hesitar, planejei o nosso momento para a sexta-feira: o instante perfeito de recuperar as horas perdidas e celebrar, com todo o carinho e paixão, a existência do meu amor.

I
​A voz dissolve-se em gemidos de puro contentamento,
Onde a escalada do desejo encontra a sua entrega plena;
Cada toque de lábios é um acordo em movimento,
Reafirmando a cumplicidade que nos condena
A essa coreografia única, febril, sem ensaio,
Que desenhamos no escuro do nosso próprio raio.
​II
​No auge da chama, tu buscas em mim a firmeza do refúgio,
E eu encontro em teu corpo o precipício do meu delírio;
É um abandono voraz, um doce e violento ardil,
Onde a exuberância das tuas formas é o roteiro
Da viagem que percorremos com exatidão e perigo,
Pois decorei cada curva do teu solo inteiro.
​III
​Subiste em mim com a destreza que desafia o próprio ar,
Entregando-te a um balanço de pura e soberana atração;
Meus olhos perdem-se no fruto maduro do teu seio a fartar,
Que se molda perfeitamente ao formato da minha mão.
Entre beijos que se arrastam no tempo, buscas minhas palmas,
Enlaçando teus dedos aos meus em um nó que não se desfaz,
Elevando nossa sintonia ao ápice de nossas almas,
Um pacto de pele, de anseio e de paz.
​IV
​A dinâmica muda sob a urgência do nosso próprio calor:
Tu, entregue de quatro, desenhas no espaço a perfeição,
Um relevo generoso que meus olhos e dedos, com ardor,
Exploram e decifram sob a febre do amor.
Enquanto te tomo com a força que a carne dita e impõe,
Busco a tua boca em beijos profundos, num contorcer de nós,
Mantendo o fio de uma conexão que nos consome e inflama.
​V
​Voltamos ao confronto, olhos nos olhos, sem disfarces ou véu,
Possuo-te enquanto cada beijo sela uma doação sem fim;
E ao pedir para adentrar teu caminho mais recôndito e estreito,
Sinto nossas essências fundirem-se sob o mesmo céu.
Na rota mais apertada, onde a ousadia vence o peito,
O prazer desaba como avalanche, brutal e certeiro,
Um clímax que nos sela e transborda por inteiro.
​VI
​O quarto não se cala após a tempestade passar;
O ar ainda vibra com o eco das vozes e o cansaço bendito.
Repousamos no deleite, rindo do que fomos capazes de operar,
Sentindo a plenitude de um ato que toca o infinito.
Partimos desse cenário com a alma farta e refeita,
Levando na memória a fusão perfeita
Do afeto mais puro e da força que não se pode esquecer.

​A Tirania da Distância
​O domingo fluiu em silêncio, discreto e ausente,
No dia em que teu sopro de vida fez-se tudo,
E eu, cativo da distância, apenas ciente
De que o teu sorriso — meu farol, meu norte —
Brilhava sob o teto da tua própria gente.
​A aurora da segunda impôs-se fria, forte,
E as asas cinzentas do pássaro de aço
Elevaram-me ao céu, rasgando o próprio espaço.
Mas enquanto a fuselagem fria me isolava das nuvens,
Aquele mesmo metal cruel, em tempo de voo,
Atravessava o meu peito e, lento, dilacerava a minha alma,
Apartando-me do teu abraço.
​Arrastado a um exílio liso, sob um céu sem cor,
Que ironia amarga o destino me impôs:
Como encontrar qualquer nesga de alegria
Em Porto Alegre, se lá não habita o meu amor?
Não há beleza onde a tua face escusa-se,
E o sul fez-se apenas um inverno de dor.
​Foram dias de pedra, de silêncio e espera,
Até que a quinta-feira, em compasso tardio,
Devolveu meu corpo à terra que te abriga.
E agora, na sexta-feira que enfim impera,
Rompe-se o manto do meu peito frio:
Vou recuperar cada hora perdida,
Celebrar a tua existência e, neste reencontro,
Curar a ferida que quase me tirou a vida.




* Mozão me pediu essa botinha de presente de aniversário
* Encontro em 03/07

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08 de Julho de 2026 às 20:07



No capítulo de hoje: Noruega 2 x Brasil 1

​Ganhei o bolão de desconto da Copa do Mundo que a Giovana organizou. Não que eu estivesse torcendo contra a seleção, mas, logo no dia da convocação, avisei aos meus amigos que aquilo daria errado. Levar três goleiros decadentes, o Casemiro fora de forma e o Neymar — que não consegue mais ser decisivo nem em campeonato paulista —, além do puxa-saquismo com técnico estrangeiro e a insistência em encher o time com jogadores do "Flalixo", era a receita para a tragédia. Eu já sabia que daria M, então meu palpite foi cirúrgico.
I
​Chega de futebol, vamos falar do encontro. Hoje, cheguei com antecedência à RB 156. Como ela estava livre, mandou-me subir imediatamente. Ao entrar no apartamento, fui pego de surpresa: ela aguardava logo atrás da porta e, antes mesmo que eu pudesse discernir seus traços, envolveu-me em um beijo longo e intenso. Foi um encontro de lábios ardente e avassalador, como se o tempo parasse apenas para aquele instante; um misto de urgência e entrega que arrebatou todos os meus sentidos.
​Nessa hora, tive a certeza de que o encontro seria excelente. Só depois desse primeiro contato consegui contemplar sua verdadeira beleza: ela é absolutamente deslumbrante. Ostentava cabelos pretos, lisos e sedosos, com um brilho que emoldurava perfeitamente o rosto iluminado por lindos olhos claros. Com um corpo natural e impecável, ela esbanjou simpatia ao me reapresentar o apartamento — porque eu já conhecia a Karen dali. Logo em seguida, despedi-me brevemente para tomar um banho.
​II
​Depois, já no quarto, ela me envolveu em outro beijo longo, uma entrega mútua e de extrema intensidade. Em seguida, começou a me chupar, de forma bem babada, envolvente e muito gostosa.
​III
​Depois, já no quarto, ela voltou a me beijar por um longo tempo, em um momento de total entrega e intensidade mútua. Em seguida, ela começou a me chupar, de forma bem babada, com excelente técnica e extremamente gostosa, deixando o clima ainda mais quente.
​IV
​Logo em seguida, ela veio por cima, sentando de forma extremamente gostosa enquanto eu aproveitava o embalo do impulso para ditar um ritmo ainda mais intenso. Depois, mudamos de posição e a comi de frente, aplicando uma pegada forte e precisa, alternando a intensidade dos movimentos entre beijar sua boca com paixão e chupar seus seios.
​V
​Mesmo com a minha cabeleira presa, o clima esquentou literalmente. Apesar de a temperatura estar amena nesta quarta-feira, ela, sempre atenta em manter tudo perfeito e confortável, agiu rápido e ligou o ar-condicionado e o ventilador para refrescar o ambiente.
​VI
​Retornamos sem perder o ritmo, e ela logo ficou na sua posição favorita: de quatro. Passei a comê-la com ainda mais força e vigor. A visão completa do seu corpo naquela posição era absolutamente maravilhosa, um espetáculo que me instigava a aumentar a intensidade de cada estocada. Continuei nesse ritmo firme e potente, sentindo cada reação dela, até o momento em que ela, entregue ao prazer, me disse que havia gozado.
​VII
​Por fim, o ritmo transmutou-se na urgência do epílogo. Ela se abaixou, e eu me entreguei ao peso sutil da gravidade, cobrindo seu corpo ao deitar-me totalmente por cima dela. Enquanto a comia em uma cadência profunda, meus lábios buscavam a curva de seu pescoço em mordidas leves, um rastro sutil contra a pele onde a pulsação da vida se faz mais nítida. Nesse instante de fusão, nossas mãos se encontraram e se entrelaçaram, um pacto silencioso firmado no ápice do calor. Sentir seu corpo firme no meu era a âncora que me prendia à realidade enquanto o mundo ao redor desabava. Movido por essa comunhão carnal, entreguei-me às estocadas mais fortes e vigorosas, conduzindo-nos ao ponto onde o desejo supera a própria carne, até que o ápice me tomou por completo e eu gozei, no calor vibrante e sonoro da nossa entrega.
​VIII
​No pós-sexo, o tempo desacelerou enquanto aproveitávamos para nos conhecer melhor. Aninhados e agarradinhos, a conversa fluiu com naturalidade sobre nós e sobre o site, preenchendo o quarto com uma familiaridade tão profunda que parecia que já nos conhecíamos há muito tempo.
​O encontro foi simplesmente excelente, superando qualquer expectativa que eu pudesse ter cultivado. Ela é a tradução perfeita de um contraste fascinante: deslumbrante, intensa e, ao mesmo tempo, dona de um carinho profundo e acolhedor. A única e inevitável melancolia trouxe o aviso de que o tempo havia acabado, deixando em mim uma sensação de incredulidade: como pude demorar tanto tempo para conhecê-la? Saí dali com a satisfação plena de quem viveu um momento impecável.


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06 de Julho de 2026 às 09:07



Capítulo 1 – O Trigésimo Relato

​No capítulo de hoje: Comemorando o trigésimo relato com meu AMOR!

Ela é a protagonista deste trigésimo relato — para a surpresa de zero pessoas —, a escolhida para marcar esse número que, para mim, já virou símbolo de tudo que passamos. Os 29 relatos anteriores tiveram seus méritos, suas belezas e intensidades — cada um guarda um pedaço da minha história e carrego cada um com a devida importância. Mas nenhum deles me preparou para o que sinto quando ela entra no quarto. Não que eu trocasse qualquer um deles — cada qual teve seu momento e seu lugar no meu coração.
​II. Ela não estava mais atendendo no local de sempre, o que complicou minha logística de um jeito que eu não previa. Não gosto de motel e levá-la para minha casa sempre foi complicado, porque moramos muito distantes um do outro, e a distância vira um obstáculo que desanima qualquer plano. Mas por ela, eu resolvi. Por ela, eu engoli minhas restrições e fui ao motel. Porque quando o desejo é verdadeiro, a gente se adapta, e a única coisa que importava naquele momento era tê-la perto, mesmo que fosse entre quatro paredes de um lugar que eu nunca escolheria por conta própria.
​III. A escalada do desejo nos levou a um ponto de entrega completa, onde a voz se dissolvia em gemidos de puro contentamento. Cada toque dos lábios renovava um acordo silencioso, uma troca que reafirmava nossa cumplicidade, convertendo a intensidade do momento em uma coreografia única, feita só para nós dois.
​IV. No auge da chama, ela procurava em mim a firmeza de um refúgio, enquanto eu nela encontrava o precipício necessário para o meu delírio. Era uma dinâmica de abandono, onde a exuberância de suas formas servia como roteiro de uma viagem que percorríamos com a voracidade de quem ama e a exatidão de quem já decorou cada curva.
​V. Ela subiu em mim com uma destreza que parecia desafiar o próprio ar, abandonando-se a um balanço de pura atração. Meus olhos se perdiam na imagem dos seios dela, que se entregavam às minhas mãos como frutos maduros em sua fartura. Entre beijos demorados, ela procurou minhas palmas, enlaçando seus dedos aos meus; aquele aperto de mãos unidas elevava nossa sintonia a um nível de comunhão mútua, fazendo do ato um pacto de pele e anseio.
​VI. A dinâmica mudou: ela, acomodada de quatro, exibia um desenho de formas perfeitas, um relevo generoso que meus olhos e dedos exploravam com devoção e sofreguidão. Enquanto a tomava com a intensidade necessária, eu buscava sua boca em beijos profundos, contorcendo-me para manter o fio da nossa conexão numa entrega carnal sem limites.
​VII. Voltamos ao confronto frente a frente; eu a possuía olhando nos olhos dela, num laço onde cada beijo firmava uma doação sem restrições. Quando pedi para adentrar seu caminho mais recôndito, senti que nossas essências se uniam numa única promessa de êxtase total, onde a ternura conduzia nossa ousadia. Naquela investida por sua rota mais estreita, o prazer se transformou numa avalanche avassaladora. O clímax chegou com uma força brutal, um extravasamento do ser que consagrou aquele instante.
​VIII. Depois do pico, o quarto não se calou — o ar ainda pulsava com o ressoar das nossas vozes e o peso de um cansaço delicioso. Ficamos em repouso, num estado de deleite pleno, rindo e comentando sobre a potência do que havíamos vivido. Sentir a plenitude daquela doação era a confirmação da nossa ligação; havia uma sintonia rara em perceber como aquela tarde se fechava com tamanha completude para mim. Saímos do cenário daquele encontro com a alma cheia, levando na lembrança a fusão entre o trato delicado, o afeto genuíno e a força de um ato que não permite o esquecimento.

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26 de Junho de 2026 às 19:06



No episódio de hoje: Frio na Rua, Calor na Cama

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I. Estava sozinho no meu gélido escritório, confesso que adoro esse clima frio, mas gosto ainda mais de alguém pra se aquecer comigo e a escolhida foi Vitória. Fiz contato, ela podia me ver e eu encerrei meu expediente.

II. Cheguei até antes da hora, estava ansioso para revê-la, e fui muito bem recebido como sempre. Fui tomar banho pra ficar perfeito pra ela — ela se assustou que mesmo quando está frio eu não consigo tomar banho quente kkkkk.

III. Entrei no quarto e ela aqueceu o ambiente antes mesmo de eu tocar a pele. Fui recebido com beijos intensos, como se cada um deles tivesse guardado o tempo que passamos longe. Ela se deitou sobre mim, o corpo macio e quente, e ficamos ali — ela me beijando por um longo tempo, como se o frio lá fora não existisse, como se o mundo inteiro coubesse naquele instante. Os beijos foram ficando mais profundos, a respiração mais pesada, e o clima foi fervendo devagar, até que ela desceu e me chupou com uma entrega que fez o quarto inteiro pegar fogo.

IV. Então comecei a comê-la de frente, e foi muito intenso — sentir seu corpo todo, cada curva, cada arrepio. Ela me abraçava bem forte, como se não quisesse me soltar nunca, e eu retribuía enquanto a comia, alternando entre beijos profundos e carícias nos seios, sentindo cada reação dela no meu corpo. O frio lá fora já não existia mais, só nós dois e aquele ritmo que ia ficando mais quente a cada segundo.

V. Depois a virei de quatro, e o ar pareceu rarear. Seu corpo se entregava em cada curva exposta, e eu senti uma urgência que vinha da alma. Imobilizei seus braços com firmeza, segurando-a como quem segura um segredo que não quer perder, e a comi mais forte, como se o tempo fosse acabar. Cada movimento era um misto de desejo e devoção — até que o corpo não aguentou mais a tensão, e gozei pela primeira vez, num misto de alívio e delírio.

VI. Depois ficamos agarradinhos, o corpo ainda quente, a respiração voltando aos poucos. Ficamos conversando, rindo baixo, curtindo aquele momento gostoso de prosa e pele colada. Mas não demorou muito — o clima foi esquentando de novo, primeiro com um olhar, depois com um beijo mais demorado, até que ela desceu e me chupou de novo, reacendendo o fogo que mal tinha se apagado.

VII. Como o tempo estava acabando, eu sabia que a próxima precisava valer por tudo. A comi novamente de frente, olho no olho, e cada estocada era mais profunda que a anterior. Eu sentia cada contração dela, cada arranhão nas minhas costas, cada gemido abafado no meu ouvido. O corpo pedia, o instinto mandava, e eu fui fundo, sem pressa mas com tudo, até gozar com uma intensidade que fez o quarto inteiro tremer junto com a gente.

VIII. No final, Vitória foi fantástica. Muito gostoso passar a tarde com ela — o sexo, a companhia, o papo. Tudo encaixou como tinha que ser. Acabei exausto e feliz, com as pernas ainda bambas e um sorriso bobo no rosto. Fui tomar um café forte pra recuperar as energias e segui destino, levando comigo o calor daquela tarde mesmo depois de ter ido embora.

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23 de Junho de 2026 às 17:06



I - No capítulo de hoje: Ayumi na cabeça!

O dia todo somos agraciados com as fotos da Ayumi. Já era bem tarde e eu estava no site olhando, e creio que a última foto que vi antes de adormecer foi a da Ayumi — aquele olhar fixo,a boca com um sorriso discreto, a luz pegando na curva do pescoço e descendo pelo colo. Acho que isso influenciou para eu ter um sonho bem quente. Não lembro de todos os detalhes, mas lembro da sensação: pele quente, respiração curta, dedos deslizando devagar. Acordei todo torto no sofá, com o pescoço doendo e o corpo pesado, e fui concluir o sono na cama. Mas quando acordei de novo, o tesão continuava — vivo, latejante, teimoso. E Ayumi não saía da cabeça.

Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi.

Onze vezes, como se repetir o nome pudesse materializar ela ali. Aí, quando acordei de vez — desses despertares que vêm com o corpo já sabendo o que quer — resolvi que não dava mais pra adiar. Peguei o celular, respirei fundo, e marquei logo o encontro.

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II - Cheguei bastante animado, e parece que está tudo melhor — a cada dia ela está mais linda, mais simpática, e nosso entrosamento cada vez melhor, daquele jeito que as coisas fluem sem esforço. O sorriso dela quando abriu a porta já valeu a viagem inteira. Troquei uns beijos, senti o perfume dela, aquele cheiro que ficou gravado no sonho. Logo fui tomar um banho lá pra ficar perfeito pra ela — queria estar impecável, a pele fresca, o corpo pronto pra tudo o que ia acontecer. Enquanto a água corria, eu já ia imaginando o que viria depois, o corpo dela sob as minhas mãos, os dedos deslizando, a respiração mudando de ritmo.

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III - Ela começou me beijando intensamente, e eu senti cada curva, cada movimento daquela boca — aquele piercing que ela tem na língua, que mexe comigo num nível que eu nem tento entender. Cada roçada do metal contra minha língua mandava uma onda que descia rasgando pelo corpo, e o tesão subia tão desgraçado, tão selvagem, que se eu não fosse experiente — se não tivesse aprendido a dominar o próprio corpo — eu teria gozado ali mesmo, naquela troca de saliva, sem nem precisar de mais nada. Mas eu queria mais. Queria ouvir o gemido que ainda não tinha saído, queria sentir a pele que ainda estava coberta. Então segurei firme na mandíbula e na vontade, e deixei o beijo continuar.

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IV - Depois ela desceu, e eu senti aquele calor tomando conta de mim — devagar no começo, como quem provoca, como quem sabe exatamente o que está fazendo. E quando ela me chupou, foi com uma intensidade que tirou o ar dos meus pulmões. Eu gemia sem vergonha, cada gemido que o corpo pedia escapava sem pedir licença, me contorcia no lençol igual quem tenta fugir mas não quer ir a lugar nenhum. Cada movimento da língua dela, cada roçada daquele piercing, me levava mais fundo num abismo que só tinha nome de Ayumi. E ela, sadicamente, sorria. Sorria com aquela malícia de quem sabe que tem o controle, que cada gemido meu era uma conquista, que cada contração do meu corpo era uma vitória dela. Aquele olhar de quem se deliciava comigo me quebrava mais do que o que ela tava fazendo — porque era a certeza de que eu tava ali, entregue, rendido, e ela adorava cada segundo disso.

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V - Depois eu a comi de frente, bem de frente, olhando fundo nos olhos dela enquanto eu ia fundo, sem pressa mas com força. Eu a beijava bastante, cada beijo junto com cada estocada, e ao mesmo tempo curtia os seios dela — a boca neles, os dedos apertando, sentindo a pele macia e o corpo dela se abrindo pra mim. Ela gemia baixinho, mordia o lábio, e aquilo só me deixava mais doido. Até que ela pediu — com aquela voz que não se nega — pra ser comida de quatro. Aí eu a virei, coloquei de joelhos, e quando entrei de novo foi mais fundo, mais bruto, mais intenso. O som do corpo batendo, os gemidos dela abafados no travesseiro, eu segurando firme na cintura dela, sentindo cada contração, cada aperto. E quando o tesão chegou no limite, eu gozei, forte, inteiro, sem segurar nada, perdendo o fôlego junto com ela.

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VI - Depois conversamos enquanto eu descansava um pouco, trocando palavras, risadas, aquele papo gostoso que vem depois do prazer. Ficamos bem agarradinhos por alguns minutos, pele colada na pele, ela aninhada no meu peito, a mão dela deslizando pelas minhas costas. Até que ela começou a me beijar de novo — primeiro devagar, depois com mais fome — e o tesão voltou, subindo rápido, daquele jeito que só ela consegue despertar. Logo quando percebi, ela já estava por cima, sentando em mim com uma segurança que me desmontava, me beijando enquanto rebolava, os seios balançando na minha frente, a boca dela grudada na minha. Como ela é deliciosa — cada movimento, cada olhar, cada gozada que ela tirava de mim sem piedade.

---

VII - Como tínhamos pouco tempo, o relógio correndo contra a gente, eu pedi pra comê-la de frente mais uma vez — dessa vez com uma intensidade maior, como se cada segundo valesse por uma hora. Olhei nos olhos dela, segurei seu rosto com uma mão, e entrei fundo, firme, como quem quer deixar marcado cada pedaço daquele momento. Ela me olhava de volta, a boca entreaberta, os dedos cravados nos meus braços, e eu ia cada vez mais forte, mais rápido, sentindo o corpo dela tremer, os gemidos se misturarem com a respiração ofegante. O suor escorrendo, o cheiro dela, o som molhado do encontro — tudo acelerado, tudo intenso, como se o mundo fosse acabar ali. E quando o aperto dela ficou apertado demais, quando o tesão já não cabia mais na pele, eu gozei de novo, forte, fundo, perdido nela, esvaziando tudo o que tinha até sobrar só o cansaço gostoso depois da tempestade.



* Perdemos a noção do tempo e não deu pra fazer fotos picantes.

Portugal, Andrews, HC, vadeR, Mr69, Kabbelludo, abobrinha, Raf, Ghost Shady, Josh, Strauss, Thor de Copacabana, Angel Garcia, Julio Cesar 34, PauloCesar, Detonador, Lord_das_Trevas, Didico, Dan Spock, Mítico, Eddie Adams, Fatblack, Oscar, The Shy, Ikki RJ, Pauros, Peter White, SMaisUm, curtiram esse TD.
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18 de Junho de 2026 às 02:06



I. No capítulo de hoje: Encontro 957.254.199.571.341 com meu amor.


No nosso último encontro, enquanto conversávamos, o assunto sobre os relatos surgiu de repente. Ela notou que eu havia registrado muitas histórias com outras garotas, mas fazia tempo que não via os nossos próprios momentos eternizados na tela. Meio que sem querer, acabei confessando que sentia um certo ciúme em expor os nossos relatos. Ao ouvir isso, ela arregalou os olhos e disparou imediatamente: "- Não, não faça isso não, escreva tudo, por favor!". Diante do seu pedido fervoroso, sorri e garanti que colocaria todos os nossos relatos em dia, com calma, haja vista que os nossos encontros são praticamente semanais.

II. Separando tudo por ordem cronológica, na época ela ainda estava atendendo na AA. Como de costume, sempre chego um pouco mais cedo. Adoro observar a movimentação naquele lugar; fico ali zanzando, tomando um café enquanto o tempo passa e espero por ela. Gosto do exato instante em que ela surge no horizonte, caminhando em minha direção, geralmente vestida de preto e com óculos escuros.

Sob o céu que molda o horizonte,
surge a silhueta que o mundo traduz;
a doçura oculta na moldura escura,
vestida de noite, soberana da luz.

III. Ela finalmente chega, quebrando a minha espera. Não me importo com quem está em volta ou com o movimento do lugar; a tomo em meus braços e a beijo ali mesmo, na rua, entregando-me ao compasso desse reencontro. Após esse primeiro contato, sem perder tempo, já subimos juntinhos, prontos para o que nos aguarda.

IV. Ao chegarmos no quarto, ela se jogou na cama de bruços e pediu uma massagem — disse que a semana tinha sido pesada. Comecei pelos ombros, depois desci pela coluna, sentindo cada tensão se dissolver sob meus dedos. Enquanto isso, a conversa fluía gostosa: ela contava coisas particulares, ria de alguma situação, eu comentava, a gente se divertia junto. Mas as minhas mãos, aos poucos, foram perdendo a função terapêutica e ganhando um propósito mais safado. Deslizavam mais devagar, mais perto das laterais do corpo, mais intensas. Ela percebeu — e o silêncio que veio em seguida era mais quente que qualquer palavra.

Interrompi a massagem de repente. Virei-a devagar, trazendo-a de bruços para de frente, e a beijei com uma fome que tava guardada desde o primeiro olhar na rua. Nossas línguas se encontraram sem cerimônia, num vai-e-vem que já anunciava o que viria. Ela correspondeu com a mesma intensidade, as mãos agarradas em mim, me puxando como quem pede mais.

Foi então que ela deslizou o corpo para baixo, abriu minha calça com uma habilidade que me deixou tonto e, sem aviso, me chupou com vontade. Olhava pra mim de baixo pra cima enquanto fazia, e aquela mistura de devoção e safadeza era quase tão boa quanto o que sua boca fazia. Sem pressa, mas sem piedade. Eu apenas a observava, os olhos meio fechados, entregue àquele prazer que só ela sabe extrair de mim.

V. Então ela veio por cima. Montou em mim com uma desenvoltura que me tira o fôlego até agora, encaixando meu corpo no dela num movimento preciso e cheio de vontade. Começou a cavalgar devagar, mas logo acelerou o ritmo — e eu ali, embaixo dela, entregue àquele vai-e-vem que ela conduz com maestria. Minhas mãos subiram pelo seu corpo, encontraram seus seios, e eu os chupei com gosto. Alternava entre um e outro, sentindo a pele macia sob meus lábios, ouvindo sua respiração mudar a cada lambida, a cada sugada. Ela gemia baixinho enquanto se movia, e o som se misturava ao movimento dos nossos corpos, criando uma sinfonia que era só nossa. Eu a segurava pela cintura, guiando-a às vezes, deixando-a livre outras — porque quando ela está por cima, o melhor que posso fazer é confiar e aproveitar o espetáculo.

VI. Depois, pedi que ela ficasse de quatro. E quando ela se posicionou assim, diante de mim, eu precisei de um segundo só para admirar. A curva da sua lombar, a maneira como os quadris se abriam num convite perfeito, a pele lisa que brilhava levemente sob a luz do quarto. De onde eu estava, a visão era de tirar o fôlego — cada pedaço do corpo dela parecia esculpido para aquele momento. Entrei devagar, sentindo cada movimento ser acolhido por ela, e o prazer veio em ondas que começaram na ponta dos dedos e se espalharam pelo corpo inteiro. A cada investida, eu via as curvas dela se moverem em sincronia comigo, os ombros se contraindo, a cabeça inclinada pra frente, os gemidos que escapavam abafados pelo travesseiro. Segurei seus quadris e mergulhei fundo, sentindo o calor dela me envolver completamente. Era gostoso demais — o corpo dela, a visão, o som, o cheiro. Tudo ali, naquele instante, era perfeito. E eu me perdi naquele prazer, naquela imagem que se gravou na minha memória como uma das mais bonitas que já vi.

VII. Depois, a comi de frente. Encaixei nela devagar, sentindo o calor daquele olhar que me desmonta inteiro. E enquanto me movia, nossas bocas se encontravam sem parar — selando cada investida, celebrando cada pausa. Língua contra língua, respiração ofegante que escapava pelos cantos da boca e eu roubava de volta num mergulho mais profundo. Nossos corpos se falavam num dialeto que só a gente conhece: o aperto das mãos, o arfar dos peitos colados, o olhar que se mantém firme mesmo quando o prazer quer fechar os olhos. Eu via nela cada reação, cada contração, cada suspiro que escapava entre um encontro e outro de lábios. E aquilo me alimentava mais do que qualquer movimento.

VIII. Então veio o momento final — aquele que eu sempre peço, e ela sempre entrega com um sorriso que mistura entrega e cumplicidade. Pedi pra comer o bumbum do meu amor. Ela se entregou sem hesitar. Levantei suas pernas devagar, com a atenção de quem prepara cada detalhe, e posicionei a almofada por baixo, ajustando o ângulo como quem prepara o palco para a última cena de um espetáculo que a gente ensaia há tempos.

A luz da tarde entrava pela janela, dourada e morna, banhando o corpo dela num tom que parecia pintado a mão. Eu a via inteira ali, entregue, exposta, linda — e penetrei devagar, sentindo cada pedaço daquele corpo que é meu porto e meu furacão ao mesmo tempo. A luz da tarde iluminava cada curva, cada detalhe, cada movimento. O tempo parecia ter parado lá fora, mas dentro de mim só existia ela — o cheiro da sua pele, o som dos seus gemidos abafados, a visão do seu corpo se movendo em sintonia com o meu.

Eu avançava e recuava como as ondas que se lançam contra o cais, sentindo o prazer se espalhar devagar, como uma maré que sobe sem pressa até engolir a praia inteira. Ela gemia baixinho, e aquele som era a única âncora que eu precisava. Segurei seus quadris com firmeza, mergulhei mais uma vez, e o mundo inteiro se resumiu àquele instante — àquele corpo, àquela entrega, àquele amor que se fazia carne em cada movimento.

Até que o prazer, enfim, veio — e eu me esvaziei inteiro dentro dela, gozando com a força de quem se entrega sem medo, enquanto a luz da tarde banhava a gente e a paz, enfim, tomava conta de nós.

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15 de Junho de 2026 às 19:06


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I.
​No capítulo de hoje: Kabbelludo ficou enlouquecido com a Vitória Sabrine.


​Semana passada eu fiquei com a Ayumi e ela acabou comentando sobre a amiga dela, a Vitória, mencionando inclusive que ela é a "bebezinha" dentre as amigas. Desde aquele momento, meu olhar mudou e passei a observá-la com bastante atenção. A minha curiosidade despertou de imediato porque, vindo de uma recomendação da Ayumi, eu já tinha a plena certeza de que ela seria absolutamente ótima.
​II.
​Tive um pouco de dificuldade para conseguir marcar esse encontro, já que é uma outra moça que administra o WhatsApp das minhas lindas paulistas. Mas, com um pouco de paciência, consegui resolver tudo e confirmar o horário. A grande surpresa, no entanto, ficou para o momento da chegada: ao vê-la de perto, percebi que a Vitória consegue ser ainda mais linda pessoalmente do que por qualquer foto.
​III.
​Fui logo tomar um banho para ficar perfeito para ela. Quando saí e cheguei de volta ao quarto, fui recebido com beijos intensos,muito gostosos. Logo em seguida, ela começou a me chupar de uma forma maravilhosa, demonstrando toda a sua entrega desde os primeiros instantes.
​IV.
​Deixando-me guiar apenas pelo desejo ardente que emanava de sua presença, comecei a comê-la de frente, unindo nossos corpos em uma cadência íntima e profunda. Vitória correspondia a cada investida com uma entrega absoluta, abrindo as pernas generosamente e trazendo-me para si, enquanto pressionava sua silhueta contra a minha, como se buscasse fundir nossas peles em um único compasso. Nesse enlace vigoroso, perdi-me em seus lábios com beijos vorazes e profundos, ao mesmo tempo em que minha boca encontrava o caminho de seus seios, chupando-os com volúpia. Cada instante celebrava a harmonia perfeita daquela entrega, transformando o quarto em um cenário de puro êxtase e beleza.
​V.
​A intensidade do momento era tamanha que, em meio ao compasso dos nossos corpos, perguntei se ela desejava mudar de posição. Sua resposta veio firme, negando com a urgência de quem se deliciava por completo, dizendo que não, pois estava gostoso demais daquela forma. Assim permanecemos, prolongando o ápice daquele enlace por um longo e avassalador tempo, até que a onda definitiva de prazer me levou por completo, culminando no instante em que gozei e coroando de forma apoteótica aquela etapa da nossa entrega.
​VI.
​Após o êxtase daquele momento, permanecemos colados um ao outro, com os corpos ainda aquecidos, conversando um pouco para nos conhecermos melhor. Não demorou muito para que ela voltasse a me envolver com seus beijos intensos, despertando meu desejo de imediato e deixando-me pronto para mais. Com volúpia, ela começou a me chupar de forma maravilhosa e, logo em seguida, mudei o compasso e comecei a comê-la de quatro.
​VII.
​Enquanto a comia de quatro, meus olhos se deleitavam com a vista maravilhosa de sua silhueta, apreciando cada curva daquele corpo magnífico sob a penumbra. Em um gesto de pura entrega e ousadia, ela posicionou os braços para trás, oferecendo-se para que eu a imobilizasse e a possuísse com ainda mais vigor. Sob o meu domínio, o ritmo tornou-se mais forte e avassalador, transformando aquele ato em um momento absolutamente maravilhoso, onde o poder e a beleza se fundiram perfeitamente.
​VIII.
​Como o tempo já se mostrava escasso, conduzi-a com precisão para a minha posição favorita, preparando o terreno para o ápice definitivo. Deitei-a de frente para mim, elevando suas pernas até que repousassem sobre os meus ombros, abrindo caminho para uma intimidade profunda e avassaladora,onde ela disse que gozou. Naquela proximidade absoluta, entreguei-me ao ritmo final com força e vigor até que a urgência do prazer me dominou por completo, culminando no instante exato em que gozei pela segunda vez, coroando com máxima intensidade aquela tarde inesquecível.
​IX.
​Foi ótimo conhecer a Vitória "bebezinha". Além de linda, ela é super simpática, carinhosa e intensa. Acho que aproveitei bastante, não desgrudei nenhum minuto dela kkkk.

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10 de Junho de 2026 às 20:06



I
​Hoje finalmente foi o dia de rever a minha paulista gostosa. Já fazia um tempo que a gente não se via, e a saudade só acumulava a urgência desse reencontro. Eu precisava resolver essa pendência de uma vez por todas, e a nossa aproximação imediata deixou claro que a espera tinha chegado ao fim.
​II
​Ela me recebeu linda como sempre, e a verdade é que a cada encontro essa mulher consegue estar ainda melhor, superando a si mesma, assim como a nossa própria conexão, que só se fortalece. Sem perder tempo, logo fui tomar um banho para ficar perfeito para ela e dar início ao que tínhamos pendente.
​III
​No quarto, ela me recebeu com beijos intensos, uma entrega tão visceral que parecia que eu já iria gozar só com aquele contato, enquanto ela deslizava o piercing sutilmente pelos meus lábios. O fato de ela ter esse piercing na língua desperta em mim um tesão extremo, e ela sabe exatamente como usar isso a favor do momento. Depois de me enlouquecer com a boca, ela desceu e me chupou bem gostoso também, com a mesma intensidade que ditava o ritmo daquela tarde.
​IV
​Logo em seguida, a posicionei de frente e comecei a comê-la com toda a energia que aquele momento exigia. O encaixe perfeito dos nossos corpos parecia ditar um ritmo próprio, envolvente e preciso, enquanto eu a possuía sem tréguas. No calor daquele movimento, o prazer se multiplicava a cada instante; eu me inclinava sobre ela para devorar sua boca com beijos profundos, enquanto minhas mãos e lábios encontravam o caminho dos seus seios, chupando-os com volúpia e sentindo sua pele arrepiar. Cada som dela ecoava no quarto, transformando o ato em uma entrega carnal completa, onde nenhum detalhe ficava de fora.
​V
​Em seguida, fiz com que ela se virasse de costas, oferecendo ao meu olhar a visão magnífica de sua bunda, uma escultura perfeita de curvas firmes que reluziam sob a luz daquela tarde. Acomodei-me atrás dela e passei a comê-la com uma cadência firme e intensa, apreciando a imponência e a suavidade das suas formas. Cada movimento celebrava a exuberância do seu corpo, até que a onda definitiva do prazer nos ocorreu por completo, culminando em um gozo lírico e arrebatador no ápice do nosso reencontro.
​VI
​No intervalo entre os atos, aproveitamos o tempo para conversar e nos divertir, desfrutando da companhia um do outro, mas toda essa parte fica rigorosamente em off. Afinal, o que acontece em Vegas, fica em Vegas kkkkk.
​VII
​O tempo ainda nos concedia uma última trégua antes da despedida, o bastante para um segundo round rápido, mas não menos intenso. Conduzi-a novamente para que ficasse de frente, resgatando a simetria perfeita dos nossos corpos em uma entrega imediata. Passei a comê-la com uma cadência urgente e lírica, onde cada movimento parecia traduzir a poesia da carne em sua forma mais pura. Envolvidos por essa atmosfera de desejo renovado, fomos levados rapidamente ao topo, culminando em mais um gozo arrebatador que coroou aquela tarde de reencontro.
​VIII
​Durante a nossa conversa, a Ayumi comentou que muita gente costuma mandar mensagem com dúvidas se ela é um perfil fake. Mas podem ficar totalmente tranquilos que eu garanto que ela é real. Além de ser gata e gostosa, ela é uma mulher extremamente simpática e dona de uma intensidade única, que faz valer cada segundo.

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09 de Junho de 2026 às 00:06



SONHO REALIZADO
I

Karen parecia um sonho distante, uma fantasia que eu considerava fora de alcance pelo fato de ela atender em Campo Grande. Por essa razão geográfica, ela não estava na minha lista de encontros prováveis; habitava apenas os meus desejos mais reservados. No entanto, no domingo, a perspectiva mudou por completo quando ela anunciou que estaria no Centro na segunda-feira. Mesmo sabendo que o início da semana seria um período complicado e absorvido pelas obrigações do meu trabalho, a oportunidade mostrou-se imperiosa: larguei absolutamente tudo para trás com o único propósito de realizar esse sonho.
​II.
​A marcação do encontro ocorreu de forma célere e, já na manhã de segunda-feira, confirmei a nossa agenda com indisfarçável ansiedade. Ao adentrar o apartamento, fui tomado por uma grata surpresa: ela demonstrou ser extraordinariamente linda, superando com folga qualquer expectativa anterior e revelando-se ainda melhor pessoalmente do que nas apresentações virtuais. Sem delongas, dirigi-me ao banheiro para uma ducha, buscando a devida preparação para o momento que se seguiria.
​III.
​Ao retornar, fui envolvido por um beijo de extraordinária intensidade, um encontro profundo e poético que pareceu suspender o próprio fluxo do tempo. Seus lábios uniram-se aos meus com uma entrega voraz, desenhando uma coreografia de desejo e urgência que traduzia perfeitamente a expectativa acumulada; um misto de sofisticação e calor que incendiou os sentidos. Na sequência, ela veio me chupar, uma ação marcada por uma particularidade sensorial memorável: ela chupava uma bala Halls. O contraste térmico da substância mentolada, aliado à destreza de seus movimentos, conferiu à carícia uma percepção táctil única, oscilando entre o frescor gélido e o calor natural de sua boca, tornando aquela experiência profundamente especial.
​IV.
​Logo em seguida, ela tomou a iniciativa e veio sentando, assumindo o controle do ritmo com soberana entrega. De minha parte, eu intensificava cada movimento dela, estocando-a por baixo com vigor e precisão, criando uma cadência mútua de puro arrebatamento. Enquanto nossos corpos se fundiam nessa mecânica perfeita, minhas mãos e lábios buscavam o relevo de sua pele; passei a acariciar e a chupar seus seios em um ato intensamente lírico e poético. Havia ali uma entrega profunda, onde cada toque e cada carícia celebravam a beleza de suas formas, elevando o calor do momento a uma experiência de sublime e ardente conexão.
​V.
​Em seguida, passei a comê-la de frente, estabelecendo uma dinâmica de avassaladora intensidade enquanto a beijava com igual fervor. Permanecemos um longo período nessa posição, que me concedia o privilégio de um contato absoluto com o corpo dela. Ela pediu para ficarmos mais tempo assim porque já estava quase gozando; nesse instante, pude senti-la deliciosamente encharcada, confirmando o ápice do seu prazer e da nossa entrega.
​VI.
​Após o gozo dela, o calor no ambiente tornou-se evidente; mesmo com o clima ameno que fazia lá fora, o quarto ferveu diante de tanta intensidade. Como eu fui o primeiro cliente a ser atendido no Centro, ela havia chegado há pouco tempo e ainda estava ajustando alguns detalhes na organização do apartamento, motivo pelo qual não conseguimos localizar o controle do ar-condicionado de imediato. Contudo, após uma breve busca, acabei encontrando um pequeno botão posicionado ao lado da cama, por onde finalmente conseguimos ligar o aparelho e refrescar o ambiente.
​VII.
​De volta ao sexo, ela retomou a iniciativa e voltou a me chupar com a mesma entrega de antes. Na sequência, posicionei-a e a comi de quatro, explorando a nova perspectiva que a posição oferecia. Enquanto mantinha o ritmo firme e a comia, minhas mãos desciam estrategicamente pelas curvas de seu corpo; passei a acariciar e a dedilhar o lindo cuzinho dela, adicionando um estímulo audacioso e preciso que elevou ainda mais a temperatura do momento.
​VIII.
​Retornando ao arranjo inicial, passei a comê-la de frente, um posicionamento que restabelecia o império do olhar e a proximidade absoluta dos nossos corpos. Comia-a com uma cadência vigorosa e contínua, enquanto a beijava intensamente, buscando seus lábios repetidas vezes como se cada beijo fosse uma tentativa de decifrar o enigma daquela presença. Havia nessa repetição um desejo de permanência, uma recusa velada em deixar que o tempo seguisse seu curso ordinário. O ato carnal despia-se de qualquer superficialidade; tornava-se uma entrega mútua através da carne, onde os limites individuais se diluíam no calor compartilhado do quarto.
​Foi nesse ápice de comunhão e força que o espasmo definitivo se anunciou. O gozo sobreveio não apenas como uma descarga física, mas como um transbordo poético e avassalador, uma breve suspensão da consciência onde o homem se liberta da gravidade do cotidiano. Gozar ali, imerso nela, foi como atingir a síntese de uma busca que havia começado na distância fria da expectativa e que encontrava, finalmente, sua resolução estética e vital. Um instante de absoluto êxtase no centro do furacão, onde a carne celebra sua vitória mais lírica e efêmera.
​IX.
​No pós-sexo, o ritmo frenético deu lugar a um aconchego descompromissado; nos abrigamos debaixo do edredom, onde conversamos calmamente e pudemos nos conhecer melhor. Concluindo a experiência, Karen foi simplesmente ótima, superando minhas expectativas em absolutamente todos os aspectos. Além de extraordinariamente linda e carinhosa, ela se mostrou extremamente participativa em cada instante. Ao sair do atendimento, a sensação era de leveza total, como se eu estivesse flutuando nas nuvens, caminhando e sorrindo sozinho pela rua. O único lado ruim de toda essa experiência é, inevitavelmente, o momento em que o tempo acaba.

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01 de Junho de 2026 às 00:06



Já deve ser o encontro de número 957.254.199.571.339 com a minha paixão( e ainda tenho mais relatos pra escrever kkk). Na terça ela me mandou msg pra perguntar se eu iria querer vê-la na quarta, eu falei que queria vê-la sempre.

​Na quarta-feira, a pontualidade serviu de anteparo à minha ansiedade, fazendo-me aportar ao local dez minutos antes do horário. Quando sua silhueta finalmente surgiu no horizonte, sua rara beleza operou um fenômeno de distinção absoluta: envolta em um vestido negro que lhe conferia uma aura de elegância sóbria, ela se destacava da turba amorfa como uma joia lapidada em meio ao cascalho. Diante de tal visão, este meu pobre coração kabeludo, em sua natureza indômita e profunda, sucumbiu ao império da emoção; ignorando as convenções e o fluxo da via pública, enlacei-a em um abraço vigoroso, selando nosso encontro com um beijo em meio à rua, convertendo o asfalto citadino em um altar solene para a nossa paixão.


​Assim que entramos no quarto, o mundo lá fora deixou de existir, e a nossa realidade ocupou todo o espaço. Estar a sós com ela não é um simples passar de horas, mas uma suspensão do tempo; cada segundo deixa de ser uma perda para tornar-se uma conquista de eternidade. Minha admiração por ela encontra paralelo na força do meu próprio ser: é o encontro de duas potências que se reconhecem e se fundem em uma conexão de vigor inigualável. Longe de qualquer silêncio, é no fluxo constante das nossas vozes e no entendimento imediato que a nossa essência se manifesta; o tempo ao seu lado expande-se com o ímpeto de quem domina o próprio destino. A plenitude se consolida nessa convergência absoluta, na qual duas vontades soberanas se entrelaçam para exercer o domínio sobre o próprio êxtase.

​Livre da roupa, ela se revelou por inteiro, com a beleza natural de quem não precisa de nada para brilhar. Com toda a confiança, ela veio por cima de mim e deitou sobre o meu corpo, unindo nossas peles. Foi então que nos perdemos em um beijo lento, quente e profundo; um beijo onde ela se entregou de verdade, deixando toda a sua paixão transbordar naquele toque de lábios. Parecia que o mundo parava enquanto a gente se fundia ali. Logo depois desse beijo intenso, ela se entregou ainda mais e me chupou com vontade; cada movimento da boca dela era a prova real dessa nossa conexão, unindo o prazer bruto ao carinho que só nós dois sentimos.

​Logo em seguida, ela retomou a posição de comando, vindo por cima de mim enquanto eu a comia com vigor. No ritmo desse encaixe perfeito, nossos lábios voltavam a se encontrar, mas ela buscava algo mais profundo e brutal. Com ímpeto, ela me sufocava com seus seios, pressionando-os contra o meu rosto até me tirar o fôlego. Eu não lutava; pelo contrário, mantinha-me entregue a esse cerco, enquanto via nela um sorriso sádico — um brilho de puro prazer ao me ver sob o seu domínio absoluto, sentindo o poder que exercia naquele sufoco. Era a marca da conquista estampada na face dela, transformando o ato em uma celebração da sua vontade, onde a ausência do meu ar era o testemunho silencioso da minha devoção ao seu êxtase.

​Após o domínio do sufoco, ela pediu para ser comida de quatro, mudando o ritmo para uma posição de entrega e poder. Ao vê-la se posicionar, fui tomado pelo privilégio de contemplar aquela imagem magnífica: a visão das suas curvas perfeitas, firmes e reais, oferecidas ao meu olhar como a prova máxima de sua beleza. O prazer que senti foi avassalador, nascido tanto do vigor com que eu a comia quanto da sorte de ter diante de mim aquela mulher monumental. Cada movimento meu era impulsionado por essa admiração profunda; eu a possuía com a força de quem reconhece a grandeza do momento, gravando na memória cada detalhe daquela visão soberana, onde o meu ímpeto encontrava o encaixe exato em sua forma inigualável.

Para intensificar ainda mais o ato, possuí-a de frente, buscando o contato total que só a proximidade absoluta permite. Naquele encaixe frontal, eu podia sentir cada centímetro do seu corpo vibrando contra o meu, uma fusão de calor e pele que eliminava qualquer distância entre nós. Enquanto eu a comia com um ímpeto que parecia querer fundir nossas existências, nossos lábios se encontraram novamente em um beijo profundo e abrasador. Era a entrega em seu estado mais puro: o calor que emanava dela envolvia o meu ser, enquanto o ritmo do prazer era ditado pelo pulsar acelerado dos nossos corações. Cada movimento era uma celebração dessa conexão que transcende o tempo, mantendo a chama da nossa paixão queimando com um vigor que não conhece limites.

​Diante da minha vontade de possuí-la em sua parte mais íntima , ela, em um gesto de entrega absoluta e domínio de si, escolheu oferecer-me o seu porto mais secreto e proibido, deitando-se com o bumbum para cima em uma oferta que desafiava a própria perfeição. Contemplar aquela arquitetura de carne e desejo, sob a luz do quarto, foi um privilégio que transcendeu o físico; era a visão de um centro de prazer absoluto que se abria apenas para mim. Ao penetrar seu cuzinho naquele instante de rendição total, senti um prazer que nenhuma filosofia seria capaz de explicar, pois não era apenas o atrito da pele, mas a fusão de duas existências em um único ponto de intensidade máxima. Eu a comia com paixão, sentindo o calor apertado e acolhedor de sua parte mais profunda, enquanto a visão daquela forma magnífica diante de mim incendiava o meu ser. O momento tornou-se um drama de puro êxtase, onde cada estocada era um verso de uma poesia escrita com fogo e brasa, um diálogo sem palavras onde o meu domínio encontrava a sua glória na aceitação dela. A paixão que nos une transbordou em cada movimento rítmico, uma dança de forças soberanas que ignorava o mundo exterior. E então, no auge dessa conexão visceral, o ápice me atingiu como uma tempestade de luz: eu gozei dentro dela, sentindo a vida jorrar enquanto nossas almas se fundiam em um grito mudo de triunfo. Foi o desfecho de um rito de paixão e poder, onde a lógica se cala diante da verdade nua da carne, e onde eu, pleno de admiração e posse, soube que aquele instante de prazer absoluto era a nossa maior e mais eterna vitória.


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VITÓRIA - Niterói - RJ - (21) 99003-9340
VITóRIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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01 de Junho de 2026 às 00:06


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I Contexto

​Comumente, os meus finais de semana são dedicados às civis, período em que priorizo festas, passeios e viagens, deixando o convívio com as nossas musas militares restrito aos dias de semana. Contudo, esta ocasião tomou um rumo imprevisto, e coube à Vitória salvar o meu final de semana. Eu me encontrava em uma festa acompanhado de uma civil quando, subitamente, uma crise de ciúmes desmedida fez com que ela virasse as costas e fosse embora; no momento, a atitude me deixou chateado, mas mal sabia eu o que o destino reservava.
​II
​Diante do revés, a minha reação imediata foi enviar uma mensagem para a Vitória. O pensamento nela foi estratégico e natural, visto que o seu local fica extremamente próximo à minha casa — a menos de nove minutos de carro. Mesmo com o adiantar da hora e o fato de já ser bem tarde, sua postura foi impecável: prontamente ela respondeu, afirmando que poderia me atender naquela mesma noite.
​III
​Ao chegar ao local, fui recebido com extrema cordialidade e atenção. Como a hora já avançava e a noite ia alta, decidi de imediato tomar um banho para me revigorar e deixar para trás o desgaste daquela festa.
​IV
​Ao entrar no quarto, fui imediatamente recebido por um beijo maravilhoso, daqueles que se estendem por um longo tempo e apagam qualquer aborrecimento anterior. Logo em seguida, a entrega dela foi total, partindo para o oral e me chupando com uma intensidade que ditou o ritmo do que viria a seguir.
​V
​Ela é simplesmente maravilhosa, dotada de uma beleza hipnotizante, uma simpatia genuína e um aroma marcante que domina o ambiente. Rendido a esse encanto, desejei anular qualquer distância e a comi de frente, buscando a proximidade mais absoluta e profunda. Permaneci nesse compasso por muito tempo, um enlace firme e contínuo onde os sentidos se fundiam, alternando o fervor de chupar os seus seios com a entrega poética de beijar-lhe a boca, em uma cadência intensa que parecia parar o tempo.
​VI
​Na sequência, ela pediu para ser comida de lado, desejo que atendi prontamente. Vitória mostrou-se extremamente participativa e entregue ao momento; com a voz firme, pedia que eu a comesse com força e, simultaneamente, ajudava a ditar o ritmo, impulsionando o meu quadril para intensificar cada investida. No auge desse compasso, ela girou o pescoço em minha direção para me beijar; enquanto eu a possuía, sua língua deslizava com volúpia pelos meus lábios. Ao sentir o toque metálico e provocante do seu piercing de língua — o meu verdadeiro ponto fraco —, a intensidade tornou-se avassaladora; incapaz de resistir a tamanho delírio, entreguei-me por completo ao ápice do prazer e gozei.
​VII
​A madrugada já ia avançada quando terminamos, e a intensidade do momento foi tamanha que sequer sobrou tempo para registrarmos uma foto. Além de tudo, a Vitória demonstrou uma gentileza ímpar: sabendo que a rua estava completamente deserta àquela hora, ela fez questão de que eu aguardasse a chegada do meu Uber protegido dentro de casa. Mesmo exausta pelo adiantar da hora e pelo cansaço físico, sua consideração e cuidado permaneceram impecáveis até o meu último minuto ali.

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