02 de Agosto de 2026 às 18:39
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

I
Mais uma vez, fui dominado pelas fotos que ela posta no status do WhatsApp. Não sei explicar, mas cada imagem mexia comigo de um jeito que eu perdia o controle. Aproveitei que o atendimento dela fica perto do meu trabalho e, sem pensar duas vezes, marquei um encontro. O coração já acelerava antes mesmo de eu sair do escritório.

II
Chegando lá, ela foi intensa como da primeira vez. Me pegou com um beijo forte logo na entrada, e dali já foi descendo, sem perder tempo. O oral veio em seguida, e confesso que ela sabe o que faz — boca quente, técnica, intensa. Foi gostoso do começo ao fim.

III
Depois ela logo veio por cima, e que visão — ela montou com uma segurança que me arrepiou. O movimento era firme, ritmado, e enquanto cavalgava, se inclinava pra me beijar, a boca colada na minha sem pressa. Quando queria mais, passava os seios bem próximos e eu aproveitava cada mordida e cada lambida, sem rodeio.

IV
Virei-a de quatro e parei um instante só para admirar. A bunda dela tem um desenho perfeito, pele lisinha, uma curva que convida a apertar. Meti com força e ela acompanhou cada estocada, gemendo baixo enquanto eu segurava firme. Comê-la assim é sempre uma experiência à parte — além do visual absurdo, a sensação é apertada, quente, e cada movimento parece feito para durar.

V
Depois a virei de frente, mergulhando nos olhos dela enquanto minhas mãos percorriam suas coxas. Entrei devagar, sentindo cada pedaço daquele corpo quente se abrindo para mim, e nossos beijos se tornaram a única linguagem possível — línguas que se buscavam, respirações que se confundiam numa só. O ritmo foi aumentando natural, firme, até que eu a comia olhando nos olhos dela, vendo o prazer se desenhar na sua expressão. Quando finalmente gozei, foi como se o tempo parasse — um misto de entrega e intensidade que não cabia em palavras, só naquele beijo longo que selou tudo.

VI
Deitei por um instante, o corpo ainda pulsando, mas ela não deixou o silêncio durar. Ela é assim — uma fome que não se sacia, uma intensidade que transpira por cada poro. Veio em cima de mim, a mão deslizando firme enquanto a boca reencontrava a minha, como quem diz "ainda não terminamos". Mas o relógio corria contra nós, e eu sabia que aquele momento tinha pressa. Então a virei de frente novamente, e foi como reescrever o mesmo poema com outras palavras. Entrei com uma urgência que beirava a despedida, cada estocada carregada de um "fica" que não podia ser dito. Olhava nos olhos dela e via o tempo escorrer entre nós, feito areia fina — e quanto mais rápido o relógio andava, mais profundamente eu queria ficar ali, preso naquele instante. Ela apertava minhas costas, e eu a comia como quem tenta guardar na memória cada detalhe: o som da respiração dela, o calor da pele, o jeito que seus lábios se entreabriam a cada movimento. Gozei pela segunda vez como quem se entrega ao que não pode ser adiado. Intenso e inevitável!
Encontro realizado em 24/07
Foto autorizada