|
03 de Setembro de 2020 às 22:09
AYLA - https://espacotantrarj.com.br/model/thalia/
TD realizado na última semana de agosto de 2020.
Contato via whatsapp, perguntei preços, se era massagem com lingam ou finalização íntima (e é íntima) e quais terapeutas estavam disponíveis.
Na portaria, há uma mensagem dizendo que é necessário se identificar, mas o porteiro não estava e as catracas estavam liberadas.
Subi e estavam a Bianca, a Milla e a Ayla. Por questão de gosto, não gostei da primeira, achei a segunda fraca e gostei da terceira, a quem escolhi. Bianca e Milla estão com photoshop nas fotos, Ayla é bem parecida. Na apresentação, foram mais de cinco minutos até as terapeutas começarem a chegar e, entre a saída de uma e a entrada da próxima, quase cinco minutos de espera, acho que estavam se apresentando para outros clientes. Depois, esperei bastante, uns quinze minutos, até liberarem o chuveiro para tomar banho.
Mais de meia hora depois de eu ter chegado (ressalto isso, porque, para quem tem restrição de tempo, é um problema), estava pronto para começar. A Ayla foi bem sincera, dizendo que a casa oferecia, por R$ 220,00, massagem nuru com finalização vaginal; beijos e carícias ficam na dependência de "como vai rolar". É uma forma do Espaço Tantra garantir à terapeuta a liberdade de recusar maiores intimidades com clientes com mau hálito, sem banho tomado ou grosseiros.
A Ayla deve ter uns 19 anos, é bem magra, com seios pequenos e firmes , cabelos, bunda, pés lindos, sorriso cativante. No meu caso, foi meia hora de massagem nuru, com a terapeuta nua, se esfregando. Conversamos um pouco, ofereci um sexo oral e, depois de dez minutos, recebi oral sem capa, uns beijos (poucos, ela tem namorado e tal, mas foram bons beijos) e começou a meteção, ela por cima. Depois, pus ela de quatro e deixei ela finalizar com lingam.
A estrutura da casa poderia melhorar muito. No quarto, faz muita falta um ou dois espelhos. A parede não vai até o teto, e havia um falatório de clientes (se alguém não quer ser identificado pela voz, vai precisar ficar calado). Há um banheiro só, então tomar banho antes e depois do fight pode ser demorado; nesse quesito, a Onix é insuperável. Quando fui tomar banho pela primeira vez, faltava sabonete líquido no box; não custava nada deixarem um potão de Listerine. As terapeutas não são obrigadas a lidar com clientes com cecê ou bafo, mas a estrutura do Espaço Tantra também não ajuda os clientes a caprichar na higiene. O tatame é coberto com um "lençol", acho que descartável, que não cobre tudo e não fica preso, então isso é ponto contra a higiene.
Outro ponto negativo é que a massagem é obrigatória. O creme "sem cheiro" deixa resíduo e deixa cheiro (todos deixam), então, para quem é casado, não há banho que resolva, até porque, se houvesse sabonete líquido no box, seria um sabonete com algum cheiro. Prefiro os privês que permitem pular a massagem, porque aí pula-se a fase do creme e da nuru e parte-se logo para o sexo. Porém, achei a nuru bem feita e o creme realmente tem um cheiro bem leve.
O ponto positivo foi a terapeuta, jovem, bonita, educada, disposta (no estilo namoradinha), que fez o combinado sem me apressar. Em um privê melhor, conseguiria mais clientes e faria mais dinheiro.
No final, a terapeuta se vestiu com a mesma roupa que entrou e me liberou para tomar banho. Espero que depois de eu sair, ela tenha tomado banho antes de atender o próximo cliente. Infelizmente, esse aspecto da higiene da própria terapeuta é algo que algumas casas não incentivam, para aumentar a velocidade com que voltam a estar disponíveis. Mas ela me pareceu preocupada com a própria higiene (a vagina estava sem cheiro, não tinha mau hálito, os pés estavam limpos).
A nuru foi paga na entrada (R$ 220,00). Na saída, dei R$ 50,00 de gorjeta (em tempos de Covid, ela está se arriscando) e fui embora. Não pretendo voltar ao Espaço Tantra, mas voltaria à Ayla em outra casa com melhor estrutura.
|