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RELATOS DO BENQFP

ANGEL GARCIA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97726-9346
ANGEL GARCIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

15 de Agosto de 2026 às 19:08


ANGEL GARCIA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=22455

Bom dia, boa tarde, ou boa noite a vós. Cancelaram uma das minhas aulas meio de surpresa então aproveitei que este é o mês do meu aniversário e resolvi me presentear com a tal portuguesa que tanto falam. Dei sorte pois, mesmo marcando quase em cima da hora, havia uma vaguinha na hora certa.

Transporte público não fez bobeira alguma dessa vez, me fez até chegar meia hora mais cedo que o esperado. Subi na hora marcada e fui recebido por uma mulher baixa, branquinha, de olhos claros, corpo e rosto cativantes.

Fui tomar um banho rápido e, quando voltei ao quarto, logo começamos a nos pegar, ajoelhados na cama. Os beijos dela eram sedentos, cheios de entrega, nossas mãos passeando pela pele um do outro e ela me puxava cada vez mais contra o corpo dela.

Eu estava mais focado em nós dois, mas ainda assim a playlist que ela colocou assim que eu voltei para o quarto me chamou a atenção. Excelentes escolhas.

Uma pequena pausa para ela tirar a peça de roupa preta que usava. Fiquei como plateia cativa enquanto ela teve de se deitar na cama para tirá-la, mas, assim que a roupa saiu, eu me deitei por cima dela para reiniciar nossos beijos.

Dos seus lábios famintos, desci para chupar os seus seios. Dos seios, de volta para os lábios, antes de enfiar minha boca entre suas pernas. O tesão bateu forte à medida que eu ouvia seus gemidos e incentivos, que sentia seu cheiro e seu calor, que via o seu rosto ficando cada vez mais vermelho e a respiração ofegante enquanto minhas mãos acariciavam sua pele macia. Fiquei ali até a língua cansar.

Depois de mais alguns beijos a Anjinha veio retribuir o favor para colocar o garoto em ponto de bala. Foi um boquete bem curto, mas que já me mostrou o quão bem ela conhece esta arte. Camisinha no lugar, fomos ao prato principal. Vim por cima comer aquela ppk deliciosa com direito a chave de pernas dela. Eu tenho de dizer, em todos esses (pouquíssimos) encontros nessa indústria vital, eu nunca gozei tão rápido. Nem da primeira vez.

Refletindo agora sobre o ocorrido, ainda não decidi quem teve o maior peso, o tesão absurdo que é esta mulher ou o fato que, pela primeira vez, não estava nervoso para encontrar uma menina nem tinha coisas do dia a dia para pesar a mente. Vou ter de fazer um estudo mais profundo sobre isso para que não se repita.

Com o ego ligeiramente abalado e meio incrédulo, tirei a camisinha, fiz o que tinha de fazer e fui chamado para me deitar ao lado dela. Acariciei suas pernas, que estavam em cima de mim, enquanto conversávamos. No meio dos diversos assuntos ela confessou que não acreditou quando eu disse que não tinha muita experiência, que tinha mandado bem no oral. Fui até chamado de bonito. Aí o ego foi às estrelas.

Me levantei a contragosto pois sabia que o tempo estava terminando e fui me lavar. Vesti minhas roupas, fiz o pagamento e recebi um último beijo antes de zarpar do Centro, já desejando que outro professor cancele a aula nas próximas semanas para que eu possa reencontrá-la para melhor aproveitar tudo que ela tem a oferecer e, quem sabe, redimir esse meu pequeno fiasco.

Resumindo, Angel é uma mulher linda que se entrega ao momento e te faz sentir desejado. Um verdadeiro tesão de mulher.

Acabo de perceber que o número de meus encontros anuais segue uma progressão geométrica de razão 2. Uma menina do Arena no primeiro ano, dois encontros no segundo e este relato é minha quarta esbaldada no terceiro. Talvez eu encerre o ano aqui só pela resenha, para manter esse padrão que vem se formando. Por outro lado, uma vez estabelecido, eu sei que meu cérebro iria me obrigar a mantê-lo, mas 128 relatos daqui a cinco anos ou 512 daqui a sete?

Absolutamente inviável.

Então vejo vocês foristas mais uma vez até o fim do ano.

Portugal, EscorpioAanonimo, Resolvo, Lee Austin, Lisbela Varela, Conde Da Valáquia, Teseu, Dan Spock, leo028, Angel Garcia, Dom Voyeur, Frank49, Raf, Y@N, Babizinha BBW, Ikki RJ, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
ALICE DURANT - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97677-6119
ALICE DURANT
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

03 de Julho de 2026 às 20:07


ALICE DURANT - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=21070

Bom dia, boa tarde, ou boa noite a vós. Sobrevivi a mais um semestre na faculdade com apenas duas baixas, meu português (estou trocando “g” por “j” o tempo todo, isso é só um dos exemplos) e minha memória que fritou. Ambos dilacerados pelas listas de exercícios que resolvi repetidamente no último mês para fugir das prova finais em busca de férias. (Ainda não sei se deu certo)

Para comemorar a (potencial) saída desse calvário, resolvi marcar uma horinha com a Alice, uma moça da qual os relatos só têm elogios e que eu tinha interesse a um bom e longo tempo, mas nunca criei coragem por algum motivo.

Mandei uma mensagem para ela no dia anterior ao atendimento e fui respondido um tempinho depois sem maiores problemas.

Seu local fica no RB 156, então precisa se cadastrar para entrar. O AP é espaçoso e a ducha é uma das mais poderosas que já vi.

Durant me recebeu com um breve comprimento, que durou apenas tempo o bastante para eu entrar e ela fechar a porta, e atacou meus lábios antes que eu pudesse completar qualquer raciocínio.

A Alice é uma branquinha de cabelos negros que contrastam bem com a pele, altura média, corpo com as curvas certas dos tamanhos certos e tem uma fome por beijos que beira a gula. Quero deixar registrado logo também que ela sabe fazer o estilo namoradinha com maestria e que as fotos e os relatos dão uma boa ideia, mas não fazem jus a Durant ao vivo e em cores.

Trocamos mais algumas palavras entre beijos antes de eu ir para o chuveiro com minha toalha ensacada.

Quando sai, ela estava me esperando deitada na cama. Quase fiquei ali observando a pintura. Quando me aproximei ela ficou de joelhos na borda do colchão, com os braços envolvendo meus ombros, olhos na altura dos meus. Trocamos algumas beijocas enquanto ainda conversa para quebrar o gelo e deixar nosso primeiro encontro mais descontraído.

Depois de rirmos mais um pouco, ela começou a me beijar a sério. Minhas mãos percorreram o corpo dela enquanto o garotão lá em baixo já a cutucava na barriga. Passamos um tempo nesse amasso até ela descer até a altura da minha cintura para brincar com minha outra cabeça empinando a bunda no processo. Pude ter a visão divina que nosso confrade Mítico nos trouxe em seu relato alguns dias antes deste meu e fiquei sem palavras (ainda estou).

Depois de resistir de alguma forma a um boquete fenomenal, muito mais por culpa da falta de sono do que autocontrole, nós deitamos, ela tirando a parte de cima da roupa e eu caindo sem hesitação nos seus seios.

Continuamos a namoricar. Fui beijando sua boca, seu pescoço, fazendo uma trilha até as suas coxas até finalmente tirar sua calcinha vermelha e me enfiar entre as pernas dela.

Minha língua dançou naquele palco liso e cheiroso entre suas pernas. Degustei-a enquanto monitorava suas reações. Senti seu rebolar suave quando as coisas ficaram mais quentes, suas coxas se mexerem ao lado de minhas orelhas, vi sua respiração travar nos picos de prazer, ouvi seus gemidos provocantes. Se ela gozou eu não sei, para falar a verdade eu sou um péssimo observador e não tive culhão de perguntar, mas os dois momentos em que suas mãos agarraram minha cabeça foram excelentes para minha autoconfiança.

Emendamos um 69, onde pude ver de perto o quão molhada ela estava. Depois de passar por essa segunda prova de resistência, ao deixá-la brincar com o meu soldado, e com as preliminares bem feitas, encapamos o combatente e demos início com ela por cima. Enquanto Durant se ajeitava eu pude melhor apreciar que, apesar de ela ser branquinha, sua pele tem marcas de biquíni. Alice colou o corpo no meu enquanto rebolava. Os nossos quadris se mexeram, mas o resto continuou agarradinho, com beijos na boca até o pescoço, sussurros e gemidos no pé da orelha. Mesmo depois que gozei, ela continuou em meus braços.

Conversamos um pouco antes de eu ir fazer a higiene e mais outro pouco quando voltei, sempre coladinha, me acariciando, no mais perfeito estilo namoradinha.

Não tardou para ela ir terminar de acordar meu combatente para irmos ao round 2. Dessa vez falei para que ela ficasse de bruços enquanto eu a pegava. Mesmo nessa posição ela gosta de beijar entre as respirações mais ofegantes e os gemidos. Eu já disse quão excitante é o gemido dela? Acho que sim, mas deixo aqui registrado de qualquer forma.

Mudamos para de quatro. Cadenciei em um primeiro momento enquanto apreciava suas costas, ombros, cintura e bunda além daquela marquinha de bronze (Pode ser chamada de bronze se não é morena?). Logo aumentei o pouco o ritmo, peguei-a mais firme e ela respondeu com safadezas. Com todos estes estímulos visuais, auditórios e táteis eu já estava em uma batalha de atrito na qual o equilíbrio era tênue. Então Durant se arqueou um pouco e sua buceta, que é uma delícia, se tornou irresistível. O equilíbrio se perdeu. A batalha mudou de rumo em segundos. Nenhuma estratégia de Su Tzu nem um tratado de Clausewitz levariam a vitória mais rápida e acachapante.

Fui tomar banho só quando o coração se acalmou e voltei para a cama, para os braços dela. Gastei estes últimos minutos ali. Ela me ofereceu água e eu aceitei. Enquanto ela caminhava para pegar a caneca de costas para mim, eu quase me perdi no balançar daquela cintura e no vermelho daquela calcinha.

Fui me arrumar, fiz o pagamento e começamos a nos despedir. Chegando na porta, eu não ganhei mais um beijo, mas sim três. Três para dar sorte, disse ela. Eu agradeço esse presente final, porque com sorte o bastante talvez eu não tenha mais que ver uma lista de exercícios pelo resto da minha vida, ou, sendo mais realista, pelo menos até o semestre que vem.

Encontro fantástico. Repeteco garantido. Sempre que quiserem uma namoradinha, indico Alice Durant, a Branca de Neve.

(Erros de português ou frase sem sentido são culpa do meu cérebro frito)

Resolvo, Glopez, Raf, Julio Cesar 34, Getúlio, Dom Voyeur, AgSCNt, Mítico, Conde Da Valáquia, Eddie Adams, G.G, rafael.oliveira, Lokki, Andrews, Portugal, fantômeK21, Mr69, Fatblack, Flavinho, BlackJack, Oscar, The Shy, Ifoode, Curumim, Alice Durant, Ikki RJ, Eva Sanchez, Lisbela Varela, curtiram esse TD.
LISBELA VARELA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98886-7953
LISBELA VARELA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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13 de Maio de 2026 às 17:05


LISBELA VARELA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=5706

Bom dia, boa tarde ou boa noite a vós. Passando para trazer um relato mais curto, e porcamente revisado, pois estou enrolado com mil coisas nessa semana e nas próximas. Na verdade, a decisão de reencontrar Lisbela foi exatamente para tirar minha mente das provas e outros afazeres para um lugar melhor.

O contato foi rápido e logo estava com data e hora marcada para o repeteco.

Fui bem recebido por Lisbela em seu excelente ambiente. Sua lingerie realçava a beleza que é alvo dos tantos elogios de meu relato e de outros, só que agora, com um novo corte de cabelo.

Fui tomar um banho rápido e ao sair, como de costume, fui perguntado o que gostaria de fazer. Respondi que, naquele dia, em algum momento, queria vê-la por cima rebolando e cavalgando.

Trocamos alguns beijos ainda de pé antes dela se sentar na cama e começar um boquete. Depois, deitamos na cama macia e começamos as carícias e os beijos. Eu perdi a noção do tempo nessa brincadeira gostosa.

Quando finalmente avançamos o itinerário, Lisbela começou a esfregar seu corpo macio contra o meu, com ênfase no roçar de sua virilha em minha coxa e dos seus seios no garoto. Ela, então, me boquetou mais uma vez para preparar o prato principal.

De camisinha posta, eu pude realizar meu desejo do dia de vê-la sentando de frente, com seus seios saltando e rosto à vista, e de costas, com aquela bunda maravilhosa “batendo palmas” até eu gozar.

Também não posso esquecer da conversa pós coito, que além de sempre ser interessante, acabou me rendendo duas novas figurinhas no whatsapp e um novo “ditado popular”.

Por fim, mais um relato positivo para essa branquinha. Não preciso nem dizer que mal posso esperar para revê-la. (Uma pena que esperar é o que as obrigações irão me obrigar a fazer)

Tronche63, AgSCNt, Mulato Roqueiro, Raf, Dan Spock, Hank Moody, Lisbela Varela, EscorpioAanonimo, Conde Da Valáquia, Café, Frank49, Eddie Adams, Oscar, The Shy, Armenio, Thor de Copacabana, Ikki RJ, Resolvo, curtiram esse TD.
LISBELA VARELA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98886-7953
LISBELA VARELA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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14 de Abril de 2026 às 20:04


LISBELA VARELA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=5706

Bom dia, boa tarde ou boa noite a vós. Estou de volta e, pela primeira vez, com um relato no primeiro semestre. De repente me vi com mais grana do que projetava e resolvi aproveitar um pouco.

Abri o site do arena e uma das primeiras coisas que me apareceram foi o anúncio de cachê especial da Lisbela Varela. Como ela é um nome que eu reconheço no site desde a época em que eu só entrava de curioso, lá em meados de 2023, resolvi tentar o contato.

Fui respondido no minuto seguinte e, em um piscar de olhos, tudo estava marcado para a segunda (com direito a “comprovante”, um print do evento na agenda dela. A moça é organizada).

Cheguei um pouco antes do horário combinado no AA37, minha primeira vez lá, e ela autorizou a subida de imediato.

Toquei a campainha e fui recebido por uma mulher baixinha, linda e simpática vestindo um robe e usando um óculos que cai como uma luva em seu rosto.

O local é bom, espaçoso, organizado. Possui dois cômodos além do banheiro com uma “maca” e uma cama.

Como estava conhecendo uma moça nova, num lugar novo e dando essa escapada para o Centro, que não me é nada comum, fui apunhalado nas costas pelo nervosismo. Eu, que já não tenho coordenação motora das boas, me descobri ainda mais embananado na hora de tirar o tênis e pegar o dinheiro para pagar a Lis.

Ela me ofereceu um banho e eu aceitei de bom grado depois de ter sobrevivido a lata de sardinhas que estava meu ônibus. Saí do banheiro e a encontrei sentada na cama me esperando de lingerie. Era uma única peça preta que complementava suas curvas naturais e contrastava com sua pele alva.

Como excelente profissional que é, sempre solícita para satisfazer seu cliente, Lisbela se ofereceu para secar minhas costas e perguntou do que eu gostava antes de começarmos. Minha resposta real seria: "Mulher, eu gosto de mulher." Mas, como não responderia a indagação de maneira satisfatória, disse que ainda tinha experimentado pouco, não sabia ainda meus gostos específicos, para além de foder, é claro.

Por isso, e minha embananada na chegada, ela começou devagar, para criar um clima entre nós dois, desconhecidos. Misturamos conversa com beijos e carícias, nas dela, alguns movimentos demonstravam seus conhecimentos em massagens.

Lisbela então começou a me punhetar. Era extremamente sexy vê-la usar as mãos com os seios de fora. Não tardou para ela retirar a peça de roupa por completo e cair de boca no meu pau. Aqui eu vou chover no molhado. Confrades, que boquete gostoso. A pressão, o jeito, os sons, a velocidade. Como alguém falou em um outro relato por aqui, o pescoço delicado esconde um preparo físico diferenciado.

Ela parou por um momento e perguntou se eu queria fazer alguma coisa específica. Por mim tudo estava muito bom, bom até demais, mas eu estava sem fazer nada só observando, e como sexo é uma troca entre duas pessoas (ou mais), pedi para fazermos um 69.

Branquinha, lisinha e gostosa. Fui lambendo Lisbela com gosto enquanto explorava o corpo dela com as mãos. Ela continuou com sua boca voraz no meu pau. Eu estava a ponto de gozar, porém pedi para ela parar, pois queria focar naquela bucetinha.

Continuei lambendo, chupando, beijando enquanto Lis gemia em um crescendo, ficando cada vez mais encharcada, até que ela começou a afastar a perseguida de minha boca. Eu a segui por um momento ainda a atiçando com minha língua, mas a deixei sair e rolar na cama, de barriga para cima, tentando se recuperar.

Ela se aconchegou do meu lado e voltamos a nos beijar enquanto ela voltava da lua. Também conversamos nesse meio tempo. Começamos por coisas mais normais do dia a dia e fomos parar em assuntos como ética.

Não esperava falar sobre filosofia nem as menções sobre o Tribunal de Nuremberg em um programa, mas rendeu uma experiência única. Mais uma dessas coisas engraçadas que, à medida que o evento fica mais distante, ficam ainda mais marcantes. Ademais, diria que faz parte do charme de Lisbela, uma prova do quanto ela é ávida pelo estudo nas mais diversas áreas.

Voltei a beijá-la e deixei bem claro que queria fodê-la. Camisinha no lugar, ela continuou deitada de costas e eu me posicionei entre suas pernas de joelhos. Fui guiado para dentro e senti o quão apertada ela era. Segurei a cintura de Lisbela e a levantei em minha direção apoiando suas coxas/bunda nas minhas coxas para criar um ângulo. Comecei as estocadas.

Não tardou para ela começar a gemer e a mover seus quadris para acompanhar meu movimento. Fiquei em um loop entre ver o rosto dela em meio aos seus gemidos, ver os seus lindos seios balançando e olhar diretamente para baixo, onde nossos corpos se conectavam e ela rebolava.

Ainda não decidi qual visão era mais excitante.

Tirei uma das mãos da cintura dela, coloquei o polegar sobre seu clitóris e o massageei. Seus gemidos aumentaram. Pouco depois senti as contrações da sua vagina e o seu rebolar se acalmou. Aproveitei essa janela para me deitar sobre ela. Beijei-a na boca e no pescoço. Sussurrei em seu ouvido e voltei a comê-la, de corpos colados, preso numa chave de pernas, até o clímax.

Fizemos a higiene e ficamos deitados na cama por um curto período, o tempo já estava acabando. Fui tomar uma ducha e me arrumar para voltar ao mundo real. Me despedi da sempre solícita Lisbela e me embrenhei nas ruas do Centro.

Repeteco garantido. Afinal, temos um papo interessante e sexo gostoso embalados em 1,50m de um pedaço de céu. O que mais poderia eu pedir?

Rafa 66, Armenio, AgSCNt, EscorpioAanonimo, Brand, Andrews, Conde Da Valáquia, Dan Spock, Ikki RJ, Eddie Adams, Getúlio, RM Ativo, predador69, Lisbela Varela, El Zorro, Oscar, The Shy, Raf, Thor de Copacabana, Frank49, curtiram esse TD.
KARINE MATTOS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98411-7214
KARINE MATTOS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$15000.00
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03 de Outubro de 2025 às 19:10


KARINE MATTOS - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=33570

Bom dia, boa tarde ou boa noite para vós. Quem diria, nem é setembro de 2026, mas aqui estou eu novamente, menos de uma semaninha. Nem parece que o tempo passou. Mas como a oportunidade se apresentou e eu, que estou nessa minha fase exploratória, logo pensei: “Por que não de novo, sabe? Para manter a prática? E que tal ir numa garota que tu já foi em vez de ficar acanhado com uma completa estranha?”. A lógica me pareceu sólida e não demorou para que eu contatasse a Karine para esse repeteco.

Já adianto, foi excelente. Karine é tudo de bom na cama e na simpatia. Recomendo.

No dia marcado, acabei de resolver minhas pendências no Centro e aproveitei para ver como era um campus da universidade nos arredores do local da Karine na Uruguaiana, até porque o banheiro lá é de graça.

Mandei uma mensagem para a Karine dizendo que estava por ali e para ela me avisar quando pudesse ir. Enquanto isso, sentei no banquinho e fui terminar de ler Jurassic Park.

A Karine me liberou e, segundos depois, meu celular começou a gracinha dele.

Ele travou, desligou na minha cara e entrou no limbo infinito de inicializar, desligar, inicializar que pode durar até mais de uma hora.

Dessa vez passou raspando. Podia ter a deixado no vácuo.

Fui para o seu local, fiz o trâmite da recepção e logo já apertava sua campainha. Se no último relato ela estava cobrindo o bastante para atiçar a mente, desta vez não houve brecha para a imaginação correr solta e completar as partes cobertas. Debaixo da pequenina peça de roupa (acho que o nome é robe, mas sei lá. Não sei os nomes de roupas.) que ela usava, tudo estava à vista. Tanto pelo pouco que a peça cobria tanto pelo fato que dava para se ver através.

Karine me reconheceu, não tinha passado tanto tempo assim, comentou sobre o TD e a nossa conversa anterior, além de me dar os beijos acompanhados por aquele sorriso.

Fui tomar um banho para tirar o suor e quando voltei fui checar o estado do meu celular. Estava ligado, mas esquisito. Não estava nem deixando eu colocar o padrão para desbloquear. Que fase.

Relatei esse meu embrolho para ela para puxar assunto e ela confessou que também estava tendo problemas com essa coisinha pequenina que se tornou tão indispensável para muita gente.

Enquanto a conversa descontraída ia rolando, fomos nos aproximando e logo estávamos nos braços um do outro. Daí para deitarmos na cama, nos beijando e acariciando as partes um do outro, foi um pulo.

Pelo fato de estar com ela pela segunda vez, fiquei bem desinibido. Não sei se foi por eu estar mais solto ou porque a Karine acordou em um dia bom, mas a entrega dela, se comparada a da última vez, teve algo a mais.

Então vou deixar aqui algo para não repetir em todo parágrafo, da primeira vez foi bom, mas no repeteco foi muito melhor.

Karine mandou eu deitar na cama e começou um boquete de qualidade. As vezes rápido, as vezes devagar, uma hora só lambidas, outra ela colocava quase tudo para dentro da boca, sem deixar de esquecer as bolas. Ela deixou tudo lambuzado.

Eu querendo retribuir o favor, e também já percebendo que se eu não me “distraísse” ia acabar ali mesmo, mandei ela “trazer as pernas para minha cabeça”, começando um 69.

Mesmo focado em minha tarefa, trabalhando com minha língua com toda a diligência, o boquete da Karine estava se provando demais para se aguentar. Para não queimar a largada, tive que pedir para ela parar. Devido a posição que estávamos e a pressa do meu pedido, a moça se levantou surpresa. Quase assustada. Eu logo expliquei o que estava ocorrendo e nós rimos da situação. Karine comentou que, por um momento, ela achou que estava me sufocando entre suas pernas.

Mas olha só, como se eu fosse pedir para parar com tal “inconveniência”. Muito pelo contrário. Se for assim, inconveniencie-me em qualquer dia e hora da semana.

Depois deste pequeno incidente, Karine deitou na cama e eu voltei a me posicionar entre suas coxas. Desta vez, pude observar seu rosto e suas reações enquanto eu a lambia, sua respiração enquanto gemia. Pude vê-la brincar com os seios enquanto eu brincava com a sua perseguida. Nada mais sexy do que ver uma mulher sentindo prazer.

Saindo do oral para o prato principal, eu coloco a capa e parto para um papai e mamãe. Beijos, contato visual, sacanagens faladas no pé do ouvido.

Como eu já estava quase lá antes de começar, essa primeira penetração ficou tão curta quanto este parágrafo.

Fui me lavar, voltei, e a Karine foi ao banheiro. Enquanto ela estava lá, eu peguei o meu celular e a criatura ainda estava no limbo de ligar e desligar. Que fase.

Quando Karine voltou, deitamos na cama e voltamos ao assunto dos celulares, além de alguns outros. O bate papo durou pouco. Logo os beijos tomaram o lugar das palavras e nossas mãos estavam no corpo um do outro.

Karine fez mais boquete até o garotão ficar em ponto de bala, colocou o EPI e sentou. E sentou com muita vontade. Faminta, sedenta, ela, a mulher, uma máquina, uma besta enjaulada.

Ela gemeu, eu gemi, a cama gemeu. No meio de toda essa comoção ela pediu para ser pega de quatro. Lá fui eu.

Com uma visão que facilmente tiraria o posto de uma das maravilhas do mundo moderno, eu botei para dentro. Como já tinha gozado uma vez, não me preocupei em acabar queimando a largada. Ficamos uns minutos ai, ela rebolando, eu metendo, o barulho das “palmas” sendo abafado pela música, até que cheguei no ponto sem volta, com a Karine pedindo para gozar gostoso dentro da buceta dela. Resultado: enchi a camisinha.

Fui me lavar uma segunda vez. Voltei já me arrumando enquanto ela tomava um banho, pois tinha outro cliente no horário logo após o meu. Eu fiz meu pagamento e nos despedimos com um sorriso no rosto.

Eu teria ficado com esse sorriso bobo por mais tempo, mas o meu celular, que voltara a funcionar, decidiu que era atleta olímpico e mergulhou no concreto. Que fase.

Confrades, tenho que confessar. Se a primeira foda foi Boa, com um B muito maiúsculo, e essa segunda foi fantástica a ponto de, em momentos deste relato, ser incapaz de colocar em palavras as sensações e impressões do ocorrido, eu tenho medo do quão boa uma eventual terceira vez poderá ser.

Bom que eu sempre enfrento meus medos.

Raf, Karine Mattos, Ikki RJ, Eddie Adams, Edu Carioca 50, Camila Rivera, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
KARINE MATTOS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98411-7214
KARINE MATTOS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
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25 de Setembro de 2025 às 11:09


KARINE MATTOS - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=33570

Bom dia, boa tarde ou boa noite para vós. Como tinha um dinheiro sobrando e nada arrumo com civis, resolvi marcar com uma garota para ter alguma ação nessa minha vida e manter e prática. Prática que não acontece desde o ano passado... em setembro... Estranho. Será que eu estou alinhado com o sol e os astros para que isso aconteça? Será que o próximo relato também será só ano que vem? Sou eu um planeta? Ou um cometa? Hm...

De qualquer forma, a escolhida da vez, como já devem ter percebido é a Karine Mattos. Uma mulher cujo a beleza e simpatia já foram comentadas nos outros relatos, que me convenceram a escolher-la, e será revisada mais a frente.

Como eu abro o arena social de vez em quando no tédio do meu quarto para ver o que está rolando, Karine Mattos é um nome, e uma bunda, que eu já reconheço. Quando vi que ela estava em promoção e li mais a fundo os outros relatos, não tive dúvidas e já abri o seu contato.

Marcar com ela foi tranquilo e rápido. Sem maiores incidentes. O que é excelente.

Tão ligeiro quanto o contato eu fui parar no Centro. Fiquei matando uns minutos na Carioca e arredores antes da moça me chamar para o prédio dela. O edifício fica na Uruguaiana e tem cadastro. Peguei o elevador até o seu andar e toquei a campainha.

Fui atendido por um mulherão de +-1,77 de altura, seios lindos, coxas grossas, bunda grande, todos acentuados pela lingerie preta que deixava escondido só o bastante para a imaginação correr solta. Isso sem falar naquele sorrisinho e beijo que me desconcertaram. Estou começando a achar que sou fraco em frente a esse combo. Já é a segunda vez.

Depois das introduções e uma conversa, a moça é simpática que gosta de conversar, fui tomar um banho para tirar o suor. O banheiro e o local são bacanas e a Karine entrega toalhas boas e separadinhas para usarmos.

Voltando da ducha pro quarto, naquele momento onde as coisas ainda não começaram, minha falta de prática em marcar com gps ficou mais do que aparente quando eu fiquei meio sem saber o que fazer e comuniquei isso com ela. Karine disse que não era problema e que ela era super de boa com isso. O que se provou ser verdade. Ela se esforça para te deixar a vontade.

Não demorou muito até começarmos a nos beijar. Beijo bom, com entrega. Nossas línguas dançavam uma com a outra e nossas mãos exploravam os nossos corpos.

Depois de um tempo nesse amasso, ela pede para eu deitar na cama. Agora, nesse momento, eu não lembro se a ordem foi boquete e peito ou peito e boquete, eu to ficando maluco estudando para uma prova, mas eu joguei um cara e coroa aqui e vou continuar o td do mesmo jeito.

Ela tirou minha cueca e começou o boquete. Ela lambeu e chupou a cabeça, o "corpo" e as bolas, não deixou um milímetro sem atenção. Não chegou a ser garganta profunda, mas, quando ela coloca para dentro da boca, é com vontade. Uma delícia.

Uns minutos depois ela tirou a parte de cima da roupa, deixando os lindos seios de fora para que eu chupasse. Não precisou pedir duas vezes. Beijei, chupei, lambi sem reservas enquanto ouvia seus gemidos.

Depois disso fui fazer um oral na Karine e ela sugeriu 69. Aceitei, primeira vez pra tudo, certo? Ela se deitou sobre mim e voltou a brincar com meu pau. Como dito anteriormente, foi uma maravilha.

Eu foquei no meu trabalho. Fui lambendo e chupando ela no melhor das minhas habilidades. O tempo foi passando e eu comecei a perceber que, de tempos em tempos, Karine parava de me chupar para gemer e mexer os quadris contra minha boca. Interpretei isso como um bom sinal. Ignorei o cansaço em minha língua e continuei enterrado entres as coxas dela. Mais um tempo passou, bastante tempo na verdade, a língua ardia com o exercício e eu já ia pedir arrego, mas a moça, entre seus gemidos, disse que ia gozar. Dane-se o cansaço, vamo até o fim.

Momentos depois, Karine parou de vez suas ações no meu pau, gemeu alto e contraiu os músculos pelo corpo. Não vou mentir, quando ela apoiou a cabeça em mim ainda ofegante minha mente gritou: É TETRA!

Depois disso fomos para o principal. Karine veio por cima, sentando com vontade. Nesse momento eu percebi que eu não tinha saído do 69 ileso. Sendo atiçado pelos seus beijos, seus seios e sua voz, fui dosando, com cuidado, achei que ia dar. Realmente achei. Soberba de flamenguista pós 2019.

Karine ficou de quatro e o soberbo aqui foi se esbaldar. A sensação, os gemidos e a visão daquele corpo me fizeram passar do ponto sem volta rápido demais.

Para cada vitória uma derrota.

Voltamos a conversar sobre o nervosismo, timidez, conversamos até sobre a arte de escrever TDs e de criar os personagens aqui do arena. Infelizmente, para mim, o tempo estava curto então só pude ficar com as boas conversas e o banho. O que não é tão ruim assim.

Antes de nos despedimos, Karine voltou a uma conversa do início, sobre gente nervosa e inexperiente no meio e o temperamento de algumas meninas em relação a esses clientes. Disse em tom de brincadeira algo como: "Viu, eu não sou nada ruim."

Eu digo a vocês, ela é boa. Na verdade ela é boa até demais.

Eddie Adams, Raf, Mr69, Brand, Andrews, Edu Carioca 50, Claudio_rdp, Dan Spock, Getúlio, Yami Mysterio, Barbosa82, predador69, joseph1973, PauloCesar, Ikki RJ, Karine Mattos, Negão_01, Latrell Spencer, Thor de Copacabana, Oscar, The Shy, Resolvo, curtiram esse TD.
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22 de Setembro de 2024 às 00:09


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Bom dia, boa tarde ou boa noite para vós, confrades. Depois de passar um tempinho tentando achar uma voz e um estilo, resolvi deixar essas coisas de lado e escrever esse meu primeiro relato enquanto as memórias ainda estão meio frescas tacando coisas que vem na mente. Ademais, pra quem reclamou em um tópico que virgem não posta, cá estou eu.

Depois de mais de um ano neste fórum, só observando, e de ler e reler tópicos de dicas de cabo a rabo, eu finalmente me "forcei" não só sair do zero, mas também postar um relato sobre, superando minha tendência infindável de passar despercebido.
Fora em um desses tópicos de dicas em que os confrades recomendaram procurar uma profissional que tenha o perfil de gostar de participar desta primeira experiência.
A Lana acabou sendo a minha escolhida.

Na marcação pelo WhatsApp, Lana respondeu imediatamente após eu enviar a mensagem, mal deu tempo de colocar o celular de volta na estante. Foi direta e ao mesmo tempo simpática, o que facilitou demais pro idiota ultracauteloso que vos escreve subjugar o nervosismo. Já mandei na lata que seria minha primeira vez, como fora recomendado pelos veteranos do Arena, e marquei logo para o dia seguinte, para não dar pra trás.

A cidade colaborou e eu cheguei com folga na Carioca, como havia planejado. Tive uma pequena espera até que ela me enviasse o número da sala. Lana me recebeu na porta vestindo uma lingerie vermelha de cair o queixo e com um sorriso largo. Eu entrei, ela fechou a porta e, quando menos eu esperava, me deu um beijo daqueles. Logo percebi que os selinhos que eu experimentara ao longo da vida não me equiparam para lidar com o fogo de sua língua.

Não que estivesse reclamando.

Eu não posso dizer se o local era top de linha, minha primeira vez, sabe? Mas eu gostei. Tinha chuveiro, cama, toalhas, água para se beber (essencial nessa secura), música e iluminação, tingindo o largo cômodo em um rosa, ou um lilás, nunca fui bom com cores. Poderia haver mais coisas que vocês especialistas poderiam notar, mas para mim e meus olhos não treinados o que estava ali estava bom.

O atendimento em si começou com uma breve conversa para quebrar o gelo seguida por outra em que Lana me deu conselhos sobre o que esperar da primeira vez, o que esperar de uma segunda, terceira e em diante, além de avisos sobre o quanto este mundo putanhesco é sedutor, tendo de ser apreciado com moderação. Parece coisa chata, mas pra quem está começando a molhar os pés é importante. Mais pontos positivos no meu caderninho.

Ela encerrou o assunto ao se levantar da cama com um sorriso diferente dos anteriores. Não era amigável, carinhoso ou aberto. Era um sorriso sedutor, Talvez de desejo? (Quem sabe? Nunca fui bom em ler gente). A imagem que se formou em minha mente foi a de um caçador que está vendo a presa cair em sua armadilha. Eu veria esse sorriso mais algumas vezes ao longo da próxima hora.
Enquanto eu ainda processava essa nova expressão facial, ela se colocou na minha frente e dançou, rebolou, toda sexy, me hipnotizando com suas curvas. Eu, ainda abobado, não sabia muito bem como reagir a situação, precisei de um incentivo pra tomar alguma ação. Só então começamos a nos esfregar no ritmo da música, mão pra lá, mão pra cá, até que ela começou a se despir. Que maravilha meus amigos. Só vendo.
Ela tirou minha cueca e falou pra eu deitar na cama para me chupar. De vez em quando ela me olhava nos olhos, rapaz que tesão. Depois disso, retribui o favor, primeiro nos seus seios e depois entre suas pernas. Fiquei me divertindo vendo sua respiração se tornar cada vez menos regular e cada vez mais brusca.
Rumamos então para o evento principal. Ficamos no simples, graças a minha óbvia falta de experiência. Começamos papai e mamãe recheado de beijos seguido por um período com ela por cima sentando. Vê-la quicando foi sublime. Fiquei impressionado que não enchi a borracha ali. Acabou sendo logo depois, quando ela ficou de bruços comigo por cima. Nesse ponto, eu estava me dosando até que ela começou a gemer pra valer. Me vi obrigado a manter o ritmo. Não mantive por tanto tempo.

Voltei a ouvi-la sobre diversos assuntos de sexo e afins durante aquela pausa pro garotão se recuperar. Ela me apresentou ao seu amigo vibrador e tentou me vender a ideia de carregar um comigo para os momentos em que acreditasse que iria acabar numa cama com alguém. Eu ainda não estou 100% a bordo. Não porque eu acredite que a ferramenta elétrica seja uma rival da minha ferramenta orgânica, muito pelo contrário, apoio a cooperação entre aparelhos, mas a ideia de eu dar um mole e alguém daqui de casa achar não me agrada muito. Seria uma história hilária, é claro. Contaria a gargalhadas num suposto futuro pós-incidente numa roda de amigos. O problema é passar pela situação.
De qualquer maneira, a semente foi plantada. Quem sabe se, ou quando, eu for mais libertino, arrume um.

Depois dessa publicidade, ela foi checar se eu já estava pronto pra mais um rodeio. Claro que estava, impossível não estar com uma visão daquelas: ela, nua, na cama.
Uma chupada rápida pra me deixar a ponto de bala e lá fomos nós de novo.
Nós nos pegamos pra lá e pra cá até que ela virou e disse que queria que eu a pegasse de quatro. Obedeci na hora. Iniciei um pouco sem jeito, mas logo estava socando com gosto, ouvindo as palmadas de nossos corpos e estudando as curvas do seu corpo. Ficamos um tempinho assim, com ela de quatro. Ali, tive meu primeiro vislumbre não da ideia de sexo, mas do que era foder.
Tudo muito interessante, porém o tempo estava acabando e eu ia ficar "mal" se não gozasse outra vez devido ao tamanho tesão que sentia.
Lana veio por cima para montar mais uma vez. Depois de algum tempo, com suas quicadas e beijos no pescoço, nossa dança de línguas e mãos bobas, nesse frenesi, gozei pela segunda vez.

Resumindo, Lana é carinhosa, cheirosa, atenciosa e gostosa. Ela te deixa muito a vontade, ri com você de algumas situações, sempre pergunta se algo está bom ou se quer fazer algo diferente e é super simpática. Cara, tive uma experiência fantástica com ela, tanto o ato em si quanto as dicas e insights, além de outros assuntos que ela me passou sempre com aquele sorriso. Recomendo para iniciantes e veteranos, a qualquer um na verdade. Garanto que retornarei (infelizmente não tão cedo) para passar mais um tempo com a flor mais cheirosa do Pará.

Só espero estar menos "travadão" quando essa a hora chegar.

Negão_01, Pirubaby, Guib, Armenio, Chinaski, Jucabar, Brand, Lana Flowers, Conde Da Valáquia, predador69, Barbosa82, Julio Cesar 34, Pereira_Santos, Paulista88, Apolo, Eddie Adams, Yami Mysterio, bru26, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
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