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RELATOS DO GUSTAVO

LAURA PRADO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98097-6480
LUIZA
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$400.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

21 de Setembro de 2021 às 10:09


LUIZA - https://www.gparena.net/social-feed-user.php?id=14423

TEST-DRIVE LAURA GÊMEA

A Laura me chamara bastante à atenção através de suas imagens atraentes vinculadas no Arena Social. Sua longa cabeleira, na mais típica iconografia “Rapunzel”, pernas torneadas, cintura fina, quadril largo e bunda volumosa definem um protótipo fidedigno do que os espanhóis definem como “La Guitarra” (obs: na Espanha, guitarra significa violão, ao passo que o vocábulo em português, guitarra, lá, seria traduzido como “guitarra electrica”).

Ao ler os TD´s da menina, nada pode ser encontrado que a desabone. Sendo assim, somando a atração visual (fiquei louco quando vi sua última postagem no Arena Social... que gata!) e seu atendimento de qualidade, era só uma questão de tempo até materializar nosso encontro. Eis que decido não mais adiá-lo. Numa segunda-feira, logo ao princípio da semana laboral, envio-lhe mensagem, a que sou prontamente respondido. Indago-lhe se haveria disponibilidade em sua agenda para “duas horas” em seu local na sexta-feira daquela mesma semana (antes de encerrar esta fase “protocolar”, peço que me atenda com os mesmos saltos belíssimos que figuravam em sua última imagem postada – ver anexos).

Diante da resposta afirmativa, ofereço-lhe a possibilidade de receber seu cachê, naquele exato momento, a ser adimplido por meio digital, via PIX. Ela sorriu (no texto escrito, é claro... rsrsrsrsrs) e me respondeu:

– “Você é quem sabe, amor!”

(Memorize esta última palavra, meu nobre confrade putanhesco; com quase 100% de certeza, ela também se direcionará a ti pelo mesmo epíteto... rsrsrsrsrsrs).

Na hipótese de ocorrer algum “caso fortuito ou de força maior”, o qual a impedisse de me atender, disse-lhe que bastaria ela fazer o estorno do valor através da minha chave PIX. Todavia, nada de extraordinário se passou, nem comigo e nem com a dama, fazendo com que tudo transcorresse normalmente no dia e hora previamente definidos.

O endereço de seu prive é a BL184, quarta planta. A sala já era por mim conhecida quando de um atendimento anterior com outra dama. Após solucionar todas as demandas laborais daquele dia, ducho-me no trabalho mesmo, insiro as coordenadas do local no navegador do veículo e, sem enfrentar qualquer trânsito pesado, estaciono o veículo num parking remunerado da Estapar, bem próximo ao endereço. Peço um Red Bull gelado num bar próximo (meu outro vício, além das belas mulheres, é óbvio!) e me dirijo calmamente à sala.

Distintamente daquela primeira oportunidade em que lá estive, nesta, não fui recepcionado por uma auxiliar que gerencia o prive, mas sim pela própria Laura. Antes de prosseguir detalhando nossas acrobacias e malabarismos picantes, não poderia continuar a escrever este relato sem dedicar atenção devida às qualidades “objetivas” e “subjetivas” da dama; isto permitirá, àqueles leitores que ainda não a conhecem, construir imagem mental fidedigna. Reitere-se: no que concerne à análise de perfil psicológico, as impressões foram fruto de parcos contatos sociais, o que, obviamente, pode me induzir a um superficialismo não condizente com a psique da mesma.


LAURA GÊMEA

Seu tom de pele moreno, em conjunto a seu cabelo castanho, dão origem a atrativa primeira impressão. Nos registros fotográficos ela parece ser mais alta, dada sua postura ereta, sempre adotada ao se deixar “clicar”. Seu rosto possui traços fisionômicos suaves e atraentes. Seus lábios são um encanto à parte. Desenhados num tom lilás para roxo (combinando com a tonalidade azul escuro da lingerie), seus lábios me atraíam para aquela boca como as mariposas são atraídas paras as fontes de luz. Naquele corpo de pequena estatura, seus seios naturais e perfeitos são extremamente tesudos; pés e mãos de menina nova, lindos. Contudo, nada se destaca mais na Laura do que “La Guitarra”, isto é, o conjunto cintura fina + quadril largo + bunda enorme (algo surreal!), quase hipnótico! Quanto ao perfil psicológico, observam-se afabilidade, comedimento no trato pessoal, português escorreito, verbalização na medida certa, enfim, ser humano “leve” e bastante agradável.


A SEXOTERAPIA

Antes de dar início à sessão de sacanagem, sugeri-lhe registrar algumas imagens de modo a possibilitar, a ti, prezado leitor, o mesmo (ou quase o mesmo! rsrsrsrsrs...) desfrute visual; àquela altura, podia me sentir exatamente como o J.R. Duran ao fotografar as antigas divas da Playboy! (ver imagens ao final!).

Superado tal “prólogo”, o magnetismo sexual, gradativamente, começou a aproximar nossos corpos... Como estávamos sozinhos no privê (são apenas dois quartos, sendo um com cama de casal e outro com maca e colchão de casal mas sem cama; uma cozinha pequena e um bom toalete com água quente, sabão líquido e toalha ensacada), solicitei-lhe que saíssemos do pequeno quarto e desfrutássemos daquele corredor também (bem depois me lembrei de que lá poderia haver câmeras... rsrsrs; caso existam, de fato, há breve filme pornô gravado em algum servidor por aí...kakakakakakakaka!).

Empurro-a contra a parede e começo a experimentar sua boca voluptuosa. Nosso beijo se encaixara perfeitamente (que delíííícia!). Alguns deslizares de dedos por sua xaninha não foram por mim olvidados, assim como também linguadas e mordidas, bem de levinho, nos bicos dos seios perfeitos. Pressionando todo seu corpo com meu peso e tamanho, pude manter aquela bela mulher sob total controle; a “temperatura” naquele corredor subiu velozmente, tanto que ela, já tomada pelo tesão, ajoelha-se, dando início a inesquecível mamada (a guria sabe mesmo o que fazer com aquela boca tesuda!).

Deixei-a ali por bom tempo (afinal, não havia pressa alguma; gosto de duas horas de atendimento justamente por essa razão!); ela mesma decidira por levantar, virar-se de costas, e começar a esfregar aquela obra magna da anatomia feminina em meu pau, à esta altura, mais duro do que granito. Afastando seu cabelo enorme para a porção frontal de seu corpo, passo a mordiscar, lamber e beijar sua nuca, ombros e costas, enquanto ela continua empinando e pressionando sua bunda na direção da minha piroca, duríssima, e se esfregando, despudoradamente.

Algum tempo nesta brincadeira lasciva e ela própria me puxa pelas mãos, conduzindo-me ao quarto. Eu AINDA não havia sentido o sabor, cheiro e temperatura daquela buceta. Sugerindo um “69”, esbaldei-me, sem piedade, lambendo, sugando, enfiando a língua inteira, enfim, saciando completamente a ânsia de praticar o cunilingus naquela cachorra gostosa. Srs., que tesão do cacete ouvi-la gemendo e balbuciando grunhidos desconexos à medida que, vez mais, fartava-se com o pau em sua boca e sentia todo o maremoto de sensações que lhe inundava os centros neurais, situados no cérebro primitivo, de gerenciamento de prazer.

Simultaneamente, a meretriz não descuidava do “nervo”, nem por um segundo sequer, além da atenção especial dedicada às bolas e, até mesmo, meu orifício anal pode experimentar sua boca e língua (apesar de tudo isto, acreditem, oh nobres colegas de putaria, ela NÃO GOZOU – ao menos não nesta “configuração”... rsrsrsrs).

Vários minutos depois, era chegada a fase do coito propriamente dito. Aplicado o EPI, a perva me “monta” – de início de costas e, algum lapso temporal depois, de frente, sem tirar o pau de dentro. Durante esse arranjo, a meretriz dá início a cavalgada de cócoras e, em seguida, alternava ritmo, cadência e profundidade das estocadas (vez ou outra eu mesmo bombava de baixo para cima!). Daí, migramos diretamente para a posição “D4”, permanecendo, ela, perpendicular à cabeceira da cama; eu, com boa base e os pés no solo.

Srs., nesta configuração, eu SEEEMMMPRE me empolgo! Principalmente tendo ao alcance do sentido da visão toda aquela verdadeira ODE à SACANAGEM! Tardei um booommm tempo em “Velocidade 05”, numa frequência bem viril, ao ponto de só parar (banhado em suor!) um milionésimo de segundo antes de um suprimido orgasmo (a duras penas, confesso!), prazer o qual seria por mim postergado, haja vista não desejar ter de aguardar o término do período refratário para ter outra ereção e fazer mais saliências.

Era chegada a fase terminal da primeira hora do encontro; a musa, ao soar o alarme de horário em seu celular, aproveita para ir ao toalete e me ofertar água. Da minha parte só finalizei o Red Bull original que havia comprado no barzinho antes de subir ao prive. Em seguida a seu retorno, conversamos, “aproximando-nos” como meros seres humanos, deixando de lado (por breves instantes apenas!) o desejo sexual. A menina-mulher é bem antenada e detém razoável experiência de vida, o que faz com que os diálogos ofereçam trocas mútuas de aprendizado para ambos os interlocutores.

Ao me oferecer massagem, inverti a oferta e indaguei-lhe se ELA gostaria que a brindasse com uma sessão relaxante daquela natureza; a resposta foi, de pronto, positiva. Lancei mão de um óleo de amêndoas em minha nécessaire, roguei que ela se posicionasse de bruços, pedi-lhe licença para por toda minha massa corporal sobre suas pernas, derramei quantidade suficiente da substancia em minhas mãos e iniciei “evoluções” manuais (reconheço, um tanto amadoras!) pelo pescoço, ombros, músculos das costas, músculos da linha da cintura, glúteos, coxas e pernas.

Inúmeros minutos após o princípio daquela “inversão de papéis”, avanço “de fase”e, digamos, ingresso na sequencia “libertina” da massagem. Como em meus dedos restava um residual do óleo, passo a executar uma versão feminina da Lingam, estimulando, em grau crescente de intensidade, ambos os orifícios de sua zona erógena e seu clitóris. Quando os gemidos e arfares já denunciavam elevado grau de excitação naquela belíssima fêmea, solicito que empine bem o bumbum e começo a laber-lhe o orifício do ânus e toda a extensão da xoxota, além de manter o dedilhar em seus clitóris. Daí não haveria escapatória: tal sequencia lúbrica desembocou num estrondoso orgasmo.

Para minha agradável surpresa, a Laura demonstrava preocupação por eu não ter gozado, parecendo-me sinceramente disposta a me ver alcançar meu clímax. Na intenção de realizar seu desejo, propus uma última manobra sacana. Lanço mão de uma lata de VickVaporub®. Com os joelhos dobrados por debaixo das pernas (esta postura exige certo grau de flexibilidade), peço que a dama mimetize meu posicionamento. Em seguida, esfrego o Vick por sobre o bico e auréolas de seus seios, assim como também em seu clitóris. O arremate final ficou, de novo, por conta do óleo de amêndoas, tanto em seu grelinho oculto quanto na minha piroca.

Rapidamente, como é de sua natureza, as células epiteliais absorveram a química da substancia, permitindo com que sensação atípica partisse, dos três distintos e ultraenervados pontos corporais, a sua zona cerebral de processamento do prazer. Passamos, ainda, a intercambiar um roçar delicioso de lábio e língua; em uníssono, dedilhava e esfregava a zona erógena da perva e era punhetado, sofregamente. Eu pretendia chegar ao orgasmo com aquele arranjo. No entanto, ela alcançou seu segundo clímax antes de mim (talvez pela atipicidade daquela experiência) e, como já estávamos no sexto final da segunda hora, decido dar por encerrado o encontro.

SALDO FINAL DO JOGO ERÓTICO: LAURA GÊMEA (02) x PATRICKRJ (00); PORÉM, BASTANTE SATISFEITO!

Agora sim, dirijo-me ao WC para aquela ducha final antes de voltar “à realidade” da vida urbana. Contudo, cena extremadamente cômica se desenrolara neste, digamos, “epílogo” daquele encontro. Antes de eu ir ao toalete, a Laura me indaga se eu aceitaria um café; diante de resposta afirmativa, parte ela para outra unidade naquela mesma planta onde, supunho, há parte da estrutura de gerenciamento do local.

Estando eu só de toalha, enxugando-me, adentra ao prive outra auxiliar (distinta da que eu tinha conhecido na primeira visita ao local!) e me vê semi-nu; sem qualquer alteração comportamental, de ambos, ela me pergunta se gostaria de açúcar ou adoçante, questionamento prontamente optado por aquela. Curiosamente, poucos minutos depois, enquanto eu ainda estava me arrumando, a mesma pessoa retorna, perguntando-me, NOVAMENTE, a mesmíssima indagação! (tendi nadica! Kakakakakakaka!).

Apenas quando a Laura retornou com a xícara de café, tanto a minha quanto a dela, é que fui entender. A dita “auxiliar” comentou com ela que havia “ficado maravilhada” “com o que viu ao adentrar naquele momento em que eu estava semi-nu” e, por tal razão, acabara se esquecendo da minha resposta a sua pergunta sobre qual tipo de “sugar” eu optaria.

Ao me revelar isto, tanto eu quanto a Laura nos entregamos a gostosa gargalhada... Beijos finais de despedida e “partiu academia”, haja vista que aquela sessão aeróbia só representou uma porção de meu treinamento diário.

THAT´S ALL FOLKS!


Brand, Wolfgang, Viajante, Dionizio_RJ, ViciadoEmPeitudas, Pajé, Peru de Mel, Fazzo Casanova, Tenista, curtiram esse TD.
KELLY ANDRADE - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98217-8455
KELLY ANDRADE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

17 de Setembro de 2021 às 10:09



(21) 97962-6579

TEST-DRIVE: KELLY ANDRADE (sem privê)

É de senso comum aquela antiga máxima, repassada de geração em geração, de que o ARQUITETO CÓSMICO (usando vocabulário mais universalista e menos proselitista) redige, sempre, o “certo” por meio de linhas “tortas”. A minha história com a Kelly Andrade pode ser considerada um clássico “fato da vida” o qual, vez mais, vem a corroborar a hipótese contida no argumento acima enunciado.

Prestem bem à atenção, meus nobilíssimos confrades putanheiros. Soube da existência da Kelly Andrade mediante um grupo de Whatsapp em que companheiros, apreciadores das “amantes de aluguel”, intercambiam impressões (positivas ou negativas) sobre as meninas que porventura desejem conhecer ou tenham conhecido. Não posso garantir se todos ali são completamente transparentes a respeito de suas “aventuras”; afinal de contas, natureza humana é, intrinsecamente, egoísta, narcisista e ciumenta, paixões capitais que correspondem a poderosos “motores psíquicos internos” capazes de nos impulsionar a comportamentos e reações irracionais e autodestrutivas com maior frequência do que supumos, à primeira vista.

Todavia, de minha parte (consciência cristalina feito água de nascente!), em 100% das ocasiões, não omito minhas aventuras e transmito, exatamente, as impressões sobre a dama. Por óbvio, estamos operando em “campo subjetivo”, o que permite margem a interpretações (o que é bom para mim pode não ser para ti, e vice-versa). Outra questão de peso é a probabilidade estatística de a menina “não estar num dia bom” (clichê bem lido por aqui!), o que, ao menos na minha humilde opinião, não corresponde a qualquer espécie de “causa de inimputabilidade” à conduta “típica” da meretriz (se não está bem, não atenda!).

Regressando ao mote original do TD, alguém no grupo comentou positivamente sobre a Kelly Andrade e, a partir de então, tentei, infrutiferamente, agendar com ela por algumas ocasiões (sim, no PLURAL!). Eis que (lembrem-se das “linhas tortas”!), através da Lunna Ventura, faço uma dupla com esta e a JuJu Ferraz (já relatado aqui no fórum), a qual, por sua vez, sugerira, a meu pedido, uma dupla com outra menina muito amiga dela; adivinhem quem era esta tal amiga? Sim, prezado confrade, justamente a Kelly Andrade! (entenderam agora o porquê do primeiro parágrafo desta crônica libertina real?).

As excentricidades da história (quase que vira uma “estória” também...rsrsrsrs) entre mim e Kelly não cessam por aí. Nosso encontro, em verdade, deveria ter sido uma dupla com a JuJu Ferraz. Desafortunadamente, deu-se naquele dia, com esta última, o que na ciência jurídica podemos definir como “caso fortuito ou de força maior” (estes, sim, ao menos em tese, desobrigam, de qualquer “indenização”, o agente causador do dano), devidamente relatado e compreendido de minha parte. Juju ainda se preocupou em se comunicar com a Kelly procurando saber se ela estava 100% para o encontro.

Fato é que, no dia, hora e local agendado (Motel Corinto, suíte meio carinha – R$ 229,00 – mas muito TOP!!!) agendados, lá estava, saradérrima e super-sexy em sua roupa de academia, a Kelly Andrade. Como era o começo de tarde de um sábado, vinha eu direto da academia. Cheguei com uma hora de antecedência a fim de por os Red Bulls para gelar (meu outro vício, além das belas mulheres, é claro!... rsrsrs), fazer a sauna a vapor que já é rotina minha e relaxar um pouco na suíte ouvindo minha trilha sonora predileta (celular e cx Bluetooth “ON”!), bastante apreciada também pela dama, segundo suas próprias palavras.

A meu pedido, enviado através de mensagem na noite anterior ao encontro, a Kelly vai ao banho e começa a se preparar vestindo lingerie em cor vermelha (ver imagens anexadas) e meias 7/8 que são um dos meus mais arraigados fetiches (muito provavelmente, reflexos subconscienciais de outra vida onde frequentei com regularidade cabarés europeus). Sugeri algumas poses e creio que a musa sarada tenha apreciado o resultado (com certeza, qualquer hetero convicto apreciará!). Ofereci-lhe também o energético, a que a mesma aceitara.

Antes de prosseguir detalhando nossos malabarismos picantes, não poderia continuar a escrever sem dedicar atenção necessária às qualidades “objetivas” e “subjetivas” da deusa; isto permitirá, àqueles leitores que ainda não as conhecem, construir imagem mental mais concreta.



KELLY ANDRADE

Atributos femininos, acrescidos de notável expertise como meretriz, abundam-lhe. Seu tom de pele bronzeado, em conjunto a seu cabelo castanho, dão origem a atrativa primeira impressão. Sua musculatura é toda “desenhada” naquele corpo pequenino (seu percentual de gordura é baixíssimo!); derrière, coxas, seios siliconados e extremamente tesudos, pés lindos, mãos com unhas muito elegantes e múltiplos adereços metálicos pulverizados pelos dedos, conferindo-as toque a mais de feminilidade e elegância, postura imponente e alto confiança, tudo somatizando atraente conjunto. Digno de nota: um grelo que representa verdadeira obra prima de anatomia (LIIIIIIINDOOOOOOOO! PQP, suguei muuuuiiitooooo aquele apetitoso naco de carne encravado no meio das pernas dela!). Acrescente-se, ainda, porte atlético, precisão de movimentos e potência muscular durante o exercício de suas competências de messalina. Quanto ao perfil psicológico, observa-se afabilidade, espontaneidade no trato pessoal, português escorreito, verbalização na medida certa, enfim, ser humano “leve” e de bem com a vida.



A SEXOTERAPIA

Após breve sociabilização, nossos corpos se aproximaram naturalmente de modo a que beijos dessem início a uma sessão de sexo, praticamente ininterrupta, a qual perduraria por quase uma hora (a “disposição” da meretriz é inversamente proporcional à sua estatura). A princípio, o “encaixe do beijo” pareceu que não daria match (enganei-me, redondamente... aguardem mais adiante e compreenderão!).

Rapidamente, ajoelha-se diante de mim de forma a dar início à demonstração de todas as suas técnicas e competências no que tange à lasciva arte da felação: lambidas, sucção na glande, garganta profunda com direito a “engasgo”, uso das mãos em distintas “evoluções” deliciosas, etc. Permiti-a perdurar nessa sequencia por todo tempo que ela desejou. Quando se decide levantar (talvez pelo incomodo de permanecer de joelhos no solo duro da habitação), peguei-a literalmente no colo e pu-la de pé sobre a cama.

Com seus seios à altura da minha boca, era minha vez de fazer “evoluções” com a língua e lábios por toda a extensão de um de seios por vez. Visando enriquecer a matriz de estímulos, com minha mão direita passei a esfregar, ainda por sobre o tecido da lingerie, o dedo médiio em sua vagina. Não tardou nada para eu estar “mensurando”, através do sentido do tato, o incremento substancial da umidade e da temperatura daquela xoxota. O grelo mereceu atenção especial (KARÁLEO! Que sensações deliciosas deslizar os dedos ao redor daquela coisa lisa, escorregadia e volumosa!). Digno de nota: voyerismo também pode ser verificado em seu psique, visto que, ao longo dessa sequencia, ouço-a verbalizar:

“Ah eu lembrando essas imagens mais tarde e me masturbando...”.

Decorrido certo lapso temporal nessa sacanagem, a musa decide por voltar a me chupar. Contrariei sua intenção original e a reposicionei em outra aresta da cama de modo a facultar “raio visual” panorâmico daquela bunda tesuda e grelo enorme, ao mesmo tempo em que ela se esmerava ainda mais no oral. Minutos assim se passaram e, a diva, “saciando” suas “vontades”, degustando, como se fora loba faminta diante de suculento pedaço de carne, o “nervo” o qual, a esta altura, estava mais duro do que pau de goiabeira... rsrsrs.

Era chegada minha vez de sentir a textura, cheiro, sabor e calor daquela xaninha. “69” na ampla cama da suíte (eu por baixo para facilitar a ergonomia da felação). Srs., que tesão do cacete ouvi-la gemendo e balbuciando grunhidos desconexos à medida que se fartava com o pau na garganta e sentia todo o maremoto de sensações que lhe inundava os centros neurais, situados no cérebro primitivo, de gerenciamento de prazer. Daí não haveria escapatória: tal sequencia lúbrica desembocou num estrondoso orgasmo enunciado pela pequena marombeira.

Pausa para sociabilizar e sorver mais goles de Red Bull, já bem gelado. Pouco depois, ainda com o membro semiereto, lancei-me, confortavelmente, com as costas sobre a cama; ela, após divertido comentário (“ah... você assim é covardia...”) deu início a breve chupada já que, a intenção verdadeira por mim confessada, era preparar o “Junior” para o “duelo”. Com o EPI devidamente aplicado, o coito em si teve início com a amazona (porte físico perfeito para o esporte!) montando e dando início a cavalgada vigorosa, comigo, sempre que a inclinação de seu torso permitia, esfregando seu grelo voluptuoso com um de meus dedos a fim de potencializar ainda mais o prazer extraído das diferentes cadências, profundidade da estocada e, agora SIM, beijos que, de tão usurpadores, pareciam “succionar” todo meu “ectoplasma” corpóreo, numa verdadeira transfusão de energias. Também dessa forma não poderia haver desfecho diferente: um segundo clímax, bem intenso, para a mulher-menina!

Na retomada, ela me solicita algo que percebo ser outro fetiche seu: em posição de decúbito dorsal e paralela à cabeceira da cama, pediu que eu lhe desse “com a rola na cara” e “me masturbasse em sua boca”, numa configuração típica da psique que almeja ser “dominada” e se sentir “submissa” ao macho com quem aceitara se deitar. Breves instantes assim e, sem conceder outra pausa à mesma, já que nossa “horinha mágica” já estava se encaminhando para seu sexto final, pu-la “de quatro” e mantive um ritmo de bombadas viris até que tive a impressão de que já a estava incomodando. Por mera liberalidade, decidi interromper a trepada.

A partir daqui já estávamos nos “acréscimos” daquela memorável “partida pornográfica”. Verbalizei se gostaria de dar por encerrado o atendimento o qual, até ali, já classificaria como espetacular. Todavia, para minha agradável surpresa, a Kelly parecia sinceramente preocupada em me ver gozar. Na intenção de realizar seu desejo, propus uma última manobra sacana.

Lanço mão de uma lata de VickVaporub® e de um óleo de amêndoas em minha nécessaire. Com os joelhos dobrados por debaixo das pernas (esta postura exige certo grau de flexibilidade), peço que a dama mimetize meu posicionamento. Em seguida, esfrego o Vick por sobre o bico e auréolas de seus seios, assim como também em seu clitóris. O arremate final ficou por conta do óleo de amêndoas, tanto em seu grelo enorme quanto na minha piroca.

Rapidamente, como é de sua natureza, as células epiteliais absorveram a química da substancia, permitindo com que sensação atípica partisse, dos três distintos e ultraenervados pontos corporais, a sua zona cerebral de processamento do prazer. Passamos, ainda, a intercambiar beijos lascivos; em uníssono, dedilhava e esfregava a zona erógena da perva e era punhetado, sofregamente. Eu pretendia chegar ao orgasmo com aquele arranjo. No entanto, ela alcançou um terceiro antes de mim (talvez pela atipicidade daquela experiência) e, como já estávamos no quarto inicial da segunda hora, dou por encerrado o encontro.

SALDO FINAL DO JOGO ERÓTICO: KELLY ANDRADE (03) x PATRICKRJ (00); PORÉM, FELIZ COMO VIRA-LATA NA CHEPA!

O acerto financeiro já havia sido efetuado assim que ela ingressara à suíte, momento em que lhe ofereci também um agradinho (creme hidratante de famosa brand norte-americana com tons vermelhos na embalagem) no intuito de conferir certo glamour ao ato remuneratório. Duchas para ambos, pagamento do motel, caroninha fugaz até a recepção do Corinto onde seu Uber já a aguardava. No percurso até o mercado, para onde me dirigiria com fins a reabastecer a dispensa, ia curtindo a mesma trilha sonora elogiada pela dama e que servira como “fundo acústico” testemunha daquela envolvente e apaixonante tarde de sábado.

THAT´S ALL FOLKS!



Corcel, K-9, o_cara_o_cara, Alucard, Solto79, curtiram esse TD.
DARA - Rio de Janeiro - RJ
DARA
NEGATIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI PISADA DE BOLA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

15 de Setembro de 2021 às 12:09


DARA - https://www.rioencontro.com.br/dara/

TESTE-DRIVE DARA

Prezados confrades deste egrégio alfarrábio putanhesco. Venho de uma sequencia formidável no que tange ao retorno, “na moeda do prazer”, dos significativos montantes pecuniários investidos ao longo dos últimos dois meses, desde que se dera o desfazimento de um laço matrimonial o qual perdurara por muitos anos. Todo este êxito se deve, em enorme medida, à poderosa ferramenta de consulta sobre as características objetivas e subjetivas dos alvos os quais, porventura, figurem na wishlist de cada um de nós.

Quando decidi conhecer a Dara, o fiz, primordialmente, por seus dotes físicos, bem peculiares à significativa parcela do gênero feminino carioca que pulula por milhares de academias disseminadas por esta Sin City, cidade em que o culto ao corpo se aproxima de verdadeira “enfermidade psíquica”. O biótipo realmente me atrai. Por óbvio, como todos os mais experientes do fórum já aprenderam a duras penas (e muito “sangramento” no bolso!), só “estampa” não diz nada. Existem diversas damas, com encontros aqui relatados, cuja beleza passaria completamente despercebida na multidão, mas que, encerrada entre quatro paredes, é capaz de agradar efusivamente aos mais exigentes. A recíproca também é verídica: quantas beldades (normalmente bem careiras!) receberam um estrondoso e retumbante NEGATIVO? (em verdade, observa-se costumeira “associação”: quanto mais onerosa, pior o atendimento...).

Por óbvio, ao tachar o atendimento como POSITIVO ou NEGATIVO, estamos operando no campo da “subjetividade”, o que permite margem a interpretações (o que é bom para mim pode não ser para ti, e vice-versa). Outra questão de peso é a probabilidade estatística de a menina “não estar num dia bom” (clichê bem lido por aqui!), o que, ao menos na minha humilde opinião, não se enquadra a qualquer espécie de “causa de inimputabilidade” à conduta “típica” da meretriz (se não está bem, não atenda!).

E eis que venho através desta crônica real relatar minha HORROROSA experiência com a dita cuja. Conquanto não encontrar nenhum relato negativo no fórum, o que, acrescido ao visual de marombeira, fez-me agendar com a mesma, meu encontro não teve absolutamente nada de bom, à exceção da resposta rápida ao meu contato (agora eu entendo o “porquê”; pelo visto anda sem clientes...) e o corpo realmente sarado.

A perva atende na BL184, num prive com duas baias (não há paredes até o teto!). Sua habitação é singela, mas presta ao fim a que se destina (cama boa e um espelho na parede da cabeceira). Lá existe outra profissional atendendo que nem cheguei a ver. Chego ao famoso endereço no Humaitá e subo de pronto. A meretriz até que é simpática. O problema é justamente quando se inicia a “atividade fim” de qualquer profissional do ramo: préstimos sexuais por dinheiro (fiz o pagamento adiantado e me dei muito mal!).

Logo de início, percebo que ela buscava “prolongar” aquele momento inicial de sociabilização pré-sexo; as perguntas dela, inclusive, chegaram ao nível de indagações a respeito de aspectos de cunho pessoal/familiar, o que, no mínimo, poderia ser considerada tremenda indiscrição e deselegancia (houve um instante em que ela mesma verbalizara que estava “querendo saber demais”!).

Quando finalmente deu-se a aproximação física, os beijos foram decepcionantes (sem entrega, sem vontade, sem tesão e ainda criticou o “excesso de saliva”), já sinalizando o fracasso que seria aquele encontro. Sem prolongar muito esta fase já desagradável, solicitei que ela se deitasse com a barriga para baixo de modo a que eu pudesse beijar e acariciar seu corpo malhado. Não tardou nada e ela já me corta.

De frente para mim, estando ambos sobre a cama, procuro curtir seus peitos (sem qualquer caimento natural; verdadeiras esferas plásticas rígidas!) e começo a perceber pêlos ENORMES (isto mesmo, Srs., acredito que, devido ao uso reiterado de testosterona sintética, seus folículos capilares corporais trabalhem de modo atípico!) que começaram a entrar na minha boca de forma incômoda. Todavia, antes que eu mesmo desistisse de beijar aqueles peitos cabeludos, ela própria toma a iniciativa de me interromper (de novo!) reclamando, vez mais, da quantidade de “baba” e me indagando, acintosamente, se “há mulheres” que gostam “daquilo” (PQP! Bastaria ela ler os inúmeros relatos positivos meus dos últimos dois meses...).

Seguindo na tentativa de “salvar” algo de bom daqueles duzentos reais gastos, rogo que a puta inicie um “69”; minha vontade era curtir aquele grelo enorme e apetitoso. Entretanto, mais uma vez, não demorou nem 03 minutos e ela já sai da posição e começa a procurar a camisinha, sem ao menos se dar ao luxo de aferir minha opinião (quem é que tava “pagando”, afinal?). EPI posto, tem início o coito numa montada efêmera...

Mudamos de posição para “de quatro”, comigo firmemente apoiado no solo do quarto e ambos os amantes paralelos à cabeceira da cama. Aquele corpão todo naquela configuração gera um cenário muito sexy de ser observado; porém... não foram nem 10 min de estocadas viris e ela já refuga, reclamando que eu estava demorando demais para gozar. Dez minutos? Kakakakakaka; quem já leu meus TD´s sabe que sou capaz de transar com duas fêmeas sedentas, por duas horas, e só me permitir ejacular ao final, ou sair do encontro sem gozar. Se ela solicitasse a alteração da intensidade do ritmo, ou, talvez, a adoção de outro posicionamento de sua preferência, até seria admissível; no entanto, não fora isso o que se passou. Ela, simplesmente, “deu por encerrado” o programa e já foi pegar uma toalha para eu tomar banho e ir embora (e isto ainda faltando 15min para o término do período contratado!).

Como fui treinado sobre a ciência da inteligência emocional, e detenho conhecimento acadêmico sobre os males oriundos da raiva desmedida (dá-se um impacto altamente tóxico na fisiologia e na bioquímica celular à medida que as ondas de ira percorrem, das zonas cerebrais primitivas, passando pelo sistema nervoso simpático e parassimpático, até cada órgão, fluido ou tecido do organismo!), aceitei tudo “de boa”. Na minha mente, contudo, rebobinava e fixava, calmamente, cada comportamento daquela puta a fim de dar ciência, ao máximo de usuários do fórum, a respeito daquela ardilosa e sibilina.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Dionizio_RJ, Nothing, o_cara_o_cara, ronondex, alan26272829, Wolfgang, Alucard, Peru de Mel, Michael Corleone, curtiram esse TD.
MAYA GUEIXA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97525-7188
MAYA GUEIXA/MASSAGISTA
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$400.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

13 de Setembro de 2021 às 13:09


MAYA GUEIXA/MASSAGISTA - https://destackterapias.com/anuncio/maya/

TEST-DRIVE MAYA GUEIXA/MASSAGISTA


Este relato, em essência, pode ser considerado verdadeira ODE a um dos atributos mais abordados em treinamentos promovidos pelos setores de Recursos Humanos, tanto em ambiente empresarial quanto em organizações de natureza pública: RESILIÊNCIA (e seus desdobramentos lógicos, tolerância à frustração e tolerância à rejeição, ambos extremamente escassos nesta atual geração de “millennials”). De fato, tal competência psíquica, atributo da Inteligência Emocional (referência: Daniel Goleman, obra de leitura obrigatória!) representa talento extremamente valorizado pelos headhunters, além de diferencial de peso aos que pretendem galgar posições de chefia ou direção em suas respectivas áreas laborais.

Acalme seu coração, nobre confrade integrante deste egrégio alfarrábio putanhesco, a introdução acima não fora equivocadamente inserida nesta crônica pornográfica verídica. A supramencionada competência fora justamente a ferramenta basilar a qual permitira, a este que ora vos escreve, ter a experiência homérica ensejadora dessas linhas...

Ao total foram três tentativas de agendar com a Maya (estava quase associando a escolha de seu nome à tradução do termo em sânscrito: ILUSÃO... rsrsrs). Na primeira, estava eu, num belíssimo sábado ensolarado, despretensiosamente me bronzeando e eis que, ao ver suas imagens disseminadas pelo forum, umas mais belas que as outras, decido entrar em contato via Whatsapp. Aquela conversação foi, no mínimo, inusitada (atentem a este adjetivo porque ele aparecerá em várias ocasiões ao longo da narrativa!).

Durante o intercambio de mensagens, recebo um efusivo elogio por uma imagem minha enviada à dama e, após isto, do nada, a musa simplesmente DESAPARECEU do aplicativo (tendi nadica... rsrsrs). Da segunda vez, creio que ela nem me respondera; já na última, ela informara que não estava na sala naquele dia...

Visto que, ao longo de minha trajetória profissional, recebi treinamento acadêmico sobre a ciência da neurologia que fornece background acadêmico sobre o tema EQ (Emocional Quotient, não confundir com IQ, ou QI em português, Intelligence Quotient), inclusive, tendo eu ministrado várias exposições orais sobre o assunto para plateias de diferentes tamanhos, prossegui na “proa” original até que, despudoradamente, os deuses Eros e Afrodite decidem por sorrir maliciosamente em minha direção.

Quarta tentativa de agendamento (pensando no dia seguinte!) para duas horas com a diva e recebo como resposta: “peraí que já vou responder...”. Passadas algumas “horas”, já quase acreditando que seria a quarta frustrada, a dama indaga se poderia ser às 14:00 (para mim poderia ser até 03:00 da manhã que eu estaria lá com, no mínimo, meia hora de antecedência...kakakakaka!). Obviamente, aceito a proposta, perguntando-lhe, em seguida, se gostaria de me enviar sua chave PIX de modo a que realizasse o adimplemento da obrigação pecuniária via digital e antecipado. Tudo certo, restava-me tão somente aguardar o almejado encontro.

Resolvidas todas as pendências laborais daquele dia, rumo à BL184 de forma bem antecipada e serena. Vagas naquele logradouro são raras, o que me fez optar pelo estacionamento pago mais próximo (R$ 60,00 pelo tempo de permanência... que assalto!). Com meia-hora de antecedência, peço um Red Bull, calmamente sentado num bar ao lado do endereço. Os trinta minutos que antecediam meu horário se encerram, o segundo Red Bull já estava em 2/3 de seu nível e nada da liberação da diva... (putz!!!!).

Como ela já havia me informado a sala (por força do adimplemento antecipado), decido entrar no edifício e me direcionar à planta onde está o prive. Vez mais, o inusitado: a numeração segue numa sequencia; vou caminhando pelo corredor até que, surpreendentemente, o número almejado não está na ordem dos imóveis (parece até episódio do antiga série ARQUIVO X!). Percorri aquele corredor para lá e para cá e quase entrei em outro número cuja porta possuía um quadrinho com a seguinte inscrição: “Aqui Tem Borogodó!” (imaginem a cena... kakakakaka!). Apenas após idas e vindas, encontrei a unidade correta. Com o relógio cravado nas 02:00 PM toco a campanhia e, NADA! Segunda tentativa e ouço uma voz feminina do outro lado respondendo: “Só um minuto...” (esta é clássica... rsrsrsrsrs).

A auxiliar do privê me encaminha para um quarto, até bem fofo, com uma maca e um colchão no solo (Sem condições! Preciso de uma cama decente para trepar!). O prive, singelo e funcional ao fim a que se destina, possui três habitações até o teto; porém, lá só atendem a Maya e a Laura Gêmea (possível candidata a um “quatro mãos” muito em breve... rsrsrs; quem é assíduo no fórum sabe que AMO MUUUIIIITOOO MÉNAGE A TRÒIS!). Sorvidos os últimos goles do energético, sentado num puff naquela habitação, ouço uma portinha de correr se abrindo e a dama solicitando que eu fizesse a gentileza de fechar a minha porta porque um cliente iria sair. A hora agendada continuava a passar e eu ali naquele quartinho, esperando, esperando, esperando...

Lá pelas 14:30, finalmente, a Maya entra na habitação em que eu estava. Fiquei sabendo depois que a Laura Gêmea realizou um atendimento de meia-hora no quarto o qual seria por nós empregado; devido a isto, a auxiliar o estava ajeitando. Após breve apresentação, que me deixou estupefato diante daquele exuberante espécimen à minha frente (veja a imagem com que me deparei ao princípio nos anexos!), falando de forma comedida e educada, confesso que agradeci, em pensamento, a todos os pedagogos e psicólogos com os quais estudei a matéria inteligência emocional. Se não fora pela resiliência, aquele momento, assim como também os demais seguintes, avassaladores, não se materializariam.

Com uma voz extremamente sedutora, Maya pergunta se eu gostaria de vê-la vestindo lingerie (inclusive me dando a opção de cores!); diante da resposta, por óbvio, positiva, ainda se desculpa por haver “esquecido” de previamente me indagar sobre a questão. Observando sua tez bastante branca, solicitei a cor negra justamente para facultar o elegante contraste que pode ser apreciado nas imagens anexas a esta humilde crônica. A qualidade das imagens que ilustram esse TD a deixaram maravilhada (e a todo e qualquer hétero convicto que, porventura, leia esta crônica! kakakakaaka). Mais alguns minutos de espera, eu já em minha underwear (a higiene já estava em dia, pois que me duchei antes de me dirigir ao encontro!), pareio minha caixa Bluetooth ao dispositivo Apple e seleciono no Deezer a playlist Lounge (ela gostou bastante da trilha sonora! Ponto para mim...rsrsrs).

Antes de prosseguir detalhando nossos malabarismos e acrobacias picantes, não poderia continuar a escrever sem dedicar atenção necessária às qualidades “objetivas” e “subjetivas” da diva; isto permitirá, àqueles leitores que ainda não as conhecem, construir imagem mental mais concreta. Ressalte-se: no que concerne à análise de perfil psicológico, as impressões são fruto de parcos contatos sociais, o que, obviamente, pode me induzir a superficialismo não condizente com a psique verdadeira das mesmas.

MAYA GUEIXA/MASSAGISTA

Caucasiana; com porte altivo (altura entre 1,65 e 1,70m de altura); unhas em tom vermelho sangue realçando, ainda mais, a perfeição de suas mãos; unhas dos pés em esmalte clarinho (que tesão deslizar a língua por entre os dedos e sentir o cheiro da sola); imersa numa lingerie negra que contrastava elegantemente com sua tez alva; seios médios, lindos e bem naturais, com bicos levemente protuberantes e com textura e sabor deliciosos; personalidade serena, afável, envolvente, lânguida, enfim, uma mulher-menina com a qual qualquer hétero convicto almejaria compartilhar peripécias libidinosas.

No que concerne a seus atributos físicos, sem sombra de dúvidas, um ponto alto da Maya são suas belíssimas, compridas, perfumadas, lisas e negras madeixas. Com um corpo repleto de curvas tentadoras, sua calcinha minúscula era literalmente “engolida” por seus glúteos; lábios carnudos, quase hipnóticos; quadril largo e bunda enorme, grelo “oculto” e vulva arredondada e carnuda; amena no trato pessoal. Tudo junto confere à cortesã os atributos que lhe permitiriam frequentar, em uma outra vida, as cortes de Versalhes durante o reinado Luís XVI, o devasso.

A SEXOTERAPIA

Cronos já tilintava a décima quinta hora daquela memorável sexta-feira quando finalmente tudo estava pronto para o início da sacanagem. Sem mais delongas, o magnetismo primitivo aproximou nossos corpos até que os lábios e línguas se roçassem mutuamente. Empurro aquela mulher voluptuosa contra um exígua porção de parede bem ao lado da porta de correr daquele pequenino, mas acolhedor, ninho de amor.

Adoro pressionar meu corpo contra o da dama nesta configuração; sentir certa sensação de poder e controle sobre a fêmea. A boca e o beijo da Maya são algo surreal. Enquanto intercambiávamos saliva, direcionei minha mão direita por sobre a vulva da messalina e, de pronto, os centros tácteis, pulverizados pelo tecido da superfície do dedo médio, puderam detectar imediato incremento de temperatura e umidade, exponencialmente elevadas à medida que minha boca e língua se transladavam para seu pescoço, ombros e busto até se deter, durante dilatado interregno, em seus seios e bicos tesudos. Nesta configuração não cessei tais estímulos; com a devida paciência, meu objetivo materializou-se: inconfundíveis e extasiantes gemidos e vocalizações desconexas prenunciaram orgasmo intenso (o primeiro de vários!). Esse orgasmo para mim teve um sabor especial; desejam saber o porquê? A diva confessou que nunca ninguém a tinha feito alcançar o clímax daquela forma...

Breve pausa para permitir sua recuperação. Convidei-a para a cama de forma a lhe facultar conforto durante aquela fase de “stand by” em sua fisiologia. Agradáveis instantes de socialização tiveram espaço; todavia, ter aquela mulher linda ao meu lado não me permitiria permanecer quieto por muito tempo. Aproveitando que ela estava de bruços, joguei-me por sobre seu corpo e comecei a deslizar a língua desde suas orelhas e nuca até aquele derrière imenso e tesudo. As mãos eram empregadas para apalpar com força seus músculos das costas, linha da cintura e glúteos, simulando uma massagem.

A esta altura, os circuitos bioquímicos cerebrais, responsáveis por liberar serotonina (neurotransmissor do prazer), de ambos os consortes, já haviam sido novamente disparados, intensificando drasticamente as sensações percebidas com destaque especial ao momento em que solicitei seu elevar de quadril de modo a me permitir lamber sofregamente toda sua zona erógena, passeando línguas e lábios pelo ânus, vagina e clitóris. Simultaneamente, esfregava meus dedos em seu glerinho, diversificando a matriz de sensações auferidas até que, vez mais, reverberou por aquele espaço/tempo os sons inebriantes indicativos de outro orgasmo; o que eu ouvia, vindo do âmago daquela mulher, era tão belo e harmônico quanto uma das mais divinas obras clássicas produzidas ao longo da História da humanidade: Air on the G String (Ária na Corda do Sol), do compositor do período Barroco, Johann Sebastian Bach (àqueles que nunca ouviram esta peça “angelical”, recomendo veementemente!).

Mais sociabilização amena entre os amantes fugazes; momentos estes em que pude conhecer algo a respeito do “ser humano” por detrás da “personagem”. Como ela, reiteradamente, assumia a mesma posição para se recuperar (decúbito ventral, perpendicular à cabeceira da cama), sentei a seu lado; enquanto falávamos, irrompeu-me uma vontade tresloucada de chupar seus dedos e sola do pé. Em decorrência da postura citada, dobrei suas duas pernas em direção ao teto a fim de permitir que minha boca e língua acariciassem aqueles belíssimos pezinhos. Inicialmente, sobre a meia-calça; à medida que eu “lia” a resposta favorável da dama aos estímulos, fui além e retirei-lhe aquela porção de sua estonteante lingerie de forma a permitir estimulação “pele com pele”.

Para meu deleite pleno, a diva reagia cada vez mais intensamente àquelas carícias; foi então que me veio à mente a ideia (lembrem-se meus nobres leitores: o principal órgão sexual do ser humano é o cérebro!): dedilhar-lhe o ânus com o dedão e o clitóris, grandes e pequenos lábios com o indicador. Como a xoxota dela estava encharcada, segui nesta direção num ritmo “multitarefa” até que, pela terceira vez, já no “apagar das luzes” de nossa primeira hora de saliências, Maya alcança outro forte clímax. Como sou podólatra inveterado, para mim, fazê-la chegar ao orgasmo daquela maneira foi envolvente por completo.

Assim como a anterior, a segunda hora teve início com conversações amenas; também se deu breve ida ao toalete por parte da dama. Como, durante os sessenta primeiros minutos de nosso encontro ela permanecera passiva, Maya agora já ansiava por me permitir conhecer seus talentos e expertise de meretriz. Comigo confortavelmente acostado aos travesseiros, a musa se posiciona de modo a facultar postura ergonômica para exercitar a arte da felatio (PQP! Que chupada deliciooooosaaaaa!). Poderia perfeitamente deixá-la por ali até o final da segunda hora, pois que a menina sabe mesmo o que fazer (sucção, lambida, garganta profunda, punheta simultânea às chupadas, etc.etc...); entretanto, eu queria mais... MUITO MAIS!

Desejava sentir o calor, sabor e textura daquela xoxota na minha boca. Reposicionados agora num “69”, enfiava freneticamente minha língua no interior da xaninha melada, sem me desconcentrar jamais de seu acanhado grelo. Da parte da messalina, a chupação continuava tresloucada, até que ela se “empolga” e decide por enfiar seu dedo em meu “glory hole”... rsrsrs. Até deixei por um curto período, haja vista perceber que aquilo realmente dava-lhe prazer; contudo, assim que ela “se animou além da conta”, solicitei, gentilmente, que interrompesse tais estímulos (sem sombra de dúvidas, inversão, ou qualquer coisa do gênero, não é “minha praia”!). Assim engendrados, permanecemos por longos minutos até que, inegavelmente, os espasmos e contrações involuntárias, acrescidos de grunhidos típicos, anunciaram o quarto orgasmo daquela verdadeira máquina de sentir prazer.

O tempo urgia e de sua alcova não poderia me ausentar sem trepar com aquela fêmea. Confessei-a minhas libertinas intenções e, após breve oral, o coito propriamente dito teve princípio com a Gueixa cavalgando (KARÁLEO! Que cena memorável!). Em distintas cadências e inclinações de seu tronco, alternávamos estocadas de minha parte e quicadas da parte dela, com direito a beijos cinematográficos, chupadas, lambidas e mordidas (bem de levinho!) em seus seios, auréolas e bicos. Dessa configuração original, sem parar de meter, evoluímos para “de quatro” com o rosto dela voltado para a cabeceira da cama e eu de joelhos sobre esta seguindo com estocadas bastante viris.

Não posso afirmar se ela chegou a ter um quinto orgasmo durante a penetração em si; mas, sim, afirmo, com 100% de veracidade, que, após uns 10 ou quinze minutos já além da segunda hora, do âmago de meu organismo, pude perceber a aproximação tsunâmica de um frenesi orgásmico. No milésimo de segundo antecedente ao clímax, desengato da perva, retiro o condom e gozo profusamente por sobre meu próprio abdomen e torso, cena hipnoticamente observada pela mesma.

Como o adimplemento da obrigação pecuniária já havia sido realizado por meio digital, via PIX, no momento de nossa marcação, restava-me a higienização de praxe antes de partir (WC OK, chuveiro quente e toalha ensacada); de uma maneira super terna e muito envolvente, despedimo-nos com um delicioso beijinho na porta e comigo já informando que regressaria na semana seguinte (PUTZ, a mulher é apaixonante DEMAIS!!!!).

No caminho para a academia (sim, aquelas duas horas foram só a porção aeróbica de meu treino diário...rsrsrs), ouvia a mesma sequencia de canções e buscava fixar a maior variedade possível de detalhes com o intuito de permitir, a ti, caro paciente forista o qual lograra êxito em resistir até esta etapa final do texto, conhecer todos os prazeres que lhe aguardam caso decidam “investir” e permanecer ao lado dessa Diva (sim, com “D” maiúsculo!) por algumas horinhas mágicas...




ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Tenista, Dionizio_RJ, Corcel, Deco1272, Wolfgang, Nanda Martins, Brand, Alucard, Fazzo Casanova, ViciadoEmPeitudas, Rai, Curumim, curtiram esse TD.
IZA FERNANDES - Rio de Janeiro - RJ
IZA FERNANDES
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

23 de Agosto de 2021 às 15:08


IZA FERNANDES - https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/mulata-da-cor-do-pecado-recem-chegada-na-cidade-id-kqdqy

https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/mulata-da-cor-do-pecado-recem-chegada-na-cidade-id-kqdqy

Em todas as ocasiões em que me deparava com um anuncio da Iza, os registros fotográficos mexiam profundamente com a minha libido. Há uns videozinhos dela num conhecido website de anunciantes onde se pode observar, exatamente, sem filtro algum, toda a exuberância do corpanzil daquela mulher estonteante. Definindo melhor esse fenômeno psíquico, é como se, numa fração de segundos, aquele biótipo de mulata “corpão violão”, tão ricamente retratada por famosos cartunistas com Ziraldo ou onipresentes em peças rodriguianas apimentadas por crônicas do Rio de Janeiro da década de 1950, tomasse-me, de assalto, a zona do cérebro primitivo associado aos instintos.

Como todos os confrades já “descolados” bem sabem, fiz o “dever de casa”, procurando descobrir, através de fóruns, se havia relatos favoráveis ao atendimento da dama. Confiante do conjunto de “dados e informações” levantado (quem atua na área de inteligência saberá a diferença, rsrsrs), restava-me apenas aguardar a oportunidade de brecha na atribulada agenda laboral. Eis que, no dia 23jul2021, surgiu. Naquele dia, finalmente, seria possível transpor o “etéreo” ao ”concreto”.

Logo pelo princípio da tarde do memorável encontro, entrei em contato; o texto do status não poderia ser mais apropriado: Iza Fernandes – satisfação garantida! Em termos de perfil psicológico, destacam-se: elegância inerente, languidez nos trejeitos, voz moderada e conversação comedida, afabilidade, refinamento. Já quanto ao porte físico, agilidade, porte atlético, precisão de movimentos e potência muscular durante o exercício de suas competências de meretriz; em síntese, uma legítima femme fatale. Toda a postura pragmática com que o “candidato” a cliente se deparará durante o “prólogo” da marcação, normalmente mediante o uso do onipresente App de mensagens instantâneas, converter-se-á em agradável sociabilização face a face.

Quanto ao corpanzil da dama e, principalmente, ao sexo em si, só há uma palavra na língua portuguesa para defini-la: MÁQUINA! Pobre mortal aquele que, por vã e tola pretensão, acreditar que poderá ter aquela mulher só para si. Iza Fernandez é BANQUETE PARA MIL TALHERES! Se pudesse enquadrá-la, de modo resumido, num “modelo” de messalina, o dela seria o “4B”: beijo (lábios carnudos e macios...); boquete (babado, garganta profunda, sucção precisa...); buceta (carnuda, inchada, encharcada todo o tempo, clitóris avantajado...), e bunda (o estado da arte da anatomia de um derrière feminino). Sem esquecer aqueles seios (médios, tenros, com auréolas e bicos que são uma tentação à parte...).

Nossos primeiros “movimentos” foram de pé, com a dama semi-imobilizada contra a parede e com beijos e toques de dedos bem suaves pela perfeita tez cor de tabaco musa. Equilibrando-se elegantemente sobre um salto alto (ela, em si, já se destaca pelo seu 1,70m) , ficava ainda mais portentosa. Sem sombra de dúvidas, seu gigantesco poder de sedução, ao desfilar pelas ruas, altiva e imponente, no auge de sua autoconfiança e esplendor físico, produz inúmeras “giradas de pescoço” dos incautos desavisados que, de relance, sejam tragados por seu magnetismo sensual, além, ainda, dos olhares de inveja do gênero feminino.

Decorridos alguns instantes assim, as ramificações tácteis espalhadas por minhas mãos já podiam aferir, ainda que sobre o tecido de renda da calcinha, o incremento de temperatura e umidade da xoxota suculenta. Ao alcançar seios com a boca e a língua, a intensidade dos estímulos sobre a xaninha da deusa de ébano já haviam acionado o “start” daquela máquina sexual. Ainda nesta composição, virei-a de costas, lambendo-lhe orelhas e nuca; correntes de excitação desciam–me, das zonas cerebrais de gerenciamento das sensações primitivas, para a “cabeça de baixo”... rsrsrs.

Degustei toda a região até sentir o gosto delicioso de seu orifício anal e do mel de sua buceta melada. Pus a dama na cama, solicitando que empinasse bem a bunda de modo a permitir o transcorrer de minha língua, lábios e dedos por toda sua zona erógena, inclusive, dedicando muita atenção a seu grelo voluptuoso. Devo admitir que, embora o momento do coito seja deveras fulcral para finalizar um encontro dessa natureza, o que verdadeiramente me dá prazer são tais delongadas, lânguidas e lúbricas sequencias de preliminares. Após outro interlúdio, pareceu-me que a dama havia alcançado o clímax.

Por iniciativa da mesma, postou-se de quatro, com aquela bunda para o alto; assim, eu era capaz de registrar sua anatomia traseira enquanto a observava degustando o “nervo”, como se fora loba faminta diante do último naco de carne do planeta. Durante a demonstração de suas competências memoráveis na arte do felatio, acariciava suas madeixas negras, afastando-as de forma a observar seus simétricos traços faciais em pleno ato. Confesso que tive de alterar a posição da chupada porque já estava quase “sendo derrotado” por aquela boca quente e macia...

Procurando explorar aquele tesudo espécime de outras formas, solicitei que ela permanecesse perpendicular à cabeceira da cama, de modo a também exercitar seu dons “orais”, ao mesmo tempo em que, apoiado sobre o solo do quarto, com uma das minhas mãos, a masturbava, e, com a outra, estimulava seus bicos do peito, suavemente; a buceta, sempre encharcada. Permanecemos nesta “configuração” por um interregno. Já não aguentando mais de tesão, solicitei que nos preparássemos para o coito propriamente dito.

Proteção aplicada pela própria, por intermédio do uso de sua deliciosa boquinha, estando eu com as pernas firmes no chão do quarto e ela paralela à cabeceira da cama, demos início a selvagem cópula, num suculento frango assado. Já em ritmo frenético, bombava na “Velocidade 05”, ao mesmo instante em que lhe sugava, alucinadamente, boca e peitos. Desejoso por prolongar, ao máximo, aquele conjunto formidável de sensações, captado por mais de um órgão dos sentidos, simultaneamente, roguei-a que assumisse a posição de quatro, agora em outra aresta da cama e já alinhada ao eixo longitudinal.

Outra sequencia vigorosa de bombadas e eu já “avistava’ o frenesi orgástico; como todos os sinais do corpo da dama demonstravam que ela estava curtindo muito, acelerei ainda mais os movimentos pélvicos, não parando de meter, mesmo depois de ter cometido verdadeiro espermatozoidicídio dentro do perservativo... rsrsrs.

Hidratação gentilmente oferecida pela musa de ébano, após ela se dar conta de quão molhado de suor estava meu corpo. Adimplemento da obrigação pecuniária por meio digital (via PIX), ducha morna no excelente toalete do espaço (todo o apartamento é bem amplo, ressalte-se!) e partiu academia para finalizar meu treinamento diário, haja visto que, com a Iza, só foi possível realizar a etapa cardiorrespiratória... rsrsrsrs.





ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
ronondex, K-9, Dionizio_RJ, BalabanRJ, El_Barto, Alucard, curtiram esse TD.
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