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27 de Agosto de 2023 às 08:08
Depois de bastante tempo como leitor anônimo do GPArena, decidi ter a minha primeira experiência com uma GP. Graças aos relatos - e às fotos, não vou negar - decidi chamar a Lily. A escolha não poderia ter sido mais acertada.
O contato pelo WhatsApp foi super fácil. Simpática e educada, agendou o horário e me deu as primeiras instruções de como chegar ao apartamento. Como disse o amigo, ela não passou o endereço imediatamente, mas deu uma espécie de passo a passo. Foi divertido, quase como em uma espécie de gincana.
O apartamento é em Copacabana, em uma rua um pouco escondida, mas de acesso fácil tanto para quem vem de carro como de transporte público. Recomendo a segunda opção, por conta da dificuldade de estacionar no bairro.
Ao tocar a campainha, sou recebido com um sorriso gigantesco. Ela é realmente linda e o corpo consegue ser mais bonito do que nas fotos. Ela me oferece um copo de água e chamou para conversarmos no sofá, onde falamos sobre assuntos diversos. Ela tem um excelente papo e a impressão era a de que eu estava em um encontro.
Percebendo que eu sou tímido e estava sem saber como agir, ela começou a acariciar a minha mão e o meu braço. Retribuí e, pouco tempo depois, trouxe ela até a cama para avançarmos para o próximo passo.
O corpo dela nu é a coisa mais bonita que eu já vi. Não há absolutamente nada fora do lugar. O silicone está na medida certa e não deixou os seios duros, como acontece na maioria dos casos. Foi uma delícia chupá-los.
Trocamos bastante carícias - ela tem um beijo tímido super gostoso - e pedi para ela fazer um oral, no que fui prontamente atendido. Que delícia! Molhado e na pressão certas. Tive a impressão de que poderia gozar ali.
Camisinha colocada, ela senta em mim super gostoso. Ficamos alguns minutos nessa posição e ela sugere que eu a coma de quatro. Aceito, obviamente, mas nessa hora o meu nervosismo e a culpa por estar traindo a minha esposa lá primeira vez começa a me atrapalhar. O garoto resolve ficar meia bomba e impede a posição. Tentamos papai- mamãe, mas também não deu certo. O jeito foi voltarmos à troca de carícias. Quando, depois de uma punheta deliciosa, voltei a ficar duro, tentamos papai-mamãe novamente, mas meu pênis decidiu que fecharia para balanço.
Ela me masturbou por bastante tempo e depois sugeriu que eu me tocasse, já que conhecia o meu corpo melhor que ela. Enquanto eu batia a punheta, ela acariciava o meu saco, tudo enquanto olhava nos meus olhos. Incrível.
Quando percebeu que eu estava pra gozar, ela sugeriu que eu gozasse nos peitos. E quem sou eu para desobedecer? Não pude negar. Terminado, fui ao banheiro, me higienizei e depois de um pouco mais de conversa, parti para casa.
Apesar de o meu corpo não ter ajudado, saí extremamente satisfeito. Não sei ainda se vou permanecer nessa vida, mas, se decidir continuar, certamente voltarei a encontrá-la.
O programa não foi barato, mas valeu cada centavo. Recomendo a todos.
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