|
24 de fevereiro de 2026 às 15:02
LINNA COSTA - https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/niteroi/disponivel-nesse-carnaval-morena-mignon-greluda-id-rhq2y
Fazia tempo que eu devia esse relato, confrades. Linna Costa.
Mandei a mensagem no WhatsApp e, para minha surpresa, ela respondeu quase na hora. Combinamos o horário rapidinho e parti para o endereço: Rua Maestro Felício Toledo, 551.
Cheguei e quem abre a porta é uma baixinha morena, cabelos lisos caindo pelos ombros, bunda redondinha empinada de dar inveja, corpo todo natural, sem exageros, mas extremamente gostoso. Olhei duas vezes antes de entrar.
Ela me levou até o quarto — um apartamento dividido, com mais duas meninas atendendo em outros cômodos. Perguntou se eu queria tomar uma ducha. Aceitei na hora.
— Você vai se trocar no banheiro ou aqui mesmo? — ela perguntou, com um sorrisinho malicioso.
— Pode ser aqui? — respondi, já testando.
— Claro… — ela disse, sem desviar o olhar.
Tirei a roupa devagar, sentindo os olhos dela em mim. Fiquei só de toalha e fui pro banho. Água quente, sabonete, voltei enrolado na toalha. Tirei tudo de uma vez e me deitei pelado na cama de casal que ocupava quase o espaço inteiro do quartinho.
Linna não perdeu tempo. Veio por cima, colou o corpo quente no meu e começou a me beijar com vontade. A boca desceu devagar: pescoço, peito, barriga… até chegar no Jr. Pegou com a mãozinha firme e levou à boca. Meu Deus, que mamada.
Língua quente rodando na cabeça, chupada profunda, mão acompanhando o ritmo na base. Ela alternava sucção forte com lambidas lentas e demoradas, olhando nos meus olhos de vez em quando. Eu me segurava com todas as forças pra não gozar ali mesmo.
— Deixa eu chupar você agora… — pedi, voz rouca.
Ela sorriu, deitou de costas e abriu as pernas. Que visão. Buceta lisinha, carnuda, com um grelo grande e arrepiado, já brilhando de umidade. Me joguei ali. Língua explorando cada pedacinho, chupando o clitóris com vontade, sentindo ela tremer e arquear as costas. Os gemidinhos foram aumentando, as coxas apertando minha cabeça.
De repente ela pegou a camisinha, rasgou o pacotinho com os dentes e colocou em mim com uma habilidade que denunciava prática. Olhou nos meus olhos e falou, quase sussurrando:
— Nem vou precisar de lubrificante… já tô toda molhada. Fiquei assim desde que você tirou a roupa pra tomar banho.
Subiu em mim devagar, encaixou e começou uma sentada frenética. Quadril rebolando, subindo e descendo com força, peitinhos balançando na minha cara. Cansou, pediu pra trocar.
Virei ela pra posição tradicional papai e mamãe beijei sua boca, mamei gostos em seus seios . Entrei devagar na sua bucetinha, sentindo ela quentinha e apertada. Beijava minha boca com desespero enquanto eu socava firme. Ela gemia alto, sem se importar com as outras meninas no apartamento:
— Não para… tá muito gostoso… não para, por favor…
Fiquei um bom tempo assim, sentindo ela se entregar completamente. Então ela virou o rosto, olhos vidrados:
— Me pega de quatro… quero gozar assim.
Obedeci na hora. Segurei firme na cintura fina, puxei o quadril pra trás e comecei a meter com mais força. Ela se apoiou nos cotovelos, agarrou a fronha com as duas mãos e gemia sem parar. Senti ela ficar ainda mais molhada, o corpo tremendo, a respiração entrecortada. Era o sinal.
Não aguentei. Gozei forte dentro da camisinha, pulsando várias vezes, enquanto ela se contorcia e gozava junto, gemendo meu nome baixinho.
Ficamos alguns segundos ofegantes, colados um no outro. Fiz questão de um segundo round, mas o relógio não perdoava — tinha um compromisso logo depois.
Tomei outro banho rápido, fiz o PIX combinado, conversamos uns minutos rindo e trocando carinhos leves. Saí com um sorriso bobo e a certeza absoluta: **vou voltar. E volto logo.**
---
|