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04 de Março de 2026 às 05:03
Confrades, após muito tempo aproveitando o conhecimento transmitido aqui pelo fórum, inicio minha contribuição a todos.
Sou um ser insone. E às vezes, quando a privação do sono vem, traz junto a inquietude, e aí, vou me aventurar pelas ruas do Rio de Janeiro. Muitas vezes, a inquietude chega em dias e horários pouco convenientes, e nesses momentos, um passeio pela Sotero dos Reis é sempre convidativo.
Ao chegar na Vila, fui dar minha tradicional volta, para ver se algo chama a atenção. Inicialmente, tudo parece mais do mesmo e penso que sairei no zero a zero. Após algum tempo parado em frente ao corredor do U, vejo uma mulher que chama minha atenção de um jeito diferente. Bem branca, loira, com roupa cor de marca texto. Apesar de um pouco acima do peso, reconheço a mulher, já que, por coincidência, foi a primeira que tive o prazer de ter em minha companhia na Vila, a pouco mais de 10 anos. Ela se aproxima, faz o convite ao ato, eu pergunto seu nome, ela responde:
- Meu nome é Kelly.
- Verdade, acabei de me lembrar de você.
- Sim, trabalho aqui já tem um tempo. Meu serviço é completo, barba, cabelo e bigode.
Considero se vale a pena o repeteco. Pelas minhas andanças, sexo anal é algo difícil na Mimosa. O tempo passou, lembro que ela era um mulherão, quase uma fera que vagava pelo corredor do U, e hoje ela parece mais calma, mais contida. Tomo uma cerveja para considerar, e após uma garrafa de coragem líquida, vou em busca dela. Serviço completo na Vila tem sido artigo de luxo, e ela, apesar do tempo, ainda mantém beleza. Peço para tomar mais uma cerveja, ela senta comigo, pergunto se ela quer beber também, ela nega. Também não me pede nada. Conversamos amenidades enquanto eu bebia um latão e fazíamos os últimos combinados.
Subimos e, surpreendentemente, me encontro em um cubículo limpo e bem refrigerado. Nos despimos, fui de casa de banho tomado, ela reforça a minha higiene com lenço umedecido e começa um oral sem camisinha com vontade de quem faz com gosto. Bem feito, sem regular nada. Ela coloca a camisinha com a boca e peço para ela ficar de quatro, e começamos efetivamente os trabalhos. Após alguns minutos ela pede para eu ir por cima por conta do tamanho da cama. Mais alguns minutos e eu peço o precioso dela. Ela pede para ficarmos de lado e assim ficamos possivelmente por metade do tempo acordado. Era para isso que eu estava lá, e ela chegou junto. Leite na borracha, nos despedimos e saio pensando que às vezes a segurança do conhecido pode ser melhor que a novidade e a exploração do novo.
Nem sempre a insônia é inconveniente.
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