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08 de Novembro de 2019 às 17:11
Este é o meu primeiro relato aqui no Forum. Pensei muito se deveria escrever um relato ou não, mas decidi compartilhar com os senhores uma parte das muitas experiências que venho tendo com esta moça sensacional! Foram muitas experiências, e, apesar de lembrar muita coisa de todas, minha mente já não consegue separar bem o que foi numa ou outra, então optei por relatar a primeira de todas (pq a primeira, nunca se esquece). Peço desculpas pelo tamanho do relato e também porque vou soar um pouco romântico, mas isso é culpa da minha professora de francês, que insiste que poesia do Sec. XIX vai melhorar meu vocabulário e é meio difícil não soar romântico depois de tanto Alfred de Musset, ainda mais sendo canceriano...
Sei que muitos de vocês preferem ir direto ao ponto ao invés de ler meus devaneios, portanto, se quiserem, é só procurar pelo ***, e lá chegarão. Let the games begin!
É interessante o destino... Às vezes me pego pensando sobre as 3 nornas que tecem o fio de nossa existência aos pés de Yggdrasil, a árvore da vida, e concluo que as três tem um excesso de senso de humor. Depois de anos de fidelidade a um casamento de merda, quis o destino, inexorável e inflexível, que eu descobrisse a infidelidade de Sinhá Moça, e consequentemente caísse novamente na vida bandida...
Já não me aventurava pelo Centro do Rio de Janeiro há anos, mas quis o destino que um dia eu tivesse um tempinho livre na rua da Carioca, e, já ciente da existência da casa após uma pesquisa no Espaço Terapias (que eu imaginava ser um site de massagistas, digamos, comuns, das que poderiam ajudar com os efeitos da idade nas minhas costas), saquei o celular, conferi o endereço e me dirigi ao recinto. Nesse momento me lembrei da norna Urd, que cuida dos fios do nosso passado, e de quantas aventuras pelo Centro do Rio de Janeiro ela me faz relembrar (Ainda pretendo me juntar ao colega Dante-RJ em suas "memórias de um rio libertino"). Não é deste dia em particular o meu relato, mas é importante para entender as minhas razões. Atendido pela belíssima Patty neste dia (que, diga-se de passagem, me proporcionou a maior surpresa que uma calça legging pode proporcionar a um homem... O que era aquele derrière escondido sobre aquele tecido preto...) e, terminados os trabalhos, ao me encaminhar a saída, vislumbrei de relance uma bela moça baixa de cabelos pretos lisos e um sorriso gostoso. Aquela imagem ficou na minha cabeça por algumas semanas...
Eis que, em meados de Julho, a vida me leva novamente ao Centro, e resolvo me aventurar a Onix novamente. Não conhecia o GP Arena aquela época, mas já tinha reparado no velho e surrado capacho na porta, e para mim este capacho acabou por se tornar o meu “pilar entre as plataformas 9 e 10 da Estação de Kings Cross”, que me transporta a um mundo de magia particular, minha plataforma 9 ¾, com a única diferença que, neste caso, o expresso de Hogwarts passa por uma portinha estreita com um degrau mortal, um lavabo e um corredor apertado, e ao entrar nos “vagões” não vejo Luna Lovegood absorta e sim uma cabine apertada, sem janelas, e com um box (pelo menos o sapo de chocolate não vai cair fora do vagão). Talvez a sensação seja mais próxima a do “armário” que leva a Nárnia, mas o importante é que é ali onde a magia acontece...
*** Sendo sincero, comparando com outras casas, posso dizer que a estrutura da casa poderia ser melhor, mas de longe é ruim. É um pouco apertado sim, o colchonete é de solteiro, e o box é bem pequeno pra pessoas maiores, mas convenhamos, ninguém entra em uma casa dessa natureza esperando o Drake Hotel de Chicago ou o Papadopoli de Veneza. Ter o box no interior da cabine é, de longe, a característica que mais prezo no estabelecimento, e nisso, não podemos reclamar. É limpo, toalhas ensacadas, chinelo... Ah, mas é apertado... concordo, mas sinceramente, já estive em lugares mais apertados, por mais tempo e com menos perspectiva de diversão (experimentem a classe econômica da Air France por 11 horas no assento do meio de um voo diurno, bebendo um “vin ordinaire” com tampa de rosca numa taça de plástico, viajando a trabalho, e talvez entendam). Outro ponto muito positivo é a preocupação constante com a discrição... Os clientes não se cruzam nunca... Fundamental numa casa. Sendo assim, dou BOM para estrutura, porque sei que tem melhor, mas fico satisfeito com o padrão da Onix! ***
Voltando ao meu relato... Após ser encaminhado ao meu vagão, (Ops, minha cabine), a recepcionista me informa que as meninas irão se apresentar. Meus caros, se a palavra dúvida não existe nos seus dicionários talvez devessem ir até a Onix. Seis belas moças se apresentaram a mim, e todas me impressionaram. Durante alguns segundos tive devaneios meio loucos sobre a minha escolha... Um belo sorriso de aparelho enquadrado por um rosto lindo; belos cabelos lisos meio acobreados escondendo um ar meio tímido; ou talvez me perder em lindos e longos cabelos cacheados que se aninhavam em volta de um belo sorriso; a possibilidade de ser novamente surpreendido pelos mistérios de uma calça legging; um perfume tão inebriante que me deixou sem palavras; ou talvez a imponência e a elegância de uma bela mulher com um rosto de traços eruditos e levemente surreais... Teria sido uma escolha cruel... mas a minha dúvida foi implodida pela sétima moça, a que entrou meio atrasada na cabine... a personificação daquela imagem que havia ficado em minha cabeça entrou porta adentro e qualquer resquício de dúvida que restava após a entrada da moça na cabine se esvaiu com a frase por ela proferida: “Eu sou Isabela. Prazerrr!”. O “R” puxado do sotaque mineiro me destruiu.
Devidamente escolhida, ela volta a cabine e, como de praxe na casa, acertarmos os 170 galeões de forma antecipada. Ela gentilmente pede que eu adiante o banho que ela retornará em breve.
Tomo o meu banho, já com os BPM acelerados pela mera possibilidade de passar um breve tempo da minha vida com essa menina... Em um momento de fraqueza, pugnei para que os deuses não permitissem que meu amigo lá embaixo me deixasse na mão (Hoje sei que isso seria impossível. Isabela é a prova de falhas).
Ela retorna, e ao se despir, eu faço uma nota mental para que eu pesquise de que são feitas as calças legging, tal qual foi a minha surpresa com as curvas desta moça escondidas por este artefato curioso... É meu parceiro de tantas jornadas, sua chance de falha reduziu-se a zero, pensava eu... Ela definitivamente é muito mais bonita pessoalmente do que nas fotos, (Fui ver essas fotos com calma muito tempo depois, a bem da verdade, mas o comentário é pertinente...rs). Mas o melhor ainda estava por vir...
*** Confesso que fui um pouco “Virjão” nessa primeira vez que estive com ela... Meio abobalhado pela beleza da menina e me considerando com sorte de estar com uma moça que eu considerei tão bela, deixei que ela me conduzisse.
Isabela é branquinha, tem belos cabelos pretos lisos, um corpo com suaves curvas, é pequenina e bela de rosto. Além disso, é divertida, sorridente, autêntica e meiga. Tem uma sensualidade meio sapeca, uma safadeza natural... durante o ato, ela lança um olhar de quem parece que está gostando de fazer algo proibido. Mas acima de tudo, uma bela vontade de agradar!
Ela poderia ter feito o que quisesse de mim nesse dia, eu estava nas cordas. Me senti como Mikael Blonqvist sendo possuído por Lisbeth Salander por algum tempo. Mas, mesmo me conduzindo, fez tudo para que fosse da forma que eu quisesse.
Se ela se entrega no beijo? Se mama gostoso até o final? Se aguenta pirocada? Se senta com vontade? Isso meus caros, deixarei que vcs descubram sozinhos. Afinal, que tipo de homem é aquele que não dispensa um pouco do seu tempo e de seu esforço para descobrir os mistérios de uma bela mulher? Eu descobri alguns mistérios de Isabela, e valeu cada segundo da minha vida! ***
Ao me vestir, agradeço silenciosamente a Verdandi, a norna que tece o nosso presente, o momento mágico preparado para mim. Retornando ao mundo dos trouxas (pelo elevador desta vez), me lembro de ter perguntado a mim mesmo se devia repetir essa experiencia um dia (sob pena de me apaixonar de forma irreversível) ou deveria só guardar os bons momentos, afinal, um canceriano deve se proteger das paixonites agudas...
Nessa hora, a gargalhada de Skuld, a puta virgem que nos guarda os fios do futuro, foi audível desde o Valhalla até a Estação Carioca do Metrô... E ela ria de mim...
Eu voltaria muitas vezes (e talvez deixe mais alguns relatos sobre algumas dessa vezes em outro momento)... Me apaixonaria por um período de 1 hora por muitas semanas (mas estas são outras estórias), porque o destino tecido pelas 3 fiandeiras aos pés da árvore da vida não nos pertence, ele está entregue ao bel prazer das putas... O destino meus caros, é inflexível e inexorável...
Wird bid ful araed
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