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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Anteriormente, em Contos do Noel...
O confrade Wolf já havia sido contactado e me aguardava (...) Sentamos, papeamos ...
HO HO HO
Ainda na sexta de carnaval que não era carnaval mas foi carnaval, tinha tempo sobrando e pensei em arriscar mais uma aventura. Lembrei que o Wolf tinha me mostrado uma menina interessante no dia que nos encontramos para beber. Já com a intenção de trair o movimento, tinha pedido o link do anúncio dela e fui procurar. Achei, vi as fotos e entrei em contato.
Não demorou muito, ela me responde, sendo bastante educada e direta quanto às minhas dúvidas. Perguntei se tinha horário ainda e disse que se eu desse certeza me aguardaria por volta de 19h30. Perfeito!
Ia beber uma cerveja no Zezé, mas encontrei uma menina e ficamos conversando. Acabou ganhando uma lembrancinha.
Próximo da hora combinada, me despeço e sigo em direção ao local previamente informado. Entrada no prédio sem burocracia alguma, só cumprimentei o porteiro e subi. Chego à porta e sou recebido pela própria: menina simpática, branquinha, cabelos negros, sorriso Colgate, olhos claros, trajando um robe vermelho semi transparente. Me dá um beijo e me encaminha ao seu cantinho.
O local tem pequenos quartos com divisórias que não vão até o teto. Pra mim, não fez diferença já que peguei seu último horário e estávamos a sós por lá. Sentamos em sua cama, batemos um rápido papo e vou ao banho com a toalha que ela já tinha separado pra mim. Volto e ela me pede para deitar de bruços para começar a massagem, muito boa por sinal e bem relaxante (minha opinião).
Como não estava vendo, não sei dizer em que momento ela se livrou de sua roupa. Só sei que ela começou a passar seu corpo no meu e pude sentir seus volumosos seios passando nas minhas costas. E isso deu um tesão fabuloso. Ao me virar de frente pra ela, minha cueca é retirada e ela vem num oral guloso. Alternou chupadas e lambidas até que deu início à uma espanhola absurda de boa. O Pequeno Rudolph parecia que estava brincando numa piscina de bolinhas: sumia e voltava. E Melissa gosta disso.
Me levanto e agarro ela, beijando sua boca, pescoço e seios. Quando chego neles, ela segura minha cabeça com uma das mãos e com a outra apoiava o seio por baixo, como se estivesse servindo ele pra mim. Não fiz desfeita e aproveitei aquele banquete, chupando um e massageando o outro. E definitivamente ela adora que explorem essa parte do seu corpo, os gemidos e sussuros entregavam isso.
Bem excitada, ela fica de quatro numa visão maravilhosa enquanto eu estava ajoelhado e vai até Rudolph novamente, dessa vez num ritmo mais acelerado, veio disposta a liquidar a fatura. Não resisti e ela conseguiu poucos minutos depois. Se deliciou com tudo e foi expelir no banheiro.
Dei uma higienizada na área de lazer e voltei para retribuir. Já ciente dos meus planos sórdidos, ela me aguarda sorridente. Beijo sua boca, sigo pelo pescoço e desço, mas não diretamente ao meu objetivo. Há um pedágio a ser pago antes de chegar lá que são aqueles peitos saborosos. Já falei que ela curte brincadeiras com eles?
Tarifa paga, a cancela sobe e eu desço até sua ppk carnuda, cheirosa e quente. Começo chupando em ritmo de marchinha até chegar na batida de uma bateria de escola de samba. Não teve grito de carnaval, pois ela é discreta como um antigo baile de máscaras, nem "ziriguidum telecoteco balacobaco". Só gemidos puros ao gozar.
Conversas, troca de beijos, banho e copo de água gelada. Foi o enredo final da minha saída, com direito a beijos de despedida. Já nas ruas, o trenó me busca pondo um fim na minha breve aventura carnavalesca.
