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RELATOS DO PAPAI NOEL

MONIQUE MOURA - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99795-0203
MONIQUE MOURA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

31 de Dezembro de 2024 às 23:12


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CONTOS PERDIDOS DO NOEL - PAI JONAS

HO HO HO


Não tenho tanto tempo de fórum, por isso não posso dizer que, quando cheguei, tudo isso aqui era mato. A época era outra, claro. Do meu ponto de vista, melhor em vários aspectos. Mas se tem algo que posso dizer de maneira incontestável é que sou de uma época em que a quantidade de VIPs não chegava a duas dezenas.
Sim, caro leitor, acredite. Diferente de hoje, com uma galeria enorme de GPs desfilando diante de nossos olhos enquanto rolamos a página inicial do site, as opções eram bem menores. Inclusive, muita gente já se auto impunha o desafio de "zerar as VIPs". Se naquele tempo não conseguiram, posso afirmar categoricamente que atualmente ninguém conseguirá tal feito.

Dentre as poucas VIPs desses não tão remotos temos, Monique já chamava a minha atenção. Por motivos diversos, nunca chegamos a marcar. Esse ano, mais especificamente no mês de maio, decidi corrigir esse equívoco. Consegui um horário com relativa facilidade. Mas parafraseando a narração da história de Joseph Climber, a vida é uma caixinha de surpresas. Um problema de saúde na minha família me obrigou a cancelar o encontro com Monique, que foi avisada com antecedência. Inclusive, por conta das coincidências do destino, ela tinha um compromisso no dia em questão e teria que desmarcar de qualquer forma.

Passaram-se alguns meses, os problemas foram contornados e as coisas estavam retornando à estabilidade. Hora de retornar ao ponto onde parei. Novo contato com Monique; porém, desta vez, a resposta não veio. Como sua agenda é concorrida, algo que seus fãs corroboram, lembrei de uma fala muito comum no meio evangélico: eu escolhi esperar. Tentei novamente no dia seguinte. Sem sucesso. O processo se repetiu nos dois meses seguintes. E nada ...

Desanimado e frustrado, me ocorreu uma última esperança: convocar uma entidade espiritual para me ajudar. Dada a semelhança entre a situação atual e àquela que originou sua primeira aparição, decidi evocar Pai Jonas. Em dois estalos de dedos, ele se manifesta.

- Saravá, meu pai!
- Como posso ajudar, zifio?
- Tô com um ipade nos meus caminhos.
- Hmmm. D'ôtra vez foi a mesma coisa com o ômi das letras. Posso ajudar o fio sim.
- Só tem detalhe: com todo o respeito que devo ao pai, eu queria me amarrotar com ela ao invés de ficar só olhando.
- Fica assussegado, zifio[/]. Sei que suncê tá com gana na moça. Lémdumais, aqui é de Pai pra Pai.
- O ṣeun, meu pai.

E lá foi Pai Jonas iniciar os contatos. Entre um atendimento e outro, Monique respondeu, tirou dúvidas e agendou. Tudo certo. Mas a vida ... ah, essa caixinha de surpresas. A deliciosa concubina uval foi substraída de seu telefone e ficou temporariamente off. Às vésperas da data do nosso enrosco. Meu mentor espiritual já se antecipou e disse: - Se aquieta, zifio. Paciência. É só esperá 7 dias que vô resolvê pra suncê. Dito e feito. Antes até do prazo, nova marcação feita e me restava só segurar a ansiedade.

Era uma quinta nublada, sem chuva e, para os padrões cariocas, de clima fresco. Com vinte minutos de antecedência, o idoso roliço que vos escreve desembarcava no Largo do Machado. Paro na lanchonete que fica quase ao lado do prédio e peço uma água. Só ela mata a sede, diz a sabedoria popular. Pelo menos, uma das sedes que me aplacava. Faltando cinco minutos, Monique dá o sinal verde para ascender os andares até sua alcova.

Ao chegar, trajando uma lingerie branca, ela me recebe com um beijo, um abraço, um olhar e um sorriso. Se eu estivesse nos anos 90 diria que é tudo que eu preciso, mas três décadas depois fiquei mais exigente. Ela me conduz pelo corredor até o quarto onde, dali a pouco, faríamos algumas saliências. Nos poucos metros até a porta, fui escaneando aquele corpaço irretocável e chego à conclusão de que nenhum produtor de conteúdo escrito (a.k.a. forista ativo) até hoje soube descrever o que eu estava vendo, que é muito melhor do que qualquer foto dela que já vi. Até saberia fazer isso para corrigir o erro de todos os colegas do site que escreveram antes de mim. Mas além de saber que muitos me acham chato, prefiro me omitir na intenção de incentivar vocês a testemunharem com seus próprios olhos.

Batemos um papo com algumas brincadeiras pra descontrair e quebrar o gelo. Recebo a toalha ensacada e vou ao banho. Na volta, já doido para perscrutar cada curva de Monique, começamos a nos pegar em pé ao lado da cama. Muitos beijos e bolinações mútuas. Algumas partes específicas dela, ao serem beijadas, arrancavam suspiros capazes de dar tesão até em defunto. Depois que suas peças de lingerie e minha cueca foram lançadas pelo quarto, fomos para a horizontal. Com muito custo, separamos nossas línguas e explorei mais de seu corpo. A visão de seus seios aumentava minha fome de Monique. Dediquei alguns bons momentos apreciando-os com 3 sentidos: visão, tato e paladar. Continuei descendo, beijando suas costelas, barriga, umbigo, partes internas das coxas, canelas, pés ... quase nada escapou aos meus toques. Faltava somente sua bela buceta, que, àquela altura do campeonato, seria o coup de grâce em Monique. Acho que ela já estava em vias de chegar ao ápice antes mesmo que eu visitasse o seu íntimo. E eu não estava errado. Pouco depois que comecei a degustá-la, ela se contorce, suspira mais intensamente e geme anunciando seu gozo, que é saborosíssimo.

Porém, fiquei com uma sensação estranha, do tipo "foram duas linguadas e acabou o iogurte?". Esperei passar alguns instantes e perguntei se poderia chupar mais um pouco ou se estava muito sensível pra isso. Monique concordou. Agora sim, pude saborear seu sexo com mais gosto e, desta vez, mais avidez. Demorou um pouco mais, mas o desfecho foi o mesmo.
Hora da revanche. Ela me pede para deitar e avança sobre Rudolph. Seu oral é muito bom, sua língua desempenha uma coreografia sexual ímpar. Antes que eu me acabasse, pedi a camisinha. Monique vem por cima numa sentada que beira a covardia: eu tinha acabado de fugir do oral pra (tentar) aguentar mais um pouco e ela toda feroz sentando e me beijando. Acuda, Pai Jonas.

Mudamos de posição para um PPMM, regado a muitos beijos e até com uma pequena ajuda dela, colocando as pernas por trás de mim. Ficamos um tempo até mudarmos novamente, desta vez com ela de quatro. Mesmo com essa visão maravilhosa e inspiradora, senti que não conseguiria gozar. Fiquei o quanto aguentei e, para aproveitar o restante do tempo da melhor forma, pedi para chupá-la mais uma vez. Até que ela aguentou bastante, mas acabou sucumbindo às minhas habilidades.

Ficamos conversando e rindo após sua recuperação. Falamos sobre assuntos diversos até que o tempo se aproxima do fim. Tomo um banho, me despeço com a promessa de retorno e sigo até o elevador. Enquanto aguardava, uma voz disse próximo ao meu ouvido: Deixei suncê se amarrotar com ela, mas gozá na minha frente não, né?.
Assim você mata o Papai, Pai Jonas.





Como Monique não autorizou uma foto com o gorro (talvez pelo fato de eu não ser enologicamente habilitado para isso), fica aí o registro do Mau Velhinho no Largo do Machado.





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NO COLO DO NOEL: Monique é uma mulher intensa, divertida, inteligente e dona de um corpo estupendo. Não tenho nada do que reclamar de seu atendimento. Muito pelo contrário. Ela é atenciosa, ousada e faz de tudo para agradar. Sou mais um a recomendar está gata deliciosa a todos que não a conhecem.

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Oscar, The Shy, Conde Da Valáquia, membro, Pirubaby, Café, vadeR, Az,, Detonador, Bart, Jack Satoru, Ninho, PauloCesar, Tenista, HC, FGFR, Brand, Araujo, Aquiles Espartan, Estarossa, Barbosa82, Mr Sheik, Julio Cesar 34, Getúlio, Alucard, Lixo II, Holmes, Yami Mysterio, Fatblack, Duelista, Long Trail, Joey Tribbiani, Mítico, Lennon, Broker83, ronondex, Eva Sanchez, rafael.oliveira, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
KAREN BELLINI - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 95926-7022
KAREN BELLINI
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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20 de Junho de 2024 às 00:06


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HO HO HO

Depois de uma sequência de morenas e/ou portadoras de belas madeixas escuras, me bateu uma fome de loira. Junto a isso, desejava também provar uma novidade. Como num estalo, me veio à mente o nome da Karen, que a minha querida Giovana Branca tinha me recomendado há um tempinho.
Pego o contato dela no Arena Social, mando mensagem e, em menos de 15 minutos, tiro minhas dúvidas e, pra minha sorte, marcamos para dali a pouco mais de meia hora.
Pouco antes do horário combinado, me ponho a caminho para pegar o cartão de acesso à Matrix, onde ela atende. Karen me diz a sala (como se eu não soubesse qual é) e subi o expresso vertical que costumam chamar de elevador. Gorro a postos, toco a campainha e a própria vem me atender: uma loira bonita, trajando lingerie vermelha (escolhida especialmente pra mim), boca carnuda, coxas grossas e uma comissão de frente de resPEITO, que me hipnotizou de um jeito que eu nem SEIO que dizer.

Com um beijo (ainda) contido e um sorriso, Karen me recebe e me conduz até a cabine onde iremos passar os próximos minutos. Como o banheiro é compartilhado e já estava sendo utilizado, aproveitamos o momento para conversar um pouco e dar uns beijos, pois, segundo ela, (sic) "beijo é essencial, é o que liga tudo". Por mais Karens nas nossas vidas. Banheiro liberado, peguei a toalha (ensacada) e fui.
Na volta, ela já tinha escolhido uma playlist bacana e mal tive tempo de fechar a porta: fui tomado de assalto pelos deliciosos beijos da loira, que partiu pra cima de mim. Ficamos nessa pegação até ela se ajoelhar na cama e, com uma cara de safada, agarrar Rudolph e abocanhá-lo. Segurei seus cabelos de lado para apreciar a cena. Quando começou a ficar perigoso, peço para retribuir e ela já se põe de pernas abertas.

Antes de aproveitar aquele convite, provo um pouco mais dos beijos que aquela boca carnuda proporciona. Desço até os seus espetaculares seios e me delicio ali por um tempo, pois merecem uma atenção especial. Quando enfim chego na sua xana, cheirosa e muito bonita, deixei a fome me guiar e avancei como um predador que encurrala a sua presa. Já nas primeiras investidas, Karen se contorce e geme baixinho. Quando ela agarra meus (poucos) cabelos e segura uma de minha mãos com força, imaginei que estivesse na iminência de um orgasmo. Se ela gozou ou não, ficarei na dúvida. Só sei que ela me puxou pelo cabelo e ordenou: "Vem que eu te quero!".

Missão dada é missão cumprida. Mais beijos naquela boca gostosa, gorro no Rudolph e vamos bater virilha. PPMM encaixado, cadenciado, olho no olho e muito beijo.
No meio da ação, Karen fala no meu ouvido que curte algo mais hard. Por um milésimo de segundo, tremi na base por não saber se teria saúde pra acompanhar o pique. Mas ela logo me diz o que queria e foi tranquilo. O que já estava bom ficou melhor ainda.

Temendo que o sino pequenino batesse, sugeri invertermos as posições e ela monta em mim numa velocidade de dar orgulho a qualquer professor de jiu-jitsu. O encaixe seguiu muito bom. Alternando reboladas e quicadas, Karen fazia uma cara de safada e aqueles peitos monumentais completavam a visão que me deixou com mais tesão. Peço pra que ela fique de quatro e ela se ajeita na beirada da cama. Acoplamento concluído, seguro seu quadril e vou estocando por alguns (poucos?) minutos até dar tremedeira nas pernas e gozar.

Deito semi desfalecido na cama e Karen pergunta se gostaria um copo d'água, o qual aceito. Já hidratado, ainda conversamos mais um pouco. Ela confere se o banheiro está liberado, tomo mais um banho, coloco minhas roupas e me despeço com mais beijos.


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NO COLO DO NOEL: Gostei bastante da Karen, principalmente pelo estilo de atendimento dela. O foco completo dela é no cliente, algo que deveria ser padrão, mas que tem virado diferencial para as que agem assim. O fato dela ser bonita e gostosa acaba virando um bônus muito bem vindo. Como o relato é atrasado (novidade!), estou devendo uma nova visita faz tempo ...

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E não se esqueçam ...





Nomade, Oscar, The Shy, Madruguinha, Negão_01, Kaiser, CafécomLeite, Conde Da Valáquia, Estarossa, Barbosa82, Karen Bellini, Fatblack, Ken Masters, Sueco, Thor de Copacabana, Gusttavo Lima, Scuba, Tenista, Pirubaby, Paulista88, membro, Araujo, Fazzo Casanova, Jucabar, Rayane Coimbra, Digboy, Rai, Eva Sanchez, Alucard, Julio Cesar 34, Chapolin, Teddy, pgggato45, Café, gargamel, Mr. Nobody, mecobalamina, vadeR, Lennon, Mítico, Litoral Norte, Grande Lebowski, Yami Mysterio, rpf, Piróquio, mike-rj, Brand, Lyon, Duelista, Jack Satoru, Ninho, rafael.oliveira, Joey Tribbiani, abobrinha, Holmes, curtiram esse TD.
NATHY PIMENTA - Nova Iguaçu - RJ - (21) 96960-8287
NATHY
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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11 de Maio de 2024 às 00:05



HO HO HO

Conheci Nathy muito por acaso, numa de minhas andanças erráticas aqui e ali, pois, como dizia uma antiga canção, "não tenho amarras". Na ocasião, após avistá-la, me aproximei e fiz a apresentação que muitas e muitos já conhecem. Foi a primeira vez que vi e ouvi sua gargalhada.
Após essa abertura, nosso papo fluiu bem, indo de mais piadas a provocações de ambas as partes. Anotei seu contato e fiz o convite para o evento de ontem, onde fiquei incumbido de ciceronear a bela protagonista deste relato no 6° Encontro do Arena.

Um pouco antes do fim da tarde, já estava acomodado em uma mesa na calçada da Álvaro Alvim, acompanhado do jovem Madruguinha, que desembarcou do metrô junto comigo. Fiquei por lá, pois tinha que fazer (muita) hora, ao passo que ele aguardava ansioso o chamado para subir o Castelo rumo a um enrosco, o que ocorreu depois de alguns minutos. Talvez por não estar ingerindo nada alcoólico (restrição imposta por um tratamento no qual me encontro), o tempo parecia se arrastar. Uma mensagem pipocou no WhatsApp: era Nathy, avisando que estava a caminho.

Após sua chegada, conversamos um pouco no Zezé e depois partimos para o Curta. Fizemos nossas identificações na entrada e a apresentei para alguns confrades e meninas que já lotavam o espaço. Uma volta pelo salão e saímos para a mesa de frente para a entrada. Outra rodada de cumprimentos e apresentações, Nathy já estava sentada no colo do Mau Velhinho, fazendo jus à sua palavra de ser uma menina que não se comporta. Sussurrei em seu ouvido que a hora que ela quisesse, poderíamos levantar o acampamento para nossa brincadeira particular. Não muito tempo depois, ela sinalizou para irmos. Pedi licença às pessoas presentes pois o Lip's nos aguardava.

Já no elevador começamos a amarrotação, com alguns beijos. Entramos no quarto, sessão banho, ar ligado e bora. Pra quem não teve a oportunidade vê-la no evento ou nem foi: Nathy é uma garota bonita com B maiúsculo, de olhos cor de mel, coxas grossas, bunda proporcional ao seu corpo esguio e seios pequenos. Antes de estrear o colchão, fizemos o registro abaixo.



Nathy fica de quatro me aguardando, então aproveito para beijar suas costas e bunda. Livre da toalha, fico de joelhos e ela se abaixa para uma respiração boca a boca com Rudolph, num oral delicioso, macio e quente. Ficou um tempo ali, até que peço à ela que se deite para fazer um reconhecimento de seu corpo. Mais alguns beijos, desço pelo seu pescoço, paro em seus seios e pude ouvir sua respiração ficando mais cadenciada. Vou descendo aos beijos, faço um pit stop bem rápido em seu umbigo com um piercing bem discreto, chego em suas coxas e alterno beijos e mordiscadas leves. Eis que chego em seu altar.

Assim que acomodo minha boca em seus lábios, suas coxas se abrem e continuei meus trabalhos mais. Ele geme baixinho, se contorce discretamente e, após alguns minutos, vai fechando as coxas ao redor da minha cabeça. Mais um pouco, Nathy fala baixinho "Já gozei, vem me comer!". Um pedido desse não se nega, né? Ficamos abraçados aos beijos, ela se vira se costas, sarrando a bunda em mim. Capa na criança, ela se põe de quatro, fazemos o acoplamento, ficando por um tempo até que meu companheiro de aventuras dá uma rateada.
Voltamos aos beijos e sarração, um respiro de vida se faz presente e fomos de PPMM, num encaixe gostoso, com olho no olho e beijos. O desempenho fica prejudicado pelo meu quase inexistente fôlego. Ela volta ao oral e fica ali até o tempo terminar. Não gozei, mas valeu muito a pena cada segundo ao lado desta beldade.

Já refeitos e vestidos, descemos até a recepção, acerto a conta do motel e voltamos ao evento. Fizemos um asaida estratégica para um lanche (a fome estava terrível). Ainda circulamos no Zezé até a hora que ela teve que ir embora.







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NO COLO DO NOEL: Nathy é um verdadeiro achado: simpática, bem humorada, gostosa, inteligente e sem frescura. Fora a beleza encantadora. O repeteco é mais do que certo, possivelmente já num local nas cercanias da Cinelândia, conforme ela começou a acertar ontem mesmo, facilitando para que outros confrades possam conhecê-la.
Mais do que recomendada pelo Mau Velhinho.

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Observação importante (não finjam que não leram): o número que coloquei é provisório, logo ela vai providenciar outro, que substituirá esse. E logo ela vai anunciar por aqui também.

Foristas, uni-vos nas campanhas.






Top Gun, Negão_01, Café, Madruguinha, gargamel, Nomade, vadeR, peixotarado, Cachorrão, Exgordinhorj, Digboy, Ikki RJ, Conde Da Valáquia, Araujo, Y@N, Julio Cesar 34, pgggato45, O Duque, Sueco, Brega, Mordekaiser, CafécomLeite, Lennon, Josh, membro, Ninho, Bart, Fatblack, Estarossa, Latrell Spencer, Duelista, Mr69, Eva Sanchez, Brand, Tenista, Pirubaby, Gatitus, Tyrion, Sued, Homer, PauloCesar, CariocaGaludo, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, Piróquio, Teddy, Papai Noel, Brizola, Rai, Az,, Mr. Nobody, Mítico, Nathy, Yami Mysterio, Yone, Nego Dengo, Grande Lebowski, Chapolin, mecobalamina, Shadz22, PrefeitoComeCu, Ferraresi, curtiram esse TD.
ISIS BORBOLETA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97023-8874
ISIS BORBOLETA
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
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07 de Abril de 2024 às 23:04


ISIS BORBOLETA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=6597

HO HO HO

Tempos atrás, quando ainda não tinha me cadastrado em fórum, eu já dava meus pulos por aí, como muitos devem saber. A diferença é que a minha disponibilidade de horário era muito pior do que é hoje, dificultando as marcações já que as agendas não casavam. Esse entrave me furtou várias oportunidades, deixando muitas pendências pelo caminho.
Anos depois, já sob a alcunha do Mau Velhinho, fui agraciado com novas chances de resolver algumas dessas pendências, como aconteceu com Nadja (a.k.a. Loba) e Luana.

A Isis é outra cuja história é extensa. Já tinha tentado marcar com ela há alguns anos, mas nunca conseguia uma vaga no horário que eu podia. Quando ela anunciou sua aposentadoria, tentei mais uma vez. Sem sucesso. Ela parou com os atendimentos e fiquei a ver navios. O tempo passou e eis que Isis volta a atender, informação que soube antecipadamente, através de uma amiga em comum. Desde que retornou, a demora para marcar se deveu única e exclusivamente à falta de vergonha na minha cara rechonchuda, admito. Mas consegui.

Numa quarta-feira, agendo um horário para o final da tarde. Cheguei cedo, como de costume, e encostei a pança no balcão de boteco mais conhecido do Arena. Marco um 10 até o horário, encontro dois confrades gente fina e ficamos trocando ideia até que ela manda mensagem dizendo que posso subir e informa o quarto.
Juro pelo outro Papai que não ingeri nada alcoólico, muito menos qualquer substância entorpecente. Mas não sei porque cargas d'água saí do Zezé e fui pra SD117. E ela atende ali do lado de onde eu estava ...

Passado o momento de retardo instantâneo, volto pra Álvaro Alvim, passo pelos camaradas que ainda estavam lá (e não entenderam nada quando me viram voltar) e subo. Ao chegar, paramentado e esbaforido, sou recebido com um delicioso beijo de boas-vindas. Depois de rirmos com a confusão mental que tive, quase que falamos "Até que enfim!" ao mesmo tempo. Mais beijos e fomos papeando enquanto eu tirava a roupa para tomar banho. Recebo a toalha (ensacada e limpíssima) e fui me lavar. Ao sair, ela vem ao meu encontro, ainda com a lingerie azul clara e o robe transparente. Nos beijamos por um tempo em pé ao lado da cama. Começamos a nos despir mutuamente e ela desce até meu companheiro de aventuras e inicia um oral espetacular. Pra não entregar o jogo logo se cara, gentilmente a interrompi para que a brincadeira pudesse se estender.

Ajoelhados na cama, beijo seu pescoço enquanto percorro seu corpo com minhas mãos. Apalpo seu seios pequenos que couberam direitinho em minha boca faminta. Provei cada um deles por breves minutos, tempo suficiente para arrancar suspiros dela. Fomos deitando unidos pelas línguas. Isis vem por cima, me olhando nos olhos, perguntando o que gosto e como quero. Após beijos e ajustes, ela começa uma cavalgada gostosa, onde ora nos beijávamos, ora só trocávamos olhares. Invertemos, fiquei por cima num PPMM onde pude continuar beijando sua boca. Ela passa as pernas por trás de mim, me puxando mais ainda pra dentro de si.

Depois de um tempo nessa posição, digo que vou fazer um reconhecimento mais próximo de sua borboleta. Enquanto a chupava, ela me deu dicas de como prefere que seja feito e tudo fluiu muito bem. Em poucos minutos, Isis goza. Ficamos agarradinhos enquanto ela se recuperava. Quando seu vigor volta, ataca Rudolph num oral até deixá-lo pronto para o combate. De quatro na beira da cama, me coloco dentro dela e mantivemos essa posição por um bom tempo (para minha surpresa), porém acabei não gozando.
Tempo findando, tomo um banho, conversamos mais um pouco e vou-me embora com a promessa de retornar.





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NO COLO DO NOEL: Isis é uma garota que impressiona pela dedicação e profissionalismo. Não deixa de te dar atenção por nada, quer saber dos seus gostos e preferências para que o atendimento seja plenamente satisfatório. Um verdadeiro exemplo de como tratar (muito bem) um cliente. Não é à toa que já era conhecida e recomendada por muita gente no meio putanheiro bem antes de parar.

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Não deixem as campanhas morrerem.





Brand, Tenista, Oscar, The Shy, Mr69, pauloeduardo, Digboy, vadeR, Long Trail, Bauhaus, Conde Da Valáquia, Ikki RJ, Thor de Copacabana, Barbosa82, Y@N, Fatblack, joseph1973, Tyrion, Detonador, Gusttavo Lima, Lucifer, Jucabar, Frank49, Julio Cesar 34, Estarossa, Gatitus, Mítico, Yami Mysterio, Sued, PauloCesar, Grande Lebowski, Rjnet, Lyon, Duelista, ronondex, Saulo Top, Mr. Nobody, Bart, Piróquio, Alicia Ferrari, rpf, Jack Satoru, Pirubaby, Az,, M21, Madruguinha, HC, Isis Borboleta, curtiram esse TD.
JULIA ARAUJO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96809-1839
JULIA ARAUJO
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
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31 de Março de 2024 às 23:03


JULIA ARAUJO - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=20020

HO HO HO

Já tinha interesse na Júlia há algum tempo, após ver suas fotos, ler alguns relatos e ouvir elogios de alguns confrades que a viram nos encontros do Arena. Quando veio o Confrade Oculto, o destino me colocou nas mãos do Ninho, que já tinha ficado com ela. Agora, era torcer para ele ter o feeling de incluir o nome da Júlia entre as duas indicações, pois já havia comentado anteriormente que estava de olho nela. Quando a MP chegou indicando a garota que eu queria, constatei que os astros se alinharam em favor do Mau Velhinho para juntar a fome à vontade de comer.
Cabe aqui uma importante ressalva: mesmo tendo uma certa proximidade com o referido confrade, em nenhum momento influenciei na escolha de nomes que me seriam indicados. Até evitei entrar em contato com ele para seguir a brincadeira com o máximo de lisura possível.

Já tinha tentado marcar com ela antes da participação na já tradicional brincadeira de fim de ano. Mas precisei ter paciência e perseverança para que esse encontro ocorresse. Após várias tentativas frustradas de conseguir um horário com a Júlia (quase todas por culpa minha, ao entrar em contato meio em cima da hora), enfim chega o grande dia.

O pré-enrosco seguiu o roteiro de sempre, sem alterações ou ocorrências dignas de menção: chegada ao Centro, pit stop no Zezé e marcar aquele "dez" até uns 15 minutinhos antes do horário agendado, afinal ainda tinha que caminhar até o local, na RB156.
Enquanto me deslocava, mando mensagem perguntando a sala pra poder me adiantar na identificação e pegar o cartão de acesso à Matrix. Ela rapidamente me responde e diz que já poderia subir.

À porta de seu apê, coloco o acessório natalino e toco a campainha. Júlia me atende usando óculos , de salto, com um robe transparente e lingerie branca. Ao entrar, nos beijamos rapidamente e fomos ao seu quarto. Ela perguntou se eu gostaria de tomar um banho, digo que sim, recebo uma toalha ensacada e partiu banheiro. Na volta, Júlia estava deitada de costas, sem o robe e dá uma olhadinha por cima do ombro, uma visão enlouquecedora. Ela se levanta, vem até mim e nos beijamos. Percorro suas curvas com as mãos e fomos nos despindo. Ainda em pé, recebo um oral muito bom. Quando ela dá uma pausa, se levanta, nossas bocas se reencontram e fomos para a cama.

Ela pede para que eu me deite e recomeça sua tortura sexual com a boca. Ficou um tempo até que, atendendo um pedido meu, se deita para que eu pudesse explorar seu corpo. Mais alguns beijos, um momento para apreciar (e beijar, e sugar, e chupar) seus belos seios, desço até sua ppk linda e cheirosa. Fico um bom tempo ali, até que ela começa a reagir mais aos estímulos, levantando levemente o quadril e puxando minha cabeça contra o seu sexo para, enfim, gozar.

Voltamos aos trabalhos com uns amassos, mas Rudolph não estava tão afim de colaborar. Ao perceber isso, Júlia se prontificou a animá-lo com mais uma dose de oral. E funcionou. Vesti o API (Apetrecho de Penetração Íntima) e começamos com ela por cima, onde manda muito bem. Cavalgada invertida na sequência com uma visão malvada de seu corpo subindo e descendo. Mudamos novamente com ela de quatro na beirada da cama, mas não ficamos muito tempo: meu companheiro de aventuras ativou o modo "Boneco de Olinda" novamente. Ficamos deitados um de frente pro outro, e Júlia, com todo o carinho e paciênca, se pôs a fazer um mix de oral e punheta. E nem precisou se esforçar tanto: gozei logo em seguida num momento em que nos beijávamos.

Como ainda sobrava um pouco de tempo, batemos um papo e depois fui ao banho, enquanto ela colocava uma lingerie vermelha para o registro abaixo. Me despeço deste monumento de mulher com a promessa de voltar. Saio da Matrix e retorno ao Zezé para repetir o procedimento de fazer hora até o próximo compromisso ...









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NO COLO DO NOEL: Júlia é uma garota bonita, com um corpo que parece ser esculpido à mão. Como já dito em outros TDs, o aparelho nos dentes e o óculos dão um charme a mais e também um ar de sapeca. Não tenho o que reclamar dos seus beijos (ponto que já foi motivo de polêmica por aqui), muito menos do seu atendimento, apesar da rateada de Rudolph, o traíra, que nada teve a ver com ela.
Para quem curte uma menina no estilo gostosona, dedicada e carinhosa, ela é uma excelente escolha.

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E as campanhas seguem ...



Tyrion, Digboy, Café, Lord Lixo, Brutus, Yami Mysterio, membro, vadeR, pauloeduardo, Armenio, Ikki RJ, Bart, Detonador, Sueco, Julio Cesar 34, Saulo Top, Lennon, Rjnet, PauloCesar, Araujo, Barbosa82, Alucard, Estarossa, Oscar, The Shy, Teddy, Tenista, Duelista, Long Trail, Nego Dengo, O Marciano, Mítico, Conde Da Valáquia, Claudio_rdp, Thor de Copacabana, Julia Araujo, Gusttavo Lima, Gatitus, M21, Piróquio, Madruguinha, curtiram esse TD.
LAYLA ANDRADE - Realengo - Rio de Janeiro - RJ - (22) 98123-5499
LAYLA ANDRADE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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10 de fevereiro de 2024 às 22:02



Às vezes, o sujeito está quieto no canto dele, numa boa, sem pensar em putaria. Aí, o Destino, incompreensível e imprevisível como sempre, joga um desvio no seu caminho e toda aquela tranquilidade inicial se desfaz e, quando você se dá conta, já tá mandando mensagem pra marcar com alguém.

Fim de ano, semana tranquila no trabalho, eu e os poucos colegas que estavam presentes no último dia de expediente, começamos a conversar e a prosa inevitavelmente chegou no ponto onde todos concordavam: o quão tedioso seria esperar a hora de ir embora, afinal não tínhamos absolutamente nada pra fazer naquele momento. Eis que nosso supervisor profere as seguintes palavras mágicas: "Galera, quer saber? Vamos meter o pé que eu abono as horas de vocês.

Em 15 minutos estávamos todos prontos. Enquanto caminhava até a saída da empresa, os pensamentos libidinosos começaram. Uma oportunidade dessa não cai no nosso colo com frequência. O plano se desenrolou rapidamente: local definido, faltava só a cúmplice. Considerando a hora, teria que ser um tiro no escuro. Então, era torcer pra me dar bem tal qual a desbravada anterior. No trajeto até o local, fui pesquisando quem atendia nas cercanias do Pólo Norte (a saber, escolhi o Bariloche por questões logísticas). Quando bati o olho no anúncio da Layla [o](que já tinha visto anteriormente) entrei em contato para saber mais detalhes sobre o atendimento e, mais importante, se ainda estaria disponível. Tudo acertado, dúvidas sanadas, fechamos pouco antes de eu chegar no motel.

Ao chegar, mando foto da chave e vou ao banho. Mesmo tendo dito que chegaria em poucos minutos durante a conversa inicial, avisou que se atrasaria um pouco pois estava com dificuldade pra conseguir um Uber. Logo, ela informa que está a caminho e em menos de 10 minutos a recepção informa sua chegada, devidamente autorizada. Seguiram-se aqueles momentos de apreensão até que a campainha toca e abro a porta. A menina é fidedigna às fotos que publica: cabelos longos com algumas mechas loiras, magra de corpo esguio, um pouco mais baixa que eu (diria que tem aproximadamente 1,70m), seios grandes e volumosos, e uma bunda não muito grande, mas boa de apertar.

Trajando um vestidinho preto e salto, Layla me cumprimenta com um sorriso e um selinho. Batemos um rápido papo e ela vai tirando a roupa pra tomar banho. Sai se sentindo mais refrescada e comentamos sobre o calor que estava fazendo. Pergunto se ela quer beber algo e a resposta foi: "Nunca vou negar uma cervejinha". Fomos bebendo, conversando e chegando mais perto. Dali a pouco, os copos foram deixados de lado e começamos a pegação. Seus beijos não são intensos, com aquela entrega toda, mas ela não refuga nem se esquiva.

Quando sua mão acha Rudolph, sua boca vai ao seu encontro. Chupada boa, iniciando pela cabeça com movimentos circulares e depois desce até a base. Ficou um tempo ali até que peço pra invertermos as posições. Depois de beijos em sua boca, pescoço e naqueles seios voluptuosos, desço até sua bucetinha, depilada, carnuda e com um piercing no grelinho. Chupei muito, ela foi se contorcendo e gemendo, apertando os mamilos ... Quando achei que ia gozar, ela diz: "Mete! Agora!". Mesmo não tendo terminado meu trabalho, achei por bem atender o anseio da jovem dama.

Vestimenta colocada, ela continua deitada de costas. Entendi que queria começar assim. Então, fomos de PPMM. Que bucetinha apertada. Passo meus braços por trás dela e a seguro pelo ombro, dando estocadas mais firmes. Ela entrelaça as pernas na minha cintura, me segura pelo ombros também e geme mais alto. Sinto ela ficando bem molhada (o lençol confirmou depois) e finalmente goza. Demos uma pausa, pegamos mais umas cervejas e ficamos conversando, rindo e bebendo.

Depois de esvaziarmos os copos novamente, Layla me olha com uma cara de sapeca dizendo: "Sua vez de gozar, né?". Já mete a mão no meu pequeno companheiro de aventuras mais uma vez e chupa, só que com mais intensidade que antes. Segurei-a pelos cabelos e acariciava seus seios até ela conferir que seus lábios cumpriram a missão de deixar Rudolph a postos. Nova capa, pensei em pegá-la de quatro, mas lembrei como ela é apertada e achei que seriam dois HO HO HO e o Mau Velhinho esvaziaria o saco. Pedi pra ela vir por cima. E ela veio. Com vontade. Começou num vai-vem pra ajeitar o encaixe, depois deu umas reboladas de fazer inveja à muita odalisca. Aí, ergueu os joelhos pra iniciar as quicadas e foi a minha ruína. A cada descida, os olhinhos deste que vos escreve reviravam e não demorou muito pra inundar o preservativo.

Ainda em êxtase, estirado na cama, ela me ajuda a limpar o "estrago" e pergunta se gostaria de mais uma cerveja. Concordei, ela nos serviu e ficamos papeando. Próximo do fim do nosso tempo, tomamos nossos banhos, pago a conta do motel e fomos embora no mesmo Uber. Deixo Layla na porta de casa e sigo meu caminho.



Num rápido resumo, Layla é uma companhia muito agradável. Tão boa de papo quanto de transa. O contato no WhatsApp é bem tranquilo e, comigo, não demorou muito. Recomendada pelo Mau Velhinho.

Brega, Oscar, The Shy, Digboy, CafécomLeite, Brand, vadeR, Grisalho Gentil, Gatitus, Estarossa, Araujo, Mítico, Bart, Jucabar, Long Trail, Az,, Teddy, Café, Ikki RJ, pauloeduardo, Thor de Copacabana, Sueco, PauloCesar, Julio Cesar 34, Rjnet, Tenista, Mordekaiser, Y@N, Josh, membro, Eva Sanchez, Helena Esparta, Alicia Ferrari, Grande Lebowski, Fatblack, Mr69, Horus, Conde Da Valáquia, Yami Mysterio, Duelista, Lyon, Saulo Top, Michael Corleone, curtiram esse TD.
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YVY
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30 de Novembro de 2023 às 23:11


YVY - https://www.gparena.net/social-feed-user.php?id=23882

HO HO HO

Acessei o Arena um dia desses, aproveitei que o chat estava animado, resolvi fazer uma aparição. Dentre os presentes estava a jovem Yvy. Após cumprimentar a todos, falei rapidamente com ela e a chamei no WhatsApp em seguida. Simpática e extrovertida, tirou minhas dúvidas e acertamos para o dia seguinte, faltando apenas uma confirmação minha.

Pendenga resolvida, partiu. Aviso à ela que está tudo OK da minha parte. Ao me responder disse que teria um pequeno contratempo mas que a marcação estava de pé pois queria "me atender com tranquilidade e sem pressa". Já gostei. Fizemos um pequeno ajuste quanto ao horário do enrosco, deixando para um pouco mais tarde.

Pra matar o tempo, desembarquei na Cinelândia e fui trocar um dedo de prosa com o Zezé. Rolaram altos papos filosóficos e boas risadas, juntamente com outras pessoas que lá estavam. Vi até uma explosiva personagem da novela Saramandaia passando na área.

Quando Yvy me avisa que em meia hora chega no seu local, fecho a conta e sigo para a estação. Já no Largo do Machado, paro na lanchonete que fica ao lado do prédio, peço uma água e fico fazendo hora até ela liberar minha subida. Cerca de 10 minutos depois, ainda dentro do horário acertado, ela me chama e informa o número do apê. Cumprimento o porteiro (educação é inegociável, né?), informo onde estou indo e lá vou eu. Sigo pelos corredores, toco a campainha e aguardo.

Após a porta se abrir, entro e vejo toda a gostosura de Yvy, uma baixinha muito bonita de cabelos loiros e pele bronzeada trajando um conjunto de lingerie branca. Recebo um beijo de boas vindas e ela me mostra rapidamente o seu espaço, cuja configuração é idêntica a de outro apartamento que visitei no mesmo prédio. Como havia se mudado pra lá há pouco tempo ainda estava arrumando seu cantinho e fui informado que nosso momento de luxúria seria realizado num colchão inflável no chão. Pra mim pouco importava, poderia até ser na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê. Eu queria era me esfregar naquelas curvas salientes. Pausa pro banho.

Volto, conversamos um pouco e seguimos aos trabalhos com beijos, esfregação e um tirando a roupa do outro. Quando vejo aqueles peitinhos lindos dela voltei à infância e fiquei que nem um bebê mamando eles, cabem direitinho na boca. Mais beijos e ela vai tateando meu corpinho de mortadela até encontrar Rudolph. Dá uma segurada nele que o bicho se animou mais do que já estava. E lá foi ela ...

Chupada gostosa demais, sem pressa, com cara de safada ao cruzar seus olhos com os meus. Ficou um tempo se deliciando até que peço para invertermos. Ela se deita e beijo seu corpo, passeando pela barriga, quadril, coxas, pezinhos, subo à sua virilha e finalmente estaciono em sua bucetinha. Dou início ao reconhecimento vaginal explorando a extensão de seu sexo, lábios e grelinho. Quando ouvi Vovó Noel ser insultada tive a certeza de achar local e forma corretos de levar a pequena dama ao prazer. Me mantive ali por mais uns minutos e logo gozou ficando lambuzada com seu mel, que é delicioso.

Enquanto sua respiracao e batimentos cardíacos voltavam aos parâmetros normais, ficamos de namorico ao beijos. Logo, Yvy chupava meu companheiro de aventuras ao mesmo tempo em que abria a embalagem da camisinha. Feito o envelopamento, monta em mim e vem cavalgar num ritmo intenso. Seguro suas coxas (e que coxas, não posso deixar de salientar), aperto sua bunda e, aproveitando o ângulo, vou lambendo seus seios. Ficamos assim um tempinho e mudamos para um PPMM.

Essa é uma posição que eu julgava não me favorecer tanto. Mas de um tempo pra cá tem se mostrado muito boa. E com Yvy não foi diferente. Muitos beijos em sua boca e pescoço, ela me puxava mais pra si e quase finalizei. Aí pedi pra que ela ficasse de quatro, o que fez quase que num salto. Mermão! Só de olhar o Rudolph quase engasga. "Noel, cê tem que parar de arrumar essas confusão! Não vai dar pra ir não!". E ele tinha lá sua razão: como uma moça baixinha tinha uma bunda daquele tamanho? Bom, como fui eu que pedi, vamos arcar com as consequências, né? Me posicionei para a conexão e lá fomos. Os mais jovens provavelmente não vão pegar a referência, mas minha sensação foi pegar um disco de vinil e jogar em 78 RPM. Gozei rapidão.

Um higienizada emergencial e um copo d'água depois, ainda conversamos sobre assuntos diversos antes do tempo acabar. Um banho pra me recompor, mais uns beijos na despedida e me dei conta que estava desnorteado quando Yvy me apontou qual lado certo do corredor eu devia seguir para ir embora.
De lá sigo para o Zezé para um fim de noite ótimo, bem condizente com esse maravilhoso encontro que tive.


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Vivemos um tempo em que cada vez menos pessoas acreditam no Papai Noel. Ao invés de achar isso decepcionante, considero como algo esclarecedor. Uma pessoa incapaz de nutrir uma crença inocente como essa tem o espírito em frangalhos, muito provavelmente se abalando por coisas pequenas e sem importância, mas que aos seus olhos adoecidos parecem enormes.

Dizem que se conselhos fossem bons não seriam de graça, mas diferente dos que não acreditam em mim, eu saio da mesmice onde a manada se encontra e aconselho vocês a conhecerem a jovem Yvy, cuja simpatia contagiante é inversamente proporcional à sua estatura (e ela vai me xingar por ter feito essa piada).

Claro que eu não garanto que a experiência de vocês seja tão boa quanto a minha. Afinal, a magia do Natal não é pra qualquer um.



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Aproveito o ensejo para lembrar de duas importantes campanhas (sim, eu vou continuar perturbando com isso).





Papai Noel, Cerveja, vadeR, Ninho, Mr69, Negão_01, Oscar, The Shy, membro, CafécomLeite, Grisalho Gentil, Ikki RJ, Long Trail, Conde Da Valáquia, Brega, Estarossa, Tenista, Vin Diesel, O Marciano, Madruguinha, Rai, Gatitus, Delanmax, PauloCesar, Felipe_BR, Chapolin, Saulo Top, Brizola, Apopletico, Brutus, Julio Cesar 34, The Witcher, Duelista, Padre Erótico, Digboy, Fatblack, Lyon, Sueco, Brand, Café, Sued, Bart, Yvy Massagista, Top Gun, Apolo, pauloeduardo, Y@N, PrefeitoComeCu, pgggato45, curtiram esse TD.
PAOLA RABANNE - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96436-6226
LORENA
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18 de Outubro de 2023 às 21:10


LORENA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=18677

HO HO HO






ERRATA - no resumo que postei sobre o Encontro do Arena, fui injusto ao dizer que a única coisa que tinha herdado do Dante eram os seus desafetos. Como procuro ser o mais correto possível, faço aqui um mea culpa e digo que, com esse relato, já são três indicações certeiras onde o Velho Escriba me deixou na boa.
Mais uma vez, obrigado, meu amigo!

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De acordo com a crença de alguns povos escandinavos, quando um guerreiro morre em combate tendo demonstrado bravura e heroísmo notáveis, o próprio Odin o seleciona para o Valhala, cabendo às Valquírias o dever de transportá-lo para tal lugar.
Eu não sou bravo ou herói, muito menos morri, mas quis o Senhor de Asgard que este pobre e rechonchudo viking tivesse a honra de conhecer uma Valquíria em pessoa.

Tudo começou em maio quando o Dante me mostrou o anúncio da Lorena e achei bem interessante. Veio o relato, um repeteco e a indicação ganhou ares de intimação. Nome devidamente anotado na Lista de Chaminés, só tive que esperar um momento turbulento amenizar para poder pousar o trenó em segurança nos arredores da morada desta guerreira nórdica.
Entro em contato, resposta rápida dela, agendamos para o dia seguinte no fim da tarde.
Chego ao cada vez mais famoso Bar do Zezé, mato a saudade que estava do povo presente (incluindo aí dois habitués locais) e peço uma gelada pra refrescar a garganta enquanto aguardo. Entorno o 1° copo e mando uma mensagem avisando que estou aguardando. Logo veio a resposta.

Dou mais uma beiçada na cerveja e me despeço:
- Zé, mais tarde eu volto!
- Valeu, meu amigo. Vai ser feliz!


Adentro o AA37, cumprimento o porteiro com um "Boa Tarde" que me devolve: "Boa tarde, meu jovem. Tá sumido, hein?". Mentalmente minha resposta foi "Graças ao Chefe!, mas as (poucas) boas damas do prédio não merecem tal generalização, então verbalizo:
- É a correria, meu querido!
- Tá certo. Divirta-se!


Depois de tocar a campainha, seguiu-se um silêncio que foi quebrado pelo som da chave girando na fechadura. A porta se abre e MINHA NOSSA SENHORA! Que mulherão! O conjunto de lingerie vermelha ressaltava suas coxas, bunda, seios ... fiquei sem saber pra onde olhar primeiro. Após ficar embasbacado por uns breves segundos, nos cumprimentamos com um beijo de boas vindas. Fui ajeitando minhas coisas e tirando a roupa pra tomar um banho enquanto batíamos um papo.

Na volta começamos aos beijos em pé ao lado da cama. Não me contive e enchi as mãos agarrando aquela bunda puxando Lorena pra mim, que, por sua vez, entrelaça seus braços em meu pescoço. Sem desatar nossas línguas, demos mais dois passos e estávamos na cama. Já totalmente nus, me deito de costas e ela toma posse de Rudolph num oral intenso. Chupou com vontade e com gosto. Até que consegui resistir bem. Pedi para retribuir e ela se ajeita confortavelmente na cama. Mais beijos, sigo para seus seios (siliconados e maravilhosos) e depois chego em sua buceta. Aí é que o bicho pegou ...

Comecei os trabalhos e, como sempre, fui observando as reações dela. O movimento do seu quadril era um ótimo sinal de que eu estava agradando. Pouco depois ela diz que vai gozar. Investi mais um pouco. Nada. Vou refazendo os movimentos de boca e língua. Novo aviso de que vai gozar. Nada. E o processo se repetiu umas 4 ou 5 vezes até o momento em que não foi alarme falso e ela se entrega ao orgasmo.

Depois de um merecido copo d'água, nos deitamos enroscados com mais beijos (a cãibra na língua já tinha passado kkkkkkk). Outra fugidinha dela até meu companheiro de aventuras para um oral de reanimação. O empenho dela foi rapidamente recompensado: Rudolph estava a postos. Capote colocado, Lorena monta em mim cavalgando enfurecidamente. Alternando beijos e chupadas em seus seios, agarrei ela pelo quadril que alternava os movimentos entre quicada, esfregada e cavalgada. Ficamos assim um tempo até que vislumbro o Ragnarok, o fim de tudo. Ela pede pra gozar na sua boca e por pouco não consigo atender o que ela ansiava.

Enquanto aguardava minha alma voltar do tour no Palácio de Einherjar, ficamos conversando mais um pouco. O papo com Lorena é tão agradável quanto o ótimo sexo que ela proporciona.
Pouco antes de encerrar nosso tempo, tomo mais um banho. Me arrumo e me despeço dela com mais beijos e um "Até logo!", pois mais tarde nos encontraríamos de novo no Curta Carioca ...
Quem quiser curtir com uma mulher gostosa, que beija e transa com muita entrega, Lorena é a pedida certa. Recomendação do Mau Velhinho.


E pra encerrar, quero expressar meu apoio irrestrito às campanhas lançadas pelos camaradas Eddie e Oscar.










Spoiler fora de contexto




Episódio anterior:
4)
Bruna da Casa Bangu

Detonador, Gatitus, Julio Cesar 34, Senior69, Barbosa82, vadeR, membro, Crystal Pimenta, pgggato45, Digboy, M21, PauloCesar, Café, Pajé, Lorena Rabello, Oscar, The Shy, Mítico, Saulo Top, Tenista, Rai, Brutus, Fatblack, Madruguinha, Sueco, Bart, Negão_01, Lyon, Brand, Conde Da Valáquia, Joey Tribbiani, Ikki RJ, The Witcher, Top Gun, Mordekaiser, curtiram esse TD.
BRUNA - Bangu - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97059-9327
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04 de Agosto de 2023 às 01:08


BRUNA - https://br.skokka.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/pela-primeira-vez-em-campo-grande-br7hf32lz/

HO HO HO






Decepção. De acordo com o verbete no dicionário Oxford, significa “um sentimento de tristeza, descontentamento ou a frustração de um determinado fato inesperado; desilusão, desapontamento”. É exatamente o que venho sentindo mais e mais nos últimos meses. Seja na minha vida particular, com parentes e colegas de trabalho; seja na minha "segunda vida", aqui no Arena.
Neste último caso, a essência da decepção tem se manifestado de formas variadas, mas sempre vindo de quem passei (erroneamente) a ter apreço. De certa forma é bem feito. Quem mandou ser amigo de quem não é amigo de ninguém? Ou se afeiçoar por quem passa por cima dos próprios princípios por uma simples vingança? Só sei que achei por bem repensar alguns conceitos na intenção se fugir de novas experiências assim. É inevitável? Com certeza! Mas o quanto eu puder adiar, melhor.
E seja por sorte ou feeling, tenho conseguido administrar bem. Tanto que neste meu encontro a decepção não se fez presente.

Pra quem não me conhece, e/ou ainda não percebeu, sou um entusiasta de novas experiências. Dentro do mirrado período em que me tornei forista, já participei de uma surubinha, fiz algumas duplas e um trio, e vivi aventuras (antes, durante e depois) em puteiros. Provavelmente por isso, muitos de vocês insistem em se referir a mim como (sic) "lenda", "brabo", "o cara" ... agradeço e fico lisonjeado, mas creiam: não é bem assim. Não fiz nada que algum outro confrade já não tenha feito antes. O mesmo vale para esta desbravada que narro abaixo, que é apenas mais uma modesta contribuição para os colegas de fórum.

Como esporadicamente faço, estava olhando alguns sites de acompanhantes usando como filtro os locais mais próximos ao Pólo Norte para ver as novidades da região. Digo a vocês que é preciso disciplina, sabedoria, paciência e conhecimento para identificar possíveis furadas, que nem sempre são descaradas como uma "orientalzinha sarada e gostosa nunca anunciada", por 130/h em Vila Valqueire. Deveria oferecer ao menos uma bala Juquinha, né?
Num desses passeios virtuais vi o anúncio da Bruna e uma foto de rosto com um sorriso cativante me animou a entrar em contato para saber mais detalhes sobre seu atendimento, já que o texto dizia apenas que era uma namoradinha sapeca com local de fácil acesso no centro de Bangu.
Pré atendimento bom, com contato rápido. Dúvidas sanadas, agendei um horário para a semana seguinte, num dia que Mary sairia cedo de casa com destino oposto ao que eu estava pretendendo.

No dia marcado chego 5 minutos antes pra não ficar de bobeira na rua por muito tempo e reconhecerem minha velha fuça. Mando mensagem e ela responde dizendo que já poderia ir. Seu local é uma casa que fica em cima de uma clínica estética desativada na Estrada do Realengo. Lá atendem outras meninas, mas não vi nenhuma. Ela me recepciona trajando um shortinho jeans e um top, me dá um selinho, subimos um lance de escada e fomos direto ao seu quarto. Ela pede que o pagamento seja antecipado, algo que não me opus. Conversamos um pouco e ela me pergunta se quero tomar um banho. Mesmo vindo de casa, digo que sim, recebo uma toalha (não ensacada, mas limpíssima) e vou me lavar. Aos arquitetos e fiscais da vigilância sanitária de plantão, o banheiro é espaçoso e limpo, tendo chuveiro com água quente, sabonete líquido e enxaguante bucal.

Na volta, ela está só com um biquíni minúsculo, exibindo mais do seu corpinho esbelto. Bruna é morena, magrinha, aproximadamente 1,70 de altura, cabelos negros compridos, (na minha opinião) bonita, cujos traços faciais lembram uma índia. Destacaria sua boca, algo que me chamou a atenção nas fotos do anúncio, que fica mais bonita quando emoldura um sorriso. Seios de pequenos a médios e bunda durinha, redonda e carnuda, que elogiei e disse que, se pudesse, morderia toda. Ela retrucou "Não deixando marca nem me machucando, pode morder!". Ai Ai Ai Ui Ui! Lembrei do famoso bordão do Jorge Perlingeiro ...





Sentei na beirada da cama, ela empinou a bunda e colocou na minha cara. Alternei mordidas e beijos por toda a extensão da sua abóbada glútea, depois fui lambendo enquanto descia sua calcinha. "Isso aí, vamos dar Play na safadeza!". Ela tira a parte de cima do biquíni, vira de frente pra mim. Com beijos um pouco tímidos, passa uma das mãos nos meus cabelos e outra pelo meu peito e vai descendo. Pede que eu fique de pé e se ajoelha. Tira minha cueca, pega Rudolph, lambe a cabeça e começa um oral devagar que vai ganhando velocidade, força e pressão. Pego seus cabelos e fico apreciando o show: joga tudo na boca, massageia saco, suga a cabeça ...
Quando percebo que poderia ficar perigoso, peço para deitarmos porque eu queria retribuir. Ela me olhou e disse:
- Você vai me chupar?
- Sim.
- Sério?
- Por quê? Não gosta?
- Gosto. Mas é que tem tempo que não fazem isso comigo.


Uma ppk lisinha e cheirosa daquela e o pessoal passando batido. Enfim, fui me fartar. Meia dúzia de linguadas e Bruna começa a gemer baixinho. Hipersensibilidade? Fingimento? Não sei. Só me mantive concentrado na missão de explorar cada parte de sua buceta sem esquecer aquele grelinho suculento, que a cada investida nele, fazia sua dona suspirar fundo. Tive a impressão que ela tentava se segurar pra não gozar. Aí resolvi pegar pesado e acelerei. Ela começa a gemer mais alto e se debater mais e mais. Até que num espasmo, ela se contorce quase como no filme O Exorcista e goza de forma bem ofegante.

"Que delícia!", ela sussurra com um lindo sorriso no rosto. Subo beijando seu corpo e chupo seus seios que estavam com os bicos durinhos. Quando ia me deitar ao seu lado, já se levanta, vem por cima de mim e aplica mais um oral pra deixar meu companheiro de aventuras em ponto de bala, o que não demorou muito. Já encapado, Bruna posiciona Rudolph na entrada sua xota e senta com vontade. Nas primeiras quicadas, já ouvia ao longe a contagem regressiva pro Ano Novo: era o sinal que a champanhe ia estourar rápido, pois além de habilidosa com os quadris, ela tem a buceta muito apertada. Nessa hora o povo costuma pensar em coisas ruins pra tentar resistir. Mas eu precisava ir além, tinha que imaginar um cenário péssimo. Então me vi na praia em pleno verão, usando camisa de time de futebol, ouvindo pagode junto com pessoas que conversam cutucando. Funcionou.
Só que eu sabia que se trocasse de posição, Rudolph ia virar agulha de seringa: enfiou, espirrou. Então taquei o foda-se: segurei suas coxas e comecei a estocar de baixo pra cima no ritmo dela, ergui o corpo para chupar seus seios e poucos minutos depois dei uma gozada que poderia se converter em um depósito generoso para qualquer banco de sêmen.

Diferente do meu vigor e disposição, o tempo ainda não tinha terminado, então conversamos mais um pouco. Bruna se mostrou articulada e bem divertida. Faltando 5 minutos, tomei meu banho, me vesti e ela me acompanha até a porta.
Até breve, jovem concubina.


Observações
- não sei se foi só comigo ou se sempre age assim, mas ela não beijou de língua. Como não se esquivou das vezes em que tentei beijá-la, avaliei como bom, mesmo sem muita entrega, pois eu gostei. Mas deixo o alerta para quem acha importante beijos mais intensos.
- antes que perguntem pela foto com o gorrinho, vale lembrar que sempre peço o consentimento das meninas para fazer o registro. Bruna me pediu desculpas, mas não autorizou.
- esse relato (pra variar) é atrasado e ocorreu em Bangu. Ao verificar o link do anúncio constatei que ela agora atende em Campo Grande.













Episódios anteriores:
1)
Luana da Casa Marches
2) Núbia da Casa Fernandes
3) Iza da Casa Paulista

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
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21 de Julho de 2023 às 23:07


IZA PAULISTA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=18385

HO HO HO



Dos vários fatores que me levaram até Iza, posso destacar a simpatia ímpar com a qual sempre me tratou, desde que a conheci num Encontro do Arena, em setembro do ano passado; a pendência pessoal, por já ter tentado antes e sua agenda não ter um espaço para o Mau Velhinho na ocasião; e uma pitada de desafio, já que, de acordo com as palavras da própria, "eu sou um safado que come todo mundo e corre dela". Olha só! E pensar que mesmo sem ter ido nela, a recomendei (sem levar os créditos) para um confrade que passou por apuros iguais aos que passei no fim do ano passado. Falta de aviso não foi, né?
Após os devidos esclarecimentos acerca dessas inverdades a meu respeito, enfim agendamos nosso encontro para uma sexta-feira às 17h.

No dia marcado, dou partida no trenó, não para uma ponte aérea interestadual como alguns confrades fazem quando vão se enroscar com capixabas, mineiras, baianas, gaúchas e tantas outras meninas de outros estados. Aqui o vôo é internacional, numa conexão Pólo Norte direto para uma pequena parcela de São Paulo em pleno Rio de Janeiro.
Já a caminho, recebo um áudio dela dizendo que estaria liberada antes e que se eu quisesse subir antes poderíamos fazer um esquenta. Se eu quisesse ... Ah, essa ingenuidade das garotas do interior ...
Desembarco e aviso da minha chegada. Ela me passa o número da sala, informo na portaria ao fazer a identificação e sigo em direção à chaminé. Gorro a postos, chego ao seu apê e Iza me recebe trajada de Mulher-Maravilha. Que mulher! Que maravilha! Pago o pedágio de entrada (um delicioso beijo de boas vindas) e ela me mostra seu cantinho: espaçoso, bem decorado e impecável. Nos sentamos à mesa para degustar uma bebida que ela escolheu e conversamos durante alguns minutos, até eu perceber o que era o tal "esquenta": a combinação bebida + tesão + olhares sedutores. Depois de uns beijos e amassos rápidos com ela no meu colo, partiu banho.

Na volta, Iza me esperava ao lado de sua cama e reiniciamos a sessão de beijos que ensaiamos minutos antes. Com um sorriso safado, ela se ajoelha e diz:"Vamos ver esse guerreiro!". Eu até ia dizer pra não ir com "grandes" expectativas, mas CA-RA-LE-O! Em segundos já estava fora de mim graças à sua mamada hipnótica e só tive forças para segurar suavemente seus cabelos e curtir o momento. Deu glórias ao Chefe quando ela parou e me puxou pra cama. Trocamos mais uns beijos e sou jogado de costas e lá vem um novo round de oral.
Após alguns minutos, invertemos as posições. Beijei muito sua boca, desci e suguei seus seios, passo pela barriguinha (que está ficando sarada da malhação) e antes de chegar na sua ppk, Iza já abre as pernas e joga minha cabeça de encontro ao seu sexo. Chupei e lambi demais, até umas mordidinhas de leve eu dei. Seu corpo foi dando cada vez mais sinais de que estava gostando muito. Depois de um tempo, ela põe as mãos atrás dos joelhos abrindo mais ainda as pernas e começa a gemer mais alto. Levantei-a ligeiramente pela bunda e como quem toma sopa direto do prato ajustei minha boca inteiramente em sua ppk e a logo seguir ela goza aos gritos, no orgasmo mais tesudo que já presenciei.

Vou beijando seu corpo até chegar em sua boca que parecia estar mais sedenta que antes. Em um rápido movimento, Iza já coloca a capa em Rudolph, o "guerreiro", e fomos para um PPMM delicioso com nossos corpos colados, mudamos para um frango assado e depois ela ficou de quatro. Foi nessa hora que o (não) preparo físico do Mau Velhinho gritou e não consegui ficar por muito tempo. Mas isso não significou que estava derrotado ... ainda. A amazona vem por cima, senta, quica e cavalga até meu companheiro de aventuras se entregar, onde finalizo em sua boca.
Depois de Iza jogar fora os micro Olafs , ficamos na cama conversando um pouco até que se aproxima o término do nosso tempo. Fui tomar um banho enquanto ela própria providenciou a foto que ilustra este relato.
O gostinho de "quero mais" e também uma promessa da parte dela são dois motivos extras para o repeteco mais do que certo com esta jovem que sabe lidar com um cliente. Fui tão bem tratado que quase saí de lá acreditando que sou gostoso ...



P.S.: quero deixar um agradecimento especial ao confrade Júlio César 34, que teceu vários elogios à Iza e pude confirmar todos.


Episódios anteriores:
1)
Luana da Casa Marches
2) Núbia da Casa Fernandes

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DUPLA - NUBIA FERNANDES & ANNA TRINITY - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96482-5189 / (21) 99603-3714
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14 de Julho de 2023 às 01:07


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HO HO HO

SEIS SEMANAS ANTES

Ciclos começam, terminam e, as vezes, recomeçam. Nesta nova jornada de relatos tentei incluir aquela que fechou meu ciclo anterior. Marquei com Anna para a véspera de sua despedida, pois imaginei que sua agenda para o último dia de atendimento já estaria lotada.

DUAS SEMANAS ANTES
Pensei em dar um toque especial a este "último" encontro e perguntei se Anna topava fazer uma dupla com a Núbia, com quem eu tinha, além de uma pendência, um motivo muito especial para a ocasião. A sugestão foi aceita. Combinei os detalhes (horário e local) e fiquei aguardando os dias passarem.

UM DIA ANTES
Mando mensagem para as duas perguntando se estava tudo confirmado. Ambas disseram que sim.

O DIA
Pela manhã, Núbia manda mensagem confirmando, como já é de praxe, e dou o OK.
Quando estou a caminho do Centro mando mensagem pra Anna reconfirmando. Sem resposta.
Com um minúsculo atraso, previamente informado, Núbia libera minha subida. Sigo aos protocolos de entrada na portaria e mandei mensagem pra Anna informado a sala, pois já estava subindo. Sem resposta.







Da Bossa Nova ...


Chego ao apê, toco a campainha e logo a porta se abre. De salto, um conjunto de lingerie provocante e de óculos, Núbia me recebe com seu habitual sorriso e um beijo que aplacou a fagulha de fúria que se formava em mim. Me lembrei de uma música de João Gilberto.

Esse corpo moreno, cheiroso e gostoso que você tem
É um corpo delgado, da cor do pecado, que faz tão bem
Esse beijo molhado, escandalizado, que você me deu
Tem sabor diferente que a boca da gente jamais esqueceu


Vamos colocando o papo em dia, rindo e nos beijando. Ela me pergunta se quero beber algo e entre as opções oferecidas, fiquei na água mesmo. Logo, parto pro banho. Quando volto pro quarto, ela já me aguarda ajoelhada na cama. Me puxa pela toalha e diz "Já que vou ter você só pra mim, vamos começar!". Quase que ao mesmo tempo, puxamos o corpo um do outro pra perto. Por poucos segundos ficamos nos encarando como dois lutadores do UFC. E fazendo jus à essa analogia nos engalfinhamos.

... ao Rock


Embalados por Pearl Jam (escolhido previamente por ela), demos início com beijos famintos de saudade. Segurando-a pelo cabelo, beijei sua boca, pescoço, voltei à boca e fui descendo. Ela já tira o sutiã e fico chupando alternadamente seus seios. Enquanto isso, escorrego minha mãos pra baixo pra tirar sua calcinha e liberar o próximo alvo de minha língua sedenta. Antes de chegar lá, Núbia se coloca de quatro na beirada da cama e chupo sua ppk nessa posição por alguns minutos, até que peço pra ela se deitar, o que faz rapidamente.
Caio novamente de boca e vou chupando e lambendo ela alternando velocidade e sentindo sua reação. Quando meus (poucos) cabelos são agarrados e os xingamentos começam, já sei que o serviço tá bom e perto de concluir o objetivo. Não demora muito e ela goza intensamente.
Sem muita pausa, sou "delicadamente" puxado até ela e nos trocamos mais alguns beijos intensos. Ela empurra uma de minhas coxas pra baixo e, num giro, estou de costas com ela por cima ainda me beijando. Desceu pelo pescoço, peito, barriga, até chegar no Pequeno Rudolph e engolir o coitado.
Aí veio o show dela. Chupava inteiro, de lado, lambia de cima pra baixo, de baixo pra cima, só a cabeça, cuspia ... enfim, fez miséria. Pra deixar o cenário melhor, foi chegando de lado, montou em mim deixando a xana na minha cara. E como eu não ia ficar admirando a anatomia sexual dela, comecei a chupar novamente e ficamos num "quase quase": eu quase gozando lá e ela quase gozando cá. Nessa disputa de linguadas, Núbia goza mais uma vez e minha cara fica banhada com sua seiva íntima.
Camisinha posta, fomos para um PPMM maravilhoso com muito olho no olho, beijos e os corpos se movimentando juntos num tesão sincronizado. Trocamos para ela ficar por cima e me deu umas sentadas e cavalgadas cruéis. Por um milagre não finalizei ali. Depois ela desmonta, tira a camisinha e volta ao oral. Já tinha batido na trave umas duas ou três vezes antes, mas dessa vez mesmo que eu quisesse segurar não ia conseguir. Dei uma gozada filhadaputamente gostosa, a ponto de eu ficar arrepiado.
Núbia vai ao banheiro descartar os herdeiros, volta com lenços umedecidos, dou uma limpada no meu companheiro de aventuras e ficamos batendo papo deitados na cama.
Deu vontade de ficar e esticar mais o tempo, mas infelizmente (pra mim) ela tinha outro atendimento marcado. Tomo outro banho, me visto e dolorosamente me despeço provando um derradeiro beijo.

Até breve, minha Khaleesi.

NO DIA SEGUINTE
Ao acordar vejo uma mensagem da Anna dizendo que estava chateada pelo (não) ocorrido e que esperava que eu a perdoasse. Não respondi pois estaria com ela algumas horas mais tarde.
Depois que chegou no Zezé, ela veio falar comigo, explicou o que houve e, mais uma vez, me pediu perdão.
Mesmo que, da minha parte, ela esteja desculpada, meu planejamento especial foi por água abaixo. E eu detesto quando isso acontece ...









Episódio anterior:
Luana da Casa Marches

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LUANA MARCHES - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99886-6813
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07 de Junho de 2023 às 23:06


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HO HO HO

Esclarecimentos

Para a alegria de alguns e tristeza de outros, eis-me aqui. Ao contrário do que muitos estavam pensando, não me aposentei; ou seja, não estou "de volta" porque não fui a lugar algum.
Recapitulando o meu suposto "relato de despedida", digo que minha intenção ao elaborar o texto foi unicamente de encerrar os Contos do Noel, não as minhas idas e vindas como o (cada vez mais) Mau Velhinho.
É possível que tenha gente pensando que eu queria atenção. Se foi o caso, à essas pessoas digo o seguinte: vocês só sabem quem eu sou, não me conhecem. Se me conhecessem, saberiam que isso nem me passaria pela cabeça, pois sou do tipo que foge dos holofotes. Além do mais, basta reler o TD pra constatar que em nenhum momento eu disse que ia parar.
Logo ...




Antes de encerrar esse trecho inicial, quero deixar meus agradecimentos às queridas Iza Paulista e Srta Rios e aos confrades Az (de todos, o que nunca duvidou), Brutus, Conde da Valáquia, Ninho, Eddie Adams, Dante, Tenista, Oscar (que captou o espírito da coisa, mesmo sem querer), Duelista, Yan, Gusttavo Lima e Brand (sinto muito, Presida, mas por motivos óbvios, terei que declinar da sua "oferta"). Já que todos demonstraram se importar comigo, meu muito obrigado a vocês.

Introdução
Bom, já que os Contos chegaram ao fim, fiquei pensando qual tema usaria para ambientar os meus próximos TDs. Queria algo que, ao mesmo tempo, me desse liberdade de usar vários elementos diferentes, estabelecer um novo padrão aos meus textos e também proporcionar doses de diversão aos que gostam de ler meus relatos. Precisava de um Norte.
Foi quando mergulhei em um brainstorm solitário e, entre ideias, palavras e conceitos, concluo que a resposta estava na própria pergunta: se eu queria um Norte para uma próxima série de TDs, porque não me inspirar numa famosa série onde tudo começa e termina com o Norte?
Então, apresento a vocês:



E como toda boa série que se preza temos até abertura.

A ideia é percorrer vários reinos e conhecer/reencontrar damas. Para isso, as Casas Noel e Rudolph reafirmaram sua aliança em prol desse objetivo.



Bom, agora que expliquei o básico, vamos ao que vocês estão esperando: o relato.



Tinha uma pendência com Luana há alguns meses. Mesmo já tendo me enroscado com ela no dia em que nos conhecemos pessoalmente, numa dupla, eu queria/precisava ter nosso momento a sós. Devido a contratempos, muitos deles, fiquei um tempo impedido de sanar isso. Até que finalmente consegui um álibi e fui conhecer seu novo espaço.
Desço do metrô e sigo por uma rua até chegar de frente ao prédio onde ela atende. Por ser um analfabeto na zona sul, demorei alguns bons minutos até ver o número quase piscando pra mim do outro lado da pista principal onde eu me encontrava. Esperei o sinal fechar como um velocista que aguarda o tiro inicial para começar uma corrida: não só pela ansiedade de descer a chaminé da Casa Marches, mas também para não ter que esperar outra oportunidade de sinal verde para pedestres.
Já com o aval para subir , cumprimento o porteiro (não precisa se identificar, só pra constar) e sigo pelo elevador. Desço no seu andar e rapidamente localizo sua sala. Gorro a postos, toco a campainha e ela abre a porta. Após entrar, vejo Luana de salto numa lingerie vinho escuro, que exibia sua voluptuosa forma. Depois de um beijo delicioso, ela me mostra seu apê, pequeno, mas aconchegante e decorado com muito bom gosto. Mais uns amassos e beijos, vou ao banho.
Na volta, Luana me aguardava na cama ornamentada com o gorro. Me junto à ela em seu altar e começamos a nos enroscar. Beijos, aperta daqui, aperta de lá, estou eu deitado com ela por cima de mim arrancando minha cueca e fazendo Rudolph, o Pequeno, desaparecer em sua boca. Que oral, senhoras e senhores! Gostoso a ponto de me contorcer de tesão. Quando achei que poderia entregar os pontos, pedi que parasse pra trocarmos de posição. Antes de me jogar entre suas pernas, nos esfregando mais um pouco, com beijos que começaram em sua boca, fizeram um Pit Stop obrigatório nos seus seios e cessaram ao chegar em sua xana, depilada e cheirosa. Comecei a chupá-la lentamente e fui aumentando o ritmo aos poucos. Ela segurava meus (agora poucos) cabelos, gemia, me xingava ... sinto seu corpo tremendo e logo em seguida goza muito.



Me jogo em seus braços novamente e, uma vez mais, seu beijos me recepcionam, mas eram uma isca: Luana me joga de costas na cama e vem por cima. Saca uma camisinha, encapa meu companheiro de aventuras e, após acoplar seu corpo ao meu, rebola, quica e cavalga. Aperto suas coxas, bunda, nos beijamos, sugo seus seios de novo, trago seu corpo para junto do meu ... ficamos nessa alternância até que Rudolph começa a dar uma rateada.
Luana não se abala. Desmonta de meu corpo (ainda) roliço e se prontifica para animar o menino e me pergunta se me importo dela fazer uma "ligação direta". Como diz um conhecido ditado em latim, 'Se vis pacem, parabellum' ('se você quer paz, prepare-se para a guerra'). Concordei desde que não se empolgasse muito, pois já é uma região prejudicada, como é de seu conhecimento. Ela põe Rudolph, o Cambaleante, em sua boca de novo ao mesmo tempo em que estabelece a conexão elétrica. Os movimentos sincronizados funcionaram quase como um desfibrilador e eis que se ergue novamente, ficando assim até que eu atingisse o orgasmo.

Pausa para respirar, me recompor e me hidratar. Refeito, ficamos na cama batendo papo. Tomo mais um banho, me despeço dela com a certeza de que voltarei para vivermos novos e melhores momentos, e volto às ruas da princesinha do mar, em direção ao metrô. O vento, que alguns diriam ser frio, era só mais um sinal: o inverno está chegando ...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Papai Noel, Oscar, The Shy, membro, PauloCesar, Digboy, Brega, Saulo Top, Estarossa, Conde Da Valáquia, Barbosa82, Marcela Leal, Mítico, Paulista88, Sueco, Gatitus, Julio Cesar 34, CariocaGaludo, Lucifer, Ninho, Fatblack, Lyon, Brand, pgggato45, The Witcher, Degrov Morgan, Brutus, Ikki RJ, Joey Tribbiani, Az,, 2fray, Holmes, Senior69, Michael Corleone, Madruguinha, Y@N, Sued, rpf, gargamel, Nego Dengo, Café, PrefeitoComeCu, Tyrion, Ken Masters, Tenista, curtiram esse TD.
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17 de Abril de 2023 às 01:04


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CONTOS DO NOEL - CICLOS

HO HO HO







PREFÁCIO


Pode não ser de forma apocalíptica como a imagem acima poderia sugerir, mas o fim chegou. Sim, damas e confrades que me lêem. Para a tristeza de alguns e alegria de outros, os Contos chegaram à sua derradeira edição.

Fazendo um (não tão) breve resumo, foram 51 histórias (incluindo esta) ocorridas ao longo de 2022 onde narrei experiências com algumas dezenas de mulheres, sendo que nem todas estão mais entre as fileiras de beldades do Arena.
Caso alguém chegado à uma estatística resolva listar os relatos, vai notar que há uma discrepância no número informado, mas os motivos para tal são alheios à minha vontade.
Também não estão contabilizados cerca de 10 TDs deliberadamente arquivados. Aproveito e já deixo aqui meu pedido de desculpas ao confrade Eddie Adams por me juntar à terrível e abjeta corja de sonegadores, tão abominada por ele. Em minha defesa, esclareço que foi necessário usar este artifício por conta de frustrações e decepções, que incluem até ofensas pessoais.

Além disso, fui sendo deixado de lado por pessoas que achei que eram próximas, mas hoje sei que sempre me mantiveram à distância.
Tudo isso me fez abandonar a famosa alcunha de "Bom Velhinho". Porém, seria injusto da minha parte submeter tal mudança às pessoas que sempre se mostraram merecedoras da minha bondade.
E essas pessoas incluem, entre as meninas, duas rainhas: uma do reino impossível (que me disse que "o problema está nos outros que não sabem aproveitar nosso lado legal") e outra do submundo obscuro (cujo amor nunca conseguirei retribuir na mesma medida). Completando o trio, uma rocha colossal em forma de mulher (além de musa inspiradora).
Entre os confrades, tenho que citar: o jovem com metade da minha idade e o dobro de sabedoria; o amarelinho que não é o bar, mas é quase; aquele que é conhecido por narrar o próprio inferno; a pequena amizade que se tornou gigante; um sobrinho de consideração; o confrade de alumínio, que além de amigo, é fã, incentivador e confidente; o camarada que é a mistura de bandeirante com ninja; e óbvio, meu amor libertino, o Wolf. Os outros nomes (delas e deles)? Vocês que queimem a mufa pra tentar descobrir quem são ...


PREDIFÍCIO

Acredito que todos já se depararam com a frase "Tenho duas notícias, uma boa e uma ruim: qual você quer primeiro?". É quase unânime que as pessoas escolhem a ruim primeiro e a boa depois, como um processo de "morde e assopra" consigo mesmo. Assim sendo, seguirei esse modelo para seguir a narrativa.

Faltavam poucos dias para o feriado mais desejado e aguardado por este que vos escreve. Lógico e evidente que eu queria algo marcante para comemorar essa data. Pensei, repensei, fiz cálculos e planos para enfim chegar à uma decisão. Ou melhor, a decisão chegou até mim porque caiu no meu colo, para ser honesto.
Empolgado com a possibilidade, estava em processo de finalização, mas bateu na trave e ficou para o dia seguinte, antevéspera do Natal.
"Melhor ainda", pensei eu. Teria mais tempo para me preparar, além de providenciar presentes especiais para celebrar a última aventura do ano.
Só que a vida ... Ah, essa danada ... ela é uma caixinha de surpresas. Depois de tanto me rondar, o Grinch entrou em ação roubando meu presente por entre meus dedos. Resultado: o Papai Noel teve uma noite infeliz.

Corta para o dia 25, Natal. Um grupo de amigos combina o tradicional chopp de fim de ano para comemorar o aniversário de um deles no dia 26. O local escolhido dessa vez foi o Amarelinho, na Cinelândia. Como era uma segunda-feira todos iriam direto do trabalho, logo sem suas respectivas esposas. A porta da oportunidade se abriu na minha frente.
Manhã do dia seguinte mando mensagem pra Anna, que me responde quase que imediatamente, e acertamos um horário para o fim da tarde. Mais tarde ela perguntou se poderia ser meia hora depois e concordei.


"Mas antes que eu me esqueça, antes que eu me esqueça
Antes que tudo se acabe
Eu preciso, eu preciso dizer a verdade"

(Impossível, Biquíni Cavadão)


A verdade, senhoras e senhores, é que Anna poderia muito bem ter sido aquela que inspirou Bruno Gouveia a compor os versos da música acima, especialmente onde ele diz que "É impossível esquecer você". E não precisa ter provado de seus beijos adocicados, tampouco ter sentido o calor de seu corpo divinamente esculpido pra concordar comigo. Quem a viu no 3° Encontro do Arena, irretocável, no modelito mais matador da noite sabe o que quero dizer. Uma visão pra eternizar na memória.

E é somente na memória, como uma Matrix afetiva, onde todos aqueles que tiveram o privilégio de desfrutar de ótimos momentos ao seu lado manterão a personagem Anna Trinity viva.
Ironia do destino ou não, meu ciclo se fechou com a dama que, dentro de pouco mais de um mês da data de publicação desse relato, encerrará suas atividades, dando fim a um ciclo que foi breve, mas meteórico em todos os sentidos possíveis. Um alinhamento quase perfeito.

Porque perfeito mesmo foi o nosso encontro. Para os que gostam de detalhes, foi praticamente uma reedição do meu TD anterior, contudo não sei precisar em que ordem as coisas aconteceram. A partir do momento em que nossas línguas estabeleceram a primeira conexão, fomos transportados para além do espaço e do tempo. Na minha frente, nada mais existia além dos seus olhos apaixonantes, sua voz sedutora, sua pele acalentadora e suas curvas deliciosas.
Depois de voltarmos à realidade, fui ao encontro dos meus amigos. Não fiz qualquer alusão ao que tinha feito antes de chegar ali, mas todos me olhavam como se soubessem cada detalhe sórdido.


------------------------------------------------------------------------------------------------------



Anna, se estiver lendo isso, saiba que naquele dia, eu estava tomado por uma ira absurda, mas você substituiu por uma alegria transbordante.
Caso não consiga te reencontrar deixo aqui minha gratidão eterna pelo que fez.


------------------------------------------------------------------------------------------------------




Agora, só me resta repousar em minha poltrona vermelha, afinal o inverno está chegando ...


The End

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27 de Março de 2023 às 22:03


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CONTOS DO NOEL - MULTIVERSO DA LUXÚRIA

HO HO HO

PARTE 1: VIAGEM NO TEMPO


Estava no 2° Encontro do Arena conversando com algumas pessoas quando percebo uma mulher monumental à minha esquerda. Olhando fixamente para mim, ela chega sorrindo e nos apresentamos. Iniciamos uma conversa que teve, entre outras coisas, alguns elogios, digamos, bem específicos e a revelação de gostos em comum. Era o primeiro sinal de que daria bom. Ainda no Curta, nos esbarramos mais duas vezes e em ambas as ocasiões, mais provocações mútuas.
Saí para um atendimento previamente agendado no AA37 e, ao sair, encontro Alexia e uma galera do Arena no Zezé. Mais uma rápida conversa (estava quase no horário limite para ir embora) e quando o trenó estava prestes a chegar para o resgate, fui me despedir dela, que nesse momento estava no balcão do bar mais famoso deste fórum. Ao invés dos tradicionais beijinhos no rosto, ela me tasca um beijão daqueles e ainda me pergunta: "Já vai?". Se não fosse o adereço que uso na não esquerda e Cronos citando o Capitão Nascimento ("já avisei que vai dar merda, Noel!") juro a vocês que eu teria ficado.





Peguei o número dela no Arena Social e entrei em contato para tirar algumas dúvidas e, se possível, agendar um horário. Não obtive resposta e soube que ela tinha "sumido do mapa".





Algum tempo depois (quase dois meses, pra ser exato) ela reaparece, me explica o que houve e avisa que veio pra ficar. Além de continuar o papo que começamos lá no dia 15/09, aproveito para marcar nosso enrosco.

PARTE 2: COM GRANDES MULHERES, VÊM GRANDES PRAZERES

No dia e horário combinados estava eu no Zezé acompanhado de alguns confrades e duas damas que nos honraram com a sua presença. Eis que dobrando a esquina da Álvaro Alvim com a Alcindo Guanabara, surge Alexia. Sensual. Imponente. Sorridente. Voluptuosa. Cumprimenta a todos e se junta a nós no papo e na cerveja. Alguns copos e risos depois, aviso que estou à mercê dela, que me responde para sairmos em 10 minutos.
Passado esse tempo nos despedimos dos que estavam presentes e partimos para o Lips. Depois de pegar as chaves na recepção fomos para o elevador e a pegação comeu solta. E não tinha como ser diferente. Além do tesão que estava explodindo em nós dois, o elevador parecia se mover em slow motion de tão lento que é. Quando finalmente chegamos ao andar correto, estávamos pingando de suor, nus e satisfeitos sexualmente após os 47 minutos que levamos para chegar. Óbvio que não foi isso que aconteceu, mas se fosse daria uma história e tanto.
Entramos no quarto e fomos ao banho. Eu fui primeiro e ela foi depois, não sem antes capturar meu gorrinho. Quando terminou o banho, Alexia sai do banheiro mais cheirosa que de costume, num conjuntinho vermelho e de gorro. Uma verdadeira Mamãe Noel safada.

Nos agarramos aos beijos novamente, dando continuidade ao que tinha começado no elevador. Aperto ela que me aperta de volta. Em algum momento nossas parcas vestes já estavam espalhadas pelo quarto. Quando dei por mim, já estava com os suculentos seios dela em minha boca e suas mãos já tinham encontrado Rudolph pronto pra batalha.
Deitados na cama, Alexia engole meu pequeno companheiro de aventuras numa bocada só, me fazendo revirar os olhos. Vai gostar de chupar assim no Pólo Norte. Antes que fosse derrotado, peço pra ela parar e trocarmos de posição. Avancei naquela ppk com a fome de 10 presidiários. E que delícia! Depois de um pequeno ajuste, fiquei por lá até as coxas (que nessa hora aqueciam minhas orelhas) darem uma tremida. E voilá!

Enquanto Alexia curtia seu momento orgástico, ficamos coladinhos conversando e beijando. Aos a parada técnica, ela cresceu pra cima de mim. Embora muitos de vocês não acredite, sim, é possível. Sacanagem rolando, casaco no Pequeno Rudolph e partiu encaixe. Com ela por cima, pude apreciar seus seios novamente. A segurei pelas coxas ou pela bunda, não me recordo exatamente. E o motivo dessa dúvida é o que ela fazia comigo nesse momento: não era uma sentada, muito menos cavalgada, mas, sim, uma sequência de bucetadas de deixar qualquer um subindo pelas paredes.





Em várias histórias de heróis em grandes e decisivos combates, o protagonista fraqueja não propositalmente, mas pelo excesso de esforço. Imagina então o que aconteceu com este Mau Velhinho que vos escreve, que não tem mais o vigor da juventude muito menos tarimba pra ser estagiário de ajudante de super-herói. Sim, meus caros, Rudolph deu uma rateada após algumas trocas de posições.
Mas para evitar um final infeliz, ele ressurge para um último ato, trazendo alegria para Alexia que curtiu até a última gota jorrada.

EPÍLOGO

Depois do fuzuê, nos lavamos de novo, conversamos e rimos bastante. Por conta de outro compromisso dela não podíamos ficar mais tempo. Retornamos ao point original, onde ela se despede de todos e eu fico pela área, lembrando dos momentos deliciosos que acabara de viver.
Se eu recomendo a Alexia? Por mim eu obrigava todo mundo a ter essa experiência incrível que é estar junto dessa mulher carismática e maravilhosa.
Até o próximo (e último) Conto, crianças.




Papai Noel, Brega, Y@N, PrefeitoComeCu, Julio Cesar 34, Lucifer, Digboy, Oscar, The Shy, Novaes87, Ikki RJ, Degrov Morgan, CariocaGaludo, Morangão, Barbosa82, Brand, Conde Da Valáquia, The Witcher, Mayara Rios, LP come queto, Seu Brandão, Veronica Carbone, Gusttavo Lima, Eva Sanchez, Marcinho, Sueco, Mister M, Michael Corleone, pgggato45, Dionizio_RJ, Mr69, Alucard, Az,, Não é o Antony, curtiram esse TD.
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07 de fevereiro de 2023 às 23:02


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CONTOS DO NOEL - BÉSAME MUCHO



#Antepenúltimo



HO HO HO

Só pra constar, esse relato, assim como o anterior, é do ano passado. Afinal, atrasado sim, sonegado só se fizer jus (o que não é o caso aqui).

Numa terça dessas da vida resolvi dar uma escapulida e tentar a sorte pra conseguir um enrosco. Enquanto me deslocava, dei uma checada na Lista de Presentes para escolher um nome e traçar a rota. Feito isso, na primeira tentativa já sou respondido quase que prontamente. Pergunto se teria um horário disponível para este gélido idoso e, para minha alegria, disse que sim. Tudo confirmado, fico mais tranquilo.

Bom, nem tanto. Era minha primeira vez no Largo do Machado. Então aproveitei que tinha tempo sobrando pra fazer duas coisas: fazer o reconhecimento da área pra saber onde fica o prédio onde ela atende e garantir um presentinho pra não chegar de mãos abanando.
Essa última parte eu tirei de letra. Não que a primeira tenha sido difícil (muito pelo contrário, é um lugar tranquilo e fácil de achar), mas o burrinho aqui ficou meio perdido quanto à entrada. Mas logo foi resolvido.
Enquanto aguardava a confirmação para subir, parei na lanchonete que fica logo ao lado e pedi um suco de laranja. Fidelidade à cerveja do Zezé é foda.
Cinco minutos antes do combinado, olho pro alto e avisto um sapatinho na janela. Era o sinal de que a chaminé estava preparada para receber o Mau Velhinho.





Ao chegar em seu apê, sou recebido por essa maravilhosa morena numa lingerie branca. Nos cumprimentamos verbalmente e ela me pergunta como estou. Quando ia lhe responder, minha boca é tomada de assalto pelos seus beijos. Achei uma falta de educação deliciosa me interromper desse jeito. Adorei! Após os beijos já tinha esquecido o que ia falar. Sou conduzido até o seu quarto, que conta com uma decoração discreta e bem bonita. Ela me pergunta se vou tomar banho, óbvio que concordo e vou lavar meu corpo roliço. Quando saio, a encontro numa pequena copa que fica ao lado do banheiro. Mal me viu, já me agarra aos beijos novamente. À essa altura do campeonato, eu já sabia que ia dar ótimo. E nem tínhamos feito nada ainda.

Sou guinchado de volta até o seu quarto, nos sentamos na cama e, antes que viesse uma nova investida de beijos, pedi para que se contivesse e então batemos um Papo Noel. Feitos os devidos esclarecimentos, Loren literalmente pula em cima de mim e milésimos de segundos depois nossas línguas estavam se digladiando mais uma vez. Ela me apertava junto a si enquanto eu apalpava as coxas, sua bunda, acariciava suas costas e a pegava pelos cabelos alternadamente. Quem dera ser cheio de braços como um deus hindu pra fazer tudo isso ao mesmo tempo.

Tiramos as peças de roupa faltantes e ficamos nus nos entregando ao calor do corpo do outro. Com ela sentada por cima de mim, beijo seu pescoço e vou aos seus seios, uma degustação maravilhosa e irresistível. Fiquei tempo suficiente pra ouvir um ou outro gemido e ser chamado de safado. Já deitado, me beija mais, vai descendo e agarra Rudolph num oral tão gostoso, quente e prazeroso quanto seus beijos. De vez em quando dava umas engolidas que eu ia ao céu, dava "Boa tarde!" pro Chefe e voltava. Misericórdia, Senhor! Lembrando agora do ocorrido me pergunto como resisti tanto tempo.

Quando ela deu uma pausa, disse que queria lhe dar o troco. "É pra já!", foi a resposta dela. Me manteve deitado e montou na minha cara. Que maravilha! Uma ppk gostosa de chupar, com um grelo suculento ... agarrado às suas coxas grossas, me fartei ali enquanto ela gemia e rebolava. Na hora que apertou minha cabeça contra suas virilhas, era hora do gozo. Delicioso (literalmente) e intenso. Ela gira as pernas e eu achei que ia desmontar. Achei errado.

Emendou num 69 alucinante. Ambos se chupando, lambendo, trabalhando a boca no sexo do outro. A coisa pegou fogo de um jeito que eu achei que iríamos acabar gozando juntos nessa posição, algo inédito pra mim até então. Achei errado de novo. Achei errado de novo. Loren salta de acima de mim, encapa o Pequeno Rudolph e começa a me cavalgar de frente pra mim. O tesão entrou em órbita alavancado pelo movimento do seu quadril junto com seu beijos, um combustível capaz de mover montanhas. Antevendo o estouro da champanhe, peço para trocar de posição.
Ela se posiciona de quatro na beira da cama. Mal me ponho dentro dela, Loren empina a bunda pra cima. Já tinham me alertado quanto à essa visão irresistível. Pensei: "Dois toques no berimbau e a capoeira termina!". Pra variar, achei errado de novo. Rudolph chamou a responsa pra si e disse "É só não olhar pra bunda dela que eu seguro um tempo!". Dito e feito. Aguentei mais do que imaginei que fosse aguentar. Mas uma rápida olhadinha naquele monumento à minha frente fez com que o esforço do meu companheiro de aventuras chegasse ao fim. Anuncio que vou gozar e o faço em sua boca.
Ela se retira pra jogar fora os projetos de duendes. Na volta, batemos um papo bem bacana e descontraído. Claro, regado com muitos beijos. A fatídica hora chega. Banho rápido, roupa de volta e sou levado até a porta. Nos beijamos mais uma vez e tive que partir.
Depois de recalcular a rota rumo à Cinelândia, incluí a Loren na lista de repetecos mais do que certos. Gostei tanto que até indiquei, ou melhor, referendei a um pequeno confrade.



Não sou Exterminador,
mas eu voltarei!

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ANNA TRINITY - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99603-3714
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27 de Janeiro de 2023 às 22:01


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CONTOS DO NOEL - A ESTRELA RESPLANDECENTE


#(√2704)-1


HO HO HO

PARTE 1 - CARTA DE AGRADECIMENTO




Quando vi o tópico do Confrade Oculto lembro de ter comentado que achava que ia dar merda, mas que ainda assim participaria. E não é que eu estava certo? Teve gente que não entendeu vários pontos das regras, por mais que o Digboy, idealizador da brincadeira, explicasse com uma paciência exemplar. Por conta disso, fiquei apreensivo e comecei a torcer para que quem me tirasse não padecesse de distúrbios em sua capacidade cognitiva.

Prazo para inscrição encerrado, veio o sorteio. Fiquei encarregado de indicar alguém pro Ninho. Usei os resquícios de bondade que tinha, o ajudei a juntar a fome com a vontade de comer e ele foi lá ser feliz.
Quem recebeu a incumbência de me indicar alguém foi o Sueco. Óbvio que fui ver a lista de TDs dele para tentar obter alguma pista do possível nome que me seria passado. Por um momento, achei que iria visitar a Pequena Estocolmo, visto que ele tem uma certa quantidade de encontros realizados por lá. Mas minha intuição me dizia que ele não seria tão óbvio. E mais uma vez eu estava certo.

Provando ser um observador meticuloso, Sueco prestou muita atenção em alguns comentários que deixei em tópicos e TDs para me trazer essa indicação mais do que perfeita, pois Anna já estava na minha lista, só acabara de se tornar prioridade máxima.
Até poucas horas antes da consumação desse TD, só tínhamos trocado poucas mensagens por Whatsapp e em esbarrões nos Encontros anteriores, onde eu estava chegando e ele saindo. Por isso, reconheço e torno público que nenhum outro confrade seria tão preciso quanto o Sueco foi. Os laços escandinavos falaram mais alto.




PARTE 2 - O QUARTO REI MAGO

Entrei em contato com a Anna e agendamos para o dia seguinte de forma rápida, fácil e tranquila. Só tivemos que fazer ajustes quanto ao horário (o que eu queria inicialmente não estava disponível), mas no fim ficou tudo bem pra ambos. Aproveitei o ensejo e fiz um pequeno pedido. Ela não só concordou como respondeu de uma maneira que nunca esquecerei. Cheguei a dormir ansioso, algo que raramente acontece.
Já no dia 15, chego ao Centro e vou logo garantir um presentinho especial. Afinal, era dezembro e as meninas visitadas pelo Mau Velhinho num mês tão significativo merecem um agrado a mais.
Sigo para o Zezé e já encontro algumas figuras por lá. Outros (e outras) vão chegando. Aos poucos a luz vespertina vai diminuindo para dar vez à penumbra da noite. Em meio a copos, olhares, risos e papos, aproveito uma pequena deixa e saio à francesa para não chamar atenção. Não que eu tivesse alguma relevância ali naquele momento, mas acho estranho me ausentar de forma abrupta.





Eram 18h40 e me pus a seguir uma estrela que me apontava o caminho. Não que eu não conhecesse o trajeto, mas o destino me era inédito. Fiquei aguardando seu chamado que chegou com um pequeno atraso (justificado, pois estava nos preparativos para atender meu pedido).
Já autorizado a subir, lá vou eu pelas escadas. Me senti tomado por um nervosismo incomum que me nublou os olhos. Fiquei meio perdido nessa hora e me senti na Porta dos Desesperados, sem saber pra onde ia. Mas a própria Estrela veio em meu auxílio: abriu a porta e me chamou; ao entrar pude, então, vislumbrar todo o brilho de sua beleza.
Não vou falar dos atributos da Anna, já amplamente descritos e elogiados nos relatos anteriores. Só quero deixar registrado que a achei muito parecida com a atriz Letícia Colin.





Após a visão estupenda daquele corpinho delicioso num biquíni de fita vermelha e um robe transparente por cima, tive a certeza de que me dei bem pra caralho. Um beijo e ela me conduz ao seu cantinho. Entrego seu mimo (adorou, aliás), papo rápido enquanto tiro a roupa, vou tomar meu banho e logo volto aos braços dessa mulher cuja magnitude não sou capaz de mensurar.

E já emplacamos beijos. Deliciosos. Bem encaixados. Atiçantes. Ela foge de minha boca e se senta no colchão. Tira minha cueca olhando pra mim, mas logo seus olhos (e boca) voltam sua atenção ao Pequeno Rudolph. Seu oral tem propriedades ígneas, parecia que sua língua era feita de fogo, sinto meu corpo incendiar a cada movimento que faz com a boca. Antes que Rudolph fizesse cosplay de uma banana (nanica) de dinamite e explodisse antes da hora, me dirijo novamente à sua boca e, mais uma vez, nos beijamos loucamente.

Por um instante, ela para e olha para as fitas em seu biquíni. Mensagem prontamente captada. Desfaço os laços de cada peça da maneira mais cuidadosa possível. Enfim o velho Noel, que tantos presentes distribui, estava abrindo o próprio presente. Tal qual uma criança que acabou de abrir a caixa do seu brinquedo favorito, eu estava com um sorriso bobo na cara admirando Anna de cima a baixo.

Trago ela para junto de mim com mais beijos e lentamente vamos nos deitando. Que delícia provar seu corpo. Boca, pescoço, colo, seios, barriga ... nada me escapou à boca enquanto ela passava suas mãos em mim, ora acariciando ora me apertando. Camisinha posta, ela vem por cima. Primeiro de frente, depois de costas. Seu corpo parecia dançar silenciosamente, mesmo com uma playlist (à escolha dela) tocando ao fundo.

Quando ela se vira novamente pra mim, peço que se deite. Era hora de explorar o núcleo incandescente dessa estrela. Chupei seu sexo deixando-a mais ardente ainda. Seu corpo se move como labaredas crepitantes. Seus gemidos e sussurros irrompiam pelo quarto cada vez mais. E eis que chega o ápice. Gostaria de dizer que Anna gozou, mas o que eu vi foi a explosão de uma supernova.





Novamente nos entrelaçamos aos beijos. Rudolph ainda dava sinais de vida e ela percebeu. Onde há fumaça, há fogo. Volta ao seu oral magnífico para deixá-lo no ponto. Nova capa colocada e vamos à finalização, já que nosso tempo infelizmente estava acabando. Com ela de quatro, me posiciono dentro de sua ppk fumegante, finco as mãos em sua cintura e fico ali por uma bons minutos. A posição é fatal e a visão de seu belo corpo delineado junto com as olhadas que dava por cima do ombro beiravam a covardia. Não tinha como ir muito além. Esse fogo todo me fez derreter num gozo fumegante em cima de sua bunda.
Caio ao seu lado e ficamos juntos por uns instantes. Pouco depois, imploro um copo d'água, que ela prontamente atende. Alternamos os banhos, colocamos nossas roupas e sou honrado com sua companhia até o Bar do Zezé, onde estava rolando 3° Encontro do Arena.




Quem diria que o Mau
Velhinho seria presenteado
com essa belezura toda?

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BRUNINHA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98578-0791
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04 de Dezembro de 2022 às 23:12


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CONTOS DO NOEL - ANCK SU NAMUN

HO HO HO


Anteriormente, em Contos do Noel...
Bruninha me abraça e me beija. Por um segundo, interrompemos o beijo, nos olhamos e continuamos.


Nesse exato momento, leitoras e leitores, imagens do meu passado passearam pela minha cabeça de forma desconexa num rápido lampejo. Na hora, não entendi e, sinceramente, nem queria, pois tinha coisa muito melhor pra fazer. Ao término da aventura já relatada, Az e eu perambulamos pelo Centro, fazendo uma parada na 502, onde ele conheceu a Agatha. A saber: não foi dessa vez que eles se enroscaram, isso rolou em outra oportunidade.
Na hora de ir embora, rachamos um Uber. Eu até diria que fomos conversando, mas o que aconteceu na verdade é que fui sabatinado pela curiosidade do jovem forista, ávido em saber alguns episódios da minha história. E nesse revival de causos antigos, relembrei uma situação bem especial e imediatamente a imagem de uma pessoa em particular se fez quase viva na minha mente. Os lampejos de antes voltaram, mas desta vez fazendo total e completo sentido: nessa "auto regressão" que fiz, encontrei a razão para que algumas (ótimas) conexões deixassem de soar tão inexplicáveis. Como com a Bruninha, mais cedo. Pois até então parecia que tinha despertado em mim algo oriundo de vidas passadas, mas se tratava desta vida mesmo ...
A explicação completa deixarei para um próximo relato para não esticar tanto essa contextualização.

Pois bem. Passados 5 dias, entro em contato com a Bruninha. Nos falamos brevemente e digo à ela que precisávamos nos reencontrar o quanto antes. E assim agendamos meu retorno.
Acometido por uma rara ansiedade, chego ao Centro e encontro com o confrade Piróquio no Zezé. Pouco depois, Ninho se junta a nós com um sorriso de orelha à orelha por conta do enrosco que teve. Ficamos os três batendo papo por um tempo até que recebo o chamado da felicidade. Mas antes deixei o Piróquio numa fita maneira com uma deliciosa menina do VIP. Não foi relatado ainda, mas só sei de uma coisa: o moço se deu muito bem.

Me despeço dos nobres colegas e, uma vez mais, me dirijo ao quarto mais alto da torre mais alta. Lá, ela abre porta permanecendo atrás dela para poder dar passagem ao roliço corpo deste que vos escreve. Ao fechar vejo que usa um robe transparente por cima de uma lingerie vermelha que orna maravilhosamente bem nela. Nos cumprimentamos com um beijo e seguimos as escadas até o seu cantinho, que é muito aconchegante e funcional.

Conversamos rapidamente enquanto tiro a roupa e sigo ao banho. Na volta, ela me aguardava em pé, selecionando uma playlist em seu celular. Antes que pudesse tirar as sandálias de salto que usava, chego por trás pegando-a pela cintura, puxo seu corpo para junto do meu e lhe dou uma "ordem" bem baixinho no pé do ouvido, fazendo alusão à uma publicação dela no status do whatsapp naquele mesmo dia. Ainda em meus braços, se vira pra mim mordiscando levemente o lábio inferior e com um olhar penetrante que tomou meu corpo e alma de assalto. O que lhe dissera segundos antes fez efeito. Ponto pra mim.

Nos agarramos novamente aos beijos de forma ensandecida. Ela passa uma de suas mãos por trás da minha cabeça; com a mão esquerda, eu a seguro pela cintura. Com a outra mão, Bruninha passeia pelo meu corpo, com um toque suave; deslizo minha mão direita que estava em sua cintura até sua bunda e desço à sua coxa. Levanto lentamente sua perna e ficamos mais colados ainda, quase um encaixe perfeito. Os lábios se separam, os olhares se encontram, as respirações em uníssono ... hora de irmos para a cama.


Crianças, prestem atenção aos detalhes ...


Me sento encostado na parede, ela monta em mim e vira os braços para trás na intenção de tirar o sutiã. "Deixa que eu faço isso!", disse pouco antes de ser calado com seus beijos. Peça de roupa retirada com sucesso, libertando seus seios, cuja formosura roubou a atenção dos meus olhos, mesmo já os tendo visto antes. Ato contínuo, chupo cada um deles de maneira sôfrega, arrancando leves suspiros enquanto ela abraça minha cabeça para junto do seu colo.

Após essa degustação (cuja lembrança não é a canção de Rita Lee, mas me dá água na boca), Bruninha chega pra trás e tira sua calcinha. Segui seu exemplo e também tirei minha calci...digo...minha cueca. Mais uma sessão de beijos breves e ela vai até o Pequeno Rudolph. Sem rodeios ou firulas, Bruninha começa um oral fantástico, daqueles que é impossível não sentir tesão.
Seguro suas longas madeixas negras, não para ditar o ritmo (aprendam, jovens ansiosos), mas sim para que não caiam sobre seu belo rosto bloqueando aquela visão magnífica. Por vezes Bruninha olhava pra mim e isso me dá um tesão danado, além de ser perigoso porque posso acabar arrebentando a corrente da bicicleta e o passeio mal começou.

Após aguentar o máximo possível, fiz a clássica sugestão da troca de posições. E lá vou eu me satisfazer naquela ppk cujo sabor eu já conhecia, mas que desta vez (por conta das lembranças pregressas) contava com um tempero a mais. Como sempre, faço questão de dar o meu melhor nessa hora e fui em busca do seu orgasmo. Chupei abraçado às suas pernas por longos minutos, até o momento em que segura firme a minha mão. Se eu fosse o Alceu Valença cantaria: "Tu vens, tu vens ... Eu já escuto os teus sinais". E com uma respiração mais ritmada, suas coxas erguidas e um gemido excitante, ela goza e sigo seu saboroso néctar.

Após breves minutos de carícias abraçados para se recompor, Bruninha percebe a consequência provocada pelo seu ápice de prazer: meu companheiro de aventuras estava a postos aguardando sua vez. Aplica um rápido oral, coloca a capa e vem por cima decidida a acabar comigo, dada a voracidade de suas cavalgadas. Chupo seus seios novamente enquanto a seguro pela cintura numa (vã) tentativa de ditar o ritmo dela. Graças aos céus, ela decide mudar de posição. Vira de costas, entrelaça suas pernas às minhas e recomeça a cavalgar. Estava tão gostoso quanto covarde por causa da visão daquela bunda na minha direção. Dali emendamos nova troca de posição, agora com ela de quatro. Que delícia!
Ficaria ali até me acabar, o que aconteceu mas não porque gozei e, sim, por conta do meu parco condicionamento físico. Ficamos os minutos finais conversando até seguir me arrastando ao banheiro pra jogar uma água na carcaça.
Roupa colocada, nos despedimos com mais beijos e vou embora maravilhado com tudo que passei. Poucas foram as vezes que saí assim de um encontro, o que só poderia significar uma coisa: meu ranking ganhou uma nova integrante.
Sigo pelos corredores do Castelo, embarco no elevador rumo ao andar térreo e encontro uma dama queridíssima quando passamos pelo seu andar. Só que a partir daqui vocês já sabem o que aconteceu depois.


Saudades do que a gente ainda vai viver ...

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06 de Novembro de 2022 às 11:11


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CONTOS DO NOEL - FOI UMA RIOS QUE PASSOU EM MINHA VIDA

HO HO HO


Costumo dizer que sou um cara previsivelmente imprevisível. Mesmo seguindo padrões como todos fazem (sem exceção), de vez em quando me permito sair da estrada de tijolos dourados onde a maioria costuma trilhar os seus passos. Não foi o caso de me aventurar em mares nunca antes navegados, mas, sim, de mergulhar em Rios.

NASCENTE
Marcação super fácil, a menina não demora a responder e se mostrou bem simpática ao longo do nosso papo. Como tinha acabado de conseguir um álibi, já acertamos para o mesmo dia, no fim da tarde.
Aí, como eu não sei nadar, me bateu a preocupação: será que esse rio dá pé?

Chego ao Centro, dou aquela parada de lei no Zezé e peço uma cerveja. Não vi ninguém conhecido nesse meio tempo. Faltando 15 minutos, acerto minha conta e vou caminhando calmamente até seu local para aguardar a tão esperada autorização para subir.
Trocamos mensagens rapidamente onde ela tinha perguntado se poderia atrasar 10 minutinhos. Mas antes mesmo desse prazo ela me chama. Pego o elevador e me vou.

O LEITO
Chego ao seu apê, toco a campainha e fico aguardando. Meu acesso é liberado ao abrir da porta, que escondia por detrás de si uma morena alta (1,72m), bonita e carnuda. Sim, meu povo, ela enche a mão.
Nos cumprimentamos com um abraço e um beijo (ainda) tímido e sou convidado a conhecer seu espaço, que é muitíssimo bem cuidado, organizado e decorado. Pergunto se posso carregar meu celular e lhe entrego meu carregador. Ela se abaixa ao lado do sofá e diz "Deixa eu ver se tem uma tomada aqui!", colocando a bunda pra cima. Não resisto e agarro ela, sarrando aquele monumento empinado em minha direção. Coloco a mão por baixo de sua blusa e apalpo seus seios, enquanto ela se levanta, passa a mão por trás da minha cabeça me puxando pra junto dela. Sua boca procura a minha, nossas línguas se unem. Rudolph entra em desespero e eu imploro por uma toalha para tomar logo um banho.

RIO SELVAGEM
Quando volto, ela está deitada me aguardando. Antes de chegar à margem de sua cama, ela se levanta, vem até mim e começamos a nos beijar e nos pegar em pé. Vira de costas, se esfrega em mim e tira sua roupa ficando apenas com uma calcinha preta. Se põe na beira da cama de quatro e me chama, olhando por cima do ombro: "Vem tirar minha calcinha!". PQP!.
Obedeço sua ordem lentamente, beijando seu corpo por onde a calcinha passava. Ela mais uma vez me puxa pra perto de seu corpo e ficamos colados numa esfregação deliciosa. Ela me toca, eu toco ela, mais beijos ... e o tesão aumentava monstruosamente. Ela me pede pra deitar e me ataca com seus beijos intensos. Beija meu pescoço, meus mamilos, barriga e logo encontra o Pequeno Rudolph, fazendo-o sumir em seguida. Ela abraça minhas coxas e faz um oral usando somente a boca. A chupada na cabeça é um show à parte. Quando parava era pra pedir: "Bate com ele na minha cara! Agora na língua!". E ficou lá mamando um bom tempo.

Depois rolou um carrossel de posições: de quatro, com ela rebolando ora devagar, ora freneticamente; cavalgada, bem selvagem com muitos beijos e pegada firme; de bruços, beijando suas costas com ela gemendo; PPMM, com nossos corpos bem colados, beijos longos e molhados ... sempre que possível, brincava com seu grelo que fica excitadíssimo. Chegou uma hora que ela propôs uma posição dizendo que eu ia gostar muito. Ela se abriu num frango assado e fiquei deitado de lado em frente à ela já conectado. Abracei uma de suas pernas e fui metendo do jeito que ela pedia. "Mais! Com força!. Eu passo a mão que estava em sua perna e levo ao seu ombro, melhorando o encaixe. Mas ela rapidamente leva a minha mão ao seu pescoço e pede pra ir com mais força. Aí o Bom Velhinho não aguentou muito mais tempo e começou a gemer. Foi quando ela pulou sobre meu companheiro de aventuras e o chupou até todo meu gozo se esvair em sua boca.

Ela vai ao banheiro fazer sua higiene bucal. Na volta fez um carinho em Rudolph que ainda estava sensível e ela riu da minha reação. Aos uns segundos estático na cama, peço uma água porque eu estava com a garganta seca. Como não havia outro cliente depois de mim, ainda falamos sobre nossas vidas, demos mais alguns beijos, comemos um chocolate, outros beijos, banho, beijos ... e achei melhor me despedir antes que eu ficasse mais tempo. Algo que até queria, mas não podia.
Então vou-me embora deixando essa mulher intensa, deliciosa e marcante no conforto do seu apê. No elevador já procurei no Google onde praticar rafting pois preciso estar bem mais preparado para me aventurar novamente nessa Rios.



As sinuosas curvas da Rios

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
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CLÉOH - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (24) 98125-5687
CLEOH
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03 de Novembro de 2022 às 23:11


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CONTOS DO NOEL - CLEOH-PATRA

HO HO HO


Deliciosa. Arrebatadora. Notável. Tesuda. Excepcional. Elogios que não definem, mas descrevem parte do que é a Cleoh. Eu poderia até acrescentar "improvável " à essa lista, mas creio ser melhor usar esse termo para o nosso encontro que culminou nesse TD, que, como não poderia deixar de ser (já virou até 'marca registrada' deste que vos escreve), é atrasado, mas nunca sonegado.

Estava eu no reduto boêmio alternativo da Cinelândia (preciso dizer o nome?), meio pra baixo por conta de alguns percalços particulares, quando avisto entrando no Castelo das Princesas, uma morena de cabelos curtos, cujas feições e silhuetas eu conheço, mas só de fotos. Como tenho andado com o "Foda-se" ligado, rapidamente entrei em contato, papo vai, papo vem, eu queria, ela podia ... fui.

Subo o elevador e já chego ao seu local. O beijo que me recepcionou já foi um belo cartão de visitas: seus lábios ardentes incendiaram o gélido representante do Pólo Norte. Corri ao banho e na volta, Cleoh usava somente uma blusinha verde curta e uma provocante calcinha vermelha.
Nos embrenhamos aos beijos ainda em pé e fomos lentamente nos ajoelhando na cama. Ela tira a blusa e seus formosos seios ficam à mostra. Deixo seus lábios por um instante para degustar um pouco deles. Volto à sua boca, nos deitamos de lado, um de frente para o outro, e, em meio aos beijos, ficamos nus.

Depois de um tempo na esfregação, ela lentamente vai beijando meu corpo, começando pelo pescoço, peito, barriga. Aqui rolou uma parada técnica por parte dela: seus seios estavam sobre o Pequeno Rudolph e fazendo um vai-e-vem com o corpo, simulou uma espanhola. Depois parte para um oral ótimo. Da cadência à pressão, não há o que falar. Até porque eu só conseguia gemer e suspirar. Ficou um tempo razoável e no primeiro descuido, quando parou de chupar e ficou me olhando com uma cara de safada, sugeri que trocássemos de posição. Mais um passeio com a língua em seus seios e logo estou em sua ppk, cheirosa demais. Brinco bastante em seus lábios e grelo, fazendo-a gemer bem gostoso. Não que estivesse resistindo, mas ela não se entrega fácil. Precisei me dedicar um pouquinho mais do que de costume até que seu orgasmo viesse.

Me deito ao seu lado e ela, mesmo relaxada pós-gozo, alisava meu companheiro de aventuras que estava doido pra botar o time em campo. Cleoh, então, vem por cima numa posição onde ela fica bem à vontade, se movendo deliciosamente sobre mim. Mesmo bem molhada, pude sentir o quanto ela é apertada, fazendo com que eu me concentrasse pra não sair do jogo cedo demais. Mudamos para um PPMM, procurei manter um ritmo sentindo seu corpo. O olho no olho e os beijos foram um combustível a mais para manter a posição. Ela me abraça, levanta mais as pernas e posso sentí-la mais a fundo.

Nova troca de posição, agora com ela de quatro. Antes, um pedágio de beijos (deliciosos, só de lembrar consigo sentir o gosto) e um rápido oral em mim. Já posicionados, me encaixo nela, seguro sua cintura e vou cadenciando a meteção. Após um tempo, Cleoh desfere seu golpe de misericórdia: flexiona os braços abaixando o corpo ao mesmo tempo em que empina a bunda. Pra completar, me olha por cima do ombro com um sorriso que mistura malícia, tesão, volúpia e tudo mais que este momento de putaria exige. E ainda dizia: "Vai, safado!". Impossível não lembrar de um jargão muito usado pelo confrade Dionizio nessa hora: QUE VISÃO. Óbvio que não resisti por muito tempo e anunciei que ia gozar. Ela se põe de joelhos e pede leitinho nos seios, pronta e fartamente atendida em segundos.

Após a higiene de ambos, ainda tivemos tempo de conversar e rir a valer com um papo irreverente e descontraído. Não bastasse toda sua maravilhosa performance, Cleoh ainda se mostrou divertida e inteligente. Ou seja: aprovada no Test Drive do Trenó, altamente recomendada pelo Bom Velhinho.



Registro após todo o nosso furduncinho, linda e bela como se nada tivesse acontecido

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NUBIA FERNANDES - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96482-5189
ALICE ROCCIA
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

26 de Outubro de 2022 às 01:10


ALICE ROCCIA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=13279

CONTOS DO NOEL - 100SAÇÕES

HO HO HO


Quando me pus a escrever este relato, fiquei pensando: o que falar dela? Dentre as coisas que me vieram à mente, cito: ela é a primeira Alice das três que conheci desde que me tornei forista. A que tem um carisma e simpatia incomparáveis. Dona de uma risada gostosa e contagiante. Possuidora de uma beleza estonteante.
Sei que posso estar chovendo no molhado enumerando características e qualidades que muitos aqui conhecem (alguns, bem melhor que eu, inclusive). Mas é o que eu necessitava dizer sobre Alice. De uma vez só. E isso pra dizer pouco, pois é merecedora de bem mais elogios além dos que escrevi acima.
Isto posto, sigamos ao relato em si.

Deixei agendado com aquela antecedência marota que tanto gosto para o dia seguinte ao seu aniversário, já que não teria como estar com ela no dia exato (a aquisição de álibis nem sempre é fácil).
10 minutos antes aviso que estou na área e ela responde me pedindo um tempinho para ajeitar umas coisas. Sem problemas, já que estava dentro do prazo. E mesmo que não estivesse: a espera valeria muito a pena. Não dá 5 minutos e ela me chama. Rápida identificação na entrada, embarco no elevador e sigo até seu apê.

Ao chegar, vejo a porta entreaberta. Confesso que estranhei, afinal não se tratava de algo comum. Mas se me permitem a franqueza, Alice é incomum: ao abrir a porta e entrar, a vejo sentada no móvel que fica logo à esquerda da entrada, de robe e lingerie (fodam-se as cores), parecendo uma namorada aguardando ansiosamente pela chegada de seu amado, ostentando um sorriso malicioso e um olhar sedutor que derreteu o coração deste Bom Velhinho. Bom, pelo menos essa foi a minha leitura daquela visão maravilhosa.

E para fazer jus, tranco a porta, largo minha mochila e vou ao seu encontro. Só pelo abraço, os beijos e a pegação que demos já poderia dar o encontro por encerrado ali mesmo que eu sairia satisfeito. Mas pro meu deleite e pro bom andamento deste texto ainda tinha bem mais por vir ...
Fui tirando a roupa enquanto colocávamos os papos em dia. Fui ao banho e ela ajeitou a trilha sonora de nosso enrosco. Na volta, ficamos na cama conversando mais um pouco e nos aproximando cada vez mais. Num dado momento, o papo cessou, nossos olhares se cruzaram e minha mão alisava aquela bunda redonda e firme. Desci até sua coxa, a puxei mais pra perto, nos beijamos e o foguetório começou.

Roupas íntimas foram jogadas, beijos e apalpadas precederam as carícias mais ardentes e afoitas. Desço aos seus seios e brinco com eles em minha boca, chupando, lambendo, beijando, apertando. Achei que voltaria aos seus lábios, mas eles me escaparam. Nesse momento estou deitado de costas próximo à beirada da cama. Alice joga um óleo no Pequeno Rudolph e começa sua espetacular massagem Lingam. Meus queridos, é uma loucura. Por um breve instante me pareceu que meu companheiro de aventuras estava até maior (quase chegando aos 10 centímetros).

Na sequência ela abocanha o seu refém num oral onde não é possível descrever com exatidão tudo que ela faz: ora massageia o saco engolindo tudo, ora te masturba chupando as bolas com direito a beijo grego e tudo.

Resisti bravamente, mas Alice logo vem pra cima de mim. Nos beijamos e ela desce até Rudolph novamente, mas agora me oferece sua buceta e me farto nela. Comecei explorando toda sua extensão num beijo de língua. Logo alterno chupadas e lambidas, quando passo a focar no seu grelo. A mesma intensidade que aplico nela, ela aplica em mim. Ficamos nesse embate parecendo dois lutadores do UFC quando decidem partir para a trocação franca, onde tudo pode acontecer. E o que veio a seguir foram seu gemidos num gozo lindo de se ouvir, mesmo com impropérios voltados à minha mãe.

Passado o momento pós êxtase, Alice encapa Rudolph, me beija e se coloca de quatro. Diante de tão irrecusável convite me ponho dentro dela quase que imediatamente. A seguro pela cintura, depois cabelos e pescoço. Numa escapulida por conta da empolgação, nos desencaixamos. Foi a deixa para uma nova posição, PPMM. Mesmo por pouco tempo em que ficamos assim, foi intenso e delicioso, a nossa troca de olhares foi uma experiência absurdamente prazerosa.
Achei que ia gozar ali mesmo, mas se vocês leram com atenção até aqui devem lembrar o que eu disse: Alice é incomum. Ainda deitada, me pede pra eu ficar de joelhos em cima dela, apertando seus seios enquanto me masturbo até gozar fartamente em seu colo, o ato final de nossa coreografia erótica cujos passos não necessitaram de palavras para serem executados. Bravo!

Banhos tomados, roupas postas, Alice acende seu cigarrinho e descemos. Uma vez mais, paramos para tomar um cafezinho na Juju e continuamos o bate papo. Pra variar faço a pergunta cuja resposta sempre é uma deliciosa gargalhada. Nos despedimos, observo ela se transformar numa versão morena da Trinity, paro para saciar a fome que bateu doído e depois vou refrescar a garganta na Álvaro Alvim.



Ah, que lembrança boa ...

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