31 de Dezembro de 2024 às 23:56
MONIQUE MOURA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

CONTOS PERDIDOS DO NOEL - PAI JONAS

HO HO HO


Não tenho tanto tempo de fórum, por isso não posso dizer que, quando cheguei, tudo isso aqui era mato. A época era outra, claro. Do meu ponto de vista, melhor em vários aspectos. Mas se tem algo que posso dizer de maneira incontestável é que sou de uma época em que a quantidade de VIPs não chegava a duas dezenas.
Sim, caro leitor, acredite. Diferente de hoje, com uma galeria enorme de GPs desfilando diante de nossos olhos enquanto rolamos a página inicial do site, as opções eram bem menores. Inclusive, muita gente já se auto impunha o desafio de "zerar as VIPs". Se naquele tempo não conseguiram, posso afirmar categoricamente que atualmente ninguém conseguirá tal feito.

Dentre as poucas VIPs desses não tão remotos temos, Monique já chamava a minha atenção. Por motivos diversos, nunca chegamos a marcar. Esse ano, mais especificamente no mês de maio, decidi corrigir esse equívoco. Consegui um horário com relativa facilidade. Mas parafraseando a narração da história de Joseph Climber, a vida é uma caixinha de surpresas. Um problema de saúde na minha família me obrigou a cancelar o encontro com Monique, que foi avisada com antecedência. Inclusive, por conta das coincidências do destino, ela tinha um compromisso no dia em questão e teria que desmarcar de qualquer forma.

Passaram-se alguns meses, os problemas foram contornados e as coisas estavam retornando à estabilidade. Hora de retornar ao ponto onde parei. Novo contato com Monique; porém, desta vez, a resposta não veio. Como sua agenda é concorrida, algo que seus fãs corroboram, lembrei de uma fala muito comum no meio evangélico: eu escolhi esperar. Tentei novamente no dia seguinte. Sem sucesso. O processo se repetiu nos dois meses seguintes. E nada ...

Desanimado e frustrado, me ocorreu uma última esperança: convocar uma entidade espiritual para me ajudar. Dada a semelhança entre a situação atual e àquela que originou sua primeira aparição, decidi evocar Pai Jonas. Em dois estalos de dedos, ele se manifesta.

- Saravá, meu pai!
- Como posso ajudar, zifio?
- Tô com um ipade nos meus caminhos.
- Hmmm. D'ôtra vez foi a mesma coisa com o ômi das letras. Posso ajudar o fio sim.
- Só tem detalhe: com todo o respeito que devo ao pai, eu queria me amarrotar com ela ao invés de ficar só olhando.
- Fica assussegado, zifio[/]. Sei que suncê tá com gana na moça. Lémdumais, aqui é de Pai pra Pai.
- O ṣeun, meu pai.

E lá foi Pai Jonas iniciar os contatos. Entre um atendimento e outro, Monique respondeu, tirou dúvidas e agendou. Tudo certo. Mas a vida ... ah, essa caixinha de surpresas. A deliciosa concubina uval foi substraída de seu telefone e ficou temporariamente off. Às vésperas da data do nosso enrosco. Meu mentor espiritual já se antecipou e disse: - Se aquieta, zifio. Paciência. É só esperá 7 dias que vô resolvê pra suncê. Dito e feito. Antes até do prazo, nova marcação feita e me restava só segurar a ansiedade.

Era uma quinta nublada, sem chuva e, para os padrões cariocas, de clima fresco. Com vinte minutos de antecedência, o idoso roliço que vos escreve desembarcava no Largo do Machado. Paro na lanchonete que fica quase ao lado do prédio e peço uma água. Só ela mata a sede, diz a sabedoria popular. Pelo menos, uma das sedes que me aplacava. Faltando cinco minutos, Monique dá o sinal verde para ascender os andares até sua alcova.

Ao chegar, trajando uma lingerie branca, ela me recebe com um beijo, um abraço, um olhar e um sorriso. Se eu estivesse nos anos 90 diria que é tudo que eu preciso, mas três décadas depois fiquei mais exigente. Ela me conduz pelo corredor até o quarto onde, dali a pouco, faríamos algumas saliências. Nos poucos metros até a porta, fui escaneando aquele corpaço irretocável e chego à conclusão de que nenhum produtor de conteúdo escrito (a.k.a. forista ativo) até hoje soube descrever o que eu estava vendo, que é muito melhor do que qualquer foto dela que já vi. Até saberia fazer isso para corrigir o erro de todos os colegas do site que escreveram antes de mim. Mas além de saber que muitos me acham chato, prefiro me omitir na intenção de incentivar vocês a testemunharem com seus próprios olhos.

Batemos um papo com algumas brincadeiras pra descontrair e quebrar o gelo. Recebo a toalha ensacada e vou ao banho. Na volta, já doido para perscrutar cada curva de Monique, começamos a nos pegar em pé ao lado da cama. Muitos beijos e bolinações mútuas. Algumas partes específicas dela, ao serem beijadas, arrancavam suspiros capazes de dar tesão até em defunto. Depois que suas peças de lingerie e minha cueca foram lançadas pelo quarto, fomos para a horizontal. Com muito custo, separamos nossas línguas e explorei mais de seu corpo. A visão de seus seios aumentava minha fome de Monique. Dediquei alguns bons momentos apreciando-os com 3 sentidos: visão, tato e paladar. Continuei descendo, beijando suas costelas, barriga, umbigo, partes internas das coxas, canelas, pés ... quase nada escapou aos meus toques. Faltava somente sua bela buceta, que, àquela altura do campeonato, seria o coup de grâce em Monique. Acho que ela já estava em vias de chegar ao ápice antes mesmo que eu visitasse o seu íntimo. E eu não estava errado. Pouco depois que comecei a degustá-la, ela se contorce, suspira mais intensamente e geme anunciando seu gozo, que é saborosíssimo.

Porém, fiquei com uma sensação estranha, do tipo "foram duas linguadas e acabou o iogurte?". Esperei passar alguns instantes e perguntei se poderia chupar mais um pouco ou se estava muito sensível pra isso. Monique concordou. Agora sim, pude saborear seu sexo com mais gosto e, desta vez, mais avidez. Demorou um pouco mais, mas o desfecho foi o mesmo.
Hora da revanche. Ela me pede para deitar e avança sobre Rudolph. Seu oral é muito bom, sua língua desempenha uma coreografia sexual ímpar. Antes que eu me acabasse, pedi a camisinha. Monique vem por cima numa sentada que beira a covardia: eu tinha acabado de fugir do oral pra (tentar) aguentar mais um pouco e ela toda feroz sentando e me beijando. Acuda, Pai Jonas.

Mudamos de posição para um PPMM, regado a muitos beijos e até com uma pequena ajuda dela, colocando as pernas por trás de mim. Ficamos um tempo até mudarmos novamente, desta vez com ela de quatro. Mesmo com essa visão maravilhosa e inspiradora, senti que não conseguiria gozar. Fiquei o quanto aguentei e, para aproveitar o restante do tempo da melhor forma, pedi para chupá-la mais uma vez. Até que ela aguentou bastante, mas acabou sucumbindo às minhas habilidades.

Ficamos conversando e rindo após sua recuperação. Falamos sobre assuntos diversos até que o tempo se aproxima do fim. Tomo um banho, me despeço com a promessa de retorno e sigo até o elevador. Enquanto aguardava, uma voz disse próximo ao meu ouvido: Deixei suncê se amarrotar com ela, mas gozá na minha frente não, né?.
Assim você mata o Papai, Pai Jonas.





Como Monique não autorizou uma foto com o gorro (talvez pelo fato de eu não ser enologicamente habilitado para isso), fica aí o registro do Mau Velhinho no Largo do Machado.





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NO COLO DO NOEL: Monique é uma mulher intensa, divertida, inteligente e dona de um corpo estupendo. Não tenho nada do que reclamar de seu atendimento. Muito pelo contrário. Ela é atenciosa, ousada e faz de tudo para agradar. Sou mais um a recomendar está gata deliciosa a todos que não a conhecem.

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