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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
ERRATA - no resumo que postei sobre o Encontro do Arena, fui injusto ao dizer que a única coisa que tinha herdado do Dante eram os seus desafetos. Como procuro ser o mais correto possível, faço aqui um mea culpa e digo que, com esse relato, já são três indicações certeiras onde o Velho Escriba me deixou na boa.
Mais uma vez, obrigado, meu amigo!
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De acordo com a crença de alguns povos escandinavos, quando um guerreiro morre em combate tendo demonstrado bravura e heroísmo notáveis, o próprio Odin o seleciona para o Valhala, cabendo às Valquírias o dever de transportá-lo para tal lugar.
Eu não sou bravo ou herói, muito menos morri, mas quis o Senhor de Asgard que este pobre e rechonchudo viking tivesse a honra de conhecer uma Valquíria em pessoa.
Tudo começou em maio quando o Dante me mostrou o anúncio da Lorena e achei bem interessante. Veio o relato, um repeteco e a indicação ganhou ares de intimação. Nome devidamente anotado na Lista de Chaminés, só tive que esperar um momento turbulento amenizar para poder pousar o trenó em segurança nos arredores da morada desta guerreira nórdica.
Entro em contato, resposta rápida dela, agendamos para o dia seguinte no fim da tarde.
Chego ao cada vez mais famoso Bar do Zezé, mato a saudade que estava do povo presente (incluindo aí dois habitués locais) e peço uma gelada pra refrescar a garganta enquanto aguardo. Entorno o 1° copo e mando uma mensagem avisando que estou aguardando. Logo veio a resposta.
Dou mais uma beiçada na cerveja e me despeço:
- Zé, mais tarde eu volto!
- Valeu, meu amigo. Vai ser feliz!
Adentro o AA37, cumprimento o porteiro com um "Boa Tarde" que me devolve: "Boa tarde, meu jovem. Tá sumido, hein?". Mentalmente minha resposta foi "Graças ao Chefe!, mas as (poucas) boas damas do prédio não merecem tal generalização, então verbalizo:
- É a correria, meu querido!
- Tá certo. Divirta-se!
Depois de tocar a campainha, seguiu-se um silêncio que foi quebrado pelo som da chave girando na fechadura. A porta se abre e MINHA NOSSA SENHORA! Que mulherão! O conjunto de lingerie vermelha ressaltava suas coxas, bunda, seios ... fiquei sem saber pra onde olhar primeiro. Após ficar embasbacado por uns breves segundos, nos cumprimentamos com um beijo de boas vindas. Fui ajeitando minhas coisas e tirando a roupa pra tomar um banho enquanto batíamos um papo.
Na volta começamos aos beijos em pé ao lado da cama. Não me contive e enchi as mãos agarrando aquela bunda puxando Lorena pra mim, que, por sua vez, entrelaça seus braços em meu pescoço. Sem desatar nossas línguas, demos mais dois passos e estávamos na cama. Já totalmente nus, me deito de costas e ela toma posse de Rudolph num oral intenso. Chupou com vontade e com gosto. Até que consegui resistir bem. Pedi para retribuir e ela se ajeita confortavelmente na cama. Mais beijos, sigo para seus seios (siliconados e maravilhosos) e depois chego em sua buceta. Aí é que o bicho pegou ...
Comecei os trabalhos e, como sempre, fui observando as reações dela. O movimento do seu quadril era um ótimo sinal de que eu estava agradando. Pouco depois ela diz que vai gozar. Investi mais um pouco. Nada. Vou refazendo os movimentos de boca e língua. Novo aviso de que vai gozar. Nada. E o processo se repetiu umas 4 ou 5 vezes até o momento em que não foi alarme falso e ela se entrega ao orgasmo.
Depois de um merecido copo d'água, nos deitamos enroscados com mais beijos (a cãibra na língua já tinha passado kkkkkkk). Outra fugidinha dela até meu companheiro de aventuras para um oral de reanimação. O empenho dela foi rapidamente recompensado: Rudolph estava a postos. Capote colocado, Lorena monta em mim cavalgando enfurecidamente. Alternando beijos e chupadas em seus seios, agarrei ela pelo quadril que alternava os movimentos entre quicada, esfregada e cavalgada. Ficamos assim um tempo até que vislumbro o Ragnarok, o fim de tudo. Ela pede pra gozar na sua boca e por pouco não consigo atender o que ela ansiava.
Enquanto aguardava minha alma voltar do tour no Palácio de Einherjar, ficamos conversando mais um pouco. O papo com Lorena é tão agradável quanto o ótimo sexo que ela proporciona.
Pouco antes de encerrar nosso tempo, tomo mais um banho. Me arrumo e me despeço dela com mais beijos e um "Até logo!", pois mais tarde nos encontraríamos de novo no Curta Carioca ...
Quem quiser curtir com uma mulher gostosa, que beija e transa com muita entrega, Lorena é a pedida certa. Recomendação do Mau Velhinho.
E pra encerrar, quero expressar meu apoio irrestrito às campanhas lançadas pelos camaradas Eddie e Oscar.
Episódio anterior:
4) Bruna da Casa Bangu

