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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
HO HO HO
Quando me pus a escrever este relato, fiquei pensando: o que falar dela? Dentre as coisas que me vieram à mente, cito: ela é a primeira Alice das três que conheci desde que me tornei forista. A que tem um carisma e simpatia incomparáveis. Dona de uma risada gostosa e contagiante. Possuidora de uma beleza estonteante.
Sei que posso estar chovendo no molhado enumerando características e qualidades que muitos aqui conhecem (alguns, bem melhor que eu, inclusive). Mas é o que eu necessitava dizer sobre Alice. De uma vez só. E isso pra dizer pouco, pois é merecedora de bem mais elogios além dos que escrevi acima.
Isto posto, sigamos ao relato em si.
Deixei agendado com aquela antecedência marota que tanto gosto para o dia seguinte ao seu aniversário, já que não teria como estar com ela no dia exato (a aquisição de álibis nem sempre é fácil).
10 minutos antes aviso que estou na área e ela responde me pedindo um tempinho para ajeitar umas coisas. Sem problemas, já que estava dentro do prazo. E mesmo que não estivesse: a espera valeria muito a pena. Não dá 5 minutos e ela me chama. Rápida identificação na entrada, embarco no elevador e sigo até seu apê.
Ao chegar, vejo a porta entreaberta. Confesso que estranhei, afinal não se tratava de algo comum. Mas se me permitem a franqueza, Alice é incomum: ao abrir a porta e entrar, a vejo sentada no móvel que fica logo à esquerda da entrada, de robe e lingerie (fodam-se as cores), parecendo uma namorada aguardando ansiosamente pela chegada de seu amado, ostentando um sorriso malicioso e um olhar sedutor que derreteu o coração deste Bom Velhinho. Bom, pelo menos essa foi a minha leitura daquela visão maravilhosa.
E para fazer jus, tranco a porta, largo minha mochila e vou ao seu encontro. Só pelo abraço, os beijos e a pegação que demos já poderia dar o encontro por encerrado ali mesmo que eu sairia satisfeito. Mas pro meu deleite e pro bom andamento deste texto ainda tinha bem mais por vir ...
Fui tirando a roupa enquanto colocávamos os papos em dia. Fui ao banho e ela ajeitou a trilha sonora de nosso enrosco. Na volta, ficamos na cama conversando mais um pouco e nos aproximando cada vez mais. Num dado momento, o papo cessou, nossos olhares se cruzaram e minha mão alisava aquela bunda redonda e firme. Desci até sua coxa, a puxei mais pra perto, nos beijamos e o foguetório começou.
Roupas íntimas foram jogadas, beijos e apalpadas precederam as carícias mais ardentes e afoitas. Desço aos seus seios e brinco com eles em minha boca, chupando, lambendo, beijando, apertando. Achei que voltaria aos seus lábios, mas eles me escaparam. Nesse momento estou deitado de costas próximo à beirada da cama. Alice joga um óleo no Pequeno Rudolph e começa sua espetacular massagem Lingam. Meus queridos, é uma loucura. Por um breve instante me pareceu que meu companheiro de aventuras estava até maior (quase chegando aos 10 centímetros).
Na sequência ela abocanha o seu refém num oral onde não é possível descrever com exatidão tudo que ela faz: ora massageia o saco engolindo tudo, ora te masturba chupando as bolas com direito a beijo grego e tudo.
Resisti bravamente, mas Alice logo vem pra cima de mim. Nos beijamos e ela desce até Rudolph novamente, mas agora me oferece sua buceta e me farto nela. Comecei explorando toda sua extensão num beijo de língua. Logo alterno chupadas e lambidas, quando passo a focar no seu grelo. A mesma intensidade que aplico nela, ela aplica em mim. Ficamos nesse embate parecendo dois lutadores do UFC quando decidem partir para a trocação franca, onde tudo pode acontecer. E o que veio a seguir foram seu gemidos num gozo lindo de se ouvir, mesmo com impropérios voltados à minha mãe.
Passado o momento pós êxtase, Alice encapa Rudolph, me beija e se coloca de quatro. Diante de tão irrecusável convite me ponho dentro dela quase que imediatamente. A seguro pela cintura, depois cabelos e pescoço. Numa escapulida por conta da empolgação, nos desencaixamos. Foi a deixa para uma nova posição, PPMM. Mesmo por pouco tempo em que ficamos assim, foi intenso e delicioso, a nossa troca de olhares foi uma experiência absurdamente prazerosa.
Achei que ia gozar ali mesmo, mas se vocês leram com atenção até aqui devem lembrar o que eu disse: Alice é incomum. Ainda deitada, me pede pra eu ficar de joelhos em cima dela, apertando seus seios enquanto me masturbo até gozar fartamente em seu colo, o ato final de nossa coreografia erótica cujos passos não necessitaram de palavras para serem executados. Bravo!
Banhos tomados, roupas postas, Alice acende seu cigarrinho e descemos. Uma vez mais, paramos para tomar um cafezinho na Juju e continuamos o bate papo. Pra variar faço a pergunta cuja resposta sempre é uma deliciosa gargalhada. Nos despedimos, observo ela se transformar numa versão morena da Trinity, paro para saciar a fome que bateu doído e depois vou refrescar a garganta na Álvaro Alvim.
