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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
HO HO HO
Anteriormente, em Contos do Noel...
Bruninha me abraça e me beija. Por um segundo, interrompemos o beijo, nos olhamos e continuamos.
Nesse exato momento, leitoras e leitores, imagens do meu passado passearam pela minha cabeça de forma desconexa num rápido lampejo. Na hora, não entendi e, sinceramente, nem queria, pois tinha coisa muito melhor pra fazer. Ao término da aventura já relatada, Az e eu perambulamos pelo Centro, fazendo uma parada na 502, onde ele conheceu a Agatha. A saber: não foi dessa vez que eles se enroscaram, isso rolou em outra oportunidade.
Na hora de ir embora, rachamos um Uber. Eu até diria que fomos conversando, mas o que aconteceu na verdade é que fui sabatinado pela curiosidade do jovem forista, ávido em saber alguns episódios da minha história. E nesse revival de causos antigos, relembrei uma situação bem especial e imediatamente a imagem de uma pessoa em particular se fez quase viva na minha mente. Os lampejos de antes voltaram, mas desta vez fazendo total e completo sentido: nessa "auto regressão" que fiz, encontrei a razão para que algumas (ótimas) conexões deixassem de soar tão inexplicáveis. Como com a Bruninha, mais cedo. Pois até então parecia que tinha despertado em mim algo oriundo de vidas passadas, mas se tratava desta vida mesmo ...
A explicação completa deixarei para um próximo relato para não esticar tanto essa contextualização.
Pois bem. Passados 5 dias, entro em contato com a Bruninha. Nos falamos brevemente e digo à ela que precisávamos nos reencontrar o quanto antes. E assim agendamos meu retorno.
Acometido por uma rara ansiedade, chego ao Centro e encontro com o confrade Piróquio no Zezé. Pouco depois, Ninho se junta a nós com um sorriso de orelha à orelha por conta do enrosco que teve. Ficamos os três batendo papo por um tempo até que recebo o chamado da felicidade. Mas antes deixei o Piróquio numa fita maneira com uma deliciosa menina do VIP. Não foi relatado ainda, mas só sei de uma coisa: o moço se deu muito bem.
Me despeço dos nobres colegas e, uma vez mais, me dirijo ao quarto mais alto da torre mais alta. Lá, ela abre porta permanecendo atrás dela para poder dar passagem ao roliço corpo deste que vos escreve. Ao fechar vejo que usa um robe transparente por cima de uma lingerie vermelha que orna maravilhosamente bem nela. Nos cumprimentamos com um beijo e seguimos as escadas até o seu cantinho, que é muito aconchegante e funcional.
Conversamos rapidamente enquanto tiro a roupa e sigo ao banho. Na volta, ela me aguardava em pé, selecionando uma playlist em seu celular. Antes que pudesse tirar as sandálias de salto que usava, chego por trás pegando-a pela cintura, puxo seu corpo para junto do meu e lhe dou uma "ordem" bem baixinho no pé do ouvido, fazendo alusão à uma publicação dela no status do whatsapp naquele mesmo dia. Ainda em meus braços, se vira pra mim mordiscando levemente o lábio inferior e com um olhar penetrante que tomou meu corpo e alma de assalto. O que lhe dissera segundos antes fez efeito. Ponto pra mim.
Nos agarramos novamente aos beijos de forma ensandecida. Ela passa uma de suas mãos por trás da minha cabeça; com a mão esquerda, eu a seguro pela cintura. Com a outra mão, Bruninha passeia pelo meu corpo, com um toque suave; deslizo minha mão direita que estava em sua cintura até sua bunda e desço à sua coxa. Levanto lentamente sua perna e ficamos mais colados ainda, quase um encaixe perfeito. Os lábios se separam, os olhares se encontram, as respirações em uníssono ... hora de irmos para a cama.
Crianças, prestem atenção aos detalhes ...
Me sento encostado na parede, ela monta em mim e vira os braços para trás na intenção de tirar o sutiã. "Deixa que eu faço isso!", disse pouco antes de ser calado com seus beijos. Peça de roupa retirada com sucesso, libertando seus seios, cuja formosura roubou a atenção dos meus olhos, mesmo já os tendo visto antes. Ato contínuo, chupo cada um deles de maneira sôfrega, arrancando leves suspiros enquanto ela abraça minha cabeça para junto do seu colo.
Após essa degustação (cuja lembrança não é a canção de Rita Lee, mas me dá água na boca), Bruninha chega pra trás e tira sua calcinha. Segui seu exemplo e também tirei minha calci...digo...minha cueca. Mais uma sessão de beijos breves e ela vai até o Pequeno Rudolph. Sem rodeios ou firulas, Bruninha começa um oral fantástico, daqueles que é impossível não sentir tesão.
Seguro suas longas madeixas negras, não para ditar o ritmo (aprendam, jovens ansiosos), mas sim para que não caiam sobre seu belo rosto bloqueando aquela visão magnífica. Por vezes Bruninha olhava pra mim e isso me dá um tesão danado, além de ser perigoso porque posso acabar arrebentando a corrente da bicicleta e o passeio mal começou.
Após aguentar o máximo possível, fiz a clássica sugestão da troca de posições. E lá vou eu me satisfazer naquela ppk cujo sabor eu já conhecia, mas que desta vez (por conta das lembranças pregressas) contava com um tempero a mais. Como sempre, faço questão de dar o meu melhor nessa hora e fui em busca do seu orgasmo. Chupei abraçado às suas pernas por longos minutos, até o momento em que segura firme a minha mão. Se eu fosse o Alceu Valença cantaria: "Tu vens, tu vens ... Eu já escuto os teus sinais". E com uma respiração mais ritmada, suas coxas erguidas e um gemido excitante, ela goza e sigo seu saboroso néctar.
Após breves minutos de carícias abraçados para se recompor, Bruninha percebe a consequência provocada pelo seu ápice de prazer: meu companheiro de aventuras estava a postos aguardando sua vez. Aplica um rápido oral, coloca a capa e vem por cima decidida a acabar comigo, dada a voracidade de suas cavalgadas. Chupo seus seios novamente enquanto a seguro pela cintura numa (vã) tentativa de ditar o ritmo dela. Graças aos céus, ela decide mudar de posição. Vira de costas, entrelaça suas pernas às minhas e recomeça a cavalgar. Estava tão gostoso quanto covarde por causa da visão daquela bunda na minha direção. Dali emendamos nova troca de posição, agora com ela de quatro. Que delícia!
Ficaria ali até me acabar, o que aconteceu mas não porque gozei e, sim, por conta do meu parco condicionamento físico. Ficamos os minutos finais conversando até seguir me arrastando ao banheiro pra jogar uma água na carcaça.
Roupa colocada, nos despedimos com mais beijos e vou embora maravilhado com tudo que passei. Poucas foram as vezes que saí assim de um encontro, o que só poderia significar uma coisa: meu ranking ganhou uma nova integrante.
Sigo pelos corredores do Castelo, embarco no elevador rumo ao andar térreo e encontro uma dama queridíssima quando passamos pelo seu andar. Só que a partir daqui vocês já sabem o que aconteceu depois.
Saudades do que a gente ainda vai viver ...
