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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Acessei o Arena um dia desses, aproveitei que o chat estava animado, resolvi fazer uma aparição. Dentre os presentes estava a jovem Yvy. Após cumprimentar a todos, falei rapidamente com ela e a chamei no WhatsApp em seguida. Simpática e extrovertida, tirou minhas dúvidas e acertamos para o dia seguinte, faltando apenas uma confirmação minha.
Pendenga resolvida, partiu. Aviso à ela que está tudo OK da minha parte. Ao me responder disse que teria um pequeno contratempo mas que a marcação estava de pé pois queria "me atender com tranquilidade e sem pressa". Já gostei. Fizemos um pequeno ajuste quanto ao horário do enrosco, deixando para um pouco mais tarde.
Pra matar o tempo, desembarquei na Cinelândia e fui trocar um dedo de prosa com o Zezé. Rolaram altos papos filosóficos e boas risadas, juntamente com outras pessoas que lá estavam. Vi até uma explosiva personagem da novela Saramandaia passando na área.
Quando Yvy me avisa que em meia hora chega no seu local, fecho a conta e sigo para a estação. Já no Largo do Machado, paro na lanchonete que fica ao lado do prédio, peço uma água e fico fazendo hora até ela liberar minha subida. Cerca de 10 minutos depois, ainda dentro do horário acertado, ela me chama e informa o número do apê. Cumprimento o porteiro (educação é inegociável, né?), informo onde estou indo e lá vou eu. Sigo pelos corredores, toco a campainha e aguardo.
Após a porta se abrir, entro e vejo toda a gostosura de Yvy, uma baixinha muito bonita de cabelos loiros e pele bronzeada trajando um conjunto de lingerie branca. Recebo um beijo de boas vindas e ela me mostra rapidamente o seu espaço, cuja configuração é idêntica a de outro apartamento que visitei no mesmo prédio. Como havia se mudado pra lá há pouco tempo ainda estava arrumando seu cantinho e fui informado que nosso momento de luxúria seria realizado num colchão inflável no chão. Pra mim pouco importava, poderia até ser na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê. Eu queria era me esfregar naquelas curvas salientes. Pausa pro banho.
Volto, conversamos um pouco e seguimos aos trabalhos com beijos, esfregação e um tirando a roupa do outro. Quando vejo aqueles peitinhos lindos dela voltei à infância e fiquei que nem um bebê mamando eles, cabem direitinho na boca. Mais beijos e ela vai tateando meu corpinho de mortadela até encontrar Rudolph. Dá uma segurada nele que o bicho se animou mais do que já estava. E lá foi ela ...
Chupada gostosa demais, sem pressa, com cara de safada ao cruzar seus olhos com os meus. Ficou um tempo se deliciando até que peço para invertermos. Ela se deita e beijo seu corpo, passeando pela barriga, quadril, coxas, pezinhos, subo à sua virilha e finalmente estaciono em sua bucetinha. Dou início ao reconhecimento vaginal explorando a extensão de seu sexo, lábios e grelinho. Quando ouvi Vovó Noel ser insultada tive a certeza de achar local e forma corretos de levar a pequena dama ao prazer. Me mantive ali por mais uns minutos e logo gozou ficando lambuzada com seu mel, que é delicioso.
Enquanto sua respiracao e batimentos cardíacos voltavam aos parâmetros normais, ficamos de namorico ao beijos. Logo, Yvy chupava meu companheiro de aventuras ao mesmo tempo em que abria a embalagem da camisinha. Feito o envelopamento, monta em mim e vem cavalgar num ritmo intenso. Seguro suas coxas (e que coxas, não posso deixar de salientar), aperto sua bunda e, aproveitando o ângulo, vou lambendo seus seios. Ficamos assim um tempinho e mudamos para um PPMM.
Essa é uma posição que eu julgava não me favorecer tanto. Mas de um tempo pra cá tem se mostrado muito boa. E com Yvy não foi diferente. Muitos beijos em sua boca e pescoço, ela me puxava mais pra si e quase finalizei. Aí pedi pra que ela ficasse de quatro, o que fez quase que num salto. Mermão! Só de olhar o Rudolph quase engasga. "Noel, cê tem que parar de arrumar essas confusão! Não vai dar pra ir não!". E ele tinha lá sua razão: como uma moça baixinha tinha uma bunda daquele tamanho? Bom, como fui eu que pedi, vamos arcar com as consequências, né? Me posicionei para a conexão e lá fomos. Os mais jovens provavelmente não vão pegar a referência, mas minha sensação foi pegar um disco de vinil e jogar em 78 RPM. Gozei rapidão.
Um higienizada emergencial e um copo d'água depois, ainda conversamos sobre assuntos diversos antes do tempo acabar. Um banho pra me recompor, mais uns beijos na despedida e me dei conta que estava desnorteado quando Yvy me apontou qual lado certo do corredor eu devia seguir para ir embora.
De lá sigo para o Zezé para um fim de noite ótimo, bem condizente com esse maravilhoso encontro que tive.
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Vivemos um tempo em que cada vez menos pessoas acreditam no Papai Noel. Ao invés de achar isso decepcionante, considero como algo esclarecedor. Uma pessoa incapaz de nutrir uma crença inocente como essa tem o espírito em frangalhos, muito provavelmente se abalando por coisas pequenas e sem importância, mas que aos seus olhos adoecidos parecem enormes.
Dizem que se conselhos fossem bons não seriam de graça, mas diferente dos que não acreditam em mim, eu saio da mesmice onde a manada se encontra e aconselho vocês a conhecerem a jovem Yvy, cuja simpatia contagiante é inversamente proporcional à sua estatura (e ela vai me xingar por ter feito essa piada).
Claro que eu não garanto que a experiência de vocês seja tão boa quanto a minha. Afinal, a magia do Natal não é pra qualquer um.
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Aproveito o ensejo para lembrar de duas importantes campanhas (sim, eu vou continuar perturbando com isso).
