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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
HO HO HO
Liguem os pisca-piscas que tá chegando mais um TD (infelizmente) atrasado do Noel.
Depois de algumas provocações nas fotos do Arena VIP e no Twitter, entrei em contato com a Nina que repetiu no WhatsApp a simpatia e bom humor já mostrados antes.
No dia marcado, tudo confirmado, lá estou no aguardo de seu OK, que chega poucos minutos antes do nosso horário. Subo e quando estou a poucos passos de seu apê, reparo que a porta se abre e quem sai de lá? Nati Oliver! Sim, a The Mônia! Ela me cumprimenta, pega minha mão e diz "Amiga, olha o presente que tem aqui pra você!" e me puxa. Depois dos risos e de nos despedirmos da Nati, ficamos a sós. Batemos um papo para descontrair, com uns beijinhos e mãos bobas, então partiu banho.
Adentro o quarto, ela ainda está com seu robe preto transparente. Me ajoelho na cama e antes de começarmos os trabalhos, ela pergunta se a música está boa. Parei para prestar atenção, era uma playlist do Legião Urbana que, naquele exato momento, dizia:
"Então me abraça forte ..."
Segui o conselho de Renato Russo, abracei Nina e nos beijamos intensamente. Deitamos, já nus, e depois da tarefa hercúlea que é se afastar de sua boca, sigo seu corpo até chegar em sua bucetinha.
"Vamos fazer nosso dever de casa"
Que delícia chupar essa menina. Seus gemidos, intensos mas discretos, soam como música para os meus ouvidos. Ela dá pequenos espasmos enquanto brinco com seu delicioso grelo. Quando ela retrai as pernas e me pega pelos cabelos, já sei que a hora está próxima. Em poucos minutos, ela goza e fico provando seu mel.
Me deito ao seu lado afagando seus longos cabelos negros e ela num pinote só me diz que é hora de retribuir. "Vou fazer um novo amiguinho", disse ela prendendo o cabelo num coque. Se deita entre minhas coxas e começa um oral sensacional. Rudolph gostou muito da nova amizade.
"Estou tão tranquilo e tão contente"
Por duas vezes tive que pensar em coisas aleatórias para não ceder ao seu talento. Fiquei o máximo que aguentei e pedi a camisinha. Ela monta e faz movimentos suaves enquanto nos beijamos. Mas era só o começo, logo ela engata a última marcha. Agarro sua bunda, beijo seus seios e vou ao pescoço ... Que ritmo! Do nada ela para e fala "Olha onde a cama está". No meio do quarto. O bagulho estava doido.
Recolocamos a cama no lugar dela e reiniciamos, mas agora com Nina de quatro na beirada da cama. Aí era uma mão na cintura e outra no carinho, digo, no cabelo. Prestes a finalizar, ela pede na boquinha: desce da cama e fica de joelhos recebendo tudo conforme pediu.
"Será só imaginação?"
Ela vai se limpar e fico na cama para recuperar o fôlego (que canseira essa danadinha me deu). Quando volta, ficamos conversando entre uns beijos e outros. Vou ao banho, depois tiramos a foto que ilustra este humilde relato e me despeço.
Desço o elevador, saio do prédio e paro numa lanchonete ali perto. Peço um suco e um misto quente. Enquanto aguardo meu lanche, a rádio toca uns acordes bem conhecidos ...
"Não tinha medo o tal João de Santo Cristo ..."
