VINHOS: TÓPICO OFICIAL
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Re: VINHOS: TÓPICO OFICIAL
Vinhos são sensacionais!
Tenho gostos diversificados, depende do dia e do humor hahahahaha !!!
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Re: VINHOS: TÓPICO OFICIAL
sou um apreciador de vinhos , cada um tem seu momento, mas afirmo que tudo fica melhor acompanhando de uma boa taça de vinho, parabéns pelo topico
Nem melhor nem pior, um tanto quanto diferente!
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Dionizio_RJ Verified
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O TAMANHO DAS GARRAFAS DE VINHO.
No meu Td com Aléxia fiz uma brincadeira com o tamanho da garrafa, como ela é um Mulherão, sem trocadilhos, comparei a uma Double Magnum.
https://gparena.net/tdfull.php?td=28481#gsc.tab=0
Depois tive a ideia de trazer esse texto da Divinho explicando melhor sobre o assunto.

Por padrão, o tamanho da garrafa de vinho é de 750ml.
Entretanto, esse tamanho pode gerar uma certa confusão, visto que não se trata de um tamanho único obrigatório para todos os vinhos, além de que muitas outras bebidas são comercializadas em garrafas de um litro.
Existem várias teorias, mas a mais aceita é que esse tamanho foi definido pelos ingleses, na época em dominavam o comércio de vinhos de Bordeaux.
O vinho era comercializado diretamente nos barris, que tinham 225 litros, dando origem a exatamente 300 garrafas de 750 ml.
Além disso, os ingleses não utilizavam o sistema métrico, as bebidas eram contabilizadas em galões, que equivalem a cerca de 4,5 litros.
Dessa maneira um galão dá origem a seis garrafas, e esse é o motivo porque, até hoje, as caixas de vinhos contém seis garrafas.
Existem, ao todo, mais de vinte e dois tamanhos de garrafas de vinho, com capacidade que vão desde 187,5 ml até 30 litros.
Tamanho das Garrafas de Vinho

Sete dias antes do Dilúvio Universal, morreu o homem mais velho da Terra. Segundo a Bíblia, Matusalém, oitavo patriarca de Jerusalém, viveu impressionantes 969 anos. As lendas sobre esse personagem, contudo, vão além da tradição cristã, aparecendo em livros sumérios. Teria sido Noé, seu neto, o primeiro vitivinicultor do mundo, no entanto, o nome de Matusalém é citado quando os produtores de Champagne engarrafam 6 litros.
São várias as referências bíblicas usadas para batizar garrafas de vinho de diferentes tamanhos, mas ninguém sabe dizer exatamente como essa tradição surgiu. A sequência dos nomes tampouco é de fácil entendimento, apesar de, teoricamente, indicarem reis do mundo antigo em ordem crescente de importância – o que não se comprova.

Um Quarto (Split, Pony ou Piccolo)
O menor tamanho de garrafa é a de um quarto, que comporta 187,5 ml de vinho, o que equivale a pouco mais de uma taça.
Também é conhecida pelos nomes Slip, Pony e Picollo.
Meia Garrafa (Demi ou Fillette)
A meia garrafa comporta 375 ml de vinho, o que equivale a cerca de duas taças e meia.
É uma tamanho bastante popular e uma ótima opção para quem ainda não conhece um vinho e deseja experimentá-lo, sem se comprometer a adquirir uma garrafa inteira.
Também é conhecida pelos nomes Demi e Fillette
Jeanne
A garrafa Jeanne comporta 500 ml de vinho, o que equivale a pouco mais de três taças.
É um tamanho de garrafa utilizada no envase de vinhos de sobremesa, como o Tokaji na Hungria, o Sauternes da França e o Xerez da Espanha.
Garrafa Padrão
Como já mencionado, a garrafa padrão de vinho tem 750 ml, o que equivale a cinco taças.
Magnum
A Magnum representa o dobro do tamanho da garrafa de vinho padrão, com 1,5 litros, o que representa cerca de dez taças.
É um tamanho de garrafa utilizado em restaurantes e como divulgação de display para as vinícolas.
Por sua raridade, as garrafas Magnum costumam conquistar preços altos em leilões.
Double Magnum (Jeroboão ou Jeroboam)
A garrafa Double Magnum, como o próprio nome indica, equivale ao dobro do tamanho da garrafa Magnum e a quatro vezes o tamanho da garrafa padrão.
Tem como capacidade 3 litros, o que equivale a vinte taças.
Também é conhecida pelo nome Jeroboão, uma referência bíblica.
A Double Magnum é utilizada para envasar vinhos tranquilos em Bordeaux e para vinhos espumantes em Champagne.
Roboão
A garrafa Roboão tem a capacidade de 4,5 litros, o que equivale a trinta taças.
Assim como a Jeroboão, a garrafa Robão é utilizada no envase de vinhos tranquilos em Bordeaux e de vinhos espumantes em Champagne.
Imperial (Matusalém)
A garrafa Imperial tem a capacidade de 6 litros, o que equivale a quarenta taças.
Também é conhecida pelo nome Matusalém.
A garrafa Imperial é quase que exclusivamente utilizada no envase de vinhos espumantes, principalmente em Champagne.
Salmanasar
A garrafa Salmanasar tem a capacidade de 9 litros, o que equivale a sessenta taças.
Balthazar
A garrafa Balthazar tem a capacidade de 12 litros, o que equivale a oitenta taças.
Nabucodonosor
A garrafa Nabucodonosor tem a capacidade de 15 litros, o que equivale a oitenta taças.
Melquior (Salomão)
A garrafa Melquior tem a capacidade de 18 litros, o que equivale a cento e vinte taças.
Também é conhecida pelo nome Salomão.
Golias ou Primat - capacidade de 27 litros.
Melquisedeque (Midas)
A Melquisedeque é uma das maiores garrafas de vinho, com capacidade para 30 litros, o que equivale a duzentas taças.
Também é conhecida pelo nome Midas.
Além das garrafas citadas acima, ainda existem outros tamanhos, menos populares. Entre eles, vale mencionar as garrafas Cilindro (100 ml), Chopine (250 ml), Clavelin Half (310 ml), Clavelin Full (610 ml) e Marie-Jeanne (2,25 litros).
Alguns produtores, principalmente da região da Califórnia, também estão começando a comercializar garrafas com 1 litro de vinho.

Tamanho das Garrafas de Vinho - DiVinho
https://www.divinho.com.br/blog/tamanho-garrafa-vinho/
https://gparena.net/tdfull.php?td=28481#gsc.tab=0
Depois tive a ideia de trazer esse texto da Divinho explicando melhor sobre o assunto.
Por padrão, o tamanho da garrafa de vinho é de 750ml.
Entretanto, esse tamanho pode gerar uma certa confusão, visto que não se trata de um tamanho único obrigatório para todos os vinhos, além de que muitas outras bebidas são comercializadas em garrafas de um litro.
Existem várias teorias, mas a mais aceita é que esse tamanho foi definido pelos ingleses, na época em dominavam o comércio de vinhos de Bordeaux.
O vinho era comercializado diretamente nos barris, que tinham 225 litros, dando origem a exatamente 300 garrafas de 750 ml.
Além disso, os ingleses não utilizavam o sistema métrico, as bebidas eram contabilizadas em galões, que equivalem a cerca de 4,5 litros.
Dessa maneira um galão dá origem a seis garrafas, e esse é o motivo porque, até hoje, as caixas de vinhos contém seis garrafas.
Existem, ao todo, mais de vinte e dois tamanhos de garrafas de vinho, com capacidade que vão desde 187,5 ml até 30 litros.
Tamanho das Garrafas de Vinho
Sete dias antes do Dilúvio Universal, morreu o homem mais velho da Terra. Segundo a Bíblia, Matusalém, oitavo patriarca de Jerusalém, viveu impressionantes 969 anos. As lendas sobre esse personagem, contudo, vão além da tradição cristã, aparecendo em livros sumérios. Teria sido Noé, seu neto, o primeiro vitivinicultor do mundo, no entanto, o nome de Matusalém é citado quando os produtores de Champagne engarrafam 6 litros.
São várias as referências bíblicas usadas para batizar garrafas de vinho de diferentes tamanhos, mas ninguém sabe dizer exatamente como essa tradição surgiu. A sequência dos nomes tampouco é de fácil entendimento, apesar de, teoricamente, indicarem reis do mundo antigo em ordem crescente de importância – o que não se comprova.
Um Quarto (Split, Pony ou Piccolo)
O menor tamanho de garrafa é a de um quarto, que comporta 187,5 ml de vinho, o que equivale a pouco mais de uma taça.
Também é conhecida pelos nomes Slip, Pony e Picollo.
Meia Garrafa (Demi ou Fillette)
A meia garrafa comporta 375 ml de vinho, o que equivale a cerca de duas taças e meia.
É uma tamanho bastante popular e uma ótima opção para quem ainda não conhece um vinho e deseja experimentá-lo, sem se comprometer a adquirir uma garrafa inteira.
Também é conhecida pelos nomes Demi e Fillette
Jeanne
A garrafa Jeanne comporta 500 ml de vinho, o que equivale a pouco mais de três taças.
É um tamanho de garrafa utilizada no envase de vinhos de sobremesa, como o Tokaji na Hungria, o Sauternes da França e o Xerez da Espanha.
Garrafa Padrão
Como já mencionado, a garrafa padrão de vinho tem 750 ml, o que equivale a cinco taças.
Magnum
A Magnum representa o dobro do tamanho da garrafa de vinho padrão, com 1,5 litros, o que representa cerca de dez taças.
É um tamanho de garrafa utilizado em restaurantes e como divulgação de display para as vinícolas.
Por sua raridade, as garrafas Magnum costumam conquistar preços altos em leilões.
Double Magnum (Jeroboão ou Jeroboam)
A garrafa Double Magnum, como o próprio nome indica, equivale ao dobro do tamanho da garrafa Magnum e a quatro vezes o tamanho da garrafa padrão.
Tem como capacidade 3 litros, o que equivale a vinte taças.
Também é conhecida pelo nome Jeroboão, uma referência bíblica.
A Double Magnum é utilizada para envasar vinhos tranquilos em Bordeaux e para vinhos espumantes em Champagne.
Roboão
A garrafa Roboão tem a capacidade de 4,5 litros, o que equivale a trinta taças.
Assim como a Jeroboão, a garrafa Robão é utilizada no envase de vinhos tranquilos em Bordeaux e de vinhos espumantes em Champagne.
Imperial (Matusalém)
A garrafa Imperial tem a capacidade de 6 litros, o que equivale a quarenta taças.
Também é conhecida pelo nome Matusalém.
A garrafa Imperial é quase que exclusivamente utilizada no envase de vinhos espumantes, principalmente em Champagne.
Salmanasar
A garrafa Salmanasar tem a capacidade de 9 litros, o que equivale a sessenta taças.
Balthazar
A garrafa Balthazar tem a capacidade de 12 litros, o que equivale a oitenta taças.
Nabucodonosor
A garrafa Nabucodonosor tem a capacidade de 15 litros, o que equivale a oitenta taças.
Melquior (Salomão)
A garrafa Melquior tem a capacidade de 18 litros, o que equivale a cento e vinte taças.
Também é conhecida pelo nome Salomão.
Golias ou Primat - capacidade de 27 litros.
Melquisedeque (Midas)
A Melquisedeque é uma das maiores garrafas de vinho, com capacidade para 30 litros, o que equivale a duzentas taças.
Também é conhecida pelo nome Midas.
Além das garrafas citadas acima, ainda existem outros tamanhos, menos populares. Entre eles, vale mencionar as garrafas Cilindro (100 ml), Chopine (250 ml), Clavelin Half (310 ml), Clavelin Full (610 ml) e Marie-Jeanne (2,25 litros).
Alguns produtores, principalmente da região da Califórnia, também estão começando a comercializar garrafas com 1 litro de vinho.
Tamanho das Garrafas de Vinho - DiVinho
https://www.divinho.com.br/blog/tamanho-garrafa-vinho/
Re: VINHOS: TÓPICO OFICIAL
Nossaaaaaa q POST sensacionallllll. Não sabia do lance dos tamanhos de garrafas
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Re: VINHOS: TÓPICO OFICIAL
Região Bourgogne (Borgonha)
Nos relatos as vezes comento sobre a região do vinho, talvez um dos pontos mais importantes na identidade da bebida, o chamado Terroir pelos franceses. A Região da Borgonha é bem seletiva nas uvas, não diversificam muito em nome da qualidade das cepas principais, as duas Rainhas locais Pinot Noir (Eva Sanchez) e Chardonnay (Alice Durant) são as principais, mas ainda tem Chablis (preciso encontrar uma), Gamay (Larissa Reis), Sauvignon Blanc (Lisbela Varela) com sua mais refinada versão em Saint Bris, entre outras poucas.

Da antiguidade até nossos dias, os vinhedos borgonheses não param de evoluir e de dar à luz vinhos de renome internacional. Implantados desde o tempo dos Romanos, depois trabalhados pelos monges e duques, os vinhedos da Borgonha ainda se desenvolveram após a Revolução Francesa, adotando-se, desde 1936, a classificação por AOC (Appellation d`Origine Contrôlée).
Hoje, seus homens respeitam esta história sem rejeitar a modernidade, o que faz da região uma referência obrigatória no mundo vitivinícola.

Situada um pouco acima do centro e a leste da França, a Borgonha possui aproximadamente 27.000 hectares de vinhas que são repartidas em 6 grandes vinhedos cujos nomes fazem sonhar: Chablis e Grand Auxerrois, Châtillonnais, Côte de Nuits, Côte de Beaune, Côte Chalonnaise e Mâconnais. Lá, Pinot Noir e Chardonnay reinam absolutas. No entanto, mesmo que marginais, outras uvas também podem expressar esse terroir tão abençoado: a Aligoté e sua vivacidade, a Gamay e sua suculência, a Sauvignon Blanc e sua expressão fina em Saint Bris... César, Sacy e outras.
Na Borgonha, 48% das uvas plantadas são Chardonnay, 34% Pinot Noir, 10% Gamay e 6% Aligoté. Os outros 2% são de variedades ainda mais raras como Sauvignon Blanc, César, Pinot Beurot, Sacy, Melon, entre outras.
A região reúne, no menor espaço de terra, o maior número de crus e lieux-dits concentrando em si a maior quantidade de AOC francesas: das quase 400 AOC, 84 estão na Borgonha, ou seja, 23 % das AOC francesas.

Lieu-dit ou Climat são termos que definem a complexidade do terroir bourguignon e referem-se a pedaços de terra que, traçados e estudados desde o ano 1000 pelos monges cistercienses, reúnem todos os atributos necessário para se produzirem grandes vinhos.
Por esse motivo o vinhedo da Borgonha assemelha-se a uma colcha de retalhos, e cada pequena fração de terra pode ser tão diferente da fração vizinha. A complexidade do solo da Bourgonha é tamanha, que na Idade Média, esses monges produtores dos vinhos chegavam a provar o solo a fim de identificar as características de cada parcela. Em nenhum outro lugar a alquimia entre uva, terroir e trabalho do homem se unem de forma tão coesa para expressar, em nuances tão profundas, vinhos cheios de emoção e que podem ter características tão diferentes entre si.
O clima é continental, mas o que determina os vinhos são os solos formados por muitos movimentos geológicos da era terciária que permitiram compor um mosaico de milhares de parcelas. Os solos de argila, calcário e marne se misturam nos famosos climats borgonheses. A Pinot Noir gosta de solos marinhos (macios e finamente porosos), bastante calcários e bem drenados. Já a Chardonnay prefere solos argilosos de calcário.

Considerado por muitos como o melhor vinho do mundo, Romanée-Conti, como visto, é um dos vinhedos que pertence à DRC (Domaine de La Romanée-Conti) e, como na Borgonha os vinhos levam os nomes do vinhedo, consequentemente o vinho mais famoso da empresa leva também o nome Romanée-Conti.
A cidade onde fica a vinícola e os vinhedos Romanée-Conti, La Tâche, Richebourg e Romanée-St-Vivant se chama Vosne-Romanée.
É muito “romanée”!
Mas isso tem uma explicação. As cidades da região produtora de vinhos da Borgonha ganharam em 1866 um acréscimo ao seu nome original que remete ao principal vinhedo da cidade. Isso foi feito para facilitar o turismo e promover os vinhos da região.
https://www.delacroixvinhos.com.br/coll ... ricaolonga
https://revistaadega.uol.com.br/artigo/ ... 12235.html
https://revistaadega.uol.com.br/artigo/ ... 12971.html
Nos relatos as vezes comento sobre a região do vinho, talvez um dos pontos mais importantes na identidade da bebida, o chamado Terroir pelos franceses. A Região da Borgonha é bem seletiva nas uvas, não diversificam muito em nome da qualidade das cepas principais, as duas Rainhas locais Pinot Noir (Eva Sanchez) e Chardonnay (Alice Durant) são as principais, mas ainda tem Chablis (preciso encontrar uma), Gamay (Larissa Reis), Sauvignon Blanc (Lisbela Varela) com sua mais refinada versão em Saint Bris, entre outras poucas.
Da antiguidade até nossos dias, os vinhedos borgonheses não param de evoluir e de dar à luz vinhos de renome internacional. Implantados desde o tempo dos Romanos, depois trabalhados pelos monges e duques, os vinhedos da Borgonha ainda se desenvolveram após a Revolução Francesa, adotando-se, desde 1936, a classificação por AOC (Appellation d`Origine Contrôlée).
Hoje, seus homens respeitam esta história sem rejeitar a modernidade, o que faz da região uma referência obrigatória no mundo vitivinícola.
Situada um pouco acima do centro e a leste da França, a Borgonha possui aproximadamente 27.000 hectares de vinhas que são repartidas em 6 grandes vinhedos cujos nomes fazem sonhar: Chablis e Grand Auxerrois, Châtillonnais, Côte de Nuits, Côte de Beaune, Côte Chalonnaise e Mâconnais. Lá, Pinot Noir e Chardonnay reinam absolutas. No entanto, mesmo que marginais, outras uvas também podem expressar esse terroir tão abençoado: a Aligoté e sua vivacidade, a Gamay e sua suculência, a Sauvignon Blanc e sua expressão fina em Saint Bris... César, Sacy e outras.
Na Borgonha, 48% das uvas plantadas são Chardonnay, 34% Pinot Noir, 10% Gamay e 6% Aligoté. Os outros 2% são de variedades ainda mais raras como Sauvignon Blanc, César, Pinot Beurot, Sacy, Melon, entre outras.
A região reúne, no menor espaço de terra, o maior número de crus e lieux-dits concentrando em si a maior quantidade de AOC francesas: das quase 400 AOC, 84 estão na Borgonha, ou seja, 23 % das AOC francesas.
Lieu-dit ou Climat são termos que definem a complexidade do terroir bourguignon e referem-se a pedaços de terra que, traçados e estudados desde o ano 1000 pelos monges cistercienses, reúnem todos os atributos necessário para se produzirem grandes vinhos.
Por esse motivo o vinhedo da Borgonha assemelha-se a uma colcha de retalhos, e cada pequena fração de terra pode ser tão diferente da fração vizinha. A complexidade do solo da Bourgonha é tamanha, que na Idade Média, esses monges produtores dos vinhos chegavam a provar o solo a fim de identificar as características de cada parcela. Em nenhum outro lugar a alquimia entre uva, terroir e trabalho do homem se unem de forma tão coesa para expressar, em nuances tão profundas, vinhos cheios de emoção e que podem ter características tão diferentes entre si.
O clima é continental, mas o que determina os vinhos são os solos formados por muitos movimentos geológicos da era terciária que permitiram compor um mosaico de milhares de parcelas. Os solos de argila, calcário e marne se misturam nos famosos climats borgonheses. A Pinot Noir gosta de solos marinhos (macios e finamente porosos), bastante calcários e bem drenados. Já a Chardonnay prefere solos argilosos de calcário.
Considerado por muitos como o melhor vinho do mundo, Romanée-Conti, como visto, é um dos vinhedos que pertence à DRC (Domaine de La Romanée-Conti) e, como na Borgonha os vinhos levam os nomes do vinhedo, consequentemente o vinho mais famoso da empresa leva também o nome Romanée-Conti.
A cidade onde fica a vinícola e os vinhedos Romanée-Conti, La Tâche, Richebourg e Romanée-St-Vivant se chama Vosne-Romanée.
É muito “romanée”!
Mas isso tem uma explicação. As cidades da região produtora de vinhos da Borgonha ganharam em 1866 um acréscimo ao seu nome original que remete ao principal vinhedo da cidade. Isso foi feito para facilitar o turismo e promover os vinhos da região.
https://www.delacroixvinhos.com.br/coll ... ricaolonga
https://revistaadega.uol.com.br/artigo/ ... 12235.html
https://revistaadega.uol.com.br/artigo/ ... 12971.html
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Re: VINHOS: TÓPICO OFICIAL
Pior vinho do supermercado ganha medalha de ouro em concurso internacional

Um vinho que custa 2,50€ no supermercado recebeu uma medalha de ouro num concurso internacional. O sommelier escolheu o pior entre vários vinhos para enviar para o concurso internacional.
Podemos confiar nos prémios que são atribuídos aos vinhos? É isso que um programa televisivo belga quis descobrir com uma experiência muito simples: fazer com que o pior vinho do supermercado vencesse um concurso internacional e, contra todas as probabilidades, ele realmente ganhou.
O sommelier organizou uma degustação para encontrar o pior vinho que pudesse encontrar e designou como vencedor uma mistura de diferentes vinhos europeus vendidos por 2,50€, num supermercado local.
Os rótulos foram posteriormente substituídos por um mais bonito e o vinho passou a chamar-se “Le Château Colombier”, com um desenho de uma pomba no logótipo.
A equipa do programa de televisão escolheu a competição internacional Gilbert et Gaillard. Para se inscrever, bastava pagar cerca de 50€ e apresentar os resultados de uma análise laboratorial do vinho para que fosse possível conhecer o seu teor alcoólico e de açúcar.
Medalha de ouro
A garrafa que custou menos de três euros recebeu o prémio mais cobiçado.

"Na boca é suave, nervoso e rico, com aromas jovens e claros que prometem uma bela complexidade. Muito interessante", descreveu o júri.
Como venceu o concurso?

Em alguns concursos, todos podem inscrever-se para serem jurados, mesmo que não percebam nada sobre vinhos. E foi assim que Samy Hosni, jornalista do programa, tornou-se provador de uma competição internacional na cidade francesa de Macon e na sua mesa não havia um único profissional.
O problema é que as medalhas muitas vezes influenciam o futuro comercial de um vinho: graças a um prémio, as vendas aumentam em até 15%.

Portanto, a mensagem que o programa quer passar é que é preciso ter cuidado com os prémios e medalhas recebidos por um vinho, e por isso, nada melhor que confiar no seu próprio paladar.
https://sicnoticias.pt/mundo/2023-05-29 ... n=whatsapp
Um vinho que custa 2,50€ no supermercado recebeu uma medalha de ouro num concurso internacional. O sommelier escolheu o pior entre vários vinhos para enviar para o concurso internacional.
Podemos confiar nos prémios que são atribuídos aos vinhos? É isso que um programa televisivo belga quis descobrir com uma experiência muito simples: fazer com que o pior vinho do supermercado vencesse um concurso internacional e, contra todas as probabilidades, ele realmente ganhou.
O sommelier organizou uma degustação para encontrar o pior vinho que pudesse encontrar e designou como vencedor uma mistura de diferentes vinhos europeus vendidos por 2,50€, num supermercado local.
Os rótulos foram posteriormente substituídos por um mais bonito e o vinho passou a chamar-se “Le Château Colombier”, com um desenho de uma pomba no logótipo.
A equipa do programa de televisão escolheu a competição internacional Gilbert et Gaillard. Para se inscrever, bastava pagar cerca de 50€ e apresentar os resultados de uma análise laboratorial do vinho para que fosse possível conhecer o seu teor alcoólico e de açúcar.
Medalha de ouro
A garrafa que custou menos de três euros recebeu o prémio mais cobiçado.
"Na boca é suave, nervoso e rico, com aromas jovens e claros que prometem uma bela complexidade. Muito interessante", descreveu o júri.
Como venceu o concurso?
Em alguns concursos, todos podem inscrever-se para serem jurados, mesmo que não percebam nada sobre vinhos. E foi assim que Samy Hosni, jornalista do programa, tornou-se provador de uma competição internacional na cidade francesa de Macon e na sua mesa não havia um único profissional.
O problema é que as medalhas muitas vezes influenciam o futuro comercial de um vinho: graças a um prémio, as vendas aumentam em até 15%.
Portanto, a mensagem que o programa quer passar é que é preciso ter cuidado com os prémios e medalhas recebidos por um vinho, e por isso, nada melhor que confiar no seu próprio paladar.
https://sicnoticias.pt/mundo/2023-05-29 ... n=whatsapp
Re: VINHOS: TÓPICO OFICIAL
Teve um emissora de televisão, que tem um programa e fez uma brincadeira , cobriu os rótulos de dois vinhos um cara e um barato e chamava as pessoas para dizer qual era o mais gostoso e o que venceu foi o barato.Dionizio_RJ escreveu: ↑06 Jun 2023, 09:04 Pior vinho do supermercado ganha medalha de ouro em concurso internacional
Um vinho que custa 2,50€ no supermercado recebeu uma medalha de ouro num concurso internacional. O sommelier escolheu o pior entre vários vinhos para enviar para o concurso internacional.
Podemos confiar nos prémios que são atribuídos aos vinhos? É isso que um programa televisivo belga quis descobrir com uma experiência muito simples: fazer com que o pior vinho do supermercado vencesse um concurso internacional e, contra todas as probabilidades, ele realmente ganhou.
O sommelier organizou uma degustação para encontrar o pior vinho que pudesse encontrar e designou como vencedor uma mistura de diferentes vinhos europeus vendidos por 2,50€, num supermercado local.
Os rótulos foram posteriormente substituídos por um mais bonito e o vinho passou a chamar-se “Le Château Colombier”, com um desenho de uma pomba no logótipo.
A equipa do programa de televisão escolheu a competição internacional Gilbert et Gaillard. Para se inscrever, bastava pagar cerca de 50€ e apresentar os resultados de uma análise laboratorial do vinho para que fosse possível conhecer o seu teor alcoólico e de açúcar.
Medalha de ouro
A garrafa que custou menos de três euros recebeu o prémio mais cobiçado.
"Na boca é suave, nervoso e rico, com aromas jovens e claros que prometem uma bela complexidade. Muito interessante", descreveu o júri.
Como venceu o concurso?
Em alguns concursos, todos podem inscrever-se para serem jurados, mesmo que não percebam nada sobre vinhos. E foi assim que Samy Hosni, jornalista do programa, tornou-se provador de uma competição internacional na cidade francesa de Macon e na sua mesa não havia um único profissional.
O problema é que as medalhas muitas vezes influenciam o futuro comercial de um vinho: graças a um prémio, as vendas aumentam em até 15%.
Portanto, a mensagem que o programa quer passar é que é preciso ter cuidado com os prémios e medalhas recebidos por um vinho, e por isso, nada melhor que confiar no seu próprio paladar.
https://sicnoticias.pt/mundo/2023-05-29 ... n=whatsapp
Re: VINHOS: TÓPICO OFICIAL
uma vez tomei um vinho bem amargo, curti não, e tava bem envelhecido. prefiro algo um pouco doce.
com 100,00 eu consigo comprar o q de bom nos mercados, considerando vinho e champanhe?
com 100,00 eu consigo comprar o q de bom nos mercados, considerando vinho e champanhe?
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Re: VINHOS: TÓPICO OFICIAL
Gosto muito de vinhos, mas ultimamente ao entrar em lojas e ver os preços de vinhos do inflacionando cada vez mais, opto pelos exemplares que não são exatamente de conhecimento geral que países fora do circuito “convencional” – como Chile, Argentina, Itália, França e Portugal.
Até agora os que mais me agradaram foram o Australianos da Yellow Tail, gosto muito do Shiraz e do Carbenet Sauvignon que vem ganhando espaço dentro do mercado dos vinhos, com proposta de serem vinhos para qualquer momento, mudando a visão que temos de que vinhos são somente para ocasiões extremamente formais.
Dos Brancos, a uva Chenin Blanc cultivada na África do sul, foi uma grata surpresa, é uma boa pedida para dias quentes, frutado e floral, e o melhor seu baixo custo faz com que eu possa beber sempre sem pesar no meu bolso.
Estou à espera da chegada do Legno Chardonnay, ele é nacional, não quero criar expectativas mas o quem provou recomenda muito.
Até agora os que mais me agradaram foram o Australianos da Yellow Tail, gosto muito do Shiraz e do Carbenet Sauvignon que vem ganhando espaço dentro do mercado dos vinhos, com proposta de serem vinhos para qualquer momento, mudando a visão que temos de que vinhos são somente para ocasiões extremamente formais.
Dos Brancos, a uva Chenin Blanc cultivada na África do sul, foi uma grata surpresa, é uma boa pedida para dias quentes, frutado e floral, e o melhor seu baixo custo faz com que eu possa beber sempre sem pesar no meu bolso.
Estou à espera da chegada do Legno Chardonnay, ele é nacional, não quero criar expectativas mas o quem provou recomenda muito.
Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem.
Friedrich Nietzsche
Friedrich Nietzsche
Re: VINHOS: TÓPICO OFICIAL
Produto nacional
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Re: VINHOS: TÓPICO OFICIAL
talaricorasteiro escreveu: ↑10 Jun 2023, 14:14 Gosto muito de vinhos, mas ultimamente ao entrar em lojas e ver os preços de vinhos do inflacionando cada vez mais, opto pelos exemplares que não são exatamente de conhecimento geral que países fora do circuito “convencional” – como Chile, Argentina, Itália, França e Portugal.
Até agora os que mais me agradaram foram o Australianos da Yellow Tail, gosto muito do Shiraz e do Carbenet Sauvignon que vem ganhando espaço dentro do mercado dos vinhos, com proposta de serem vinhos para qualquer momento, mudando a visão que temos de que vinhos são somente para ocasiões extremamente formais.
Dos Brancos, a uva Chenin Blanc cultivada na África do sul, foi uma grata surpresa, é uma boa pedida para dias quentes, frutado e floral, e o melhor seu baixo custo faz com que eu possa beber sempre sem pesar no meu bolso.
Estou à espera da chegada do Legno Chardonnay, ele é nacional, não quero criar expectativas mas o quem provou recomenda muito.
Boas sugestões confrade,
O Yellow Tail é uma ótima opção, mas do circuito mais convencional como você disse, a Argentina tem ótimas opções e com preços bem interessantes, principalmente na internet.
Santé!
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Re: VINHOS: TÓPICO OFICIAL
Manda Chuva escreveu: ↑05 Out 2023, 09:48Dionizio_RJ escreveu: ↑05 Out 2023, 08:16
Boas sugestões confrade,
O Yellow Tail é uma ótima opção, mas do circuito mais convencional como você disse, a Argentina tem ótimas opções e com preços bem interessantes, principalmente na internet.
Santé!
Dionizio, na sua opinião, qual o melhor vinho verde Português ( exceto Casal Garcia) que voce já degustou?
Saudações meu amigo,
gosto muito do Alvarinho da Quinta do Soalheiro, bem encorpado e com final muito bom, aqui só acho ele na Cadeg.
Santé!
