20 de Julho de 2024 às 17:50
Fala, confrades! Ainda na minha saga de por os TD's atrasados em dia para não sonegar e ajudar os confrades.
Era início de novembro e mais uma vez à toa em casa com a concentração de sangue maior lá embaixo, mas lembro perfeitamente que foi por causa dos relatos daqui.
Penso eu naquele momento: vou para SIRIUS 315.
Local: Chego na frente da SIRIUS 315, que é uma boate meio trash na BA315, paro novamente ao lado da towner do cachorro-quente e peço uma Coca de praxe, porém, dessa vez, nada que aparece ali me interessa. Destaco que a boate do lado, que é a 313, tinha coisas mais interessantes, mas isso é assunto para relatos futuros.
Subo as escadas, onde no final dela fica um balcão com um atendente responsável pela entrega da comanda que é 20 dinheiros revertidos em consumação, mas não no consumo das meninas.
Pego minha comanda, sou revistado antes de entrar em uma porta que dá para um salão meio boate com bar, cadeiras, poltronas e ao centro uma barra de pole dance com várias meninas (novamente) se revezando na dança ou ao lado de outros homens sentados conversando com algumas meninas ou entre si.
O local é escuro com luzes que dão aquele ar de boate de puteiro mesmo e cheiro forte de cigarro.
A GP: Avisto uma baixinha, novinha e magra, com tudo no lugar, tipo aquelas minas que tu vê em funk paulista ou andando em garupa de moto dos tralhas, mas ela fazia muito meu tipo pois, como já relatei algumas vezes, adoro as baixinhas... pena que elas não gostam de mim.
Explico o porquê.
Fight: Me apresento a menina, ela me diz seu nome "Mya" e já pergunto os valores, que são padronizados pela casa.
Opto pela meia hora por 140 dinheiros e a sigo indo para o balcão anterior onde o atendente que entrega as comandas recebe o pagamento, para, Voltarmos e entrar em uma outra porta com destino aos quartos.
Os quartos são padronizados, relativamente pequenos, com espelho grande na parede lateral e na frente, cama de casal que cumpre sua função e um ar condicionado que gela bastante.
Ela sai do quarto dizendo que iria se arrumar, demora um pouco e volta com outra lingerie mais sexy, digamos assim.
Ela começa pondo a camisinha fazendo um oral OK, mas não tanto para quem tem pouca sensibilidade no pau e depois já se posiciona para o PPMM. E aí que percebo que ela pequenina em todos os sentidos, porque mal cabia meu "Gigante pela própria natureza". Ela esboça certa preocupação quanto a isso e pede para ir com calma, o que atendo prontamente.
Porém, foi aquela coisa mal executada que não me agradei e aparentava não agradar também. Foi nesse momento que caiu a ficha de que, por mais que eu goste das baixinhas, elas não gostam de mim. Seria como cruzar uma chihuahua com um Rotweiller.
E, daí pra frente, tentei várias posições que pudesse, pelo menos, sair dali com o leite derramado.
Peço de lado, mas ela faz de pernas fechadas e mão para trás, limitando minhas pernas. Nada feito. Peço para ela ir por cima de costas e piorou. O membro não entrava e eu já estava desanimando. Foi quando preferi dispensar ela e resolvi meu problema na punheta mesmo no tempo que me restava.
Logo após, me arrumando para meter o pé, percebo que a perva levou minhas outras 4 camisinhas Preserv Extra Sensitivy que tinha comprado naquela semana. Que vacilona! Enfim... tenho preferido a Extra e não me fez falta.
Depois disso, não consigo gozar e ela pede para tocar uma punheta pra ela com ela se siriricando aquela buceta rosadinha contrastando com a pele preta linda dela, sendo assim a forma que jorrei o leite na borracha.
Por último, paguei a minha comanda de com 20 contos (tudo é caro naquele bar), desci as escadas, entreguei o canhoto da comanda par ao sergurança e rua.
Resumindo: Como já dito em relato anterior, o local é um ambiente de boate-puteiro meio trash, o que não curto mesmo por causa da energia do lugar, porém estava galudão por culpa dos relatos de vocês que leio à noite kkkkk.
Marquei o repeteco como "Não" porque troquei de lugar para o puteiro-boate do lado, mas não antes de encontrar o que poderia ser o amor da minha vida. E este será meu próximo relato.
Abraços e até a próxima!