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RELATOS DO MEMBRO

[TERMAS] LA CONFRARIA CLUB - Rua da Quitanda, 74 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
PAOLA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$270.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

10 de Novembro de 2024 às 13:11






Meio do nada. Andar à noite pelo Centro do Rio à noite faz a gente se sentir um fantasma pairando no limbo cósmico. Eu, que vivi o clímax da minha juventude no início da década de 80 até o fim da década de 90, ainda estranho o marasmo que encontro ali neste século 21.

O Centro foi a alma do Rio desde sempre e hoje é como se o corpo sem alma estivesse definhando. Lugar de referências históricas sendo tragado pela indiferença. Na Rua do Ouvidor, Machado de Assis passava horas em encontros literários na lendária Livraria Garnier, sendo reverenciado pelos seus pares. Lembro-me que havia um guia de Sebos, indicando um itinerário que percorri centenas de vezes enquanto formava a minha biblioteca. Alguns Sebos ainda existem e resistem heroicamente em ruas de pouco público e em um território de poucos leitores.

Multidões moviam-se pela Avenida Rio Branco em um frenesi profissional de negócios, dinheiro e alguma vadiagem. O Centro pulsava como um coração jovem mesmo sendo secular. Hoje, não mais.

E assim em seguia num estado de divagação inútil, apressando o passo entre a penumbra silenciosa da Rua do Rosário, ansioso por chegar inteiro a boate La Confraria, na Rua da Quitanda. Em dias remotos, a Rua da Quitanda foi batizada como Rua do Açougue. E agora, lá ia eu, em busca de algum filé que me saciasse a fome da libido.

A noite sem música é mulher mutilada. Sincronizei os meus aparelhos auditivos com o celular e permiti que a batida de Journey me arremessasse às trevas silenciosas que emergiam adiante.

JOURNEY Dancinha

Estou velho, carcomido, surdo, enxergando mal, mas permaneço vivo. Percorro a reta final de uma maratona que se iniciou com uma corrida de espermatozoides, mas minhas pernas se movem ágeis, os braços têm força e o vetusto Pikachu quer desfrutar do que resta de tempo útil. Quando jovem, as ereções são reflexos instantâneos que beiram a futilidade; quando envelhecemos, elas se tornam súplicas.

O mitológico Senhor da Comanda me recebeu ao pé da escada que leva à pista da La Confraria.

— Dante, a relíquia — é o que sempre repete quando me vê.

A casa tinha um número razoável de mulheres, algumas interessantes. Poucos clientes. Peguei uma Corona no bar e sentei-me para contemplar as bundas em desfile. De repente, no escuro das luzes de neon, alvorece Paola, o alvorecer bronzeado da luxúria. Não teve jeito, me vi na obrigação de repetir o encontro com ela. Pedi uma alcova.

Eu seria redundante se fosse narrar o sexo. Paola é dona de um corpo que nos faz salivar intensamente, causa um desejo irrefreável. Há uma particularidade nessa menina, ela consegue comigo um encaixe perfeito da boceta com o meu combalido pênis. É uma das raríssimas mulheres que me faz gozar com a cavalgada. É um misto de gemidos e rebolados que me levam ao nocaute.

Sem frescura, ela beija, chupa até o fim, mete com ânsia, sabe buscar o encaixe ideal e não faz tipo: é uma puta que gosta do que faz.

Despedida, pagamento e mergulhei novamente nas densas ruas noturnas. Ouço o estalar das minhas botas sobre os paralelepípedos que suportaram o peso de muitas gerações. Tudo passa e eu também passarei. O que ficará de mim? Esta e outras tantas histórias de um diário que se entranhará em sua memória.

A música sobe para os meu aparelhos auditivos e eu canto porque permaneço vivo...

SAVAGE Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Player69, Detonador, Brand, Pirubaby, Pokó, Estarossa, BurocrataRJ, Don Santão, Saulo Top, Latrell Spencer, Tenista, FGFR, Garotão, Dionizio_RJ, Ifoode, Orfeu de Carapinha, Tyrion, curtiram esse TD.
[TERMAS] LA CONFRARIA CLUB - Rua da Quitanda, 74 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
PAOLA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$270.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

27 de Outubro de 2024 às 16:10




Onde os fantasmas se divertem


Nos últimos meses tenho me lançado à aventura dos bordéis e à caça em campo aberto, atividades mais dinâmicas e que rendem emoções genuínas. Desde jovem aprendi que há uma abissal diferença entre o orgasmo e o prazer. Frequentar salas privadas de prostitutas, onde você chega pré-agendado e sofre despejo quando o tempo termina, pode até render o gozo, mas não proporciona o prazer. Definitivamente, só os bordeis oferecem o combo que une a sagrada ejaculação ao deleite de se sentir vivo.

Após o encontro desastroso na Praça Tiradentes, continuei a minha saga de andarilho em busca de qualquer antro em que eu pudesse saciar satisfatoriamente o apetite da minha libido. A fome do pênis não é diferente da fome do estômago, são duas necessidades insaciáveis e muitas vezes inadiáveis.

Havia anoitecido quando cheguei à delgada Rua da Quitanda, uma quietude desértica pairava na atmosfera. Os paralelepípedos ecoavam somente o pisar das minhas botas, pedras mudas que guardavam o segredo de todos os destinos. À noite, a Rua da Quitanda é onde os fantasmas se divertem com as almas desgarradas que ousam perambular por ali.

Alcancei a boate La Confraria. Pego a comanda e subo. A casa estava cheia, mas alerto que não é assim todos os dias, prevalece uma inconstância. Atravessei a pista em direção ao bar, pedi uma Corona e quando girei os calcanhares para procurar um assento onde eu pudesse me acomodar, um som emerge das caixas e uma morena de pele bronzeada sobe num pequeno palco...

FATA MORGANA

Sob os acordes de “Fata Morgana” a mulher começa a rebolar e tirar peças de roupas. Acredite, forista sem fé: isso não tem preço.

Sentei-me ao lado do palco, meu queixo se arrastava na minha própria baba. A garota dançava e respingava gotas de sensualidade em todos os homens no recinto. Nua, ela exibia os brilhos de diversos piercings pelo corpo, especialmente um que reluzia em seu clitóris.

Repito, o puteiro nos propicia o prazer além do orgasmo vulgar. Eu estava ali bebendo, babando e contemplando uma sacerdotisa erótica ao som sinuoso de "Fata Morgana". Um pré-gozo, algo que jamais encontramos nos consultórios claustrofóbicos de putas exiladas em prédios de categoria suspeita do Centro da Cidade. No puteiro, não preciso agendar nada, eu escolho entre o leque de odaliscas à disposição. Nenhuma das mulheres ali me nega o amor de aluguel, elas flertam comigo, me desejam. Todas com menos rotatividade do que qualquer rameira de consultório.

Para minha sorte, ao terminar de dançar, a odalisca se aproximou de mim, quando poderia ter escolhido qualquer um entre as dúzias de homens presentes. Talvez, tenha pressentido a intensidade do minha avidez, a certeza de que teria em mim um cliente certo.

— Posso me sentar com você? — ela me pergunta.

— Por favor, agora — respondo sem hesitação.


Apresenta-se como Paola, uma carioca com sotaque pernambucano. Alta, corpo dourado, bunda que poderia estampar qualquer manchete de revista pornográfica, coxas grossas e um olhar sexy de causar arrepios.

Conversamos, entabulei a entrevista básica, tomamos umas cervejas e decidi subir com ela. Pedi uma alcova. Duzentos e setenta contos por uma hora. Não é barato, mas eu descobri que o dinheiro foi tão bem gasto que me faria voltar a sair mais duas outras vezes com a mesma mulher.

O quarto da La Confraria tem as dimensões e a estrutura de um quarto de motel. Excelente. Tomamos banho juntos e os amassos sob o chuveiro quase me provocaram ejaculação precoce. Precisei remeter os meus pensamentos às garças da Quinta da Boa Vista para evitar a antecipação ansiosa dos espermas.

Na cama, beijos na boca, corpos embolados, línguas sedentas, boquete, chupadas nos seios, na vagina. Tudo perfeito. Proativa, Paola prepara o terreno, monta sobre o meu combalido pênis, de costas para os meus olhos, e inicia uma cavalgada épica. Rebola, quica, geme, diz que gozou, continua se remexendo e eu percebo que resistir é inútil. Meus guerreiros procriadores lançam-se ingênuos, entusiasmados e morrem sufocados no saco de látex. Um gozo abundante que quase fez o meu coração sair pela boca.

Fim do embate, conversamos mais um pouco e nos despedimos. Paguei a conta e ganhei as ruas. A Rua da Quitanda estava mais deserta do que quando cheguei. Entre pedir um táxi e me embrenhar pelos paralelepípedos, preferi caminhar. Sincronizei meus aparelhos auditivos com o celular e misturei-me às sombras. O Rio é a nossa traiçoeira Gotham City. A partir de agora, qualquer aventura é possível...

A VIEW TO A KILL

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Lixo II, CariocaPrive, Brand, Detonador, Jucabar, Pirubaby, Diazepan, Josh, Tenista, Y@N, Nomade, _riquinho_, Pajé, Brutus, Jack Satoru, Cerveja, Orfeu de Carapinha, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Praça Tiradentes , Centro - Rio de Janeiro - RJ
MARIANA
NEUTRO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ SIM R$0.00 NãO

22 de Outubro de 2024 às 11:10






Cinza. As nuvens espessas acumuladas no céu transformavam a Praça Tiradentes numa antiga foto em preto e branco. Havia quietude no pouco movimento que se expressava nas ruas. Após almoçar no tradicional Coliseu das Massas, arremessei-me pela Rua da Carioca, aquele vácuo urbano que liga algum lugar a lugar nenhum.

Fiz uns trinta contatos com as Vips do Arena, metade não respondeu e a outra metade não tinha mais horário. Todas ricas e glamurosas graças ao veículo onde anunciam. Para que iriam querer relato de um Dante qualquer?

Quase sem esperança de extravasar a sagrada seiva que pressionava as minhas gônadas, fui caminhando a esmo até alcançar a Praça Tiradentes. Exausto pelo peso de carregar quilos de canelone e espaguete ingeridos um pouco antes, sentei-me em um bar às margens da Rua da Constituição. Pedi um chope.

Fiquei ali, meditando sobre o meu fracasso em tentar marcar um mísero encontro sexual. Recordei-me de que foi naquela região que o jovem Machado de Assis trabalhou como operário de uma gráfica. Subitamente, fui tomado por uma sensação de incômodo. Alguém me observava, me encarava.

Uma mulher de uns 25 anos, bonita, olhos claros, pele alvíssima e negros cabelos cacheados caindo abaixo dos ombros. Nossos olhos se cruzaram e ela se levantou do lugar em que estava, aproximou-se de mim e me questionou sem cerimônias.

— Está sozinho?

— Estou — respondi.

— Posso fazer companhia?


Quando isso ocorre no meio da rua, sempre sou tomado por uma onda de receio. Como eu já estava fodido e sem perspectivas promissoras, decidi aceitar o desafio do destino.

— Pode. Tem lugar na mesa — sentenciei.

A garota puxou a cadeira para perto de mim e se acomodou. Apresentou-se como Mariana, é mineira, poucos dias no Rio, pretendia voltar para sua cidade natal naquela mesma semana. A conversa prosseguiu inocente e burocrática até que ela soltou uma interrogação que chegou perto de me eletrocutar...

— Você gosta de cu?

Putas e libertinos se atraem como mercúrio, profetizou um sábio. Qual resposta que damos para tal pergunta? Não consegui digerir nem a pergunta nem a batata frita engordurada que eu havia pedido como petisco, entalei. Depois de alguns segundos, fui capaz de rearticular o meu raciocínio.

— Olha, eu gosto, mas a minha broca não fura mais parede.

Percebi a dificuldade cognitiva da menina para compreender a minha metáfora. Preferi ser gentil e traduzi.

— Filha, eu gosto de cu, só não sei se ainda consigo comer um.

— O meu você consegue. Quer?


Tudo tão rápido que me causou vertigem.

— E como seria se eu topasse? — devolvi.

A menina então anotou no guardanapo um número, um endereço e o nome do local: Hotel Atlântico Tower.

— Não para na recepção. Entra direto e pega o elevador para eles não cobrarem adicional.

— E qual seria o valor do cu?

— É 150 reais.


Excitado com a situação, continuei aceitando o desafio do destino. A menina saiu e pediu que eu esperasse dez minutos e fosse até ela.

Desconfiado, entrei no hotel. O saguão estava repleto de pessoas numa fila para a recepção, segui em frente como me foi instruído e entrei no elevador. Desembarquei no andar informado, procurei o apartamento e toquei a campainha. A porta se abriu e a garota estava nua.

— Oi — ela diz — você pode esperar um pouquinho?

— Esperar por quê?

— Ah! Apareceu um cliente que eu tinha marcado aqui. Só dez minutinhos. Espera.

— Vou esperar onde?

— Senta na cadeira do corredor.


No corredor havia um aparador antigo com duas cadeiras nas extremidades. Uma travesti ocupava um dos assentos, olhava para o nada. Pensei em ir embora devido ao constrangimento de ficar no corredor de um hotel cheio de câmeras esperando uma garota de programa terminar o serviço, mas fiquei. Puto

— Tá esperando a Mariana? — pergunta-me de supetão a travesti assim que me sentei.

— Sim.

— Daqui a pouco ela libera.

— Você está esperando por ela? — arrisquei a questão.

— Estou. A gente reveza o quarto e tenho que pegar umas coisas lá.

— Desculpa perguntar, mas a Mariana é mulher ou trans? — eu precisava dissipar a mórbida curiosidade que se manifestou naquele instante.

— É mulher — garantiu a travesti com firmeza na voz e um tom de desprezo pela minha pergunta.
Hum

Demorou mesmo uns dez minutos até a Mariana surgir no corredor e sinalizar para que eu a acompanhasse.

No quarto, ela exibiu o corpo esbelto e bem delineado. Bunda de capa de revista e a vagina ornada com um piercing. Começamos a nos beijar, ela me aplicou um boquete de alta pressão e quando percebeu que o combalido Pikachu estava ereto, o embrulhou com um preservativo que mais se assemelhava à borracha de pneu e sentou-se em cima. Sem suavizar com KY, aquele cu parecia que estava rasgando o meu velho pênis ao meio. A menina rebolou com naturalidade e o meu desconforto foi desaparecendo. Acredite, forista sem fé, neste ponto a campainha do quarto tocou...

A garota deu um pulo quase levando o meu pau junto.

— Só um instantinho...

Percebi que ela conversava com alguém na porta. Dois eternos minutos depois ela retorna.

— Desculpa. Um cliente chegou adiantado, ele vai esperar.

Caiu de boca no meu breve membro, conseguiu deixá-lo firme e sentou o rabo novamente em cima dele. Mexe, remexe e a campainha toca outra vez. Um pesadelo.

— Ai! Peraí, docinho... — me pediu.

Dois minutos de sussurros na porta e ela retorna com uma mochila grande e suja. Pikachu jamais se recuperaria daquele trauma. Morto

— Olha, você se incomodaria de esperar um pouquinho lá fora. É que os caras chegam antes da hora e me atrapalham toda. Depois você volta.

— Não, minha filha. Deixa pra lá. Eu vou embora.


A mulher fez cara de tacho, paguei e saí sem gozar, conformado com a ideia de que tinha me lascado. Ganhei as ruas, mas me lembrei do bordel La Confraria, seria a última tentativa.

Atravessei a Rua da Carioca, o vácuo que liga algum lugar a lugar nenhum. Meus aparelhos auditivos sincronizaram “Depeche Mode” pelo celular e marchei com minhas botas em direção à velha Rua da Quitanda, onde eu conheceria Paola Girl8

STRANGELOVE Dancinha

A partir de agora, qualquer aventura é possível... Piscada

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Brand, Cerveja, Jucabar, Pajé, Pirubaby, pgggato45, Melocoton, Saulo Top, Marcell, JbNitéroi, Tenista, Barbosa82, Oscaralho, 90loiro90, Vedor das Pervas, ViciadoEmPeitudas, Josh, Dionizio_RJ, Gojira, Garotão, BurocrataRJ, Holmes, curtiram esse TD.
[TERMAS] LA CONFRARIA CLUB - Rua da Quitanda, 74 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
VALENTINA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$270.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 SIM

23 de Setembro de 2024 às 14:09






A cama é o ninho da luxúria, é o território onde repousamos nossos cansaços, onde mergulhamos nos sonhos, é o solo sagrado onde experimentamos o sexo, o orgasmo, o amor e a traição. A cama foi o camarote de onde assisti a quarentona de codinome Valentina emergir nua do chuveiro, com seu corpão irretocável, caminhando ainda úmido em minha direção. Encarava-me sorrindo com um olhar leve e selvagem.

Em momentos como esse, tudo entra em suspensão automática. A respiração pausa, os olhos esbugalham-se, a mudez nos domina. Um mulherão de beleza inquestionável, seu rosto lembrou o da atriz Giovanna Antonelli, principalmente o sorriso. É sarada, bunda digna de capa de revista, voz levemente rouca e sexy, barriga chapada. Linda e simpaticíssima.

Aqui é que reside a magia dos bordeis, podemos escolher, conversar, beber e nos divertir. Nenhuma sala de garota em algum prédio esquisito nos oferece isso. O bordel não é a manchete objetiva e fria como são os consultórios das freelas, há no puteiro o pulsar da vida e dos deleites de viver. Você faz o sexo e volta para se embriagar mais, para escolher outra, para mais conversas, esbarra com camaradas da libertinagem.

Não me surpreende que muitos foristas escrevam relatos como se ditassem prontuários médicos de alguma UTI com alto índice de falecimentos. O que eles experimentam é o sexo triste. Quando acaba, realmente acaba. Não há celebração, só o gozo e o coito definitivamente interrompido. No bordel... Ahh... no bordel, não. No bordel, quando termina o sexo, o prazer se estende, o orgasmo se amplia, a alegria permanece, ali somos eternos.

Óbvio que falo dos bons bordeis, que se tornaram raros e padecem da ameaça de extinção. A boate La Confraria, na rua da Quitanda, está entre os puteiros que resistem e que abrigam o clima ancestral da boa luxúria. Elenco com meninas bonitas, receptivas, não há censura ao beijo no salão, a música nos embala e é possível manter conversas relaxadas com as moças que nos agradam.

Conversei muito com Valentina, contou-me boa parte de sua vida, é uma mulher extremamente sedutora do alto da sua vasta experiência. É aquela puta que nos conquista e você fica com vontade de escrever “FODAM-SE TODOS VOCÊS” no tópico de “Envolvimento emocional com GPs”. Eu quero mais é me envolver, despencar em paixões, sentir o coração bater. O resto que se foda.

Disse a ela que só saio com mulheres que gostam de beijar na boca e que beijam com vontade.

— Só vamos saber se o beijo irá agradar se provarmos, né? — ela me responde antes de enfiar a língua na minha traqueia, no melhor estilo do ósculo roto-rooter. Cheguei a ficar sem fôlego.

Pedi uma alcova.

Retornamos à cena em que Valentina sai nua do chuveiro, corpo úmido, caminha com passos de pantera em direção à cama, aproximando-se dos meus olhos esbugalhados pela emoção de presenciar aquele milagre em forma de fêmea.

A mulher avança sobre a minha reação perplexa, nos abraçamos, nos beijamos mais, ela me oferece os seus seios indefectíveis, eu os mamo como um faminto recém-nascido. Valentina geme, me acaricia inteiro, desce a cabeça e me chupa com vontade de extrair seiva. O ritual se estendeu por longos minutos, em que ondas vulcânicas alertavam sobre uma possível erupção de espermas.

Prepara o terreno e monta sobre a minha virilha, encaixa o meu combalido pênis em sua vagina escaldante e rebola, quica, remexe, pressiona. Foi demais para este velho escriba, lancei meus espermas no látex num ato impiedoso, todos sufocados na euforia insana da busca frustrada pelo útero.

Após ressuscitar da pequena morte, prossegui na conversa com Valentina. Mulher apaixonante. Fodam-se todos vocês — é o que eu postaria duas vezes no tópico de “Envolvimento emocional com GPs”. Que arte rara domina a concubina capaz de nos despertar a paixão. O tempo acabou, nos despedimos.

De volta à pista da boate, pedi um martini que saboreei devagar. Fiquei contemplando bundas desfilarem para os meus olhos. Terminei a taça, paguei a conta e desci. A rua da Quitanda estava silenciosa e deserta, pisei com minhas botas sobre os paralelepípedos, o som seco dos impactos foi abafado pela música que vazou dos meus aparelhos auditivos sincronizados com o celular...

BLUES

Naquela rua em penumbras, a noite se desenrolava como um tapete vermelho me convidando para a próxima morte, para a próxima ressurreição, para a próxima aventura. Porque o libertino vive e a noite pulsa...

Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Brand, Pirubaby, Ken Masters, Lyon, Jucabar, Saulo Top, Charlie Harper, Madruguinha, Yami Mysterio, Latrell Spencer, Lua Negra, Garotão, Josh, Diazepan, Orfeu de Carapinha, curtiram esse TD.
IMPORIO PARIS - Rua Constança Barbosa, 188 , Méier - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99441-4248 / (21) 99433-4810 / (21) 97433-5555
ANGEL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO NãO R$0.00 TALVEZ

14 de Setembro de 2024 às 10:09






"De repente, a porta abriu...
Gente, o coração chegou a errar as batidas, vi aquela baita morena, estilo uma índia com aquele cabelão preto, toda esbelta...o corpo dela é lindo...brutalmente, muuuuuuuuito melhor do que nas fotos do site..."

(by Saulo Top)


**********************************************

**Decidi seguir o rastro desse perdigueiro erótico, desse símbolo sexual irriquieto dos fóruns, o fabuloso Saulo Top.

Eu estava no Centro, assolado por um calor capaz de matar camelo num ato de homicídio culposo. Após o meu tradicional almoço de sexta-feira no incomparável Coliseu das Massas, lembrei-me da foto inserida num relato escrito pelo venerável Saulo. Por que não? A menina faz meu tipo — pensei.

Arrastei minhas células adiposas até a estação da Carioca, peguei o metrô, desci na imensidão árida da Central do Brasil e fui esperar o trem para o Méier. Poderia ter pegado um táxi, mas eu precisava de um pouco de ação para despertar a lombeira causada pelos quilos de massas ingeridos no Coliseu.

Inexperiente com os acessos da linha ferroviária, fiquei rodando como barata alucinada até me encontrar. Dentro do precário vagão, para abstrair da zoeira incômoda, sincronizei meus aparelhos auditivos com o celular e deixei que a trilha sonora deste episódio se fizesse.

DURAN DURAN

A View to a Kill”, nada mais conveniente enquanto eu sobrevoava os trilhos do subúrbio. Desço no Meier e, confesso, comecei a sentir um mal-estar devido ao clima abafado, mas o que não mata engorda. Decidi caminhar até a Constança Barbosa, eu sabia o trajeto.

Fui pisando pelas calçadas do Meier, me recordando de algumas namoradas que tive na região. Nos meus ouvidos, as batidas de “It Feels So Good” me embalavam adiante.

IT FEELS SO GOOD

Alcanço o endereço de Angel com 5 minutos de atraso. Entro no prédio e o porteiro me recebe...

— Qual seu nome, por favor? — pergunta.

— Dante. Me chamo Dante.

O funcionário pega o telefone, cochicha e diz que posso subir.

Reconheço a sala, é a mesma onde trabalhava a Pérola, menina nota 10 com quem repeti algumas vezes. A porta se abriu e me deparo com uma morena com olhar pecaminoso, rosto sexy, corpão. Não diria que é esbelta, é pedaçuda, suculenta.

Por uma dessas coincidências esquisitas, na mesma hora em que Angel abriu a porta a música no meu ouvido mudou para “Maneater”. Um bom agouro.

MANEATER

A casa estava sem água. Quem tomou banho, agradeça a sorte. Quem não tomou, sairia mais lambuzado. Eu estava limpinho e cheiroso como de hábito. Angel me conduz à pequena cabine e pediu que a aguardasse.



A menina retornou numa sumária lingerie vermelha e me beijou. Beija sem teatro, com língua, com saliva, com lábios engatados. Não perdi tempo, arranquei os poucos panos da moça, saquei o meu aparelhinho de eletrochoque e o introduzi sobre o seu clitóris. Angel gemeu alto, sem pudor. Gozou em espasmos frenéticos, um espetáculo inesquecível.

Recuperada do impacto, empinou-se toda e engoliu meu combalido pênis com sede de seiva. Chupou sem cansaço, punhetava, lambia meu corpo, mordiscou meu tórax. Se alternava em territórios erógenos da minha estrutura obesa com a habilidade espontânea de uma serpente. Voltava a me chupar me encarando, olhos nos olhos, numa vibe "Bette Davis Eyes"...

BETTE DAVIS EYES

Se Gonzaguinha me visse, diria: não dá mais pra segurar. Explode coração.

Ejaculei o Big Bang, o começo do universo. Meus espermas espalharam-se pela atmosfera quente sabendo que morreriam sem conhecer um útero, mas guerreiros fiéis querem satisfazer o comandante, dão a vida por ele. Sim, meus espermas feneceram no choque com a parede, com o colchão, com o piso, com o rosto de Angel. Heróis. Silêncio. Luto.

Papo breve. A decepção foi que Angel não atende por fora, uma pena, eu a contrataria para uma vista ao meu chalé nos Alpes Tijucanos. Voltei às ruas meio sem fôlego, parei na lanchonete de joelhos e devorei dois.

Sinalizei para um táxi. Para a bucólica Tijuca, por gentileza. O motorista acelerou. O Sol começava a se por, havia um cheiro de verão em pleno inverno. Nada como estar bem consigo mesmo, aliviado do tesão, sabendo que vivo na claridade, seja sob a luz da manhã ou debaixo do brilho da Lua. Carrego a tocha que ilumina os subterrâneos, que desmascara os porões traiçoeiros e me mostra tudo aquilo que quer se esconder.

Nos meus ouvidos tocava "Disappear" e naquele momento em que o céu fazia a transição para as estrelas, em que os pneus deslizavam me levando de volta para casa, a vida parecia simples. Despareci no horizonte e a minha história acaba aqui.

DISAPPEAR

Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Jhony Bravo, Malvadão Carioca, FGFR, Josh, Guib, Lord Lixo, Madruguinha, Saulo Top, Dionizio_RJ, Bart, Lua Negra, Incubo, abobrinha, Ninho, Sueco, ViciadoEmPeitudas, Orfeu de Carapinha, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - R. Maria Leopoldina - Vila Sto. Antônio , Nova Iguaçu - Nova Iguaçu - RJ
MARIE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 NãO

12 de Setembro de 2024 às 08:09



Um vento noturno e morno esbofeteava o meu rosto pela janela entreaberta. Ao som de Bllie Elish, o Sucatão avançava sobre o negrume do asfalto. As lufadas batiam num ritmo que me inquietavam.

BAD GUY

— Que merda que eu tô fazendo? — pensei quando saí da Avenida Brasil para me enveredar pelas penumbras da Rodovia Presidente Dutra.

A consciência da velhice vem com o fato de nos sentirmos deslocados dentro do nosso próprio tempo, é assim que começo a me sentir.

Conheci Marie pelo aplicativo Jaumo, a piranha fez questão de pronunciar o nome de modo afrancesado. Com um rosto capaz de espantar moscas de velório, a moça possui um corpo que parece esculpido em longas sessões de crossfit. Foda-se o rosto, não me interesso mais pela beleza da face, belos corpos são o que me soam como afrodisíaco.

Marie não fez cerimônias, se apresentou de cara como garota de programa, informou que não marcava encontros, quem quisesse que fosse encontrá-la onde ela trabalha ou poderia comprar os vídeos que ela produz. Deu-me como ponto de referência uma área não muito especificada da Rua Maria Leopoldina, em Nova Iguaçu, próximo ao Posto 13.

Aqui, retornamos ao início desta história. Sim, isso é uma história, porque o sexo não pode se transformar num registro burocrático, como se fosse um documento de cartório, carimbado com nível de avaliação e que irá ser contabilizado pela frieza dos números. Se for assim, irei concordar com a rameira que certa vez me disse que foristas levam uma vidinha de merda.

Um encontro sexual é um capítulo importante para aqueles que se propõem a vivê-lo. É uma das mais valiosas aventuras que nos restam, mesmo que seja vivida ao lado de uma prostituta. Indiferente às limitações linguísticas de cada um, o sexo deve ser narrado como um ritual.

— Qual referência na Rua Maria Leopoldina? — perguntei.

— Perto do posto. Faz assim, me espera no posto e te acho — respondeu-me procurando saber qual era o meu carro e a cor.

Imprevistos podem ser sinais ou somente imprevistos. O pneu do Sucatão furou em um território inóspito da Dutra, quando eu me aproximava do destino. Puta que pariu — praguejei (uma única vez está de bom tamanho, me ensinaram que o menos é mais).

Arremessei o carro para o acostamento, mas fiquei com a neura de que seria atropelado se desembarcasse. Milagres acontecem, logo surgiu uma viatura da Concessionária que administra a via e um rapaz fez a troca do pneu voluntariamente. Dei uma caixinha de 50 pilas porque percebi o olhar de expectativa do funcionário da via.

Alcancei o tal Posto 13. Ancorei o Sucatão. Cheguei adiantado, enviei mensagem à Marie e ela me pediu para esperá-la. Decidi caminhar pelos arredores e avistei um boteco animado, todo enfeitado com painéis de luzes de neon. Aproximei-me e entrei.

Os ladrilhos azuis que recobriam o bar estavam enfeitados com bexigas festivas e cartazes de aniversário. Considerei sair do local, pois me pareceu uma festa privada. Quando comecei a recuar, uma voz de barítono vibrou na minha direção.

— E aeee, parceiro. Que coisa grande é essa estufando a tua camisa? — me perguntou o sujeito.

— Isso aqui? É a minha barriga ostentando a falta de modéstia — respondi o óbvio.

O barítono gargalhou alto e me estendeu uma lata de Brahma.

— Bebe aí — ordenou-me —, tu é da vizinhança?

— Não, não. Vim encontrar uma menina.

— Ah, por aqui tem muitas meninas, tem pra todos os gostos, tem até boneca também. Por mim, se tiver orifício, tô dentro. É ou não é? — gargalhou alto novamente.

Pela primeira vez, eu ouvia a criatura humana ser definida como “orifício”. Bebi e saí de fininho. Fui esperar Marie próximo ao carro, era o mais seguro a fazer.

Marie chegou com um sorriso destacando um rosto que poderia ser confundido com o apocalipse, mas o corpo... que corpaço. Entramos no carro e partimos para um motel próximo, no trajeto ela me mostrou o ponto onde algumas meninas ficavam reunidas, prontas para atender aos caprichos masculinos em troca de uma prenda.

Foi bom. Marie beija bem, realizou um boquete surpreendente, me fez gozar rápido. Cumpriu a tarefa sem me causar espasmos empolgantes. Em menos de uma hora, me vi novamente na Dutra, agora retornando à bucólica Tijuca.

Terminei conhecendo um ponto que pode ser promissor se eu estiver com disposição para dirigir. Além das meninas de reputação duvidosa, também avistei as trans, como destacou o barítono do botequim. Para quem gosta de “orifícios”, o céu é o limite. Até o diabo tem direito ao livre arbítrio.

A noite era densa, se misturava ao asfalto. No rádio, tocava B.B.King. Um silêncio absoluto encobria o movimento reduzido de veículos. Seria a minha existência uma vidinha de merda como disse a puta amarga? O certo é que dediquei muitos anos aos caprichos da libido, mas eu era jovem e jovens são fantoches dos instintos.

THE THRILL IS GONE

Nesses mais de 20 anos em que atravessei os fóruns, calculei pela média do GPArena que devo ter escrito em torno de 3 mil relatos realizados como quem compõe uma partitura. Haja vontade. Um desperdício de tempo se eu não salvasse o que escrevia, colecionando personagens e planejando um livro que não consegui as horas para construir.

Compartilhei as minhas vivências em quase dez sites que nasceram e sumiram. Através da escrita, ajudei muitas meninas, algumas eu admirei, outras eu transformei.

Inventei paixões por mulheres incapazes de se apaixonar, pensei fazer amigos incapazes de compreender a minha amizade, passei perrengues perigosos, me arrisquei. Descobri que a mediocridade é ressentida e venenosa. Sobre a vaidade, é a sombra que nos trai. Todos os fóruns foram e são um tubo de ensaio da vida real.

Este velho escriba percorreu uma jornada longa. Sinceramente, não sei o que ainda não vivi. Vivi o que vivi no tempo em que deveria viver. Eu me permiti experimentar o infinito, livre das limitações, das censuras, dos preconceitos e dos ressentidos. A idade madura e o desenrolar irrefreável dos dias faz da última página uma perspectiva próxima. Se eu não for um Imortal da ABL, fui aqui.

Prestes a imbicar na Linha Vermelha, a música que emergiu do rádio prometia me proteger dos contrariados, pois São Jorge matou o dragão envolto pela luz da lua e eu matei muitos sob as lâmpadas rubras dos cabarés. A noite pulsa, o libertino ainda vive...

JORGE DA CAPADÓCIA

Girl9

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06 de Setembro de 2024 às 12:09






Vejo nos fóruns atuais muitos putanheiros e raríssimos libertinos. Libertinos sempre foram raros, hoje são uma espécie em extinção. A diferença entre as duas categorias é cristalina, um é amador e o outro vive.

Nunca fui filiado a panelas, grupos de fóruns, sempre preservei a fortaleza da minha individualidade. Não acredito em turmas que surgem em canais virtuais, muito menos nos canais que versam sobre sexo. O libertino é aquele que anda só, não se restringe somente a consultórios particulares de garotas de programa ou motéis, ele frequenta os bordéis, as boates, as ruas. Busca sexo, mas também busca emoções.

Saí frustrado da 119, depois de um encontro com uma criatura inanimada, e segui para a 21, 210, MV30, Afrodite, Vanessa Rios, Bombeirinho... Na 210, um estranho painel indicando que ali é onde a mágica acontece, esqueceram de contratar o mágico. Exausto e sem esperança decidi dar a última cartada na La Confraria.

O relógio girava pelas 21h e andar no Centro nesse horário, pelas ruas anexas à Avenida Rio Branco, nos faz sentir como um astronauta caminhando no deserto silencioso do solo lunar. Até a gravidade é mais baixa, ficamos com a impressão de que iremos sair flutuando para lugar nenhum a qualquer momento. A respiração assusta, sombras apavoram.

Quando alcancei a La Confraria, na inóspita penumbra da Rua da Quitanda, já passavam alguns minutos das 21h. O tio da porta, velho conhecido, me passa a comanda. Subo.

A La Confraria se revela uma surpresa próspera, é um bordel que está conseguindo resgatar a atmosfera dos antigos bordeis. É possível ver mulheres bonitas, receptivas. As escolhas que fiz lá foram extremamente positivas e aceitam sair por fora.

Ane é uma morena de cabelos cacheados, corpão que ativa as nossas glândulas salivares no primeiro vislumbre, uma bunda que poderia estar em capa de revista, coxas grossas, curvas vertiginosas. Aprovada na entrevista, pedi uma alcova.

Ane não beija, ela nos abduz. O beijo dessa menina é beijo de namorada apaixonada, daquelas que querem se entregar de corpo e alma. É apaixonante. Beijei muito, dediquei litros de saliva inesquecíveis àquela estonteante morena. Enroscamo-nos com a vontade de nos fundirmos em um só elemento.

A garota se deita, eu me lanço afoito sobre ela. Beijo, chupo, me esfrego em cada pedaço do território pecaminoso que ela me oferece. Digo a você, forista sem fé e putanheiro de claustro, poucas vezes em minha jornada encontrei uma mulher com tanto fogo, com tanta entrega. Abalou o carcomido coração deste velho escriba.

Ane inverte a posição, vira o corpo de lado, empina-se e abocanha o meu combalido pênis num boquete que se revelou quase uma carnificina. Com a bunda voltada para os meus olhos incrédulos, a menina me engolia com fome, com sede de seiva. Enquanto ela me chupava feroz, eu alisava as curvas sinuosas do seu rabo, um rabo que daria manchete de jornal.

A mulher não quis mais largar o meu pau, ficou ali como um cachorro que descobriu alguma iguaria saborosa e só o soltou quando aparou toda a minha seiva em sua boca. Ane é um monstro sagrado do sexo.

Óbvio, peguei o telefone dela e nos despedimos. Paguei a dolorosa e saí flanando pelas ruas tenebrosas do Centro noturno. Eu estava tão desorientado que mal sabia para onde caminhava. Um táxi milagroso surgiu na minha rota, fiz sinal e retornei ao conforto aconchegante e seguro da bucólica Tijuca.

Girl9

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06 de Setembro de 2024 às 11:09



Noite de quinta-feira. Foi longa, começou mal, mas me reconduzi ao final feliz.

Cheguei a 119 perto das 19h30, fui a procura da novinha Jade, mas para o meu azar não a encontrei. É a rotatividade cruel dos bordeis atualmente.

Fiquei de pé em um canto estratégico da casa, no meu já habitual “plantão urubu”, aguardando para tentar ver algo que me agradasse. Foi quando surgiu uma morena de cabelos aloirados, corpaço, rosto bonito. Abordei.

Fiz a entrevista básica e ficou a prova de que até libertinos experientes e profissionais como eu podem ser ludibriados. Na entrevista, a menina se mostrou apta para me atender, pedi uma alcova.

No quarto, tudo ilusão. A garota não correspondia à propaganda enganosa do salão. Sem iniciativa para o sexo, fria, beijo insosso, não quis chupar alegando um problema no dente. Resumindo: uma merda em corpo esplêndido.

O pior da história, eu paguei pelo período de uma hora e em menos de dez minutos eu queria correr dali gritando socorro.

Não sou de postar TDs negativos porque vejo como perda de tempo para quem escreve. No caso das freelas é pior, é um risco de receber resposta malcriada no próprio relato. No entanto, para não perder a prática, decidi registrar este momento de dinheiro jogado fora. Risco da operação.

Não desanimem, a noite não acabou. Saindo da 119, parti para uma maratona noturna em busca da felicidade. Piscada

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JADE
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31 de Agosto de 2024 às 10:08






MEU DEUS!


Acredite, forista sem fé, foi com a exclamação da blasfêmia que exprimi a minha estupefação diante da aparição de uma novinha de 21 anos na pista da 119. Rebolando ao som de “Poker Face”, seminua, cabelos loiros cacheados, a pele de uma brancura imaculada, com seios empinados e firmes expostos, uma falsa magra exibindo um corpo durinho e impecável. A novinha causou uma crise de apneia coletiva no salão. Custei a acreditar no que estava vendo. Era quase a imagem de uma virgem entrando no bordel. Que me perdoem as maduras, mas a juventude é fundamental para velhos como eu.

POKER FACE

Os homens começaram a se movimentar para abordá-la, para atacá-la com o frenesi de espermatozoides na corrida em direção ao útero. Antecipei-me num salto quase olímpico e a puxei pelo braço para salvá-la dos lobos em aproximação.

Jade é o seu nome. É difícil ficar perto dela sem salivar, sem ter uma crise de ansiedade diante dos seios de bicos rosados quase nos tocando. Ela percebeu que eu olhava mais para os peitinhos do que para o seu rosto e, subitamente, pegou minha mão e levou até um deles, pediu que eu o apartasse. Isso no meio do salão lotado da 119...

MEU DEUS!

Sim, afeiçoado forista, pela segunda vez eu blasfemei. Uma blasfêmia irrefreável diante do toque naquela textura sedutora do seio de Jade.

— Posso te pedir uma coisa? — ela me pergunta com voz doce.

— Claro. O que você quiser — respondo babando na camisa.

— Você me dá uma cerveja e um Red Bull?

— Se você me der um beijo na boca, dou sim — intimei.


Então, a menina agarra a minha cabeça, cola os lábios nos meus, enfia a língua em minha boca, toca a minha úvula e vou sentindo sua juventude invadir a minha alma. Em cada enrosco das línguas, sinto-me regredindo aos 40 anos, aos 30, aos 20... Quando ela interrompeu o beijo, eu me sentia como um adolescente.

Saí correndo desvairado para comprar a cerveja e o Red Bull. Se fosse possível, eu compraria também uma aliança e um Juiz de Paz para realizar o casamento. No balcão do bar, reparei uma situação esdrúxula, havia uma tela de celular com o GPArena aberto. Retornei à ninfa incendiária.

— Você sobe comigo? — perguntei.

— Subo, sim. Você deixa eu gozar com o meu vibrador?
— ela devolve.

MEU DEUS!

E veio a terceira blasfêmia e, provavelmente, a minha condenação definitiva aos subterrâneos do Inferno.

Pedi uma alcova por uma hora. Subimos.

Enquanto escalávamos as escadas do sobrado, a menina comemora...

— Ai, acho que estou bêbada, amor – ri.

Quase me ajoelhei e agradeci a Agronopólos, o protetor dos libertinos da terceira idade, pela graça concedida.

Jade me conduz a uma cabine e pede que eu a aguarde. Um minuto se passa e ela retorna nua, completamente nua, absolutamente nua, totalmente demais. Babei no lençol.

A garota me beija, depois mergulho nos seios dela e fico ali mamando por vários minutos. Há quanto tempo em não mamava seios tão jovens, tão durinhos, de uma novinha sem filhos. Delícia é pouco.

Ela puxa um vibrador da bolsa, coloca sobre o clitóris e pede que eu a beije mais. Eu beijo, beijo mais, beijo muito. Ela geme, me oferece novamente os seus seios, eu mamo como um recém-nascido faminto. Continua gemendo baixinho, avisa que irá gozar. Goza. Perdição...

Se recupera do orgasmo e me pergunta se quero pegá-la de quatro. Eu quero, eu quero. Ela se ajeita e encurva-se mirando a bunda para o teto. Vem — ela me ordena. Fui. Se pudesse, jamais voltaria.

Meti meu combalido pênis naquela vagina jovial e apertada. Começo a estocar, Jade geme e rebola. Aumento o ritmo e a força. A garota parece querer mais forte, eu tento. Um filete de suor começa a escorrer da minha testa. De repente, gemendo, a menina lança um desafio...

— Você come o meu cu?

Já dizia o blasfemo Marquês de Sade: o cu é o altar.

Fiquei tão excitado com o tom inocente que ela usou na pergunta que tirei meu pau de dentro, arranquei a camisinha e jorrei os meus condenados espermas para todos os lados, num jato que deve ter alcançado o espaço sideral. Despenquei arfando no colchão, respirando ácaros que deviam estar ali desde a pré-história.

O som de "Bad Romance" que reverberava da boate servia de consolo ao meu nocaute...

BAD ROMANCE

Jade, se eu sobreviver, eu volto.

Girl9

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TAINÁ
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29 de Agosto de 2024 às 16:08





A noite da última quarta-feira foi intensa.

Sou um homem de ondas. Posso passar dias, semanas ou até meses sem nenhuma vontade de ter contato com os subterrâneos da prostituição. É um mundo que às vezes pesa e nos contamina com uma vibração desagradável, sempre senti a necessidade de intercalar a vida promíscua com períodos de purificação.

De qualquer forma, como citei em outras experiências, já não me basta somente o sexo pelo sexo, preciso de uma pitada boêmia, de um pouco de adrenalina, para que o prazer da interseção carnal seja realmente um prazer.

Essa é a diferença entre o putanheiro e o libertino. O putanheiro é mecânico, quer somente a ejaculação linear; o libertino vive, quer abraçar todas as sensações. Um é bula, o outro é história. É a natureza de cada um.

Retornei à boate 119, fui a procura da descomunal morena que vi e não comi, seu nome é Índia. Chegando ao trash, esbarro logo de cara com a Pérola, minha última degustação, e percebi que ela ficou decepcionada quando avisei que estava lá por outra mulher. Pérola é uma beleza de menina, mas fiquei obcecado pela Índia como um Capitão Ahab indo à caça de Moby Dick.

Sou atormentado pela eterna ânsia por coisas remotas. Amo navegar por mares proibidos e desembarcar em costas bárbaras” — escreveu Herman Melville.

Creio sofrer da mesma cisma que o autor.

Índia não estava, não havia aparecido para trabalhar. Fiquei profundamente frustrado e arrependido de não a ter agarrado na noite anterior. Quem disse que sempre temos uma segunda chance? Perdi a oportunidade.

Os Deuses da luxúria, porém, amam os libertinos. Eis que surge no salão, como o sol da volúpia a queimar os nossos olhos, uma bela ninfeta com seios expostos, seios pequenos, empinados, com biquinhos rosados apontando para o teto. Chegou dançando, com um copo imenso de vodka na mão. Chama-se Jade. Salivei diante da menina... mas esse é outro caso e será contado em um tópico diferente.

Por acaso, na 119 encontrei o antiquíssimo forista Maledeto. Gente boa. Conversando, ele insistiu que fôssemos ao Clube La Confraria, na rua da Quitanda. Partimos pelas noturnas ruelas desertas do Centro e conseguimos alcançar o endereço sem sermos seviciados por silvícolas no meio do caminho.

Na recepção, um senhor pergunta os nossos nomes para anotar na comanda, meu amigo diz o dele e o meu.

— Sou o Maledeto e esse é o Dante, ele ainda está lá nos fóruns.

— Dante?! Nossa. Dante é relíquia — responde o recepcionista.


Poucas palavras para definir a fama inútil e uma velhice evidente: relíquia...

Para quem não conhece, a La Confraria é uma derivação da antiga Faceclub e da recente 74. Sim, havia mulheres e clientes no salão, o cenário não era ruim. Para o atual cenário das termas, a vista se mostrava bem favorável.

O salão do La Confraria não é grande, tem formato em “L” e é escuro, mas nos permite enxergar o que devemos ver. O bar fica na extremidade à direita da entrada. Uma garrafa da cerveja Corona custa 18 reais. Conjunções carnais de 40 minutos saem a 180 reais e por uma hora fica 270 reais.

Outros personagens das antigas apareceram no local, breves cumprimentos e sentei-me para contemplar o ambiente. Não demorou para que uma morena com um corpaço cruzasse os meus olhos, acenei para ela e a menina veio me cumprimentar. Lancei de cara a primeira pergunta...

— Estou querendo uma companhia, mas você beija? — pergunto.

— Claro que beijo — responde a mulher.


Nisso, ela cola os lábios nos meus e enfia a língua feroz que badalou a minha úvula. Arrepiou-me. Disse-me chamar-se Tainá. Sensualíssima. Conversamos mais um pouco e pedi uma alcova pelo período de uma hora. Tainá prometia raros deleites.

Colocaram-me num quarto imenso (talvez, a fama não seja tão inútil assim). Eu e Tainá nos banhamos juntos, com lábios e línguas se enroscando interminavelmente. Após nos secarmos, fomos para a cama tamanho king-size, continuamos nos beijando. Que beijo afrodisíaco e viciante essa menina tem. Simplesmente não parávamos de nos beijar, de roçar perigosamente a pele.

Tainá gemia, murmurando que estava uma delícia. Suguei seus peitos, chupei sua vagina cheirosa e úmida. A garota se contorcia em espasmos bruscos. Totalmente demais. Ela avança para me aplicar um boquete mata-leão. Admito que foi difícil resistir, quase entreguei os pontos, mas sobrevivi ao golpe.

Peço que Tainá fique de quatro e vislumbro aquela paisagem empinada, dourada, oferecendo-se ao coito como um tobogã erótico. Preparo o meu combalido pênis e o deslizo para dentro daquele reino dos mistérios vaginais.

Aumento as estocadas, a menina rebola, grita, avisa que vai gozar. Creio que gozei antes, lançando meus honrados guerreiros para serem mortos asfixiados dentro de um saco de látex. Trágico fim de milhares de espermatozoides esperançosos.

Tempo encerrado. Desci à pista da boate, resgatei Maledeto, que estava em petição de miséria após algumas doses de uísque, pegamos um táxi e dentro do carro reconheci a música que tocava.

NIRVANA

Da janela, as ruas e avenidas despovoadas e mudas se descortinavam. Decifra-me ou devoro-te — é o que todas as ruas parecem dizer à noite. Fecha-se mais um capítulo. Que não seja ainda o epílogo, porque a noite pulsa e o libertino vive.

Girl9

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BOATE 119 - Rua da Alfândega, 119 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
PÉROLA
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28 de Agosto de 2024 às 11:08






O comprimido de viagra que ingeri uma hora antes de sair da bucólica Tijuca devia estar possuído por Belzebu. Voltei a comungar com a Lavínia e passei pela MV30, onde fui conhecer Vick, dica de um colega. Depois, me vi na avenida Presidente Vargas, navegando com a minha piroga contra lufadas de ventos glaciais que pareciam fatiar a pele a cada novo impacto congelante.

Eu ainda estava meio atordoado após duas sequências sexuais. A intenção era retornar à verdejante Tijuca, mas me lembrei de que estava próximo ao Clube 119, na rua da Alfândega, e decidi conferir a casa. Não esperava nada de bom, na verdade esperava ver um cenário melancólico, digno de uma terça-feira magra. Acredite, forista sem fé, a vida às vezes decide nos surpreender e contrariar expectativas.

Quando terminei de escalar as incontáveis escadas do sobrado da Alfândega, me deparei com um salão lotado de clientes e mulheres. A pista do bordel 119 é pequena, escura, o bar fica centralizado, tentei me acomodar em alguma brecha que privilegiasse a observação e fui reparando que o lugar estava tomado por novinhas com seios quase expostos, um espetáculo que há tempos eu não via: as novinhas de peitinhos-agulha.

Até agora, não sei de onde saíram tantas ninfetas, mas a 119 estava surpreendente na terça-feira. Imagine, afeiçoado forista, havia fila para programa, fila para os quartos. O bordel estava bombando. Peguei uma cerveja e me postei como um paxá se preparando para saborear a próxima odalisca.

O clube 119 é infinitamente melhor do que a podridão insalubre da Uruguaiana 24, sob muitos aspectos supera também a 210 e é superior ao Bombeirinho. Os quartos, que são cabines, possuem cama de casal, mas as paredes não vão até o teto, o que nos permite ouvir ruídos de fodas vizinhas. Óbvio, quem almeja luxo, travesseiros de pena de ganso e lençóis de cetim, melhor ir para um resort na Tailândia.

Finalmente, conheci Pérola, uma ninfa bonita, longos cabelos negros, olhos de cigana, cheia de uma energia alegre. Conversamos, paguei uma bebida para a menina, fiz a entrevista básica e no fim perguntei se ela beijava na boca com vontade. A garota não respondeu com palavras, simplesmente puxou a minha cabeça e me tascou um beijo de língua no meio da pista que quase extraiu meus sisos. Pedi uma alcova, mas precisei aguardar na fila.

No segundo andar do sobrado, enquanto aguardávamos o quarto vagar, mulheres desfilavam nuas saindo de outros encontros carnais. Eu salivava a cada par de peitos que dava um rasante sobre os meus olhos esbugalhados. Sodoma e Gomorra era ali. De repente, do nada, começa uma discussão entre duas mulheres, briga de putas por algum motivo obscuro, desafiavam-se, berravam uma com a outra, ameaçam chegar às vias de fato, até que uma delas solta um grito de guerra enfurecido...

— Vou enfiar essa tua cabeça no teu cu — sentencia a meretriz enfurecida.

O choque de imaginar na prática a expressão proferida pela puta me fez engasgar com o gole de cerveja que deslizava pela minha garganta. Por sorte, avisaram que o quarto estava disponível e escapamos daquela arena de MMA.

Pérola é um doce de mulher. Muito carinhosa, sem frescura, carrega um piercing em cada bico dos seios, é magra com curvas acentuadas, bundinha empinada, barriguinha chapada, boca gulosa. Depois das duas gozadas anteriores, com Lavínia e Vick, minha potência sexual estava comprometida, mas Pérola fez milagre e conseguiu realizar uma cavalgada selvagem que me levou ao terceiro orgasmo. Terei que pagar promessa por isso.

Fiz a menina gozar com o meu aparelhinho de eletrochoque, pelo qual já recebi até ofertas em dinheiro para vender. Recusei.

Fim do encontro. Desci para tomar mais uma Corona no salão, foi quando cruzei com uma novinha descomunal, morena bronzeada, lábios carnudos, coxas grossas, peitos esfericamente perfeitos, bundão. Lindíssima. Pasmei. Corri para abordá-la e consegui me antecipar a um sujeito que também tentou interceptá-la.

Índia é o nome da morena. Cogitei uma quarta sessão sexual, porém percebi que seria completamente improdutiva. Perguntei quais os dias em que ela trabalha e me prometi retornar com a esperança de apalpar toda aquela textura exuberante.

Quando desembarquei do metrô, senti a minha velha carcaça esgotada. Se Pikachu tivesse autonomia, talvez ligasse para o Corpo de Bombeiros pedindo para ser resgatado. Entro no meu chalé nos alpes tijucanos. Cai o pano.

Girl9

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LAVÍNIA ALENCAR - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99819-4956
LAVÍNIA
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26 de Agosto de 2024 às 11:08


LAVÍNIA - https://garotacomlocal.com/acompanhante/lavinia-alencar/



Com raríssimas exceções, não consigo mais sentir qualquer emoção em entrar numa sala comercial como quem entra em uma consulta médica, tirar a roupa, transar e ir embora. Principalmente, sabendo que aquele ato é rotina para a profissional que me atendeu. Eu sairei e outro entrará. Não dá, a velhice me amputou das ilusões e a minha libido decaiu.

Há, porém, exceções. Mulheres que sabem seduzir. Pouquíssimas, mas há. Lavínia é uma delas.

Perdoei a minha face antissocial. Celibatário desde sempre, sem filhos, morando sozinho, aprendi a gostar da solidão, do silêncio. Já não me é mais possível a experiência do amor romântico, mas sou aberto às paixões fugazes. O problema é encontrar mulheres capazes de provocar o turbilhão de emoções e prazeres que despertem a fugacidade de uma paixonite. Mulheres assim, sejam profissionais ou não, estão à beira do desaparecimento.

Lavínia está entre as flores raras.

RÁDIO BLÁ Dancinha

Sincronizado com os meus aparelhos auditivos, Lobão cantava “Rádio Blá” nos meus ouvidos e eu atravessava a amplidão da noturna Cinelândia, cortada por ventos frios e salpicada de poucas pessoas, em busca de um boteco que me oferecesse uma “cracudinha” de cerveja.

Sou uma alma suicida, não posso beber e bebo, não posso comer certas iguarias e as devoro, não deveria andar em certos locais e ando. A vida é breve e seria insossa se aceitarmos contenções.

Aportei em um botequim na rua Alcindo Guanabara, ao lado do histórico Teatro Dulcina. Sentei-me, bebi, contemplei o cenário e pesquisei sobre opções de mulheres que pudessem me atrair e me atender naquele horário, perto das 22h.



Encontrei uma que me pareceu interessante pelas curvas que exibia em uma tal “mídia de comparação”. Digo honestamente, essa “mídia de comparação” deveria ser obrigatória em todos os sites de anunciantes, é um vídeo em que a mulher precisa se mostrar de forma natural em 360 graus, aí se vê a incrível disparidade de imagens entre as fotos e o vídeo que as mulheres são obrigadas a colocar para validação do anúncio.

Fiquei em dúvida entre uma loirinha do AA37 bem falada nos fóruns e a Lavínia. A loirinha quase colocou meu pênis numa cápsula criogênica, de tão gélida que foi a conversa pelo zap. Escolhi Lavínia, que é objetiva sem ser fria, não possuía relatos em fóruns, mas colecionava boas referências no site. Graças a Agronopólos — o Deus dos libertinos da terceira idade — dei sorte, muita sorte.

Chegando à sombria rua Evaristo da Veiga, devido a hora, precisei aguardar que ela descesse para liberar a minha entrada na portaria do prédio.

Rosto simpático, sorriso luminoso, cabelos longos e um corpo... um corpão escultural... um corpaço. Emoldurada em um vestidinho justo e curto, ela me puxou pela mão até o elevador e subimos. De cara, reparei que a menina era uma graça, afetuosa e espontânea.



Quando abriu a porta da sala, meus olhos precisaram de alguns segundos para se adaptar à meia luz. O espaço é amplo, limpo e confortável. A bela Lavínia perguntou-me se eu queria uma ducha e me entregou uma toalha ensacada.

De volta, após o banho, encontrei a menina coberta apenas por uma sumária lingerie. O corpo, que antes me pareceu escultural, agora, seminu, se exibiu escandalosamente impecável. Um latifúndio de pecado. A mulher é um tesão.

Não se fez de rogada, beijou-me a boca com língua, saliva, lábios enroscados. Minhas mãos apalpavam o volume firme dos glúteos de Lavínia. Traduzindo: eu apertava aquela bunda majestosa com força e fome.

Peço que a garota se deite, mamo longamente os seios esfericamente perfeitos, saco o meu aparelhinho de eletrochoque e o coloco sobre o clitóris. A moça geme, diz que está gostoso, pergunta onde comprei o apetrecho, fica inteiramente molhada, úmida, e goza generosamente sob o meu domínio.

Lavínia percebe a minha pequena manifestação fálica, a sombra do meu pau semiereto, e cai de boca num boquete habilíssimo, me engole em uma série de gargantas profundas, sobe para lamber meu tórax, me alisa inteiro, me lambe, chupa me masturbando. Delírio tropical.

Saca magicamente uma camisinha e consegue encaixá-la no meu combalido pênis, monta sobre ele com a bunda virada para os meus olhos e quica, rebola, esfrega, geme. Por Zeus. Por Agronopólos. Quase pedi clemência.

Não satisfeita, ela vira de frente, monta outra vez e me impinge os mesmos movimentos. Eu estava prestes a gozar, mas me pareceu que ela queria a seiva em sua boca. Volta a me chupar, me masturbar, me lamber e chego à conclusão que resistir é inútil.



Meus espermatozoides saltaram em festa, felizes, como se bailassem ao som do ABA, vagando na abstração atmosférica, buscando o aconchego de algum útero, até fenecerem com o choque na concreta realidade. Luto e silêncio pelos guerreiros abnegados que mais uma vez deram a vida pelo meu prazer transitório.

ABA Dancinha

Eu e Lavínia conversamos um pouco e me despedi com a promessa certa de retornar. Saí do prédio e segui para a esquerda, em direção à notívaga Lapa. Logo avisto os Arcos como quem visse o Sol. O Sol dos boêmios. O Sol da volúpia. O Sol dos degenerados. O Sol que não ofusca as estrelas. O Sol da liberdade que somente é possível enxergar sob o manto escuro da noite.


Foto by Dante


membro, DEATH.DOC, Bruzim, Lord Lixo, Brega, digiwolf, Saulo Top, OPaulista, sodus, Trilheiro, Gentebo2, Jucabar, Digboy, Cacau Mel, Siropas, Vedor das Pervas, Y@N, Madruguinha, Sued, Solto79, Dionizio_RJ, Yami Mysterio, Pirubaby, Nego Dengo, Papai Noel, Josh, Broker83, Holmes, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
CAROL CORTEZ - Várzea - Teresópolis - RJ - (84) 98662-4273
CAROL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

22 de Agosto de 2024 às 15:08


CAROL - https://fatalmodel.com/1911151/carol-cortez


Foto by Dante


Noite. Na amplidão da Rodoviária Novo Rio viajantes aguardavam e movimentavam-se descoordenados. Quando entrei no ônibus, alguém ouvia Homem-Aranha — do Jorge Vercillo — pelo celular com o som aberto, aquilo me pareceu um mau agouro. Convidado por um amigo professor, eu estava indo à montanhosa Teresópolis para dar um tipo de palestra sobre leitura e escrita em um renomado colégio da região, um seminário.

O trajeto foi tranquilo, excetuando-se pela criatura que obrigou o ônibus inteiro a escutar repetidas músicas do Vercillo. Percebi que a canção “Que nem maré” devia ser a preferida, pois foi reprisada umas 5 vezes durante a viagem.

QUE NEM MARÉ

Quase duas horas depois, ancoramos na rodoviária de Teresópolis. Eu teria que dormir na cidade para comparecer cedo à escola no dia seguinte. Meu amigo não teve como me buscar na rodoviária, mas já havia um quarto reservado para mim no Hotel Intercity, próximo de onde aportei.

Ao desembarcar, percebi que uma neblina intensa tomou a cidade. Não havia táxis no ponto em frente. Acionei um aplicativo que orienta rotas e decidi me arriscar a ir a pé. O tal aplicativo me orientou a seguir pelos fundos da rodoviária, por onde margeia um valão. Confiei e fui caminhando meio manco, pois para além de complicações gástricas, agora estou com crises de locomoção.

A cada passo dado, eu me embrenhava por um território cada vez mais escuro. As trevas acentuavam-se pelo intenso nevoeiro. Comecei a me sentir em um romance do Stephen King. Tropecei em uma pedra e em seguida ouvi um forte grunhido. Tenso pela topada e pelo estranho som, prossegui ainda mais manco pela rota indicada. Um grito agudíssimo penetrou nos meus aparelhos auditivos. Que porra é essa? — pensei.

Continuei caminhando por lugar nenhum com a impressão de que não chegaria a lugar algum. Os grunhidos ganharam ritmo e tive a impressão de que algo se arrastava atrás de mim. Acelerei meus passos. Foi quando ouvi uma voz com sotaque de Mussum surgir do nada.

— Tranqulis, meu filho. Tranquilis. É gambá. Tenha medo não. Tão porcurando comida.

Quando olhei para ver quem falava, vejo um idoso com uma barba branca imensa, um chapéu pontudo e o rosto completamente enrugado. Cheguei a supor que eu havia desembarcado na Terra Média, não em Teresópolis. Era um clone do Gandalf que tentava me acalmar. Se o Frodo aparecesse, eu infartaria.

Depois que o Gandalf me informou que não conhecia o hotel, desisti de seguir a rota tenebrosa do aplicativo. Pedi um Uber e emparelhei o meu celular com os aparelhos auditivos. O som de Zero invadiu os meus castigados tímpanos.

AGORA EU SEI

Finalmente, cheguei ao Hotel Intercity, que se localiza em uma área bucólica e serena da cidade, na rua Rui Barbosa, um nome que me pareceu auspicioso. Desabei na cama e adormeci sem intervalos.

Quando acordei, abri a janela do quarto e vi um sol emoldurado por um céu azul capaz de estragar velório.



Foto by Dante

Cumpri o compromisso e falei para uma turma de atentos adolescentes. Sabendo que sou um velho degenerado, o meu amigo me chamou para dizer que tinha marcado um encontro para mim com sua profissional preferida. Mostrou-me as fotos e o anúncio. É um presente meu, vai lá — ele sentenciou. Libertinos são generosos.

Gostei das fotos e do estilo da moça. O encontro estava marcado para as sete horas da noite, o que me obrigaria a permanecer mais um dia em Teresópolis. Os quinze graus de temperatura não me motivavam muito a sair do hotel, mas não poderia fazer desfeita ao meu camarada.

— Dá para ir a pé do hotel até lá. É tranquilo. Vai olhando o Google Maps.

A palavra “tranquilo” definitivamente é mal utilizada na serra. Acionei o Google Maps e fui caminhando como um Indiana Jones em busca da arca perdida. Tudo parecia certo, nenhum gambá me fez tocaia. No final da rota fiquei confuso, mas terminei por avistar a rua. Rua? Não, não era uma rua, era uma colina.

Sinceramente, hesitei em começar a escalar a montanha. Nenhuma boceta vale um pulmão. Infelizmente, o instinto de um libertino sempre supera o bom senso. Subi. Precisava chegar em uma casa de portão branco, segundo as referências que me foram oferecidas, mas o portão branco nunca chegava. Imaginei alcançar o portão de São Pedro, mas nunca o portão branco. Houve um momento em que delirei, olhei para trás e vi os meus pulmões correndo, tentando me alcançar. Eu já estava à beira de um colapso quando avistei o portão branco. Meus olhos marejaram, me emocionei. Nos meus ouvidos, o som do Metrô completava a comoção. Tirei uma foto da vista.

JOHNNY LOVE



Foto by Dante


Toco a campainha, bato palma, grito o nome e nada. Se depois daquela escalada ninguém me recebesse é porque Agronopólos, o protetor dos libertinos da terceira idade, me lançou à desgraça. Como último recurso, telefonei para a menina.

— Oi — ela me atendeu.

— Estou aqui na porta, agendado para as 19h.

— Ahh! Esqueci de você. Só um minuto.

Esqueceram de mim após eu ter escalado um cover do Everest. Era o que faltava. Aguardei. Logo o portão branco foi liberado. A porta da casa se abre, entrei e vi diante de mim uma divindade. Carol é muito mais exuberante pessoalmente. É linda. Ela me abraça, me beija e me conduz a uma das incontáveis suítes da casa.

Cama de casal, meia luz. No teto, um projetor de imagens exibia planetas e estrelas. Carol tira a roupa e exibe sem pudores o seu corpo absolutamente perfeito e sarado. Uma poesia.

Peço que ela se deite e me lanço sobre o seu corpo com todo o meu peso. Beijo sua boca e ela me beija de volta com língua, saliva e lábios enroscados. Lambo seu pescoço, seus seios, sua barriga, sua vagina, cada pedaço daquela mulher é uma sublimação. O tempo inteiro, ela geme baixinho, sussurra palavras ininteligíveis, mostra que quer mais. Carol é um belo final de carreira para qualquer libertino ancestral.

Inverte a posição e vem por cima do meu tronco. Esfrega perigosamente o seu clitóris sobre a minha breve manifestação fálica. Esfrega e geme. Gemidos, esses enigmas provocantes e indevassáveis do universo. Desce o rosto e me beija, sem parar de se esfregar no meu combalido pênis.

Fica de lado, lança a bunda para o alto e me abocanha em um boquete sideral. Na projeção do teto, planetas, estrelas, a Via-Láctea como testemunhas. Carol é um conjunto de curvas vertiginosas. Com a voz suave ronronando, é intensamente sexy. Chupava meu pau, meu saco, fazia garganta profunda, alisava as minhas pernas... Eu apertava a sua bundinha irretocável, dedilhava o cuzinho, a vagina.

Saquei o aparelhinho de eletrochoque e coloquei sobre o clitóris da garota. Se contorceu, gemeu mais alto e soltou uma frase com uma sensualidade tão absurda que continuo ouvindo até agora...

— Ai, amor. Eu vou gozar...

Confesso, ao ouvir o jeito como ela expressou o aviso, eu tive um orgasmo psicológico. E ela gozou feroz e maravilhosamente.

Carol voltou a me chupar e me masturbar e eu ejaculei pela fé na religião mais abraçada pelos libertinos da terceira idade, o masturbiticismo. Meus espermas lançaram-se eufóricos à atmosfera e quando viram que estavam no topo de uma montanha, despencaram abnegados no abismo mortal. Luto. Silêncio ofegante.

— Poxa, nem perguntei seu nome — ela diz.

— Dante. Meu nome é Dante.

Antes de me despedir, supliquei para que Carol venha atender no Rio, mas não sei se a ideia irá seduzi-la. Sob uma chuva fina, desci a colina da lascívia com a leveza de um cabrito. Nos meus ouvidos, o som de Lobão fechava a trilha sonora da maratona. Deitei-me na cama do hotel, dormi e não sonhei.

ME CHAMA

Caçado pelos haters (pelos quais preciso voltar a ter compaixão), maltratado pelo estômago, com pés inflamados, a vida pulsa e o libertino vive. Yes


Foto By Dante


** Este TD leva um abraço ao honorável Dionizio, o incontestável Baco, que através de uma mensagem gentil buscou saber sobre a minha ausência e a minha saúde. A nobreza é inimitável, imensurável e é ela que nos imortaliza.

membro, Papai Noel, pgggato45, Madruguinha, Nomade, Jota08, Pirubaby, Yami Mysterio, joseph1973, Lua Negra, Tenista, Vedor das Pervas, Latrell Spencer, Digboy, pauloeduardo, Ken Masters, Dionizio_RJ, Guib, Demiurgo, Lord Lixo, Saulo Top, ronondex, Pajé, Josh, Peter White, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Largo da Prainha - Praça Mauá , Centro - Rio de Janeiro - RJ
MILENA
POSITIVO
TEMPO: 720 MINUTOS VALOR: R$500.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 TALVEZ

17 de Junho de 2024 às 12:06






Muitos foristas são carentes, buscam atenção, destaque, algum tipo de compensação para as frustrações acumuladas dentro da própria existência. Escrevem desejando o fim da invisibilidade. Alguns anunciam falsamente, por mais de uma vez, que irão deixar de escrever no fórum na esperança patética de serem aclamados.

Eu poderia compor este relato no mesmo estilo daqueles que só querem desovar um encontro sexual como se fosse um saco de lixo reciclável, poderia me expressar assim: “PQP! PQP! PQP! PQP! GOZEI.” No fim, colocaria uma nota qualquer para premiar o desempenho da minha escolhida. Nunca, não faria isso, jamais.

A minha sorte é que ninguém poderia crer que eu construísse um TD desse jeito, como quem quer somente empilhar estatísticas, rotular com números uma mulher. O prazer é a sublimação humana, não deve ser aviltado, mas sim reverenciado. Aqueles que encontram no sexo uma forma de preenchimento para o próprio vazio interior, terminam por torná-lo um ato mecânico, semelhante a uma autenticação de firma em cartório. Repetem-se em textos pré-fabricados, como se fossem operários numa linha de produção e não homens exaltando o poder do orgasmo sagrado. Embriagam-se com a própria mesmice. Não, não vou por aí.

Girl9 ***************************** Girl9

Conheci Milena pelo aplicativo Hppn, ela não fez cerimônias para anunciar que fazia programas, ressaltando que eu não me arrependeria se aceitasse suas condições. Como muitas mulheres que se oferecem em aplicativos de namoro, ela marca em pontos fixos para conhecer o cliente antes de aceitá-lo. No caso dela, marcamos no Largo da Prainha, na Praça Mauá, onde afirmou frequentar regularmente.

Noite. Eu havia saído de uma peça em um teatro da Gávea quando a minha libido se manifestou, por volta das onze badaladas do relógio. Estava próximo da hora marcada para me encontrar com Milena e saciar a minha sede pelo mel viscoso de uma vagina. Entrei em um táxi e pedi ao motorista que me levasse à região portuária.

Dizem que colocar relatos de mulheres sem telefone não serve para nada. É provável, porém eles rendem boas histórias e oferecem ao afeiçoado forista o caminho das pedras de um universo pouco explorado. Não posso renegar esses achados.

Girl9 ***************************** Girl9

Assim que cheguei ao local, enviei um zap. Milena me disse exatamente onde estava e a roupa que vestia. Bonita, conferia com as fotos trocadas, mas havia nela um toque de excesso vulgar, como se não fizesse a menor questão de esconder que era uma ordinária. Ainda não sei dizer se isso me preocupou ou me excitou. A multidão no entorno impunha o anonimato aos meus dilemas.

Por sugestão dela, bebemos e conversamos para quebrar o gelo. Em determinado momento, vi uma tatuagem emergir entre seus seios, através do decote generoso que emoldurava o par de pêssegos convidativos à fome da boca. Duas cobras enroscadas e se beijando. Para provocar Milena, toquei levemente na tatuagem e a elogiei.

— Fiz na cadeia — ela responde sem que eu perguntasse.

CADEIA! Minha vontade foi correr dali, ir embora, mas a sinceridade da menina me deixou estático.

— Cadeia?! Como assim? — questionei.

Então, Milena me contou um imbróglio confuso, que envolvia roubo, culpava um ex-marido pela detenção de dois anos. Ao mesmo tempo que aquilo me apavorou, a possibilidade da conjunção carnal com uma ex-presidiária me causou excitação. Experiência de vida somada a experiência sexual. Levei em conta que a extrema sinceridade revelava um sintoma de redenção da moça.

Sugeri que fôssemos para o hotel Pompeu, perto de onde estávamos. Combinamos o pernoite por 500 reais, considerei o custo-benefício vantajoso, afinal este é o mês do meu aniversário. Foi quando ela respondeu que não precisávamos ir para motel, revelou que morava perto dali e preferia que o sexo fosse em sua cama. Estranhei...

Girl9 ***************************** Girl9

Quando me dei conta, eu estava em um apartamento no alto do Morro da Conceição. Da janela, uma vista para o Centro da Cidade de tirar o fôlego, não menos deslumbrante foi testemunhar a nudez de Milena. Não havia só a tatuagem das cobras se beijando, tinha uma da Eva mordendo a maçã, outra de Eva e Adão no Paraíso, mais outra da Árvore da Vida. A garota era uma edição ilustrada da Gênese bíblica. Fazer sexo com ela teve o sabor de profanação.

A profecia que ela expressou antes de nos conhecermos se fez real. Não me arrependi do encontro nem do valor pago. Boquete, beijos profundos, seios em forma de pêssego que mamei com a fome dos recém-nascidos, consegui consumar até uma rodada de sexo anal. A aparente vulgaridade de Milena é o transbordamento da sua depravação. Duas ejaculações em uma noite, um recorde para um homem obeso da terceira idade.

O Sol queimava meu rosto quando despertei dos porões de um sono pesado. Vesti a roupa, deixei a grana combinada com Milena em cima da mesa de cabeceira e avisei que estava indo embora. A menina apenas murmurou um “depois me liga”.

Desci as ladeiras do Morro da Conceição sob um céu azul imaculado, alcancei a Rua Sacadura Cabral, entrei num táxi, emparelhei os meus aparelhos auditivos com o celular e retornei à bucólica Tijuca embalado pela trilha sonora do The Police.

Every Breath You Take

A vida pulsa. O libertino vive... Girl9


**Milena ficou de avaliar a possibilidade de ser divulgada no fórum. Aguardem.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Brandon Sullivan, Josh, Carlos Bruno, pgggato45, Estarossa, Lennon, Papai Noel, Resolvo, Tenista, Morcegão, pauloeduardo, Nego Dengo, Nomade, Sueco, Madruguinha, Diazepan, Brand, Barbosa82, Jucabar, Sagacidade, Brutus, ronondex, Mítico, Yami Mysterio, Digboy, Saulo Top, CarecaComilão, Avast, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Av. Francisco Eugênio , São Cristóvão - Rio de Janeiro - RJ
RENATA
POSITIVO
TEMPO: 480 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ NãO SEI R$0.00 NãO

03 de Junho de 2024 às 12:06





Desembarquei do táxi na Praça da Bandeira, esquina com a Rua do Matoso. A noite avançava feroz em direção à madrugada. Subi os degraus da passarela que me levaria à entrada da Rua Ceará. Do alto daquela elevação, olhei ao redor, o manto noturno cobria tudo.

O Rio é uma cidade que fede, cheira a urina dos moradores de rua, emana o ranço da putrefação de cadáveres executados sob o obscurantismo assassino, transborda o odor amargo dos esgotos, chia o estridente desespero faminto dos ratos... E eu ali, com minhas roupas escuras e botas, no topo da passarela, uma figura gótica em uma cidade gótica. Uma Gotham City órfã de um Batman. No Rio, todos os heróis morreram. Restam os vultos, os fantasmas que nunca anunciam se são bons ou maus.

SOMETHING IN THE WAY

Vivi dias melancólicos nas últimas semanas, o início da velhice cria conflitos entre as nossas escolhas e as possibilidades que deixamos para trás. O tempo quer fazer a solidão incomodar, quer nos convencer de que não entramos por uma trilha segura, quer nos oprimir usando contra nós a nossa própria natureza. É um movimento de ondas truculentas, quer erodir as nossas convicções. Alguém diria que resistir é inútil, mas eu resisto.

Por uma dessas inexplicáveis coincidências, meu celular sincronizou aleatoriamente com os meus aparelhos auditivos e a voz do lendário Vincent Price inundou os meus ouvidos com versos que emolduraram o cenário que me envolvia...

VINCENT PRICE

Nessa noite, não quis dirigir. É mais fácil encontrar o abismo caminhando. Muitas vezes, o que busco é o abismo, curioso por saber o que avistarei ao encará-lo. A Rua Ceará quase não respirava, ressoava um silêncio traiçoeiro. Segui pisando sobre as calçadas rachadas, fendas profundas que guardavam a marcha de outros que pisaram sobre elas. Misturei-me às frenéticas baratas e aos sorrateiros camundongos que também se misturam às sombras. Não, eu não pretendia entrar na Vila Mimosa, lancei-me como quem salta sobre um precipício em direção à soturna Avenida Francisco Eugênio.

Morte

Passei pela Rua Sotero Reis e olhei para o corredor de paralelepípedos que conduz à degenerada Vila Mimosa, um cemitério de almas. Em uma cidade como o Rio, coexistem os cemitérios de corpos e os cemitérios de almas. Dante Alighieri já escreveu sobre lugares como a zona de meretrício: “Vós que entrais, abandonai toda a esperança.

Alcancei a Francisco Eugênio e como o poeta Dante caminhei pelos círculos do Inferno em busca de alguma Beatriz que me saciasse a sede pela saliva de um beijo, que me satisfizesse a fome por uma pele morna e de entrega fácil. Notívagos como eu são vampiros da paixão fugaz, do prazer efêmero.

Não demorei para avistar uma magrinha, muito magrinha, dessas que os ossos da clavícula se projetam sob os ombros, mas também era dessas magrelas que possuem bunda arrebitada, seios pontiagudos e coxas musculosas. Aproximei-me, seu nome não era Beatriz, chamava-se Renata.

— E o seu nome? — me perguntou.

— Dante. Me chamo Dante.

Em respostas às minhas dúvidas, disse-me que chupava até o fim, que beijava na boca e que fazia anal por um valor a mais. Caminhamos até um posto de GNV na esquina mais a frente, entramos em um táxi e pedi que o motorista me levasse até o Hotel Xanadu, o único que me veio à lembrança por aquelas redondezas. Quis saber se ela faria um pernoite comigo por 300 reais, ela quis 400, insisti nos 300, ela terminou aceitando a proposta.

Girl9

No quarto, nua, a menina conseguiu provocar a minha libido. De cara mergulhou com a boca no meu combalido pênis, chupou como quem degustasse um sorvete, a língua me saboreava com a arte e delicadeza de uma gueixa treinada com afinco, alternava o boquete com uma punheta vigorosa. Quando eu estava prestes a gozar, ela encaixou a camisinha no pulsante Pikachu, montou sobre o meu tronco, encaixou a vagina melada e rebolou gemendo e me olhando nos olhos. Ejaculei todas as páginas da Divina Comédia.

Adormeci com o rosto de Renata pousado sobre o meu tórax. Ao perceber os primeiros raios do Sol, nos despedimos.

Quando rompo a noite na rua, a luz do dia me incomoda. Era cedo quando cheguei à bucólica Tijuca, pensei ver criaturas esquálidas e calvas entrando em uma confeitaria onde um baixote, também calvo, reverenciava um pingado com pão na chapa, homens com mãos de aparência grotesca. Personagens que me pareceram ter fugido de algum episódio do Senhor dos Anéis, que não devem acreditar em libertinos e que enxergam a Lua como inimiga. Porém, nada disso interessa, talvez tenha sido um delírio do sono que me acometeu. Fechei os olhos e deixei que os pneus do táxi me levassem de volta ao meu chalé nos alpes tijucanos.

THRILLER

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Exgordinhorj, Jucabar, Madruguinha, PauloCesar, Yami Mysterio, Deviantsex, Estarossa, Bart, Mítico, Vigor, Barbosa82, Tenista, Brand, Don Santão, Digboy, Papai Noel, Josh, Morcegão, Incubo, ronondex, Avast, meianove, Random, Robin, Holmes, Pica_de_Cavalo, Thor de Copacabana, Siropas, curtiram esse TD.
BLUE HOUSE - Estrada de Jacarepaguá, 5966 , Anil - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99291-6370
NANDA
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 TALVEZ

27 de Maio de 2024 às 10:05







“Qualquer coisa da qual nos ressentimos no outro, e à qual reagimos com intensidade, também existe em nós.”
—Eckhart Tolle



Um dos meus orgulhos foi ter inserido a bucólica Tijuca no mapa dos fóruns, além de naturalmente identificá-la com o epíteto que enaltece o clima verdejante que permeia o bairro. Alguns evitam citá-la por aqui ou a citam de forma pejorativa, há sempre quem deseje o empréstimo do holofote usando a ponte do recalque. A melhor piada do medíocre é expor a própria deselegância. O medíocre é sempre tosco porque suas precárias ligações sinápticas não permitem que ele alcance a sofisticação do melhor humor. E por ser tosco, se pensa engraçado. Um trágico.

Não coloquei, porém, somente a bucólica Tijuca no mapa, junto a ela também colaborei para que algumas profissionais tijucanas entrassem para a cartografia nobre do fórum. Todas ingratas, mas me digam qual mulher não é devota fanática da ingratidão? Gratidão é um vínculo somente possível às inteligências raras.

Esta semana, conheci Janete pelo Tinder, uma tijucana. Quando ela surgiu desnuda na videochamada, eu não enxerguei uma mulher, vi um pneu. Toda siliconada, quase um ciborgue de borracha, a mulher me causou a impressão de ter silicone até nas bochechas. A sensação foi de ver um pneu erótico recauchutado e recém calibrado em alguma oficina de subúrbio. Desculpem-me pela comparação, mas não consigo manter meu desejo por mulheres fantasiadas de silicone ou empalhadas com similares, não desenvolvi o tesão por pneus.

Desisti de Janete, pois não me imagino mais em conjunção carnal com uma câmara de ar. Voltei-me para Nanda, uma outra menina que havia me respondido no Tinder, essa de Jacarepaguá. Nanda não fez videochamada, mas exibiu uma fartura de fotos. Morena bronzeada, cabelos aloirados, altura mediana, corpo curvilíneo, seios pequenos naturais e verdadeiramente excitantes.

Girl9

Há um fenômeno ocorrendo no Tinder, mulheres que trabalham em bordeis ou como freelancers com salas próprias estão se cadastrando para capitalizar clientes que compareçam aos seus locais de trabalho. Nanda é uma delas, convidou-me para conhecê-la na Blue House. Fiz uma contraproposta e a convidei para almoçar em um rodízio de Copacabana, ela aceitou após chegarmos a um valor que incluía todos os prazeres da carne.

Cheguei antes ao Carretão da rua Siqueira Campos. Alguns minutos depois, Nanda desembarca do Uber com um top branco mínimo e uma calça dourada que não escondia as suas protuberâncias. Se eu fosse um adolescente, a definiria como uma gata. Gostei do que vi pessoalmente.

Empanturrei-me de todos os tipos de carnes possíveis. Nanda deu preferência ao buffet. Ao terminar a orgia gastronômica, quase precisei de um guindaste para me locomover. Levei a menina para o Motel Alameda, na Glória.

Nanda beija implacavelmente, não economiza língua. Deu-me um banho de gata que há muitos anos eu não recebia. Com minha barriga quase explodindo e virada para o alto, eu tentava enxergar Pikachu — o Breve — para detectar algum sinal de vida. Senti a boca da moça abocanhando o meu combalido pênis, boquete rapel, um sobe e desce frenético de quem mostrava disposição para arrancar a minha seiva. Arrancou. Gozei dentro da boca de Nanda, ela não cuspiu e me olhou com uma expressão depravada.

Entupido de picanhas e alcatras, percebi que não renderia mais nada. Paguei a menina e chamei um táxi para levá-la de volta a Jacarepaguá, ela iria trabalhar ainda naquela noite.

Saí do motel a pé. Anoitecia. Fui caminhando pelas calçadas misteriosas da Glória, me veio a intenção de chegar até a Lapa. No meio do caminho, senti uma fisgada na barriga, um aviso de que nem tudo estava bem. Uma disenteria anunciada? Rapidamente entrei num táxi e pedi que o motorista me levasse ao meu banheiro na bucólica Tijuca. A vida pulsa, mesmo diante da ameaça de um súbito motim intestinal. O libertino vive...

VÊNUS


* Nanda faz ponto de quarta a sábado na Blue House, em Jacarepaguá. A casa abre a partir das 20h.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Gaby Magrinha, Nego Dengo, Brutus, Surfcoh, Madruguinha, Y@N, Estarossa, Repolho, Yami Mysterio, Mítico, Lord Lixo, Vigor, Pajé, Papai Noel, Digboy, curtiram esse TD.
CLUB 116 - Rua da Conceição, 116 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
CAMILA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$120.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 NãO

23 de Maio de 2024 às 10:05






“O conhecimento é limitado, só a estupidez é ilimitada”!

—Arthur Schopenhauer



Noite. Peguei um táxi na bucólica Tijuca, numa rua sombria, em frente a um motel onde esqueletos góticos se alimentam dos restos putrefatos da cozinha. Estabelecimento tão antigo que acredito que até o Fred Krueger tenha comido alguma meretriz por lá. O Rio é uma cidade gótica, uma Gotham City tropical. No carro, uma surpresa, o som alto tocava “Sonífera Ilha”, dos Titãs.

SONÍFERA ILHA

Os pneus deslizavam velozes sobre o negrume do asfalto. Pedi ao motorista que me deixasse na Avenida Marechal Floriano, em frente à esquecida Rua da Conceição. Meu destino era o Bombeirinho, a caverna pornoerótica do Centro da Cidade.

Desembarquei do veículo. Minha relevante circunferência e porte elevado não me deixam passar despercebido à luz de uma lua cheia intimidadora brilhando no topo do céu escurecido. Meu nome? Chamam-me Dante, um gaúcho de alma carioca, um notívago, escrevo, descrevo personagens e me contam que sou adversário dos esqueletos góticos. Van Helsing também era o pior inimigo do Drácula. É um pódio que me honra.

Morte

Estou em uma fase em que me sinto totalmente saturado do sexo com garotas de programa. Não consigo mais encontrar graça em vaginas que cobram tarifa de estacionamento e onde nem sempre a vaga é certa. Leio a justificativa de foristas para só se alimentarem de sexo pago, acompanho o papo-furado de que é mais barato sair com putas do que com moças de família (o barato sai caro, já dizia a vovó), mas nada me reanima.

Acompanho os foristas que escrevem relatos todas as semanas, no enfadonho ritmo mecânico em que cabem as repetições, pois “ninguém conhece as peles tão bem como as traças” — escreveu Proust. Eu enjoei. Infelizmente, porém, ainda aprecio a aura promíscua e alegre de alguns poucos bordeis deste Rio decadente, e o Bombeirinho é um desses que me obrigo a visitar ocasionalmente.

Quando dou o primeiro passo sobre as calçadas penumbrosas e históricas da Rua da Conceição, o meu aparelho auditivo emparelha com o celular e meus tímpanos surdos são inundados por The Killing Moon, do Echo and the Bunnymen. Senti o sopro da nostalgia vindo da década de 80, quando eu frequentava a boate Robin Hood, a Circus etc.

THE KILLING MOON

Subo os degraus do velho sobrado e me vejo dentro daquela escura gruta sexual que faz a alma do Bombeirinho. Já era tarde, muitas meninas no salão, muitos homens com baldes de cerveja sobre as mesas espalhadas. Eu estava sóbrio, tratei de corrigir o problema pedindo uma Ice. Esqueletos góticos são caretas, falsos moralistas, eu sou um degenerado bem-vestido.

A velhice ainda não incinerou completamente o meu charme. Percebo uma ninfa me encarando com olhos de quem queria arrancar a minha roupa, depois que arrancasse o meu dinheiro. Nada no planeta é grátis, atualmente até o flerte cobra imposto. Camila o seu nome. Fiz a entrevista básica, respostas aceitáveis, pedi uma alcova.

Subi para o sexo já pensando em retornar ao salão, pois eu estava com mais desejo de beber e dançar do que vontade de trepar, mas respeito o ritual. Não terei muito a contar, além de confessar timidamente que Camila conseguiu arrancar meu sêmen em poucos segundos, a partir de um boquete avassalador. Paguei por uma hora e creio que fiquei dez minutos numa daquela celas de sexo do Bombeirinho.

Voltei ao salão, bebi, mexi o corpo em uma coreografia insossa, consegui me divertir sozinho. Decidi ir embora. Caminhei em direção à desolada Avenida Presidente Vargas. Emparelhado com o celular, os meus aparelhos auditivos faziam minhas botas pisarem ao som de Born to be Wild, do Steppenwolf.

BORN TO BE WILD

A lua continuava brilhando implacável sobre o manto azul-marinho. Uma presença tão forte que, se eu não fosse surdo, poderia ouvi-la sussurrando: “A vida pulsa, o libertino vive”...

Yes

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, Madruguinha, Rai, Brand, Josh, Nego Dengo, Stagrj, Digboy, Papai Noel, Estarossa, Repolho, digiwolf, Yami Mysterio, Sauvage, Diazepan, Ikki RJ, Carlos Bruno, CharmosoMeier, curtiram esse TD.
WHISKERIA 4X4 - R. Buenos Aires, 44 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99219-1063
VALÉRIA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$420.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SEI NãO SEI NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

09 de Maio de 2024 às 15:05






— Adoro homem barrigudinho.

Enquanto desenvolvia a apologia à minha inconstante obesidade, a menina dava uns tapinhas carinhosos no meu abdômen. Velhos são sentimentais, não nego que me comovi com o elogio da moça, quase a ponto de sentir os meus olhos marejarem de emoção. Em um mundo que enaltece a frivolidade das barrigas tanquinho, a minha pança se sentiu finalmente acolhida pela simulação do afeto. A mentira é um emplastro que anestesia as realidades devastadoras da vida.

Eu estava na 4X4, lugar pelo qual desenvolvi certo nível de aversão, tanto pelos preços quanto pela má vontade ostensiva que as mulheres demonstram quando entram no quarto, um contraste com o mel que elas nos derramam quando tentam nos capturar no salão da boate. Como justifico a minha presença em uma casa que afirmo não gostar e que nos cobra os olhos da cara? Explico a minha decisão com base na absoluta ausência de boas opções noturnas. Fora os trashes, a 4x4 é o único bordel que sobrevive às ruínas do Centro, talvez persista por ter sobrevivido à própria incineração que a acometeu há alguns anos. O fato é que eu estava lá, incrédulo por estar lá.

Não satisfeita em estapear a minha barriga, a mulher avançou para abraçá-la, o que me gerou algum constrangimento. Tratava a minha pança como um ser vivo autônomo, separado do meu conjunto físico. É possível, caso ela pudesse optar, que dispensasse a minha presença e subisse à alcova somente com a minha barriga ovalada, que por sua vez me pediria impudicamente para que eu a esperasse retornar da conjunção carnal.

Para mudar o foco, perguntei o nome da aficionada em buchos protuberantes.

— Valéria. E o seu?

— Dante. Meu nome é Dante.

Sentamo-nos em um canto discreto e empreendi a entrevista básica, sem pretensão de escalar as escadas até o quarto. Ocorreu que a Valéria foi aprovada com louvor nas respostas aos meus questionamentos, com uma única estranha ressalva, a menina continuamente desviava os olhos dos meus olhos para encarar o meu umbigo, que se exibia assanhado por uma fresta do roupão puído que me ofereceram no vestiário. Valéria não parecia ter somente uma preferência pelos barrigudos, a situação começava a se revelar como uma tara.

Barrigas não possuem glamour, mas a minha deve ter neurônios, pois pressenti a preocupação dela reverberando no estômago e no intestino. Literalmente, senti um frio na barriga quando a garota, mais uma vez, tentou abraçá-la enquanto estávamos sentados e conversando. Que psicopatia seria essa?

Desisti de pensar sobre o assunto. Afinal, foi na 4X4 que uma das messalinas me ofereceu um kit de Herbalife num passado não muito distante. Criaturas exóticas me perseguem.

GOL DE BARRIGA

Com Pikachu — o Breve — sentindo-se desprezado, decidi oferecer a minha barriga ao sacrifício. Não me perguntem o porquê, mas o fetiche da cortesã se mostrava tão intenso que terminou me excitando pela curiosidade científica de investigar o fenômeno com mais atenta profundidade. Pedi uma alcova.

Já no quarto, tomei um banho e desnudei-me. Valéria já me esperava nua na cama, um corpo interessante, curvilíneo e com relevos atraentes. Deitei-me, a menina saltou sobre o meu tronco e agarrou-me como a ferocidade de um bicho-preguiça, fiquei imobilizado. A mulher lambeu meus mamilos, desceu com a língua deslizando sobre a minha barriga e mergulhou no meu umbigo como se sorvesse um prato fundo de sopa. O nível da perversão dela por determinados itens do corpo alheio é assustador.

O tempo era curto e Pikachu não dava sinais de entusiasmo. Prestes a encerrar o encontro, Valéria voltou a lamber o meu umbigo enquanto me masturbava. Gozei de medo e nos despedimos.

A VIDA PULSA

Trajando roupas escuras — minha predileção — misturei-me às penumbras noturnas do desértico Centro da Cidade e resgatei o Sucatão num ponto remoto da Rua Buenos Aires. Retornei à bucólica Tijuca.

Passava das 22h quando estacionei o carro na Praça Xavier de Brito. Caminhando em direção ao meu chalé, cruzo com uma ninfeta despudoradamente comprimida em uma malha de Crossfit, passeava com um cachorro. O meu combalido pênis saltou pressionando a minha calça de dentro para fora. Até que o tempo me castre definitivamente, a vida pulsa e o libertino vive. Yes

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Sueco, Papai Noel, Saulo Top, Nego Dengo, xpto2018, Demaciano, Nomade, eltonbono, Diazepan, Sued, Brutus, Madruguinha, Josh, Mítico, Ikki RJ, Y@N, Brand, Pajé, Jucabar, Gatitus, Franklin Clinton, Pirubaby, Yami Mysterio, Gilmour, Tenista, Digboy, Ken Masters, ronondex, curtiram esse TD.
UP HOUSE NIGHT CLUB - Av. Mem de Sá, 89 , Lapa - Rio de Janeiro - RJ - (21)99291-6370
JANE
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$0.00 TALVEZ

11 de Março de 2024 às 09:03



Sempre enxerguei os fóruns sobre sexo pago como algo além de um mero catálogo de vaginas promíscuas. Vejo os fóruns como um registro histórico, como crônica urbana, como uma fotografia em palavras do universo mundano em suas diversas épocas, cenários e personagens. Infelizmente, tudo na Internet é frágil, pode desaparecer da noite para o dia e todo o acervo memorialístico se esvai junto. Por isso, reuni boa parte desse acervo em um livro que batizei como “Os Libertinos”, estará disponível muito em breve.



Meia-noite... já havia saboreado algumas iguarias no tradicional Bar Brasil, um dos meus pousos preferidos na Mem de Sá. Ao sair do local, fiquei estático, sem conseguir decidir a direção que tomaria, foi quando o camarada Mulato Roqueiro cruzou comigo, trocamos alguma palavras e ele seguiu. Permaneci enraizado onde estava, tentando traçar um objetivo. A Lapa fervia, cheirava a luxúria. O clima quente e o cansaço da terceira idade me empurraram para a opção mais cômoda, do outro lado da rua: a boate Up House.



Atravessei a pista, fui caminhando para a boate, no meio do trajeto uma mocinha segura o meu braço e fala comigo num castelhano fluente, creio que desejava me jogar para dentro de uma daquelas casas de samba. Desvencilhei-me e continuei seguindo a minha bússola. Entrei na Up House.

Boate vazia, mas com um time razoável de mulheres. De cara, duas mulatas me atraíram, mas preferi beber mais umas doses de uísque antes da escolha definitiva. Vejo dois companheiros conhecidos, me cumprimentam, trocamos um diálogo e retornamos à individualidade da caça. O uísque já não estava caindo bem, pedi uma garrafa de água. De repente — pois à noite tudo é de repente — alvorece no salão uma mulher colossal, alta, encorpada, seios grandes e firmes expostos por um decote pornográfico, rosto bonito, coxas grossíssimas, lábios carnudos, morena jambo. Uma fartura de mulher. Tão exuberante que intimidava.

Preferi não perder tempo, aproximei-me. Se chama Jane, é paulista, deve retornar à terra da garoa na próxima semana. De perto, sua presença se mostrava mais impressionante. Ela quase encosta o rosto no meu rosto, seus lábios se ofereciam aos meus, minha boca salivava. Faço a entrevista básica, as respostas me satisfazem. Pedi uma alcova. Subimos.



No andar de cima, duas meninas sairam despidas das cabines, seios amostras, bicos rosados iluminando a penumbra como faróis num mar revolto. A tia dos quartos demora para nos atender. O banheiro é coletivo, sem toalha. Dou uma esguichada de água no pau com a duchinha perto do vaso sanitário e vou para a cabine. Jane me esperava nua.

Beijos de língua, corpos roçando-se, saltei sobre aqueles seios suculentos e mamei como um recém-nascido. Jane começou a me chamar de bezerro, o que interferiu negativamente na minha ereção. Desço para a boceta, chupo, ela geme, se contorce, aperta a vulva contra o meu rosto, quase me sufoca. Inverte-se a posição, ela me chupa, chupa com vontade, alisando meu saco, engolindo o meu combalido pênis até a raiz. Resisto.

Jane se posiciona em um 69, ficamos por uns bons minutos nos chupando, cheguei perto do gozo, mas segurei. Pikachu — o breve — estava ereto, firme. A garota fica de quatro e pergunta se quero o seu cuzinho. Sade dizia que o altar é o cu, então quem ajoelha tem que rezar. Aceitei.

Jane se empina como um tobogã erótico, pega no meu membro em uma manobra contorcionista por debaixo do próprio corpo e o introduz no pequeno orifício anal. Senti o pau afundando naquela cavidade aquecida, há tempos eu não comia um cu. Estoquei devagar, fui aumentando a pressão e a velocidade, a cada metida Jane se empinava mais, ficou tão arqueada que tive medo de escorregar de corpo inteiro para dentro do seu ânus. Quase sem fôlego, percebi que a minha erupção iria acontecer. Gozei todas as histórias das Mil e uma Noites.

Não houve muita conversa. Vesti a minha roupa, me despedi, paguei a conta do consumo e retornei às ruas. Olhei o relógio, passava das duas horas da madrugada. Continuei andando a esmo. Do outro lado da rua, o som de pagode animado emergia de um boteco raiz, raridade na Lapa moderna. Invadi o botequim e pedi uma Salinas. O mundo parecia estar resumido à alegria simplória daquele pé-sujo. O pagode não cessava. Eu não queria mais ouvir. Sincronizo os meus aparelhos auditivos com o celular e deixo que as batidas abafem o som externo.

LINKIN PARK Dancinha

Aquela pequena ilha remota do planeta não queria amanhecer, exigia permanecer noite, numa afronta à natureza das coisas. O efeito do álcool fazia tudo brilhar mais intensamente. A melodia nos meus ouvidos embalava a ressurreição do meu corpo. A noite é um abraço morno, um beijo forte. Sim, é à noite que a vida pulsa, é à noite que o libertino vive... Evoé! Reverência

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Brand, Gatitus, Alicia Ferrari, Patati Patata, ViciadoEmPeitudas, Brutus, Senior69, Detonador, Araujo, Barbosa82, Digboy, Yami Mysterio, Lyon, Papai Noel, Geraldinho, Nego Dengo, pgggato45, _riquinho_, Nomade, Josh, Lua Negra, curtiram esse TD.
GEOVANA LUZ - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 95938-0202
GEOVANA LUZ
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ NãO R$0.00 SIM

02 de Março de 2024 às 15:03


GEOVANA LUZ - https://garotacomlocal.com/acompanhante/geovana-luz/







BUSCA FRENÉTICA

Uma nuvem que parecia recheada de chumbo, dessas com expressão de forista maluco, pairava sobre a paisagem bucólica da romântica Tijuca. Dentro do escritório, eu pesquisava em diversos sites por alguma possível candidata a saciar o meu inesperado surto da libido. Sim, o libertino precisava se alimentar da textura feminina, necessitava sorver a ambrosia vaginal.

Aqui, faço uma breve interrupção para tentar compreender o porquê de tantas mulheres — quando perguntamos se beijam e se fazem sexo oral sem preservativo — respondem: “depende da sua higiene”. Além de brochante, é uma resposta cretina, pois não é possível que a garota que argumenta isso espere que o possível cliente confesse que é porco e que então deixará o encontro para a próxima, quando estiver mais limpinho. Pior, se o cliente for porco, é mais patético ainda a moça supor que com o alerta ele irá tomar banho de cloro para atender a exigência. Por falar em exigências, há mulheres que colocam tantas restrições no anúncio que me causa a impressão de que não irei fazer sexo, mas prestar um depoimento na Polícia Federal.

Após muitos contatos e muitas respostas que causariam impotência sexual definitiva até ao Kid Bengala, encontrei a eleita. Geovana é uma paranaense de 24 anos, doce, carinhosa, beijoqueira, possui corpo mignon, dotado de seios médios, bundinha arrebitada e total entrega ao parceiro. Informou-me atender em sua residência, em uma rua de Vila Isabel que me é familiar. Fiz a entrevista básica, respondeu tudo com rapidez e foi aprovada com louvor. Decidi conhecê-la pessoalmente.

ENCONTRANDO FORRESTER

Quando estacionei o Sucatão na rua do destino, em Vila Isabel, pude perceber e me lembrar que ficava às margens do Morro dos Macacos, mas tudo estava tranquilo, em uma calmaria de dar sono. Era início da noite. Entrei no condomínio, informei o apartamento que pretendia ir, o porteiro perguntou meu nome, avisou à moradora pelo interfone e segui sem qualquer outra interpelação. Tudo fluiu bem.

Subi umas escadas e quando alcanço o bloco de Geovana, ela me esperava gentilmente na portaria. Gostei do que vi. Conduziu-me ao seu apartamento. Quando entrei, me vi de rodeado de estantes cheias de livros e quatro gatos que me olharam com desconfiança. A menina é leitora assídua, uma virtude que sempre me surpreende e agrada. De fato, Geovana é inteligente, alegre e espontânea — fatores que iluminam um QI acima da média.

Geovana se despe e fica somente de calcinha e sutiã, exibindo a perfeição curvilínea das ninfetas. Sentou-se comigo no sofá da sala e me atacou com amassos potentes, ávidos e com beijos de sugar a alma. Pikachu — o breve — respondeu com uma ereção indômita e imediata, atendendo às chamas erógenas que emanavam da minha fogosa companhia e aos apelos do Viagra que ingeri em jejum uma hora antes do encontro.

A ROSCA E O PARAFUSO

Geovana me puxa para o quarto, atravesso a trincheira de gatos desconfiados, ela fecha a porta da alcova e desnuda-se. Como eu disse antes, um delicioso filé mignon mostrando que seria toda minha, com vontade e entusiasmo. Ela se deita, nossos corpos entram em atrito, o ar-condicionado ligado não impedia que transpirássemos. Temperatura máxima. Beijos, chupadas, fricção sem fim, movimentos ousados, perigosos. Geovana goza, pede uma pausa. Voltamos a nos beijar, roçar... quase jurei amor eterno.

A garota inverte a posição e abocanha o meu combalido pênis. Chupa com ânsia de devorá-lo. Desce para o meu saco, lambe sem trégua. Desce um pouco mais, para um quase beijo grego. Enquanto sua língua lambuza a minha genitália, Geovana me masturba com habilidade feroz. Escutei Gonzaguinha cantando no meu ouvido: “Não dá mais para segurar, explode coração”.

Meus espermas saltaram como se estivessem na comissão de frente de alguma escola de samba. Meu pau de mestre-sala e a boca de Geovana de porta-bandeira. A cuíca apitou num orgasmo ensandecido. Morri por alguns segundos...

Conversamos mais, Geovana me deixou muito despreocupado, em nenhum momento olhou relógio, celular ou fez qualquer menção de período encerrado, mas eu percebi que já havia ultrapassado o tempo regulamentar. Beijos, despedidas e promessa de retorno.

Quando voltei aos ares da rua, chovia fino e o Sucatão me aguardava ancorado em uma sarjeta nebulosa. Acionei o motor, o carro roncou como se despertasse irado do sono profundo. Soltei a embreagem, acelerei. Ligo o rádio e uma música antiga emerge das caixas de som...

BORN TO BE WILD Dancinha

As nuvens de chumbo tornavam a noite densa. Não importa, eu e o velho Sucatão rasgamos o asfalto, pois é a noite que a vida pulsa, é a noite que o libertino vive. A partir de agora, qualquer aventura é possível. Easy Rider... Yes

membro, Brand, CafécomLeite, Sauvage, Felipe_BR, Latrell Spencer, Valentine, pgggato45, Charlie Harper, Digboy, Estarossa, Geraldinho, Saulo Top, Teddy, Quaqua, alceuvc, pauloeduardo, ventiladordeteto, Mítico, Bart, Mordekaiser, Brutus, ViciadoEmPeitudas, vadeR, Detonador, Duelista, Predator, matkal, Odin, Yami Mysterio, Grande Lebowski, Pinstripe Paulistano, Josh, Jack Satoru, Madruguinha, Dionizio_RJ, Y@N, Geovana Luz, Peter White, curtiram esse TD.
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