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RELATOS DO MEMBRO

VILA MIMOSA - Rua Sotero dos Reis , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
CARLA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$70.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 NãO

12 de Maio de 2022 às 11:05



Final de tarde, eu perdido, buscando solução para questões burocráticas nos arredores da Praça da Bandeira, como se fosse um Kafka da Zona Norte carioca. Quando não havia mais o que fazer, esgotado após um dia estressante, decidi aproveitar a posição estratégica e empreender uma visita ao universo paralelo da Vila Mimosa. Nunca gostei de ir para a VM a pé, mas seria um absurdo pedir um táxi estando a poucos metros da rua Ceará. O Sol iniciava o seu ritual de fim de expediente, o clima estava ameno, subi a passarela e fui guiado por Zeus e Satanás.

Aciono o meu aparelho auditivo para emparelhar com o celular e a primeira música de uma lista aleatória inunda os meus ouvidos: Believe...

BELIEVE

Minhas botas pisavam firme, eu tentava conter o impulso imoral de soltar a franga e começar a rebolar sobre a Radial Oeste, o som era contagiante. Uns três minutos de caminhada, alcancei a entrada da rua Ceará, passei por baixo do velho portal formado pela linha ferroviária, ali poderiam pendurar uma grande placa com os dizeres que o poeta Dante leu ao penetrar no Inferno.

Lasciate ogni speranza, voi ch'entrate
(*Vós que entrais, abandonai toda a esperança)

Cometi um erro estratégico, não segui pela rua Ceará, mas entrei na primeira rua à direita, mais deserta e com menos movimento de automóveis. Na metade do percurso fui interceptado por um cachorro imenso e feroz, o bicho parou empertigado diante do meu frágil corpo envelhecido, começou a rosnar, babar e mostrar os dentes como se tivesse farejado um saco apetitoso da ração Bonzo. É a segunda vez que isso ocorre comigo. Parei petrificado, naquele estado filosófico que nos diz se ficar o bicho pega, se correr o bicho come. Fui salvo por uma senhorinha que passava com um carrinho de feira, ela se postou entre mim e começou a gritar para o animal sair. Heroica. Deu certo.

Finalmente, pisando sobre os paralelepípedos da rua Sotero Reis, encontrei a Vila em clima de fim de festa. Fiz a ronda sem muito entusiasmo, até que cruzei com uma negra gordinha que ficou me encarando, estava com os seios exuberantes à mostra e foi esse o detalhe que me magnetizou. Carla o seu nome, muito simpática, carinhosa, o papo fluiu em bom astral. Fiz a entrevista essencial e aprovei as respostas oferecidas com espontaneidade. Alcova...

Na pequena cabine da casa 42, revelado os seios, ela exibe o resto do corpo. É dessas gordinhas troncudas que, contraditoriamente, não possuem barriga, todas as células adiposas se concentram nas coxas e na bunda. Em um momento de sofisticação, tocava Sade na música ambiente. Carla me beijou com meia boca aberta, mamei os peitões como um recém-nascido faminto, lambi a vagina lisa e inchada, sarrei o bundão com dimensões de um globo terrestre e pedi um boquete. Carla sorriu, disse que boquete era o seu forte e abocanhou Pikachu, o breve, com fúria das piranhas do rio São Francisco. A gordinha realmente tem uma chupada poderosa, meu combalido pênis foi ganhando a sensação de um vulcão que sai da dormência, gozei como um chafariz de praça. A menina cuspiu os meus aleijados espermas numa latinha de lixo, vestiu a pouca roupa no corpo e saiu da cabine. Ajeitei-me ofegante e desci para a rua.

Andei até a rua Ceará, pedi um táxi pelo aplicativo. Chegou em menos de três minutos.

— Qual seu nome? — pergunta-me o motorista para conferir o autor do pedido.

— Dante, me chamo Dante.

Neste exato momento, por uma dessas sagradas coincidências do destino, a voz de Beyonce cantou no meu aparelho auditivo: Say my name...

SAY MY NAME

O taxista acelerou, os pneus giraram. A noite se erguia como um império libertino para que a próxima manhã pudesse nascer feliz.

#Libertine-se Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
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ISADORA VILHENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-3413
ISADORA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

10 de Maio de 2022 às 20:05



A tarde avançava em um tom cinza que surgia como prenúncio do anoitecer. Desembarquei da estação do metrô na Cinelândia decidido a beber uma birita antes de cumprir o objetivo que me levou ao Centro do Rio. Sentei-me em um canto discreto do Bar Amarelinho e pedi um chope, uma Salinas e um prato de queijo provolone à milanesa, o eficiente garçom me atendeu com presteza. O bar estava cheio, algumas mulheres interessantíssimas floriam as mesas ao meu redor e eu me preparava para o estado meditativo motivado pelo paladar e pela contemplação. De repente, percebo um morador de rua me encarando por fora da cerca que isola a área externa entre o bar e a rua.

— Padrinho, tô cheio de fome. O senhor não me paga um rango? — pergunta-me, sem pudor, o indigente.

— Quer levar um pouco deste provolone aqui? — respondo.

— Com todo respeito, padrinho, se o senhor puder me pagar um filé à campanha?...

— Filé à campanha?! — surpreendo-me.

— É padrinho... se for possível...

Olhei para o pedinte abusado sem perder a compaixão e decidi fazer a boa ação do mês.

— Serve contrafilé à campanha? — questionei.

— Padrinho, o contrafilé não é a mesma coisa, mas serve. Sei que o senhor vai me dar de coração.

Quase mandei o a pessoa em situação de rua para o inferno, mas o sujeito já estava nele. Segurei a onda e fiz o pedido ao garçom, que me olhou com uma expressão que me taxava de otário sem precisar dizer qualquer palavra. Após alguns minutos, chegou a embalagem de viagem, entreguei ao sem-teto e ele partiu se despedindo de mim com um estranho sorriso, quase uma Monalisa mendicante. Fiquei feliz por ter feito algo por alguém, assim eu poderia viver o sexo com a consciência mais leve.

Terminei de devorar o provolone, de beber dois chopes e duas doses de Salinas. A barriga estufada, os olhos turvos, hora de partir para o Álvaro Alvim, 37. Antes de entrar no prédio, comprei um tablete de chiclete Trident para tirar o bafo de pinguço. Atravessei a portaria, tropecei em uma morena colossal, embarquei no elevador e subi.

Toquei a campainha da sala. Demorar para abrir a porta parece ser um ritual de acasalamento da Isadora, mas ela abre. Entro na sala simples, mas aconchegante e recebo o abraço e o selinho da loira. Como já cantado e decantado por aqui, é uma mulher bonita, sorriso cativante, seios suculentos e duros, coxas grossas, bundão e barriga zero.

Tiramos a roupa e parti para os beijos. O beijo da Isadora é real, beijo de línguas enroscadas, de troca de saliva, de lábios embolados. A grande virtude dessa moça é a entrega absoluta, sem frescuras, entrega de quem gosta de dar prazer e de se envolver na transa. Mamei muito os seus seios, ela de olhos fechados, mordendo os lábios, sussurrando coisas. Desço para a sua boceta e chupo, ela se contorce, estremece, emite gritinhos, goza. Volto a beijá-la, ataco seu pescoço, meto a língua em seu ouvido, ela não poupa os gemidos, não me censura nem quando meus chupões ficam mais fortes. Isadora deixa rolar porque se envolve. Digo com sinceridade e experiência, poucas são assim, poucas permitem a fruição livre da volúpia.

Isadora vira o jogo e se posiciona de quatro para chupar Pikachu, o breve. Engole meu combalido pênis com entusiasmo, lambe as minhas bolas e arranha minha virilha enquanto eu dedilho o seu cuzinho apertado. Como dizia um antigo forista chamado Estressado, estava gostosão e por isso deixei que ela ficasse brincando com o meu Boneco de Olinda por um bom tempo. Quase entregando os pontos, peço que fique de quatro, sou atendido. Ajoelho-me, porque Isadora é mulher para comermos ajoelhados, penetro lentamente naquela fenda morna e úmida, inicio as estocadas, aumento o ritmo, a garota rebola, xinga, dou uns tapinhas em suas nádegas e finalmente escuto a voz de Gonzaguinha: “Não dá mais para segurar, explode coração”.

Desabo ofegante no colchão, naquele estado de coma sexual. Isadora me acaricia, me beija e ficamos ali relaxados e conversando. Olho o relógio, o tempo acabou. Despeço-me e retorno para a noturna Cinelândia. O Amarelinho, depois das 19h, é uma ilha habitada cercada de bulhufas por todos os lados. Minhas botas pisam em direção ao metrô, vou com pressa, pois sinto saudade da bucólica Tijuca, onde minha poodle me espera para o último passeio do dia. Libertine-se. Dancinha

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membro, Papai Noel, Ninho, Nothing, Brand, Tenista, Wolfgang, Dionizio_RJ, MRio, Predator, Ghost Navigator, LP come queto, Saulo Top, Deco1272, Frank21, Cabra da Peste, Velhin Tarado, Nego Dengo, SK 2.0, ViciadoEmPeitudas, ronondex, Isadora Vilhena, curtiram esse TD.
VILA MIMOSA - Rua Sotero dos Reis , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
VANIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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08 de Maio de 2022 às 22:05



Uma vida feliz é impossível. O máximo que se pode ter é uma vida heróica.

— Arthur Schopenhauer


A insônia é um tipo de maldição, a minha é acompanhada de surtos de ansiedade que me obrigam a sair de casa, muitas vezes em horário impróprio. Quando isso ocorre na alta madrugada, não tenho opções, sou levado a me aventurar nos poucos guetos onde a vida pulsa sob o céu noturno. Visto minha roupa (sempre em tons escuros), calço as botas importadas da minha terra natal (Rio Grande do Sul), pego a chave do carro e desço para a garagem. Como muitos idosos, sinto sono após o sexo, o ato sexual é um antídoto que traz serenidade e me ajuda a dormir.

Entro no Sucatão, giro a chave, ligo o rádio e acelero para ganhar o asfalto. Das caixas de som emerge a batida de Tears for Fears — Shout.

SHOUT

As ruas da Tijuca estavam desertas, o relógio ameaçava marcar duas horas da madruga, os pneus giravam em direção ao desconhecido. Meu corpo e a minha mente estavam eletrizados pela música. Serotonina, dopamina, adrenalina, meu sangue circulava como um coquetel químico me conduzindo ao êxtase espiritual. A cabeça balançava ao ritmo da balada. Entre a Lapa e a Rua Ceará, segui para a Rua Ceará, onde me pareceu mais fácil a possibilidade de encontrar o gozo quente na madrugada fria.

Estaciono. Preferi evitar a Vila Mimosa, meu objetivo seria fazer uma ronda a pé pela Avenida Francisco Eugênio. Ao começar a caminhar pela Rua Ceará, cruzei com uma morena de top curto e calça de ginástica, exibindo um corpo além do escultural, era desorientador. Ela me encarou, passou por mim, olhei para trás e a bunda da menina parecia ter saído de algum estúdio de esculturas. Perfeita, irretocável. Voltei os calcanhares e fui segui-la. Ela se virou, me viu, parou e ficou me olhando. Sem saída, me aproximei.

— Boa noite. Eu ia chamar você para beber alguma coisa comigo. Pode ser? — Não raciocinei antes de falar, joguei o que me veio à boca.

— Be... Be... Be... Beber onde? — ela me responde.

A mulher era gaga, já conheci uma fanha no extinto bordel O Paraíso da Panteras, mas nunca tinha esbarrado com uma mulher gaga em toda a minha vida.

— Você está indo aonde? — continuei.

— Pra Vi... Vi... Vila.
— Não quer sair comigo para um motel. Pode ser aqui por perto mesmo. A gente acerta o valor do presente.

— Duzentos — não titubeou.

— E o que você não faz?

— O que eu nã... nã... nã... não faço? Não tem isso. Faço tudo, ué...

Apontei o Sucatão e perguntei se ela poderia ir ao Motel Xanadu comigo. Aceitou. Entramos na viatura, acionei o motor e partirmos.

— Qual seu nome? — perguntei.

— Vânia e o... o... o... seu?

— Dante, me chamo Dante.

Liguei o CD Player e a batida de Evanescence com Bring Me To Life inundou a cabine do carro.


EVANESCENCE


— Nã... nã... nã... não tem um pagode, não? — pergunta Vânia.

Imaginei que estava arrasando com aquele som pesado, mas levo essa rasteira da moça.

— Detesto pagode — respondo.

Vânia silencia e acelero um pouco mais para alcançar o Motel rápido.

Dentro do quarto, a menina vai para o banheiro e me livro dos meus trajes. Vânia retorna nua e um filete de saliva me vazou pelo canto dos lábios. A mulher tem um corpo exuberante. Seios pequenos como peras, com bicos rosados apontados para o alto, pernas grossas e com definições de marombeira, barriguinha chapada, cinturinha fina, pés pequenos, altura em torno de 1,70m. Tirei a sorte grande — pensei.

Parti para o beijo, Vânia beija de verdade, língua com língua, boca que se entrega. Lambi seu pescoço, ela se arrepiou e me disse que peguei seu ponto fraco. Deitamos na cama, enroscamos os corpos, nos esfregamos, desci para a sua boceta e mergulhei numa chupada eufórica. Acredite, forista sem fé, a garota não gemia, gritava, gritava alto, gritava muito. Fiquei preocupado que alguém pudesse supor que eu a estava espancando ou algo semelhante. Parei de chupar, mas ela ainda deu uns quatro gritos altíssimos dizendo que estava gozando.

— Abaixa um pouco o volume — tentei pedir com bom humor.

— AHHHHHHHHH, AAAAAHHHHHHHH, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHH

Eu estava quase a ponto de saltar pela janela antes que a polícia batesse na porta, mas a menina se acalmou e ficou jogada muda na cama como um cadáver. Fiquei com receio de tocá-la e os berros voltarem. Deitei do seu lado, cheguei perto e fui sentir se ainda respirava. Estava viva. Dei um tempo e quando vi que havia se reanimado, perguntei se podia me fazer um boquete. Ela ficou de quatro, se empinou e abocanhou de uma só vez Pikachu, o breve.

— Hummm... HUUUMmmm... HUUUUMMMM...

Vânia gemia enquanto chupava e o gemido também ia ganhando mais volume. Ela continuou me chupando e ao mesmo tempo iniciou uma siririca. A vibração do gemido no meu pau causava uma sensação boa, diferente. Vânia se mostrava muito excitada, remexia a bunda, eu conseguia vê-la pelo espelho. Excitação máxima. Gozei e ela aparou toda a minha árvore genealógica desperdiçada.

Conversamos um pouco, mas não me estendo muito no diálogo porque a gagueira me irritava. Vânia é de Minas e está morando no Rio provisoriamente; afirmou que é nova no ramo, que está “aprendendo” e quer ficar “mais safada”. Tentei pegar o contato, mas alegou que está sem chipe. Paguei e a devolvi para a Rua Ceará.

Dirigi de volta à bucólica Tijuca, um torpor no corpo, o sono me tomou num bocejo. Entrei em casa, dormi e não sonhei.

#BucolicTijuca

#Libertine-se

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BOA BOA
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ROSA VERMELHA - Campo de São Cristóvão, 26 , São Cristóvão - Rio de Janeiro - RJ
EVA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$120.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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04 de Maio de 2022 às 12:05



Para o espermatozoide desavisado, o útero não é a saída, é a armadilha. Noite, eu fincava minhas botas pelas calçadas precárias da Rua Francisco Eugênio após uma nova visita à icônica Vila Mimosa. Conectado ao celular, o meu aparelho auditivo transpirava a batida Show Me Love, trilha sonora inicial deste episódio.

SHOW ME LOVE

Não, eu não pretendia resgatar nenhuma das putas tristes da Francisco Eugênio, apesar de ter encontrado a pista infestada de mariposas, algumas interessantes. Dentro da Vila Mimosa uma menina me informou que haveria festa de aniversário no puteiro Rosa Vermelha, que fica no entorno do Campo de São Cristóvão. Acredite, forista sem fé, andei da Vila Mimosa até o Campo de São Cristóvão, desafiando os perigos dos arredores da Quinta da Boa Vista, levando cantada de travestis e me desviando dos rasantes de morcegos psicodélicos. É um trajeto que exige preparação psicológica. Quando alcancei o Campo de São Cristóvão, ainda precisei percorrer mais um estirão para chegar ao puteiro.

— Por que você não pegou um táxi, Dante? — perguntaria o sábio forista.

A mania de andar de carro me fez calcular mal a distância, quando percebi isso já estava na metade do caminho e decidi continuar. Há uma peculiaridade, as botas que uso têm o mesmo conforto de um tênis, detalhe que amenizou a missão. Quinze minutos caminhando e avistei o Rosa Vermelha ao som de Just an illusion explodindo em meus ouvidos...

JUST AN ILLUSION

Subi a escada labiríntica e alcancei a pista. A casa vazia de clientes, mas com uma quantidade razoável de mulheres, número que aumentou com o avançar do tempo. Peguei uma cerveja, fui para o terraço e me sentei. A maioria das garotas usava vestidos provocantes, muitas ninfetas, algumas me olhavam com nítida curiosidade. Fiquei na minha, aguardando os acontecimentos. Atravessa a pista uma loira que devia ter 1,70m de altura, curvilínea, sexy, uma bunda inacreditável de tão perfeita, seios pequenos, coxas grossas e torneadas, cabelos batidos na nuca e uns olhos que faiscavam. Fiquei doido quando a vi, deu coceira no pau. Sinalizei para chamar a atenção e ela veio me fazer companhia.

— Boa noite. Tudo bem? — ela me pergunta.

— Tudo — respondo — qual seu nome?

— Eva e o seu?

— Dante, me chamo Dante.

— Você tem jeito de que não é do Rio.

— Sou gaúcho, há muitos anos aqui.

A moça cheirava bem, como se houvesse acabado de sair do banho. Tinha um sorriso de canto dos lábios que formava uma discreta covinha em sua bochecha, um charme. Vinte e três anos, voz firme, impostada, falava como se fosse uma boa atriz, articulada e boa de papo. Fiz a entrevista básica e foi aprovada nos quesitos essenciais. Alcova.

O quarto da Rosa Vermelha não é grande coisa, mas a cama parecia estar coberta por um lençol limpo. A menina me inaugurou com um beijo guloso, esfregava-se em mim como quem estivesse ansiosa pelo sexo. Sussurrou no meu ouvido surdo...

— Vai comer o meu cuzinho, né?

Meu combalido pênis sentiu a responsabilidade e ficou ereto de nervoso. Deitamos e ela abocanha meu pau com a sede dos camelos do Saara. Chupou com vontade, quase me causando ejaculação precoce. Resisti. Eva deu um salto e se embolou em mim como se fosse lutadora de judô, a garota gosta de roçar perigosamente. Ficou de quatro, passou um tipo de óleo gosmento no rabo, segurou Pikachu (o breve) e o introduziu na cavidade anal. Digo com toda sinceridade, afeiçoado forista, o cu da mulher estava quente, não sei se por efeito do óleo que ela usou, o calor passou para a minha pica que ganhou uma rigidez quase pétrea. Engrenei nas estocadas, a mulher gemia alto, estava gostoso, acelerei as metidas, meu pau fervia naquele cu. Gozei intensamente, meu esperma deve ter se transformado em batata frita devido ao choque térmico com o rabo da Eva. Despenquei em estado convulsivo no castigado colchão.

Voltei para a pista, bebi uma água mineral e ganhei as ruas. Cambaleante pelo efeito da foda, chamei um táxi pelo aplicativo e varei as sombras de volta à bucólica Tijuca.








ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
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CLUB 116 - Rua da Conceição, 116 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
PIMENTA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$110.00
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03 de Maio de 2022 às 23:05



O último encontro com Pimenta antes que ela desaparecesse do famigerado Bombeirinho. Os ponteiros do relógio da Central já haviam ultrapassado às nove da noite. Percorri a desolada Avenida Marechal Floriano com a velocidade de um morcego surdo, no meu aparelho auditivo a batida de The Pussycat Dolls me ajudavam a acelerar o ritmo dos passos.

THE PUSSYCAT DOLLS

Giro minhas botas e entro na Rua da Conceição. O boteco da esquina ainda estava aberto, aproveitei para tomar uma dose de Salinas. Escalo as escadas do sobrado e alcanço a boate, o lugar estava vazio, logo avistei Pimenta dançando num canto, acelerada pelo álcool. Ao me ver, correu para me dar um abraço e me pediu um Fogo Paulista, sua bebida favorita. Pimenta temperada com cachaça é mulher para mil talheres. Ficamos nos amassos, beijos discretos, pegação nos seios, no pau, na bunda. Alcova.

Foi uma despedida involuntária, não fui capaz de prever que Pimenta desapareceria do Bombeirinho depois desse dia. A foda foi selvagem, com entrega absoluta e um ensaio de penetração anal. Mulherão que já me deixou saudades. Gozei litros e ganhei as ruas. Para não retornar pela abandonada Av. Marechal Floriano, escolhi sair pela Presidente Vargas. No aparelho do surdo a batida de Last Night fechava a noite.

LAST NIGHT

Dancinha

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membro, Az,, ViciadoEmPeitudas, ronondex, Saulo Top, Schram, Michael Corleone, curtiram esse TD.
VANESSA RIOS 05 - Rua Leandro Martins, 5 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
NATáLIA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$120.00
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03 de Maio de 2022 às 22:05



Já passava das oito da noite quando desembarquei do táxi no trecho mais curto da rua Uruguaiana, a música do celular estava conectada ao meu aparelho auditivo (sim, sou velho e surdo, afeiçoado forista), tocava um antigo sucesso, tenho uma nostálgica obsessão pelos flashbacks: Be my lover, com Le Bouche.

LE BOUCHE

O som me trouxe a saudade de Gisele (https://gparena.net/tdfull.php?td=19337), também me entusiasmou a ponto de me fazer ensaiar uma discreta coreografia enquanto eu atravessava o cenário desértico e ameaçador da noturna Av. Marechal Floriano. Alcancei a rua do Acre. Nesta altura, a minha coreografia já estava mais ousada. Entrei na estreita rua Leandro Martins, meu objetivo era o Clube 05, também conhecido como Vanessa Rios, um trash que antes ficava ao nível da rua, agora foi transferido para o alto do sobrado, para acessá-lo precisamos escalar uma escada apertada e interminável. Na entrada, um rapaz distribuindo panfletos insistiu para que eu subisse, o que já pretendia fazer. O meu aparelho auditivo transmitia Frankie Goes To Hollywoo com Relax. Enfrentei a escadaria no pique de crossfit e cheguei à boate implorando por um cilindro de oxigênio.

RELAX

A pista estava cheia. A nova arquitetura, que nos deixa somente um corredor em torno do bar para percorrer, não é das mais confortáveis. De cara avistei Natália, uma balzaquiana sarada, alta, cabelos longos, óculos decorativos, seios turbinados e bundão apetitoso. Aproximei-me para entrevistá-la, foi aprovada em todos os quesitos. Alcova por quarenta minutos.

As cabines do Clube 05 possuem cama de casal, a iluminação é com lâmpada branca me faz pensar que estou em uma enfermaria de hospital público. Natália tira a roupa e confirma o corpanzil sinuoso e provocante. Caio com a boca em seus seios siliconados, desço para a vagina, engreno nas lambidas no clitóris, mas a menina não demonstrou nenhuma reação.

— Está ruim? — perguntei.

— Não gosto de ser chupada, gosto de chupar — ela responde.

Melhor. Mudei de posição, deitei-me e pedi que começasse a demonstração do boquete. Que boquete, a mulher realmente parece chupar com tesão, se masturba enquanto engole o pau, geme, alisa o meu saco, bate punheta com a boca... Virtuose no boquete. Antes que eu entregasse meus carcomidos espermas, pedi que ela ficasse de quatro e penetrei ajoelhado diante da visão das nádegas que tinham a proporção de um mapa mundi. Quase gozando, pedi que ela voltasse a me chupar e Natália deu o golpe de misericórdia, devo ter lançado espermatozoides no ponteiro do relógio da Central do Brasil, a ejaculação foi violenta e a garota sugou tudo o que conseguiu aparar na boca. Papo rápido de despedida, dei uma caixinha e ganhei as ruas. Conectei o meu aparelho auditivo com o celular e Rod Stewart iluminou o meu caminho... Dancinha

ROD STEWART

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ARIEL
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30 de Abril de 2022 às 13:04



Insone crônico. Já perdi a conta do número de anos que padeço da dificuldade para dormir à noite, não é uma das experiências mais agradáveis perceber que o dia amanhece sabendo que ainda não cerrei os olhos. Não é fácil se acostumar a condição de vigília involuntária, já fiz tratamentos, consultei neurologista, até psiquiatra, mas nenhuma solução oferecida foi mais poderosa do que a minha resistência ao restaurador sono noturno. Nesta última sexta-feira, eu estava assim, desperto, inquieto, precisando atender à convocação das ruas, do céu cinza, da ameaça opressora da chuva. Esperei o temporal estiar, embarquei em um táxi e comuniquei o destino ao motorneiro.

— Camarada, me deixa na Rua Ceará.

Os pneus cortavam os bolsões d’água chiando como lobos no cio, enfrentaram os obstáculos aquáticos da Praça da Bandeira como bravos bandeirantes desbravando um território hostil. Quando alcançamos a esquina da rua Hilário Ribeiro com a Ceará, desembarquei. As nuvens voltaram a chorar com o volume de um temporal. Abri o guarda-chuva e fui atravessando os fluxos de correnteza que se formavam em direção à entrada da Vila Mimosa. Minhas botas encharcaram, as meias cuspiam a água de procedência suspeita, mas segui impávido, marchando firme sob os paralelepípedos do colosso da vida mundana.

Dezenas de copos de plástico boiavam sobre as sarjetas, camisinhas flutuantes giravam no desesperado balé das vidas sem sentido, rios artificiais se formavam com força do dilúvio, homens e mulheres de corpo ensopado passavam por mim procurando abrigo. Eu seguia indiferente, não buscava o sexo, mas caçava a exaustão que me trouxesse os sonhos do adormecer. O guarda-chuva não me protegia muito dos pingos graúdos que o vento lançava contra o meu rosto.

— Caralho. O que estou fazendo aqui? — um lampejo de juízo esbofeteou meu cérebro.

Penetrei no primeiro corredor da Zona, o chão alagado, um cheiro de fossa transpirava do piso, mulheres se amontoavam como se evitassem o contato com o ambiente insalubre. As adversidades enfrentadas até aquele momento não prometiam um desfecho promissor. Digo com sinceridade, afeiçoado leitor que me acompanha neste passeio, eu não fui ali para gozar, estava em fuga, talvez de mim mesmo. Rodei pelos dois corredores principais umas cinco vezes, não via nada que me interessasse. Minha libido estava pálida, apática. Se avaliarmos com honestidade, todos os relatos de fóruns são iguais, uma profusão de tédios que terminam no gozo ou na ausência dele. Somos máquinas narrando a produção industrial de espermas inúteis.

Uma voz de mulher me puxa do meu redemoinho mental.

— Vamos brincar hoje, tesão?

O convite saltava da boca carregada de batom de uma coroa loira que me soou familiar de outras eras da Vila. Os seios espremidos pela compressão de um decote precário alertavam que poderiam explodir a qualquer momento; com um brilho diabólico de quem conhecia a alma de todos os homens, os olhos verdes me encaravam aguardando resposta; os cabelos ruços da marafona estavam arrepiados como que desfeitos por uma ventania.

— Hoje não estou disposto para brincar, estou mais para um bater papo. Qual seu nome?

— Tá no lugar errado, né, tesão? Procura um padre — terminou o deboche com uma dessas gargalhadas de puta velha que devem ter ouvido na Central do Brasil — meu nome é Ariel.

A aparência carcomida pelo tempo não me despertava atração pela mulher, mas aceitei subir a uma alcova para receber o matador boquete sem camisinha que me prometeu. Ela pediu setenta reais, ofereci cem mangos para conversarmos um pouco e quebrar o gelo antes do ato. Aceitou e subimos a estreita escada em caracol da casa 21. A coroa me contou que mora em Santa Cruz, tem três filhos e um está preso em Bangu por roubo, que começou na vida com dezoito anos (tem 55) e ficará até quando der, que ainda faz um bom dinheiro. Parou de falar de repente, me olhou fixo e disse que eu tenho os olhos tristes. Desamarrou meu cinto, arriou a minha calça, sentou-me sobre o lençol puído da cama e abocanhou meu pau como se quisesse arrancá-lo pela raiz. Com movimentos de quem conhece a arte dos orgasmos, me fez gozar em dois minutos. Gozei forte, de olhos fechados, minha respiração transmitia o tufão pulmonar que me assolou. Quando abri os olhos, não havia mais ninguém na cabine, a coroa saiu em silêncio e me deixou só. Vesti a roupa, desci a escada tortuosa e ganhei a rua. Continuava a chover, não abri o guarda-chuva dessa vez, a água corria pelo meu rosto, invadia meu corpo, gelada, fria como a coroa que me chupou. Caminhei com as roupas alagadas até um ponto de táxi próximo à Mosaico.

— Me deixa na Praça Xavier de Brito, motorista.

Encostei a cabeça no vidro da janela e, por um instante, adormeci.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, Lixo IV, Bad Brain, P. Winston, Saulo Top, Beterraba, Dom Pirocone, Velhin Tarado, LP come queto, Ghost Navigator, Brand, Felipe_BR, ViciadoEmPeitudas, Predator, Dionizio_RJ, Tenista, CariocaGaludo, Random, alceuvc, curtiram esse TD.
CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
CAROL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

28 de Abril de 2022 às 23:04



Ainda me surpreendo quando percebo que os fóruns continuam habitados por uma população careta, afeita a falsos moralismos e à hipocrisia de plantão. Gente que tenta canonizar as prostitutas como se fossem virgens indefesas e ungidas pelo Vaticano. As profissionais do sexo que se assumem como tal deveriam se sentir ofendidas pelos bajuladores. Criam uma distorção da realidade que se transforma quase em uma distopia. Longe de serem libertinos, estão mais próximos de serem doidos. Eu, com ultrapassados meio século de vida, sou mais moderno e mundano do que grande parte dos foristas que observo. É impressionante — eu me perdia nessas reflexões enquanto caminhava pela tarde morna e aconchegante da bucólica Tijuca. Num impulso súbito, acessei o zap e enviei mensagem para a Carol, ela estava disponível.

Atravessei a ruela ao lado da Igreja dos Sagrados Corações, dei uma espiadela para ver se havia algum forista orando lá dentro ou praticando autoflagelo, mas não posso afirmar se vi algum com esse perfil, são muitos e se disfarçam como pseudoliberais. Entrei na portaria, embarquei no elevador e caminhei pelo silencioso corredor do andar onde fica a sala da massagista mais pedaçuda da Tijuca.

Não, não irei me repetir. Todos já sabem das virtudes da Carol, do seu boquete sobrenatural, do corpo graúdo e suculento, da massagem inigualável, do alto astral e do carinho com que trata os foristas. Revivi todas as qualidades dessa mulher maravilhosa e saí de sua sala possuído pela leveza de uma pluma. Suas mãos exorcizaram do meu coração toda a caretice e todos os caretas que surgem pelo meu caminho. Xô, putanheiro de confessionário. Sou libertino, solteiro, sem filhos, faço o que quero e o que tenho vontade, sem precisar mentir, omitir ou dissimular. Livre, liberto, e irresponsável porque gosto assim. Libertine-se Girl9

membro, Brand, pauloeduardo, CariocaGaludo, Ancião, Ghost Navigator, Predator, ronondex, curtiram esse TD.
CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97161-1880
PATY
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ NãO SEI R$0.00 TALVEZ

28 de Abril de 2022 às 11:04



Quarta-feira. Dei um giro pelos cabarés do Centro e terminei a ronda no Clube 502. Encontrei no local pouquíssimas meninas, clientes rarefeitos e um clima de anticabaré, mas isso não é um sintoma que ocorre somente na 502, todos os bordéis que visitei antes (num total de cinco) estavam em clima de depressão.

Reparei que algumas meninas da casa tentam nos induzir a contratar a suíte mais cara com promessas de amor supremo se atendermos ao capricho, o que me leva a aconselhar ao incauto: tente tirar vantagem disso alinhavando condições no pré-atendimento.

Escolhi a Paty, uma menina bonitinha, simpática, suave, que demonstrava o tempo inteiro saudade do filho que não via há quase uma semana, pois dorme na casa. A história me comoveu (libertino é sentimental), fiz a entrevista básica, aprovei as respostas da garota e pedi uma alcova para o período de uma hora.

Paty cumpriu o que propôs, beijos na boca e oral muito bom. Um detalhe peculiar é que a moça quase não geme, quando geme é muito baixo e gemidas para idosos como eu são um motor de motivação sexual, mas o fato não prejudicou a foda, que foi satisfatória.

Deixei a 502 após às 22h, caminho por uma Rua da Alfândega deserta e tão silenciosa como a Paty. Embarco no metrô em direção a bucólica e inesquecível Tijuca.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Saulo Top, Felipe_BR, Diazepan, Brand, Predator, ronondex, curtiram esse TD.
ONIX TERAPIAS - Av. Rio Branco, 156 - sala 2235 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99996-7435 / (21) 3173-3800
DAY
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ DISSE QUE FAZ R$0.00 TALVEZ

21 de Abril de 2022 às 23:04


DAY - http://onixterapias.com/terapeuta-info.php?p=DAY&s=295

Quarta-feira, estive com a Day, menina simpática, sensualíssima, carinhosa, com um par seios em formato de peras suculentas, um bundão convidativo, boca gostosa e presença agradável. Infelizmente, escolhi um dia em que o peso de uma semana de estresse me afetou, Pikachu se recusou a funcionar adequadamente, o que me levou a viver uma espécie de love story no programa, muitas carícias, beijos na boca e massagem. No fim, do jeito que foi, valeu a pena, pois a menina se esforçou e demonstrou paciência e afeto com este velho carcomido pela erosão da longa existência. Além disso, fiquei no quartão com janela panorâmica, que adoro. Indico.

P.S – O detalhe de ouro da visita é que encontrei, por acaso, o nosso oráculo Brand no Centro Reverência , isso depois de longos anos que não nos víamos. Foi uma emoção inesperada, pude abraçar o companheiro e bater um papo rápido sobre a conturbada vida mundana. O inesperado que agregou mais um ponto positivo a minha visita ao estabelecimento. Positivo

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, LP come queto, Sueco, Papai Noel, Saulo Top, Onix Terapias, Bruno, Tenista, SK 2.0, MRio, Random, ronondex, curtiram esse TD.
CLUB 116 - Rua da Conceição, 116 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
PIMENTA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$110.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

14 de Abril de 2022 às 23:04



É preciso reconhecer, existem mulheres que são foda, Pimenta é uma delas. A mulata é uma virtuose do sexo perdida no Bombeirinho, eu precisava repetir o encontro. O problema de chegar à noite naquele trecho da rua da Conceição é que só existem dois caminhos, ambos sinistros. Pela Marechal Floriano, após às 19h, nem o ar se arrisca a flutuar por ali, a atmosfera é rarefeita, até o Batman fugiu e deixou uns morcegos cegos e apavorados voando desorientados em busca da saída; pela Presidente Vargas, é preciso atravessar uma praça esquisita de onde sobe tanto cheiro de maconha que você chega ao Bombeirinho com olheiras e chapado. O libertino, porém, é o homem que mija em pé, anda descalço, não repara na pintura dos puteiros, pisa no chão molhado, gosta de chinelos havaianas e não faz questão de lençóis de cetim nem de travesseiro de pena de ganso. Minhas idas a 44 e 65 estavam me afastando um pouco das minhas melhores origens, mas os bons amigos me puxaram de volta ao mundo das trevas.

Subo os degraus que me levam à caverna onde fica a pista da boate. Sim, o Bombeirinho assemelha-se à uma caverna e o nível da maioria dos clientes nos fazem lembrar dos nossos antepassados neandertais. Assim que entrei, o som vazava alto das caixas e a letra era cantada em coro: “deixa acontecer naturalmente...”

DEIXA ACONTECER NATURALMENTE

Avistei a Pimenta num canto da Boate, de pé, dançando, ela sorriu ao me ver e o coração do velho batucou eufórico ao ritmo do pagode. Pimenta gosta de beber, como a maioria das meninas da casa, então aproveito para embebedá-la, para que fique soltinha na hora de deitarmos no leito de anão de uma das alcovas. Dá certo.

— Você quer me deixar bêbada, Dante? — diz ela a certa altura, com a pronúncia meio torta.

— Sei que você gosta — respondo.

Pimenta sorri e pede outra dose de Fogo Paulista, que parece ser uma de suas bebidas favoritas. Rebola a bunda, me faz uns carinhos, me dá uns selinhos de leve, puxa minha mão para apertar seus peitinhos... Chega a hora que não dá mais para protelar... Alcova.

Pimenta beija, faz um boquete sobrenatural, fica de quatro que é uma delícia de ver, geme gostoso e goza com uma boa chupada na chana. Pimenta é um achado. Hoje eu pretendia voltar para a terceira visita, mas a tempestade que caiu sobre a bucólica Tijuca travou meus planos. Semana que vem tem mais. Positivo

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Saulo Top, Brand, Dionizio_RJ, Random, Felipe_BR, Predator, ronondex, Schram, curtiram esse TD.
CLUB 116 - Rua da Conceição, 116 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
PIMENTA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$110.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ NãO SEI R$0.00 SIM

12 de Abril de 2022 às 11:04



Chego ao famigerado Bombeirinho após o infortúnio com a ratazana da 44, logo avisto o forista Krisium, feliz como pinto no lixo. O Bombeirinho é aquele inferninho tradicional, com funk batendo nos ouvidos, putas enchendo a cara com os clientes e um clima, surpreendentemente, mais alegre do que os bordéis da primeira divisão. Pedi uma Corona, que no Bombeirinho custa 13 reais e na 44 está por 23.

Não demorei para detectar a mulata alta, com corpão curvilíneo, pernas roliças, boca carnuda e sorriso discreto. Abordei.

— Qual seu nome, divina?

— Pimenta e o seu?

O nome da mulher refletia o seu cartão de visita. Conversamos, paguei duas doses de Fogo Paulista e uma cerveja. A menina parecia já estar embrasada. Fiz a entrevista básica e foi aprovada em todos os quesitos. Solicitei uma alcova.

Os quartos do Bombeirinho possuem banheiro com chuveiro, mas são minúsculos. A cama parece leito de anão. Pimenta tirou a roupa e confirmou o corpo monumental, mas ficou de sandália.

— Não tiro a sandália, não dá para pisar nesse chão podre — ela diz.

Quando você vê a própria menina da casa criticando a higiene do lugar, é a hora de ingerir antibióticos e passar Creolina no corpo.

Pimenta se deita, começo chupando seus peitinhos pequenos e durinhos, desço para a vagina morna e úmida, a garota reage com gemidos, se contorce, aperta a minha cabeça e não cita o mantra “devagar, amor” que fui obrigado a ouvir da rata da 44. Pimenta beija gostoso, com saliva, com língua, com vontade, beijo de namorada na primeira semana de amor, fator que ajudou muito no despertar de Pikachu. Peço que fique de quatro, ela se empina e meus olhos se maravilham com aquela bunda de dimensões continentais, um território para ser explorado por dias, não por horas. Penetro naquele templo vaginal, metendo devagar, aumentando as estocadas na mesma proporção do meu entusiasmo. Pimenta geme alto, vira o rosto para me ver, rebola, se empina mais. Gozo com a fúria de uma tempestade e despenco desfalecido, acordando os ácaros do colchão.

Moral da história: o mais caro não é o melhor e o mais barato pode surpreender.

Libertine-se... Yes

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Saulo Top, Brand, Random, Tenista, Felipe_BR, Lixo IV, CariocaGaludo, Nego Dengo, Dionizio_RJ, Diazepan, LP come queto, ronondex, Schram, curtiram esse TD.
WHISKERIA 4X4 - R. Buenos Aires, 44 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99219-1063
LORENA
NEGATIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$290.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

12 de Abril de 2022 às 08:04



Segunda-feira, sete horas da noite. O rádio do táxi tocava Take My Breath Away.

TOP GUN

Nada poderia ser mais oposto à imagem do Tom Cruise do que um velho gaúcho indo em busca do corpo quente de alguma puta do Centro da Cidade, mas seria falso negar que sempre prevalece a esperança de esbarramos com uma Kelly McGillis dentro dos inferninhos que fazem o cenário do libertino.

Contrariando uma regra milenar que uso nas minhas excursões, escolhi fazer uma visita a 44. O que seria a minha regra? Bordéis como a 44, 65, Solarium e Monte Carlo trabalham como puteiros cubanos, com valores dolarizados. As garotas interpretam o fato de estarem trabalhando em uma casa de gringo como motivo para agirem com soberba e marra. Em vinte minutos na pista da 44, vi garotas bonitas que não faziam a menor questão de agradar aos poucos clientes do local, algumas com a nítida postura de mulher sebosa.

Fui com o amigo e forista Krisium, conseguimos transformar o valor inexplicável do ingresso em direito ao consumo de cem reais. Abordei umas quatro meninas, nenhuma delas parecia estar com disposição para trabalhar, muito menos para seduzir um velho escriba barrigudinho. Quase entregando os pontos, esbarrei com Lorena, morena sarada, bunda redondíssima e empinada onde poderíamos desenhar o mapa mundi; seios turbinados; coxas grossas e torneadas; barriguinha trincada de academia. Gostei. A menina foi simpática, esforçou-se para me demonstrar que valeria pagar o preço dolarizado da casa para sair com ela. Convenceu-me, contratei meia hora. Para a minha infelicidade, Lorena é uma rata que nos leva na lábia e nos decepciona na cama.

Dentro do quarto, parti para os beijos, a menina retribuiu, mas sem emoção. Diante dos seios esféricos e duros, movi minha boca para mamá-los e a garota começou a repetir o mantra “ai, devagar, amor, devagar”. Desci para a boceta e o mantra prosseguiu com o “ai, devagar, amor, devagar”. Escutei o mantra umas quinze vezes enquanto lambia a vagina da menina, até que desisti e me posicionei para que ela me chupasse. Antes de me oferecer o boquete, a garota olhou para a vagina a soltou a pérola: “ai, esse molhado não é meu, você não me chupou, cuspiu na minha boceta”. Nesta altura, Pikachu havia me abandonado, embarcado no metrô e já estava assistindo BBB22 em casa.

Não satisfeita, com dez minutos de programa a megera me pergunta se eu iria dobrar porque o tempo estava acabando.

— Querida, acabei de entrar no quarto e o programa já está acabando?

— Ah, é. Daqui a pouco eles avisam que acabou — responde a rata.

Avisei que não tinha sentido dizer que ia dobrar com dez minutos de programa e continuei tentando salvar a noite explorando as curvas da mulher. Com quinze minutos de programa ela volta a me perguntar se eu iria dobrar, falei educadamente que a pressão estava chata e cortando o clima.

— Ah, você é muito estressado. Parece doido — me responde Lorena.

Foi a gota d’água. Informei que o programa acabava ali, que ela não precisava mais olhar para o relógio. Vesti minha roupa, ela saiu do quarto antes que eu terminasse e me fodi de verde e amarelo. Lorena provou que um corpo bonito pode ser somente a visão da inutilidade.

Ao me encaminhar para pagar a conta, a recepcionista me mostra um valor maior do que gastei, mais estresse. Depois de uma revisão, acertaram a cobrança. Saí puto pela rua Buenos Aires após ter gastado quatrocentos contos para nada. Recebo uma mensagem do Krisium, ele estava no Bombeirinho.

— Tá bombando aqui — me avisa.

Liguei para o Pikachu e pedi que voltasse para o posto. A aventura continua... Piscada

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Felipe_BR, Saulo Top, Brand, Tenista, Random, CariocaGaludo, Dionizio_RJ, SK 2.0, LP come queto, Pajé, ronondex, Garanhão Playboy, Michael Corleone, curtiram esse TD.
WHISKERIA 4X4 - R. Buenos Aires, 44 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99219-1063
KAREN
NEUTRO
TEMPO: 240 MINUTOS VALOR: R$500.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO NãO SEI R$0.00 NãO

04 de Abril de 2022 às 21:04



Um relato curto. Marquei um repeteco com a moça, mas fora da casa. Peguei o melhor quarto de um motel, combinei um pernoite e foi um desastre que quase me fez abortar a operação no início da madrugada. Marquei às 21h30 e a garota chegou pelas 22h30, aí foi fumar um cigarrinho, foi se preparar, foi beber, foi pegar hidro e nisso o relógio já marcava quase o começo da madrugada. Absoluta falta de carinho, nenhuma interação, chegou a um ponto que reclamei, ameacei ir embora e cancelar tudo. Depois disso, a menina reagiu um pouco, mas nada que mereça elogios.

Resumo, os velhos também se fodem. Péssimo programa, não correspondeu às expectativas criadas no primeiro encontro, mas darei neutro porque quem criou expectativas fui eu. Negativo

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Brand, CariocaGaludo, Oscar, The Shy, Senior69, Termista, LP come queto, Saulo Top, Chinaski, Pajé, Tenista, Michael Corleone, Dionizio_RJ, ronondex, curtiram esse TD.
65 LOUNGE - R. do Rosário, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
KELY
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$395.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 TALVEZ

24 de Março de 2022 às 10:03



Não pude acompanhar muito o Arena nos últimos dias, mas li textos que relatavam despedidas comoventes de alguns foristas. A despedida é uma síndrome de fórum, mas sempre aconselho ao forista neófito que não se despeça. Despedidas em fórum soam como reverberações do ego de quem supõe ter alcançado renome virtual, aguardam aclamações e súplicas para que permaneçam. O melhor é que o forista que se despede apenas desvaneça, como uma Grega Garbo enfastiada e segura da sua influência, libertando um filete da fumaça do cigarro pelo canto dos lábios. Já caí na armadilha de me despedir, mas sou um candidato a idoso cansado, é justificável. Também não se despeçam do fórum por causa de amores por freelancers, por predileções por casas, cafetões etc. Não merecem a sua ausência. Despedidas são cafonas. Acreditem neste velho escriba.

Minhas últimas semanas foram dispendiosas, um programa de quase 500 pilas na 44 e outro na mesma faixa pecuniária que realizei na 65. Na 44, o programa compensou porque a morena fenomenal com quem saí aceitou dormir na Tijuca quando fechou o expediente na casa; na 65 a mulata colossal que me abduziu mostrou-se disposta a encontros externos.

Vamos ao assunto principal, ontem marquei um chope no Centro com o jovem forista Smithers, que se atrasou como de hábito e por conta disso acabei traçando rota para a Termas 65. Setenta contos de consumo obrigatório, programa de uma hora a 390 estalecas no cartão, nada que motive o contato íntimo com as garotas, mas o elenco do dia estava muito interessante e fiquei observando. Eu bebia pacatamente a minha cerveja Corona quando uma mulata colossal atravessou o salão desfilando, pingando gotas de sensualidade pelo chão e me encarando com a fome dos canibais do século 16. Ela passou em direção a outra mesa, onde estava sentada com um rapaz que emitia tiques nervosos de me causar aflição. Não demorou e ela surgiu à minha frente.

— Posso sentar com você?

— Pode claro — respondo trêmulo.

— Qual seu nome?

— Dante, me chamo Dante.

— O meu é Kely

Sentou-se, fiz a entrevista básica obrigatória e iniciamos um papo recheado por uns pegas ousados. Não resisti. Alcova.

Dentro do quarto, beijos com boca de engolir elefante, esfregas audaciosos, ela interrompe tudo e me abocanha num boquete que fez a minha alma saltar do corpo como seu eu fosse uma versão carcomida do Dr. Estranho. Prestes a gozar, inverti a posição, coloquei a mulher colosso de quatro e me deparei com aquela bunda, que bunda, bunda empinada, com marquinha de biquini visível somente a microscópio eletrônico, bunda de capa de revista. Ajoelhado, fazendo uma oração silenciosa, penetrei no templo vaginal da mulata, penetrei em êxtase, agradecendo a dádiva recebida. Estoquei com força, mas a menina interrompeu novamente o coito, disse que não queria que eu gozasse, me pediu para mamar seus seios. Os seios? Obras-primas do silicone, perfeitos, macios, com dois biquinhos que me fizeram salivar. Lambi muito os peitos da mulata, mamei com um bebê faminto. Subitamente, ela salta sobre o meu tronco, introduz Pikachu, o breve, no próprio cu e começa a rebolar. Acredite, forista sem fé, neste momento, quase precisei pedir soro e medicamento para a pressão arterial.

Ao perceber que eu estava arfando, quase me afogando de tesão, a garota fica outra vez de quatro e me convida. Meti, meti, meti e gozei. Despenquei moribundo sobre o colchão mundano. Aqui, a menina cometeu o seu único pecado, que comigo poderia ter sido fatal, mas relevei, ela imediatamente começou a vestir-se para sair do quarto.

— Já vai embora? — perguntei.

— Ah, amor, só faltam cinco minutos.

Eu não disse mais nada, comecei a me vestir em silêncio e deixei que ela saísse. Foi ponto negativo, mas não comprometeu o desempenho da mulher.

Pago a conta astronômica e ganho a rua do Rosário nua e deserta às 23h, fui caminhando, entrei pelo escuro Beco das Cancelas, desemboquei na rua Buenos Aires e caminhei até a estação do Metrô da Uruguaiana. A vida segue, de preferência, sem despedidas. Yes







ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Alicia Ferrari, pgggato45, Senior69, Predator, Saulo Top, ViciadoEmPeitudas, Dionizio_RJ, Brand, Tenista, ronondex, Michael Corleone, curtiram esse TD.
WHISKERIA 4X4 - R. Buenos Aires, 44 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99219-1063
KAREN
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$290.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ SIM R$0.00 SIM

19 de Março de 2022 às 11:03



Noite de sexta-feira, o relógio marcava um pouco além das oito horas. Faço sinal para o táxi, embarco e ligo meus fones de ouvidos tocando Hot Stuff, com Donna Summer, eu queria reviver na memória os bons momentos com Gisele. Desembarquei nem frente ao camelódromo, na av. Presidente Vargas, finquei minhas botas na calçada e caminhei até o Clube Afrodite, na rua Uruguaiana.

HOT STUFF


O Clube Afrodite fica em um sobrado caquético com dois lances intermináveis de escadas como desafio de fôlego para alcançarmos a pista. Finalmente, quando me vi arfando dentro da boate, o som que dominava o ambiente eram cantos de macumba regidos por uma mulher vestida de mãe de santo que tocava o rebu, as putas batiam palmas num ritmo que anunciava uma possessão coletiva, a sensação é de que havia uma tropa de Pombajiras à espreita, pronta para assumir os corpos desavisados. Quando vi uma menina jogar um gole de cachaça para uma imagem de São Jorge exposta no canto da pista, preferi fugir dali antes que o meu Pai Jonas se manifestasse em mim.

De volta as ruas, decidi escalar as escadas do Clube 210 (também na Uruguaiana), mas ao avistei a pista pensei que tivesse entrado no Trem Fantasma do Tivoli Parque, era um susto a cada relance dos olhos. Novamente, me adiantei para escapar ileso, seria mais fácil eu levar uma mordida do que fazer sexo naquele lugar. Desolado com a falta de opções, caminhei a esmo pelo Centro, um vampiro banguela atrás dos fluidos sagrados do orgasmo feminino. O que me restava? A placa com a inscrição Rua Buenos Aires me ofereceu a resposta, entrei na 4X4.

Negociei com o gerente para pagar cem reais de consumação no lugar dos cinquenta reais do ingresso, não coloquei roupão, invadi a boate com o meu uniforme de caça. Casa cheia, muitas mulheres, algumas no padrão top model. Eu não carregava a intenção de faze programa, não queria morrer em quinhentos pilas por uma bimbada, mas o destino é perverso e traiçoeiro. De repente, desfilando, pingando gotas de sensualidade pelo chão, surge uma morena bronzeada, com tipo de índia bonita, ou melhor, belíssima, emoldurada por um minúsculo biquine de renda e exibindo um corpo de fazer defunto sentir coceira na virilha. Percebi um filete de baba escorrer pelo canto dos meus lábios, me recompus e decidi me aproximar.

— Preciso saber seu nome, do contrário não irei conseguir dormir — o mesmo papo-furado de velho sem assunto.

— Oi, anjo. Karen e o seu?

— Dante, me chamo Dante.

A conversa fluiu e pedi arrego ao mesmo tempo que aluguei uma alcova. Que mulher absurda de gostosa é a Karen, além das curvas hipnóticas, da pele aveludada, dos lábios carnudos e acetinados, é daquelas fêmeas que nos causam a impressão de que vão gozar com qualquer toque que damos em seu corpo. Eu lambia seus seios médios, duros, empinados e ela revirava os olhos de tesão. Quando caí com a língua em sua vagina, a garota parecia que ia entrar em órbita de tanto que se contorcia emitindo gemidos estonteantes. Eu já estava quase gozando antes de meter, um espetáculo erótico. Quando foi Karen que abocanhou meu pau, me senti o capitão Kirk pedindo ao Sulu para entrar em dobra máxima. Não foi um boquete, mas uma viagem sideral.

Pedi que ela ficasse de quatro e penetrei ajoelhado naquele túnel enxarcado que faz o caminho do útero. Em ponto de bala, bastaram poucas estocadas para me fazer gozar. Caí nocauteado no colchão de tantas fodas vividas.

— Você mora onde? — a menina me pergunta.

— Na Tijuca, na bucólica Tijuca — respondo com o orgulho dos melhores tijucanos, porque tijucano que não se orgulha da Tijuca é tijucano genérico.

— Você mora sozinho?

— Com uma poodle.

— Ai, se eu não fosse sair tarde, bem que ia dormir com você. Pode?

— Deve.

Trocamos o número do WhatsApp e ela ficou de me mandar mensagem quando saísse para ficar comigo na Tijuca, não falou em cachê. Sinceramente, não acreditei que falasse a sério. Paguei minha conta de 400 contos e voltei para casa. Meia-Noite, chega uma mensagem no Zap...

— Oi, Dante, Passa o seu endereço.

Passei as coordenadas e dez minutos depois a morena estava na Praça Xavier de Brito. Fique tranquilo, forista sem fé, se me contassem, eu também não acreditaria. Fui recebê-la com meu pijama estampado com heróis da Marvel. Dentro da mansão Wayne, a conduzi para o quarto previamente refrigerado. Karen pediu para ir ao banheiro e quando voltou estava só com uma microcalcinha enfiada no rabo. Senti vontade de me ajoelhar e agradecer a Agronopolos (o deus dos libertinos) pela graça concedida. Ela me pediu uma massagem e aproveitou para arrancar a última peça, a calcinha enfiada no rabo. Comecei a massagem e acordei pela manhã com um sorriso idiota, desses que a funerária empalharia se eu morresse naquele instante.

Libertine-se! Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, alexrj, Diazepan, Alicia Ferrari, MRio, 50cent, Senior69, Possuído, CariocaGaludo, Velhin Tarado, Az,, Felipe_BR, PGSilva, Bart, Saulo Top, ronondex, cabradapeste86, delgran, Termista, Dionizio_RJ, curtiram esse TD.
BLACK & WHITE - Av. Paris, 634 , Bonsucesso - Rio de Janeiro - RJ
FERNANDA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ DISSE QUE FAZ R$0.00 TALVEZ

11 de Março de 2022 às 11:03






Quando o táxi entrou na árida Rua Santos Mello, no bairro do Rocha, havia retenção no trânsito e quando lancei meus olhos meditativos pela janela do automóvel, uma criança de rua, sem camisa, sentada num canto sombrio de uma mureta, me encarou com olhos tristes e vazios. Naquele momento me subiu um mal-estar inesperado, que quase me fez desistir de continuar o trajeto até a Black White. São muitos universos, muitas vidas paralelas, eu via as janelas acesas dos prédios e imaginava que cada ponto de luz refletido é uma história, um drama, talvez uma felicidade. Não queria que os meus pensamentos se enveredassem pela morbidez do mundo, espanei o baixo astral e prossegui na missão.

Quinta-feira, noite quente, vapores emergiam do asfalto. O motorista emborcou pela paisagem concreta a estéril Avenida Brasil, pegou a Linha Amarela, alcançou o bairro proletário de Bonsucesso e lá estava eu, pisando com as minhas botas sobre as calçadas da Avenida Paris, que de Paris não tem nada. Na hora em que desembarco do táxi, sinto uma fisgada na perna, uma cãibra (coisas de velho), precisei de alguns minutos para me recuperar da dor, mais um sinal de que não sair de casa poderia ter sido melhor. Entrei na boate, vinte reais o ingresso, sendo dez reais para consumo. A pista estava vazia, poucos clientes, mais mulheres do que clientes. Logo fui abordado por uma falsa magra gostosa, dispensei; outra morena que trabalhou na 502 me abordou, dispensei. Pedi umas cervejas, curti a música e nada do movimento melhorar. Estranhei, pois sendo ainda o décimo dia do mês a coisa deveria estar melhor.

De repente, porque tudo o que acontece na vida noturna é um de repente, uma mulata escultural e de bonezinho na cabeça entra em cena, a cada passo ela deixava pigar gotas de sensualidade pelo chão, tive a sensação de que até os meus pentelhos arrepiaram quando a vi adentrando pelo salão. Imediatamente, me coloquei em posição de alerta. Eu desejei aquela mulata, eu queria aquela mulata, eu teria aquela mulata, fiquei repetindo o mantra enquanto tentava acenar para que ela se sentasse ao meu lado. Finalmente, ela percebeu os meus acenos e se aproximou.

— Oiii! Posso te fazer companhia? — ela pergunta festiva, talvez por intuir que eu seria a salvação da lavoura daquela noite.

— Pode sim. Qual o seu nome? — emendei.

— Fernanda e o seu?

— Dante. Me chamo Dante.

Fiz a entrevista básica para saber se beijava na boca, se fazia anal, estilo do boquete e a garota foi aprovada. Pedi uma alcova.
A suíte da BW custa 250 reais, mas está em um estado apenas funcional, pelo preço que pedem poderia ter uma aparência melhor. Tomo meu banho em uma água escaldante, devo ter saído do chuveiro com a pele em estado de cozimento, pronta para ser temperada com Caldo de Galinha Maggi. Fernanda retorna nua e o meu coração quase saltou até a Penha. Acredite, forista sem fé, a menina tem um par de seios que você só vê em ensaios da Playboy, com a vantagem de não ter sofrido photoshop. Sem exagero, acho que escorreu um filete de baba pelo canto da minha boca quando contemplei aqueles peitos. Corpo irretocável, bunda empinada, barriguinha zero, coxas grossas. Fernanda é a maquete da alegria.

Começamos com beijos gulosos, mamei os peitos da garota como um bebê desesperado em busca de alimento, em nenhum momento ela me interrompeu, enquanto eu lambia seus biquinhos, ela acariciava a minha cabeça. Pedi que fizesse um boquete, ela fez com a competência do padrão termas, chupei sua sagrada vagina, mas a menina não gemeu, somente se contorcia e apertava os próprios melões. Botei de quatro, me ajoelhei em sinal de respeito ao templo em que eu iria penetrar e iniciei as estocadas. Não demorei para gozar, porque velho ou goza rápido demais ou não goza, a terceira idade é triste.

Papeamos um pouco e nos despedimos com mais beijos. Paguei a conta, chamei um táxi e os pneus cansados dos mistérios contidos no negrume do asfalto me conduziram de volta à bucólica Tijuca. Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Brand, Senior69, Saulo Top, Wolfgang, LP come queto, Incubo, ronondex, curtiram esse TD.
CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
CAROL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

10 de Março de 2022 às 19:03






Carol e Alice, duas mulheres que precisei lembrar aos fóruns que existem, duas divas que eu trouxe para o Arena Vip e fiz ver que são ótimas opções, até mais empolgantes do que muitas das mesmices do Centro da Cidade. O melhor de tudo, ficam localizadas no coração da bucólica Tijuca.

Uma das melhores virtudes da Tijuca, além das belas mulheres, é ser um bairro que atrai pouco a escumalha, para eles é contramão, é quente, é longe, essas coisas de escumalha, por isso as minhas caminhadas vespertinas pelo bairro revelam tanta gente bonita, luminosa e feliz. Sempre digo que a maior vitória do tijucano não é sair da Tijuca, mas conseguir permanecer nela. A Tijuca é uma das bases civilizatórias do Rio de Janeiro.

Sempre atenciosíssima, mesmo com o meu contato em cima da hora, Carol deu um jeito na agenda para me receber. Não sei se é necessário que eu diga mais detalhes sobre essa mulher fabulosa que é Carol, digo mulher porque possui a maturidade e experiência de quem sabe proporcionar prazeres que não encontramos em qualquer lugar, está naquela categoria de sacerdotisa do relax. Loira, alta, graúda, com um par de seios que parecem dois melões duros com marquinhas de biquíni, coxão, bundão e um beijo que engole os incautos.

Meu ritual é sempre começar pela massagem, me deito, deixo Carol trabalhar e experimentos uma das melhores massagens da cidade, com uma profissional que carrega a vantagem de estar se formando em fisioterapia. No sexo Carol já possui doutorado, pós-doutorado e título de doutora honoris causa. Atualmente, com a minha idade caminhando para dentro do terceiro ciclo da existência, Carol é a única que consegue me fazer gozar no boquete. Imagine um boquete espetacular... o da Carol é melhor. Com ela, não tem preguiça, a garota se dedica a nos agradar, a ter certeza de que sairemos do quarto querendo voltar.

Fico impressionado em reparar como mulheres de alta qualidade no atendimento possuem tão poucos TDs. Alice está aparecendo pelos relatos de foristas que seguiram o meu rastro, mas a Carol precisa ser cantada e decantada por outros libertinos, é uma mulher que impressiona. Muitos sonegadores acabam ocultando esses tesouros, talvez por um gesto de cobiça e egoísmo.

Quando Carol termina a sua massagem, meu corpo está completamente entregue à inércia, mas ela sabe levantar a única peça que conta para terminar a missão, ela abocanha com a fome das canibais o meu combalido Pikachu, o breve. Quase sempre gozo com esse golpe fatal da diva, mas umas poucas vezes resisto, peço para que fique de quatro e uso minhas últimas forças para batizar o fim da sessão.

Ainda não conhece a Carol? Vixe! Lamento por você Negativo

membro, Don Raton, Tarzan, Bart, Senior69, o_cara_o_cara, LP come queto, Fazzo Casanova, Wolfgang, MRio, Brand, predador69, Incubo, Alicia Ferrari, Ancião, CariocaGaludo, curtiram esse TD.
ALICIA FERRARI - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97401-7359
ALíCIA
POSITIVO
TEMPO: 240 MINUTOS VALOR: R$600.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

08 de Março de 2022 às 10:03



Uma brisa noturna e morna me esbofeteou o rosto e interrompeu os devaneios para onde a cerveja e a música me conduziram. Pelas caixas de som do pé-sujo Beco da Noite, na parte mais zen da Lapa, a melodia de “Da Ya Think I'm Sexy?” transbordava inundando os ladrilhos.

ROD STEWART

Para quem não me conhece, sou uma figura gótica, na aparência e no temperamento. O início da minha juventude adulta aconteceu no princípio dos anos 80 e coincidiu com a inauguração do movimento dark, da onda New Wave, frequentei a boate Crepúsculo de Cubatão, depois migrei para a Dr. Smith em Botafogo, Bunker em Copacabana, peguei gosto em me vestir de forma elegante, em tons escuros, me apeguei ao uso de botas (coisa do sangue gaúcho). Quem me fazia companhia? A solidão, que em mim é uma tara patológica, mesmo que isso soe como um contrassenso, mas não tenho pudor em confessar que às vezes ela pesa.

Você que me acompanha, dileto forista, sabe que sofro de insônia crônica e ansiedade noturna. Não me acontece todos os dias, porém, ocorre muitas vezes, é um tsunami de serotonina açoitando o meu cérebro, o que não me causa paz ou bem-estar, mas inquietude. Às margens da madrugada, sentado diante de uma mesa discreta na área externa do Beco da Noite, era assim que me sentia: turbulento.

O celular apitou alto, uma mensagem entrando no WhatsApp. Não era mensagem, mas uma foto. Quando abri, me assustei...



Que porra é essa? — pensei.

“O que significa isso?” — digitei no zap.

Já passava das 23h e Alícia decidiu me provocar.

“Tá por onde?” — me pergunta.

“Lapa” — telegrafo.

“Vou até aí pra beber contigo, me espera” — ela decreta.

Como o Beco da Noite é muito underground, atravessei a rua e avisei que a esperaria no Bar das Quengas. Julguei melhor combinar o encontro como um programa, com tempo e valor contabilizados por hora, um encontro por taxímetro. Alícia me disse que não tinha a intenção de sugerir programa (apesar da foto ousada), mas insisti e ela concordou que fossem momentos remunerados. Não hesitei em fazer negócio por ter certeza de que valeria o investimento. Como conheci Alícia? Não foi por anúncio ou relato, mas por um forista que me informou que ela tinha curiosidade de saber quem eu era. Por que a verdadeira identidade do herói libertino desperta tanto interesse? Um libertino tem múltiplas identidades. Nomes, fotos, endereços, nada disso revela quem ele é. Quer saber quem sou? Sou um abismo.

Uns trinta minutos se passaram e um Siena prata, de placa com final 40, para em frente ao Bar das Quengas. A porta do carro se abre e desembarca a loira em um microvestido preto com decote nas costas e fendas na altura da cintura, pernas sensuais de fora, cabelo livres ao vento e um sorriso maroto mirando em minha direção. Alícia chegava e todos os olhares do bar se voltaram para ela. O aroma da luxúria invadiu a atmosfera.

— Porra! Até que enfim, heim Dante! Homem difícil...

— Pois é... Conseguimos.

— Cadê Gisele?

— Sumiu.

— Pô, achei que ia rolar um ménage (risos).

— Esquece.

Para rebater toda aquela situação surpreendente, apesar do calor, pedi uma Salinas. Alicia preferiu uma caipirinha. A noite começava com a promessa de ser longa. Enquanto enchíamos a cara, fiquei tentando pensar em um destino para ir quando terminasse a nossa interação alcoólica, cogitei partir para o Mistura Certa e matar saudades do swing, mas uma nova pergunta da minha convidada me ofereceu a resposta que eu buscava.

— Onde é o Palácio de Cristal, Dante? (Ver em: PALÁCIO DE CRISTAL )

— Quer conhecer?

— Bora.

Fechei a conta por que o taxímetro da luxúria gira rápido. Dupla de ébrios, fomos caminhando em direção à boate, fiquei em dúvida se aquela revisita ao palco de Gisele não iria me deprimir, mas Alícia é uma mulher eufórica, alto-astral, uma barreira contra a melancolia. Ao nos aproximarmos da boate, o tal rapaz fantasiado de espartilho, aquele que me recebeu na minha primeira visita, estava na porta, nos entregou a comanda e amarrou em nossos pulsos a misteriosa fitinha colorida.

— Sejam bem-vindos, casal — nos cumprimentou e fez um movimento indecoroso e indescritível com a língua.

Enquanto escalávamos os degraus do sobrado, percorreu-me um frio pela espinha, imaginei o que rolaria se Gisele estivesse ali, sei que ela não se importaria, Gisele é uma selvagem, mas seria um choque revê-la naquela situação. Finalmente, uns cento e cinquenta degraus depois, alcançamos a pista da boate, o lugar estava lotado, a fumaça de gelo seco se misturava ao fumacê dos tabagistas, toda a fauna e a flora da cidade estava presente naquela noite. De longe, vi Maquita acenando, apontava uma mesa disponível.

— Caralho, o Maquita existe! — solta Alícia.

— Ué? Outra?! — dispara o indiscreto Maquita com o seu indefectível sotaque cearense.

Foi o tempo de perguntar e sumir, já cogitei muitas vezes a possibilidade de o Maquita ser uma entidade etérea. Dois minutos depois, uma pancada na mesa me fez pensar que o poderoso Thor havia lançado seu martelo sobre nós, mas era o Maquita chegando com dois copos de geleia cheios da cachaça que não pedi. Fazer o quê? Deixei.

— OUTRA?! — um grito esganiçado rompeu atrás de mim, o “outra” estava se tornando mantra.

O grito veio da Monike com “k”, a travesti que conheci na minha primeira visita ao antro. Por sinal, o ambiente estava sortido de travestis, gays, heteros, bissexuais e todas as formas de amor. Alícia contemplava tudo em silêncio, talvez estivesse tentando correlacionar o que escrevi com o que via. O ser humano é assim, descrente; o forista é pior, é sem fé.

As luzes se apagaram, o palco se acendeu, gelei. Uma das músicas que Gisele usava nos shows começou a tocar. “Puta que pariu” — pensei. A galera da plateia se levanta, grita, dança e entra em cena um travesti dublando Donna Summer, cantando “Hot Stuff”. Eu teria suspirado de alívio se Alícia não me puxasse para dançar. Logo depois, nos atracamos em beijos ferozes, desses que parecem anomalias espacial de Star Trek, um buraco negro que nos suga para os recantos mais desconhecidos da galáxia.

DONNA SUMMER

— Onde é o banheiro que você contou no TD? — questiona Alícia.

— Deixa o banheiro pra lá.

— Ah, Dante! Quero ver. Tô impressionada com isso aqui.

Quando dei por mim, estávamos naquele banheiro insalubre, reproduzindo o que foi uma das cenas mais icônicas da minha jornada libertina. Pegação, beijação, entramos numa das cabines e Alícia me aplica um boquete que deve ter sido a origem de todos os boquetes. Como eu mal conseguia pensar por causa do barulho, do risco e da circulação intensa do álcool no sangue, foi possível evitar a ejaculação precoce.

Voltamos para a pista e para a nossa mesa. Maquita havia desparecido, provavelmente retornou para Asgard, não vi mais Monike e Gisele, com certeza, não estava presente. Experimentei um tempero de nostalgia? Sim, mas Alícia me fez esquecer da minha paixonite por Gisele, Alícia é igualmente apaixonante.

— Tá na nossa hora? Vamos embora? — Sugeri a minha parceira.

— Pra onde?

— Cara, tem um motel bem simples aqui perto. Se você não se importar com a falta de luxo...

— Claro que não me importo, Dante. Parece até que não me conhece.

Terminamos a noite no sacrossanto Hotel Estadual, na rua do Rezende, e foi no promíscuo leito de um quarto espartano que os corpos arderam, os beijos se inflamaram e orgasmos celestiais foram proclamados entre gritos e sussurros. Qual meu nome? À noite me chamo Dante. O nome dela? Alícia, para sempre Alícia. Reverência

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Isadora Vilhena, Alicia Ferrari, Senior69, K-9, Xeique, Wolfgang, Epicuro, pgggato45, Prestigio, ViciadoEmPeitudas, Velhin Tarado, Igorviu, Dionizio_RJ, Bart, Incubo, Saulo Top, MRio, LP come queto, Cabra da Peste, Trunks, SK_Carioca, Fazzo Casanova, CariocaGaludo, zoiudo, ronondex, Gilmour, Suárez09, curtiram esse TD.
BLUE HOUSE - Estrada de Jacarepaguá, 5966 , Anil - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99291-6370
BARBARA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 TALVEZ

05 de Março de 2022 às 13:03



O rádio tocava Something In The Way, do Nirvana. O táxi escalava em marcha lenta, num quase sem fôlego que cobiçava o alto da estrada Grajaú – Jacarepaguá.

Something In The Way

Pela janela, eu vislumbrava a cidade, cemitério de vivos, se reduzir a pequenos pontos de luz, luzes brancas e amareladas, um pálido véu de falsas estrelas contemplando a imensidão enigmática do cosmos. Qual o sentido da vida que morre? Não conseguia evitar filosofices enquanto os pneus sofridos giravam em direção ao destino que escolhi. Viver sem buscar sentido, talvez seja a resposta. Meus olhos mergulhavam na mata árida, na favela que só encontra significado na miséria, na escuridão que me espreitava se misturando ao meu semblante interrogativo. As batidas da música se afogavam em mim.

Da Tijuca até a Blue House é um estirão. O taxista tagarelava reclamando dos passageiros, do trânsito, da vida. “Qual o sentido da sua vida?” — senti vontade de perguntar —, mas a resposta ele me oferecia com o seu papaguear interminável: é o caos que não aspira sentido algum.

Descendo a serra, minha mente submergia num Rio de Janeiro profundo, uma Gotham City sem Batman. Comungado com os pneus, com ritmo da canção estrangeira, eu corria em direção ao caos que me faz esquecer que não há sentido em nada, pois não pode haver sentido em vidas que morrem. Talvez, o único sentido da vida seja o orgasmo, a explosão de prazer que anseia germinar outras vidas sem sentido, num ciclo interminável de nascimento de natimortos.

A estrada de Jacarepaguá exibia bares luminosos, lotados de gente se alcoolizando, para esquecer, em busca do gozo que, numa duração de poucos segundos, nos eterniza neste planeta condenado.

— A boate está perto, é mais ali na frente — me avisava o taxista tagarela.

Eu vestia uma calça jeans, uma blusa escura e calçava as minhas botas inalienáveis. Ser libertino é o meu sentido, ser essa sombra que vaga pelos cabarés e pelos corpos mornos das prostitutas, sou a sombra que brilha. De súbito, o motorista diminui a velocidade. Chegamos. Pago os cinquenta reais da corrida e finco minhas botas na terra que circunda aquele território desconhecido.

Sou recebido por um sujeito mal-encarado que pede o meu celular e mete pedaços de esparadrapos nas câmeras do aparelho.

— É por segurança. Já tivemos problemas — ele me explica por entre os dentes.

Recebo uma comanda, outra porta se abre e estou dentro da boate. Mesa de sinuca, pequenos sofás, bebidas espalhadas por bancadas redondas e triangulares. A luz tênue da boate projeta silhuetas com pouca roupa dançando, o espaço não é grande. Mulheres na pista, mulheres chegando, a atmosfera de flertes gananciosos e olhares lúbricos compõe o enredo do inferninho.

Uma loira altíssima, de corpo cavalar, me encara. Decido me aproximar. Ela me conta que também cumpre expediente na 65. Pergunto o nome, pergunto o que faz na cama. “Não beijo na boca” — a resposta me faz descartá-la imediatamente. “Uma mulher que custa 400 contos na 65 e não beija na boca” — murmurei com tom de indignação. Malandra, antes da resposta fatal, conseguiu me tirar um drink caríssimo como brinde.

Vaguei pelos cantos do lugar tentando encontrar uma presa, eu estava determinado a foder. Mulheres que não me interessam se aproximam, eu as descarto sem permitir que se demorem na abordagem. Ela veio caminhando em passos lentos, mulata de 1,70m, cabelos curtos, dotada de curvas vertiginosas e olhos que pingavam sensualidade a cada passo que ela dava. Vinha em direção ao bar, na minha rota de interceptação. Não hesitei, interrompi a rota da mulher.

— Preciso saber seu nome — perguntei.

— Bárbara. E o seu?

— Dante. Meu nome é Dante.

Perdoe-me pelo trocadilho infame, afeiçoado forista, mas a Bárbara é bárbara. Uma beleza sem exuberâncias nos traços do rosto, mas o corpo curvilíneo, a bunda empinada que poderia estampar capa de revista, os olhos de ressaca que causariam inveja à Capitu de Machado de Assis... Bárbara é o abismo do tesão. Conversou comigo sem pressa, bebemos juntos, ameaçamos beijos públicos e impudicos, ela esfregava sua pele na minha e roçava seu rabo irretocável no meu combalido pênis. Pedi uma alcova. Quarenta minutos por 180 reais, no cartão sai por 220 pilas.

Ela me conduz ao quarto, um quarto amplo, com box e chuveiro, poderia ser o aposento de algum motel barato e de boa qualidade. Gostei. Bárbara me avisa que irá pegar seus apetrechos, aguardo. Ela volta rapidamente, se despe do minúsculo biquine e me beija com a sede de uma mulher que atravessou a secura de um deserto. Nossas línguas se enroscam, Bárbara geme, me abraça com força, esfrega-se em mim, roça sua vagina em meu pau.

“Que porra de mulher maravilhosa” — eu pensava.

Acredite, forista sem fé, Bárbara é realmente maravilhosa. É daquelas que se entrega completamente, goza, chupa desejando sugar o nosso sémen. Alertou-me de que não fazia anal, mas no quarto conduziu meus dedos para o seu cuzinho macio e apertado. O altar é o cu — asseverava o Marquês de Sade com a propriedade do maior libertino que existiu. Bárbara cavalga em mim com o rosto virado para o meu, me beija, me lança seus seios duros e bicudos para que eu os lamba; me cavalga de costas, pede que eu enfie o dedo em sua bunda, geme alto, parece gozar; fica de quatro, eu ajoelho diante daquele templo sexual e o penetro rezando um Pai Nosso.

Bárbara pede que eu a chupe e caio em sua vagina como um mouro orando à Meca. Ela se contorce, grita, goza outra vez. Abre suas pernas e me convida para a mais básicas das posições, subo por cima do seu tronco, penetro novamente em sua boceta e meto enquanto nossas línguas se entrelaçam num nó cego. Gozei estrondosamente, copiosamente, sentindo o infinito dos segundos em que os espermas saltam para a armadilha dos instintos. Desabei esgotado ao lado de Bárbara, semimorto. E naquele vazio depois do orgasmo, naquele breve momento em que deixamos de existir, lamentei por aqueles espermatozoides que jamais encontrarão um óvulo, senti a solidão ancestral de todos os libertinos, essas sombras que brilham. Reverência

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Brand, Lunna Aguiar, Tenista, Dionizio_RJ, Saulo Top, Oscar, The Shy, LNzao, Isadora Vilhena, Wolfgang, Pica_de_Cavalo, Madruguinha, Digboy, curtiram esse TD.
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