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RELATOS DO MEMBRO

ESPAÇO ZEN RIO - Rua do Carmo, 64 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99875-8837
SABRINA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$380.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 TALVEZ

02 de Junho de 2023 às 11:06






Semana de aniversário. Se não fosse pelo fato de ainda estar vivo (o que merece justa comemoração), não sei se fico feliz por estar envelhecendo mais um ano. Envelhecer é um conflito que nos liberta quando aceitamos a condenação.

Uma chuva fina e fria insistia em molhar as calçadas e os fantasmas do Centro do Rio. Eu caminhava descolado da realidade no fim de tarde de uma quinta-feira, ia submerso em minhas reflexões, atravessando o cenário cinza, reflexo das nuvens com peso de chumbo sobre a minha cabeça.

Fiz a opção de me afastar um pouco das freelancers, principalmente das que habitam o famoso entorno da Cinelândia, já pude comprovar por mais de uma vez que o ambiente se tornou tóxico, povoado por algumas meninas avessas a qualquer crítica e destituídas da boa ética profissional. Além disso, muitas das moças dessa região demonstram cansaço do ofício, antipatizam com foristas e não são mais capazes de oferecer uma interação que surpreenda. É óbvio que há exceções, mas não são suficientes para restaurar o meu entusiasmo. Por isso, retornei ao garimpo dos bordeis e à caça a mulheres fora desse circuito viciado da Praça Mahatma Gandhi.

.....................

Emparelhado com o celular, o aparelho auditivo derramava I Miss You nos meus ouvidos, me fazendo recordar do amor desvairado que senti por uma gaúcha que atendia em Copacabana na década de 90, sendo essa a trilha sonora que marcou o nosso romance.

I MISS YOU

Acredite, forista sem fé, já existiram putas inesquecíveis. Hoje parece que só restaram as descartáveis ou, talvez, seja o meu nível de exigência que se tornou mais intolerante quando gasto o meu dinheiro.

No ano passado, decidi selecionar uma mulher para ser minha companhia fixa no mês do meu aniversário, a escolhida foi a Isadora. Fizemos de tudo, fomos ao cinema, ao teatro, almoçamos e jantamos juntos, realizamos passeios interessantes, swing, passamos uma bela tarde em um motel. Foi diferente, foi bacana. Ela ganhou um bom dinheiro e eu realizei a minha vontade. Infelizmente, neste ano não vejo nenhuma que possa ou que me atraia para repetir essas delícias de aniversariante.

Sou gaúcho (criado no Rio) e geminiano por nascimento, somando essas duas características com o tempero carioca, se tornou impossível escapar de ser um iconoclasta.

.....................

Meu destino estava traçado, eu iria para a uisqueria da Cancun (atual Manhattan). Das ruínas que sobraram das antigas Termas do Centro, a Cancun é a única que ainda me agrada na medida do possível. Há meninas bonitas, gosto da atmosfera da uisqueria, só me incomoda o baixo movimento de clientes. Um cabaré vazio, não sei explicar o porquê, é constrangedor.

Da última vez em que tentei ir a essa casa, fui recepcionado por um porteiro mal-educado e desisti de entrar. Atualmente, os bordeis do Centro deveriam ter um critério rigoroso sobre quem colocam na porta para receber os clientes, pois o tempo é de crise. Nesta segunda vez, entrei.

A luz leve e amarelada, a música em um volume suave, o sofá e as mesas circundando a pista, tudo isso constrói um clima aconchegante. Apesar de não ter passado por nenhuma reforma desde que foi inaugurada, o lugar está bem conservado. Pedi o meu uísque e entrei no estado de contemplação. Há um consumo obrigatório de 70 reais, o que me faz pedir doses de uísque para abreviar a exigência.

Não demorou muito para que eu avistasse uma mulher alta, de cabelos aloirados, dotada de um corpo colossal. Digo com sinceridade, afeiçoado forista, a garota tinha um porte impressionante, um desses exemplares raros nos dias de hoje, dessas fêmeas que chamamos de Top. Como quase não havia concorrência masculina na casa, não me afobei. Continuei degustando o meu uísque sem pressa, pensando na morte da bezerra e me deixando relaxar.

Transcorrido alguns bons minutos, convoquei a loira. Apresentou-se como Sabrina, uma ninfa na flor da idade (23 anos) e nova no ofício. Fiz a entrevista básica, paguei um drink para ela e desviei-me por assuntos correlatos ao bordel.

— Tá um pouco vazio de cliente aqui, né? — perguntei o óbvio e ululante.

— É porque está caro.

A resposta me surpreendeu e foi ao encontro de uma situação que venho insistindo em expor. Será que as meninas de bordeis não prefeririam um cachê menor, que ao menos garantisse que elas trabalhassem mais? Infelizmente, os cáftens mais antigos ainda não caíram na real. Na verdade, é uma reflexão que deve ser feita por qualquer um que trabalhe com sexo pago nos dias atuais.

Como Sabrina me agradou, pedi uma alcova.

.....................

Nua no quarto, revelou toda a sua exuberância e protuberâncias. Beijou-me com carinho, provavelmente para me agradar disse que preferia homens mais velhos, alisava o meu combalido pênis enquanto enviava a língua entre os meus lábios. Um velho, quando beija uma garota no calor da juventude, também rejuvenesce. Uma garota realmente linda, dessas que causam impacto aos olhos.

Pediu para que eu me deitasse e embarcou em um boquete que me fez sair do corpo. Aqui virá a decepção do leitor que me acompanha, não consegui resistir, gozei uns dois litros de leite na boca de Sabrina em menos de 5 minutos. Uma das gozadas mais rápidas que dei na vida. Certo de que não alcançaria uma segunda ereção, ficamos conversando, nos beijando, trocando carícias, ganhei até massagem.

Um pouco antes de terminar a hora contratada, me despedi da moça. Paguei a conta e voltei a pisar na desértica e fantasmagórica Rua do Carmo. Eu me assombro ao constatar como os mais jovens aceitam passivamente o tédio sexual, pouco se aventuram, agem com o mesmo mofo dos homens casados. Deve ser o tal abismo entre as gerações. Caminhei até a Rua Primeiro de Março, atravessei o Arco do Teles e me acomodei em um bar para tomar a última dose. Mês de aniversário, mês de gastança, muitos novos encontros virão. Para um libertino, a noite nunca tem fim.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Felipe_BR, Sueco, ronondex, Lyon, Brand, Lucifer, Senior69, The Witcher, Gatitus, Digboy, PauloCesar, Dionizio_RJ, ZezinhodasTermas, Diazepan, curtiram esse TD.
CLUB 13 - Praça Olavo Bilac, 13 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
INGRID
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

31 de Maio de 2023 às 19:05



Por que registramos nossas histórias em fóruns de sexo pago? Já participei de mais de meia dúzia deles e posso afirmar que participo, em primeiro lugar, porque sinto prazer em escrever e descrever os meus encontros sexuais; a segunda razão vem do próprio fórum, do clima amistoso, do respeito e consideração dos administradores e moderadores pelos foristas e pelos benefícios que ocasionalmente o fórum oferece através da sua visibilidade.

Infelizmente, desses fóruns que participei, quase todos acabaram, cumpriram um ciclo. Alguns afundaram pela postura errática dos administradores, outros pela absoluta ignorância dos proprietários sobre o mecanismo do site e mais alguns por conta de brigas internas entre os que fundaram. O Arena é um fórum relativamente novo, bem administrado, há um investimento constante em melhorias e atualizações, além disso todos nós temos acesso ao Brand, que centraliza a gestão. Mantendo o ritmo e a postura simpática ao forista, o Arena vai muito longe ainda.

Foristas são, antes de tudo, produtores de conteúdo. Sem eles não existe o fórum, assim como sem usuários não existiram as Redes Sociais. O fórum de sexo pago é somente um espaço virtual cedido e administrado por alguém, mas é o forista que encarna o seu conteúdo e as mulheres a sua matéria-prima.

Feita a introdução, desenvolvo agora um último pensamento. Cada vez sinto menos motivação para escrever sobre as freelancers, não tanto pelo atendimento delas, mas pela falta de senso comercial, a falta de valorização que demonstram por um tipo de cliente que também é publicitário gratuito do trabalho que realizam. Vejam, eu reservo um tempo como este, sento-me em frente a tela do PC, me concentro e escrevo o relato sobre um encontro que de nada me servirá como vantagem nem a garota irá me oferecer qualquer tipo de benesse pelo esforço dedicado a promovê-la.

Ontem eu estava no Centro e fiz contato com algumas com quem saí e sobre as quais escrevi nos últimos meses, nenhuma delas teve a consideração de me tratar com qualquer tipo de deferência ou demonstrar vontade de facilitar o encontro. Perco meu valioso tempo fazendo propaganda alheia e o que vem é a indiferença, continuo sendo qualquer um no mercado das frees. Parei.

Sei que virão os advogados de garotas de programa para me contestar, mas esses não são foristas, são antiforistas. Sou um dos foristas com maior número de relatos aqui no Arena, então posso me dar a liberdade de ser franco. Grande parte das frees nada fazem para mostrar que valorizam o cliente forista.

Sou um profissional da palavra, muitas vezes ganho para escrever, não vou mais perder meus preciosíssimos minutos escrevendo para alguém ganhar e depois cagar na minha cabeça. Sim, afeiçoado forista, isso é um desabafo e uma declaração que aconselha, indiretamente, a maior parte das meninas que trabalham por conta própria a fazerem um curso no SEBRAE.

Um cliente é um cliente, mas um cliente que as promove, que traz visibilidade e reforça a marca de cada uma não é só um cliente, é muito mais.

Por isso, tenho preferido retornar aos bordéis, onde, por incrível que pareça, algumas moças demonstram mais consideração e interesse em fidelizar clientes. Sabem que a coisa está feia. Nos bordeis relaxo mais, me divirto mais, gasto menos e entendo que lá as garotas trabalham por produção, escolhos as que agregam qualidade. Quantas dessas meninas eu trouxe para os fóruns? Trouxe pelo respeito que elas sentiram por mim.

Foi assim que entrei na 13, que fica ali no entorno da Buenos Aires. A casa estava lotada, isso no meio da tarde. Enquanto os grandes cabarés estavam fechados, a 13 faturava abrindo mais cedo. Algumas mulheres interessantes, escolhi uma chamada Ingrid, loirinha mignon de olhos verdes, belíssima. Contou-me fazer dois turnos, o primeiro nos trashs e o segundo na 44. Alcova.

Irei abreviar este relato. A menina me atendeu muito bem, no melhor esquema barba, cabelo e bigode. Não gosto das instalações para o relax da 13, mas Pikachu — o breve — estava inspirado e se saiu bem. Cumpri a missão e ganhei as ruas.

Saibam que a partir de agora, escolherei criteriosamente as frees sobre as quais for escrever. Deixo para os mais jovens o caminho do engano. Entrei no modo “quer rir, faça-me rir”.

A saga continua... Morte

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, Senior69, Dionizio_RJ, ViciadoEmPeitudas, Brega, Digboy, Papai Noel, PauloCesar, Barbosa82, Romero, Jucabar, voicersex, Arch Enemy, Sueco, The Witcher, Lucifer, Degrov Morgan, ronondex, Paizão_Tricolor, Morcegão, alceuvc, Gatitus, Nego Dengo, curtiram esse TD.
PAOLA RABANNE - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96436-6226
LORENA
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$500.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

27 de Maio de 2023 às 13:05



FA-BU-LO-SA!

Pensam que não sou um homem religioso. Alguns podem dizer, inclusive, que não professo nenhuma fé. Preciso discordar. Minha religião é a intangibilidade imaterial dos livros, minha fé está na abstração das palavras. Não gosto quando dizem que “o Dante escreve bem”, quem escreve bem não pode parecer que escreve bem, pois o foco é o conteúdo e não a forma. Portanto, se alguém diz que escrevo bem é porque não estou escrevendo tão bem quanto gostaria.

Para que toda essa introdução? — reclamaria o forista impaciente. Tudo isso é para que eu possa afirmar que não utilizo as palavras em vão. Para mim, o que a palavra expressa é uma verdade sagrada, é a conexão de todo o meu corpo sensorial com a realidade. Sendo assim, posso dizer sem receios de exagero que a Lorena é uma mulher absolutamente extraordinária. Digo mais, Lorena talvez tenha sido o meu melhor encontro deste 2023 e não me lembro de nenhuma que a supere entre as que conheci em 2022. Acredite, forista sem fé, Lorena é dessas mulheres semelhantes aos cometas mais reluzentes que atravessam o nosso céu somente de dez em dez anos. Rara e valiosa.

Simpática e muito atenciosa pelo Zap, foi um dos agendamentos mais fáceis e agradáveis que realizei nos últimos tempos. Uma aula para as que não sabem nos recepcionar pelo Zap. Arrisco-me a dizer que o prazer com a Lorena já começa no próprio agendamento.

Acelero a conclusão das minhas tarefas profissionais e chego meia hora adiantado ao Centro da Cidade. O ansioso quer sempre comer cru.

Outono deveria ser uma estação eterna no Rio. A temperatura amena, a luz solar aconchegante iluminando o cenário com suavidade e aquela sensação de paz que só a harmonia dos elementos da natureza é capaz de nos provocar. Lorena me envia uma mensagem avisando que se atrasaria e me pedindo para aguardar. Por que eu não aguardaria? Escolhi um lugar no Bar Amarelinho, pedi o meu uísque e fiquei contemplando o fluxo de gente na Cinelândia enquanto aguardava a convocação.

— Pode subir — Lorena me avisa após uns 20 minutos.

........................................

Num átimo de 5 minutos, me vi diante da porta da esperança, orando a Zeus para que aquele encontro me satisfizesse. A porta se abre, entro e vejo a loira com porte de bailarina do Faustão, emoldurada por um traje extremamente sexy. Lorena me recebe com um abraço, um sorriso e um carinho que quebra qualquer gelo.

Tomo uma ducha e quando retorno ao quarto, ela cola o seu corpo no meu e me tasca um beijo na boca que fez o meu temperamental Pikachu — o breve — despertar da preguiça de sua tumba. Afeiçoado forista, que beijo! Classifiquei o beijo de Lorena como um dos melhores de todos os tempos. Ela beija com entrega, sem economia, aceitou o meu bocão sem fugir e correspondeu à minha língua. Nossas línguas, talvez, tenham feito sexo antes de nós, se embolaram, trocaram saliva, prenderam-se em um nó cego de tesão, o suficiente para me avisar que eu estava no lugar certo, com a mulher certa e na hora certa.

Peço que ela tire a roupa. Lorena começa a se despir com calma, como se me mostrasse que não havia necessidade de pressa, cada peça que cai revela o seu corpo exuberante, os seios esféricos e suculentos, a bunda de capa de revista, as coxas de uma amazona.

— Pode dar uma voltinha pra mim? — imploro como um adolescente.

Lorena gira o corpo e o meu coração quase explode, minha pressão arterial deve ter aumentado. Ela se deita ao meu pedido e mergulho sobre o seu corpo, me esfrego em sua pele, mamo seus seios com a fome de um recém-nascido, beijo sua boca com a sede dos camelos do Saara, me farto naquele banquete carnal como se fosse a última refeição de um condenado. Eu estava tão comovido com a abundância lasciva da moça que também poderia ter chorado como um bebê. Que mulher primorosa.

A menina inverte a posição e abocanha o meu combalido pênis como se não houvesse amanhã, chupa sem intervalo, quase me levando ao gozo em vários momentos. Ela chupa o pau, lambe o saco, pede pela minha seiva em sua boca. Herói é quem resiste ao boquete de Lorena, mas eu queria senti-la nos seus domínios mais profundos.

Ela monta sobre o meu tronco, sinto o calor de sua chana em minha virilha, aperto seus seios... eu já estava entrando naquele estado de delirium tremens.

— Fica de quatro pra mim — peço.

Lorena se acomoda na posição, empina a bunda irretocável para o alto e então me vejo diante daquele majestoso tobogã erótico. Devidamente plastificado, vou ajeitando o meu combalido pênis na portinha da vagina e o introduzo. Lorena geme, mostro a ela o meu aparelhinho de eletrochoque e ela o coloca sobre o clitóris enquanto começo a penetrá-la. Lorena quase grita de prazer, avisa que vai gozar, eu aumento a velocidade das estocadas, frenético, febril, insano de desejo por aquela loira. Explosão mútua, gemidos mútuos, gozamos juntos. Que momento maravilhoso.

Despenco na cama. Ficamos conversando, o meu tempo havia estourado, mas em nenhum instante Lorena pareceu se importar. Ficou deitada e abraçada comigo. Para não abusar da hospitalidade, preferi me despedir. Quase saio sem pagar a conta. O encontro, quando é sublime, nos faz pensar que estamos com uma namorada e Lorena é dessas mulheres que tem o talento da conexão imediata.

Ouso anunciar que ela possui todas as virtudes para ser a próxima superstar do Arena. Ganho as ruas com as emoções em festa, finalmente um encontro de deixar o gosto de quero mais. Agora, é planejar hipotecar o imóvel e o carro para ser feliz por muitas vezes com esse colosso de mulher. A Supremacia Rabelo está no ar Girl9

membro, Gatitus, Brega, Dionizio_RJ, digiwolf, Saulo Top, The Witcher, Digboy, Teddy, Veronica Carbone, PauloCesar, Senior69, pgggato45, Oscar, The Shy, Ninho, Papai Noel, Solaris_RJ, Duelista, Monge, Tronche63, ViciadoEmPeitudas, Ikki RJ, Rafa 66, Y@N, Lemos, pauloeduardo, ronondex, Barba(TheHug), curtiram esse TD.
SWING 2A2 - R. Visconde de Caravelas, 176 , Botafogo - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99948-6284
GABRIELE
POSITIVO
TEMPO: 240 MINUTOS VALOR: R$350.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

21 de Maio de 2023 às 11:05






O ritual é mais importante do que o ato...

Fim de semana. Sentei-me diante da mesa de um bar a poucos metros de distância da boate 2A2. Novamente, para reincidência da minha surpresa, havia uma fila extensa na porta. Noite de friaca, pedi uma dose de Black Label e exerci o meu direito à contemplação. Um gato preto se acomodou debaixo da minha mesa. O que Zeus queria me dizer com aquela cena?

Conheci Gabriele no Tinder, uma jovem de vinte e três anos, moradora do Méier, corpo irretocável e rosto simétrico. Bom papo, a voz com um leve tom de goiabada nos áudios que trocamos, o que me causou desconfiança, mas prossegui no contato por uma semana.

A certa altura das nossas conversas, introduzi o tema do swing e Gabriele me disse que adorava. Entusiasmei-me. Ela frequentou um swing da Barra da Tijuca e disse que era um dos seus programas favoritos. Gosto de sexo — ela me disse. Sinceramente, um velho libertino sabe que nada é tão perfeito e confirmei isso quando perguntei se ela poderia ir comigo.

— A gente pode fechar negócio — responde a garota.

Nada de novo sob o céu carioca. O Tinder virou um portifólio de putas camufladas. Depois de propostas e contrapropostas, fechamos em 350 reais sem tempo pré-definido. Ela foi flexível, não criou obstáculos e alegou que a grana era mais para pagar as contas da semana, mas ela iria porque gostava mesmo de swing. Fiquei satisfeito, melhor do que ir com essas cascudas que cobram por quilo.

Sugeri que ela fosse de Uber até Botafogo, eu pagaria. Justifiquei com sinceridade, detesto dirigir à noite e como eu queria beber... Ela aceitou sem contestação. Cheguei mais cedo, chamei a garota pelo zap e ela me avisou estar pronta. Mandei um carro para buscá-la e trazer ao bar onde me acomodei, agora na companhia de um gato preto.

Quando estava na terceira dose do Black, vi um automóvel se aproximar e ancorar quase em frente a mim. Desembarca uma morena de negros cabelos compridos, olhos de cigana, pernas longas e torneadas, emoldurada em um curto vestido justíssimo de couro vermelho. Senti uma ponta de ansiedade, o porte da moça intimidava. Ela demonstrou que me reconheceu, foi se aproximando em passos rebolativos, arrastando todos os olhos ao meu redor.

— Dante? — perguntou sorrindo.

Acredite, forista sem fé, quase sofri um AVC. Meus lábios tremiam, naquela reação de quem não acredita no que vê, meu aparelho auditivo apitou em estáticas de microfonia, é provável que tenha escorrido um filete de baba pelo canto dos meus lábios. Tudo isso aconteceu em uma fração de segundos, antes que eu confirmasse a minha identidade.

— Sim, sou eu. Me chamo Dante.

Gabriele me deu dois beijinhos, não no rosto, mas daqueles que pegam um pedacinho do canto de cada lado da boca. Foi como se ela dissesse “sou safada”. Ela se sentou bem perto de mim e perguntou se eu poderia pedir uma caipirinha. Eu encomendaria um alambique inteiro para aquela mulher.

Olhei para debaixo da mesa, o gato preto havia fugido, como se tivesse passado por ali só para me fazer companhia. Na primeira metade do copo de caipirinha, Gabriele parecia já estar tomada pela Pombajira. Ria à toa, ficava apertando a minha perna, me pedindo para tomar conta dela, pois não conhecia a 2A2.

......................................................................................

Hora de ir. Trôpegos, saímos do bar e fomos em direção à boate. A fila estava menor. Gabriele enlaçou a minha cintura e esperamos a nossa vez de entrar. Eu estava animado, a garota dava mostras de que pretendia render muito. Confesso que me identifico melhor com o Mistura Certa, no Centro, mas como o Mistura Certa se tornou mais um clube de ménage do que de swing, fiquei com receio de assustar a mulher logo no primeiro encontro.

Entramos. Uma festa temática: “A Noite do Topless”. Custo de 190 reais o casal. O lugar estava lotado. Confirmei que a 2A2 continua frequentada, em grande parte, por um público jovem. Ninfetas seminuas, seios à mostra; roupas sumárias, indicações de fetiches. Vi pouca gente da minha avançada faixa etária, a sorte foi estar em companhia de uma garota no alvorecer da juventude.

Gabriele me pediu uma tequila. Confidencio a você, afeiçoado forista, eu temo mulheres que bebem tequila, guardei o trauma quando quase precisei realizar um exorcismo em uma há poucos anos; dou meu próprio exemplo, o pior porre da minha vida foi com tequila, acordei com o carro estacionado sobre um canteiro central da Lagoa Rodrigo de Freitas e demorei dez minutos até lembrar do meu nome. Perguntei a ela se não poderia fazer mal beber tequila, ela me respondeu que estava acostumada. Que venha a tequila...

A garota bebeu de um gole só, meus pentelhos se arrepiaram só de ver. Pediu outra.

— Tem certeza, menina? Não quero carregar ninguém no colo, heim.

— Não esquenta, amor. Pode pedir. É o que eu bebo.

Outra golada e pediu a terceira. Para evitar a quarta dose, sugeri que subíssemos ao andar da orgia. De salto alto, Gabriele tinha a minha altura, me impressionou ver como seus quadris ondulavam num simples passo.

O andar do pecado estava congestionado, quase intransitável. Fomos ao aposento da cama coletiva e eu me senti entrando em uma festa organizada pelo Calígula. Fomos conhecer o quarto escuro. De repente, eu estava sendo chupado sem enxergar quem me chupava e Gabriele sumiu.

— Cadê você, Gabriele? — perguntei sem resposta.

Não tinha como procurá-la, pois eu estava imobilizado pelo misterioso boquete oculto no breu. A mamada continuou impiedosa, o ritmo foi alternado com uma punheta. Não dá mais para segurar, explode coração. Gozei uma caixa de leite da Parmalat sem saber na boca de quem estava gozando.

Saí daquela escuridão tateando as paredes e avistei Gabriele sendo seviciada por dois caras contra parede. Ela me olhou e me chamou. Somamos três caras revezando no amasso. Se eu soubesse que ela gostava de ménage, tinha levado para o Mistura Certa. A garota gemia, agarrava um pau de cada vez, chupava os três quase ao mesmo tempo, como se estivesse ensandecida de tesão.

Ela nos puxou para a sala da cama coletiva, ficou de quatro, levantou o vestido e revelou a ausência de calcinha. Um dos rapazes meteu sem dó, Gabriele gemia quase aos gritos. O sujeito gozou, veio o segundo e maltratou a vagina da menina. A mulher de um deles beijou Gabriele na boca. Antes que viesse um terceiro sujeito, pedi para darmos uma pausa. Descemos para o andar social, a recepção do palácio de Calígula.

Atualmente, quando eu gozo, perco o interesse sexual. Coisas de velho. Minha vontade era ir embora, mas nos sentamos em um sofá, num canto discreto da boate, para resgatar o fôlego. Gabriele encostou a cabeça no meu ombro e... dormiu de roncar. Cutuquei-a para despertá-la e perguntar se queria encerrar a noite, ela teve mesma reação de um defunto. Emergiu no meu pensamento a expressão que resumia o maior meu temor: puta que pariu.

A garota não acordava de jeito nenhum. Parecia a Branca de Neve depois de comer a maçã da bruxa. Usei uma tática que me foi ensinada por um ébrio tijucano, fui ao bar, pedi umas pedras de gelo, voltei e esfreguei sobre a nuca da garota. Após fazer a operação três vezes, ela deu sinais de ressurreição. Não perdi tempo, perguntei logo o seu endereço, avisei que ia pedir o táxi. Balbuciando, ela me deu as coordenadas de sua casa, as mesmas de quando mandei buscá-la. Tudo que eu não queria aconteceu, íamos ter que embarcar juntos rumo ao Méier.

Durante a viagem, fui dando tapinhas leves em seu rosto.

— Ela tá pior que gambá, heim Dr? — ironiza o motorista, estrebuchando uma risada cavernosa.

Chegamos ao condomínio onde ela morava, minha sorte é que havia um porteiro de plantão. O rapaz se aproxima e me lança o sotaque cearense.

— O que tá havendo aí?

— Ela bebeu um pouco demais, meu amigo. Você sabe qual é o apartamento dela?

— Gabriele é assim mesmo. Deixa comigo — sentenciou o porteiro.

— Qual seu nome? — perguntei.

— Salomão.

Só pode ser piada — pensei.

Pelo visto, a garota tinha histórico de cachaceira. Meti o pagamento combinado em sua bolsa, deixei-a com o porteiro, embarquei no táxi e parti para a bucólica Tijuca com a promessa de nunca mais voltar. Nunca sei se Zeus quer me sacanear, mas pelo rádio da viatura transbordava o som de Say A Little Prayer. Subimos a rua Hermengarda e mergulhamos no negrume do asfalto.

À noite, para um libertino, qualquer aventura é possível... Dancinha

Say A Little Prayer

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Sueco, Morcego Vermelho, The Witcher, Saulo Top, Senior69, Gatitus, Lucifer, Digboy, Random, Latrell Spencer, Paulista88, Dionizio_RJ, Bumpy Johnson, Jhart, Brand, Papai Noel, Predator, ninjacariocarj, pauloeduardo, pgggato45, Nego Dengo, ViciadoEmPeitudas, Lemos, petropolitano, eltonbono, Holmes, curtiram esse TD.
PRÉDIO URUGUAIANA 24 - Rua Uruguaiana, 24 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
JANETE
NEGATIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$100.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI DISSE QUE FAZ R$0.00 NãO

19 de Maio de 2023 às 18:05






Eu pisava rápido, sem rumo, pelos arredores vespertinos da rua Uruguaiana. Tentava aquecer os ossos contra a brisa gélida do outono carioca. Resolvi com rapidez as pendências burocráticas que precisei desembolar pelo Centro e no tempo que restou fiquei sem saber para onde ir. Entrei pela moribunda rua da Carioca e desemboquei na Praça Tiradentes, que mais parece uma casa em ruínas. Sentei-me em um boteco próximo ao Teatro João Caetano e ao Real Gabinete Português de Leitura. Um pé-sujo nos moldes tradicionais. O clima mais frio aprovou e pedi uma Salinas, o que não combinava era o relógio acusando ainda o horário de meio da tarde.

Turbinado, após três doses da cachaça, retornei trôpego pela rua da Carioca e me decidi a entrar no Palácio das Vampiras, o número 24 da Uruguaiana. Atravesso aquela recepção camuflada que parece disfarce para a Batcaverna e estanco os passos para esperar a velha cabine de portas pantográficas que me lembra o elevador do filme “Coração Satânico”. Na fila, eu, uma puta seminua na minha frente e um sujeito com aparência de barqueiro do Hades atrás de mim. Em determinado momento, me senti como se estivesse aguardando para ser apresentado ao próprio Diabo.

Desembarcamos todos no último andar, onde não havia nada nem ninguém. Descemos, eu, o barqueiro de Hades e a puta, pisando com cuidado os tortuosos degraus daquele prédio mofado. Acelerei o ritmo, e cheguei sozinho ao primeiro andar, o piso com mais mulheres e que geralmente abriga as adeptas do topless. Avistei um par de seios que parecia ter sido esculpido por Michelangelo, me lancei na abordagem.

— Quanto é para ficar com você? — pergunto sem rodeios.

— Hoje estou dando desconto para coroas, faço 100 uma hora.

— Desconto para coroa? — insisto em outra pergunta.

— Isso. Coroa dá menos trabalho.

— Qual seu nome?

— Janete.

Sim, afeiçoado forista, são as delícias da terceira idade, descontos e gratuidades nos pequenos prazeres cotidianos. Quase perguntei se para deficiente auditivo o desconto seria maior. Durante a entrevista, a menina me garantiu que beijava, chupava sem capa e faria anal se interessasse. Pedi uma alcova.

Que fique claro que as alcovas do Palácio das Vampiras ficam dentro da pista onde as meninas se exibem, nada nos protege do som altíssimo que colocam para animar o ambiente degradado. Você transa ao som dos piores pagodes da MPB. Antes de

Antes de ir para a baia, pedi para ir ao banheiro e a menina me indicou o caminho. Quando entrei no banheiro, tive a sensação de cair dentro da rede de esgotos da cidade. Uma nojeira. Como se não bastasse, havia uma garota urinando por cima de um ralo.

— Ah! Essa privada é muito suja — ela diz ao me ver, sem surpresa nenhuma.

Mijei na ponta dos pés e tapando o rosto com receio de que algum elemento químico daquela privada pudesse espirrar em mim. Voltei para o salão e me dirigi à pequena alcova. Janete já me esperava completamente nua, cai de boca naquele par de peitos e ela me alertou para mamar devagar. A garota não demonstrava o menor tesão enquanto eu abocanhava seus seios, mas continuei porque realmente eram seios apetitosos.

Com 15 minutos de programa e Pikachu ainda amolecido, Janete me pergunta “como vai ser” ...

— Como assim, como vai ser? — perguntei olhando para o meu relógio.

— Quer gozar como? — ela devolve.

— Quero gozar quando ele ficar duro. Você consegue endurecê-lo? — chuto para o gol.

Janete se posiciona, pega o pequeno Pikachu — o breve — e o coloca na boca. Infelizmente, foi neste momento que se revelou o aspecto trágico do encontro. Janete não chupava, mastigava o pau. No início, eu achei diferente, apesar da dor que senti quando a dentada pegava mais forte. Depois de uns 40 segundos o meu combalido pênis começou a ficar dolorido, pedi que ela parasse.

Consciente da situação difícil e certo de que a coisa não rolaria conforme as minhas expectativas iniciais, perguntei se Janete poderia me masturbar. Ela pegou meu pinto com a mão como quem recolhe cocô de cachorro na calçada e realizou a punheta. A pior da minha vida. Desiludido, sabendo que aquela mulher não conseguiria me elevar ao orgasmo sagrado, preferi encerrar o assunto.
Quando Janete disse que “coroa dá menos trabalho”, deve ter se referido a dar menos trabalho de enganar. Paguei cem reais e comprei gato por lebre. Já não me estresso, são os riscos da operação. Vesti minha roupa, desci as escadas tortuosas do Palácio das Vampiras e ganhei as ruas. A aventura continua... Yes

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
PéSSIMA PéSSIMO
membro, Senior69, Shadz22, Brand, Degrov Morgan, Brega, Barbosa82, Sued, Gatitus, Papai Noel, Dionizio_RJ, Digboy, ViciadoEmPeitudas, CariocaGaludo, Saulo Top, Morcegão, LP come queto, AnjoEndiabrado, pgggato45, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Av. Atlântica , Copacabana - Rio de Janeiro - RJ
CASSANDRA
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 TALVEZ

16 de Maio de 2023 às 11:05






“O sexo é uma selva de epilépticos”
(Nelson Rodrigues)

Já se fazia muito tarde da noite. Um amigo me chamara para encontrá-lo na Adega Pérola, em Copacabana, mas de início recusei-me a sair. A madrugada avançou e a minha insônia crônica não perdeu o hábito de imperar sobre o meu descanso. Não aprecio mais dirigir à noite, me incomoda dirigir de óculos. Decidi, porém, romper com as minhas manias senis e encarei o volante noturno para tentar encontrar o meu amigo antes que deixasse a Adega de Copa. Acionei o entorpecido Sucatão e mergulhamos no negrume cabalístico do asfalto.

No caminho, me desviei um pouco do destino. Com o risco de perder a oportunidade de rever o meu camarada, passei em frente ao swing 2A2 em Botafogo. Comprovei o que eu esperava, fila na porta. Que vontade me deu de entrar no swing, de ter uma parceira que não fosse dessas muquiranas que querem cobrar por quilo. Para não me corroer de frustração, retomei a rota para Copacabana.

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Ai de ti, Copacabana. Até a princesinha do mar perdeu muito do movimento na madruga, que ficou também reduzido a alguns pouquíssimos nichos. Antes que eu chegasse à Adega, meu amigo avisou-me que tinha partido. Segui para um rolé pela Atlântica.

Meu aparelho auditivo começou a apitar, a bateria se esgotou e fui lançado à teia da minha trágica surdez. Com a minha capacidade sensorial abalada, cogitei retornar à bucólica Tijuca, mas preferi dar uma chance às flores do calçadão.

Deixei o Sucatão deslizar pela pista envolta no aroma da maresia. Uma vez me disseram que a Tijuca é Copacabana sem maresia, uma dessas cascatas de Tijucano esperando o caminhão de mudança. Copa é uma região cosmopolita, uma Manhattan tropical; a Tijuca é um bairro provinciano, restrito à classe média. Em comum entre os dois extremos, talvez o fato de estarem cercados de comunidades.

Perto do Lido, avisto um grupo de garotas. Uma delas, loirinha que me fez lembrar da Kim Basinger, me interessou demais. Vou aproximando o carro do meio-fio e antes que eu parasse uma morena com cabelos desgrenhados e boca de velha banguela enfiou a cabeça pela janela.

Acredite, forista sem fé, sem o aparelho auditivo em pleno funcionamento, sou um surdo que tenta se valer da leitura labial, artifício no qual não sou habilidoso. A garota começou a falar muito rápido e eu ficava repetindo: “o quê?”, “não entendi”, “pode falar novamente?”.

Mostrando que estava de saco cheio, a puta tirou a cabeça de dentro do carro e gritou para as companheiras...

— É por isso que não gosto de velho, tá vendo?! São surdos, brochas e demoram pra gozar — nisso foi andando e jogando a cabeleira embolada contra o vento.

Consegui ouvir bullying contra idosos do início ao fim, inexplicável. Respirei fundo e pratiquei uma sabedoria que me foi ensinada por um lendário frequentador de bordéis: “nunca responda ao fundo do poço, ele quer sempre um pretexto para fazer eco”. Segui adiante, mas com a loirinha na cabeça.

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Fui até a extremidade da Avenida Atlântica, retornei e pude ver a blonde caminhando com somente uma amiga, que não era a morena desgrenhada. Novamente, me aproximei do meio-fio, buzinei e sinalizei que queria falar com ela. Eu devia ter aprendido sinais de libras, mas quem sabe interpretar?

Por sorte, a loirinha tinha um bom tom de voz e uma dicção invejável, consegui perguntar o que me interessava e ouvi boa parte do que dizia. Disse a ela que não gostava dos hotéis de Copacabana, se poderíamos ir ao Hotel Alameda, na Glória. Ela olhou para mim, olhou para o Sucatão, pareceu estar em dúvida, disse o seu valor e assentiu. Entrou no carro e engrenamos em direção à Rua Cândido Mendes.

O Alameda é um hotel antigo, antiquíssimo. Sempre foi o meu altar favorito para executar os sacrifícios da carne. Melhorou um pouco desde os primeiros dias em que o frequentei, quando eu entrava nos quartos e era quase aniquilado pelo cheiro de mofo.

— Qual seu nome? — perguntei.

— Cassandra.

Surpreendeu-me o nome, não é sempre que esbarro com moças que sabem escolher codinomes originais. Cassandra pousou a mão esquerda na minha perna e permaneceu assim até chegarmos ao ninho sexual. A manifestação carinhosa me causou entusiasmo.
...............................................................................................................................................................

Ela inaugurou o quarto cumprindo o prometido, engatou na minha boca com beijos de língua com direito a limpeza de faringe. A menina beija muito, beija bem. Parece gostar. Comecei a acreditar que tinha dado sorte, afinal, tratava-se de uma rapariga de pista.

Cassandra deixa cair a roupa sem qualquer inibição e revela um par de seios dos mais lindos que presenciei na minha cansativa jornada mundana. Convidou-me para entrar com ela no banho e perguntou se eu poderia pedir um vinho. Empolgado, eu seria capaz de importar uma vinícola francesa. Peguei o telefone e pedi uma garrafa, temendo que pudessem chegar um Sangue de Boi. No Alameda, nunca se sabe...

Entramos no banho e Cassandra me ensaboou inteiro, intercalando com beijos afogados pela água que escorria das nossas cabeças. A garota começou a apertar a minha bunda flácida pelos anos e pelo sedentarismo e desceu o corpo até a altura que permitia que abocanhasse Pikachu — o breve. Que boquete insano, não foi a primeira vez que peguei uma menina de rua com a capacidade de fazer um dos melhores boquetes da minha vida.

A água morna escorrendo, a sensação de estar relaxado, Cassandra me lambendo o pau, arranhando meu saco com as unhas... Eu não queria gozar tão rápido, mas, ao mesmo tempo, não queria perder a oportunidade de desfrutar daquela obra de arte até o fim. Ejaculei até grãos de areia. Um desses momentos de prazer indescritível que só mulheres bem treinadas sabem nos proporcionar.

O vinho chegou, tomamos juntos a garrafa. Evitei falar muito com medo de não ouvir metade da conversa. Não irei fazer como o bom Dionizio, o nosso sommelier de vaginas, não irei comparar Cassandra com uva. Cassandra é capaz de nos causar um AVC com seu boquete incomparável, está mais para agrotóxico do que para cacho de uvas.

O relógio indicava a hora da despedida. Deixei a garota na esquina da Siqueira Campos com a Avenida Atlântica. Eu estava leve, não figurativamente, eu estava mesmo leve. Sempre é assim quando consigo inesperado bons encontros.

Liguei o aparelho de som do carro, inseri um CD e como não consegui escutar muita coisa, voltei em silêncio para a bucólica Tijuca. A aventura continua... Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Brand, chinchila, Veronica Carbone, Gatitus, Saulo Top, Seu Brandão, The Witcher, Barbosa82, Dionizio_RJ, Degrov Morgan, Ikki RJ, Lucifer, Nego Dengo, Digboy, ViciadoEmPeitudas, Lemos, Jonta, curtiram esse TD.
BOATE 119 - Rua da Alfândega, 119 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
CACAU
PISADA DE BOLA
TEMPO: 0 MINUTOS VALOR: R$0.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
PISADA DE BOLA PISADA DE BOLA PISADA DE BOLA PISADA DE BOLA R$0.00 PISADA DE BOLA

13 de Maio de 2023 às 14:05



Chego febril na Rua da Alfândega, 119. Olho para os incontáveis degraus do sobrado, respiro fundo como quem se prepara para um mergulho prolongado e subo. Novamente, fui atrás da portentosa morena Cacau. Eu queria Cacau, precisava sentir a textura da sua pele bronzeada, o gosto dos seus lábios fogosos, cheguei com tesão, com uma vontade irrefreável de devorar Cacau.

Entro na pista, ela me reconhece, se aproxima, me abraça, me beija e pergunta se posso pagar uma cerveja. Eu pagaria férias nas ilhas Maldivas para Cacau, cerveja é pinto. Ficamos coladinhos, conversando. Aviso que quero subir novamente com ela, Cacau sorri, promete que será o nosso melhor encontro e meus pentelhos se arrepiam com a declaração enfática da moça.

Cacau acaricia os meus cabelos, diz que estão bem cortados. De repente, cinto uma cotovelada nas minhas frágeis costelas idosas, uma mulata se mente entre nós dois, cochicha no ouvido de Cacau, que imediatamente muda sua expressão, como se tivesse desanimado de tudo.

— O que houve? — pergunto.

— Não vou mais poder sair com você, minha namorada está com ciúmes porque mexi no seu cabelo. Desculpa.

— Como assim?! — fico pasmo.

— Não vai dar. Ela ameaçou invadir o quarto se eu fizer programa com você;

— Não estou acreditando nisso. Isso é um puteiro, minha filha. Não estamos no Namoro na TV.

— Desculpa, mas não vai dar...

Acredite, forista sem fé, o programa não rolou mesmo. Tudo por causa da namorada ciumenta dentro do bordel. Desolado, vazei para o Zezé, onde não encontrei a esperada felicidade para uma na noite de sexta-feira. Por pouco, não volto com o pau na mão para a bucólica Tijuca. A Mosaico me salvou...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
PISADA DE BOLA PISADA DE BOLA
membro, Brega, Seu Brandão, Brand, rudra, Barbosa82, Gatitus, Papai Noel, o_cara_o_cara, Dionizio_RJ, Bumpy Johnson, Digboy, ZezinhodasTermas, Lucifer, ViciadoEmPeitudas, Partizan, Lemos, curtiram esse TD.
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
BRUNA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$240.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

13 de Maio de 2023 às 13:05






Estou em baixa no Arena. Talvez, também, na vida mundana. Ontem, no Zezé’s Pub, me senti como aquele velho que a família abandona num asilo geriátrico e nunca visita. Garotada festiva, confraternizando e eu relegado a um canto, sonhando com a puta perfeita, sem qualquer alma interessada em me dar atenção. Ainda fui rejeitado três vezes por algumas das moças presentes. Uma disse que eu não sou “objetivo”, a outra alegou que estava cansada e a terceira cobrava TD de um forista sem nunca ter se interessado em agendar com o forista que mais escreve relatos: eu.

Faço aqui uma ressalva e dou destaque para a Veronica Carbone, a única que me tratou com um carinho imenso, com um abraço caloroso e já entrou na minha lista de futuras biografadas do Dante.

Acredite, forista sem fé, não bastasse a breve cena lamentável de etarismo narrada acima, passei por um constrangimento no trash 119 da Rua da Alfândega. Fui procurar a estupenda morena Cacau, seria o meu quarto encontro com ela. Fui bem recebido, abraço, beijos e ela acariciou meus poucos cabelos, então surge uma mulata furibunda da penumbra, me empurra, cochicha ao ouvido de Cacau e logo em seguida a menina me informa que não poderá sair comigo porque a namorada estava com ciúmes. Pasmem, eu estava em um puteiro e a garota não poderia mais ficar comigo porque a namorada puta ficou com ciúmes e ameaçou invadir o quarto se Cacau fizesse o programa. Inacreditável.

Como eu contei, no Pub do Zezé, na Cinelândia, a situação se tornou mais melancólica. Estar em baixa no fórum não me incomoda, pois sei que são fases, são jovens os que estão destaque no momento, não se identificam com os meus relatos mais elaborados, com o meu cotidiano atual mais de cabarés e se interessam ainda menos por um velho escriba quase arcaico como eu. Porém, sou um veterano de guerra, sei que fases passam, logo chegam outros e outras, quem sabe nesses eu despertarei mais interesse.

Por sorte, chega uma mensagem no meu WhatsApp, uma convocação do dono da Mosaico Night Club para comparecer sem demora à boate. Não pensei duas vezes, nem me despedi dos que me ignoraram. Fui.

.............................

Chego às margens de uma Vila Mimosa em que a chuva fina criava uma atmosfera de underground londrina. Um bar cheio de pinguços tocava alto o som de Dire Straits tocando Sultans Of Swing. A coisa toda dava sinais de melhorar para o meu lado.

Sultans Of Swing

Sim, afeiçoado, velhos são carentes. Acredito que na noite desta última sexta-feira eu buscava mais amor do que sexo. Encontro a pista da Mosaico lotada, show de banda ao vivo, a casa entupida de clientes e mulheres. Pego uma Corona e circulo pelo ambiente. As três primeiras meninas que entrevistei me avisaram que não curtiam beijo na boca por acharem algo “muito pessoal”. Fiquei sem saber se a piada era para rir ou chorar. Informei as três que o filme “Uma linda mulher” era ficção, que se elas continuassem a repetir o texto da Julia Roberts iriam morrer de fome.

Milagres acontecem, avistei uma loira com vibe de Marylin Monroe e cometi a abordagem. Alta, sorriso largo, peitos saltando da pressão do decote, pernas longas e bem torneadas, olhos verdes, voz suave e sexy. Bruna o seu nome. Aprovada na minha entrevista básica. Segui meus instintos. Alcova.

Não irei me estender mais. Sobre a menina, beijos suaves que não se encaixaram bem no meu bocão faminto de língua, esfregação leve, mamei muito os seus belos seios, boquete rápido e não muito dedicado, ela veio por cima, cavalgou com agilidade e meus espermas saíram de casa meio sem vontade, mas saíram.

Pago a conta, pego um táxi e chego ao meu chalé na bucólica Tijuca. Minha cadelinha poodle me recebe em festa. Se falasse, é provável que quisesse me dizer que me ama. Nem tudo está perdido. A aventura continua... Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Seu Brandão, Jhart, Saulo Top, Felipe_BR, The Witcher, Barbosa82, Gatitus, Mannish Boy, Papai Noel, Dionizio_RJ, Bumpy Johnson, Novaes87, ZezinhodasTermas, Digboy, Ninho, ViciadoEmPeitudas, Enigmatico, Lemos, Josecarlos, Siropas, Lixo II, curtiram esse TD.
UP HOUSE NIGHT CLUB - Av. Mem de Sá, 89 , Lapa - Rio de Janeiro - RJ - (21)99291-6370
MARISE
NEUTRO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI NãO SEI NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

11 de Maio de 2023 às 00:05






Caos. A Lapa estava um caos, só consegui estacionar o Sucatão no trecho mais remoto da Avenida Gomes Freire. Para me aquecer, não gosto de ficar na parte de maior burburinho, os arredores dos Arcos, prefiro caminhar e buscar os botecos próximo à Rua Ubaldino do Amaral.

Somos uma ampulheta, aos poucos vou me percebendo uma das vítimas do etarismo. Já não me sinto confortável dentro de ambientes juvenis, me constrange. Chegará o dia em que me sentirei mal dentro de uma boate de swing, sendo observado por olhos reprovadores como se fosse um vovô pervertido. A areia escorre alvejando nossos cabelos, murchando nossa face e deformando o nosso corpo. Para piorar, há os que nem se tornam mais sábios com a idade, emburrecem.

Dos botecos de raiz que ainda restam, o Beco da Noite exibe um cartaz com os dizeres “Passo o Ponto”; o Bar das Quengas, que não se encaixava no título Boteco raiz, está permanentemente fechado; restaram-me alguns bares da Rua da Relação e o Araujolandia, na esquina da Ubaldino do Amaral com Rua do Rezende, foi onde fiz meu pouso.



A vida de um libertino é feita de estranhas surpresas. De repente, emerge das caixas de som uma música que eu não conhecia, a voz era do João Nogueira e a letra capturou imediatamente a minha atenção.



JOÃO NOGUEIRA

Enfeitei a mesa com um copinho de Salinas, uma garrafa de água mineral e uma porção generosa de fritas. Fiquei como eu gosto, contemplando e filosofando, portanto, nunca me ofendo se me chamam de filósofo de botequim, é no pé-sujo que nascem as maiores correntes filosóficas. Certa vez me questionaram se eu não me entedio de andar sozinho pelas noites mundanas, confesso que já aconteceu, mas é raríssimo. Amigos para a boa boemia são tão raros como os amores perfeitos, termina sendo mais produtivo para o notívago fazer voos solos. Estranhamente, sou uma boa companhia para mim mesmo.

Do Rio Grande do Sul, fui jogado criança na bucólica Tijuca, um bairro que era cercado de cinema por todos os lados. O cinema não foi um simples lazer, o cinema foi um amigo que cultivei por muitos e muitos anos, as salas de projeção foram o meu templo, a estufa onde me desenvolvi, de onde desabrochei. Ter atravessado a existência pelos cinemas da Tijuca moldou o meu olhar, influenciou a minha escrita, me formou como pessoa. Viver na Tijuca era existir muito mais no abstrato do que no concreto. Cresci na interseção entre a fantasia e a realidade. Sou mais personagem do que indivíduo.

De forma indecorosa, todo esse meu magnífico fluxo de pensamento foi interrompido, cortado por uma bunda rebolativa que magnetizou o meu olhar e os olhares alheios de metade da rua. A bunda parecia ter vida própria, se aprendesse a falar dominaria o mundo, parecia flutuar, sem pertencer a um corpo, sem pertencer a ninguém, até que se notasse a extensão de cabelos dourados a emoldurando a partir do cóccix de uma mulher alta e indiferente à plateia que a acompanhava com os globos oculares esbugalhados.

Desesperado, pedi a conta. Eu queria segui-la, eu necessitava saber qual seria o seu paradeiro final. Aquela bunda me fez salivar, certamente me causaria um grande desgosto e arrependimento se eu não a conhecesse mais de perto. Assim que me levanto, outro hit nostálgico transborda pelas caixas de som do botequim...

B-52

Fiquei sem saber se corria atrás daquelas nádegas indefectíveis ou se dançava para comemorar o meu estado ébrio. A aventura continua... Dancinha




Meu aparelho auditivo, sempre aleatório, engata com o celular e os acordes de Eletric Light Orchestra assumem o controle do meu ouvido...

ELETRIC LIGHT ORCHESTRA

Iniciei a perseguição, fui atrás daquele rebolado, daquelas nádegas que subiam e desciam em um compasso que se assemelhavam a dois pistons de um motor erótico. Foquei naquela bunda milagrosa como se não houvesse amanhã. O estranho é que eu não conseguia enquadrar o conjunto, meus olhos ignoravam a mulher e se fixavam somente na bunda. Que bunda...

A garota caminhava rápido e eu ia arfando atrás, quase sem fôlego, mais movido pelo desejo do que pelas pernas. Entra aqui, sai ali, para, compra um cigarro num boteco, prossegue determinada, cai na Mem de Sá e finalmente entra na UP House. Não gostei muito da estação final, mas fazer o quê? Putas e libertinos se atraem como mercúrio, já dizia o sábio Caetano, o idoso mais idoso dos bordeis carioca.

Entrei na boate logo após a bunda. A UP está sempre morna antes da alta madrugada e é desse jeito que estava quando cheguei. Percebi que precisaria esperar a menina se montar antes de voltar para a pista. Pedi uma Corona, sentei-me em um canto e contemplei o salão.

A cidade mergulhava aos poucos nos perigosos enigmas da madrugada, o mundo adormecia e acordava derramado em sua amplidão esférica, o planeta continuava a girar em torno de um tempo infinito, mas jurado de morte. E eu ali, no meio dessa intriga do cosmos, esperando uma puta aparecer.

Ela surgiu e saltei como uma rã querendo engolir a borboleta, fui abordá-la. Marise o seu nome, loira de longos cabelos cacheados, olhos de tons esverdeados, boca carnuda, mas tudo isso ficava em segundo plano diante do seu rabo de descomunal perfeição emoldurado por um microscópico biquini. Fiz a entrevista básica para descobrir no quarto que as respostas não foram sinceras.

Pedi uma alcova. Considero os quartos da UP ruins para o preço que cobram, mas é o que tinha. Não me estendo em experiências negativas. Quando entramos no aposento, pedi que a menina se despisse completamente, me acomodei na cama, sinalizei para que ela ficasse de quatro para os meus olhos e confirmei que aquela bunda era um milagre materializado no corpo feminino. Infelizmente, a qualidade das nádegas não acompanha o desempenho, a moça beija com meia boca, não deixa botar dedo em lugar algum, tem paranoia do pau encostar na sua vagina sem estar plastificado. Ou seja, um péssimo encontro. Saí decepcionado antes de terminar o programa, mas ficou a visão da bunda incomparável.

Ganhei as ruas, o meu aparelho de surdez emparelhou na trilha aleatória do meu celular e fez Kim Carnes ronronar Bette Davis Eyes nos meu ouvido.

BETTE DAVIS EYES

A noite de um libertino é mais longa do que a noite daqueles que dormem. A partir de agora, qualquer aventura é possível... Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Digboy, Brand, Ikki RJ, Barbosa82, Papai Noel, Jhart, Seu Brandão, Y@N, Dionizio_RJ, Mannish Boy, The Witcher, Alexia Almeida, ViciadoEmPeitudas, Lucifer, Saulo Top, Brega, Mister M, Gatitus, curtiram esse TD.
CLUB 210 - Rua Uruguaiana, 210 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
MANU
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 TALVEZ

09 de Maio de 2023 às 12:05





Bordeis da categoria Trash são para homens que mijam em pé. Não aconselho para aqueles que apreciam lençóis de cetim e travesseiro de pena de ganso, é preciso fibra e um sistema imunológico forte para encarar um trash.

O maior problema do trash é que você transa com a mulher e com os ácaros. Não se surpreenda se os ácaros gozarem antes.

Noite de segunda-feira, mihnas botas pisavam as calçadas noturnas, penumbrosas e, em alguns trechos, mergulhadas na mais profunda escuridão. A libido havia me atacado subitamente no fim da tarde, despertou-me a necessidade de tocar a textura aveludada do corpo de alguma mulher, de sentir uma boca na minha boca. A vida exige coragem — escreveu Guimarães Rosa.

Enquanto eu caminhava a esmo, aquele fluxo de pensamento desordenado que atinge pessoas na terceira idade trafegava em minha mente. Só se alcança o sucesso quando conquistamos inimigos, eles são os maiores publicitários do nosso marketing pessoal; só se chancela a própria inteligência quando as nossas opiniões despertam a ira da massa ignara. Acredite, forista sem fé, você é um vencedor quando os fracassados tentam sufocá-lo e capitulam diante do seu poder de projeção.

Entrei no Bombeirinho (Rua da Conceição, 116) e me surpreendi com a casa lotada, botando gente pelo ladrão, em plena segunda-feira despovoada do Centro da Cidade. Infelizmente, o caos e os quartos extremamente precários (apesar de possuírem chuveiro), não me convenceram a ficar. Retornei às ruas e migrei para a 210 na Rua Uruguaiana.

Noite amena de outono, escalo as incontáveis escadas do velho sobrado e alcanço a pista da boate. Ao contrário da muvuca presente no Bombeirinho, a 210 encontrava-se mais tranquila, com um fluxo menor de clientes, mas com presença de fêmeas que me despertaram o interesse imediato.

Avistei uma morena de corpo irretocável, longos cabelos negros, olhos reluzentes, coxas grossas e uma bunda que poderia ser capa das melhores revistas de nu feminino. Linda. Avancei para abordá-la.

Manu não faz anal, apesar da bunda de curvas incontidas, mas beija na boca com dedicação, chupa e não demonstrou restrições inconvenientes quando a entrevistei. Seus 21 anos de idade refletem-se nos seios pequenos, empinados e firmes. Recheei a menina com boas doses de uísque antes de reservá-la e então pedi uma alcova.

Quarto espaçoso, cama de casal e milhões de ácaros acomodados no colchão para participarem do ato em um ménage digno de ficção científica. Manu me inaugurou com um beijo de fazer defunto cremado ressuscitar, Pikachu — o breve — manifestou ereção imediata.

Pedi para que se deitasse e lambi aquela vagina jovem, quente e úmida como quem sorve um gomo de laranja doce. Manu apertava a minha cabeça entre as pernas, gemia baixinho, se contorcia, até que seu corpo todo estremeceu e ela gritou que estava gozando.

Inverteu a posição, empinou a bunda de frente para os meus olhos incrédulos com a perfeição daquele par de nádegas emoldurado por marquinha de biquini, formando esferas perfeitas. Abocanhou meu combalido pênis com a fome das piranhas do Rio São Francisco. A menina chupa muito, incansavelmente. Ao mesmo tempo que lambia meu pau de cima abaixo e o enfiava inteiro na boca, também me punhetava com as mãos hábeis de quem conhece o ofício. Já não tenho muita resistência, não houve concentração que impedisse o inevitável, gozei em um jato tão intenso que devo ter dizimado milhares de ácaros que flutuavam em torno da cena.

Manu teve o carinho de limpar com lenços umedecidos o banho de sêmen que me inundou, tascou-me mais alguns beijos e nos despedimos.

Retorno às ruas, o Centro vazio, submerso em um silêncio digno dos mais respeitáveis sepulcros. Entro no metrô ansioso por rever a minha bucólica Tijuca.

A aventura continua... Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, alceuvc, Morcegão, The Witcher, Felipe_BR, ViciadoEmPeitudas, Saulo Top, Dionizio_RJ, Barbosa82, Seu Brandão, Lyon, Degrov Morgan, Lucifer, Digboy, Mordekaiser, ronondex, curtiram esse TD.
CLUB 116 - Rua da Conceição, 116 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
JANE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ NãO SEI R$0.00 TALVEZ

06 de Maio de 2023 às 20:05



De volta ao cabaré. Como já disse, cansei um pouco das garotas freelancers, nada que me atraia no momento nem que pareça atender às minhas expectativas mais específicas. Além disso, preciso da emoção da caça, mesmo que seja simulada. Freelancers são para clientes sedentários, eu tenho mais idade, necessito de movimento e estímulos cognitivos. Decidi por um lugar que há meses eu não frequentava, o famigerado Bombeirinho, nas paragens mais remotas da rua da Conceição.

Tornou-se insalubre caminhar pela avenida Marechal Floriano após certo horário noturno, optei seguir pela Presidente Vargas, atravessar uma praça límbica na lateral da rua da Conceição e, finalmente, alcançar o numeral 116. O boteco que fica na esquina ainda estava aberto, sentei-me à frente de uma das mesas vagas e pedi um Black Label, é um botequim bem abastecido e logo me trouxeram o pedido. Três doses para fortalecer a alma e ganhar impulso para subir as incontáveis escadas que separam a rua da pista do inferninho.

O sobrado é lúgubre, malconservado e a descrição mais exata que posso fazer do salão onde as meninas se exibem é compará-lo a uma caverna. Para ser cirúrgico, o ambiente me lembra a Batcaverna dos filmes. O lugar não estava cheio, contei mais mulheres do que homens. Bailei até o balcão e pedi uma Ice.

Há um momento do processo alcoólico em que as pupilas se dilatam, as cores se acentuam, as luzes ganham mais brilho e a felicidade engarrafada liberta-se e nos domina numa onda de euforia. Foi o que senti subitamente, sem aviso prévio. Alcancei o status de ébrio.

Possuo uma boa intuição no cenário dos bordeis. Mais do que sorte, o instinto pela boa escolha me favorece. A última foi a calorosa Cacau, que conheci no Só Love da rua da Alfândega. Fiquei contemplando a pista do Bombeirinho e vi surgir uma moça branquinha, seios à mostra, barriguinha ornada por gomos de malhação, pernas grossas e rosto sem harmonização facial e bonito mesmo assim. Enquadrei o alvo na mira e avancei para abordá-la.

Apresentou-se como Jane. De perto se revelou mais atraente e, principalmente, cheirosa. Usava desses perfumes que marcam a memória mais do que os sentidos. Pediu-me um Red Bull, não neguei e nos sentamos para a entrevista básica.

— O que você não faz? — pergunto de cara.

— Só não gosto de apanhar — ela responde com um sorriso dúbio.

Confirmei a pré-disposição da mulher lançando mais alguns itens do meu questionário e ela concluiu a inquisição com louvor. Alcova.

Os quartos do Bombeirinho não são quartos, são celas. Minúsculos, a única decoração é uma espécie de sofá miniatura que parece um divã e onde é necessário um bom equilíbrio para praticar o sexo. Uma metida em falso e o chão é o limite para um tombo que pode ser vexaminoso.

Jane beija muito bem, entrega a língua, os lábios, a saliva. Beijo real. Sempre digo que existem putas que dizem que beijam e na hora H eu beijo dente, cabelo, nariz, sobrancelha e jamais encontro a boca. Não sei o que essas impostoras entendem como beijo na boca. Jane beija sem pudor, sem controle.

Se agacha para me chupar, abocanha o oprimido Pikachu — o breve — me causando a sensação de que não me chupava com a boca, mas com a laringe. Meu pau ia fundo, como se estivesse sendo convidado a conhecer o intestino da menina. A profundidade da fome peniana de Jane fez com que mais alguns dos meus frágeis pentelhos ficassem brancos. Boquete extraordinário, que me obrigou a usar técnicas budistas para evitar a ejaculação precoce. Pensei na propaganda do Boston Group, na Feira de São Cristóvão, no pastel com caldo de cana e consegui evitar que minha seiva transbordasse antes do tempo.

Jane veio me beijar mais enquanto esfregava perigosamente no pequeno Pikachu. Confesso, estava bonzão. A garota queria me provocar, como se quisesse ver o que eu faria com a camisinha. Em determinado momento, estávamos tão embolados que uma foto poderia fazer o espectador nos confundir com irmãos siameses. A beira do colapso peniano, pedi que ela ficasse de quatro.

A moça empinou a bunda na configuração tobogã erótico, a posição que mais gosto. Meu pau não estava duro, mas petrificado, entrei lentamente, orando e agradecendo a graça recebida. Jane, mais do que qualquer uma, é mulher para se comer ajoelhado. Soquei em um ritmo crescente, a pervertida gemia alto, rebolava, contraia a vagina de uma forma capaz de enlouquecer um homem. Quando eu gozei, gozei tão forte que tive a sensação de que iria me dissolver junto com o orgasmo. Caí quase desfalecido no pequeno divã, espantando alguns milhares de ácaros.

Não sobrou tempo para um papo. Vesti a roupa e voltei as ruas. Se alguém pelas calçadas me avisasse que eu estava levitando, com certeza eu acreditaria. A aventura continua... Dancinha

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RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Papai Noel, Gatitus, Digboy, Seu Brandão, The Witcher, Dionizio_RJ, Brand, Barbosa82, Don Santão, Jhart, Ikki RJ, ViciadoEmPeitudas, Piru do Centro, Ubarana, Carlos Bruno, Bart, curtiram esse TD.
BOATE 119 - Rua da Alfândega, 119 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
CACAU
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$510.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

04 de Maio de 2023 às 22:05



Acredite, forista sem fé. Retornei aos braços da bela Cacau. Provavelmente, o fator que mais me atraiu nela foi o visual, a feminilidade mesclada com seu tipo andrógino, os seios pequenos e durinhos que são a minha preferência, o sorriso acolhedor, a entrega, o desejo de gozar e de fazer gozar.

Registro mais este encontro porque me sinto no dever disso, mas não irei me estender, pois poderia soar repetitivo. Registro para confirmar que quando uma menina realmente me agrada, ela me torna um cliente cativo, que retorna até domar o desejo irrefreável que ela me causa. Cacau me fez refém do seu corpo, da sua pele, dos seus beijos, do seu mel. O diferencial deste último encontro é que pedi que ela reservasse o melhor quarto do inferninho e paguei três horas para ficar ao seu lado, mas confesso que minha claustrofobia me fez sair antes do tempo contratado.

Infelizmente, parece que é casada, não me deu o telefone nem pode fazer atendimento externo, a única frustração a que me submeteu.

Por enquanto, Cacau é a minha musa do outono. Girl9

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CLUB 210 - Rua Uruguaiana, 210 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
CACAU
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$360.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

03 de Maio de 2023 às 00:05



CACAU — TERCEIRO ENCONTRO

Cacau se tornou uma dessas paixões irrefreáveis que me possuem em intervalos bissextos. Ela me avisou que no sábado estaria dando plantão na 210 a partir das 17h. Vesti o meu uniforme de açougueiro e fui.

Casa com um movimento surpreendente para um sábado, movimento que foi aumentando com o avançar da hora. Cacau surge com um sorriso de propaganda da Colgate e em um biquini que a deixava seminua. Um filete de baba escorreu pelo recanto mais imoral da minha boca. Vejo Cacau e salivo.

Para não perder o hábito, sentamo-nos e bebemos um pouco. Cacau não bota pressa, curte. Aquele corpo moreno roçando no meu estava causando arrepio nos meus pentelhos grisalhos. Ergui o dedo e pedi uma alcova.

Cacau me conduz a um quarto com cama de casal semelhante a uma King Size. Não sei se a idade está me encolhendo ou se a cama era maior do que as dimensões normais de um leito. A menina diz que vai pegar seus apetrechos e, novamente, retorna nua, atravessando o salão sem qualquer recato.

Beijos, beijos, muitos beijos. Alguns ósculos de traqueia que quase causavam vácuo nas minhas entranhas. Desta vez, não usei o aparelhinho de eletrochoque, mas chupei a Cacau como se fosse a última manga rosa do planeta. Ela gozou dando uma chave de perna na minha cabeça.

Ela se empina e pede que eu a coma de quatro. Eu me posiciono diante daquele tobogã erótico, a moça com a bunda empinada quase ao teto. Miro Pikachu — o breve — e deslizo por aquele templo jovial e morno. Cacau tem um tipo de boceta em que o homem não fica satisfeito só de penetrar, queremos morar ali, decorar, formar família e ser feliz para sempre. É uma boceta residencial.

Algumas poucas estocadas e despenquei estrebuchando no colchão da 210, onde os ácaros acampam e são felizes.

Mal sobrou tempo, vesti a roupa, mais uma caixinha para a Cacau e peguei um táxi para a bucólica Tijuca. Não tenha dúvida, colega forista, eu voltarei. Abraço

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RAZOáVEL RAZOáVEL
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BOATE 119 - Rua da Alfândega, 119 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
CACAU
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$240.00
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03 de Maio de 2023 às 00:05



CACAU — SEGUNDO ENCONTRO

Sou um homem que quando se empolga com uma mulher, entra em uma sequência desvairada de repetições. Boas mulheres estão cada vez mais raras e Cacau é uma dela.

Vinte e três anos. Quando um homem velho beija uma menina de 23 anos que sabe beijar, ele entra em um delírio de rejuvenescimento. No primeiro beijo tem sessenta anos, no segundo já tem quarenta, no terceiro trinta, no quarto beijo também está com vinte anos. É uma sensação que só se experimenta na alta maturidade. Cacau beija deliciosamente e alterna com a categoria “ósculo de traqueia”, um beijo profundo e macio.

Cheguei cedo na pista da boate para esperá-la, queria ser o primeiro. Ela foi vestir-se para encarar os lobos e quando entrou na boate eu me comovi. Sim, afeiçoado forista, a beleza aliada ao erotismo natural de uma mulher ainda me comove. Ela veio direto em minha direção, me abraçou e ofereci uma bebida. Ficamos conversando enquanto regávamos a garganta. Eu estava ansioso para agarrá-la, estendi o dedo e solicitei uma alcova.

Cacau me conduz ao quarto e pede que eu aguarde alguns minutos. Volta nua em pelo, o que faz Pikachu — o breve — manifestar a primeira ereção da noite. Admito, eu não agarrei Cacau, me atraquei com ela, afoito, sedento, esfomeado. Eu estava obcecado, queria penetrá-la.

Saquei do meu aparelhinho de eletrochoque, a fiz gozar algumas vezes e ela me disse ter ficado viciada na geringonça. Outra vez, ela pede para me chupar, afirma que meu pau tem gosto doce, respondo que deve ser por conta da minha diabetes... Ela me engole, senti as primeiras contrações vulcânicas percorrem meu pênis, mas eu não queria gozar daquela forma. Abstraí, pensei na Quinta da Boa Vista, no Bolsonaro, nas Zebras do Zoológico e consegui evitar a ejaculação precoce.

Como se adivinhasse o meu desejo, Cacau vem por cima do meu tronco e monta no meu pau. Começa se esfregando, forte, determinada. Percebendo o meu nível de excitação, começa a quicar com vontade, como se cavalgasse um pangaré velho. Gozei em jorros. Cacau é um achado.

Deixei uma caixinha, pois ela merecia. Desci as escadas do sobrado e deixei que a penumbra desolada do Centro me abraçasse.

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BOA BOA
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BOATE 119 - Rua da Alfândega, 119 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
CACAU
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$170.00
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03 de Maio de 2023 às 00:05



CACAU — PRIMEIRO ENCONTRO

Estou entrando em uma fase de moderação com o sexo, me ausentando do serviço das frees e optando por revisitar os inferninhos de segunda classe. Quando a sabedoria chega, não adianta mais para nada — escreveu Gabriel Garcia Márquez. É verdade, mas um dos aprendizados que assimilei tardiamente é que a compulsão por sexo diminuiu o prazer que ele proporciona. Toda compulsão torna o que seria prazer em um ato mecânico e me parece denunciar um tipo de vazio emocional do compulsivo. Por sorte, passei dessa fase.

Assim que a vi, ela me chamou a atenção. Uma menina jovem, alegre e sensualíssima. É uma morena que dissimula um tom de pele bronzeado; cabelo bem curto, batido na nuca e aloirados na cor; o corpo é de uma falsa magra apetitosa, seios pequenos, um estilo andrógino, mas muito atraente. Seu nome é Cacau.

Fiquei na contemplação diante da pista da 119, mas sem deixar de mirar a garota. Na primeira oportunidade, me aproximei, pois pressenti outro marmanjo ensaiando o bote. Ela foi extremamente simpática e receptiva à minha abordagem. Revelou-me que a única restrição seria o anal, de resto topa tudo e adora beijar. Ergui o dedo e pedi uma alcova.

Atente, afeiçoado forista, para o meu gosto a menina é perfeita. Quando entramos no quarto, limpinho e com cama de casal, avancei para o primeiro beijo e ela não recuou, enfiou a língua por entre os meus lábios e enroscamos a boca em um nó cego. Beijos demorados, grudentos, molhados e altamente excitantes. Pikachu — o breve — se animou como em raras ocasiões se anima.

Puxei meu aparelhinho de eletrochoque, o introduzi na vagina com clitóris em alto relevo de Cacau e a moça gozou em espasmos com menos de um minuto da aplicação. Voltamos a nos beijar, eu engolia afoito os seus peitinhos pequeninos e duros, mordiscava os bicos, ela me acariciava e perguntou se podia me chupar.

Cacau é dessas que vê um pau como um picolé da Chicabom. Lambe, esculpe com a língua, engole com delicadeza e mostra que faz do boquete uma arte. Acredite, forista sem fé, o meu combalido pênis já parecia uma estátua em pedra modelada por aquela reencarnação erótica de Michelangelo. Resistir é inútil, gozei em menos de cinco minutos e a Cacau recebeu toda a minha seiva com o entusiasmo de quem gosta de fazer um homem gozar.

Fiquei muito bem impressionado com a menina, com sua sensibilidade, seu fogo e sua beleza original. Retornei no dia seguinte... Girl9

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RAZOáVEL BOA
membro, LP come queto, Digboy, Dionizio_RJ, ronondex, curtiram esse TD.
SECRETOS NIGHT CLUB - R. Gonzaga Bastos, 352 , Vila Isabel - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97231-4500
CLARA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 NãO

02 de Maio de 2023 às 23:05



Seria um local de maior comodidade, mas esta casa fica em um ponto pouco favorável à minha frequência, pois só tem mais trânsito de clientes e até de garotas pela alta madrugada e fica em um ponto fronteiriço entre a Tijuca e Vila Isabel, região que à noite é deserta e com maior risco de ser pego em um assalto. Além disso, há uma restrição fatal na boate, me pareceu haver uma regra entre as meninas, só fazem boquete com camisinha. Levei em conta todas essas adversidades, mas me arrisquei, fui a Secretos oferecer uma nova chance ao estabelecimento.

Cheguei tarde, o que não me favoreceu, a casa estava vazia. Algumas mulheres, quase nenhuma que tenha me despertado o interesse, mas pedi minha cerveja contemplativa e me sentei em um canto qualquer. Realmente, não consigo gostar da Secretos, algo ali precisa ser ajustado, é cara para o que oferece e as meninas precisam abolir restrições que desanimam ainda mais o cliente.

Terminei escolhendo uma loirinha que chegou de última hora e que fez um breve show no pole dance. Clara é o seu nome. Longos cabelos dourados e cacheados, estilo magra gostosinha, olhos claros, lábios carnudos, pernas roliças e um jeito irresistível de safada.

Antes de pedir uma alcova, consegui convencê-la a me oferecer um boquete sem capa. Como estava meio alcoolizada, aceitou a proposta. Já no aposento, meu deu beijos profundos, da classe “ósculo de traqueia”. Foi bom. Sinceramente, pensar em meter me deu preguiça nessa noite, perguntei se ela poderia me fazer gozar com a boca, prometi uma caixinha e ela até se entusiasmou. Boquete estilo rapel, com subida dos lábios até o topo do meu combalido pênis seguido de descidas vertiginosas quase engolindo meu saco.

Depois de alguns minutos de dedicação louvável da moça, meus espermas saíram sonolentos da uretra e encerramos o encontro.


Se vale a visita? Tudo vale a pena quando a alma não é pequena, mas aconselho que tenham um plano B no dia em que pisarem nesta estranha boate da Rua Gonzaga Bastos.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
Vassoura, Dionizio_RJ, membro, LP come queto, Ikki RJ, Brand, Seu Brandão, Digboy, The Witcher, Lucifer, Morcego Vermelho, Mister M, ViciadoEmPeitudas, Papai Noel, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Av. Mem de Sá , Centro - Rio de Janeiro - RJ
LISA
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$350.00
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27 de Abril de 2023 às 21:04





Atravesso as madrugadas de olhos abertos, submerso em um misto de ansiedade e preocupações cotidianas. Sou um insone profissional que, invariavelmente, só consegue dormir pelas 4 da matina, acordando às 7h30 para reiniciar o ciclo. Não é à toa que sinto um sono eterno durante o dia, daqueles que se encostar a cabeça em um travesseiro de pregos, adormeço como um bebê.

Em uma noite recente, recebo mensagem no Tinder, um match. Apresentou-se como Lisa, passou o número do WhatsApp e iniciamos o diálogo.

Se não fosse impróprio e eu mostrasse aqui as fotos das mulheres que já consegui colecionar por esse aplicativo, os colegas foristas se surpreenderiam. Para alguns amigos mais próximos, exibi exemplares das lebres abatidas, tenho certeza de que se impressionaram. Infelizmente, a cada novo ano, o Tinder vai se transformando em um catálogo de garotas de programa delivery, muitas querem grana, outras querem celular, algumas crédito no celular, há aquelas que querem botijão de gás, pagamento da mensalidade do curso que fazem etc. Uma diversidade de mercenárias que desanima. Comigo, desta última vez, não foi diferente.

Lisa é uma mato-grossense de 24 anos, com aquele perfil de índia bonita. Morena bronze, lábios carnudos, longos cabelos negros escorridos, corpo de curvas acentuadas, bunda com dimensões de mapa-múndi, um sotaque que mistura Sul com Centro-Oeste e uma sensualidade espontânea que se torna armadilha inevitável para os incautos.

Não deu outra, no meio do papo solta a palavra “presentinho”. Depois de me narrar todo um calvário de misérias que um dos meus amigos denominou como “alcorão de puta”, negociamos o valor de 350 reais pela troca de carícias, mas sem controle de tempo. A minha satisfação não se comprovava garantida, mas acreditei que o negócio me daria vantagem, levando em conta a suposta honestidade da menina. Para a minha surpresa, ela me pergunta se posso encontrá-la na própria noite em que nos falamos, olhei para o relógio que marcava quase duas da madruga. Como eu estava no embalo da insônia, topei.

Lisa mora em um condomínio chamado Cores da Lapa, marcou comigo em um boteco chamado Casa da Cachaça, entre Gomes Freire e rua do Rezende, às margens da Mem de Sá. Preferi pegar um táxi e parti para o local.

Um incômodo vento gelado corria pelas ruas da velha Lapa, desembarquei do táxi um pouco depois do ponto de encontro. Fui caminhando por entre aquela gente tão insone quanto eu, todos dotados da alma gótica que nos condena ao brilho noturno das luzes de neon ou à penumbra precária das luzes pálidas de vapor de mercúrio. Eu estava inquieto, um pouco inseguro, mas marchei com minhas botas sem hesitar.

Cheguei adiantado, sentei-me diante da primeira mesa livre e pedi uma Salinas, afinal, o bar se denominava como a Casa da Cachaça. O copo veio bem servido, derramei o líquido na minha garganta em um único gole, na intenção de rebater a brisa gélida que me incomodava. Pedi o segundo copo e antes de alcançar a terceira dose avistei a figura materializada de Lisa se aproximando da minha mesa. Um colosso.

Pessoalmente, suas virtudes cresceram, encaixada em um vestido curto, suas pernas refletiam uma penugem loira recobrindo levemente a pele morena, somente aquela visão já me disparou um tesão incontrolável. Cumprimentou o garçon, denotando ser conhecida no local, confessou que de vez em quando para por ali para ser "azarada". Desinibida, a menina me deu um selinho e sentou-se ao meu lado.

— O que você bebe? — Perguntei.

— O mesmo que você — ela decreta.

Gostei da personalidade voluntariosa, mas destituída de arrogância. Simpática, além de bonita, dona de um sorriso de iluminar o Maracanã em dia de Fla X Flu. Provavelmente, uma sedutora experiente. Colou seu corpo ao meu alegando que estava com frio, coloquei a mão sobre a sua perna direita e senti a textura daqueles pelos dourados protegendo a pele bronzeada. Em nenhum momento a garota refugou ou exprimiu reservas.

Retomamos a conversa que começara no Zap, contou-me fazer enfermagem em uma faculdade particular, que está estagiando e só pede “presentinhos” para fortalecer o orçamento. Divide um apartamento pequeno com uma amiga de São Paulo e está há pouco mais de dois anos no Rio. Não me perguntou muita coisa, parecia mais interessada no que iria receber do que em me conhecer. Cortou qualquer possibilidade de relacionamento afirmando que prefere os encontros casuais.

De repente, estávamos nos encarando e aqueles lábios carnudos e rubros pareciam me intimar a decidir a partida. Arremessei-me em sua boca e colhi um beijo hollywoodiano. A língua quente penetrou em minha boca como uma tocha jogando luz sobre as minhas entranhas. Beijo de traqueias. Acredite, forista sem fé, fiquei zonzo com a sucção labial da moça.

— E vamos para onde? — ela me pergunta depois que empatamos na quinta dose da Salinas.

— Conheço um hotel aqui perto que podemos ir a pé, o Hotel Estadual. Pode ser?

— Agora — não sei se ela estava com o mesmo tesão que eu ou apenas querendo abreviar o encontro.

Deixamos a Casa da Cachaça, dois ébrios, eu em chamas e ela ainda um enigma.

Continua... Dancinha

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BOA BOA
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CLUB 13 - Praça Olavo Bilac, 13 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
SAMARA
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$240.00
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26 de Abril de 2023 às 22:04



Tarde de tons cinzentos na abóbada celeste, entrei em uma churrascaria da rua Senador Dantas e cometi o prefácio do pecado da carne. Encerrado o banquete, retornei às desencantadas ruas do Centro. Caminhei a esmo, calculando a rota para o novo pouso.

Saturado do contato com putas, infelizmente, em alguma ocasiões em que a libido grita, não vejo outra opção além de contratar os serviços de uma cortesã qualquer. Do jeito que as coisas andam evoluindo, chegará o dia em que poderemos comprar orgasmos pela Amazon, com frente grátis. Será bom? Não sei. Talvez, mais econômico.

Segui o fluxo do gado da Av. Rio Branco, embiquei na rua Buenos Aires, dobrei na rua à esquerda, dei de cara com a Camélia Flores e me localizei. Quantas flores enviei pela Camélia, o derradeiro buque foi endereçado à última mulher de gelo com quem me relacionei. Muitas flores seguem esse roteiro, enviadas com afeto e recebidas pelas mãos gélidas de algum iceberg de saia e salto alto. É da vida.

Bati meus calcanhares em mais alguns passos e avistei o famigerado sobrado de número 13. Subir ou não subir? A questão ancestral de todo libertino. Decidi escalar os degraus e vistoriar o lugar. Sentimos a realidade da velhice e da existência sedentária quando subimos um lance com mais de 20 degraus e chegamos ao topo com a sensação respiratória de quem gozou duas vezes sem intervalo para fumar. Alcancei a pista da boate quase botando os bofes para fora.

Surpreendeu-me a casa cheia, quase lotada. Incontáveis mulheres elegíveis para um encontro pornoerótico, pinguços vespertinos às dúzias e uma animação de cabaré no ambiente. Gostei do que vi. Peguei uma lata de cerveja, sentei-me em um canto e fiquei contemplando aquele pequeno oceano pontilhado de bundas insulares expostas como cofrinhos abertos aguardando a primeira contribuição pecuniária.

Subitamente, avisto uma morena saradíssima transitando pelo meio da arena. Cabelos chanel, pernas torneadas em coxas grossas, barriguinha trincada em músculos inabaláveis e um rosto bonito que irradiava um par de extraordinários olhos verdes. Salivei. Imediatamente, me ergui para abordar a menina, imaginei que ela não duraria muito tempo disponível.

— Oi, queria saber o seu nome? — perguntei.

— Oiiii — ela se entusiasma — Samara. E o seu?

— Dante, me chamo Dante.

BOND

— Nome forte, menino.

— Ah! Obrigado. O seu também.

Continuamos a conversa, fiz a entrevista básica, ela me pediu uma Ice, paguei. Sentamos no canto em que eu estava acomodado e rolou um inesperado amasso, com beijos de traqueia e apalpações mútuas que só vemos na relação afrodisíaca entre donas de casa e legumes de feira livre. Resistir é inútil. Pedi uma alcova. Em me empolguei tanto com a menina que aluguei o aposento por duas horas.

Acredite, forista sem fé, que mulher. Totalmente demais. Um escritor que plagiasse o mago Paulo Coelho diria que a mágica acontece quando menos esperamos, foi o que ocorreu neste meu fim de tarde de quarta-feira. Vivi cento e vinte minutos de uma paixão arrebatadora. Samara começou me lambendo da cabeça aos pés, um banho de gato que não recebo de nenhuma mulher há anos. Pikachu se ergueu com tanta potência que pensei que me levaria em uma viagem à órbita da Terra. Ficamos nos beijando muito na boca, sem pressa, como se não houvesse mundo lá fora. Comi vagina, comi cu, me senti com disposição de garoto. Definitivamente, a euforia na minha idade depende da mulher que está ao lado.

Quase esgotando o tempo, Samara me diz que sua especialidade é o boquete (ela ainda não tinha me chupado), respondi para mandar brasa. Samara pediu que eu ficasse de pé e abocanhou meu pau com um talento de flautista formada em alguma Universidade Federal. Que boquete, algo que nem tenho como descrever porque ganhou o status de prazer transcendental. A moça me chupou por uns cinco minutos sem trégua até que gozei todos os fluidos do meu corpo. Foi um jorro tão intenso, com toda a seiva aparada pela boca de Samara, que fiquei sem ar.

Precisamos nos despedir. Samara me informou que está na casa preferencialmente às quartas e sextas. Prometi voltar. Eu voltarei. Desço as infinitas escadas do inferninho, ganho as ruas, deságuo na efervescente Uruguaiana e meu celular emparelha com o meu aparelho auditivo. A música que inunda os meus ouvidos quase me faz bailar sobre os paralelepípedos do Centro.

O ÚLTIMO DIA

Com o corpo leve e a mente eletrizada, levitei sobre as calçadas enquanto o tom noturno do céu carioca me envolvia. Segui em frente sabendo que sempre serei mais lobo do que homem. Dancinha

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RAZOáVEL RAZOáVEL
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LISBELA VARELA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98886-7953
LISBELA
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$350.00
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26 de Abril de 2023 às 11:04



Estive com a Lisbela, uma mulher madura, pequena, quase frágil. Tem um charme próprio, é simpática, boa conversa e me recebeu com um beijo na boca que me despertou um raro tesão imediato. Acredito que o nosso encontro também foi um desagravo, porque sei que a Lisbela cultivava uma imagem negativa sobre mim.

Agendei o encontro carnal precedido da já famosa massagem que a moça aplica. No quesito massagem, a nossa Lisbela é profissional e entende do assunto. A maca confortável aliada às mãos que conhecem as sensibilidades do corpo nos relaxa, nos cura.

O apartamento de Lisbela tem uma claridade rara entre as salas do 37, possui, inclusive, um pequeno terraço. Talvez seja uma sala agradável justamente por isso. Há luz natural, o que tira aquele ranço de caverna que percebi em outras salas que frequentei.

Como citei, creio que eu estava em um dia bom, pois Pikachu se mostrou alerta e não negou fogo. Logo no primeiro beijo, armou a barraca. Na cama, Lisbela não decepciona, se entrega, mostra-se excitada, não expressa frescuras que cortam o nosso entusiasmo. Saquei o meu aparelhinho de eletrochoque e passei sobre o seu clitóris, suspeito que a Lis tenha gozado várias vezes, quase ao esgotamento.

Logo após a sequência de orgasmos, Lisbela investiu em um boquete incansável no meu combalido pênis. Digo “incansável” literalmente, Lisbela não desiste, insiste no desejo de extrair nossa seiva. Isso me impressionou, pois muitas meninas guardam aquela preguiça de nos proporcionar prazer, talvez pelo fato de muitos clientes imaginarem que realizam a melhor chupada do mundo e ficam horas supondo que estão fazendo as meninas gozarem, vão até o fim do programa sem mostrar qualquer outro desempenho.

Gozei com o estímulo do boquete de Lisbela alternado com uma boa punheta.

Valeu o encontro e quando meu caixa estiver normalizado há a possibilidade concreta de repeteco.

Até o próximo episódio... Dancinha

membro, The Witcher, Brand, Digboy, Malvadão Carioca, LP come queto, Brega, Vin Diesel, Armenio, Papa99, Mayara Rios, Mister M, Lisbela Varela, predador69, Degrov Morgan, Barbosa82, Ikki RJ, Seu Brandão, Dionizio_RJ, Detonador, ronondex, cabaite, Az,, Café, curtiram esse TD.
MELISSA CASTELLI - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99842-6234
MELISSA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
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24 de Abril de 2023 às 11:04



Tive mais este encontro com Melissa, posto agora com algum atraso.

Não irei me estender, já disse e repeti as virtudes da menina por diversas vezes.

Melissa é a magrinha com bunda arrebitada e seios pequenos que me fazem salivar.

Pegação, amassos e beijos. Tempo que sobra, um papo agradável.

Despedida e retorno um pouco mais feliz às ruas do Rio.

Brega, membro, Papai Noel, The Witcher, Gordin Boêmio, PauloCesar, Seu Brandão, Mister M, Detonador, Degrov Morgan, Oscar, The Shy, Barbosa82, PrefeitoComeCu, Stagrj, EscorpioAanonimo, curtiram esse TD.
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