SP LOVE Acompanhantes encontro vip Anitta Taylor Terapeutas acompanhantes de luxo sp Acompanhantes10 descorty Acompanhantes emprego

RELATOS DO MEMBRO

[PRIVÊ] DARK ROOM - Praça Olavo Bilac, 28 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
PANTERA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 TALVEZ

02 de Setembro de 2023 às 20:09






Tarde de sexta-feira sentado em um bar no Beco dos Barbeiros, no Centro. Eu comentava com os meus confrades antediluvianos dos antigos fóruns que ficava feliz ao ver que determinadas expressões criadas por mim se popularizavam com força midiática aqui no GPArena, é o caso do “Clube do Café com Bolo”. Nem mesmo eu fui capaz de prever a tamanha repercussão quando fiz a brincadeira, mas hoje recebo até MPs de pessoas que se divertem com isso e outras que são curiosas. Show. Mérito para os mancebos desse guloso Clube Gastronômico.

O mesmo grupo que se embriagou comigo no Beco dos Barbeiros, me arrastou para a Dark Room, ali na área da República das Flores. O Centro estava tumultuado com uma guerra entre camelôs e policiais que ocorria no entorno da Rua Uruguaiana, a tal luta injusta que faz justa a vida. Entramos no edifício e nos alienamos do caos.

................................................

Identificação na portaria, embarcamos no elevador até o último andar, subimos um lance de escada e adentramos nas dependências do privê. A minha primeira impressão foi de que a Dark Room é pequena, um pouco apertada, talvez amontoada. Bem recebidos, fomos encaminhados para a famosa área panorâmica que me lembrou uma festa da laje. A vista é realmente sedutora e romântica para um personagem como este geminiano gaúcho que aqui escreve. Tirei algumas fotos.

Copo na mão, álcool deslizando pela garganta em um contínuo interminável, papos fluindo, tudo seguia a rotina libertina. De repente, entra na cobertura uma morena dourada que não pode ser definida com nada menos do que espetacular. Seu nome? Pantera.

Um filé mignon. Que corpo. Que rosto. Que sorriso. Que seios. Que bunda. Perfeição. Ela nos cumprimentou rapidamente e sumiu da mesma forma que apareceu. Quando ressurgiu, fiz a abordagem, mas ela estava aguardando a chegada de um cliente. Frustrei-me.

Pantera ressurge após alguns minutos, faço nova abordagem, o cliente que ela aguardava desmarcou. Imediatamente, peço uma alcova. Sou conduzido a um quarto com cama de casal, a menina me traz uma toalha e pede que eu aguarde o banheiro desocupar. Sem problemas. Pantera é doce e muito educada.

O banheiro demorou a desocupar, cheguei pensar que algum membro do Café com Bolo estivesse preso no banheiro, se aliviando de uma dor de barriga causada por overdose de açúcar. Pantera finalmente me libera para o banho.

Volto ao quarto e ela me recebe emoldurada pelo seu microscópico biquini vermelho. Ela deixa cair as peças e exibe orgulhosa o seu corpo moreno e impecável. Seios pequenos e durinhos enfeitados por piercings nos biquinhos rosados, uma bunda que se fosse mais empinada bateria no teto, coxas grossas, cabelos lisos, barriguinha zero.

Avancei para os beijos e fui correspondido. Pantera se deita e mamo seus peitos suculentos por uns 20 minutos, uma delícia. Desço para a sua vagina, ela fecha os olhos, geme e aperta a minha cabeça entre as pernas, mas não goza. Ela inverte a posição e me mostra o talento do seu boquete. Bom, muito bom.

Mamado de pinga, o meu Pikachu — o breve — esqueceu que era um pênis e em uma súbita amnésia alcóolica imaginou-se uma Maria-Mole no dia de São Cosme e Damião. Situação difícil para este velho escriba. Aprendam, jovens, na terceira idade o pênis decreta a própria independência e só nos privilegia com a ereção quando bem entende, torna-se a parte mais egoísta e temperamental da anatomia masculina.

Pantera percebeu a revolta inerte de Pikachu e investiu em uma punheta acompanhada de beijos de língua em minha boca. Funcionou. Ejaculei alguns capítulos da Odisseia em sua mão.

Despedidas, pagamento e reencontro com os antediluvianos, que agora me arrastariam para o Clube 502. O céu escurecia e eu ainda não poderia prever que a noite seria longa... Emparelhei o aparelho auditivo com o celular e deixei que a música batendo nos meus tímpanos me revitalizasse... Dancinha

MELO DA ASA

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, M21, Bruzim, Jucabar, Bart, The Witcher, Sagacidade, Brega, Josh, Digboy, Mítico, petropolitano, Ninho, Saulo Top, Paulista88, Gatitus, Broker83, Sued, PromiscousBoy, curtiram esse TD.
ANY MORENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ
ANY
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$220.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

01 de Setembro de 2023 às 11:09



Tive o privilégio de ser o primeiro a conhecer a Any, de apresentá-la ao Arena, de oferecer a ela algumas sugestões, tirar as primeiras fotos, além de ter colaborado na criação do seu nome fantasia. Desde o primeiro momento em que a vi, percebi que estava diante de uma menina bonitinha e de um corpo impecável favorecido pela tenra juventude.

— Os bons relatos vão te ajudar muito no site — foi o que eu disse a ela no segundo encontro.

— O meu corpo também — ela me respondeu.


A extrema autoconfiança me surpreendeu. Admiro pessoas autoconfiantes, eu nunca fui. Talvez, por isso, sempre me considero incompleto no que faço e persigo uma perfeição que nunca acredito que alcançarei. Admiro, porém, pessoas autoconfiantes, mas não me empenho em trocar conhecimento com elas, pois me causam a impressão de que já nasceram prontas. Levando em conta o sucesso da moça, é provável que a Any tenha nascido pronta, que tentar ensinar a ela alguma coisa sobre esta selva digital que é o fórum e os predadores que aqui habitam foi uma pretensão injustificada da minha parte, um excesso de zelo.

O nosso segundo encontro ocorreu no meu chalé nos alpes tijucanos, Any teve a gentileza de atender este velho escriba em domicílio. Não terei muito a dizer além do que disse no post que inaugurou este tópico, talvez por esse motivo tenha demorado para escrevê-lo e só agora, com algum atraso, estou publicando.

Any é a novinha que chamamos de gostosa. Foi uma estreante que começou atendendo melhor do que muitas veteranas. Faz um tempo que não a vejo, não sei como está atualmente. Os dois encontros que tive com ela, inclusive este último que agora relato, foram excelentes. A menina é ótima, educada, carinhosa e profissional. Do tipo que estão fazendo falta hoje em dia, sempre torcemos por mais Anys no mercado.

O sexo fluiu com beijos, boquete e acho que gozei pela masturbação. Coisas de velho. Por algum motivo inconsciente, não fui mais revê-la. De qualquer forma, na minha idade e com a minha quilometragem, é raríssimo esbarrar com mulheres que me façam retornar indefinidamente. Por essas, eu me apaixono.

Restringi-me a somente acompanhar os relatos com a Any, fiquei feliz pelo seu sucesso, orgulhoso por ter sido o seu padrinho e fico torcendo que a temporada no Arena a ajude a realizar os projetos com os quais sonha.

Do ano passado para cá, tive a sorte de trazer novas opções femininas para o Arena e até para o VIP, mulheres que geralmente conheço em um circuito que não é frequentado pelo Florista de Sapatilha, que no fim acaba desfrutando e gostando das minhas descobertas, mas nem sempre acreditando nelas. Do alto dos meus cabelos brancos, no entanto, tento ser compreensivo com o Florista de Sapatilha, pois a pretensão é um peso que ele carrega nas costas imaginando ser uma virtude. Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Brand, Mr69, Digboy, pgggato45, Café, Brega, petropolitano, Joey Tribbiani, Tenista, Estarossa, Gatitus, Saulo Top, vadeR, Sued, Papai Noel, Teddy, Nego Dengo, Bart, Lucifer, Tyrion, The Witcher, ronondex, Holmes, Apolo, Madruguinha, curtiram esse TD.
UP HOUSE NIGHT CLUB - Av. Mem de Sá, 89 , Lapa - Rio de Janeiro - RJ - (21)99291-6370
LAURA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ DISSE QUE FAZ R$0.00 TALVEZ

31 de Agosto de 2023 às 11:08



Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...

Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

—Cântico Negro, de José Régio—



Atravessando mais de duas décadas de fórum, conhecendo incontáveis perfis de foristas, assistindo a diferentes comportamentos e reações, duelando com administradores cheios de si, interagindo com garotas de programa de diversas gerações, testemunhando glórias e tragédias, participando de eventos apoteóticos, enamorando-me com meia dúzia de putas, vendo foristas chegarem e partirem, tudo isso me convenceu a ignorar às insignificâncias. Não, não vou por aí.

Deixo que os amadores raivosos urrem contra mim munidos do sorriso amarelo da dissimulada elegância e não aceno de volta. Prefiro olhar para a doçura confeitada de alguns posts e imaginar que aquele sujeito a caminho da diabetes não goza mais porra, ejacula chantilly.

Escolho o abraço ao rechaço. Deixo o rancor da existência para os cabaços que não conseguem romper as fronteiras pré-fabricadas da própria mediocridade. Prefiro a polidez eivada de tolerância e camaradagem, é como construo o refinamento do meu bom humor britânico exilado nestes trópicos de manadas obtusas.

...................................................................................

Nem sempre fui um insone, adquiri a insônia com o passar dos anos, principalmente no período da migração da juventude para a maturidade. No fim, a minha insônia se tornou incurável e aprendi a dormir pouco. Talvez, isso me encurte a vida e por isso me exponho a vivê-la em todas as suas esquinas, becos e penumbras, pois nenhuma verdade gosta da luz do Sol.

Os ponteiros do relógio acusavam mais de uma hora da madrugada quando recebi a mensagem de uma ruiva maravilhosa que conheci pelo Tinder e que passou o último fim de semana no meu chalé Tijucano (tudo documentado e enviado ao nosso “Presidente Brand”, para evitar questionamentos maldosos do descrente Florista de Sapatilha). Aline, a ruiva, estava em um bar da Lapa e perguntou se eu não queria esquentar a garganta com ela. Vesti minha camuflagem noturna e fui.



A brisa gélida cortava corpos e congelava pensamentos quando desembarquei do táxi sob os arcos da Avenida Mem de Sá. A Lapa parecia menos agitada do que de costume, talvez pelo frio do meio da semana. Caminhei até o bar em que a ruiva me disse que estaria e encontrei um ambiente com poucos ébrios presentes. Aline me esperava linda, encaixada em um vestido curtíssimo que exibia suas coxas torneadas, um decote vaporoso e um casaquinho curto sobre os ombros. Pedi meu uísque e ela continuou com o gim.

Conversamos, namoramos, rimos, mas ela precisava ir embora, pois teria que acordar cedo para o trabalho. A jovem Aline mora próximo à Lapa com uma amiga, é uma advogada batalhando por espaço profissional. Aceitei a despedida e a promessa de um novo encontro. Ela se foi, eu fiquei.

Acredite, forista sem fé. “Prefiro escorregar nos becos lamacentos, redemoinhar aos ventos, como farrapos, arrastar os pés sangrentos” e tomar uma cachaça com catuaba a me intoxicar com overdoses vespertinas de café com bolo, esse troço deve causar diarreia crônica.

Pensei em partir para a Vila Mimosa, mas imaginei que a Rua Sotero Reis deveria estar mais triste que velório no Caju. Desisti da ideia. O que me restava? A Up House. Ao entrar na boate, me surpreendi com a quantidade de meninas e clientes, a casa estava cheia. Peguei meu Black Label no bar e fiquei na contemplação.

Agronopólos, o implacável Deus libertino, que me fez gastar os tubos nas últimas semanas, agora colocaria diante dos meus olhos uma loira com ginga de universitária que surgiu na pista da Up coberta por um biquíni que, por pouco, só seria visível pelas lentes de um microscópio eletrônico. Cabelos compridos escorrendo pelas costas, olhos de um mel claríssimo, a tez bronzeada por um Sol que somente as musas encontram no inverno, lábios carnudos e bem desenhados, um sorriso avassalador, uma mulher que respingava sensualidade.

Nem fiz a entrevista, pedi uma alcova e dei sorte.

No quarto, não me negou beijos endoscópicos, tirou os paninhos que a cobriam e revelou seios siliconados com perfeição e que ostentavam biquinhos cor de rosa, a barriga modelada em academia exibia gominhos de músculos, as pernas cobertas por uma penugem loira me lembravam a estrutura de uma bailarina. Apresentou-se como Laura. Linda Laura, Laura linda.

Senti uma zonzeira repentina, efeito do álcool. Deitei-me e Laura veio por cima, uma tempestade de beijos na boca, de línguas enroscadas, de lábios conectados. Esfregava-se em mim gerando uma fricção que causava ondas de choque. Temendo que a embriaguez me prejudicasse, percebi que tinha que agir rápido.

— Podemos meter assim, por cima? — perguntei.

Laura nem respondeu, preparou o meu velho Pikachu e botou para dentro da vagina. Estou um idoso preguiçoso, gostando da posição amazona. A menina só quicou, quicou muito, quicou forte com aquelas pernas musculosas e a bunda dura. Durante as quicadas, a garota gritava palavrões terríveis. Gozei.

Quando Laura saiu de cima de mim, a minha virilha estava dolorida de tanta porrada que levou daquela bunda. Tempo encerrado, pois na vida mundana todos os desejos são cronometrados. Cumprimos a despedida e saí.

Não sei que horas eram, acredito que o meu DNA gaúcho impede que eu sinta frio à toa, mas estava muito frio quando retornei à vetusta Avenida Mem de Sá. Comprei um chiclete, emparelhei o meu aparelho auditivo com o celular, caminhei no ritmo das batidas que desaguavam nos ouvidos e me misturei às sombras... Girl9

BIG IN JAPAN

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Senior69, Incubo, Brand, PauloCesar, Digboy, MisterBlack17, Bruzim, Barbosa82, Estarossa, Papai Noel, The Witcher, Latrell Spencer, petropolitano, Lemos, Diazepan, curtiram esse TD.
VIVIANE BADINI - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97649-1471
VIVIANE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

30 de Agosto de 2023 às 11:08


VIVIANE - https://www.gparena.net/social-feed-user.php?id=23801



—1—

Eis que este velho escriba, este vetusto forista, este ordinário membro do GPArena que revelou à nossa efervescente comunidade os açucarados mancebos do internacional “Clube do Café com Bolo”, eis que foi este antediluviano personagem que aqui escreve, amado e repudiado em todas as eras forísticas, que descobriu uma pérola além das fronteiras que o Florista de Sapatilha frequenta. Sim, intrépido leitor, o legítimo libertino navega por mares obscuros do universo mundano, desbrava as brumas noturnas atrás dos tesouros subterrâneos que a mesmice do Florista de Sapatilha jamais descobrirá ou acreditará.

Registrem, existe uma diferença essencial entre o Florista e o Forista que até o corretor ortográfico conhece, tão essencial que é óbvia. O Florista de Sapatilha é o mofo eternamente neófito. Já o libertino é o lobo sem matilha, é aquele que crê no milagre e trepa com mulheres além da compreensão minguada e restrita do presunçoso Florista. O libertino é o renascer da controvérsia, pois só os medíocres almejam a unanimidade da irrelevância.

Quando avistei pela primeira vez a pérola, o meu valioso Pikachu — o breve — me alertou para a exuberante ninfeta através de um sinal de ereção. A menina vestia uma bermuda cavada e um exíguo top branco, as poucas peças não economizavam pudores para exibir as curvas exuberantes e vertiginosas da falsa magra. Pasmei.

Como o mundo só favorece os ousados, avancei para abordar a garota. Seu nome é Viviane, 22 anos de deslumbrante luxúria emoldurada por uma beleza juvenil, lembrou-me as alunas sexys e angelicais do Instituto de Educação armadas com aquelas mortais minissaias de estudante.

Viviane é uma fêmea em alta tensão, perigosamente provocante. Trocamos o número do celular. Muito atenciosa, conversamos por uma semana e marcamos o encontro.

A chuva incessante não ameaçou o destino que estava traçado, eu e Viviane comungaríamos do calor da pele, do fogo da penetração, da doçura úmida dos beijos inevitáveis.

—2—





Toca o telefone do quarto do motel Éden, na bucólica e romântica Tijuca...

— Viviane está aqui embaixo. Pode subir? — questiona-me a recepcionista.

— Pode subir — confirmo.

O estranho é que autorizei que subisse, mas Viviane demorou para chegar ao quarto, pois me contou que suspeitaram que ela fosse menor de idade e exigiram a identidade. Veja, afeiçoado forista, desconfiaram que a moça era de menor, Viviane é a encarnação fiel de uma ninfeta do estilo Lolita. Comprovação etária realizada pela gerência, ela se apresentou à minha alcova.

Abro a porta e me deparo com uma morenaça bronzeada, cabelos lisos na altura dos ombros, olhos cheios de uma pureza maliciosa, lábios em forma de coração, pernas longas e bem torneadas, barriguinha chapada, rosto de traços finos e bonitos. Os membros deste longevo e rodado forista estremeceram num misto de comoção e desejo irrefreável. Parti para cima e beijei a boca da ninfa, fui plenamente correspondido.

Viviane vai para o banho e retorna na nudez dos cabelos molhados. Monta sobre o meu tronco e começa a me despir como se estivesse com mais fome de sexo do que eu. Deixa-me nu e abocanha meu combalido pênis como uma vampira sugadora de sêmen. O boquete é magistral, com variações de garganta profunda, lambidas delicadas, unhas arranhando o saco enquanto os lábios macios mastigam a glande. Tive que apelar para a meditação budista como proteção contra a ejaculação precoce.

Prestes a pedir arrego, pedi que interrompesse o boquete. Vivi então prepara o caminho e monta sobre o meu pênis com a fúria das amazonas. Senta de costas para os meus olhos, admira-se através do espelho e quica, e rebola, e esfrega... Eu estava sem fôlego acompanhando a raba incansável se movimentar como um pêndulo, sentindo as vibrações vulcânicas do orgasmo irem e voltarem.

Peço que a ninfa fique de quatro, ela me atende e se posiciona empinada, com a bunda virada em um ângulo celeste, fazendo com que seu corpo tomasse a forma e a curvatura de um tobogã erótico.

Ajoelho-me, pois Viviane é mulher para comermos ajoelhados e orando pela graça alcançada. Penetro lentamente naquele templo meloso e úmido da vagina. Começo a estocar em ritmo lento, a menina geme, se empina mais. Prossigo com estocadas mais fortes, profundas. De repente, Viviane geme alto e goza em convulsões.

Quase num estágio de pré-infarte, deixei acontecer e ejaculei hectolitros de espermas acumulados na minha uretra conhecida como Guandu 2. Vivi ficou surpresa com a quantidade de sêmen liberado pelo meu enrugado pinto.

Preenchemos o resto do tempo com sarradas, amassos, beijos e esfregadas de deixar qualquer psicólogo maluco. Conversamos um pouco e pude constatar que Viviane é uma fêmea safada e sem preconceitos na flor da existência. Apaixonante. Apaixonei-me. Não venha querer me dizer que um libertino não pode se apaixonar, o coração libertino é um fogão de seis bocas.

—3—

Paguei a conta, pedi um táxi para a menina e nos despedimos. Chovia fino, uma brisa fria cortava a icônica Praça Saenz Peña. Sem guarda-chuva, a água escorria pelos meus fartos cabelos, molhava a minha roupa... A luz das lâmpadas de vapor de mercúrio multiplicava os brilhos ao esbarrar com as gotas que caiam suaves. Emparelhei o meu aparelho auditivo com o celular e a melodia que invadiu os meus ouvidos fez os meus tímpanos saltarem em êxtase.

EVERYBODY'S FREE

Não hesitei. Ergui os braços em direção às nuvens apocalípticas e soltei a franga como um Fred Astaire sem Ginger Rogers, no palco amplo e deserto de uma praça iluminada por holofotes lacrimejantes e fragmentados. O libertino é feliz porque é livre. Girl9



ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Cerveja, Brand, Gatitus, pgggato45, Felipe_BR, Brega, Eva Sanchez, ogimao, Bonito_dwt, The Witcher, Saulo Top, Sued, Tenista, Estarossa, Viviane Badini, Ikki RJ, Digboy, Latrell Spencer, CariocaGaludo, Lucifer, Papai Noel, Tyrion, petropolitano, Mave, curtiram esse TD.
PAOLA RABANNE - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96436-6226
LORENA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

23 de Agosto de 2023 às 21:08






Lorena acampou esta semana em uma nova sala na bucólica Tijuca, aproveitei a proximidade para emendar com mais uma visita. Ela está em um ritmo de cigana devassa, vem se mudando de sala em busca do melhor local para se estabelecer. Espero que na próxima semana ela não informe que está atendendo no Havaí, pois se eu tiver que comprar passagem de avião fica puxado.

Sou pontualíssimo, um britânico exilado na obtusidade dos trópicos, cheguei antes da hora e precisei aguardar alguns minutinhos para a musa liberar a entrada. Subo os lances de escada do sobrado da Rua São Francisco Xavier, na Tijuca, e a loira panicat me recebe com um sorriso acolhedor. O novo endereço é perto do metrô, em um ponto de fácil acesso.

O quarto é amplo, ar-condicionado gelando, cama de casal em estrado de madeira, espelho na parede, um certo estilo de garçonnière antiga que tem o seu charme próprio. A entrada do sobrado exala uma atmosfera de clandestinidade que confere novas emoções a quem se aventura. Eu já conhecia as instalações, pois foi ali que trabalhou uma das mulatas mais monumentais que conheci antes do meu futuro falecimento, a Iza Fernandes .

Vou me prolongar? Não. Muitos viram Lorena na festa do Arena, até o forista sem fé foi obrigado a aceitar de que se trata de uma mulher madura e gostosíssima, com corpo mais em dia do que muitas novinhas da praça. O atendimento é de excelência, com entrega, com beijos em ritmo de endoscopia, sarradas, boquete extraordinário. Um mulherão de cama, mesa e banho.

Batemos um papo, avancei para os beijos e, quando vi, Lorena já estava por cima de mim em uma cavalgada epopeica. Gosta de meter e sabe meter. Desfaço a posição, mamo seus peitos perfeitos, beijo mais a sua boca, chupo sua boceta úmida e quente... Lorena pega o meu aparelhinho de eletrochoque, introduz em seu clitóris e estremece em um orgasmo sísmico que provavelmente foi percebido em Bangu. Acredite, forista sem fé, essa mulher é um fodão homérico.

Ela diz que quer me chupar, eu me deito e sou possuído por uma boca que parece que se transforma em sete quando engole o pau. Lorena usa uma diversidade de técnicas que quase nos levam a um AVC Peniano. Dificílimo resistir. Tentei, mas acabei me entregando e jorrei uma quantidade de espermas similar àquela chuva que fez Noé fugir na Arca.

Mais um pouco de conversa, despedida e ganho as ruas românticas e arborizadas da bucólica Tijuca, o meu universo. Ao colocar a mão no bolso, descubro que perdi meu aparelhinho de eletrochoque, talvez na nova sala de Lorena. Fazer o quê? Comprar outro. Segue a saga... Girl9

membro, PrefeitoComeCu, Luana Marches, mecobalamina, Vin Diesel, Digboy, Papai Noel, Lyon, Senior69, M21, Gordin Boêmio, The Witcher, Sued, MisterBlack17, Eva Sanchez, Ikki RJ, Brega, Barbosa82, Teddy, Café, Aquaman, jegue24cm, Jucabar, delgran, Nego Dengo, Lorena Rabello, ViciadoEmPeitudas, Gatitus, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
CLUB 13 - Praça Olavo Bilac, 13 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
LINDA
NEGATIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO NãO SEI NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

21 de Agosto de 2023 às 21:08



Há duas semanas que estou lendo um seleto grupo de nobilíssimos foristas repetir incansavelmente a expressão “Clube do Café com Bolo”, que cunhei para homenageá-los. Por isso, quero ratificar neste introito que a alcunha foi uma homenagem a essa galera de libido tão ativa que se reúne para compartilhar o desempenho sexual de cada um aproveitando a degustação de um bom cafezinho ao mesmo tempo em que saboreiam o bolo da casa. Só homenageio os bons, tenham a certeza. Quisera eu fazer parte desses campeões de ejaculação, mas o meu breve Pikachu vem cedendo à idade e a força gravitacional. Não sei se repetem a expressão porque não gostaram dela ou por terem aprovado o título com entusiasmo. De qualquer forma, fica a declaração da minha boa intenção.

.............

A SAGA

Estava tudo certo para repetir pela milésima vez com a Adriana, a madura de corpo mais espetacular da atualidade, infelizmente imprevistos vespertinos me fizeram cancelar a marcação para evitar furo com a diva. Caminhei em rumo errático até que escolhi entrar na 13, às margens do Mercado das Flores.

Quanto mais subo as escadas do sobrado, mais escuro fica, até que chego a um ponto em que a minha catarata não vê mais nada. Dei sorte desta vez, uma boa samaritana, me vendo dar de cara com a parede, segurou na minha mão e me conduziu, como se conduzisse um ceguinho, para dentro da boate.

Já com a visão adaptada à penumbra do local, peguei uma Ice e me sentei num canto estratégico. Fico impressionado em confirmar o quanto a casa fica cheia, com muitas mulheres, mas é preciso garimpar criteriosamente. Não aconselho aos neófitos, é o tipo de casa mais recomendada para aqueles que desenvolveram calo na glande.

Uma morena gordinha com semblante de paraguaia se acomoda ao meu lado...

— Tem cigarro? — me pergunta.

— Não fumo, querida.

A menina se levanta emburrada sem dizer uma palavra. Continuo assistindo ao desfilar de bundas, coxas, maiôs e biquínis. Estava difícil avistar algo que me interessasse. Então, novamente, a mocinha com face de paraguaia se senta ao meu lado.

— Tem cigarro? — pergunta-me outra vez em menos de 10 minutos.

— Não sei se você é a mesma menina, mas eu disse que não fumo — meu tom foi educado, carinhoso.

A garota repetiu a coreografia, levantou-se com um bico enfezado e não disse uma palavra. Decidi pegar outra Ice e mudar de lugar. Perguntei por algumas garotas que eu já tinha comido na casa, mas a cada vez que perguntava me olhavam com cara de poucos amigos, como se eu fosse um investigador policial atrás de meliantes. Vi um cantinho vago e sentei-me novamente.

Percebi a paraguaia se aproximando, ela rondou, olhou e sentou-se pela terceira vez perto de mim...

— Oi. Tem um cigarro? — a mesma pergunta.

Encarei o rosto da menina para analisar se aquilo não era uma sacanagem, uma pegadinha, para avaliar se ela sofria de alguma demência, qualquer coisa que justificasse a insistência insana em me pedir cigarro repetidamente.

— Filha, presta atenção. Eu não fumo, não compro cigarros e não planto tabaco — desta vez, fui eu que me levantei com a cara amarrada e fui para o balcão do bar.

O mar não estava para peixe. Detectei uma baixinha com o corpo certinho e considerei melhor me aproximar dela antes que a paraguaia me pedisse um cigarro pela quarta vez. O nome da menina era Linda, o que não quer dizer que ela fosse linda, mas dava para o gasto. Fiz meu questionário usual, aprovei e pedi uma alcova.

No quarto, sem salto, a menina ficou ainda mais baixa, uma formiga erótica diante da minha altura. Tudo bem, Dante, não reclama. Avancei para beijá-la e ela avançou para fugir.

— Você não falou que beijava, princesa? — questionei.

— Ah! Eu beijo, mas não assim, né?

— Assim como? — insisto.

— De língua, né. De língua, não.

Neste momento, duzentos e cinquenta palavrões emergiram em minha mente, porém, foram barrados pela minha boca cautelosa. Fui tentar chupar os peitos que pareciam durinhos e suculentos.

— Ai, ai... Devagar. Assim machuca — reclama a moça.

Sinceramente, nesta altura, meu pobre Pikachu — o breve — já estava perfurando o chão como broca tentando cavar uma saída. Preferi desistir. Liberei a menina, vesti a roupa e dei linha na pipa.

Alcancei a rua Miguel Couto, entrei em uma padaria, pedi um café com bolo e pensei: quisera eu... Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, joseph1973, Gatitus, PauloCesar, Ninho, Digboy, Sued, pauloeduardo, Senior69, Tyrion, PrefeitoComeCu, Ikki RJ, Estarossa, Barbosa82, Jucabar, Mister M, The Witcher, Morcegão, Brand, Az,, Aquaman, petropolitano, Nego Dengo, Siropas, Madruguinha, curtiram esse TD.
ISIS FERRARI - Rio de Janeiro - RJ
ÍSIS FERRARI
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$0.00 TALVEZ

19 de Agosto de 2023 às 14:08




A ÚLTIMA CEIA

A porta se abre... mas antes que eu entrasse, tive flashs de lembranças da última festa do Arena. Lembro-me de chegar escoltado pelo legendário Krisium; de dar um abraço no Brand (parceiro diário de tantas conversas); lembro-me de ficar comovido quando a doce Ana Trinity surgiu dizendo que havia me procurado para falar comigo, um gesto tão delicado que me comoveu, uma atitude afetuosa que demonstra inequivocadamente o quanto ela é diferenciada.

Prefiro tentar construir pontes, reverencio quem simpatiza ou antipatiza comigo, estendo a mão antes que me estendam, dou mais atenção às virtudes, porém, nunca consigo justificar a deselegância de qualquer pessoa. Uma pessoa deselegante, dessas que somatizam bobagens e transformam em ressentimento, é um trapo humano que deveria buscar evoluir.

O melhor de tudo foram os tantos foristas que me cumprimentaram com entusiasmo, que levantaram conversas sobre a escrita, que se sentem motivados quando leem a também escrever. É algo que deixa este velho escriba feliz. Fique sempre ao lado dos melhores e aprenda — profetizava o meu avô gaúcho. Obrigado a todos os queridos que me trataram com extremo carinho e que me permitiram um dedo de prosa. Inesquecíveis.

Sim, afeiçoado forista, sou um sentimental despudorado e creio que por isso eu seja um libertino inveterado, um personagem de muitas paixões, decepções, glórias e ressurreições. Sinto certa compaixão por quem não experimenta a doçura transitória das pitangas, talvez venha daí a limitação criativa de tanta gente.

De tudo e de todos, lembro-me, principalmente, da Ísis Ferrari, a loirinha que me chamou atenção entre a multidão que lotava o salão do evento.

..................................

Noite de sexta-feira. A porta se abre... Entro e vejo a loirinha com jeito de princesa, não perco tempo e engato o primeiro beijo. Ela me conduz para o famoso sofá tão bem descrito nos relatos anteriores, mais beijos. Começa a se despir e caio de boca nos peitinhos pequenos e durinhos que eu já estava de olho mesmo antes de conhecê-la.

Ísis é uma mulher que tem reações de prazer quase indescritíveis, tem o tesão à flor da pele, geme diante de um simples toque. Contou-me que está somente há seis meses no ofício. Saquei o meu aparelhinho de eletrochoque na expectativa do show que iria assistir a seguir. Introduzo o aparelho sobre o clitóris e Ísis morde os lábios, se contorce, geme, me beija, coloca minha mão em seu peito. Goza prolongadamente. Depois disso, me levou para o quarto e para a cama.

— Gostou do meu apartamento? — ela me pergunta.

— Ao seu lado, eu veria um palácio mesmo que estivesse debaixo da ponte — nessas horas eu só consigo exprimir respostas cretinas.

— Como você quer gozar? — ela me pergunta, mas nunca sei como responder, acredito que a coisa toda precisa fluir naturalmente.

Percebi que Ísis estava um pouco desconfortável com meus beijos afoitos, então pedi que ela me ensinasse o seu ritmo, dito e feito.

Ela pede para que eu use o aparelhinho mais uma vez, usei duas. Somado o saldo da noite, Ísis gozou três vezes e pediu arrego. Cheguei perto da ejaculação precoce assistindo ao espetáculo que é ver a mulher com ares de Lolita alcançar seus orgasmos. Isis avança para me chupar, chupa gostoso, um boquete capaz de provocar a erupção da seiva em poucos segundos, mas ela queria meter. Prepara o terreno e monta em meu tronco, quica, rebola enquanto aperto seus peitos, geme, quase goza pela quarta vez... Ela gira o corpo e começa a quicar de costas para mim, a bunda com marca minúscula de biquíni sobe e desce, engolindo e libertando o esforçado Pikachu — o breve.

— Me pega de quatro — ela ordena.

Quando Ísis fica de quatro, sua curvatura empinando a bunda chega a nos causar vertigens. Penetrei lentamente em seu templo vaginal, comecei a estocar devagar, aumentei a pressão gradativamente. A atmosfera pareceu ter esquentado, eu suava como só os gordos suam. Ísis se prontificou a ligar o ar-condicionado e a temperatura voltou ao normal. Eu ainda estava estragado pela bebedeira da noite anterior, não consegui gozar.

..................................

I WANNA GO

Ficamos namorando mais um pouco, o tempo se esgota e ganho a noturna maresia de Copacabana. Cada encontro é a página de um livro que viramos para seguir em frente, em certos casos fica a vontade de reler.

Meu celular apita com uma mensagem, era GISELE me informando que chega semana que vem ao Rio. Pergunta-me novamente se pode se hospedar por alguns dias no meu chalé nos alpes Tijucanos. Não sei se o meu coração será capaz de sobreviver a uma stripper catarinense com o porte da Farrah Fawcett. Inseguro, respondo que ela pode ficar comigo.

O relógio de rua marcava dez horas da noite. Sinalizei para um táxi e rumei para o Centro da Cidade. Na vida, ejacular pode ser mais do que um capricho, muitas vezes é uma missão. Emparelhei o meu aparelho auditivo com o spotfy e deixei que a música preferida de Gisele me embalasse no trajeto...

I WANNA GO

Fantasmas não dançam sob a luz do Sol... Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Brega, Senior69, Digboy, Degrov Morgan, Barbosa82, Estarossa, Gatitus, Madruguinha, Y@N, The Witcher, pauloeduardo, Teddy, Sued, Joey Tribbiani, Brand, Tyrion, Papai Noel, Ikki RJ, Alain Scorpio, Mave, Apolo, Holmes, curtiram esse TD.
[TRASH] CLUBE AFRODYTE - Rua Uruguaiana, 145 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
RUBI
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 TALVEZ

19 de Agosto de 2023 às 09:08






—1—

Deixei o encontro com a Ísis Ferrari quando um relógio de rua da internacional Copacabana me informava que já badalavam dez horas da noite. Declara um conhecido meu que Copacabana “é a Tijuca com maresia”, mas não vejo assim. Na noite anterior, eu havia ingerido pelo menos um litro de Black Label e o meu corpo ainda sentia os efeitos colaterais. Após o embate com a Ísis, vagando pelo Posto 6, decidi que buscaria as verdadeiras emoções no traiçoeiro Centro da Cidade.

Sou um ébrio bissexto com muita resistência à bebida, mas confesso que o excesso de uísque de sexta-feira bloqueou as minhas memórias sobre a festa do Arena. Para ser sincero, não me recordo exatamente como cheguei em casa, sei que me vi na Lapa sem entender o porquê de estar ali, logo depois eu estava tentando acertar a chave no buraco da fechadura do meu chalé Tijucano. Enfim, sobrevivi.

—2—

Sou um noturno, me criei na caça e mesmo não sendo um bebedor nato, tenho espírito boêmio. Relatos somente com freelas impõem um ritmo muito café com bolo, tem introito, posfácio, é uma salada de frutas misturada a ilustrações de Maurício de Souza com sotaque dos quadrinhos do Chico Bento, Cascão, Mônica e Bidu. Eu aprecio, mas não é o que me satisfaz plenamente. O libertino está mais para uísque com Red Bull. O importante, no entanto, é que todos compõem essa diversidade indispensável e necessária para os fóruns, é a coletividade que cria o conteúdo para todos os gostos.

As freelas são uma opção na medida certa para os homens casados, domesticados pelo cotidiano do matrimônio, homens que precisam de situações discretas, que deslizam escondidos pelos corredores dos prédios decadentes como se fossem gatos de apartamento que se esqueceram das delícias profanas da liberdade. É um outro estilo de vida, diferente do libertino raiz. Como nunca me casei nem tive filhos, mantive-me inserido nesta existência selvagem, numa soma de décadas que caminham para marcas septuagenárias.

—3—

Quando, finalmente, cheguei ao Centro, encontrei o lendário forista Krisium e outros camaradas, todos estacionados em uma banca de jornal da Avenida Presidente Vargas que virou ponto de libertinos. Krisium havia acabado de sair do Hotel Sevilha, depois de degustar uma negra colossal que rebocou do bordel 210 da Uruguaiana.

Bati um papo com a galera da seita. A maioria dos legendários foristas antigos não mais escreve em fóruns, porém, continuam ativos esbórnia. Sou o remanescente de uma era que começou há mais de vinte anos, sou uma raridade que persiste, talvez o último dos Highlanders ancestrais que fundaram o primeiro fórum que deu origem a todos os outros como este. Não sei se me orgulho disso, mas sou o que sou, uma alma com fleuma britânica exilada nestes trópicos de manadas míopes. Resumindo, um velho mundano amado pelos sábios e odiado pelos obtusos através dos tempos.

—4—





Decidi entrar no Clube Afrodite, um lupanar clássico onde o forista de sapatilha não ousa pisar, fincado quase na esquina da hoje sombria Avenida Marechal Floriano com Rua Uruguaiana. Minha intenção seria repetir o amasso com a Júlia, mas à noite nada é tão previsível e o libertino anda sobre o fio de uma navalha que pode, subitamente, cortar as ilusões. Júlia não mostrou a mesma receptividade da primeira vez, o que me fez eliminá-la da lista. Pedi uma água mineral e prossegui contemplando o cenário.

No breu silencioso da madrugada, na penumbra do bordel, a mulher se faz alvorada. Inesperadamente, surge uma fêmea deslumbrante na pista, mulata belíssima de fazer qualquer Sargentelli ressuscitar, quando ela entrou no salão tudo entrou em estado de suspensão. Então, ela começa a se remexer, rebolando ao som do funk proibidão, respingando sensualidade por todos os lados. Acredite, forista sem fé, esse é o milagre da noite.

A mulata colou em um sujeito que exibia na mesa um balde de cerveja, acredito que ela colou mais no balde de cerveja do que no sujeito. Eu não parava de encará-la, um filete de saliva me escorreu pelo canto da boca, insisti até o momento em que ela percebeu a minha presença e sorriu. Fiz um gesto para que se aproximasse.

— Qual seu nome? — perguntei.

— Rubi. E o seu?

— Dante, me chamo Dante.

Rubi não é uma mulher comum, Rubi é um totem sexual; é um conjunto de curvas que atentam contra o pudor do mundo civilizado; tem uma bunda que só posso descrever como uma imagem indecorosa devido às perfeitas proporções esféricas. A beleza exuberante de Rubi é quase uma falta de educação. Entrevista feita, mulher aprovada, pedi uma alcova.

O Clube Afrodite possui uma suíte, que infelizmente está sempre ocupada, o que me obrigou a aceitar o quarto comum. Rubi desnuda-se e me tasca um beijo com pressão de exame de endoscopia, língua que toca na traqueia. Ficamos nos pegando em um amasso para lá de caloroso, aperto a bunda, os seios e os beijos cada vez mais fortes. Ela pede que eu me deite e aplica um boquete no meu combalido pênis que me exigiu concentração máxima para evitar a ejaculação precoce, tive que puxar à hesitante memória a propaganda do Boston Medical Group para não capitular.

Rubi fica de quatro e diz que precisa sentir um pau, foi quando ocorreu outro imprevisto. Coloquei-me por traz da garota e pasmei diante da visão que se descortinava aos meus olhos, aquele tobogã sexual achocolatado e empinado para me receber. Só Caetano foi capaz de definir, totalmente demais. Fiz o preparo e introduzi o intimidado Pikachu — o breve — naquele templo vaginal que deve guardar mais pecados do que a Betsabá.

Talvez pelo efeito residual do álcool, dei umas cinto estocadas e gozei os milhares de espermatozoides que nunca verão o amanhã. Rubi pediu uma caixinha, eu dei. Conversa rápida enquanto nos vestíamos, despedida e rua.

Caminhando pela Rua Uruguaiana que ainda fervilhava com um pagode frenético, emparelhei o meu aparelho auditivo com o celular em busca da trilha sonora que me faria prosseguir pela obscura noitada...

BB KING

Os fantasmas não dançam sob a luz do Sol. Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
Brand, membro, Brega, pgggato45, Digboy, mecobalamina, PrefeitoComeCu, Gatitus, Ninho, Barbosa82, Estarossa, The Witcher, Atecubanos23, Bruzim, ViciadoEmPeitudas, Ken Masters, Mister M, Papai Noel, petropolitano, Morcegão, ronondex, Diazepan, curtiram esse TD.
CLUB 116 - Rua da Conceição, 116 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
LILITTH
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

17 de Agosto de 2023 às 03:08







Quando você dança com o Diabo, você não muda o Diabo, o Diabo muda você.

—Andrew Walker—



A sina de um libertino é sempre renovar o contrato com o Diabo na tentativa de prorrogar a sensação de juventude. A primeira regra desse trato é manter o celibato a qualquer custo, pois o matrimônio envelhece a alma. A segunda imposição contratual diz que nenhuma relação amorosa irá prosperar na jornada do libertino. O terceiro ponto diz que o libertino será um apaixonado por si mesmo e nunca perceberá a solidão que o devora. Sim, eu danço com o Diabo e é o Diabo que me transforma.

O espetáculo de contemplar o céu escurecer, as luzes sobre as calçadas se acenderem em fileira como velas de um cortejo fúnebre, os prédios comerciais se apagarem como gigantes que adormecem, a turba fluindo na ânsia de retornar aos lares e ao repouso inútil... Eles dormem, mas eu não consigo dormir. Enquanto a noite convida os homens comuns para o sono, ela me convida para a vida.

A Avenida Presidente Vargas me fazia lembrar o cenário de Blade Runner, um futuro tomado pela decadência e por replicantes aprisionados pela tela do smartphone.

Entrei pela Avenida Marechal Floriano, a antiga Rua Larga da destituída monarquia. A Marechal Floriano causa a impressão de escurecer mais rápido e mais intensamente do que todo o resto da cidade, ali os antigos sobrados sussurram, é onde os proscritos encontram pouso. Sentei-me em um lugar vago no Beco da Sardinha, hoje um ponto que se tornou melancólico se comparado com os dias de glória.

Ao pagar a conta dos seis chopes que ingeri, voltei às trevas sonâmbulas da Marechal Floriano e me veio à memória a lembrança de um antigo forista que foi um grande parceiro e usava o nick de Fúria Jr. Ele sempre bebia em algum boteco da área e depois zanzava pelos trashes. Eu o perdi de vista, nunca mais o reencontrei.

Alcancei a Rua da Conceição. O trecho da Rua da Conceição onde se localiza o Bombeirinho é curto e desprezado, uma ilha de náufragos. Subi os longos degraus do carcomido sobrado e cheguei à pista da boate. A casa estava cheia.

Como já descrito, o interior do Bombeirinho tem a aparência de uma caverna penumbrosa. A música é alta e ressoa sequências de funks proibidões. Uma zoeira. É uma arena que favorece o garimpo, sendo possível encontrar novinhas surpreendentes dando sopa. Em algumas ocasiões oferecem um bom atendimento.

Peguei uma Ice no balcão do bar fiquei de tocaia. Vejo uma morena inesperadamente linda que emerge das sombras emoldurada por um fio dental microscópico. Pressenti que seria necessário atacá-la rápido ou eu perderia a oportunidade. Aproximei-me e perguntei se ela gostaria de beber comigo. Convite aceito.

— Qual seu nome? — perguntei.

— Lilith.

Que situação singular. Segundo a mitologia bíblica, Lilith foi a primeira mulher de Adão e por motivação própria decidiu renunciar ao paraíso. E onde eu encontro uma Lilith? No Inferno. A existência é quase sempre uma piada de mau gosto.

Lancei o meu questionário, aprovei as respostas da menina e pedi uma alcova. Paguei e subimos. Há quartos do Bombeirinho que sinto dificuldade até para entrar, são estreitos, apertados e dá medo pisar no chão insalubre. Esqueçam as afetações, aceitem a realidade, o libertino é homem que mija em pé.

Lilith tira os breves pedaços de pano que a cobrem e me deparo com um corpo que fez meu queixo tombar. Gostosa a menina, curvas e relevos bem delineados, um peitinho pequeno com os bicos apontando para o teto. Avancei para beijá-la e ela não refugou. Os beijos começaram leves, mas logo se transformaram em endoscópicos.

Lilith diz que tenho cara de homem inteligente e eu respondo que quem vê cara não vê coração. Ela ri, se ajoelha e abocanha meu combalido pênis, o boquete é quente, ergue o moribundo e me entusiasma. A menina prepara o terreno e salta sobre o meu pau em uma sentada súbita. Cavalga sem dó, pede que eu goze em sua boceta meladinha, em alguns momentos o gemido parece com choro, a situação me excita ainda mais.

Antes, de frente para mim, ela gira e me dá as costas. Vejo sua bunda subir e descer, engolfando e libertando meu pau. Lilith continua gemendo alto, choraminga às vezes, avisa que vai gozar e um fenômeno raríssimo acontece: gozamos juntos.

Despedidas com beijos e retorno as ruas. O meu corpo anestesiado respondia aos comandos básicos. Meu cérebro reagia lentamente aos estímulos urbanos. Continuei caminhando sob as marquises silenciosas. Ali, entre desvalidos e miseráveis, fui tomado pela culpa por me sentir feliz. Hum

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, Digboy, Jucabar, ronondex, Brand, Senior69, tombrady, The Witcher, Diazepan, Teddy, Tyrion, Ikki RJ, Sued, Ken Masters, Papai Noel, Saulo Top, curtiram esse TD.
PAOLA RABANNE - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96436-6226
LORENA
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$500.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

16 de Agosto de 2023 às 11:08



— 1 —

MENTIRAS MACABRAS

Nuvens com a densidade do chumbo recobriam o vespertino céu do Rio. Desembarquei do táxi naquela arena insossa conhecida como Largo da Carioca e caminhei até o Coliseu das Massas, onde me fartei de canelones e pizzas.

De volta a rua Uruguaiana, o intenso movimento de pedestres me tonteava os olhos. De repente, escutei uns sinos e quando olhei para traz quase tive o corpo transportado para o mundo dos desencarnados pelo trem do VLT.

Não sei o que me deu neste dia, mas vesti um sobretudo que ganhei de presente em Porto Alegre, fiquei parecido com o Humphrey Bogart no filme “O Falcão Maltês”. Uma coincidência que combina com a rede de intrigas que me cercou nas últimas semanas e que tenta enlamear o meu vetusto nick. Uma série de mentiras perversas que vão desde a prática de tentar violar virgens sem usar preservativo; arrumar anúncio no Arena e sala de trabalho para comer de graça; criam o ardil de que não quero pagar programas, mas trocá-los por TDs; elaboram o absurdo de que fui a causa da aposentadoria compulsória de uma profissional de sexo com dez anos de ofício. Que ingênuo inventa ou acredita em lorotas como essas? Amadores? Uma lástima...

Será isso o preço do destaque pelo talento? Perdoem-me se nasci para brilhar, talvez eu devesse me mudar para Caxias, terra do distinto W. REIS, onde o brilho é uma condição natural da existência.

Sou uma criatura da mais refinada educação, do mais sofisticado cavalheirismo e da mais pura honestidade com todas as pessoas com quem trato. Quem me é próximo, sabe. Ou seja, se empenharam num ato de futricas despropositadas contra mim. É tipo a antiga história de espalhar que uma puta tem HIV somente para prejudicá-la devido a raiva e ao despeito incubado da concorrência.

O sobretudo me deu um toque de detetive de trama noir, os propagadores das injúrias desconhecem a quantidade imensa de conexões recomendáveis e não recomendáveis que um velho libertino como eu possui no seio mundano. É óbvio que, depois de lançadas as desfeitas, os serventes de marafonas trataram de divulgá-las aos sete ventos.

Transformam-me em lenda, tornam-me mito e então tentam me eliminar. Um Highlander só morre se lhe cortarem a cabeça.

O câncer se espalhou, não há mulher que eu encontre que não me venha narrar as tais injúrias envolvendo meu nick, pois a mentira vira fato consumado nos ouvidos destituídos de cognição e reverberam através das bocas fétidas que não se interessam pela verdade, pois a calúnia é mais atraente ao sadismo dos asnos. Por sorte, não sou homem de retribuir maldades. Sou uma alma de elegância britânica condenada a estes trópicos de manadas obtusas.

Há garotas sobre as quais me arrependo de ter escrito e conhecido; outras, se não repeti é porque não me convenceram. Descarto as ineptas.

— 2 —

ELOCUBRAÇÕES E EJACULAÇÕES

Reduzi muito as minhas opções e comecei a dar a Lorena um espaço de exclusividade nas minhas escolhas. Lorena é uma mulher doce, que atende muito bem, extremamente carinhosa e avassaladora na cama. Além disso, valoriza com sinceridade o forista e não é de fazer dos próprios ouvidos uma latrina para a sujeira fecal das fofocas maliciosas. Ponto para ela, ganhou um cliente fiel.

Ela está instalada em uma nova sala individual na rua Álvaro Alvim. Recebeu-me vestida em um minúsculo e vaporoso conjunto preto com decotes abismais. Lorena é um tesão, dona de um corpaço, é safada e deixa claro que gosta de sexo.

Começamos com os beijos com gosto de endoscopia, nos deitamos, nos atracamos com a ânsia de prazer que lembraria uma luta de sumô a quem nos assistisse, crédito que dou a minha exibida barriga. A especialidade de Lorena é o boquete e fico com a sensação de que ela está sempre com fome de chupar um pau. Abocanhou-me vertiginosamente e fez com que o combalido Pikachu — o breve — assumisse a posição de batalha.

Lorena prepara o caminho e vem por cima numa daquelas sentadas alucinantes. Esfrega, rebola, quica... Quase me fez cantar “Explode Coração” simulando a voz da Maria Bethânia. Resisti. Saquei o meu aparelhinho de eletrochoque e ela se entregou em um orgasmo pirotécnico. Voltou a me chupar e dessa vez entreguei os pontos, ejaculei todos os capítulos do Documentário da Xuxa.

No tempo que restava, conversamos. Gosto de conversar com Lorena, nós rimos muito das comédias mundanas, nos divertimos juntos. Hora da despedida, mais beijos.

A Cinelândia anoitecia quando a pisei com minhas botas, entrei de sobretudo no Amarelinho, pedi uma dose de uísque, senti vontade de fumar e acendi um cigarro. Pensei: Ah! Se o Bogart me visse agora...

membro, Mr69, M21, Ikki RJ, Senior69, Digboy, Braz, Caco o Sapo, pgggato45, mecobalamina, delgran, Gatitus, Café, PauloCesar, Nego Dengo, Lorena Rabello, curtiram esse TD.
UP HOUSE NIGHT CLUB - Av. Mem de Sá, 89 , Lapa - Rio de Janeiro - RJ - (21)99291-6370
LíDIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 TALVEZ

13 de Agosto de 2023 às 21:08



— 1 —

Sábado. Muitas vezes aprecio sair sozinho pelas noites dos fins de semana, sentar-me num bar qualquer e tomar meu uísque, livre para pensar e transitar por onde eu quiser. Perdi um dos meus pontos favoritos para essa prática, o finado Bar das Quengas, que fechou as portas recentemente.

Quem me acompanha, sabe que sou um insone crônico. Li que pessoas com insônia, como a que me afeta, morrem mais cedo, mais um motivo para que eu aproveite as horas noturnas que me servem como palco. Escolhi parar em um bar na esquina da Rua da Relação com a Henrique Valadares, na parte remota da Lapa, mais para os lados da Cruz Vermelha. Fui com a esperança de encontrar o Baiano, uma espécie de garçom cafetão, mas ele não trabalha mais no local e o perdi de vista.

Fiquei por ali mesmo, não contei as doses de Black Label que ingeri. Meu fígado deve ter desenvolvido algum revestimento em aço, pois não sinto mais ressaca após beber muito e custo a sentir os efeitos relaxantes do álcool durante o processo.

O meu whatsapp é rigorosamente restrito na quantidade de contatos salvos e mesmo os salvos, quando se passam meses sem conversa, costumo excluir. O celular apitou me avisando sobre uma mensagem. Olhei para a tela, um número desconhecido me enviou um link com a legenda “nossa primeira música”. Cliquei em cima e fui tomado pela emoção.

I WANNA GO

Não precisava do número salvo, eu sabia quem me enviava a mensagem, era a GISELE. Uma das mulheres mais belas e sensuais que conheci nos últimos tempos, musa de altíssimo quilate, que infelizmente possui espírito cigano e não para no Rio. Não sei se foi pelo efeito do álcool, pela solidão do momento, mas a emoção fez meus olhos marejarem.

Gisele está em São Paulo, terra da garoa e do dinheiro, cidade onde ela diz encontrar mais espaço para as suas performances eróticas e para a valorização da sua beleza. Ela ainda se lembrava da música que nos embalou em nossa primeira noite juntos, a minha emoção foi inevitável. O Palácio de Cristal está em obras, só metade da boate funciona atualmente, os shows foram suspensos e a noite do Rio se resume a Lapa e as outras opções precárias não oferecem oportunidades dignas de uma loira com a dimensão de Gisele.

Trocamos algumas palavras, ela me antecipou que talvez venha ao Rio em setembro, perguntou se eu me incomodaria de hospedá-la por uns dias em meu chalé tijucano, o que não sei é se sobreviveria à Gisele se a hospedasse. Sou um homem de afetos e fiquei realmente comovido por ela ter se lembrado de mim. Quantas mulheres deste nosso universo mundano são dotadas de memória? Conto nos dedos de uma das mãos.

— 2 —

Tenho certeza de que me embriaguei, talvez pela surpresa de Gisele, talvez pelo excesso. Quando emergi dos meus mais profundos pensamentos, estava perambulando por um trecho da desolada Rua do Senado, um ponto onde a noite parecia mais densa. Custei a encontrar o caminho de volta para o frenesi da Avenida Mem de Sá, me perdi no meu próprio labirinto. O silêncio imperava e eu podia escutar as batidas das minhas botas contra as calçadas de concreto. Há ocasiões em que me sinto um fantasma, nesta noite me senti assim.

Comigo, o antídoto para a alma entorpecida sempre é a música. Emparelhei o aparelho auditivo com o celular e deixei que o som iluminasse toda aquela escuridão que me cercava...

SHOW ME LOVE

Não sei quantos como eu existem, mas padeço da nítida sensação de somente existir no meio das sombras, no meio da noite, imbuído da noite. As luzes de neon da Mem de Sá ofuscaram meus olhos, que emergiam dos longos passos dentro da penumbra. Para um libertino, a vida não é um sentido, viver é um propósito, é uma fome, é uma sede.

É inacreditável que eu não tenha sido muitas vezes assaltado pelos becos pelos quais me embrenho. Sou um homem que gosta de se vestir bem, tenho um bom porte, uma alma britânica que foi condenada aos trópicos, um Highlander que ainda não teve a cabeça decepada. Estranho que os ladrões me ignorem, talvez eu seja mesmo um fantasma.

— 3 —

Incapaz de buscar melhores opções, entrei na Up House. Um sujeito de dois metros de altura me examina com um detector de metais e me libera. Não me lembro que horário o relógio marcava, mas sei que era bem tarde, a pista da boate estava cheia, o funk estourando os tímpanos não deixava dúvidas do fervo em que eu estava...

FLAUTA DO BERIMBAU FAZ ATÉ CEGO ENXERGAR

Um bordel com funk é como se fosse um ritual intimidador de alguma tribo de canibais. Após tantas doses de uísque, eu sentia dificuldade para fixar os olhos. Fiquei encolhido em um canto e pedi uma água mineral para tentar rebater o pileque, foi quando eu vi uma morena muito bronzeada, com cabelos de cachos longos escorrendo até as costas e emoldurada por um biquíni amarelo cavadíssimo. Em um primeiro olhar, lembrou-me muito uma das divas da minha juventude, a Magda Cotrofe.



Fiquei secando a mulher, sabia que ela não iria durar muito tempo no salão. Finalmente, depois de uns dez minutos, nossos olhares se cruzaram. E que olhar que a morena tem. Encarei firme, ela sorriu e se aproximou.

— Está sozinho, amor? — ela me pergunta.

— Sempre sozinho — respondo.

— Posso te fazer companhia?

— Deve.

Ela me pediu uma vodka, que paguei sem hesitação. Mandei a primeira pergunta da minha entrevista básica e essencial antes do abate.

— Você beija? — inquiri.

Acredite, forista sem fé. A mulher não quis responder com palavras e enfiou a língua na minha boca com voracidade só comparada com um exame de endoscopia. Fiquei sem ar. Que beijo, que beijo... Lamento por quem não não experimentou. A atitude desprendida da menina e o beijo endoscópico foram suficientes para me convencer. Alcova.

— Qual seu nome? — Pergunto.

— Lídia. E o seu?

— Dante, me chamo Dante.

Subimos. O quarto é o padrão da Up House, ou seja, uma porcaria. A mulher, porém, fugia aos padrões médios, uma top rara de se ver hoje em dia. Lídia veio para cima com vontade de nocaute no primeiro round, me beijou muito, roçou-se perigosamente em mim, pegava no meu combalido pênis, iniciava a punheta, jogou-me na cama e me engoliu.

Quando meu corpo despencou no colchão, tive receio de nunca mais conseguir levantar dali. A gravidade parecia ter duplicado a pressão atmosférica, não conseguia me mexer, mas meu pau dava sinais de movimento dentro da boca de Lídia. Não sei que técnica ela usou, mas me veio o pressentimento da erupção, senti a seiva subindo e gozei três engradados de leite na boca da menina. Foi muito rápido diante do preço que eu pagaria no caixa ao sair.

— Já?! — diz Lídia.

— Pois é. Muito tempo sem transar dá nisso — respondi com a primeira cascata que me surgiu.

Quando saí da boate, reparei que o céu clareava. Detesto voltar para casa com o sol na cara. Sinalizei para um táxi.

— Pra onde, Dotô?

— Bucólica Tijuca.

O motorista acelerou, cochilei derrotado pelo cansaço e é possível que Gisele tenha me confortado nos sonhos. Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Morcegão, MisterBlack17, Digboy, The Witcher, Barbosa82, Papai Noel, Efraim, Brand, vadeR, Madruguinha, Sued, PrefeitoComeCu, KDot, Lemos, curtiram esse TD.
MARCELA LEAL - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96803-0664
MARCELA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 TALVEZ

10 de Agosto de 2023 às 11:08






1

Voltaire estava no leito de morte quando um sacerdote tentou convencê-lo a um gesto final: “Filho, rejeite o diabo, renuncie ao demônio, expulse seus pecados.”

No que Voltaire respondeu: “Meu bom homem, esta não é a hora adequada para fazer inimigos.”



A mim, com uma abjeta e sádica insistência, o Diabo está sempre atentando. Eu percorria em passos velozes a Avenida Rio Branco, supondo que estava atrasado para um encontro, quando avisto uma negra alta e de beleza descomunal me encarando à medida que nos aproximávamos.

Fiquei intrigado, mas sem acreditar que aquele olhar fixo e cobiçoso mirasse em minha direção, mas a distância entre nós diminuía, a proximidade tornava o olhar da negra mais intenso, fui me sentindo desconfortável, trêmulo. Ela trajava um vestido estampado vaporoso, o decote insinuava belos seios. Estávamos prestes a nos cruzar e o olhar da negra quase que revirava a minha alma. O que fazer em uma situação dessas? Cruzamo-nos, ela tinha os lábios úmidos, o pescoço girou discretamente para arrematar a simulação de flerte, meus pentelhos se arrepiaram.

Pensei em seguir a negra bonita, estou quase certo de onde eu iria parar se tivesse escolhido essa opção. Desisti, eu me atrasaria para o meu encontro e talvez nem conseguisse consumá-lo se me arriscasse naquela aventura. Prossegui na rota e então escuto o bip do WhatsApp.

“Meu bem, vou me atrasar dez minutos. Logo te chamo.”

Quem sabe a mensagem não fosse um castigo por não ter me lançado atrás da beldade negra. Esses dez minutos talvez me permitissem descobrir seu paradeiro. Tarde demais, eu a perdi de vista...

Para cumprir a espera, percorri a rua Álvaro Alvim no sentido ida e volta. Diante do Cine Rex, um travesti acena para mim. Por quê? Não entendi nada. Faz algum tempo que suspeito possuir um sósia gay que frequenta os bafões mais incendiários do circuito LGTBA do Rio. Que seja. Não posso impedir o meu sósia de desfrutar da existência paralela que não vivo. Vida e deixe viver.

“Pode subir.”

2

Finalmente, a Marcela Leal liberava o meu ingresso. Confesso, pouco entro no tal Castelo das Princesas atualmente e quando entro me bate uma nostalgia que envolve a loba Isadora, das tardes inteiras que passávamos juntos a convite dela, dos tantos meses em que não tínhamos mais uma relação comercial, nada era cobrado, nada era pago e apenas compartilhávamos da companhia um do outro pelo suposto carinho presente entre nós. Sim, eu sou um romântico. Há mentiras que são raras e por isso convencem. Infelizmente, como disse o lendário Renato Russo: “o pra sempre sempre acaba”.

Eu queria uma mulher sarada, com o corpo em dia. Toco a campainha e a porta se abre no estilo tradicional, não vejo ninguém. Entro e Marcela surge por trás da porta e me oferece um beijo gostoso. Logo de cara, percebo que ela se aperfeiçoou no beijo, estava provocante. Encaixada em um minivestido preto, coxões expostos, os peitos quase saltando de dentro de um decote tão ousado que mais parecia uma tocaia. Marcela é um misto de abundância com exuberância. Mais alguns beijos e aceitei tomar uma ducha.

De imediato ela não me reconheceu como Dante, foi durante a primeira conversa que se deu conta de que eu iniciei a sua biografia no Arena, fui seu primeiro relato. Só então ela me questiona...

— Trouxe os seus apetrechos eróticos — certamente, ela se referia ao meu aparelhinho de eletrochoque.

Saquei da calça a pequena geringonça e pedi que Marcela se deitasse. Comecei beijando seus pés, ela pareceu gostar, gemia, fechava os olhos, exibia pequenos espasmos. Fui por cima, beijei mais a boca, lambi seus seios redondos e duros, deslizei até a vagina quente e úmida. Aqui, faço um adendo, a boceta de Marcela ferve, seu líquido seminal é lava de vulcão, cuidado para não queimarem os dedos. Mergulhei com a boca em sua vulva, ela estava sensível, mas continuei chupando. Ligo o aparelhinho de eletrochoque e o introduzo sobre o clitóris, Marcela dá um gritinho, sente o impacto.

Deslizo o aparelho, enfio, aperto... Marcela repete várias vezes que está uma delícia. Contorce-se, geme alto, o corpo estremece, se contrai, ela aperta as cochas e goza. Que orgasmo, que visão religiosa vê-la gozar do jeito que gozou. Voltamos a nos beijar e peço que ela me mostre o famoso boquete.

Marcela se posiciona de quatro, com a bunda virada para os meus olhos e me abocanha. Um legítimo boquete rapel, sobe e desce vertiginosamente numa garganta profunda, alterna com masturbação. Tenho que abstrair para evitar a ejaculação precoce e começo a cantar mentalmente a vinheta de fim de ano da Globo: hoje é um novo dia, de um novo tempo; nesses novos dias, as alegrias serão de todos, é só querer; todos os nossos sonhos serão verdade, o futuro já começou, hoje a festa é sua, hoje a festa é nossa, é de quem quiser, quem vier.

Consegui resistir, mas Marcela estava determinada a manter a tortura. Ela vem por cima de mim, fica de costas, prepara o caminho e introduz o meu combalido pênis no seu templo uterino. Meu velho pau quase se desintegrou ao penetrar naquele forno libidinoso, Marcela começa a quicar, rebolar, pede a minha seiva. Continuo resistindo.

Ela se vira de frente para mim, introduz novamente o meu intimidado Pikachu — o breve — nos seus domínios mais profundos. Esfrega, quica, rebola... Meu pau estava surpreendentemente duro, rijo, mas eu queria gozar naquela boca. Marcela volta a me chupar, dessa vez com espírito implacável, resistir seria inútil. Entre engolidas e punhetas, ejaculei todos os capítulos de Irmãos Coragem. Quase desfaleci.

Recupero o fôlego e peço para introduzir o aparelhinho outra vez, Marcela permite, Marcela quer. Eu faço. Ela estremece, solta gritinhos, toco com os dedos a sua vagina e sinto o mel escorrer aos jorros. Marcela goza pela segunda vez. Goza bonito. Foi tão bonito que quase ouvi uma imaginária narração do Galvão Bueno.

O período se esgotou. Papo rápido, despedida e me vejo novamente nas ruas traiçoeiras do Centro, os altos prédios começavam a se recobrir do crepúsculo. Olhei em volta como se, intimamente, procurasse a negra bonita que me secou. Nada. Sinalizei para um táxi e pedi que o motorista me levasse para a bucólica Tijuca. No rádio, a música encerrava este capítulo... Girl9

SHAPE OF YOU

membro, Brand, o_capixaba, Digboy, pgggato45, Estarossa, Helena Esparta, Novaes87, Detonador, Café, Jucabar, Rockflu, Poseidon, Marcela Leal, PauloCesar, Papai Noel, Lyon, Sueco, Julio Cesar 34, Luana Marches, Degrov Morgan, Barbosa82, Tronche63, The Witcher, Ikki RJ, Tenista, Gatitus, Nego Dengo, Fazzo Casanova, Ken Masters, M21, chorao, curtiram esse TD.
[TRASH] CLUBE AFRODYTE - Rua Uruguaiana, 145 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
JULIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$170.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

07 de Agosto de 2023 às 11:08



A lua cheia preenchendo o céu de poucas estrelas acima da Candelária temperava com ares de mistério a noite de sexta-feira. As luzes pálidas de vapor de mercúrio não davam conta de deter toda a escuridão que queria avançar sobre a cidade. Eu caminhava com pressa e sem rumo, atravessando clarões e sombras, mais mergulhado em mim mesmo do que conectado à fauna exterior que me rodeava.

O Centro do Rio é, literalmente, uma selva de pedra feita de sobrados caquéticos misturados aos amontoados de espigões modernos e desertificados pelo esvaziamento humano dos novos tempos. Sem-teto e prostitutas anseiam habitar as salas evacuadas pela pandemia e pelo home office, uns querem a proteção de uma moradia e as outras anseiam pela possibilidade de potencializarem os ganhos financeiros que um corpo bem esculpido proporciona através da carência masculina. Em flagrante alienação, eu estava mais interessado nas prostitutas do que nos sem-teto.

Na minha idade, sempre suponho de que já deveria estar casado, com filhos, preso à responsabilidade de sustentar uma família. Se seria bom ou ruim, eu não sei, pois não foi o que vivi. O fato é que evitei a prisão de ser um pai de família hipócrita e escolhi a controversa liberdade de cumprir uma sina de aventuras mundanas que o celibato profano exige. Sim, porque há o celibato santo, destinado aos monges e vocacionados à religião, mas o celibato profano é aquele que batiza os mais pervertidos e ousados entre os homens: os libertinos.

..............................

Perto das onze horas da noite, eu havia rodado por vários bordeis sem encontrar o sucesso do orgasmo incontestável. A minha mente permanece jovem e ativa, mas o meu corpo sente o cansaço dos anos, o peso do tédio por já ter visto um pouco de tudo, a frustração por não encontrar muitas mulheres que me surpreendam. E o que me surpreende atualmente é o misto de sensualidade com inteligência acrescida de humor. Acredite, forista sem fé, no meretrício o que mais encontro são mulheres azedas, ou burocráticas, ou mal-humoradas, ou as de pouca inteligência que se autoconsideram inteligentíssimas, isso quando não ostentam o acessório da agressividade gratuita. Venho refletindo se não chegou a hora de mudar o foco.

Passando pela 502, 119, Uruguaiana 24, Cancun, terminei me vendo diante das longas escadas do sobrado onde funciona o cabaré Afrodite. Admito, a quantidade incontável de degraus me fez alcançar sem fôlego a recepção. Recebi a comanda e respirei fundo antes de subir mais três lances de uma escada tortuosa. Pelo caminho vejo imagens e altares de Oxum, Maria Padilha, Zé Pelintra e toda uma reunião de crenças avisando que estamos entrando em um espaço que também valoriza a religiosidade.

Ao pisar na pista da boate, avisto uma morena dourada, cabelos compridos, corpo irrepreensível de falsa magra, calculei uns 23 anos de idade, seios pequenos, pernas bem-feitas e uma bunda de capa de revista emoldurada por um biquini fio dental indecoroso. Encosto-me no balcão do bar, a menina se aproxima como se percebesse o meu assombro diante da sua beleza e se apresenta como Júlia.

— E o seu nome? — pergunta-me.

— Dante, meu nome é Dante.

Ela roça o corpo em meus braços, nas minhas mãos, sinto a pele aveludada, quente.

— Você é linda — me derramo.

Júlia então mostra a sua arma mais fatal e abre um sorriso avassalador como agradecimento ao elogio. Os dentes perfeitos, como que saídos de uma propaganda de creme dental, me causaram desnorteio. É raro ver um sorriso tão reluzente e expressivo, algo que potencializava a beleza da menina ao infinito.

Pediu-me um cigarro, uma Ice, conversamos, nos tocamos, ela rebolava ao som do funk esfregando a bunda em minha virilha, eu alisava suas costas, suas coxas e a libido tomava conta de tudo. Pedi uma alcova.

..............................

Cabine média, sem chuveiro, cama de viúva, lençóis aparentemente limpos. Diante daquela bela ninfa, preferi não me afobar. Deixei que ela tirasse a roupa, pedi para que continuasse de pé e fiquei admirando aquele fenômeno tão raro de perfeição e harmonia. Ela volta a sorrir e meu vetusto coração palpita. Júlia se deita.

Lanço-me sobre a menina, exploro cada milímetro do seu corpo com a minha boca. Júlia fecha os olhos, geme baixinho, diz que que me chupar, mas não permito. Queria saboreá-la como um canibal do sexo, sentir seus gostos, seus aromas, ouvir sua música. Caio em sua vagina, ela sente o impacto da minha língua tocando o seu clitóris, enrijece as pernas, estremece, diz que está gostoso, que chupo bem, acaricia meus cabelos, começa a apertar a minha cabeça entre suas coxas firmes e goza com um gritinho que ressuscitaria Lázaro.

— Agora é sua vez, quero te dar prazer — ela me diz.

Que declaração linda, mas o meu tesão naquele momento foi dar prazer a ela. Júlia insiste e então peço que me masturbe. Ela pega o meu combalido pênis delicadamente e alterna a masturbação com um boquete profundo. Entreguei-me e gozei.

Surge um berro do outro lado da porta.

— JÚLIA, O TEMPO ACABOU.

Conversamos mais um pouquinho, prometi voltar para vê-la, ela me agradeceu e nos despedimos.

Na esquina da Avenida Presidente Vargas com Uruguaiana, um pagode embalava a multidão imensa e cantante. O eco das vozes se espalhava, fazendo vibrar os fantasmas da sombria Avenida Marechal Floriano. Meus sentidos e meus membros estavam anestesiados. O libertino é um vampiro que após saciar a fome da luxúria precisa saciar a fome de viver. Reconheci a melodia que emanava do pagode, o som me entusiasmou, me embrenhei na turba, um solitário anônimo que desejava aquela energia, somei-me às vozes e cantei.

Eu te quero só pra mim
Como as ondas são do mar
Não dá mais pra viver assim
Querer sem poder te tocar...


CORAÇÃO RADIANTE

Cai o pano. Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Brand, Gatitus, Digboy, Estarossa, The Witcher, Jucabar, Helena Esparta, Barbosa82, Papai Noel, Ikki RJ, Tenista, Morcegão, ronondex, Diazepan, curtiram esse TD.
PAOLA RABANNE - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96436-6226
LORENA
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$500.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

03 de Agosto de 2023 às 10:08



A luz amarelada do Sol do inverno carioca se fragmentava entre às vetustas árvores amigas da Avenida Rio Branco e iluminava o meu incerto caminho. Tantas vezes essas árvores me viram passar, tantas vezes me saudaram com o balançar dos galhos e tão poucas vezes percebi que elas notavam a minha minúscula existência transitando sob a grandeza secular que representam.

Sou um homem noturno. Por ser noturno desde muito jovem, adquiri uma insônia crônica da qual nunca consegui me curar. Durmo pouquíssimo. Na parte solar dos dias, cumpro a minha rotina de um professor de ar antiquado, de um jornalista que prefere observar as áreas de sombra, de um escritor que não consegue escrever enquanto a luz insiste em penetrar pela janela. Houve um tempo em que também tive um táxi por hobby e o dirigia nas horas vagas movido pelo interesse de conhecer as entranhas da cidade.

É o anoitecer que faz emergir o meu lado mais livre e que se inquieta. A noite me chama às ruas, aos pontos mais escuros, mais subterrâneos. É a noite que o professor veste a fantasia, ganha os becos, as esquinas e os bares em busca do Santo Graal, do Cálice Sagrado, das mulheres incomparáveis e com edição esgotada na biblioteca da vida. A noite sou um templário, sou o meu próprio Indiana Jones.

Durante a permanência do Sol, no entanto, nada me impede de quebrar ocasionalmente os meus ritos diurnos. Em uma amena quarta-feira de agosto, me desviei do cotidiano vespertino. Decidi ir almoçar no Centro e embarquei numa estação de metrô da bucólica Tijuca para desembarcar na amplidão árida do Largo da Carioca. Fartei-me no rodízio do Coliseu das Massas até escolher fazer contato com a mulher que mais me impressionou nos últimos meses.

Lorena é uma fêmea madura e tem um corpo capaz de deixar jovens meninas desconcertadas diante da exuberância e perfeição de suas curvas. É dessas mulheres raras que nos devoram como uma bacante insaciável, tem entrega, beija como se fosse o último beijo, nos abraça com a vontade de nos afogar no sexo. Seu poder de sedução é a verdade do desejo que exala.

Eu teria que esperar, Lorena só teria horário para uma hora a frente. Óbvio que valeria a pena aguardar. Emparelhei o aparelho auditivo com o meu celular e quis escolher um hit da Tina Turner como a trilha sonora que embalaria a minha espera.

PARADISE IS HERE

Para passar a hora, fui cortando em passos lentos a Sete de Setembro, a Rua da Carioca, o Largo de São Francisco. A música me envolvia e eu me sintonizava com o cenário, a euforia provocada pelo som me tomava os pés em uma vontade quase insana de bailar, como se todo o Centro da Cidade pudesse se articular em uma imensa coreografia que brindasse aquele momento, um La La Land dos trópicos. Infelizmente, isso não aconteceu, pois a vida é real e o que nos salva muitas vezes é a música e os delírios criativos que ela provoca.

No horário marcado, toquei a campainha e a porta se abriu me lançando diante de uma Lorena estonteante, coberta por um robe semiaberto que não escondia suas curvas vertiginosas e os seios inacreditavelmente perfeitos. A bacante me abraça, me beija e me sarra. Demonstra a voracidade do seu apetite sexual.

Lorena é bem cuidada, mas não me importo com a beleza, o que faz diferença para mim é o corpo e o desempenho da mulher quando se deita comigo. Lorena não decepciona. Vou para o banho enquanto ela prepara o nosso leito. Quando retorno, ainda molhado, ela quer me chupar, mas digo que não.

Peço que se deite e exploro seus detalhes com a boca, cada pedaço, cada reentrância, sinto a textura de sua pele em minha língua, seu perfume, mamo seus peitos e alcanço a vagina úmida e quente. Envolvo o clitóris com meus lábios e começo a lambê-lo. Lorena geme, aperta a minha cabeça, se contorce, murmura que irá gozar, suas pernas estremecem, seu corpo vibra. Ela goza.

Na revanche, ela parte para cima. Sobe no meu tronco, beija meu tórax, a minha boca, sinto sua boceta esfregar morna na minha perna, aperto forte a sua bunda redonda e empinada. Sua língua quase alcança a minha traqueia, seus beijos são febris, arrepiantes. Dedilho o seu cuzinho enquanto está de quatro me chupando. Ela desliza subitamente para baixo e abocanha o meu pau. Garganta profunda, cuspidas, punheta. Tive que fazer uma oração para evitar a ejaculação precoce.

Lorena prepara o caminho, enfia meu combalido pênis em sua xana e inicia a cavalgada épica e incansável que ela é capaz de executar. Ouço trombetas anunciando o meu orgasmo inevitável, ela pressente e diz que quer que eu goze em sua boca. Engole meu membro em um novo boquete feroz. Lambe, masturba, engole. Uma judiação. Explodi num gozo irrefreável, ela aparou toda a minha seiva com a boca, como se quisesse me arrancar até o último fluido. Quase desfaleci sem fôlego.

Despedida, promessas e retorno as ruas que ansiavam pelo crepúsculo. Volto a caminhar pela Avenida Rio Branco e alcanço a Praça Mauá. Sento-me no Bar Flórida, peço um uísque, uma brisa gótica soprava do porto, observo o horizonte infinito da Baía de Guanabara esperando a noite me camuflar. Ligo o celular e seleciono o meu fundo musical...

THE KILLING MOON

Sou gaúcho porque nasci numa pequena cidade do Rio Grande do Sul, sou carioca porque o mar do Rio de Janeiro me adotou ainda criança, sou libertino porque vivo um grande amor irrealizável com a minha solidão. Sou personagem porque só existo enquanto você dorme. Meu nome? Dante, me chamo Dante. Girl9

membro, Brand, Tenista, Detonador, Senior69, Holmes, PauloCesar, Galileu, The Witcher, Russo, Papai Noel, Digboy, Geraldinho, Ikki RJ, jbravo525, Sued, Alain Scorpio, Catatau, Lorena Rabello, Ken Masters, curtiram esse TD.
CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
CAROL
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

30 de Julho de 2023 às 11:07



Eu não conseguiria descrever uma mulher num texto em que 90% dele fosse uma transcrição do Google; nem, tampouco, conseguiria compor um relato que se parecesse mais com folder de bocetas, imerso na pretensão de ser objetivo (Nelson Rodrigues classificou como “os idiotas da objetividade”); por fim, jamais descreveria um encontro sexual comparando a parceira com bergamotas, alfaces ou berinjelas. O talento e a sensibilidade são exercícios que busco cumprir diariamente.

Compreendam, não vai aqui uma crítica à diversidade dos estilos, o que faço é confessar a minha absoluta inépcia para tratar a fusão com qualquer mulher como se fosse um ato medíocre e inanimado. Para este velho escriba, o sexo merece o mínimo de originalidade e pulsar de emoções quando me disponho a descrever a conjunção carnal que ele representa, pois é assim que sinto e pratico.

.....................................

Certamente, o outono e o inverno são as melhores estações para homens como eu, que já carregam muitas primaveras. A luz é amena e morna, convidativa para longas caminhadas e reflexões. Pensava sobre múltiplos assuntos quando fui interrompido pela música que transbordava da seção de TVs de uma grande loja da Praça Saenz Peña.

MAGNUM

O som me tragou para os anos 80, época em que a minha juventude ardia incansável. Lembrei-me também de que há muitos anos pertenço a um grupo de boêmios mundanos que surgiu ainda no finado Orkut e foi batizado como “Os Templários”. Alguns dos integrantes, como eu, envelheceram, mas continuam vivos. Poucos novos membros foram aceitos desde a primeira formação e todos nós usamos o mesmo anel (um gesto de profanação) nas reuniões semestrais e até no dia a dia, quando queremos ser identificados por algum colega. É uma espécie de maçonaria sexual para qualquer um que se arremesse às aventuras mundanas com a competência e a capacidade de descrevê-las em um espaço privadíssimo.



.....................................

O relógio me alertou que eu estava quase atrasado para o encontro com Carol, que há tantos meses fiquei sem contato. Ela me informou que mudou de sala, está em um prédio comercial mais movimentado e, por isso, mais discreto devido ao entra e sai constante. Fica exatamente ao lado da icônica Praça Saenz Peña, símbolo maior da bucólica Tijuca.

Entro no elevador, desembarco no andar indicado, toco a campainha, a porta se abre e vislumbro a loira devassa e ardente que conhecemos como Carol. A nova sala é espaçosa, composta por divisórias e compartilhada com mais uma garota. Carol, a libidinosa, encaixa-se em um beijo na minha boca que serviu para acordar o meu combalido Pikachu — o breve.

Conduziu-me à cabine que mais parece um quarto. Ampla, confortável e silenciosa. Tiro a roupa e me deito na maca para receber uma das melhores massagens das pradarias tijucanas. Carol faz massagem mesmo, não só esfrega creme. Movimentos hábeis, provocações obscenas e meus músculos relaxam sob a magia manual.

A prorrogação, destinei ao roçar das nossas peles. Carol desnuda-se, exibe as minúsculas marquinhas de praia; os seios volumosos e suculentos; a bunda grande, perfeita e lisinha. Saco o meu aparelhinho de eletrochoque e o introduzo sobre o seu clitóris, Carol geme, xinga e goza forte.

Inverte-se a posição. Carol vem por cima, me beija inteiro, abocanha meu castigado pênis e começa a sucção que poderia me levar rapidamente ao nocaute, mas me esforcei para abstrair, pensei nas garças da Quinta da Boa Vista, nos macacos-prego do zoológico, no pudim da padaria e consegui resistir. Pouco adiantou...

Carol parte para cima com sangue nos olhos, querendo me aniquilar. Monta como amazona feroz em meu tronco, prepara o caminho, introduz o meu pau em sua vagina e cavalga determinada a extrair a minha seiva. Quicadas frenéticas, esfregadas imorais, reboladas lúbricas. Destruiu as minhas resistências como se fosse uma blitzkrieg alemã. A capital caiu. Gozei todos os meus torpedos e perdi a guerra.

Cronômetro alertando para o fim do jogo. Conversamos um pouco, Carol me confirmou que irá a festa do Arena. Eu me despedi com a promessa de retornar em breve. Ganhei as verdes ruas tijucanas.

Quando Eva mordeu a maçã, separou-se a fruta da mulher. A fruta foi a tentação, mas a mulher foi quem cometeu a infração bíblica imperdoável, tornando-se ela mesma o novo Paraíso. Carol não é fruta, é o pecado de Eva que queremos cometer infinitas vezes, até que a morte venha nos banir do paraíso.

Atravessei leve e com um sorriso no rosto o fluxo incessante da turba que transitava pela rua Conde de Bonfim. Emparelhei o meu aparelho auditivo com o celular e deixei que o som servisse de bússola aos pés que sempre ameaçam bailar...

VÊNUS

A vida é breve e o tempo urge... Girl9

membro, Digboy, delgran, Gatitus, Ninho, predador69, Papai Noel, The Witcher, Senior69, Bruno, Carol Terapeuta, Random, Jucabar, Geraldinho, curtiram esse TD.
PAOLA RABANNE - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96436-6226
LORENA
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$500.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

27 de Julho de 2023 às 11:07



A primeira vez em que a vi, foi um impacto. Lorena é uma mulher de trinta e poucos anos, muito bem cuidada, um corpão digno das melhores Panicats (é deliciosa), um rosto harmonioso, extremamente simpática, tem uma conversa inteligente e uma recepção sedutora. Neste meu primeiro contato, fluiu uma química absolutamente poderosa, Lorena possui uma potência sexual absurda. Ela beija muito e bem, se entrega, não demonstra qualquer restrição ou frescura na cama, goza sem medo, gosta de sexo.

O impacto do primeiro encontro foi tão profundo que evitei retornar logo em seguida, tive receio de sucumbir àquela teia altamente sedutora que orbita em torno de Lorena, tive receio de me envolver mais do que devia com ela, de entregar o meu castigado coração. Decidi dar um tempo para revê-la. Carinhosa, ela me procurou nesse hiato, me desejou até feliz aniversário, foi quando quebrou a minha resistência e decidi retornar aos seus braços.

Cheguei a sua sala com a minha pontualidade de britânico dos trópicos. Lorena atende em um espaço agradável e aconchegante, ela me recebe em trajes que só confirmam o seu corpo colossal de Panicat. Mal atravessei a porta, nos beijamos. Acredite, forista sem fé, o beijo de Lorena é real, beijo de língua, com entrega de quem gosta de beijar, com tesão.

Conversamos por um tempo e percebi que Lorena não estava preocupada em controlar o relógio, batemos um longo papo, sobre vários assuntos, o que serviu para aumentar a nossa conexão. Peço que ela se deite, passo a explorar aquele corpão com a boca, chupo seus seios exuberantes e firmes, deslizo a língua pela sua barriguinha sarada, engulo o seu clitóris úmido e quente, desço pelas suas pernas, beijo seus pés. Lorena fecha os olhos, geme, esfrega a mão na sua boceta cheirosa e molhada de prazer.

Ela diz que quer me chupar, insiste que deseja me chupar. Resistir é inútil, Lorena abocanha o meu pau com a fome de uma Bacante. Afeiçoado forista, creia em mim, Lorena ama chupar um pau, ela engata na garganta profunda, cospe, bate uma punheta, volta a enfiar tudo na boca, ela quer seiva, quer gozo, quer nocautear. Enquanto ela me chupava de quatro e com a bunda magnífica empinada, dedilhei seu cuzinho saboroso. Eu resisto como um herói solitário sendo bombardeado por todos os lados em um campo de batalha cercado de deleites.

Ela vem por cima de mim, me beija mais, prepara o caminho e monta no meu combalido pênis, uma linda Amazona disposta a cavalgar até o apocalipse. E cavalgou. Lorena não cansa. Rebolava, quicava, se esfregava. Em determinado momento da cavalgada, gozou aos gritos. Não parou. Continuou a cavalgada, decidida a me fazer conhecer a pequena morte que é o orgasmo. Montada de frente para mim, eu apertava os seus seios, tentava não sucumbir àquele terremoto de mulher. Impossível. Gozei aos berros de desespero e alívio. Se Lorena não for uma Deusa, ela é, no mínimo, uma sacerdotisa erótica.

Encerrado o embate, após recuperar o meu fôlego, conversamos mais. Percebi que já havia ultrapassado o período, avisei a Lorena, pois ela nos deixa tão à vontade que não se liga nos ponteiros das horas. Mais beijos. E que beijos. Promessa de retorno. Despedida. Ganho as ruas do Centro.

Caminho leve e sereno pela agitada Avenida Treze de Maio. Sair de um encontro com Lorena é experimentar um nirvana prolongado. Eu me dei conta do inevitável, meu coração se entregou à doce Lorena. Adoro e venero essa mulher. Que venha o próximo capítulo. Girl9

membro, edsilvarj, Jucabar, Galileu, pgggato45, Mítico, Brand, Senior69, Café, Estarossa, Joey Tribbiani, predador69, delgran, Pitiko, Thor de Copacabana, Detonador, Digboy, Ikki RJ, The Witcher, Sued, Papai Noel, Degrov Morgan, Alain Scorpio, Solto79, Ken Masters, curtiram esse TD.
CINE ÍRIS - Rua da Carioca, 49 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
SARA
POSITIVO
TEMPO: 20 MINUTOS VALOR: R$40.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 NãO

20 de Julho de 2023 às 21:07






“O amor de bordel é uma calculada competição entre trapaceiros.”
—by Dante



Foi no verão do ano de 2023 que estive nesta icônica ruína que já foi referência cultural e arquitetônica em tempos melhores do Centro da Cidade. Não me recordo o motivo que me fez não escrever o relato, talvez pelo imperdoável preconceito que nos ronda e pode nos possuir se não estivermos atentos. Não nego, minha curiosidade por entrar no Cine Íris sempre existiu, não tanto pela degradação sexual que habita o seu interior, mas sim pelo desejo de guardar o registro das imagens históricas na memória.

O fim de tarde se aproximava, os tons suaves da luz vespertina começavam a recobrir a desvalida Rua da Carioca, acentuando a melancolia das lojas fechadas, dos sobrados abandonados e adormecidos nas fileiras das calçadas inertes que perderam o brilho da vida.

Há anos existem os shows de strippers anunciados sem pudores na entrada do estabelecimento. Desde o seu declínio definitivo, é disso que sobrevive o Íris, mas ele também já foi palco das grandes festas eletrônicas de Dj’s por um breve período. Através de um amigo, ouvi falar que seria possível pegar mulheres lá dentro, justamente algumas das que se apresentavam nos conhecidos espetáculos de nudismo. Sou um homem de boa-fé, acreditei.

Novamente, o preconceito me causou um certo constrangimento quando parei na entrada do Íris para comprar o ingresso. Superei o desconforto e entrei. Há uma entrada para o salão na lateral da parte de baixo e uma escada que nos leva ao balcão do antigo cinema. Iniciei a exploração pelo primeiro andar.

O lugar se mostrou previsivelmente escuro. Uns poucos vultos circulavam como almas penadas em busca da improvável redenção. O entra e sai do banheiro parecia mais intenso do que a quantidade dos presentes. Vi alguns crossdressers em postura de caça. O Íris é, teoricamente, um cinema, mas não existe tela no seu interior, o que vemos é um grande palco improvisado.

Encostei-me num canto discreto, um observador, quis ganhar tempo para adaptar os meus olhos à penumbra espessa e mapear com mais segurança a geografia intimidadora do local. Subitamente, o som de música explode altíssimo e preenche toda aquela caverna.

Earned It

As luzes do palco piscam antes de se firmarem em um brilho fortíssimo. Sinto batidas pesadas se aproximando e vejo uma mulher de cabelo roxo, pesando uns noventa quilos, surgindo rebolativa, coberta por trajes mínimos e com ares de atriz decadente de Hollywood. Acontecia o primeiro show.

Busquei uma das poltronas para me sentar, todas elas estavam estranhamente vazias, somente um coroa aparentava estar bem acomodado em uma das últimas fileiras. Sentei-me e senti que não havia forração no estofado, estava cru, na espuma. Quando tentei me ajeitar, para ficar mais confortável, a coluna inteira de cadeiras ameaçou tombar impulsionada pelo meu peso. O cheiro de mofo emanava mais forte na área das poltronas.

Envergonhando do quase tombo, dei uma pausa por ali mesmo. O show da pesada mulher de cabelos roxos mais me assustava do que excitava. A moça retirou os pedaços de pano sobre a pele para revelar as grandes proporções desnudas, carnudas e afrontantes da sua estrutura física. O espetáculo não durou muito se fosse marcado pelo relógio, mas me deixou uma sensação de eternidade.

Quando meus olhos se acostumaram à escuridão, avistei um velhinho se entregando com ardor de paixão a uma trans. Levantei-me e decidi ir conhecer o andar superior. É nesse andar, onde supostamente ficava o balcão do cinema, é onde também se localiza um dos banheiros. O movimento é maior ali, vultos masculinos e presumivelmente femininos entram e saem pela mesma porta, deslizam como entidades que guardam segredos inconfessáveis.

Não que houvesse tensão no ambiente, mas eu estava tenso. Ocorreu outro show, dessa vez com uma mulher tão magra que me fez lembrar um faquir indiano. Dançou, despiu-se e saiu de cena. Minha vontade de continuar no Íris estava se esgotando. Identifiquei um sujeito que me pareceu colaborador ou frequentador habitual e me aproximei para perguntar sobre a possibilidade de um amasso remunerado com alguma das mulheres que se apresentaram.

— Ah! Sim, sim. Dá sim. Faz o seguinte, o senhor se senta lá embaixo que vou desenrolar pra uma delas chegar junto — o sotaque de malandro de subúrbio me deixou ressabiado. Muito solícito, porém, o sujeito me causou a impressão de ser atendente de delivery.

Quando as luzes do palco se apagam, o breu toma conta do Cine Íris. Alcancei uma poltrona antes que as trevas absolutas me alcançassem. Quem me conhece sabe que sou surdo e enxergo mal, sou pior do que o Mister Magoo em lugares com pouca iluminação.

Sinto um toque de dedos no meu ombro direito, olho e identifico um vulto presumivelmente feminino. Ouço um sussurro muito baixo me perguntando se pode sentar ao meu lado. Assenti e ela se acomodou.

— O Carlos falou que o senhor queria um boquete — a voz baixíssima, beirando o inaudível, me informa como quem pede um novo consentimento.

— Pode ser — respondi.

— É 40 reais — ela diz o valor do cachê.

— Ok — respondo.

As mãos camufladas pelo blecaute do salão começaram a afrouxar meu zíper, uma delas puxou meu combalido pênis para fora e o abocanhou com a habilidade da experiência. Digo a você com toda sinceridade, eu não enxergava nada neste instante, mas estava bom. Gozei rápido e ainda tive que pegar a carteira para entregar o dinheiro. Exausto, não me importava mais com o estado insalubre das poltronas (que atualmente, me disseram, estão interditadas). Veio então o inusitado, o impensável, o imprevisível...

As luzes do palco voltaram a piscar até se estabilizarem num brilho de cegar os olhos. Ergue-se uma música altíssima...

“Conheço este som” — pensei.

Uma loira vestida de vermelho e oculta por uma máscara adentra o tablado, a música sobe ainda mais.

SAW

Reconheci os acordes, era o tema de "Jogos Mortais". Estremeci de terror. Foi como se tudo ganhasse sentido. Fugi.

Ganhei as ruas. Tal qual o nobre colega que se aventurou antes de mim, me prometi: Nunca mais! Nunca mais!...

Game over.


ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
PéSSIMA PéSSIMO
membro, Shadz22, Brand, Digboy, The Witcher, Gatitus, Café, Senior69, Madruguinha, Barbosa82, Papai Noel, Ninho, Catatau, Jucabar, Estarossa, Carlos Bruno, ViciadoEmPeitudas, Josh, matkal, Sued, pgggato45, Lyon, Bruzim, Siropas, Marv, Spirit, curtiram esse TD.
BOATE 119 - Rua da Alfândega, 119 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
DÉBORA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

19 de Julho de 2023 às 02:07



A noite no Rio pede cautela, é temerária. No Centro da Cidade, ela vai além, é hostil, entrecortada por ruas desertas, por vultos indigentes, é traiçoeira. Não basta saber por onde se anda, é preciso que o caçador não se comporte como caça. Se falarmos honestamente, não há mais um Centro da Cidade, o Rio se tornou uma cidade sem coração, o Centro se tornou referência das sombras e cárcere de um passado irrecuperável.

Pisei na aridez da Avenida Presidente Vargas pelas oito horas da noite. Ainda havia o resíduo do movimento de pessoas fugindo para casa, porque as pessoas não mais se despendem do Centro, elas fogem dele. Uma segunda-feira, o pior dia para qualquer bordel, mas é quando consigo escapar da bucólica Tijuca com mais facilidade.

Rodei pelos puteiros, estive na 210 da Uruguaiana, na Afrodite, me enveredei pela enigmática Rua Leandro Martins pontilhada por pequenos prostíbulos. Nada de interessante, todas com pouquíssimas mulheres e nenhuma que me agradasse. Decidi dar uma chance à outra margem, atravessei a pista e fui visitar o Clube 119, na estreita Rua da Alfândega.

Vítima de muitas noites insones, como a de hoje, em que me empenho as duas horas da madrugada em escrever este relato, eu estava cansado. Sou notívago por imposição da minha natureza biológica, não por escolha voluntária. Subi os longos degraus do sobrado infame e alcancei a pista da boate.

Na 119, não encontrei um cenário diferente dos outros cabarés que visitei, estava vazia, menos de meia dúzia de garotas divertiam os rarefeitos clientes. Pedi uma vodka, minha ideia para rebater o frio noturno e para despertar meus membros dormentes. Meus pensamentos cogitavam desistir, retornar para o meu chalé nos alpes tijucanos, assistir algum filme por um streaming qualquer. Foi neste ponto que a mágica aconteceu.

Entra pela porta da boate uma ruiva alta, pele alvíssima, lábios rubros e carnudos, os fios vermelhos do cabelo desaguando compridos pelas costas, vestia um biquíni minúsculo também vermelho, impossível não pasmar diante da bunda mais perfeita que devo ter contemplado em vida. É possível que um filete de saliva tenha escapado pelo canto dos meus lábios, eu já não esperava nada e me apareceu uma escultura colossal dedicada ao mais puro erotismo.

Não foi difícil para que a mulher reparasse no meu olhar perplexo, na minha expressão boquiaberta, pois eu fazia parte dos gatos pingados presentes. Ela sorriu, me arrepiou. Sinalizei para que a ruiva se aproximasse.

Débora o seu nome e o som desse nome saindo daquela boca de lábios fartos me soou como sinfonia. Disse-me a idade, 21 anos. De perto, sentada à minha frente, suas pernas torneadas cruzavam-se, suas coxas grossas magnetizavam meus olhos. Os seios pequenos avolumavam-se num formato de pera, deixando escapar uma auréola rosácea pela beira do sutiã. Eu poderia usar o clichê, afirmar que Débora é linda, mas ela vai além disso, ela tem charme, humor, é profundamente sedutora com seu jeito de tímida desconfiada.

Executei a entrevista básica e, para a minha surpresa, a menina não exprimiu nenhuma restrição, não emitiu qualquer tipo de frescura. Pelo contrário, passou-me a sensação de que seria uma trepada celestial. Pedi a alcova.

Posso garantir que as acomodações da 119 (ao menos as que conheci), são largamente superiores se comparadas aos quartos da 210, da Afrodite e da 24. É um trash que tem evoluído nesse quesito. Débora me conduziu ao aposento e me pediu para aguardar um pouco.

E menos de dois minutos, ela estava de volta, nua, expondo o seu corpo níveo e imaculado às minhas mais sórdidas fantasias. Aproximou-se e me beijou com entrega absoluta, beijo de traqueia, fluidos, línguas, hálitos trocados, lábios sob pressão. Meu combalido pênis despertou do sono profundo que não pretendia abandonar até aquele sagrado momento em que meu corpo entrou em atrito com o corpo de Débora.

Ela foi me empurrando com delicadeza, me deitou na cama e se lançou por cima do meu tronco. Voltou a me beijar, esfregava-se inteira em mim, como uma serpente rastejando em solo pecaminoso. Eu podia sentir o calor da sua pele, ela passava as mãos pela minha cabeça e me beijava como se quisesse me devorar. Gemia beijando.

A boceta de Débora roçava no meu pênis, não mostrava receio de nada. Aos poucos, nossos corpos ameaçavam entrar em combustão espontânea. Ela deslizou e abocanhou meu pau em um boquete sôfrego, faminto. Os lábios subiam e desciam vertiginosamente, engoliam e libertavam o meu cacete, o ritmo me causava espasmos. Digo a você, foi necessário mobilizar uma força heroica para não ejacular precocemente na boca da menina.

Ela plastifica o caminho e monta no meu membro rijo, executando uma cavalgada que poderia ser embalada pelo ato homônimo da ópera de Wagner. Débora soltava gritinhos, murmurava em tom confessional que ia gozar, estremecia sobre o meu pau, gritava que minha pica era gostosa. Encaixada em mim, rebolava num febril delírio incessante.

Pedi para que ficasse de quatro. Débora se posiciona, rebaixa a cabeça e empina a bunda, dois círculos de harmonia inacreditável, mapa mundi do divino. Acredite, afeiçoado, quase rezei diante daquela visão. Estava na posição certa, pois Débora é mulher para comermos ajoelhados.
Engatei as estocadas, a menina forçava a bunda para trás e nos chocávamos em estalos da pele. Débora gemia alto, alertava que gozaria novamente. Eu apertava aquelas nádegas como quem segura um amparo que impedia o meu afogamento. Sim, eu estava me afogando de tesão. Lembrei-me do Gonzaguinha: não dá mais para segurar, explode coração.

Explodi e despenquei no colchão. Colchões de puteiros são palcos de muitos espetáculos, alguns que caem no esquecimento, outros que nunca mais abandonam a nossa memória. Débora será eterna, uma diva a ocupar a galeria de grandes nomes da atuação sexual.

Batidas na porta, o tempo acabou. Outro beijo, nos despedimos. Na rua, cortando ventos gelados, peguei o celular, acessei o YouTube e escolhi a única música que poderia coroar aquele raro instante. Emparelhei o meu aparelho auditivo com o som e continuei caminhando como quem voa.

Je t'aime... moi non plus

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Papai Noel, pgggato45, digiwolf, Gatitus, PauloCesar, Alexia Almeida, Alain Scorpio, Digboy, gargamel, Senior69, Café, Madruguinha, The Witcher, Barbosa82, Jucabar, Saulo Top, Tenista, @nJo, curtiram esse TD.
UP HOUSE NIGHT CLUB - Av. Mem de Sá, 89 , Lapa - Rio de Janeiro - RJ - (21)99291-6370
KEILA
POSITIVO
TEMPO: 600 MINUTOS VALOR: R$900.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 TALVEZ

13 de Julho de 2023 às 22:07



A fama não é uma planta que cresça em solo mortal.

—John Milton



A noite é um destino, você pode escolher vivê-la ou submergir nos sonhos imateriais e inúteis que o sono proporciona. Sempre escolhi vivê-la, talvez por sofrer de uma insônia incurável desde muito jovem. Sábado, no entanto, recebi o telefonema de um amigo recém-divorciado, estava na fossa, me convocou para encontrá-lo no Jardim Botânico às três horas da tarde. Compadecido pelo seu estado emocional, fui.

O ponto de encontro foi na parte alta do Jardim Botânico, próximo ao Horto. A tarde ensolarada mostrava-me que a claridade do dia, ao contrário da penumbra noturna, é somente o prefácio irrelevante da existência. Escolhemos duas cadeiras em um pé-sujo, molhamos o bico com uísque de frente para árvores centenárias e não paramos mais. Meu amigo, com o coração desidratado pelo fim do casamento, encheu a cara. Por solidariedade, me vi na obrigação de acompanhá-lo. A noite seria a nossa ventura.

Conversas, desabafos, confissões, anoiteceu sem percebermos. Meu camarada queria continuar a inebriante jornada de purificação da falência matrimonial, pediu-me que o levasse para um bordel, sugeri que antes fôssemos para a Lapa. Ébrios e trôpegos, entramos num táxi e partimos em direção aos arcos icônicos do cenário carioca.

Acredite, forista sem fé, realmente tropeçávamos nas próprias pernas. Decidimos parar no antiquíssimo restaurante Capela para hidratar mais um pouco.



— Garçom, desce o Black Label — eu já estava me sentindo como um dos personagens do filme “Se beber, não case”.

Em certo momento, aqueles ladrilhos cor bege do restaurante assemelharam-se a um mosaico em movimento. Pedi ao meu parceiro para darmos um rolé, respirar um pouco, antes que entrássemos em coma alcoólico. Pagamos a conta e ganhamos a Avenida Mem de Sá. Multidões sentadas em beiras de bares, multidões se movimentando em bloco, solitários a procura de si mesmos, mulheres buscando incautos, enquanto eu e o meu amigo tentávamos apenas não despencar da própria altura por incentivo da embriaguez. O cheiro de luxúria misturado ao caos formava a imagem do Diabo nos dando boas-vindas.

Empurrados pela turba, continuamos seguindo o fluxo, mas Carlota (o apelido do meu amigo) escutou um som transbordando de uma boate e começou a gritar em frenesi.

— Dante, ouve, ouve. Caralho, Dante! É a Tiazinha.

UH! TIAZINHA...

Sou surdo, só ouvi chiados, mas o que Carlota escutou foi um som quase de museu, era o Vinny cantando “Tiazinha”. Meu amigo me puxou pelo braço, quase arrombou a porta da boate e entramos. Histérico, foi para o meio da pista, cantou, pulou e caiu. Sim, afeiçoado forista, ele caiu. Dois jovens o ergueram em socorro enquanto ele xingava a força da gravidade de filha da puta.

...................................

— Dante, preciso comer gente. Como é que você diz? Preciso do aconchego úmido e morno de uma vagina.

— Carlota, não temos condições físicas nem de equilíbrio para nos deslocarmos. Vamos entrar num puteiro ali na frente, eu conheço.

— Tem buceta lá? Se não tiver buceta, cu serve. Estou com nostalgia da imoralidade.

A Lapa atualmente é um bordel a céu aberto, mas não mapeei com segurança todos os pontos onde a promiscuidade aceita pagamento em dinheiro. Minha cabeça girava como se estivesse em oposição à rotação do planeta, mas fiquei firme. Não me embriago fácil, mas nesse dia foi overdose. Carlota caminhava hesitante, como se buscasse apoio imaginário na invisibilidade do ar. Finalmente, entramos na pista da Up House.

Não me perguntem que horas eram, o relógio se transformou em um enigma intraduzível preso ao meu pulso. A boate cheia, funk nas alturas, mulheres rebolando, uns gringos perdidos... Carlota alvoroçou-se.

— Porra, Dante. Bocetas! Bocetas! Dúzias de bocetas! Agora, sim!

Não consegui mais beber, a tendência era que eu expelisse a próxima dose, mas Carlota foi ao bar e pegou outra dose de Black. Nossos corpos sacudiam, não pela música, mas pelos efeitos deletérios do álcool, uma introdução ao delirium tremens. Parados, para evitar qualquer ameaça de tombo, nos ambientamos, reconhecemos o território e em menos de vinte minutos Carlota elegeu sua presa. Na verdade, ele escolheu duas e subiu com as duas.

— Vai na fé, Carlota.

— Ter fé no meu pau hoje em dia é complicado. Ele me fez um herege.

Não prometi esperá-lo, ele não fez questão que eu o esperasse e nos despedimos.

...................................

Sinto uma pancadinha nas costas, giro o pescoço e me deparo com Keila, a mulata maravilhosa com quem saí duas vezes (incluindo um pernoite na minha casa).

— Opa, menina. Você sumiu?

— Tava dando um tempo, resolvendo minha vida.

Engatamos conversa, ela estava de saída, cumpriu seu turno. Aproveitei para propor outro pernoite, já que ela estava indo embora.

— Vai pagar quanto, amor? — direta, mas afetuosa

Combinei o valor de três programas da casa, Keila vale a despesa. Ela topou. Subiu para se vestir, saímos. No céu, as estrelas ecoavam o brilho de um passado há milhões de anos luz de distância; ao encarar os minúsculos astros, o que eu via era o vazio pálido do esquecido. Diante daqueles pontos brilhantes, acervos de mundos e momentos extintos, eu e Keila éramos sombras. Sinalizei para um táxi, entramos em um motel e ejaculei espermas que, como a luz viajante das estrelas, não se materializariam para a vida. Adormeci quando o dia raiava, pois existo em dias sem prefácio, aguardando o noturno epílogo que jamais prevê como será o fim. Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Gatitus, Senior69, Papai Noel, Barbosa82, The Witcher, Brand, Don Santão, Café, pgggato45, Jucabar, Shadz22, Digboy, ViciadoEmPeitudas, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
ALICE
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$240.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 SIM

07 de Julho de 2023 às 22:07



Há cerca de dois anos, quando perdi uma pessoa da minha família, entrei em uma espiral de depressão vertiginosa, juntou-se a isso o sentimento de luto e a necessidade cruel de ser obrigado a resolver uma dezena de questões burocráticas sem que eu estivesse capacitado emocionalmente. Antes, devido a pandemia, eu me afastei da vida promíscua também por uns dois anos, o mais interessante é que não senti falta. A verdade é que a procura desenfreada por sexo dentro da prostituição não pode ser chamado de vício, é uma descompensação psicológica.

Acredito que alguns sentirão necessidade de discordar da minha pretensiosa teoria, mas eu a mantenho. Inclusive, acompanho com uma dose de compaixão os camaradas que saem duas ou três vezes por semana com garotas de programa impulsionados pela vaidade de escrever relatos e pela motivação mecânica de estarem com as mulheres que anunciam.

O sexo como linha de produção perde o prazer que pode nos proporcionar, vira um tipo de droga que não faz mais efeito e que nos obriga a querer mais sem nunca encontrar a mesma satisfação que conhecemos em momentos de equilíbrio. Passei de junho de 2022 até fevereiro de 2023 saindo com uma mesma mulher, busco sempre a conexão, mesmo que eu fracasse, mas o gozo hoje é consequência dessa tentativa.

Comecei a emergir da depressão ao decidir me anestesiar com a cisma sexual. A primeira mulher que me lembro ter escolhido para iniciar a jornada anestésica foi justamente a Alice. Fico feliz por tê-la trazido, depois de muito convencimento, para ser uma das Vips do Arena.

Alice atende perto de onde moro e costumo ir caminhando da bucólica Praça Xavier de Brito até o prédio em que ela está instalada na caótica Praça Saenz Peña. Foram muitas as vezes que saí com Alice, antes, talvez, antes da ideia que ela teve de se turbinar e se tornar ainda mais gostosa.

Creio que nos tornamos amigos, eu a chamo de grega porque ela me lembra uma atriz de antigos filmes clássicos produzidos na Europa. A grega é a única mulher que costuma me enviar mensagens perguntando como estou e como está a minha vida, isso é um diferencial imenso no meu conceito. Garotas de programa, quando ainda são capazes de se mostrarem humanizadas, conquistam a minha incondicional admiração.

Das muitas visitas que fiz a querida grega, a maioria delas escolhi ficar somente na massagem e no complemento manual, saio satisfeito e volto sempre. Não foi diferente nesta última vez, é claro que trocamos carícias, beijos, amassos, mas não faço questão de penetração, principalmente pelas minhas recorrentes dificuldades com preservativo. Prefiro simplificar a vida.

Gosto muito da Alice por conta desse carinho que ela demonstra por mim e, provavelmente, por outros. Parece uma atitude banal, mas é o que dá a ela destaque entre a concorrência. Sou um velho carente, solitário e depois de visitar o fundo do poço qualquer farol é Sol na minha existência. Alice é um desses belos faróis que tentam evitar o nosso naufrágio.

Neste último encontro, foram duas horas de massagem e namoro. Foi tão bom que me provocou a inspiração para este texto em que não falo do sexo como coito, falo de uma mulher e da rara conexão humana que ela consegue criar com seus clientes. Obrigado, Alice. Amor

membro, PauloCesar, Papai Noel, Don Santão, ViciadoEmPeitudas, Café, Mítico, Barbosa82, Brand, Senior69, Az,, Y@N, LP come queto, Sueco, Fazzo Casanova, predador69, Digboy, photus, The Witcher, Alice Tijuca, pgggato45, Gatitus, pauloeduardo, Tenista, Bruzim, R Souza, curtiram esse TD.
1  2  3  4  5  6  7  8  9  10  11  12  13  14  15  16  17  18  19  20  21  22  23  

© GPARENA.NET