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RELATOS DO CERVEJA

AURORA DAMASCENO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96718-1957
LUANA CARIOCA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$100.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

20 de Setembro de 2024 às 09:09



As fotos da Luana aqui no site são bem interessantes: rostinho bonito, uma boca exuberante e peitos fenomenais. O anúncio dela é convicente também: faço o estilo putinha, adoro leite na boca. Pra mim foi o suficiente.

Agendamento logo pela manhã, aqueles dias em que você acorda querendo rechear até buraco de tijolo. Resposta com agilidade, texto padrão com as principais dúvidas, preços e restrições. Um detalhe fundamental para minha marcação: meia hora a um valor bem acessível. Como estou precisando economizar, encaixou bem. Meia hora é pouco, mas considero um período adequado para primeiros encontros. Se bater a química você vê se pode estender ou então volta com mais tempo para apreciar a dama na devida cadência; senão, você cumpre tabela, gol bico também é gol, e corre pra torcida.

Marcamos. Ela atende no Edificio Avenida Central. Moleza, pertinho de metro. Vai ser meu almoço, pensei enquanto fazia o cadastro para subir. Me recebeu com antecedência de uns cinco minutos, peladinha, tinha acabado de sair do chuveiro. O local é modesto e funciona no esquema de cabine, cama de solteiro, sem espaço para grandes malabarismos, mas o chuveiro esquenta e a toalha estava limpa. Nenhum luxo, nenhum contratempo. Mas vamos à menina que é o que realmente interessa: novinha, gostosa, simpática, totalmente fiel às fotos. É comunicativa, sorridente e te deixa à vontade. Corpinho impecável, sinais da transição pra vida adulta ainda visíveis no rosto e cabelos bonitos também. Achei a Luana bem graciosa e além disso, tem uma arma fatal, ou melhor duas: seus seios são espetaculares. Naturais, você sente o peso ao encaixar entre os dedos, de encher as mãos com o volume, os olhos com o visual e a boca de saliva. Foi meu foco inicial acariciá-los sem qualquer medida enquanto ela abocanhava meu pau. Depois, ambos de joelhos, tratei de chupá-los sem vontade de parar enquanto ela me punhetava. Ficamos assim por um bom tempo: ela me punhetava enquanto eu a tocava por entre as pernas e afagava seus peitos. Me surpreendi ao encontrá-la bastante molhada. Tesão de chupar seu pau, me falou e depois tratou de me mamar. Deixei-a chupar por um bom tempo. Depois ela me perguntou se eu não queria me deitar. Me aconcheguei na cama e ela voltou a me engolir enquanto eu acariciava seus cabelos, ombros e peitos. Meu pau no talo, surgiu a dúvida se iria gozar ali mesmo (uma das minhas formas preferidas) ou se iria provar daquela bucetinha lambuzada. Como se lesse meus pensamentos, me perguntou: continuo chupando ou vai me comer? Não dava pra recusar.

Comi Luana na ponta da cama, ela de quatro e eu de pé. Começamos devagar, depois acelerei. Pra minha surpresa, após meia dúzia de bombadas, veio a vontade de acabar a guerra, um miserê de karatê e quase a cobra kai, mal começou a sanfonada, quase morreu o forró. Chamei o João Kleber para para para para, não se mexe, pf. Ela parou, a criança quase derramou o cremogema, mas consegui controlar e pudemos retornar àquela metelança arrumada. A todo momento a Luana interagia comigo: olhava pra trás, pedi pra estocar mais, dizia que estava gostoso, gemia e retesava os músculos. Chegando a hora derradeira, perguntou se eu queria dar leitinho. Uma gozada espetacular.

Detonador, Dionizio_RJ, Mr69, Pirubaby, Eva Sanchez, Madruguinha, Brand, Surfcoh, pauloeduardo, Fatblack, predador69, Trilheiro, Nomade, Café, Delanmax, Araujo, Tyrion, Y@N, Tenista, Barbosa82, ronondex, Negão_01, Guib, Saitama, Eddie Adams, Yami Mysterio, Don Santão, Apolo, Lyon, Oscar, The Shy, Babizinha BBW, curtiram esse TD.
DUPLA - EVA SANCHEZ & MELISSA LIMA - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98118-3933 /(21) 98881-8019
MELISSA LIMA
POSITIVO
EVA SANCHEZ
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$550.00
MELISSA LIMA
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM
EVA SANCHEZ
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

17 de Setembro de 2024 às 16:09


MELISSA LIMA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=23095
EVA SANCHEZ - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=20751

Considerei por um tempo se iria ou não fazer este relato. A Eva e a Melissa são figuras muito populares por aqui, ainda mais em dupla, não sei se eu teria algo de novo a acrescentar. Para fazer um relato igual a tantos outros, já comentei com alguns, prefiro me silenciar.

O óbvio sempre foi algo que tentei evitar por toda uma vida. Faria sentido abrir uma exceção neste caso? Mas o óbvio não existe à toa, ele atende ao popular, agrada à média, corrobora os desejos da maioria. E no caso desta dupla, não é por acaso. Mel e Eva são mulheres muito bonitas, de corpos exuberantes e que configuram uma quase unanimidade. Uma tem traços que estão entre a miscigenação indígena e a negra, uma combinação belíssima. A outra é um pequeno furacão de olhos expressivos e que às vezes me parecem melancólicos. Pequena, pouco mais que um e cinquenta de altura, mas superlativa em todas suas qualidades. Branquinha e espontânea, é com quem tenho mais intimidade. A Mel é bem direta, constantemente me surpreende com algum comentário perspicaz ou com alguma reação que me arranca um sorriso inadvertido. Nossos encontros costumam ser leves. São apimentados também, mas com aquela leveza de um sexo casual em que a proporção do que se tira do outro é a mesma daquilo que se entrega. Curiosamente, em contradição a esta leveza, já trocamos sobre assuntos bastante pesados ou complexos. E no final tudo volta a ficar leve e divertido, de um jeito irrepreensível. Estamos falando de morte, tragédias, das merdas do mundo e, como se Mel fosse o remédio para tudo, ela colocs meu pau em sua boca e nada mais importa.

Com a Eva, minha relação é um pouco diferente. Estivemos juntos, sem roupa, apenas duas vezes. Nos encontramos em outras, trocamos palavras e provocações. O sorriso da Eva derruba qualquer um e, sexualmente, ela é uma absurdo, além de fisicamente, perfeita. Nossa interação, contudo, é um pouco menos despojada.  Tenho por ela uma atração instintiva, um tesão desmedido, mas quando estamos juntos, há tensão latente. Não consigo ter a descontração que tenho com a Melissa (ainda vou descobrir o motivo). Trepar com a ela pra mim tem que ser a sério. Colocar as duas juntas trouxe justamente um equilíbrio pra equação. Lembro claramente: Melissa deitada, Eva de quatro na beira da cama chupando ela e eu por trás mandando ver, a cara séria toda vida, tentando minha melhor performance. Melissa olha pra mim e começa a rir. Eu tenho ficar sério, mas não consigo. Ela faz uma careta, eu caio na gargalhada e a Eva vem junto. Todos gargalham e taca-lhe pau.

O encontro ocorreu no apto da Eva. Ambas me receberam na porta, um beijo triplo e logo pedi um banho. Voltei e elas cochichavam sobre alguma coisa. Mel, pimentinha que só, disparou: hoje tu vai comer o cu da Eva. Rimos, Eva deu um tapinha na Mel e encaixamos um novo beijo. Logo alguém invadia minha boca, alguém tirava minha cueca. Pau na boca de uma, língua na de outra, as duas na minha, pau, saco, peitos, xeraca, xerecas. Aquele caos anatômico, químico e físico. Cheiros, sabores, suor. Não fiz grandes malabarismos, não sou disso, mas com duas a diversão foi dobrada. Destaque para o boquete duplo e para a surra de anal que Eva me aplicou. Por fim gozei com a Melissa de bruços, uma das posições que mais gosto. Foi um encontro espetacular, prazeiroso ao extremo e memorável. Diversão em dose dupla, óbvio.

Dionizio_RJ, Melissa Lima, ronondex, Café, FGFR, Trilheiro, Brand, Blackoldman, Horus, Nomade, Jucabar, Yami Mysterio, Sueco, Detonador, Julio Cesar 34, Mr Sheik, Duelista, Eddie Adams, Monique Moura, Barbosa82, HC, Malvadão Carioca, Mítico, Eva Sanchez, Y@N, Guib, Araujo, 90loiro90, Getúlio, Fatblack, vandijk79, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
MAYA GUEIXA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97525-7188
MAYA GUEIXA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

06 de Maio de 2024 às 13:05



– Oi, ainda lembra de mim?
– Nossa, faz muito tempo!
– Precisamos resolver isso.
– Precisamos de verdade!
– Terça, 12:30?
– Tá ótimo! Quero ver heim
– Eu que quero ver. Vocês sem roupa.
– Kkkk. Qual cor da lingerie?
– Você fica bem de todo jeito, mas sabe o que me derruba? Roupas do dia-a-dia. Um shortinho ou uma uma saia curta...
– Deixa comigo. Vou te pegar de jeito.

E pegou. Acho que é meu terceiro encontro com a Maya e algo que me cativou logo da primeira vez foi a intensidade que ela coloca no encontro. Desta vez, não foi diferente. Ela tem um beijo de muita substância e que te envolve, os lábios espessos tem uma maciez muito rara. É um beijo de boca inteira, excitante, que grita desejo, mas cadenciado, sem pressa ou tropeços. O jeito como move a boca e usa a lingua me ganharam desde a primeira vez.

No meu TD anterior eu estava aqui falando sobre os olhos da Hellen, que são os mais bonitos que já vi aqui do Arena. Acontece que a Maya também possui olhos muito singulares, ligeiramente maiores que o normal. São olhos de Mangá, pensei quando a conheci, grandes e marcantes, de uma robustez avassalafora. Desta vez, por estar com a série Fallout ainda fresca na cabeça, recordei imediatamente da Ella Purnel, atriz que faz a Lucy no seriado, cujos olhos, definitivamente, se destacam  dos outros atributos do seu rosto. Se tivesse que passar a vida preso num bunker nuclear, pensei, não seria nada mal esbarrar com estes olhos de vez em quando.



Os beijos duraram uma eternidade. Maya estava de short jeans e uma camiseta soltinha, recortada na altura do abdômen. Quando passei minha mão em seu tórax, notei os bicos dos seios saltados, sem sutiã. Levantei o fino tecido da blusa e abocanhei um dos seus mamilos. Senti seu corpo arrepiar quando mordi de leve seu pescoço. Afastei meu corpo, puxei seu short pela costura superior e fui soltando cada um dos botões. Ela me ajudou a retirar minhas calças. Ainda de pé, acariciou meu pau por cima de cueca enquanto mordia meu lábio inferior. No momento seguinte, já livres de todas as peças de roupa, ficamos nos beijando enquanto nos masturbávamos mutuamente.

O tesão nos levou para a cama. De quatro na ponta do colchão, Maya engoliu meu pau com a voracidade de um animal faminto. Com habilidade, colocava e tirava o membro da garganta sem qualquer embaraço. Olhava para mim com aqueles olhos expoentes e batia com a rola na língua, às vezes na bochecha. Lambia o saco, sugava com pressão uma das bolas e depois voltava a sumir com o pau entre os lábios. Quase me fez gozar com a punheta giratória que fazia enquanto enquanto sugava a cabeça do pau. A Maya tem uma dos melhores técnicas que já experimentei e sabe como ninguém unir boquete e punheta numa coisa só, algo que acho fundamental para um sexo oral perfeito.

Deitados, fui explorar suas coxas com leves mordidas. Passei minha língua de cima a baixo, mordisquei suas panturrilhas e depois fui para a virilha. Aqui vou separar duas entidades: Maya, a mulher exuberante que te recebe com beijos em seu apartamento e a Gueixa que surge do meio de suas pernas. Boceta é bom de todo jeito, em todas as formas, mas isso não me impede de ter preferências. E aqui posso afirmar: a Maya tem uma boceta espetacular. Os grandes lábios, são realmente grandes, suculentos, bons de lamber e morder. Já estava molhada quando a alcancei com minha boca, o clitóris bem pronunciado e pronto para degustação. Chupei até que ela chegasse ao primeiro orgasmo, que veio espontaneamente, sem grandes dificuldades. Desacelerei a língua para que ela curtisse o momento de sensibilidade, mas não parei de chupar. Em certo ponto senti que ela se animou novamente, intensificando os gemidos. Você quer mais, né?, perrguntou. Se continuar, vou gozar de novo. Acelerei os movimentos e, depois de um tempo, um novo orgasmo irrompeu em minha boca. Suas pernas tremiam ligeiramente e ela estava com os olhos cheios de água. Tu me fez chorar, safado. Desculpe, da próxima vez não faço nada, brinquei. Ah, vai fazer sim, ela sorriu. Deitei na cama e ela começou um novo boquete destruidor.
Maya começou cavalgando, alternando entre sentar e se esfregar lentamente em meu pau. Gosto dessa esfregação, a sensação da rola deslizando vagina adentro, além da fricção do clitóris contra a virilha. Depois trocamos de posição e ela ficou de quatro na cama enquanto eu me encaixava por trás. Variação de ritmo, aproveitando a desaceleração para acariciar seu corpo, pressionar sua nuca e costas, além de uma leve massagem nas pernas e panturrilha. Encaixamos um papai-mamãe com muito beijo e logo depois, gozei com ela de bruços.

Fui tomar um banho e na volta ficamos de papo. Durante o trajeto para casa, trocamos algumas mensagens mútuas de agradecimento e provocação. A gente tem uma química muito sinistra, ela ressaltou via WhatsApp. Eu acreditei, obviamente. Depois fiquei pensando: quem não tiver química com esta mulher tá fazendo algo muito errado. Uma máquina dessa é um convite para se aprender a pilotar. Dirigi calmo na volta para casa. Atravessei do centro para o Méier lembrando daqueles olhos magníficos e daquela trepada sensacional.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Mr69, Tyrion, Joey Tribbiani, MuriloRJ, Café, Bruce Wayne, Armenio, Rayane Coimbra, Brutus, Yami Mysterio, Sueco, Madruguinha, Nego Dengo, Delanmax, Don Santão, Conde Da Valáquia, Fatblack, PauloCesar, Brand, Novaes87, Eddie Adams, Barbosa82, Thor de Copacabana, Sued, rafael.oliveira, Marcio Centro, vandijk79, Lisbela Varela, Curumim, curtiram esse TD.
HELLEN PETROVICK - Jacarepaguá - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97553-4937
HELLEN
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$350.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

29 de Abril de 2024 às 13:04


HELLEN - https://www.gparena.net/social-feed-user.php?id=25638

Não poderia deixar de visitar a Hellen em sua passagem pelo Méier. Já nos papos iniciais se mostrou muito espontânea diante da minha afirmação de que já namorava seus anúncios há bastante tempo e quis saber o motivo. Achei você linda, comentei. A resposta inusitada dela me atiçou ainda mais: não sou nenhuma Barbie, não quero te decepcionar. Duvido, respondi. Como quem quer ter razão – ou arrancar mais elogios, me mandou uma sequência de fotos, uma mais bonita que a outra.

A Hellen deve ter os olhos mais bonitos que já vi passarem aqui no Arena. Extremamente simpática e sorridente, o diálogo com ela flui muito bem. Sua espontaneidade facilita muito para os mais introvertidos como eu. O magnetismo dos seus olhos me hipnotizou por um momento, mas logo recobrei minha consciência ao analisar seus rosto mais minuciosamente. Você é uma menina, comentei. Sou nada, rebateu, quantos anos acha que eu tenho? Vinte e pouquinho, respondi, 21-22 no máximo. Ih, bem mais que isso, pode chutar alto. Quando me revelou a idade verdadeira, comentei que ela parecia mais velha nas fotos. Me chamando de velha?, brincou. Não, não dou essa conotação para a idade, comentei, até gosto. É que nas fotos você parece ter uns 30 e poucos, mas pessoalmente tem carinha de menina.

Os beijos fluírem bem e livremente. Carícias mútuas e logo ela se livrou das alças da lingerie para deixar os seios disponíveis à minha boca. Tirei a cueca enquanto chupava seus peitos e ela passou a acariciar meu pau. Ordenou que eu me deitasse e veio me chupar. Começou pelos mamilos, mas foi com meu pau na boca que ela brilhou. A carinha de menina e aqueles olhos fulminantes compõem um diferencial maravilhoso. Quando satisfeito, pedi para trocarmos de lugar e fui prová-la. A boceta estava bem cheirosa, algum creme ou perfune que ela usava e que serviu para me instigar. Tímida no início, tive dificuldade para achar seu clitóris. Hellen respondia contidamente, mas logo a excitação foi tomando conta dela. O grelo se expandiu, perdeu a vergonha e pude encontrar meu caminho. Seus sussurros se transformam em gemidos e sua pélvis começou a rebater minhas investidas enquanto suas mãos agarravam meus ombros e cabelos. Hellen não se entregou fácil, mas depois de um tempo, gozou generosamente na minha boca. Deitei ao seu lado e perguntei se estava tudo bem, como geralmente faço, uma maneira mais discreta de saber se o orgasmo foi bom. Porrra, tudo bem? Tudo ótimo!, respondeu virando os olhos. Preciso de um tempo pra me recuperar, emendou, você acabou com a minha energia. Relaxa, fica aí deitada, respira um pouco. Encaixei minhas pernas nas delas e aproveitei para acariciar seus seios. Em seu sorriso, dormia a expressão legítima de quem acabou de ter um orgasmo estonteante.

Pronto, agora já pode ir embora, ela brincou quando estava recuperada. Tá bom, respondi gargalhando, vou te passar o meu pix. Como é?, ela arregalou os olhos. Só esqueci de dizer o quanto eu cobro, mas fica tranquila, sou baratinho. Tá bom que eu vou pagar, até parece, ela entrou na brincadeira. Claro que vai, até agora, só quem gozou foi você. Então deita aí que eu vou resolver isso, disse se levantando, cheia de atitude. Me ajeitei na cama e ela partiu para cima de mim, despertando meu pau com a boca novamente.

Começamos com ela cavalgando. Depois com ela de 4, onde aproveitei para apertar bastante sua cintura e sua bunda branquinha. Trocamos para um papai mamãe e gozei com ela de bruços, apertando sua nuca e depois puxando seus cabelos. Caí ao seu lado e brinquei: proto, agora tá isenta do pix. Conversamos um pouco, falei com ela sobre a festa do Arena e ela ficou de aparecer. Maquiada e com roupa de festa, vai ficar um espetáculo, elogiei.

Bonita, simpática e sorridente, a Hellen fez de tudo para tornar o encontro seja muito agradável. Muito comunicativa, acho que é uma aposta boa para os mais tímidos. Ela tem o estilo bem namoradinha, um sexo tranquilo e bem acolhedor, para deixar qualquer um à vontade. Seu rosto encantador e o magnetismo de seus olhos são diferenciais para aqueles que, como eu, são fracos diante dos encantos de uma beleza legítima.

Delanmax, Gigante, Conde Da Valáquia, Eddie Adams, Brutus, Café, PauloCesar, pgggato45, Fatblack, Mr69, CafécomLeite, Hellen Petrovick, Sueco, Brand, voicersex, Sued, pauloeduardo, Ikki RJ, Bruce Wayne, Josh, Yami Mysterio, Oscar, The Shy, Gatitus, Thor de Copacabana, Sagaz, Fazzo Casanova, Rayane Coimbra, curtiram esse TD.
LANA LIRA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97011-1417
LANA LIRA
POSITIVO
TEMPO: 720 MINUTOS VALOR: R$1500.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO NãO R$0.00 SIM

21 de Abril de 2024 às 18:04


LANA LIRA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=23199

Pernoite com a Lira

Começou assim: como está sua noite de quinta? Ela me responde: nada d+, ia pra academia, pq? Minha vez: estou em SP, confundi as datas da passagem. Volto quinta, mas avisei em casa que só chegava na sexta. Quer passar a noite comigo?

Marcamos em um hotel próximo à casa dela para facilitar o deslocamento. No caminho, me lembro que, como foi de improviso, não havia comprado nada pra gente beber. Tem alguma loja aí perto, pergunto pra ela? Ela responde: eu tenho vinho em casa. Deixa que eu levo.

Hotel modesto, mas funcional. Eu queria passar a noite entrelaçado nela e não nas acomodações. Estava tudo limpo, bastava. Chego antes de viagem, organizo minhas coisas, tomo um banho. Ela me avisa que está a caminho. Para passar o tempo, saco o Switch da mochila e fico na jogatina. Tempos depois, distraído, ouço as batidas na porta. Ela chega de branco, mochila carregada. Ela deposita as duas toneladas no chão e corre para um beijo. Depois um abraço. E então, para um banho: tô podre, diz, trabalhando igual —ela diz algum bicho que não vou lembrar agora, dado a distância deste relato.

Ela volta do banho. Nenhuma roupa. Nem toalha. E não precisa. Dou uma boa olhada em seu corpo. Alguns meses sem nos encontrar. Nada havia mudado, impecável. Se há defeito nesta mocinha, certamente não está no espectro físico (se alguém precisar de mais detalhes, leiam meu relato anterior com a dama ou os tantos outros que estão surgindo e vão surgir, agora que ela está com local no centro). Sem perder tempo, nos agarramos e não demora muito. Em minutos ela goza em minha boca, depois em meu pau e, sem ter mais o que esperar, me acabo com suas pernas em seus ombros.

Tem jogo do Flu hoje, final, só tu mesmo para me fazer perder um jogo, ela diz. Não vamos perder, digo. Tenho assinatura, vamos ver juntos. O jogo começa, vemos o primeiro tempo. Chega a comida que pedimos. Abrimos o vinho. Ficamos namorando de leve, carinhos, provocações e etc. Acaba o jogo. O Flu ganha e ela me recompensa. Eu ganho também.

Abrimos o vinho. Comemoramos a vitória do Flu, nosso reencontro e a vontade de estarmos juntos. Ambos cansados, namoramos mais uma vez, de leve, e apagamos entrelaçados. Em certo momento me desvencilho dela. Eu me mexo muito, digo, não quero atrapalhar teu sono. Eu te agarro, ela responde, não vai conseguir se mexer.

O dia amanhece. Temos tempo antes do café e do trabalho. Fujo rápido pro banho. Escovo os dentes e volto. Pau duro do amanhecer, invisto na ruiva igual cão no cio. Ela pede um tempo. Escova os dentes e volta. O coito da manhã é sempre mais prazeiroso. Gozo e vejo tudo rubro. As paredes, o teto, a princesa que me chama pro café da manhã. Durante o desjejum, surpresa geral: da recepcionista, dos garçons, da turma da cozinha. Todos querem saber quem é a Ariel que escapou do beira-mar. Subimos, beijos. Eu podia mais, ela também, mas o horário urge.

Promessas de mais, de repeteco, de reduzir a distância, de encontrar todo dia. Uma utopia muito desejável. Deve ter sido nosso encontro número... não importa. Vai ter mais e ninguém tá contando.

Obs: encontro ocorrido no final de fevereiro, dia que o Flu ganhou a inédita Recopa Sul-americana. E quem levantou o troféu, rubro, fui eu.

Oscar, The Shy, Delanmax, Fatblack, M21, Café, Jack Satoru, Mr69, Brand, Dpa, Sueco, Tyrion, PauloCesar, Duelista, Gaby Magrinha, Brutus, Lennon, Conde Da Valáquia, Pantera, Gatitus, Barbosa82, Pirubaby, Patati Patata, Digboy, Papai Noel, Y@N, Eddie Adams, Yami Mysterio, Thor de Copacabana, Bruce Wayne, eltonbono, Fazzo Casanova, curtiram esse TD.
MINEIRINHA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (31) 99611-1372
DAY MINEIRINHA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

13 de Abril de 2024 às 06:04


DAY MINEIRINHA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=26375

Em casa trabalhando, sossegando, tentando não pensar em putaria. Chega uma mensagem do camarada DelanMax, que foi quem fez os contatos iniciais com a Day: mano, vai nessa mina, fala com ela, pede mais detalhes, pede foto, pede vídeo, pede logo em casamento. A mina é um sensacional, mas eu não vou conseguir marcar por causa de trabalho. Vai lá tu e me conta.

Missão dada, missão cumprida. Cerveja aberta, cerveja bebida. Calcinha arriada... bem, acho que vocês entenderam. Fiz os contatos iniciais e a Day foi muito o objetiva na marcação. Mineirinha, mandou na lata: gostou das fotos, vamos marcar uai. Ainda me provocou com vídeos e algumas selfies: te atendo cedo pra te dar prazer cedo.

Agendamos para o dia seguinte em seu local no centro, Álvaro Alvim 37. Como já andei muito por ali, fiquei surpreso por ser uma sala que eu não conhecia. Achei o esquema bem organizado, corredor com vários quartos lado a lado, chuveiro dentro do quarto, cama de bom tamanho e alta (a altura é fundamental, detesto colchão no chão ou cama baixa).

Fui recebido pela própria Day na porta, que me conduziu até o quarto. Estava de lingerie preta, os seios volumosos querendo saltar do decote e um tecido fininho que descia do top até a calcinha, fingindo que cobria alguma coisa. Estava de cabelos molhados e sem maquiagem. Pediu desculpas por não ter conseguido escovar os cabelos, pois tinha chegado direto da academia. Disse que na próxima ia caprichar mais (e eu ali paralisado diante da beleza desta mocinha).

Nos beijamos. Uma boca macia, os lábios bem desenhados e uma língua que ela usava para ocupar minha boca sem qualquer restrição. Estava cheirosa, o perfume instigando ainda mais a vontade de morder seu pescoço. Mordi. Ela pegou minhas mãos e levou por seu corpo. Se livrou do sutiã e me fez apertar os seios fartos. Apertei sua bunda olhando-a pelo espelho – ordem dela mesma. Minha cueca foi parar no chão. Day me masturbava enquanto nos beijávamos.

O que você quer fazer? ela perguntou durante o amasso, quer que eu te chupe? Ou prefere me chupar? Um pouco de cada, respondi. Vou me deitar e você me faz gozar então. Depois eu te chupo e quando estiver bem duro, vou me acabar de sentar. Gostei do script, falei, enquanto ela se posicionava. Vou dizer pra vocês: já tinha um tempinho que eu não provava uma buceta tão gostosa. A Day é forte concorrente ao prêmio Black Angus GPArena 2024. Criada solta no pasto e de procedência controlada, aquela boceta é o puro wagyu do buceteio, toda trabalhada na maciez e suculência, derrete na língua que é uma beleza. Faltou só uma boa Double IPA pra harmonizar durante a chupação, mas fica pra próxima. Enquanto recebia minhas linguadas e gemia, aproveitou pra mexer com meu ego: nossa, como você chupa gostoso, fez curso, foi? Você é muito bonito, e chupa pra caralho ainda. Vou gozar muito! E quando gozou, me deu um puta um empurrão na cabeça. Depois pediu desculpas. Me perdoa, é que ficou muito sensível.

O boquete da Day foi fenomenal. Acho até que ela deveria anunciar "boquete completo ✅️ – o original, não aceite imitações". Pau, bola, saco, garganta, nada ficou incólume, tava tudo no pacote. Gosta de beijo grego?, perguntou, já se empolgando. Não muito, prefiro sua boca na minha rola, respondi. Diante da minha recusa, se dedicou a engolir meu pau até lacrimejar. Quando julgou que o pobre coitado estava duro o suficiente, me intimou a continuar deitado que ela queria sentar. E foi exatamente o que fez: sentou e quicou alternando posição e velocidade. Quando cansou – ou ficou satisfeita – passou a se esfregar enquanto sequestrava minhas mãos pelo seu corpo. Aproveitei a empolgação para enforcá-la. Quando achei que era demais e poderia machucá-la, tirei a mão. Imediatamente ela pegou em meu braço e me pediu que continuasse. Tá gostoso, não para.

Quero que me coma de quatro, foi a ordem para trocarmos de posição. Cama alta, a posição ficou perfeita. Do lado de fora do colchão, eu a estocava e observava pelo espelho que ela estava curtindo tanto quanto eu – ou encenava muito bem, sem exageros, o que é mérito e não o contrário. Trocamos e, por cima de uma das coxas dela, penetrei-a com seu corpo de lado, o que favoreceu muito o contato. O tesão era tanto que a vontade era de colocar mais fundo do que eu alcançava. Fomos para o papai-mamãe, mas a Day queria mais: fez questão de colocar as pernas em meus ombros, eu estava quase entregando os pontos. Ela percebeu e me travou: não goza assim, quero leite na minha boca. Quase que o pedido tem o efeito contrário, tamanho tesão que aquela proposta me deu. Pedi que ela deitasse na cama, de bruços, bem devagar, mas bastante profundo. Meu corpo sobre o dela, eu acariciava sua nuca, apertava o pescoço e ainda dei um tapinhas no seu rosto. Do espelho, ela me olhava e sussurrava topo tipo de palavrão. A vontade veio de novo. Não goza assim, ela repetiu.

O ápice veio quando eu estava de pé, já sem camisinha, e a Day ajoelhada diante de mim, a boca aberta e a língua pra fora pedindo "leite na cara da sua puta". Antes, ela quis saber como eu queria, se eu ia me masturbar ou se ela faria isso por mim. Chupa meu pau que eu gozo, ordenei. Ela se dedicou e o gozo veio. Experiente, controlou meu pau com mestria, me fez gozar uma parte diretamente em sua boca, mas o restante ela quis nos lábios, no queixo e na bochecha. Depois abriu a boca, me mostrou o gozo na língua. Por fim, cuspiu tudo nos seios e ficou espalhando com as mãos. Anestesiado e sem forças para qualque reação, fiquei admirando aquele desleixo provocativo, uma sujeirada deliciosamente excitante.

Conversamos enquanto eu tomava banho. Depois me deitei na cama e emendamos mais um papo. Vou tomar banho também, posso? Tenho que tirar teu leite do corpo. Consenti, obviamente. Seguimos o papo, mineirinha boa de prosa. Quando me dei conta da hora, fui trocar de roupa para não atrapalhar. Tá bom, meu amor, mas não precisa ter pressa, disse me acariciando enquanto sorria.

O encontro com a Day foi devastador. Parte do meu coração ficou ali naquele cubículo. Cheguei em casa com mais tesão do que saí, quase cometendo a loucura de voltar naquele mesmo dia. Menina gente fina, sotaque sensual e um jeitinho carinhoso. Quem for de coração despreparado, sai apaixonado. Além de ter um corpo delicioso e uma cara de sapeca, ela gosta muito da brincadeira. Não foi passiva em nenhum momento, justo o contrário: propôs posições, ajudou com o roteiro, fez questão disso e daquilo. Esqueci completamente que estava com uma GP. Era simplesmente uma companhia que estava com uma disposição absurda para foder. Repeteco certo e fácil. Quase sociedade.

pauloeduardo, Rjnet, Detonador, Luizinho90s, M21, Y@N, Brand, Jucabar, Fatblack, Araujo, Brutus, Eva Sanchez, Lucifer, Eddie Adams, Scuba, Mr69, Conde Da Valáquia, rafael.oliveira, Negão_01, Gatitus, Top Gun, Digboy, PauloCesar, Lord Lixo, Josh, Julio Cesar 34, Oscar, The Shy, Lyon, Patati Patata, Jack Satoru, Yami Mysterio, Sued, Pirubaby, Café, Dan Spock, Gigante, Nomade, Sueco, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
CLARA DIAS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97258-5941
CLARA DIAS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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20 de Março de 2024 às 07:03


CLARA DIAS - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=23881

Achei esse beijo muito tímido, Clara me repreendeu, quando a cumprimentei apenas com um selinho. Ela estava vestindo um robe vermelho transparente. Mais baixa do que eu imaginava, caminhou, provocante, na minha frente, fazendo a lingerie bailar à imposição das suas curvas. Eu sou tímido, confessei. Mas tem cara de que beija bem, retrucou de imediato, a voz com a rouquidão de quem se dedica à academia. Puxei ela para perto e demos um beijo demorado. Sabia que beijava bem, comentou quando nossos lábios descolaram e deu um tapa de leve em meu braço. Seu olhar era penetrante, o sorriso aberto. Colocou ambas as mãos na minha cintura. Vou querer mais, pediu.

A Clara é aquela mulher gostosa, daquelas que afrontam o tempo e parecem jamais perder o viço. Deixava marmanjo com tesão aos 18 e vai continuar virando pescoços indefinidamente. É a personificação da Milf, mulher pra foder com gosto, que você olha de cima abaixo e sabe que pode ir com vontade porque a estrutura aguenta.

Os beijos levaram a boca da Clara pelo meu corpo. Com meu pau em seus lábios, me mostrou que se nada mais desse certo naquele dia, o boquete era um motivo justo para se estar vivo. Olhava pra mim o tempo todo, desaparecia com meu pau em sua garganta e ainda conseguia a proeza de usar a língua pra acariciar meu saco. Seus olhos eram de fera, por vezes parecia possuída. Se aquilo era um ritual de exorcismo, minha rola estava a ponto de explodir em água benta pra todo lado. Sugeri um 69 e ela concordou. Montou minha boca e voltou a me sugar enquanto eu explorava sua anatomia. Entre sussurros, tirou meu pau da boca, me olhou pelo espelho e me fez rir com seu comentário: tu sabe chupar uma boceta, né? Na sequência, percebi que, apesar to tesão, ela estava com dificuldade de se concentrar, algo comum para algumas mulheres durante o 69. Tirei-a de cima de mim, ordenei que deitasse e falei: deixa eu te chupar direito, vai.

Após o gozo, ela veio cavalgar. Ali, aqueles 3 ou 4 centímetros a mais de pau fizeram falta. O prato da Mama Clara é receita de fartura e eu me lambuzava naquela macarronada com mero um palito de dentes. Ela sentou, cavalgou, se esfregou, e sei lá mais quais verbos ou metáforas utilizar. Depois alternamos com ela de quatro na cama, de bruços e ppmm. Vendo o suor escorrer pelo meu rosto, me de uma folga: pediu que eu ficasse na beira da cama pois ira sentar de costas enquanto eu esbofeteava sua bunda. No meio das estocadas o telefone tocou. Ela sequer fez menção de atender, mas o som era insistente. Então me dei conta do tempo. É o nosso horário? É, respondeu, ainda comprimindo meu pau entre suas pernas. Depois se irritou e desligou o telefone. Puxa, lamentei, nem comi teu cuzinho. Se você não demorar muito, dá tempo, disse enquanto alcançava o gel na cabeceira. Se posicionou de quatro da beira da cama e me puxou pra dentro de si. Abusei da sua generosidade por mais uns cinco minutos e relaxei meu corpo acoplado ao dela durante as estocadas que culminaram em um gozo indescritível.

Brutus, Eddie Adams, Araujo, Long Trail, Gatitus, Mr69, Brand, Dionizio_RJ, Jack Satoru, mister_01, Conde Da Valáquia, Gordin Boêmio, Yami Mysterio, Sueco, Tyrion, predador69, Sued, Ikki RJ, Don Santão, Digboy, Paulista88, PauloCesar, Negão_01, Fatblack, Café, M21, Dan Spock, rafael.oliveira, curtiram esse TD.
BRUNA RICCI - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (24) 98141-7803
BRUNA RICCI
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$600.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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29 de fevereiro de 2024 às 17:02


BRUNA RICCI - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=25750

Fui, mas com muito receio de estar caindo em uma cilada. As fotos da Bruna eram boas d+ para ser verdade. Existem 2 relatos dela aqui no Arena, ambos bem elogiosos, mesmo assim fiquei com o pé atrás. Deve estar usando muito filtro, pensei, boa chance de decepção. Capaz de nem ser ela (malditos apps que trocam o rosto). Debati com os camaradas Bruce Wayne e Delanmax. Ambos ficaram desconfiados. Gata d+, fake, foi o veredito. Mesmo assim, fui.

A Bruna atende em motéis, mas também em uma sala no Shopping Downtown. Um pouco longe pra mim, mas nem tanto se ela cumprisse a promessa dos seus anúncios. No papo pelo WhatsApp, me disse que também poderia me atender em uma casa em Jacarepaguá caso fosse mais prático pra mim. Pedi o endereço, um condomínio próximo à Linha Amarela, pertinho da CDD. Perguntei a ela qual era o esquema e ela me explicou se tratar de uma casa em que ela e outras meninas alugam quartos para fazerem os atendimentos. Dava para estacionar no próprio condomínio. Fechamos o valor do atendimento e marcamos para o dia seguinte.

Cheguei de carro. Estacionei em frente à casa e fiquei aguardando ela vir me receber na porta. O condomínio é tranquilo, não tem porteiro e quase não vi movimento. São casas grandes e o acesso é através de um portão eletrônico que estava aberto quando cheguei. Entrei direto e fiquei esperando a Bruna, que veio me receber na porta depois de uns 10 minutos. O local é um casarão antigo que já deve ter tido seus dias de glória. Há uma piscina bem grande logo na entrada, no quintal, e estava limpa. Comentei com a Bruna que dava pra fazer uma bagunça ali. No que seria uma sala de estar, esbarramos em uma outra menina, de lingerie, que foi simpática e me deu bom dia. Observei uma placa sobre uma mesa, credenciais de Wi-Fi da casa, mas que não consegui ler. Passamos pela cozinha. A Bruna conversa com alguém está nos fundos da casa. Pergunta se podemos usar o quarto Brasil. A "tia" surge e nos orienta a usar o quarto África do Sul, que já está limpo e pronto para uso. É uma suíte pequena, uma cama com colchão molenga, um banheiro e nada mais. Dando uma de arquiteto do puteiro: a pintura do quarto já não está lá essas coisas, descascando em alguns pontos e com marcas de mofo; há um tapete velho e bem gasto no chão; no banheiro, chuveiro, sanitário e um espelho diminuto. O aspecto geral é de decadência. Penso em ir embora. Vejo a mesma placa de wifi em uma prateleira. Me aproximo para ler e vejo que o local é a tal Diego's House que aparece de vez em quando aqui no Arena. Olho para a Bruna sentada da cama, mexendo em sua bolsa, uma beleza estonteante. Decido ficar.

A Bruna estava usando uma saia rosa colado ao corpo que terminava em uma fenda sobre uma das coxas. O tomara-que-caia cumpria exatamente seu papel e tentava a todo momento deixar seus seios à mostra. Enquanto conversávamos, ela ia tirando alguns apetrechos de dentro da bolsa. Preservativo, cigarros, lubrificante e um gel de nome bastante sugestivo: Kuloko. Aproveitei para observá-la melhor. Você é linda, comentei. Ela pareceu desconcertada – ou simulou estar. Sou? Cê acha mesm? Uma das primeiras coisas que notei nela, além de sua beleza, foi o sotaque. Arrisquei que era de Minas, mas ela me corrigiu e disse que era de Volta Redonda. Lembrou muito o jeito de falar da linda Cleoh (https://gparena.net/td-show.php?t=8016). Voltei a elogiá-la. A cada enaltecimento da minha parte, ela abria um sorriso e agradecia, sempre muito simpática.

Não direi que não há diferença entre as fotos nos anúncios da Bruna e a mulher que conheci. Talvez um mínimo filtro, um ângulo que a favoreça mais, ou uma camada de maquiagem além do que me apresentou naquele dia. Mas é a Bruna, exatamente o que as fotos demonstram: uma mulher bonita, muito bonita. Figura fácil entre as mais encantadoras que anunciam aqui. Ela deve ter seus 1.60 de altura, seios com próteses e um bumbum bem macio, sem exageros, altamente tátil. Tem um rosto de menina, cabelos aloirados e uma boca bem delineada. Assistir seus cabelos subindo e descendo enquanto fazia meu pau de desaparecer em sua boca, ou então poder admirar seu corpo em movimento na direção contrária às minhas investidas me proporcionou um espetáculo visual inacreditável.

Ambos tinham vindo de casa, então não teve banho. Nos atracamos num beijo suave, bem acolhedor, que foi intensificando conforme nossas línguas se encontravam, um beijo que conectou com facilidade. O tomara-que-caia cumpriu seu destino, expôs os seios grandes que logo encontraram minha boca. Depois foi a saia, a calcinha vermelha, minúscula, transparente. Meu pau latejava na mão da Bruna. Vou te dar um beijinho, disse. Sentou na cama e deixou o calor da sua boa me envolver. O boquete da Bruna é bastante suave, gentil. Ela dedica bastante tempo à glande, mas não se limita a ela. Às vezes tenta colocar tudo na boca, mas sem alcançar a garganta. O beijinho sacana da Bruna me deixou no limite do enrijecimento. Olhei para a cama e mirei as camisinhas, mas ela me pediu para deitar, pois ainda não tinha terminado.

O boquete continuou comigo deitado. O que começou suave se intensificou e logo veio a vontade de gozar. Contive o ímpeto e pedi para trocarmos de posição. Ela se deitou e fui provar daquela flor que, segundo Gullar, exala urina e mel. Percorridos os caminhos possíveis, depois de um tempo, ela anunciou o orgasmo. Tirou minha cabeça do meio de suas pernas, limpou minha boca e queixo. Então me deu um beijo demorado.

A Bruna subiu em mim, encaixou a ponta do pau na entrada da vagina e o deixou escorregar centímetro por centímetro cavidade adentro, usando o peso de seu corpo para avançar na penetração. Contolava o encaixe com ambas as mãos em meu peito. Orquestrou com maestria a prazeirosa tortura que encenava. Depois se soltou e com os músculos das coxas retesados, quicou sobre mim com vigor. Alternamos posteriormente algumas posições até que gozei, finalmente, durante o ppmm.

O segundo round ocorreu sem muita cerimônia depois de um breve papo. Depois de começarmos com ela de quatro na beira da cama, tomou a iniciativa com o sotaque irresistível: quer fazer anal? O Kuloko que saltava na cama durante as investidas anteriores entrou em ação para auxiliar a penetração. Meu pau entrou devagar, com alguma resistência, mas logo se acomodou. Sem qualquer tipo hesitação, Bruna me pedia para ir com vontade. Soca meu cuzinho, soca, ouvi repetidas vezes enquanto ela se tocava. Aproveitei o embalo, com ela de joelhos e de costas na ponta da cama e alcancei seu sexo para masturbá-la. Após estocadas vigorosas, me pediu que não parasse pois ia gozar. Intensifiquei os movimentos da minha mão e, razoavelmente sincronizados, gozamos.

A Bruna é um destes casos raros em que me surpreende não estar aparecendo um relato dela por dia aqui no Arena. Uma mulher de beleza fácil, muito gente fina e um sorriso constante. Durante nossa conversa ela me revelou ser nova no ramo. Está atendendo desde dezembro apenas. Fica aqui minha recomendação aos companheiros que precisam, para ontem, reparar esta situação. Ela mesma me confidenciou durante o encontro que um forista comentou que não faria relato dela para não lotar a agenda e dificultar os repetecos. Parece mais um caso de sonegador apaixonado que já já será interpelado pelo Eddie e seu urso de estimação. Bora, galera, vamos divulgar essa mocinha delícia e gente boa pra kct. Por fim, deixo registrado o poema do Ferreira Gullar que mencionei durante o relato.

Um sorriso
(Ferreira Gullar)

Quando
com minhas mãos de labareda
te acendo e em rosa
embaixo
te espetalas
quando
com meu aceso facho e cego
penetro a noite de tua flor que exala
urina
e mel
que busco eu com toda essa assassina
fúria de macho?
que busco eu
em fogo
aqui embaixo?
senão colher com a repentina
mão do delírio
uma outra flor: a do sorriso
que no alto o teu rosto ilumina?

Delanmax, Eddie Adams, CafécomLeite, Digboy, PauloCesar, TeteuZ, RastaMan, Bruce Wayne, Yami Mysterio, vadeR, Helena Esparta, Brega, South, Araujo, pauloeduardo, Oscar, The Shy, Conde Da Valáquia, Dionizio_RJ, ronondex, Sued, Ikki RJ, Brand, Holmes, Lennon, Mave, Tyrion, Thor de Copacabana, Apolo, Getúlio, Anjo do Sul, HC, LP come queto, Peter White, 90loiro90, EscorpioAanonimo, curtiram esse TD.
ELISA FELIX - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99563-5022
ELIS FELIX
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$500.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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22 de fevereiro de 2024 às 14:02


ELIS FELIX - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=26199

Elisa é estreante aqui no Arena e nos caminhos do sexo pago. Aceitei a complicada missão de ajudá-la em seu início porque tenho bom coração 😁. Marcamos em um hotel que facilitasse a rotina de ambos.

Ela chegou tímida, mas falante e carismática. Tem os lábios bonitos e um sorriso amplo que cativa. Estava usando uma calça solta nas coxas, mas que marcava o bumbum bem acentuado. A camisa era larga, estampa florida, mas notei logo os seios volumosos e bonitos que rechearam nosso primeiro abraço.

Chegou me cobrando o livro que eu havia prometido durante o papo para a marcação do encontro (nem só de álcool vive o Cervejeiro). Está na minha mochila, apontei para o sofá que ficava em frente à cama, mas só vai ganhar se for boa menina. Se for boa ou se for má?, ela quis saber. Principalmente se for má, respondi.

Abri o espumante que havia levado para ajudá-la a se soltar, servi duas taças e ficamos conversando. Antes, me deu um beijo de boas vindas. Seus lábios envolveram minha boca, sua língua não se mostrou nada tímida. Aproveitei para reconhecer seu corpo. Sem sutiã por baixo sa blusa, não resisti em buscar seus seios. Elisa tomou a iniciativa e ia puxar o laço que soltava a camisa. Depois, como quem se recorda de um novo protocolo, interrompeu o gesto e me perguntou se eu queria tirar pra ela. Falei para ficar à vontade e relaxar. Não havia regra nem rituais estabelecidos.

Bebemos parte do espumante vestidos apenas com as peças de roupa mais íntimas. Fomos nos despindo pouco a pouco, sem pressa, enquanto degustávamos o conteúdo das taças e dos nossos corpos. A Elisa tem a pele firme e macia. Minhas mãos deslizaram fácil por suas costas, seios e pernas. Não hesitei em pressionar sua bunda com vigor. Ela sorriu e me olhou profundamente com seus olhos verdes. Sentei na cama, coloquei-a de pé e aproveitei o encaixe da nossa altura para explorar os seios. Elisa me olhava o tempo todo, sorria e acariciava meus cabelos. Depois me ergui e, de pé, coloquei sua mão em meu pau para nos beijarmos enquanto ela me masturbava. De quatro na cama, ela evoluiu para um boquete leve, gostoso, com uma cadência bem suave.

Elisa estava tímida quando minha língua alcançou o meio de suas pernas. Senti-a um pouco travada. Conforme o prazer tomou conta de seu corpo, ela foi se soltando. Flagrei-a olhando para o espelho sobre a cama e, quando não amassava meus cabelos, pressionava um dos seios enquanto mordia os lábios. Olhava em minha direção e soltava um sorriso de excitação. Gozou suave, gemidos contidos, o prazer na fronteira, entre se entregar ao momento e se recatar.

Elisa mostrou desenvoltura ao cavalgar meu pau. Já estava mais solta. Olhava para nosso reflexo pelo quarto com maior frequência. Estava se divertindo. O corpo delgado, mas curvilíneo onde tem que ser, era uma beleza de se admirar. Depois trocamos de posição, coloquei-a de quatro na beira da cama e na sequência, de frente para o espelho. O encaixe foi muito bom nesta posição. Consegui penetrá-la profundamente, meu pau se acomodando por inteiro dentro dela. Puxei seu cabelos com gentileza, apertei sua cintura e aumentei o ritmo das estocadas. Coloquei-a de bruços e decidi soltar gozo.

Ficamos conversando na cama, mais espumante, banho e depois voltamos a namorar. Começamos com um 69, depois variamos a posição. O ppmm na cama fluiu bem, mas Elisa se sentiu desconfortável quando coloquei seus pés em meus ombros. Aproveitei sua altura, 1.70, para comê-la de pé, enquanto apoiava apenas as mãos na cama. Depois a puxei para o sofá e ela sentou de costas enquanto eu a admirava subir e descer. Novas posições, mais uma gozada muito gostosa.

Estávamos com fome. Pedi almoço e ficamos conversando enquanto recuperávamos energias. O telefone do quarto tocou. Era a recepcionista informando que o período de quatro horas havia encerrado. Pedi mais quinze minutos para que terminássemos a refeição e depois dei uma carona para ela até a estação de trem.

Elisa é uma mulher bem bonita, simpática e com um sorriso acolhedor. Possui um corpo impecável e é muito charmosa. Fala bastante, é eloquente e tem uns trejeitos divertidos enquanto conversa. Na cama, é bem namoradinha e carinhosa, além de atenta e disposta a agradar. Hardcore não é a pegada dela, é uma mulher para os paladares mais românticos. Quem gostar do perfil estará em boas mãos, terá uma excelente experiência.

PrefeitoComeCu, Yami Mysterio, abobrinha, Detonador, Holmes, PauloCesar, Thor de Copacabana, Apolo, Araujo, Sued, membro, Digboy, Conde Da Valáquia, Long Trail, Josh, Ikki RJ, Eddie Adams, Claudio_rdp, Café, Luizinho90s, Oscar, The Shy, Brand, Dan Spock, Russo_Mr, Pirubaby, Mítico, Gatitus, Jack Satoru, Mave, Tyrion, Lennon, Lixo II, curtiram esse TD.
DUPLA - ANNA TRINITY & ANGEL - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99603-3714 / (21) 97963-4970
ANNA TRINITY
POSITIVO
ANGEL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$500.00
ANNA TRINITY
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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ANGEL
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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20 de fevereiro de 2024 às 18:02


ANNA TRINITY - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=18918
ANGEL - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24296

A Angel abriu a porta e ficou parada atrás dela, escondida. Entrei e me deu um beijo. Desfilou suas curvas pelo corredor e me levou até o quarto maior, com a cama mais alta. Conversamos brevemente. Elogiei sua forma física, impecável, e a cor da lingerie. Estava linda de vermelho. Conversamos brevemente. Me contou do seu cãozinho peralta que tinha fugido de casa. Pensei em dizer que, se quisesse, eu estava para adoção. Mas não. Melhor não. Cantada muito barata. Senti falta da Trinity no local, mas não perguntei nada. Angel me questionou sobre o banho e me entregou uma toalha. Quando ia para o banheiro, a Anna chegou. Estava de lingerie preta, totalmente transparente nos seios. Nos beijamos. A Angel logo se juntou e me abraçou por trás. Fugi para o chuveiro antes que o clima subisse.

Quando voltei, estavam conversando e rindo. Clima descontraído. Os semblantes mudaram logo que me viram. Angel pegou a toalha que estava na minha mão, colocou no cabideiro, me puxou para a beira da cama e me beijou. Trinity subiu na cama e, de joelhos, a exemplo da Angel, também me beijou.

O beijo virou triplo, afastei minha boca depois de um tempo e elas continuaram coladas, fiquei admirando à curta distância, com uma das mãos na bunda de cada, depois voltei para o beijo, Anna me deixou distraído com os lábios da Angel e desceu para meu mamilo, depois subiu e voltou a me beijar enquanto sua parceira arrancava minha cueca, a língua na boca da Anna, Angel com a boca em meu pau, Triny desceu também, um pau, duas bocas, tesão do máximo, uma cuidava das bolas, a outra forçava o pau na garganta aos engasgos, se alternavam, quando enjoaram me jogaram na cama e prosseguiram dedicadas a me engolir, puxei Angel, pedi que sentasse na minha cara, lambi-suguei-beijei sua buceta em um 69 enquanto ela e a Trinity se divertiam com meu pau, Angel gozou, trocou de posição com a Anna que colocou minha cabeça entre suas pernas e me ofereceu o grelo, Angie me chupou mais um pouco, pegou uma camisinha e cavalgou meu pau enquanto a Trinity se esfregava na minha boca, trocamos de novo, Trinity de 4 chupando a loira enquanto eu a comia com vontade, de uma hora pra outra a Triny me empurra, pega o KY e diz vem comer meu cu, encaixo atrás dela, Triny de joelhos e eu na mesma posição, penetração leve, depois mais acelerado, Anna me acariciando com braços para trás, dava conta também de masturbar a Angel que estava deitada apreciando a cara de tesão que fazíamos, Trinity sai da posição de joelhos, limpa meu pau com um lenço e ambas voltam a me chupar, passo a mão na buceta da Angel e vejo que está encharcada, quero te comer de novo, Triny pega uma camisinha, coloca no meu pau e começo a comer a Angie na beira da cama, frango assado, Trinity se masturbando ao nosso lado, dou uma mão, masturbo-a enquanto ela pega nos peitos da Angie, loira de quatro, pregação frenética, cara você tá com tanto tesão que dá pra sentir teu pau latejando aqui dentro Angel diz, dava mesmo, Trinity concorda, senti enquanto comia meu cuzinho ela diz e ri, suor pingando, me colocam novamente deitado, Trinity diz que é minha vez de gozar, se alternam com a boca em meu pau, chupam ao mesmo tempo, eu demoro, Angel vem me beijar e me oferece os seios, chupo com vontade, a loira delira, Trinity me destrói com um boquete e finalmente gozo.

Se você ficou sem fôlego ao ler o último parágrafo, saiba que foi proposital. Tentei mexer a pontuação para dar uma ideia do que foi aquela hora mergulhado entre as duas. Uma hora intensa, sem intervalos, sem interrupções. Boca, língua, buceta, cu, pau. Fui atropelado pelas duas. Anotei a placa e já estou querendo mais.

Na saída, a caminho da carioca para pegar o metrô, ouvi um pregador proferir algumas palavras que mão decifrei. Quando me aproximei pude escutar mais claramente. "O salário do pecado é o castigo eterno", dizia o trecho de algum texto que ele lia. Desci as escadas pensando no que ele havia dito. Se for o caso, tá bem pago.

Thor de Copacabana, Delanmax, Yami Mysterio, Café, Julio Cesar 34, Joey Tribbiani, Brand, Fatblack, Papai Noel, Conde Da Valáquia, Barbosa82, Y@N, Ikki RJ, Rai, Apolo, Eddie Adams, Oscar, The Shy, Digboy, Tyrion, Mr69, Aventureiro, curtiram esse TD.
THALITA VIEIRA - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98707-0610
THALITA VIEIRA
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$400.00
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19 de fevereiro de 2024 às 11:02


THALITA VIEIRA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24664

Marcamos no Hotel Megara. Um dia antes, trocamos pro Condor, mas acabamos no Cartago. Antes, nos encontramos no Norteshopping. A gente toma um café pra trocar uma idea e quebrar o gelo, prometi pelo WhatsApp.

Ela chegou de vestido preto. Baixinha, corpinho delgado, leve proeminência na altura dos seios e nas nádegas. Bom sinal. Tinha os olhos curiosos, um pouco aflita, provavelmente por ser nosso primeiro encontro. Abriu um sorriso ao me reconhecer. Beijos nas bochechas em cumprimento. Te prometi um café, mas tá um calor... Tá demais, ela comentou. Prefere um sorvete, ou quer ir direto pro hotel? Vamos direto, ela sorriu. Um ar de atrevimento atravessou seu rosto. Peguei na sua cintura e a direcionei para as escadas rolantes. Meu carro tá logo aqui em cima, expliquei.

Você tá tão cheiroso, comentou assim que entrou no carro. O perfume era uma armadilha, uma cartão de visitas. Eu tava cheiroso, mas tenho meus truques: uma borrifada no banco banco do carona, na altura do apoio de cabeça, um artifício pra atiçar os sentidos. O vestido curto da Thalita subiu quando ela sentou, revelou as coxas. Aqui posso te cumprimentar melhor, falei colocando a mão em sua perna. Depois a puxei para um beijo, uma boca gostosa, naturalmente consistente. A língua fez boa presença também, quis jogo, se insinuando contra a minha. Beijo de quem quer mostrar serviço ou vontade, coisa rara.

A Talita tem uma voz muito delicada. Fala baixinho, com charme, namoradinha que se faz de tímida, mas que porta um sorriso desfaçado. Queria um pouco de água, ela pediu assim entramos no quarto. Fui até a antesala e peguei uma garrafa no frigobar. Quando voltei ela estava sentada a cama, as pernas cruzadas mostrando as coxas joviais. Bebeu direto no gargalo. Desleixada – ou como quem mandava um recado – deixou uma gota deslizar pela boca até alcançar o queixo e escorrer, sumindo sobre o vestido. Limpou o queixo, o rosto e sorriu. Vou tomar um banho, falei, desejando prová-la o quanto antes. Me dá um beijo primeiro, ela pediu.

O banho não aconteceu. O beijo nos incendiou e ficou complicado me desvencilhar daquele abraço à frente da cama. Em pouco tempo ela estava sem o vestido, os seios pressionados contra meu peito e depois, se comprazendo em minha boca. Gosto de mulheres de todos os tipos, de todas as idades. Jovem, o corpo da Thalita tem as benesses daquilo que está razoavelmente intocado pelo tempo. Os seios firmes, medianos para a proporção de seu corpo, parecem zombar da gravidade. Sua bunda é macia, colágeno puro mantendo a diarquia dividida entre a firmeza e a elasticidade. Sem exageros de academia, sem procedimentos estéticos. Natureza e só. Tentei mais uma vez escapar para o banho, mas ela subiu em meu colo e seguiu me beijando. Ambos sem roupa, ela direcionou a boca ao meu pau. Ali a menina Thalita desapareceu e surgiu uma mulher voraz. Eu segurava firme em seus cabelos cacheados enquanto ela parecia que ia me deglutir. Forçava meu pau em sua garganta, babava, cuspia, retirava para recuperar o fôlego e voltava a desparecer com ele.

Gozei a primeira vez em estocadas profundas, as pernas da Thalita em meu ombro para favocer a penetração. Seu sexo oferecia boa resistência, acomodava meu pau e o pressionava durante os movimentos. Caí ao seu lado depois de gozar, dando certa distância para que ela respirasse. Ela se aproximou, colou o corpo em mim, apoiando a cabeça entre meu ombro e o pescoço enquanto acariciava meu peito. Depois levantou o rosto na minha direção e disse com a voz melosa: não sei pra que você queria tomar banho, cheiroso desse jeito.

Fui para o chuveiros depois de um tempo naquelas carícias. Normalmente tomo meus banhos a sós, mas ela fez questão de ir junto. Aproveitamos para conversar e rir de algumas bobagens. Em certo momento, quis ensaboar meu pau e me beijar de novo. A pegação começou ali mesmo, mas migramos para a cama. Depois de me chupar, montou sobre mim e cavalgou sem pressa. Aproveitei para observá-la através dos espelhos do quarto, os cabelos cacheados e curtos embalados pelos movimentos dos corpos. Gostei também dos olhos da Thalita, que me marcavam sem perder um segundo de atenção. Alternamos várias posições e já estava prestes a entregar o gozo, quando ela me pediu: quer dar leite na minha boca? Irrecusável. Sentei na cama e fiquei admirando a Thalita se empenhando para tirar o máximo do meu prazer enquanto eu acariciava seus cabelos. Quando gozei ela manteve o movimento com os lábios até que eu ficasse sensível demais e a interrompesse. Engoliu meu gozo sem qualquer hesitação e depois veio se aninhar ao meu corpo.

Deixei-a de volta no shopping, onde era mais fácil e menos expositivo pedir um Uber. Nos despedimos com um beijo nos lábios e uma promessa de marcarmos uma novo encontro.

Jovem, bonita, espirituosa e namoradeira. Seios pequenos, mas lindos. Bundinha arrebitada e lábios de causar inveja por aí (que ela sabe usar magnificamente). A Thalita tem tudo para ser uma estrela por aqui, mas ela é da região dos lagos e não está sempre disponível na capital. Quem está tentando, sem retorno, vale a insistência. Foram duas horas intensas e sem desperdício de tempo. Gostei principalmente da postura ativa dela, que não desgruda do parceiro em nenhum momento. Não está ali apenas para participar, está para propor o jogo. Jovem com atitude de leoa. Até nos momentos em que papeávamos, ela estava disposta à sacanagem ou ao carinho, com as mãos atrevidas e sempre em ação. Repeteco certo.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Jack Satoru, Patati Patata, Paulista88, Café, ogimao, Rai, fra, Negão_01, Estarossa, Araujo, CafécomLeite, pauloeduardo, Fatblack, Sagitariano, PauloCesar, Josh, Eddie Adams, vadeR, Ikki RJ, Yami Mysterio, Digboy, Oscar, The Shy, Tyrion, Michael Corleone, curtiram esse TD.
ANGEL CENTRO - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97963-4970
ANGEL
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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08 de fevereiro de 2024 às 11:02


ANGEL - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24296

Anjos não tem sexo!
Tem sim.
Pode provar?
Posso.

Provei. Uma anja. Cabelos loiros, lisos, os fios finíssimo e macios. Estavam cheirosos também. Este anjo me recebeu de lingerie preta. Um laço em cada lateral da calcinha, outro na frente do decote, os seios grandes querendo escapar. O laço frontal me deu trabalho, fiquei tateando suas costas à procura do fecho, mas não encontrei. Ela afastou meu corpo, pinçou a ponta do tecido com ares de obviedade e deu liberdade à obra prima do cirurgião. Beijei-os experimentando a textura, o sabor e as suas reações. Os bicos, até então tímidos, reagiram, resolveram se apresentar. Beijei-os também. Passei a mão em um dos braços da Angel e senti o arrepio que minha língua havia causado. Bom sinal, havia troca. A mão que ela passava em meu corpo alcançou a cueca, massageou meu pau. Tirei a roupa e, enquanto nos beijávamos, ela ficou acariciando a rola. Depois se abaixou e, de joelhos, beijou a lateral da piroca próxima à virilha. Subiu da base ao topo com a língua e ficou lambendo a parte de baixo da glande. Em seguida lambeu o outro lado todo. Depois manteve o foco na cabeça e na sequência, colocou o pau todo na boa. O boquete foi feito, em grande parte, de olhos fechados, que ela abria de vez em quando para ver minha reação e mantinha o contato visual por um tempo. Gostei dos olhos da Angel, eles tem uma profundidade rara  e denotam curiosidade.



Não direi que cansei do boquete ou tive receio de gozar logo. Não. Eu estava curtindo cada momento com a Angel e ver seu corpo perfeito só me fazia querer explorá-lo de todas as formas possíveis. Pedi que ela deitasse na cama. Fiz uma parada rápida em seus seios e na barriga, mas fui ágil ao levar minha boca para onde a curiosidade sugeria. Estava doido pra provar o sexo da Angie. Um preâmbulo nas coxas, laterais da virilha, grandes lábios e, finalmente, o alvo primário. Comecei devagar, mas o paladar me instigou. Fui mais invasivo. Ela afastou mais as pernas para me ajudar. Fechava e abria os olhos de acordo com as minhas investidas, mordia os lábios e passava a língua por eles. Gozou rápido e tão discretamente que quase não acreditei quando empurrou minha cabeça. Surpreso, perguntei se não estava bom. É que eu já gozei, respondeu, fica sensível. Já?, perguntei, realmente surpreso. Ela acenou com a cabeça e protegou o sexo com as mãos. Olhei para suas coxas e vi que tremiam. Sorri, subi para um beijo e ela veio novamente me chupar.

Angel montou em mim com um arcanjo preparado para um missão divina. Tudo nela era excelso, mas o sagrado, pra mim, exigia pecado. Angie cavalgou ferozmente. Para provocar, parava no meio de oito ou dez repetições aceleradas e deslizava demoradamente pelo pau. Alternava entre movimentos rápidos e outros absurdamente lentos, permitindo que eu sentisse cada centímetro da penetração. Era uma encenação poética e obscena, um pouco de Shakespeare, um tanto de Sartre.

Trocamos de posição quando ela se cansou. Ficamos um tempo no papai-mamãe e então eu cansei também. Coloquei-a de quatro sobre o colchão e a penetrei por trás. Angel reagia às minhas estocadas, às vezes de maneira mais aguda, mas em geral, era comedida e elegante. Olhava discretamente para trás, analisava minha reação e retornava o pescoço à posição original. Quando massageei sua nuca, jogou os cabelos para o lado, me incentivando a prosseguir com a carícia. Puxei Angel para a beira da cama, que era alta e favorecia a penetração. De pé, fora do colchão, com ela ainda de quatro, tive acesso irrestrito ao seu corpo. Minhas mãos flanaram à vontade por suas costas, nuca, nádegas, panturrilhas e pés. Aproveitei para acelerar o movimento dos quadris e puxar seus cabelos. Coloquei-a de frente, em seguida, e aproveitei para acariciar a parte frontal do seu corpo e aplicar um leve enforcamento enquanto apreciava aquele rosto admirável. Depois ergui suas penas, colocando-as em em meu peito e na sequência joguei-as lateralmente, penetrando-a por entre as pernas dobradas.

Gozei com Angel de bruços na cama, após termos trepado de lado, ela com uma perna erguida, próxima ao ventre e a outra estendida ao longo do corpo, enquanto ficava sentado sobre sua coxa. Estava pingando de suor, arfando na tentativa de colocar a respiração em ordem novamente. Batemos um papo rápido enquanto nos recuperávamos. Falamos sobre seu outro trabalho e descobrimos que temos cães da mesma raça. Abri a mochila e dei para ela um bichinho de borracha que havia comprado há poco, para que levasse pro peludo. Ela me mostrou algumas fotos do filho de quatro patas e eu fiz o mesmo.

Por fim, devo agradecer à Anna Trinity, que me mostrou uma foto da Angel e me passou o contato dela. Certa vez, no chat, conversei com o Oscar The Shy sobre algumas meninas. Ele foi certeiro em afirmar que a Angel deveria aparecer aqui muito mais vezes do que acontece. Estava certíssimo. O atendimento dela é impecável, é extremamente bonita e ainda tem o corpo perfeito. Foi um encontro irretocável.

Sagitariano, Café, CafécomLeite, Araujo, Gordin Boêmio, jbravo525, Dionizio_RJ, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, Ikki RJ, Conde Da Valáquia, Gatitus, Eddie Adams, Digboy, Yami Mysterio, Scuba, curtiram esse TD.
LUNNA GEEK - Centro - Rio de Janeiro - RJ
LUNNA GEEK
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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29 de Janeiro de 2024 às 22:01



Gosto dos encontros com a Lunna porque eles misturam sensualidade e galhofa, um ar de pornochanchada com diálogos absurdos e uma putaria provocante. Abriu a porta, me recebeu com um beijo e enquanto caminhávamos pelo corredor, disparou: veio comer meu cu, né? Vim só pra isso, respondi, se tu não tivesse, nem sairia de casar. Gargalhamos e logo depois a flagrei se olhando no espelho. Tu não perde essa mania, né? Porra, tô com maior rabão, respondeu analisando o traseiro lateralmente. Já já tô aí dentro, comentei. Cadê a toalha?

Voltei do banho e ela já veio para o boquete. O pau desliza por inteiro, vai até a garganta e volta. Ela dá uma leve engasgada. Aproveita a saliva e punheta com vontade. Depois volta a me engolir. Coloco as mãos para trás e fico ali contemplando aquele rosto de moleca, os olhos emoldurados pelos óculos e a rola na boca. Um parque de diversões completo.

Você é um escroto, sempre me faz gozar assim, ela diz depois que os espasmos deixam de controlar seu corpo. Limpo minha boca com as costas de uma das mãos e vou beija-la. Visto a camisinha enquanto ela se posiciona de quatro, de frente para um espelho na cabeceira da cama. Ela quer se olhar, obviamemente. Ficamos naquela posição até o suor começar a atrapalhar. Mudamos de posição e ela vem cavalgar, uma amazona míope e narcisista. O espelho é protagonista e ela é coadjuvante. Eu sou só um acessório.

O anal começa devagar, mas em uma posição inusitada pra quem diz não estar acostumada. Ela controla a sentada e pede pra eu não me mexer. Digo que meu pau é pequeno, que ela tá de frescura. Ela perde a concentração e começa a rir. Se recupera e diz que precisa se acostumar. Qual maluco que vem aqui e não come teu rabo?, pergunto ante a dificuldade encontrada. A maioria, ela responde, as mãos apoiadas em meu peito, aumentando a velocidade do vai-e-vem. Logo está habituada e relaxa nos movimentos. Depois trocamos para ela de quatro e mais tarde, de bruços. Quer gozar na minha boca?, ela pergunta. Quase uma ordem.

Fico de pé e ela me engole. Ajeita os óculos, arruma o cabelo, mas não cessa os movimentos. De vez em quando cede ao impulso e olha para o espelho ainda com a rola na boca. Os movimentos são intensos, a pressão na medida. Gozo tudo dentro dela. Não escapa uma gota. Ela ainda espreme a ponta do pau para tirar o último sumo. Depois mostra a língua e faz uma careta. Ensaia que vai me beijar eu eu fujo. Rimos da situação e depois vou tomar um banho. Na volta, um pouco de papo, novas zoeiras, gargalhadas e ela se despede de mim me batendo por conta da história do pau pequeno.

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Café, M21, Luizinho90s, Horus, Digboy, Gabi Torres, AnjoEndiabrado, Claudio_rdp, Mítico, Negão_01, El_Barto, Eva Sanchez, Detonador, Sueco, Gatitus, PauloCesar, Novaes87, Jucabar, Dude, Apolo, predador69, membro, Maya Gueixa, Felipe_BR, Luana Marches, Alucard, pgggato45, pica_pau, Ikki RJ, Roger72, Yami Mysterio, rafael.oliveira, Joey Tribbiani, Fulanito, curtiram esse TD.
SUZANA RAED - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96931-0816
SUZANA RAED
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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28 de Janeiro de 2024 às 10:01



"Hoje vou ficar na moral, sem putaria". Foi a primeira coisa que pensei ao acordar. A resolução durou até o fim da tarde quando uma mensagem da Suzana esfarelou minha convicção. Se não foi o Satanás que fez o WhatsApp, no mínimo, ele sugeriu a gratuidade. "Tomei um bolo, tô na Tijuca. Quer vir me ver?"

Estava de bobeira, ainda de férias. Peguei o carro e fui até o Éden. Tomei banho e fiquei esperando a Suzana, que chegou logo depois que mandei a mensagem com o número do quarto. Estava com roupa de academia, onde ficou para passar o tempo até que eu chegasse. Uma gostosa da porra, a roupa agarrando cada centímetro das suas curvas. Desejei o mesmo, fui pra cima dela, mas me pediu um tempo. "Eu tava malhando, deixa só eu tomar um banho".

Nos atracamos logo que ela retornou do banheiro. Gosto muito da boca da Suzana, da língua atrevida e persistente que ela usa para rechear o beijo. Sem perder tempo, ela tirou minha cueca, se ajoelhou e começou um boquete fenomenal. Acho que ainda não disse isso pra ela, mas tenho um puta tesão na maneira como abocanha a rola, tenho vontade de terminar ali mesmo. Vi uma enquete aqui no fórum sobre o que é preliminar, o que é efetivamente o sexo. Boquete pra mim já é o sexo acontecendo. Zero problema em terminar desta forma. Inclusive, gosto bastante. "Ah, mas depois que goza, não dá pra fazer mais nada"... Discordo. Por diversas vezes gozei no oral e na sequência, depois que a menina foi se limpar, emendei uma chupada na mocinha e, durante o ato, o pau endureceu novamente para seguirmos para a penetração. É um 2x1 perfeito pra mim.

Depois do boquete, coloquei a Suzana em meu colo, de frente para o espelho e comecei a masturbá-la. Ela incendeia rápido, se contorcia conforme meu dedos manipulavam seu clitóris. Gozou na minha mão e depois pegou a camisinha. Sentou em meu pau, de contas, apoiada no espelho. Ficou ali quicando enquanto eu a admirava subir e descer na pica. Depois coloquei-a de frente na cama e fizemos um frango assado delicioso, tempero caseiro. Evoluímos para ela ficar de quatro e finalizei com ela de bruços, estocando fundo sua buceta.

Papo rápido, algumas brincadeiras. Fui novamente ao banho. Ela pediu o Uber, se despediu e me deixou com gosto de quero mais. Enquanto aguardava a conta me lembrei que não havia sequer chupado ela. Mandei mensagem com este comentário. "Nem fez falta", ela respondeu, quase de imediato. "Gozei na sua mão e depois, de quatro". "Na próxima eu faço questão", respondi. "Eu também", respondeu.

A Suzana é muito gostosa, faz um sexo com pegada e animação. Goza fácil e participa do jogo. Os encontros são sempre impecáveis. Suzana, a próxima vez que tomar bolo, tô aí de backup. Rá Rá, Ru Ru, se furar eu vou comer seu bolo...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Delanmax, Eddie Adams, Claudio_rdp, Araujo, Ivan Karamazov, Lennon, Detonador, M21, Long Trail, Gatitus, Oscar, The Shy, Café, Brand, Ikki RJ, Ryuuji, Mr.M, Rai, Jack Satoru, TeteuZ, Digboy, Yami Mysterio, Arch Enemy, Az,, Linguiçudo, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
KAREN BELLINI - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 95926-7022
KAREN BELLINI
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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27 de Janeiro de 2024 às 13:01


KAREN BELLINI - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=23292

Estive no início de janeiro com a Karen em seu apto no centro. Acho que foi uma das transas mais atarantadas e prazerosas que tive ultimamente. Isso porque ambos estavam afoitos, queriam propor o jogo e às vezes nos embolávamos. Pernas pra cá, braços pra lá, bocas, línguas. Nos perdíamos e, ao mesmo tempo, nos encontrávamos. Senti como se estivesse com 15 anos, ainda descobrindo os meandros do sexo, sem saber muito bem para onde ir ou o que fazer. Ao mesmo tempo, arfava de tesão e de prazer com esta loira agitada. Talvez, se eu tivesse deixado ela comandar o jogo, não tivéssemos encontrado estes percalços. Mas quer saber? Acho que a falta de coordenação foi justamente o que deu uma pitada diferenciada ao encontro, levando-o a desdobramentos imprevisíveis.

Karen é alta e encorpada, uma mulher para grandes fomes. Tem a pele clara, os cabelos aloirados. Ostentava um sorriso aberto, sempre comunicativa. Perguntou se eu queria fazer anal, quis a grana e a taxa antecipadamente. Sem restrições?, perguntei. Como assim? Quero saber se posso brincar a vontade. Claro que pode, só começa devagar.

Os beijos da Karen não são nada econômicos. É daquelas mulheres que gostam de devorar a presa (ou atua muito bem nesta direção). O boquete dela é na mesma intensidade, sem qualquer parcimônia. Faz com apetite e gosta de observar o parceiro. Quero te chupar, eu disse depois de ter meu pau debulhado em sua boca. Ela se deitou, abriu as pernas sem o menor pudor, ainda de salto, e ficou me olhando como quem já esperava por aquele momento. Sorriu, gemeu e se esfregou em mim. Não se contentava em receber, queria participar. Puxava meus cabelos e acariciava minhas orelhas. Depois que gozou veio pra cima de mim, se encaixou em meu pau e passou a rebolar com empolgação. Esta cama não vai aguentar nós dois, pensei ao vê-la se mover daquela maneira, mas logo fui transportado a outro plano. Esqueci da cama, dos problemas, de quanto tempo estava ali.

Deixa eu te comer de quatro. Mal as palavras saíram da minha boca, ela já estava posicionada, o pescoço torcido na minha direção, os olhos de loba. Penetrei-a vigorosamente e tomei o controle da foda com uma volta dos seus cabelos na minha mão. Depois larguei os fios, umedeci o polegar e massageei a entrada do seu ânus. Logo ele escorregou, um quarto da medida dentro da Karen. Safado, ela gemeu. Sentia o ir e vir do meu pau contra a parede da vagina enquanto aprofundava meu polegar. Não durou muito, pedi: deixa eu comer esse teu rabo.

Não teve lubrificante, nem anestésico. O único artifício foi o cuspe. O pau entrou devagar, o corpo da Karen de costas pra mim, ambos deitados lateralmente na cama. O tesão era tanto que eu quis mais. Ainda com ela de lado, subi em uma de suas coxas, empurrei a outra perna para cima, perpendicular ao corpo, estoquei mais fundo. Seus olhos fixaram em minha arregalados, um sinal para que eu fosse com mais calma. Diminuí o ritmo e em pouco tempo ela estava pronta para algo mais intenso. Alternamos algumas posições e depois que gozei, deitei na cama ao seu lado: faltou ar. Não morre, menino, ela me pediu. Senão vai me dar trabalho. Achei fôlego para rir. Nos abraçamos. Tempo, banho, despedida na porta. Estava pronto para um dia duro de trabalho. A Karen foi parte da fórmula.

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MONIQUE MOURA - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99795-0203
M&M'S
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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16 de Janeiro de 2024 às 08:01



Repeteco com a Monique. Encontro no Largo do Machado, em seu local. Ela me recebe na porta com um beijão de quem tem saudade. Está de salto, a altura fica perfeita. Ela tenta me conduzir pelo corredor, segurando minha mão, mas eu a puxo de volta. Quero mais daquela boca.

Não tem jeito, a pegação começa ali mesmo. Viro-a de costas e afasto seu cabelo para morder a nuca. Ela reage, rebola, se esfrega no meu pau. Puxo a parte de cima lingerie preta para o lado e aperto seus seios enquanto passeio com a língua pelas suas costas. Ela se vira de frente, tira minha camisa e se embola com o cinto. Logo minha calça e cueca estão nos joelhos.

O corredor é apertado, mas ela dá um jeito de descer e chupar meu pau. Com voracidade, ela me engole e eu penso que se terminasse ali, daquele jeito, não seria nada mau. Puxo seus cabelos enquanto ela me devora. Dou um tapa naquela bunda perfeita. Voltamos a nos beijar. Tento tirar a lingerie dela, procuro o fecho, não encontro. Ela me ajuda. A lingerie sai pela cabeça e depois, por baixo, descendo pelas pernas. Aproveito para tirar meu tênis, calça e cueca. As roupas ficam emboladas pelo corredor.

Começo a masturbar a Monique e ela retribui enquanto nossas línguas travam um duelo contundente. Pega uma camisinha, ordeno. Ela entra na pequena cozinha, cuja porta estava logo em frente. Eu fico me masturbando enquanto aperto sua bunda. Ela faz menção de ir pro quarto mas eu digo que vou comê-la ali mesmo. Ela coloca a camisinha no meu pau, vira de costas e se apoia na parede. Eu a penetro. O corredor apertado faz nossos corpos virarem uma coisa só. A proximidade não deixa ninguém escapar. As estocadas vão fundo. Nesse momento lembro como o gemido da Monique é excitante. Ela se entrega, solta a voz. Aproveito que estamos colados e, enquanto forço meu pau entre suas pernas, começo a masturbá-la. Há um dilúvio em sua buceta. Acho que foi a vez em que a senti mais molhada. Meu pau trabalha, meus dedos agem, ela goza escandalosamente. O barulho escorrega pelo corredor. Olho para a porta ao lado da cozinha e lembro da Loren, com quem já tive momentos muito prazerosos. Imagino ela aparecendo e se juntando à bagunça no corredor. Ela não está, fica para minha imaginação. A consciência vem depois do gozo. A M&M's quer ir para o quarto pra me fazer gozar. Aceito. Papai-mamãe, de quatro, de bruços e depois com ela por cima. Gozo muito gostoso. Ela relaxa o corpo por cima de mim enquanto fico sentindo seu perfume. Depois, agarrados, trocamos algumas confidências. Sempre gentil, ouviu meus problemas, minhas rabugices e uns poucos segredos.

Repeteco não precisa ser igual. Adoro trepar de pé e a Monique soube acompanhar minha intenção. Nos viramos bem no corredor apertado. A trepada com ela é sempre impecável. Sempre um sexo de altíssima qualidade. Sempre nos encontramos ali em seu local. Fico imaginando como seria a experiência em motel. Quem sabe?

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LU SAMPAIO - Méier - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96670-1208
LU SAMPAIO
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TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$100.00
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13 de Janeiro de 2024 às 08:01


LU SAMPAIO - https://erosvipclub.com/acompanhante/rio-de-janeiro/meier/lu-sampaio/1653

O Méier respira

Depois de um encontro muito ruim na semana anterior ( https://gparena.net/tdfull.php?td=35019) resolvo arriscar novamente pelo Méier. Para reduzir o risco de decepção, fecho um período menor. Com o tesão que eu estava, meia hora seria suficiente pra conhecer a menina e sair satisfeito. Se desse errado, o risco controlado reduziria o desapontamento.

O local fica na galeria da Arquias Cordeiro 324, de frente para a estação do trem, com estacionamento ao lado e, dependendo do horário, com lugar para estacionar nas ruas próximas. Fui de carro, parei no privado (tem que deixar a chave), 10 reais a primeira hora. Prédio sem identificação, é só chegar, chamar o elevador e subir.

Toco a campainha, a porta se abre e a menina fica escondida atrás dela. Permaneço alguns segundos parados no corredor para ver se ela vai aparecer e finalmente entro. A porta se fecha e a Lu vem me beijar, mas, além de eu ter vindo de um sol que cegava, o ambiente estava tão escuro que o beijo saiu meio torto, um pouco na boca e parte no nariz. Pedi desculpas, disse que não estava enxergando nada. A Lu riu, comentou que estava escuro mesmo, me pegou pela mão e levou para outro cômodo. Naquele momento tive dúvidas: por que estava tão escuro? O que ela tinha a esconder?

No quarto, sob melhor iluminação, minha desconfiança foi desfeita: a Lu é linda, uma morena de sorriso fácil, aparelho nos dentes e uma boca que chama pro crime. Seus cabelos são escuros, na altura dos ombros, e uma delicada pele morena. Diante daquela beleza surpreendente, colei em seu corpo e nos beijamos. Se no encontro anterior, listei uma série de equívocos, neste só posso menciar os acertos: um beijo muito bom no primeiro momento, de reconhecimento, mas que logo nos aqueceu e levou ao próximo nível. Você quer um banho?, me perguntou, ainda com a boca colada em mim. Não precisa, respondi, vim de casa, de carro, parei aqui do lado, tô limpinho. Voltamos a nos beijar. Entrelacei meus dedos em seus cabelos, puxei sua cabeça para trás e a deixei vulnerável a uma mordida de vampiro. Ela deu um gemidinho pela força do movimento. Beijei seu queixo, depois a lateral do pescoço. Senti o braço dela arrepiar. Desci minha língua pela sua pele, afastei a lingerie e provei um dos seus mamilos. Lambi o seio por completo: aréola, a base, as laterais e a parte de baixo, gosto de sentir o peso ao fazer uma leve pressão para cima com a língua. Os seios da Lu são espetaculares, médios, naturais, irresistíveis. Do lado direito, a surpresa de um piercing. Beijei, mordi. Apertei com força seu corpo contra o meu enquanto ela beijava meu ombro e pescoço. Tirei minha cueca, ajudei ela com a lingerie e voltamos à pegação. Ela agarrou meu pau, me deixando um pouco de lado para punhetar e eu afastei um pouco suas pernas para masturbá-la. Virei-a de costas e fiquei mosdiscando sua nuca enquanto apertava seus seios. Ela pegou meu pau, encaixou no meio das pernas e ficamos um tempo naquela fricção perigosa. O vai-e-vem me deixou lambuzado, latejando de tesão. Virei-a novamente de frente e voltei a masturbá-la enquanto ela retribuía, aos sussurros. Nossa química foi intensa, tudo combinou. Muito excitado, puxei-a pelos braços e a coloquei sentada numa cadeira que havia no quarto. Fui afoito para colocar meu pau em sua boca, mas ela me freou. Agarrou meu pênis com firmeza e começou a beijá-lo sem pressa. Centímetro por centímetro minha rola foi beijada, chupada, lambida. A Lu faz um boquete magistral. Sem pressa alguma, parece estar ali realmente por prazer, degustando lentamente uma iguaria. Não se limita, contudo, ao carinho: aos poucos estava tudo em sua boca. Pude sentir suas bochechas, sua língua, sua garganta. Segurei a base do pau e quis bater com a rola em seu rosto de tanto tesão. Ela entendeu o recado e pôs a língua pra fora enquanto eu desferia leves golpes. Depois fechou a boca e ofereceu os lábios para que eu me esfregasse. Tive vontade de gozar ali, confesso.

Puxei a Lu para a cama que fica no chão. Parecia improvisada, mas estava mais macia que muito colchão que já experimentei por aí. Coloquei-a deitada de frente para mim e desci por seu corpo até chegar ao meu local preferido. Já estava muito molhada, o que aumentou minha excitação. Resoluto e também preocupado com o tempo, não fiz cerimônia: enterrei minha boca e minha língua entre suas pernas. Ela gozou facil, em pouco tempo, lambuzando minha barba com seu prazer. Afastou meu rosto quando ficou satisfeita. Fui para cima dela e a beijei. Ela passou a mão em sua vagina, molhada, e levou à boca, me puxando para mais beijos na sequência. Outro aspecto que me excitou demais: a Lu trepa sorrindo, como quem faz do sexo um jogo de onde extrai o máximo de prazer e, em contrapartida, entrega, a mesma medida ao parceiro. Por diversas vezes olhei para ela durante o sexo e a via sorrindo. Estava se divertindo e eu ia junto. Poucas meninas tem esse dom. Lembrei da linda Sheron nesse momento. É outra que trepa como se tudo não passasse de brincadeira. Ali comigo, a Lu foi um parque de diversões excepcional.

Depois de gozar, trocamos de posição e ela veio para cima de mim. Primeiro brincou um pouco mais com meu pau em sua boca, mas logo estava sentada sobre mim. Ficou se esfregando enquanto eu apertava sua bunda, seus seios, seu pescoço. No limite do tesão, pedi a camisinha. Ela começou sentando devagar, mas logo acelerou. Ergueu o corpo e disse que ia gozar se continuasse daquele jeito. Goza, deixa eu te ver, respondi. Esticou o tronco e começou a roçar na minha virilha, fazendo uma pressão absurda no pau. Se movimentava com furor, mas acho que não conseguiu chegar ao ápice e me pediu para vir por cima dela. Penetrei-a com intensidade por alguns minutos até que anunciou o gozo e começou a gemer com mais vivacidade. Aproveitei o embalo e gozei junto. Depois ficamos deitados lado a lado. Olhei para ela e estava com um sorriso no rosto. Limpou o suor na testa e me fez algum elogio que não consigo lembrar. Me puxou para si e me abraçou. Ficamos alguns minutos naquele enlace sem igual.

Ainda sobrou um pouco de tempo para conversamos. Pude observar seu rosto com mais detalhes, o sorriso sempre a postos quando eu dizia qualquer gracinha. Uma menina mulher, simpática, bonita e apaixonante. Lamentei ter marcado apenas meia hora. Comentei sobre a frustração do dia anterior e ela entendeu. Prometi voltar com mais tempo, o quanto antes, sabia que daria vontade de tê-la em meus braços novamente, o que aconteceu mais rápido do que eu poderia imaginar e já marcamos o retorno.

Uma mistura de furacão com gatinha meiga, é o que diz a descrição de um dos seus anúncios. Não sei se foi ela quem redigiu a peça publicitária, mas não consigo pensar em algo mais apropriado. Gostei de tudo na Lu, o que tem de econômia nestas duas letras de seu nome, sobra no restante: seu corpo, seus beijos, seu cheiro misturado ao perfume que usava, seu gosto, seu sexo. Tudo bateu, tudo funcionou. Enquanto conversámos, me confessou que atendia a todos daquele mesmo jeito, com simpatia, bom humor e muito carinho. Assim tu faz eu me sentir qualquer um, pensei, mas não disse nada. Entendo o profissionalismo, mas gosto um tantinho da ilusão. Como se lesse meus pensamentos, remediou: mas quando bate gostoso assim, é muito melhor, né? Adoro esse teu perfume, completou. Bobo, acreditei. Fui pra casa, voltei a trabalhar e quis voltar para vê-la na hora seguinte, mas sosseguei. Melhor esperar um pouco. Como dizia o poeta do coração selvagem: meu coração, cuidado, é frágil, meu coração é como um vidro, como um beijo de novela".

O Méier vive, o Méier respira. O Méier da Lu transpira sedução, carinho e excitação.

Eddie Adams, Dionizio_RJ, Rjnet, Fatblack, Negão_01, Morcego Vermelho, Araujo, Saulo Top, Brand, PauloCesar, Madruguinha, Luke62, Conde Da Valáquia, Don Santão, Julio Cesar 34, Sued, Digboy, Oscar, The Shy, Mítico, Yami Mysterio, rafael.oliveira, Sueco, Ikki RJ, Detonador, Delanmax, MuriloRJ, Café, Broker83, EscorpioAanonimo, curtiram esse TD.
BELLAS MEIER - R. Dias da Cruz , Méier - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97254-2931 / (21) 97918-8440 / (21) 98160-9434
SAMIRA BRAGA
NEGATIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

10 de Janeiro de 2024 às 14:01


SAMIRA BRAGA - https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/meier/morena-india-recem-chegada-sem-fakes-pe%C3%A7a-verifica%C3%A7ao-id-yprmb

Frustrado por um encontro cancelado em cima da hora, tentei sossegar em casa, esquecer, fazer outra coisa. Mas bússola de pau é foda, tá sempre apontando pro norte. E o norte, às vezes, não tem nada, é uma vastidão inóspita. A frustração do encontro cancelado não acalmou o pau, mas colocou um freio no burro: não vou pra longe nem a caralho. Preciso arrumar alguém aqui perto.

Equívoco 1
Abro o Photoacompanhante, seleciono a região do Méier e vou descartando os anúncios que claramente são falsos. Mulheres lindíssimas d+ cobrando 100, 150; mulheres bonitas, que mostram o rosto, mas "escondem" os corpos em roupas de balada e com uma faixa de preço irrealista, cuja foto provavelmente veio do Google Imagens ou do Instagram; anúncio da Pamela, que na descrição do texto se apresenta como Tatiana e por aí vai. Depois de passar o antivírus, ativar o firewall e um banho de sais, chego na Samira Braga, uma preta bem gostosa, atributos críveis, preço de mercado pelo que é oferecido. Dou uma olhada no Arena e acho alguns relatos positivos. Faço contato. Ela tem horário. Vou.

Equívoco #2
Chego ao local e sou recebido por ela na porta, de toalha, sem beijo. Primeiro sinal, que eu deveria ter escutado. A menina parece ser a das fotos. Bonita, o corpo protegido pela toalha pequena também parece caber na amostra do Photoacompa.
Vamos ao quarto, porta deslizante que não desliza por nada. Podia passar uns 2 kilos de KY, 3 latas de WD40 e Xilocaína que mesmo assim não ia funcionar. Com muito esforço, a menina consegue abrir 1/3 da porta e entra. Eu tento passar, fico preso. Era o segundo sinal. A vida claramente estava me dizendo que ali não era lugar pra mim. Empurro o vão com minha barriga. Ela cede um pouco, eu passo. Não duvide da força da pança de um cervejeiro. No quarto ao lado, um barulho do caralho, maior falatório. Alguém discute com a filha, aos gritos, sobre uma fatura de cartão de crédito.

Equívoco #3
O banheiro é do lugar é terrível. Estava alagado e não tem lugar para pendurar a roupa. O chuveiro é junto à privada. Sem chances de deixar roupa em qq lugar, pois ia molhar tudo. Se a menina tivesse avisado, teria ido pelado já. Tarde d+. Dou meu jeito de tomar banho e volto pro quarto.

Equívoco #4
Teve beijo? Teve, mas ruim, comedido, bem mais ou menos. Nem perdi meu tempo. Tirei a cueca e coloquei a menina pra chupar. Boquete sem capa, mas caído também. Sem variação, sem criatividade, sem garganta. Serviu pra deixar o pau de pé, mas só. Beijo ruim, boquete ruim. Era pra ter ido embora, né?

Equívoco #5:
Pau teimoso, vida própria. Já estive com tesão no talo e ele molenga. Naquele dia, todo errado, todos os elementos fora de lugar e ele galudão, igual concreto. A menina pegou logo a camisinha e queria colocar na rola. Mas eu sou maluco e falei: chupa um pouco mais. Fiquei ali pensando de qual tipo de distúrbio vinha aquele tesão. Mente e corpo desconectados, piroca e razão em total desarmonia. Peguei a camisinha e pedi pra menina vir por cima. Sentada frouxa. Entrava meio pau só. Ela gemia, forçada. Deixei por um tempo e vendo que não ia evoluir, agarrei em sua cintura e soquei de baixo pra cima. Ela se contorcia quando o pau entrava todo. Não sei se de dor ou prazer.

Equívoco #5
A sentada estava ruim? Vamos de quatro então. Pegava pela cintura, penetrava e ela fugia um pouco. Claramente não queria meu pau todo dentro dela. Se ela não é grande, então a buceta é rasa. Ou ela estava com algum problema, sentindo dor. Perguntei se estava tudo bem, se estava machucando. Ela respondeu que não, que eu podia continuar. Insisti um pouco e desisti. Vira de frente, pedi.

Equívoco #6
De quatro tava ruim. De frente vai melhorar? Claro que não. Começamos no PPMM normal e senti que ela estava mais a vontade. Meu pau já entrava por inteiro e tudo bem. Então peguei as duas pernas, coloquei em meu ombro e estoquei. Ela gemeu de dor, recolheu as pernas. Tem certeza que tá tudo bem?, perguntei. Sim, tá sim. Só doeu. Você tá machucada?, perguntei. Não, tô queimada de sol, minhas pernas estão ardendo. Ali minha paciência zerou. Pedi que ela deitasse de bruços, encaixei na buceta e meti até gozar sem que ela conseguisse fugir. Era só uma boneca, era só mecânico. E eu sou babaca.

A preguiça, assim como a luxúria, é um pecado capital. Juntei os dois e fui devidamente punido. Já escrevi um relato cujo título era "A vida sorri", quando a Suzana Raed caiu de presente no meu colo. Desta vez o titulo poderia ser " A vida ri de você, gargalha, com escárnio". Aquele encontro foi uma piada de péssimo gosto. Assim como este relato e o trecho a seguir. Na saída esbarrei com outra menina de toalha. Ela era bonitinha, simpática. Sorriu e me disse oi. Meu pau apontou pro norte de novo. Mandei ele tomar no cu e voltei pra casa.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Saulo Top, Conde Da Valáquia, Bruce Wayne, GaelK, Eddie Adams, Engenheirista, Madruguinha, voicersex, PauloCesar, Brand, Yami Mysterio, Gatitus, chatuba, Lyon, Gordin Boêmio, Sueco, Josh, Digboy, Oscar, The Shy, Don Santão, Ikki RJ, Vin Diesel, Luana Marches, pawg hunter, Monge, Michael Corleone, Senhor Wayne, man_of_business, M21, Jota08, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
ANTONELLA MANCINI - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97210-1734
ANTONELLA MANCINI
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$500.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

01 de Janeiro de 2024 às 20:01


ANTONELLA MANCINI - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=19126

Meu encontro com a Antonela aconteceu após tentativas frustradas, grandes hiatos no WhatsApp e muito insistência do camarada DelanMax: ela é meio complicada, demora para responder, mas vale a pena, insiste, me aconselhou.

Confesso: eu já tinha desasistido. Depois de algumas mensagens no WhatsApp antes do Natal e um silêncio por parte dela, eu já havia considerado que este encontro não aconteceria. Eis que na semana anterior ao Réveillon, chega uma mensagem dela pedindo desculpas por ter sumido. Tenho horário nesta semana ainda. Vamos marcar?

Combinamos no Hotel Condor, conveniente para ela, ridiculamente perto pra mim. Marcamos 10, adiamos para 10:30, mas ela só chegou perto de 11:30. Tudo combinado e avisado por ela pelo WhatsApp. Quando ela chegou, achei que o encontro seria ruim: me cumprimentou com um beijo no rosto e desandou a falar. Quis saber o que eu fazia da vida, se morava ali perto e etc. No meio do falatório, pedi um beijo e ela virou a bochecha. Dali, achei, definitivamente, que não tinha qualquer chance de acontecer algo de bom naquele dia. Amaldiçoei os espíritos dos desbravadores, mas dei corda, puxei assunto e deixei ela falar à vontade. Por uma curiosidade mórbida, quis ver até onde aquele teatro iria. Descobrimos algumas afinidades, algumas coincidências de trabalho e ela foi muito simpática, mas eu já estava mal humorado, achando papo d+ e nenhuma ação. Estava disposto a dizer a dizer que iria embora e não pagaria pelo programa que não tinha acontecido. No bar eu gosto de conversar, no motel, também, mas depois da foda, ofegante e temporariamente satisfeito. O papo seguiu e ela mudou o rumo da conversa. Disse que foi muito legal podermos conversar antes, que aquilo ajudava muito. Veio me explicar como ela costumava trabalhar, que gostava de conversar para criar uma intimidade, para que o encontro fluísse de maneira mais natural, para que não fosse apenas chegar, tirar a roupa e começar a putaria. Só atendo uma pessoa por dia e bem poucos por mês, disse, às vezes, apenas uma pessoa o mês todo. Não é profissão, é um extra. Não cobro o tempo do papo, sou muito tranquila em relação à isso. Estou aqui pra você e pra mim, não tô marcando tempo. Relaxa que não estou enrolando. Dito isso, veio me beijar na boca, finalmente. Um beijo muito bom, dedicado e gostoso, apimentado pelo piercing em argola que ela tem no lábio inferior. Peguei a mão dela e coloquei em meu pau, sobre a cueca. Ela me acariciou e logo endureci. Então a ajudei a tirar a roupa. Magrinha, bem mais magrinha do que costumo gostar, mas com os atributos no lugar: seios pequenos, mas bem formados, com piercing em ambos os mamilos. A bunda também é pequena, mas macia, protuberante e bem feita. Ela tem 1.70 de altura, o que facilitou o encaixe do beijo. Lambi e suguei seus seios, ela correspondeu com sussurros e com uma punheta promissora. Depois me puxou para perto da cama e, de quatro, veio me chupar. Ali o jogo virou: Antonela chupava, lambia e punhetava com uma voracidade impressionante. Colocava meu pau na garganta e fazia pressão para ir cada vez mais fundo. Golfava, babava o pau todo e ficava me olhando enquanto se recuperava, aproveitando a saliva para me punhetar. Desfrutei de cada segundo daquele boquete transcendental sem me preocupar com qualquer outra coisa. Após um longo tempo, pedi para trocarmos de posição e fui chupar aquela bocetinha pequena. A Antonela se contorceu em minha língua, apertava os seios, puxava meus braços e se acariciava o tempo todo. Deu um certo trabalho, demorou bastante, mas curti cada contração dela. Um pouco antes de gozar, afastou minha cabeça e se protegou. Segundos depois, entendi o porquê: um jato quente escapou de suas pernas, molhando a cama e parte do meu pescoço. Ela se retorceu, riu e suspirou. Que delicia, falei, deitando ao seu lado enquanto ela me beijava.

Depois de um novo boquete para firmar o pau, peço para pegar a camisinha. Você trouxe, ela pergunta. Não, respondo, e você? Também não. Peço pelo telefone e a campainha toca enquanto ela devorava meu pau. Vou para a antesala, pego o pacote em cima da mesa e entrego a ela, que me veste com a boca. Ela vem por cima, senta igual a uma coelhinha safada, mas logo troco para pegá-la de 4. Meto com vontade na magrinha, que se deleita com o pau entrando e saindo. Como ela de bruços e finalnente gozo. Deitamos na cama, ficamos conversando e trocando carícias. Ao notar a cama encharcada, ela se prontifica para trocar o lençol, mas digo para não se preocupar.

Durante o intervalo, conversamos sobre algumas putarias. Ela quer saber qual é a minha posição preferida e eu digo que gosto quando a mulher está de quatro e também que gosto se trepar de pê. Adoro fuder de pé, ela diz, o encaixe fica diferente, gozo horrores. Jura?, pergunto. Sim, ela responde, não sei explicar, mas amo. Digo que vamos aproveitar a altura dela e vamos trepar de pé. Ela cai de boca no meu pau, que rapidamente está pronto para a próxima. Durante o ato, ela tira meu pau da boca, fica me punhetando e pergunta: você só gosta de gozar do jeito normal? Como assim? Não gosta de gozar de outro jeito, tipo, na boca? Gosto pra caralho, digo. Ela sorri e volta a me chupar. Para não terminar ali, puxo ela para fora da cama e digo para treparmos de pé. Ela se apoia na parede, de costas pra mim, pega meu pau e encaixa na boceta. Fico bastante tempo bombeando daquele jeito até que ela goza muito forte, os jatos explodem na minha virilha e no meu pau, alagando o chão. Continuo penetrando forte até que sinto que ela está bem molinha. Trago-a para a cama, coloco de 4 e fico me divertindo ao vê-la praticamente desfalecida, com poucas forças até para se apoiar. Quando me dou por satisfeito, tiro a camisinha, deito na cama e peço para ela me chupar. Ela desperta do transe e começa a brincar com meu pau. Você não queria que eu gozasse na sua boca? Sim, ela responde. Então, faz sua mágica, digo. Ela começa a me chupar muito intensamente. Sinto meu pau cada vez mais fundo em sua garganta até que entrego os pontos. Para que ela entenda que vou gozar, começo a gemer mais forte. Ela trava meu pau na garganta e o gozo vem. Vai tudo direto ali. Ela tem espasmos e uma ânsia de vômito. Tira meu pau da boca e devolve tudo nele. Seus olhos estão lacrimejando. Uma lágrimas escorre deles. Ela volta e me chupar, recolhe toda a porra devolvida com a boca e com a língua. Engole tudo. Logo meu pau está limpo novamente. Há gozo em seus lábios, boca e um pouco no queixo. Ela recolhe com um dos dedos e devolve à boca. Olha para mim e ri. Achei que fosse me avisar, comenta. Achei que fosse perceber pelos meus gemidos, replico. Não tem problema, ela diz, foi até mais gostoso assim. Senti tudinho. Ela pega um copo da cerveja que esquentava na cama e bebe. Vou ao banheiro me limpar e encerramos por ali.

Para usar uma expressão batida, meu encontro com a Antonela foi um carrossel de emoções. Fisicamente, ela não atende às minhas preferências, mas a transa foi excepcional e certamente ela irá agradar quem gosta deste biotipo. A questão do atraso poderia ter sido um problema, mas como eu estava com tempo, foi algo irrelevante. De qualquer forma, ela me disse que não costuma se atrasar. O papo longo no início do encontro também foi algo para o qual eu não estava preparado. Fiquei preocupado e pronto para ir embora, mas de fato foi interessante e ajudou na hora da foda. Talvez fosse interessante ela ter me avisado e preparado o terreno, mas no final deu tudo certo. Foi um encontro atípico, mas que teve momentos espetaculares. A gozada na garganta foi parar no meu Oscar e a trepada de pé foi inesquecível, algo que apenas a Dandara Cruz havia me proporcionado este ano. O saldo final foi muito positivo.

Julio Cesar 34, Oscar, The Shy, spider97, Digboy, Brand, vadeR, Eddie Adams, Madruguinha, pauloeduardo, Ikki RJ, Josh, Pêra, Conde Da Valáquia, Rjnet, Tronche63, Delanmax, Dionizio_RJ, Yami Mysterio, Gordin Boêmio, Gatitus, Araujo, Long Trail, Nego Dengo, Michael Corleone, Thor de Copacabana, ronondex, curtiram esse TD.
ANNA TRINITY - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99603-3714
ANNA TRINITY
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

25 de Dezembro de 2023 às 22:12


ANNA TRINITY - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=18918

Este foi meu terceiro encontro com a Trinity. Os dois primeiros foram em sequência, logo que a conheci em uma das resenhas informais do Arena. Este terceiro teve um hiato longo. Ela mesma me repreendeu: poxa, você me abandonou. Pior que não tive qualquer desculpa para dar, qualquer motivo que fosse. Falei: abandonei mesmo, mas não sei o porquê. Ela me olhou desconfiada, mas não retrucou. Veio me beijar e logo depois fui para o banho.

Nos beijamos intensamente quando retornei. O beijo da Trinity encaixa perfeitamente com o meu em intensidade e movimento. Seus lábios são bonitos, sem exageros estéticos, e muito macios de provar. Tiramos nossas roupas e pude relembrar o quanto seu corpo é espetacular e bem distribuído. Seu bumbum é redondo e macio, impecável, sem marcas. Tem as coxas grossas, mas sem os excessos da academia. A barriga é lisinha, boa de beijar e lamber. Os seios são pequenos e deliciosos, na medida e completam o conjunto com exatidão. Considero a Trinity o conjunto perfeito: bonita, gostosa, gente boa e absurdamente sensual. Seu cabelo curto lhe atribui um charme particular e emoldura um rosto muito bonito. Lembro que fiquei maluco por quando a vi pela primeira vez. Fui correndo cumprimentá-la e me apresentar. Se não me engano, marcamos o encontro logo para o dia seguinte.

O boquete da Trinity deveria ser o parâmetro para toda mulher que deseja alcançar a perfeição nesta arte. Técnica completa: garganta profunda, lambidas laterais, debaixo para cima e na glande. Quando chupa o saco, mantém a mão ativa e não deixa o pau desasistido. Outro talento desta musa: sabe punhetar como ninguém. Sei que alguns preferem que o boquete seja apenas com a boca, sem o apoio das mãos, mas eu gosto mesmo é quando a menina é capaz de tudo ao mesmo tempo, o que a Trinity faz com mestria. Além disso, ela usa um dos artifícios mais covardes: a punheta giratória. Senti-la rodando o punho enquanto sobe e desce no pau ao mesmo tempo que chupa é uma sensação incomparável. Vi que que diversos foristas estão listando suas preferências no tópico do Oscar 2023. Ainda não tive oportunidade de montar minha lista, mas a Trinity, sem duvida, vai levar a categoria de melhor oral.

O ritmo do sexo com a Trinity também é um ponto fora da curva. A maneira como ela varia e alterna as posições sem interromper o sexo é uma habilidade quase sobrenatural. É como se a transa fosse completamente coreografada, como uma dança. O que começou com beijos, rapidamente evoluiu para um boquete. Dalí progredimos para um 69 sem que ela tirasse meu pau da boca. Quando gozou, pegou a camisinha com uma das mãos enquanto me masturbava com a outra. Rasgou a embalagem com os dentes e colocou em meu pau com os lábios. Subiu em cima de mim e cavalgou como uma amazona, primeiro de frente e depois de costas, após girar 180 graus com o pau ainda dentro de si. Em seguida deitou seu corpo sobre o meu enquanto fiquei estocando de baixo para cima. Com um novo movimento, ela escorregou para o lado na cama e fiquei engatado nela de lado enquanto a penetrava e abraçava por trás. Vamos fazer anal?, me perguntou após um tempo, enquanto se virava para me beijar, a mão segurando na minha nuca. Pegou meu pau, tirou da buceta e encaixou devagar no cuzinho. Fiquei penetrando lentamente até que ela me pediu para ir mais forte. Depois ficou de joelhos e me puxou para trás dela, onde fiquei, também ajoelhado, socando com bastante intensidade e sem restrições. Na sequência, de quatro, vendo que eu tinha aumentado o ritmo, virou para trás e me perguntou se podia me pedir uma coisa. Assenti e ela falou: não goza assim não, quero tudo na minha boca. Pedido atendido, controlei o ímpeto e me segurei por um tempo. Perto do ápice, avisei que estava no limite. Ela me empurrou na cama, retirou a camisinha e começou a me chupar sofregamente. Não demorou muito e eu despejei todo meu tesao em sua boca, que só parou porque eu fiquei sensível e implorei que interrompesse o boquete.

Na resenha pós-coito, comentei com ela que nossa trepada era sempre fora do comum, um tesão absurdo. Sério?, ela perguntou, achei que você não tivesse gostado de mim ou que eu tivesse feito algo de errado da última vez. Impossível, respondi, você faz sempre tudo certo. Então não faz mais isso, ela me pediu, não some. Não vou, prometo.

A Trinity sempre me ofereceu uma experiência sexual do mais alto nível. Chega a ser estúpido imaginar que eu tenha ficado tanto tempo sem encontrá-la, o que não permitirei que aconteça novamente. É bastante comum perguntarmos às meninas se o atendimento é completo (apesar de uma delas já ter brincado comigo que perguntar isso fica parecendo que se está pedindo um cachorro-quente). O que a Trinity proporciona é exatamente isso: a mais completa experiência sexual que já tive com uma acompanhante: boca, garganta, mãos, seios, coxas, bunda, oral, anal, vaginal, carinho, unhas, intensidade, romance, sedução... Tudo sem frescuras, tudo um primor. Saí de lá e parecia que eu havia transcendido para um outro plano de existência, como se finalmente estivesse enxergando a Matrix como se fosse o escolhido. Nos finalmente de 2023, ela me proporcionou uma das melhores trepadas do ano.

Predator, Horus, Brand, Julio Cesar 34, Eva Sanchez, Eddie Adams, Ikki RJ, Gordin Boêmio, Dionizio_RJ, Café, Detonador, Lennon, PauloCesar, GaelK, Digboy, Gatitus, Delanmax, Barbosa82, Claudio_rdp, ronondex, Anna Trinity, Madruguinha, Apolo, engdjs193, Helena Esparta, Yami Mysterio, Almeirão, Conde Da Valáquia, Y@N, M21, Oscar, The Shy, chorao, curtiram esse TD.
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