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RELATOS DO CERVEJA

SASHA SANTORI - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99657-4018
SASHA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$50.00 SIM

22 de Dezembro de 2023 às 10:12


SASHA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=21252

Ela figurou por muito tempo na minha lista, categoria "Sempre quis, nunca marquei". Ficava fascinado com suas fotos, um corpo muito exuberante que me despertava bastante atenção sempre que aparecia no Arena Social. Fui cativado, principalmente, pela beleza exótica de seu rosto: a airosidade evidente, os olhos marcantes e uma expressão quase sempre presunçosa que riscava uma fagulha em mim. Sasha sempre esteve nas minhas intenções, mas jamais se concretizou. Eis que vejo uma nova foto dela, vestida de colegial. Peguei o telefone, conversamos um pouco e marcamos o encontro. No fim da conversa, pedi: pode me receber com a roupa de colegial da foto? Claro, ela respondeu, pode deixar.

Vou até a Sasha cheio de expectativas. Já me decepcionei antes, fotos que não representavam a realidade, não seria novidade, mas eu não queria que acontecesse justamente com ela. Tentava controlar a ansiedade, mas não conseguia. Um raio atravessava meu corpo sempre que lembrava das fotos. Cheguei ao endereço (Rio Branco 156), fiz o cadastro e subi. Fui recepcionado por ela na porta. Estava de vestido branco, colado no corpo, as curvas bem pronunciadas, mas era um vestido discreto. Poderia facilmente sair à rua com ele. Chamaria atenção, atrairia olhares, mas não havia nada de indecoroso em sua roupa. Achei-a mais alta do que havia me contado pelo WhatsApp, mas era minha imaginação me iludindo. Logo ouvi o barulho do salto no piso e, após acompanhar em detalhes o movimento das suas pernas, cheguei a seus pés. Fiquei imaginando como conseguia se equilibrar. Foi bastante instigante observá-la caminhar pelos corredores à minha frente até chegarmos à sala. Ela é exatamente o que as fotos mostram: bonita, charmosa e altamente afrodisíaca. Não há uma única edição em seus anúncios. Ela é aquele mulher vistosa porque a natureza quis.

Uma breve conversa, banho e retorno à sala, ela sempre me acompanhando. Ainda estava com o vestido branco e por mais que estivesse espetacular, fiquei um pouco decepcionado, pois esperava vê-la com a fantasia de colegial. Imaginei que tivesse esquecido da nossa conversa. Entendo: muitos clientes, muitos pedidos, muitas caras novas. Não dava pra lembrar de todo mundo. Você me dá um minuto?, ela perguntou, acabando com minhas divagações. Claro, respondi. Não vale rir heim, ela sorriu. Rir, por que? Vou lá colocar a roupa que você me pediu. Vai ficar espetacular, tenho certeza, não vai ter como rir. Então tá, ela mirou profundamente em meus olhos, desconfiada. Já volto.

Fiquei feliz por ela ter lembrado do meu pedido, mas eu não fazia ideia do que me esperava. Ela retornou exatamente como nas fotos: o sutiã preto sobre os lindos seios e a saia xadrez com uma abertura dos lados, laços implorando para serem puxados. Estava de salto alto também. A fantasia mostrava mais que escondia, como deve ser. Tudo perfeito, tudo dicotômico: a vontade de vê-la daquela forma era proporcional à vontade de despí-la imediatamente. Repito aqui as palavras de Deus a Satanás no conto A Igreja do Diabo, de Machado de Assis: que queres tu, meu pobre Diabo? É a eterna contradição humana.

Enquanto eu a admirava, me olha desconfiada, um tanto tímida, talvez. Está linda, falei. Não tá ridículo?, quis saber. Não, está espetacular, respondi, vem aqui me dar um beijo. Nossas bocas se encontraram e conheci um dos primeiros talentos da Sasha que se revelariam ao longo daquela hora. Seu beijo é envolvente, acalentador, mas muito excitante. Nos agarramos de pé, mas logo ela quis ir para a cama. Agora você vai descobrir minha altura, falou sorrindo. Tirou o salto e desceu alguns andares.

Fomos para a cama e a diferença de altura desapareceu. Nos beijamos novamente, mas quis logo provar os seios da Sasha. Removi o top e suguei um de seus mamilos. Ela correspondeu com um gemido enquanto acariciava meu pau sobre a cueca. Me despi e ela ficou me punhetando enquanto nos beijávamos e eu explorava seu corpo. Meu pau era uma rocha em suas mãos. Ela me pediu que deitasse e começou um boquete absurdo. Meu pau latejava em seu lábios, pulsava violentamente enquanto ela se esforçava para alojar tudo em sua garganta. Ainda havia o complemento visual: Sasha observava cada reação minha com aqueles olhos tão característicos, ajeitava o cabelo, alguns fios colados na saliva que lubrificava meu pau. Tudo muito excitante, tudo praticamente implorando para que eu terminasse ali. Puxei a Sasha para mim, roubei um beijo e ordenei que deitasse. Ela estava tão gostosa que foi uma pena precisar tirar sua roupa para poder chupá-la.

Ela fez um jogo duro comigo antes de gozar. Gemia, tremia as pernas sutilmente, se contorcia, mas o orgasmo não vinha. Alternei técnicas, pressão, posição e nada. Chegava muito perto e regredia. Confesso que quase desisti. Só não parei porque cada "quase" me instigava a prosseguir. Finalmente o orgasmo veio, a vagina pulsando em meus lábios, Sasha desesperada para afastar minha boca. Fui beijá-la e ela não reagiu. Respeitei seu tempo e depois de alguns momentos ela finalmente abriu os olhos. Estava com ambas as mãos sobre a virilha, como se protegesse seu sexo. Passou a mão pelos cabelos e suspirou como se voltasse à vida. Desculpa, falou abrindo os olhos mais do que o normal, você me deixou muito sensível. Sem problemas, respondi. O importante é que conseguimos. Me deu trabalho heim? Sim, mas eu estava me desconcentrando. O que fiz de errado?, perguntei. Você? Nada! Ouviu o barulho no corredor? Não, respondi, estava concentrado. Barulho de salto, ela disse, tem alguém com um salto pesado pra lá e pra cá. Isso tava me atrapalhando. Ah, verdade, comentei. Ouvi sim, uma ou duas vezes.

Talvez tenham sido os saltos de alguma menina que fiquei curioso para conhecer. Talvez ela estivesse pensando em algum namorado misterioso enquanto eu a chupava com vontade. Talvez não quisesse gozar logo nas primeiras horas do dia (algumas meninas já me confessaram que seguram o orgasmo quando é cedo, pois acaba com a vontade delas com os próximos clientes). O importante é que ela havia, finalmente, entregue seu prazer na minha boca. Deitei novamente e ela, de maneira muito ágil, me colocou pronto para penetrá-la. Veio por cima após colocar a camisinha. Sentava com vontade, mas brilhou mesmo quando se esfregava. Podia sentir meu pau inteiro dentro dela, roçando contra as paredes da sua vagina, pressionando até o limite, querendo ultrapassar o fundo. Depois pedi que ela ficasse de quatro, quando pude observar seu rosto pelo espelho e admirar em detalhes sua bunda absolutamente perfeita. Variei as estocadas em velocidade e pressão. Fomos para o papai-mamãe, mas comecei a suar excessivamente apesar do ar condicionado. Algumas gotas caíram em eu rosto e, preocupado, pedi desculpas. Não se preocupe, meu bem, ela falou limpando meu suor, está gostoso. Mesmo assim trocamos de posição e voltamos com ela de quatro. Quando senti meu tesão no ápice, joguei gentilmente o peso do meu corpo sobre o dela, forçando que deitasse de bruços na cama. Meu pau era comprimido absurdamente dentro dela. Não demorou muito e eu me entreguei, um orgasmo forte, demorado, pulsante e exatamente como eu imaginava que seria.

Fizemos uma resenha de leve na cama e e ela me deixou à vontade para descansar. Posso afirmar: a expressão levemente arrogante nas fotos da Sasha é apenas fachada. Talvez faça parte de seu charme, o tipo de coisa que pode afastar uma parcela das pessoas, mas serve de combustível pra mim, aumentando meu interesse. Pessoalmente não há qualquer vestígio destas impressões. Sasha é simpática, carinhosa e gentil. Foi muito educada e amorosa comigo. Sensual ao extremo, me ofereceu um sexo que vai ficar ecoando nos meus pensamentos. No final, ao nos despedirmos, ainda comentou: poxa, nem fizemos completo. Verdade, comentei, não deu tempo. Pena. Pena mesmo.

Por que não dizer? Sasha é apaixonante e vai me obrigar a uma série de repetecos. Escapou fácil da categoria "Nunca Marquei" e sobe ao pódio como "Melhores do Ano".

Eddie Adams, Detonador, Brand, Gatitus, M21, rafael.oliveira, Araujo, PauloCesar, Café, Bruce Wayne, Long Trail, Helena Esparta, Dude, Conde Da Valáquia, Ikki RJ, Digboy, vadeR, Pirubaby, Top Gun, Eva Sanchez, Lucifer, Oscar, The Shy, Apolo, Yami Mysterio, Julio Cesar 34, Joey Tribbiani, Arch Enemy, Michael Corleone, Thor de Copacabana, Sueco, curtiram esse TD.
ANGEL - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (31) 99758-3152
MEL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 SIM

17 de Dezembro de 2023 às 17:12


MEL - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=23942

Eu namorava as fotos e vídeos da Mel há algum tempo. Inegavelmente é um dos corpos mais bonitos que já apareceram por aqui. Seus lábios são espessos, chamativos, mas sem os exageros de procedimentos estéticos. Seus olhos são vivos, atentos, profundos. Ela tem um rosto de princesinha, flor da idade irradiando da pele morena e dos poros. Os cabelos são um espetáculo a parte, desafiam a ditadura dos lisos: volumosos, bem cuidados e com cachos abundantes. A barriga é um deleite de beijar, magrinha, mas sem musculatura aparente, languidez pura. Pernas, coxas e bumbum, tudo em equilíbrio e emanando voluptuosidade. Por fim, seus seios: são primorosos: volume, peso, formato e maciez em estado puro. Se há perfeição no mudo, os seios da Mel seriam um parâmetro irrepreensível. Não consigo pensar em um único defeito nela. A natureza foi muito generosa, colocou tudo que tinha de melhor num só lugar e com 3 letrinhas: Mel.

Meu desejo de conhecê-la era antigo, mas alguns relatos aqui me deixavam com receio. Diziam que não gosta de beijar, que é travada, quase não fala... Tudo isso me deixava com um pé atrás. Cheguei até a marcar com ela quando ainda atendia no Largo do Machado, mas amanheci doente e precisei cancelar.

Conheci-a, finalmente, na última festa do Arena. Estava espetacular em um vestido verde colado em seu corpo impecável (chuto a cor, sou daltônico). Os seios tentavam se esconder em um decote em xis, mas tudo o que faziam era chamar minha atenção. Ela estava quietinha em um canto, sozinha. Fui até ela e me apresentei. Disse que era um antigo sonho meu conhecê-la. Ela sorriu, tímida. Fiz elogios ridículos e incessantes. Quando fiquei sem assunto, a chamei para apresentar aos amigos. A festa seguiu e eu perdi a Mel no meio da multidão.

Um encontro com uma antiga paixão aqui do Arena, alguém que, por acasos da vida, não visitava há tempos (equívoco irreparável), colocou a Mel no meu caminho novamente. Enquanto fazia meu cadastro para subir no prédio, a avistei. Ela me reconheceu. Dei um sorriso e um tchau. Ela correspondeu meu aceno discretamente. O recepcionista me chamou e eu me distraí. Quando olhei de volta, ela já havia desaparecido. Subi para encontrar minha outra musa e depois fui almoçar. Durante o almoço, a lembrança da Mel reapareceu na minha cabeça. Logo depois recebo o aviso de que uma reunião do inicio da tarde teria sido cancelada. Não penso duas vezes: mando mensagem para a Mel e pergunto se lembra de mim. Ela diz que sim, vagamente. Sou o Cervejeiro, digo, então ela lembra. Está disponível agora? Estou. Chego aí em meia hora, me recebe? Claro, estou esperando.

Sou recepcionado por ela na porta com um vestido coladinho e um sorriso acolhedor. Roubo um beijo e vamos para o quarto. Coloco minha mochila em um canto e ela me pergunta se quero água, se vou tomar banho. Um banho seria ótimo, respondo, tá calor. Ela concorda. Banho é sempre bom. Ela me leva até o banheiro, que é bem espaçoso e tem um ótimo chuveiro. Tomo meu banho. Depois desodorante, perfume e creme na barba. Escova de dentes, Listerine. Encontro Mel nua na cama, sorrindo. Normalmente eu não gostaria de ver a menina assim já despida, pois gosto de cerimônia de  desembrulhar o presente. Entretanto, ela tem um corpo tão espetacular que o fato, em vez de me incomodar, me excitou. Seus cabelos soltos pelo travesseiro e pela cama, seus seios se avolumando pelo tórax e os olhos enigmáticos na minha direção formaram uma imagem que dificilmente esquecerei. Fotografei-a mentalmente, fiz cópias destas das fotos, coloquei-as num quadro, num altar em sua homenagem. Tudo superlativo, hiperbólico, exagerado...

A boca da Mel não me ofereceu qualquer resistência, em contrapartida à minha desconfiança. Seus lábios são encorpados e macios. Correspondeu às investidas sem qualquer tipo de recusa. Pelo contrário: nos beijamos com bastante vigor. Apertei levemente seu rosto durante um beijo, o que a levou a abrir os olhos. Olhei para ela, o ato interrompido, e deixei escapar dos meus lábios o elogio mais ridículo que pude pensar: você é gata d+. Ela sorriu, voltou a fechar os olhos e a me beijar. Desci por seu corpo, lambi seu pescoço, seus seios e, atento, pude sentir os sinais discretos de quem se abria para uma intimidade crescente. Passei a língua por sua barriga perfeita e fui explorar seu sexo com a minha boca. Encontrei-a tímida num primeiro momento, as pernas um tanto resistentes. Gentilmente e de maneira sutil, escrevi um bilhete usando meus lábios e língua. Na caligrafia improvisada, pedia que se soltasse, que ficasse à vontade com minhas investidas. Ela cedeu e logo não havia mais vestígio de qualquer relutância. Suas mãos vieram à minha cabeça e pude sentir seus dedos alisando meus cabelos. Qualquer desconfiança, tanto da minha parte quanto da dela, estavam superadas a partir dali. A Mel se entregou, escorreu seu prazer na minha boca e se desprendeu das amarras quando o orgasmo veio. Gemeu e, indômita, empurrou minha cabeça quando ficou sensível. Olhei para seu rosto e estava transformado. O sorriso tímido e às vezes desconfioso dava lugar a uma expressão indecorosa. Mel me puxou para cima e voltou a me beijar. Seu semblante denotava alguma espécie de surpresa com o que havia acontecido.

Ordenou que eu me deitasse depois que se recuperou. Eu obedeci e ela veio me beijar, mas logo desceu até meu pau e começou um espetáculo que era tanto tátil quanto visual. Eu poderia tê-la ajudado com os cabelos, mas vê-la recolher fios de tempos em tempos, sempre que a atrapalhavam adicionou uma variável interessante à equação. Como eu já estava muito excitado, pedi que pegasse o preservativo e começamos com ela por cima de mim. O encaixe foi perfeito, com muita entrega de ambas as partes. Os seios perfeitos balançando conforme o movimento dos nosso corpos foram um deleite. Pedi que ela ficasse de quatro e mais uma vez nos encaixamos como se fôssemos um só. Aproveitei para puxar seus cabelos, apertar sua cintura e sua nuca. A expressão no rosto e nos olhos da Mel me incentivavam a ir cada vez mais forte. Senti que estava perto de gozar e pedi para trocarmos para o PPMM, pois queria gozar olhando em seus olhos. Começamos devagar, mas o tesão de fez acelerar. Peguei suas pernas e tentei colocar em meus ombros. Indomável, ela apoiou a sola dos pés em meu peito. A compressão que senti no meu pau foi indescritível. Sequer precisei fazer muita força: explodi em Mel, em tesao e paixão momentânea.

Deitados lado a lado, confessei meu receio em marcar aquele encontro, o que me fez, adiá-lo muito mais que gostaria. Seu beijo é muito gostoso, falei, estou surpreso. Ah, tu leu os relatos, né?, ela quis saber. Li, respondi, tive que medo que não fosse me beijar, que fosse fria. Ela suspirou e me falou de sua insatisfação com clientes que não querem tomar banho, que não escovam os dentes, que não são comunicativos e etc. Querem que eu seja simpática, mas não dão um sorriso, comentou, nem um bom dia. Aí fica difícil, né? Entendi o lado dela, conversamos um pouco sobre estas questões e pude notar o quanto ela é decidida e de personalidade forte. Via de mão dupla, ela foi bem sincera comigo: entrega exatamente o que recebe. Depois ficou me fazendo carinho enquanto conversámos e me ofereceu uma massagem, mostrando-se preocupada pois o óleo tinha cheiro e poderia complicar os casados. Sorri e comentei que não era nada que outro banho não resolvesse. A interação nos deu oportunidade para conversarmos ainda mais. Terminado nosso tempo, fui até o banho e depois me despedi. Vê se volta, comentou na porta. Volto, claro, respondi.

Gostei demais da Mel. Ela tem um conjunto físico muito raro e que mexe muito comigo. Encaixamos bem, tivemos uma química que foi crescendo ao longo do encontro e que culminou numa relação extremamente prazeirosa. Realmente ela não é das meninas mais falantes e nem sorri a toa. Ela entrega um jogo se sutilezas e se descortina aos poucos. Vende caro o sorriso e a simpatia, mas pra mim o desafio apenas tornou o jogo mais prazeroso quando vi que finalmente estava à vontade.  Falamos sobre questões cotidianas, que revelaram um pouco mais de sua personalidade: arisca, decidida e indomável. Mel é como um território de difícil acesso, mata fechada. Exige certo espírito aventureiro para que se encontre finalmente um oásis de beleza desconcertante. O sexo foi de alta qualidade, muito gostoso e no fim ainda ganhei uma massagem. Se houvesse esta categoria, diria que o encontro foi extremamente positivo e o repeteco é certo.

Café, Delanmax, Digboy, Conde Da Valáquia, Gatitus, Dionizio_RJ, PauloCesar, Brand, Julio Cesar 34, Holmes, Eddie Adams, GaelK, Long Trail, Madruguinha, Ikki RJ, Sued, Brutus, Helena Esparta, pauloeduardo, Negão_01, Matheus99, Top Gun, Teddy, Araujo, Oscar, The Shy, Papai Noel, Efraim, Bruno, CafécomLeite, Eva Sanchez, Joey Tribbiani, Fatblack, Novaes87, Apolo, Latrell Spencer, Yami Mysterio, gargamel, Pica_de_Cavalo, Michael Corleone, curtiram esse TD.
DANDARA CRUZ - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98726-7289
DANDARA CRUZ
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$600.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - COM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

12 de Dezembro de 2023 às 20:12



Conheci Dandara na festa do Arena. Já calibrado, lembro pouco do que conversamos, mas recordo que nos provocamos, que fiz Dandara dar uma volta em torno do próprio corpo enquanto a segurava pela ponta dos dedos, só para observar o quanto estava linda. Simpática, ela acompanhou o movimento, sorrindo e, se não me engano, chegou a ensaiar um rebolado discreto. Lembro também que mordi seu braço para ter certeza de que era de verdade. Ficamos mandando corações um para o outro durante todo o evento, sempre que nossos olhares se tocavam. Dandara foi uma das estrelas da festa, tive a impressão de que orbitávamos ao seu redor.

Dandara é uma paraense muito bonita, negra, de cabelos escuros e naturais, um penteado afro que chama a atenção. Tem os olhos cor de mel, muito comunicativos. Seu sorriso é estimulante, evoca piadas e provocações para que apareça com maior frequência. Chegou bem vestida no hotel, com uma calça despojada, um top colorido que deixava sua barriga de fora e carregando algumas bolsas de viagem. Estava de salto, o que a deixou em uma altura muito boa para um primeiro beijo. Nos cumprimentamos, ela respirou um pouco, tirou da sua bolsa algumas camisinhas e perguntou se poderíamos colocar uma música. Tentei meu Spotify, mas a internet estava oscilando e eu não quis perder tempo com aquilo. Fui ao rádio do quarto e sintonizei uma estação qualquer.

Imaginei que ela fosse para o banho quando chegou, mas veio de imediato me beijar. Tomei banho na parada da viagem, me informou. Estava cheirosa, a pele muito lisinha, privilégio da pouca idade. O beijo foi de reconhecimento, mas provocativo, apertando seu corpo contra o meu com vontade. Logo se desfez do top e mostrou os seios pequenos, com um piercing em cada um. Chupa!, ordenou gentilmente. Não tive dúvidas em obedecer.

Dandara gosta de comandar e curte, igualmente, um espelho. Tirou a calça, conferiu como estava o visual. Apenas de calcinha e salto, virou de costas e me ofereceu o bumbum. Sentei na cama e a beijei, a bunda bem formada, recheada, apetitosa. Ela sorria e olhava para o espelho. Depois se virou e arrancou minha cueca. Até para colocar a camisinha, Dandara me surpreendeu. Se eu não estivesse atento, sequer perceberia meu pau já protegido. Ela tem a manha de esconder o preservativo na boca e vem te chupar com a maior naturalidade. Um piscar de olhos e a camisinha já está acoplada até a base. Rápido, discreto e prazeroso. Começou um boquete sem cerimônia. Engoliu meu pau, engasgou, olhou para cima e sorriu com os lábios molhados. Voltou-se para o espelho e achou que havia uma posição melhor. Ficou de quatro na cama, me oferecendo um visual que poderia ser, facilmente, um quadro naquelas paredes já acostumadas a tanta putaria. O boquete da Dandara me deixou alucinado. Perfeito, alternava entre o carinhoso e o devasso. Beijos, chupadas, lambidas. Pau inteiro na boca, sem hesitação, testículos sugados e acariciados.

Começamos com ela por cima, onde variou entre sentadas vigorosas e uma esfregação que foi puro deleite. Ela é muito intensa e o tempo todo, se você permitir, toma a iniciativa. Como eu estava curtindo o espetáculo, deixei que ela liderasse a dança dos corpos. No ápice do tesão, me deu um tapa rosto e me chamou de safado. Girou o corpo 180 graus e sentou de costas. Não aguentei a vista e desferi um tapa na sua nádega direita. Bate mais forte, pediu olhando para trás. Intensificou os movimentos enquanto eu a estapeava de maneira ritmada, as palmas e os dedos marcando sua pele escura. Depois ela me puxou para a beira da cama e sentou em meu pau numa cadência tão absurda que quase me fez gozar.

Coloquei Dandara de quatro, de frente para o espelho e a comi freneticamente. Ela me olhava pelo reflexo e me pedia para bater em sua bunda e apertar sua nuca. Pegou na minha mão e me pediu para acariciar seu cuzinho. Depois de tanto estocá-la de 4, a empurrei em direção ao colchão e comecei a comê-la de bruços forçando o pau dentro dela o máximo que podia. Pelo espelho podia ver que revirava os olhos sempre que eu tentava preenchê-la por inteiro. Como já estava próximo de gozar, coloquei-a de frente com seus pés em meus ombros e avancei sem qualquer limite para dentro dela até alcançar o clímax. Quando caí desfalecido ao seu lado na cama, ela veio e beliscou meu mamilo. O que tinha sido tudo pra mim, aparentemente, tinha sido um passeio no parque para ela, ainda estava cheia de energia.

Dandara foi ao banho enquanto eu abri a garrafa de vinho. Enchi os dois copos, brindamos e depois fui me limpar. Quando retornei, ela me deu pouco espaço para respirar. Sentou logo em meu colo, beijou minha boca ainda com vestígios de vinho na língua e quis saber se eu queria começar de novo. Deixa eu beber um pouquinho, pedi. Então ela se levantou e foi dançar. Aumentou o som do rádio e ficou me provocando. Quando sequei o copo, fui novamente ao encontro do seu corpo. Me beijou enquanto rebolava. Tirou minha cueca, ajoelhou no chão e voltou a me chupar. Puxei-a para a cama, me deitei entre suas pernas e comecei a lamber seu grelo. Adoro barba, esfrega o cavanhaque na minha bucetinha? Obedeci enquanto refletia sobre o cavaquete, uma modalidade até então desconhecida para mim, mas que deixou Dandara em êxtase. Alternamos na sequência para um 69 alvoroçado, onde ela alternava entre se esfregar na minha boca e engolir meu pau até engasgar e lacrimejar. Após um tempo, levantou me puxou até um canto do quarto, empinou a bunda, virada de costas e pediu: me come contra a parede. Confesso: eu adoro trepar de pé, seja qual for a posição. Só o fato dela ter se oferecido daquela forma, já deixou meu pau a ponto de explodir. Não sei qual a mágica Dandara fez, mas o encaixe foi perfeito apesar da diferença de altura. Fiquei ali engatado, empurrando-a contra o concreto, lépido de prazer. No meio do intercurso ela apoiou um dos pés na cabeceira da cama e me fez comê-la de cima para baixo. Fomos novamente para o colchão e após alternar algumas posições, gozei com ela de bruços, o pau metido até o talo, latejando as ultimas gotas de esperma na camisinha imprensada entre suas pernas.

Cansados, voltamos ao vinho, ao papo descontraído e algumas ideias sobre vida, preferências pessoais, drogas e quaisquer amenidades. Dandara ainda insinuou um terceiro round em pouquíssimo tempo, mas eu pedi um folga. Assim tu me mata, falei. Ela riu, me deu um beijo e me provocou com um olhar fulminante. Minha mente até queria, mas eu estava anestesiado de tanto prazer que ela havia me proporcionado. Na próxima a gente tem que fazer anal, comentou. Preciso dizer que vai ter repeteco?



Detonador, vadeR, mecobalamina, Eddie Adams, Digboy, Madruguinha, Oscar, The Shy, Rjnet, PauloCesar, pauloeduardo, FEIJUCA, Ikki RJ, The Witcher, Conde Da Valáquia, Helena Esparta, Novaes87, Top Gun, Dionizio_RJ, Pajé, Brand, Marinheiro Popeye, Mordekaiser, Sued, Pokó, Q23R, Michael Corleone, Y@N, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
EVA SANCHEZ - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98118-3933
EVA SANCHEZ
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

11 de Dezembro de 2023 às 13:12


EVA SANCHEZ - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=20751

O óbvio inesquecível

Sempre tento um ponto de vista particular ao falar das meninas aqui do Arena, principalmente a respeito daquelas que aparecem com maior frequência, para evitar que os relatos fiquem repetitivos e com informações redundantes. Não custa trazer para a mesa algum aspecto novo. No caso da Eva, contudo, vou incorrer pelo caminho do óbvio. Esta mocinha me foi tão bem recomendada pelos amigos que, ao ser recebido por ela, não houve surpresas. Ela é exatamente tudo que me disseram e reiteraram. Se a expectativa é a mãe da decepção, a Eva é o óbvio inesquecível. Seus beijos são deliciosos e seu sorriso emoldura um rostinho de menina, uma combinação perfeita entre a simpatia espontânea e uma ligeira timidez. O corpo da Eva é absoluto em suas proporções, tudo em exata harmonia. Achei seus olhos meigos e expressivos. Ela tem uma mistura rara de fofura e sensualidade: ao mesmo tempo que tive vontade de pegá-la no colo para um cafuné, tive desejos de despí-la prontamente e partir para uma trepada vigorosa. Um pouco de cada era o óbvio e foi o que aconteceu.

Começamos nos beijando bastante após o banho, um encaixe que foi se ajustando conforme nos conhecíamos. Ela deitou sobre mim, beijou meus mamilos e se desfez da minha cueca. O boquete da Eva é delicioso. Achei divertido vê-la lutando com os cabelos para que não atrapalhasse seus movimentos. Tive vontade de terminar ali mesmo, seria divino, mas eu queria Eva por inteiro. Quando estava no limite, trocamos. Pedi que deitasse na cama e provei um fruto que não tinha nada de proibido. Pelo contrário: era convidativo, exuberante e correspondia às minhas investidas. Senti em certo momento que ela estava receosa com meus dedos, então, para deixá-la confortável, deixei que aproveitasse apenas minha língua. Eva foi um doce até na hora de gozar, charmosa e apaixonante.

Pedi o preservativo e ela se posicionou de frente na cama, mas pedi que ficasse de 4. Ela estranhou. Os rapazes preferem deixar esta posição para finalizar. Eu não vou finalizar agora, respondi, fica tranquila, só gosto da posição. Ela se ajeitou e pude admirar um dos aspectos mais bonitos de seu corpo, perfeita em todos os aspectos. Enquanto a penetrava, aproveitei para acariciar seu cuzinho. Ela olhou para trás e me pediu para ter cuidado com as unhas. Nem unha eu tenho, pensei, sou ansioso e roo todas. Não comentei nada. Fui apenas cuidadoso e ela não me impôs nenhum limite. Estava tão gostoso comê-la naquela posição que acabei me demorando ali, alternando entre momentos de puro frenesi e outros de cadência mais controlada. Quando cansei, pedi que viesse por cima. Mais uma vez, Eva me mostrou suas habilidades. Fiquei curtindo o movimento de seu corpo, um espetáculo admirável.

Por algum motivo que desconheço (idade talvez) meu pau deu uma leve amolecida. Eva se prontificou a me auxiliar e fez loucuras com sua boca. Houve uma fagulha de vida no pau, mas eu precisava dele em ponto de bala para o ato seguinte. Pedi a Eva que me beijasse a boca e me masturbei. Meu pau ficou para explodir. Pedi o cuzinho. Ela pegou o gel e se posicionou na beira da cama. Começamos devagar, logicamente. Lembrei de algo que uma menina me disse há algum tempo: tu gosta de comer cu, né, seu safado? Gosto, respondi, mas por que a pergunta? Tu sabe fazer direitinho, começa devagar e conhece a hora certinha de perder o freio. Só quem gosta muito pra ter esse controle.

Segui o roteiro: começamos devagar, deixei ela se sentir confortável e ficar à vontade comigo. É uma posição que exige uma delicadeza inicial e sensibilidade da parte do cara (pelo menos para a maioria). Quando vi que Eva estava bem, fui aumentando a cadência. Ela não reclamou, não questionou. Então me soltei e fui com a vontade que queria até gozar. Estava com as pernas bombas quando terminei.

Se a costela do Adão foi a matéria primordial para a primeira mulher, esta Eva deveria ser o modelo basilar a ser copiado por todas as outras. Eva foi tudo o que eu esperava: bonita, baixinha, simpática e com um corpo perfeito. Entregou a mim exatamente o que fui buscar ao encontrá-la: paz na alma e calor no corpo. Um óbvio inesquecível, fundamental e que exige repeteco atrás de repeteco. Foi um prazer conhecê-la finalmente. Espero que também possa ter deixado algo de mim em suas memórias, pois dificilmente irei esquecer os detalhes daquele encontro.

Dude, Rai, Gatitus, vadeR, Detonador, PauloCesar, Eddie Adams, Top Gun, Apolo, Tronche63, Dan Spock, GaelK, Julio Cesar 34, lukapeta, pauloeduardo, Conde Da Valáquia, Helena Esparta, Digboy, Café, Veronica Carbone, Madruguinha, ronondex, Barbosa82, Eva Sanchez, Latrell Spencer, Ikki RJ, Oscar, The Shy, Dionizio_RJ, The Witcher, Long Trail, M21, chorao, curtiram esse TD.
ISIS BELLE - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97246-3246
ISIS BELLE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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07 de Dezembro de 2023 às 01:12


ISIS BELLE - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=18950

Evento de cerveja no centro do RJ, era óbvio o que ia acontecer: eu ia beber todas, ficar galudo e sair por aí procurando alguém pra resolver minha carência crônica. Mais de 40 anos, a pessoa precisa, no mínimo, saber um pouco sobre si. Pensei em resolver meu problema como quem toma um Engov: uma dose antes, uma depois (se necessário).

Logo lembrei da Isis. Há tempos queria um repeteco, mas a conveniência nos separava. Procurei no Arena a lista de quem estivesse atendendo no feriado para ver se o nome dela aparecia, mas não achei nada. Arrisquei uma mensagem. Ela respondeu quase de imediato. Expliquei minha questão. Estarei no centro em mais ou menos uma hora, ela me respondeu, funciona pra você? Vai ter que funcionar, confirnei.

Meu encontro anterior com a Isis aconteceu em dezembro do ano passado. Quase um ano de distância, mas ela ainda estava viva na minha consciência: baixinha, a pele negra da deusa egípcia, os cabelos pretos e os olhos também de uma escuridão profunda. Lembrava dela atrevida, com o vestido vermelho que escolheu usar porque pedi que não me recebesse nua nem de lingerie (gosto de desembrulhar o presente devagar, soltando a fita, sem rasgar o papel, tirar os laços, ver a surpresa se mostrando aos poucos). Fui recebido como da vez anterior: uma beijo intenso, Isis na ponta dos pés para alcançar minha boca e depois um cheiro no pescoço. Tá perfumado, falou, branco gostoso. Me senti um tablete de Laka.

Fui para o banheiro e quando voltei a Isis estava totalmente nua, deitada de bruços na cama. Admirei seu corpo perfeito, pequeno, mas absurdamente proporcional. A pele negra reluzia. As nádegas eram como dois bombons refletindo a luz do ambiente, implorando para serem mordidos (acho que tô com fome). Ficou me olhando como cara de tarada e perguntou porque eu ainda estava de cueca. Sou tímido, falei. Tímido nada, vem cá, e me puxou para a cama.

Nos beijamos e logo eu já não estava mais vestido. Por cima de mim, colocou um seio próximo à minha boca e me deu para chupar. Ficamos nos esfregando, mas eu tava na vibe da putaria mesmo. Lembrei que tu faz um boquete foda. Me chupa?, perguntei. Ela nem me respondeu. Desceu sobre meu corpo e engoliu meu pau sem a menor cerimônia, de primeira, direto na garganta. A Isis dá aula com a boca, nenhuma novidade, mas estava tão absurdamente gostoso que eu deixei ela se alongar na atividade. Calculei mentalmente, fácil, mais de 10 minutos só de boquete. Tá tão foda que não dá vontade de parar, falei pra ela. Então relaxa, bebê, falou pra mim com aquela voz rouca, logo depois de tirar o pau da boca enquanto ainda fazia pressão para sugá-lo. O som me deixou maluco. Fica quietinho que vou cuidar de você. Eu só obedeci. A Isis tem um jeito muito peculiar durante o sexo oral. Talvez por ser baixinha. Ela se aninha toda entre as pernas do parceiro, ligeiramente de lado, uma das pernas dobrada e a outra esticada. Parece que seu corpo foi feito especialmente para aquele encaixe. Na posição mais tradicional, vê-se, geralmente, o rosto, a cabeça e os cabelos da parceira. Mas da maneira como a Isis se coloca lateralmente, é possível ver todo seu corpo. Pernas, bunda, braços e ombros. E ainda tem os seios, que estão absurdamente próximos ao pau, que ela usa para atiçar ainda mais a brincadeira ao roçar o membro nos mamilos. É um espetáculo visual no primeiro plano e multi-sensorial no segundo.

Depois te tanto boquete, a vontade de penetrá-la ficou no talo. Pego a camisinha que estava na cama e peço que fique de quatro. A foda com a Isis é muito boa, principalmente, porque ela é muito ativa o tempo todo. Algumas meninas se limitam a ficar na posição, mas a Isis interage o tempo inteiro: joga o corpo na direção contrário ao movimento do parceiro, matém contato visual, se toca, aperta o saco, incentiva um sexo mais hard... É para quem tem fôlego e energia. Obviamente, canso depois de um tempo, as gotas de suor pingando sobre as costas nuas da Isis. Deita que você está cansado, ela diz. Agora é comigo. Coisa rara pra mim é gozar com a parceira por cima. Não foi o caso naquele dia. Tanto que Isis se esfregou em mim, tanto que subiu e desceu em meu pau, que aceitar encerrar o jogo ali, mesmo pretendendo ainda comer aquele cuzinho com a mesma vontade da vez anterior. Foi uma gozada monumental. Que gostoso, bebê, falou deitando o corpo sobre mim, ao pé do ouvido.

Retornando do banho, deitei ao lado dela e ficamos nos acariciando. Nem te chupei, comentei. Nem precisa, amor, gozei enquanto você comia de quatro. Seu branquelo gostoso. Conversamos sobre cerveja, sobre vontades acumuladas. Confidenciou estar feliz por eu ter me lembrado dela quando fiquei com tesão. Volta sempre que precisar, não some, você eu atendo sempre.

Café, Conde Da Valáquia, Negão_01, Detonador, Julio Cesar 34, Saulo Top, Gatitus, Rjnet, PauloCesar, Eva Sanchez, Barbosa82, Eddie Adams, Long Trail, AnjoEndiabrado, ronondex, Ikki RJ, Digboy, O Marciano, Oscar, The Shy, Dionizio_RJ, GaelK, Apolo, Nego Dengo, curtiram esse TD.
LANA LIRA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97011-1417
LANA LIRA
POSITIVO
TEMPO: 720 MINUTOS VALOR: R$1500.00
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04 de Dezembro de 2023 às 08:12



LIRA

substantivo feminino

In Dicionário Sexual e Amoroso em Língua Brasileira (2021-2023)

1. Aparelho para fazer exercícios aéreos de ginástica, que consiste num aro suspenso por um cabo.

Meus encontros com a Lira acontecem, regularmente, desde agosto de 2023, menos de uma semana após a quarta festa do Arena. Foi a primeira mulher que eu vi entrar na festa, a primeira que efetivamente chamou minha atenção. Estava linda. Uma saia colada, curtinha, um top que valorizava os seios e o batom vermelho característico. Era um conjunto difícil de ignorar. Aqui preciso agradecer ao camarada Gordin Boêmio que teve a iniciativa de trazê-la para o grupo onde eu estava e depois, ao Lyon, que me mandou uma mensagem com o contato dela.

A Lira entrou em minha vida justamente quando eu iniciava um processo para alterar alguns aspectos em minha vida. Estava recomeçando os exercícios físicos para aliviar as dores na coluna, tentava melhorar meu sono e também uma mudança na alimentação para recuperar indicadores de saúde. A Lira foi, sem dúvida, o recurso mais importante em todo o processo. Com ela, incontáveis calorias foram queimadas em quartos de hotéis e motéis pelo Rio de Janeiro. Esta Lira foi um espetáculo acrobático no motel Show, uma maratona cardiorespiratória no Corinto e uma acrobata do cavalo erótico do Sheik. No simplório Joalo's, da Ilha, nos dependuramos para aplacar a saudade. Em repetecos incontáveis no Itaóca, nos divertimos com a falta de decoro do chuveiro no meio do quarto, além do exibicionisto acidental no Free, quando o garçom entrou no quarto e nos flagrou em plena cópula sobre a mesa onde ele pretendia depositar a porção de bolinhos de bacalhau. Houve também uma aventura aterrorizante no Lips, quando tivemos certeza de que não sobreviveríamos ao elevador da morte. O exercícios intensos, as orientações médicas, o suor e a respiração ofegante, mesmo com o ar-condicionado no máximo, resultaram em mais de 10kgs perdidos da forma mais prazerosa possível. A Lira, um equipamento geralmente usado por mulheres ou em apresentações circenses, foi o que apresentou o resultado mais efetivo na minha luta contra a balança. Colocou melatonina, seretonina e dopamina em minha vida.



2. [Figurado] Criação poética. = POESIA

Esta Lira é poesia do melhor tipo, aquela fácil, que parece simples e você admira porque o poeta foi lá e observou o singelo de um jeito particular. E chamar de simples não é desmerecer. Não confunda com simplório. Esta Lira oculta camadas e mais camada. Profundas, complexas, admiráveis. Basta cinco minutos de conversa, cinco minutos em seus braços ou perdido em seus beijos para perceber como ela se desmembra em muitas. Lana foi poesia desde o primeiro momento, uma poesia como a de Leminski, que atrai fácil, ou do Caeiro, o mestre ingênuo. Foi poesia seu perfume, seu sorriso fácil e a textura da sua pele. Lana foi poesia no espelho enquanto eu penetrava de quatro e me deleitava em vê-la se contorcer, os cabelos bagunçados e um expressão de prazer camuflada entre os fios vermelhos.

3. Instrumento de cordas dedilhadas usado na Antiguidade.

Foi uma das primeiras impressões que tive com a Lana: estar com ela, tocar seu corpo, é como manusear um instrumento afinadíssimo, delicado, capaz de gerar notas que encantam até aos ouvidos mais exigentes se for bem manipulada. Na verdade, esta Lira apresenta uma dicotomia: é de fácil manuseio, um instrumento tão atípico que até mesmo um iniciante é capaz de extrair a bela melodia que acompanha seus orgasmos. Entretudo, é em mãos habilidosas que Lana produz as sinfonias mais finas e singulares. Aconteceu de primeira: nos beijamos pé, tiramos nossas roupas, esquecendo que havia chuveiro no quarto. Nos atracamos como se carregássemos a vontade de outras vidas. Em meus dedos, a seiva de uma musa sagrada, o presságio de um orgasmo, as unhas cravadas na minha pele na tentativa de segurar o ímpeto. Não conseguiu. Lana explodiu enquanto se apoiava em mim, entregue a um prazer que veio fácil, raro, surpreendente.

4. [Anatomia] Superfície inferior da abóbada dos pilares do cérebro.

Esta Lira está ligada diretamente ao funcionamento do cérebro. Quando presente, parece serve de estrutura e proteção, quando ausente, as coisas meio que se perdem. Era como me sentia em relação a ela. Já mencionei que nos encontrávamos regularmente, às vezes mais de uma vez na mesma semana. Mas houve momentos, por impossibilidade de agendas ou questões de saúde, que não pudemos nos encontrar. É claro que compensávamos nos encontros seguintes, mas esta Lira me fazia tanta falta que acabava baguncando minhas ideias em suas ausências. Foi impressionante como nos conectamos de imediato, como se ela fosse o próprio pilar que sustentava o cérebro ou talvez a maior parte dele.

5. [Astronomia] Constelação do norte. (Geralmente com inicial maiúscula.)



A Constelação de Lira fica no hemisfério norte, bem pertinho de Cisne (na infância, meu personagem preferido do anime Cavaleiros do Zodíaco). É uma constelação discreta, formada por cinco estrelas. Seu nome foi dado em homenagem ao instrumento tocado por Orfeu, que de tão talentoso, encantava os deuses e os mortais na mitologia greco-romana. No mito, Orfeu, filho de Apolo e Caĺíope, movido pelo amor que sentia por sua noiva Eurídice, se aventura pelo Hades (inferno) para resgatá-la após sua morte. O mito tem um final trágico. Perséfone e Hades permitem que Orfeu resgate Eurídice com uma condição: não poderiam olhar para trás durante o caminho de volta ao mundo superior. Desconfiado dos deuses, Orfeu olha para trás e perde sua amada para sempre.

Lembrando os momentos que tive com esta constelação, não tenho dúvidas. Como dizer que não iria ao inferno atrás dela ao lembrar de seus cabelos de fogo balançando sobre meu rosto enquanto ela se contorcia de prazer em meu colo? Ou então da imagem indescritível de sua boca em meu corpo ou dos seios magníficos que me fartei em lamber, sugar e mordiscar como se fosse extrair dali a própria essência da vida? Impossível dizer que não iria ao submundo atrás da Lana. Talvez eu fosse ainda mais longe.

Nota explicativa: tomei a liberdade de condensar diversos encontros em um único relato. Egoísta, ciumento, possessivo, somente hoje, depois de meses e seguidas semanas me encontrando regularmente com a Lana, tive coragem de vir contar aos confrades minhas impressões sobre a menina. Acho, inclusive, uma aberração que não haja um relato dela aparecendo aqui no fórum a cada 5 minutos. Existirão, assim como eu, outros apaixonados que se tornaram sonegadores pelo simples fato de não desejaram compartilhar uma mulher tão incrível? O tempo dirá. Lanço então uma rebranding da campanha sonegação zero: diga não à sonegação apaixonada.

N.E. 2: usei como critério para preencher o questionário do Arena o maior período em que estive com Lana de uma única vez, além do maior valor desembolsado.

N.E. 3: deixo aqui uma foto desta musa que, a meu pedido, trouxe um jaleco branco para usar em nosso atendimento, uma das minhas fantasias, que ela fez questão de realizar. Dona de muitos talentos, dra. Lira é um espetáculo em qualquer um dos papéis que decidir incorporar.


Fatblack, Delanmax, vadeR, Tronche63, Eddie Adams, Luana Marches, PauloCesar, ogimao, Long Trail, Barbosa82, GaelK, Dionizio_RJ, Y@N, Gordin Boêmio, Helena Esparta, Deviantsex, Apolo, Josh, Araujo, Detonador, predador69, Café, Gatitus, Conde Da Valáquia, Sueco, Rai, Ikki RJ, Negão_01, Sued, Digboy, Top Gun, Oscar, The Shy, Madruguinha, Michael Corleone, MagroNit, M21, curtiram esse TD.
SUZANA RAED - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96931-0816
SUZANA RAED
POSITIVO
TEMPO: 300 MINUTOS VALOR: R$800.00
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03 de Dezembro de 2023 às 14:12


SUZANA RAED - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24837

Repeteco com Suzana porque a primeira vez, apesar de intensa, passou voando, além de ter sido necessário dividir minha atenção entre ela e sua prima Helena Rossi (Helena, jamais esquecerei este presente). Foi uma experiência incrível, mas a Suzana é uma mulher tão intensa e voluptuosa que eu sabia: preciso de um encontro a sós com ela, dedicação exclusiva.

Minha suspeita não estava, minimamente, equivocada. O segundo encontro com a Suzana foi ainda mais fervoroso, moldado a orgasmos estrondosos e consecutivos. Que me desculpem os que gostam de desafios, mas a Suzana é uma mulher fácil no melhor sentido da palavra, pois exige muito pouco do seu parceiro para irromper em orgasmos poderosos. Como um violão afinadíssimo, distribui os melhores acordes a quem souber manusear. Foi como gozou a primeira, a segunda, a terceira, a quarta, a quinta e todas as outras vezes em notas irrepreensiveis:

Sol - em minha boca, o primeiro orgasmo, um sol maior que eclodiu depois que língua e dedos, em sintonia, bailaram com o sexo de Suzana.

Dó - realmente não houve dó. Com Suzana de quatro diante do espelho, penetrei com toda a força que tive até que ela suplicou: não para não que eu vou gozar.

Re - caído ao seu lado, com ela de bruços, após ambos terem gozado praticamente juntos, não resisti ao ver suas coxas e bunda expostas, indefesa. Joguei meu rosto contra elas. Lambi nádegas, pernas buceta e cuzinho. Deixa eu ir me lavar, tô toda melada, disse quando a penetrei com a ponta da língua. Não deixei. Com ela encharcada, dedilhei Suzana até um novo orgasmo enquanto ela me punhetava com vigor.

Mi - o novo orgasmo veio na sequência. Com Suzana por cima, me dediquei apenas a observá-la pelo espelho, seu corpo em movimentos cadenciados e logo em seguida acelerados, até que ela largasse seu peso sobre mim enquanto tremia levemente.

Fá - o fá veio depois do espumante, depois da banheira, onde conversamos bastante. Ela me levantou com um boquete irreparável. Aqui há de se ressaltar sua habilidade em combinar boca e punho com ritmo, cadência e sincronia. A vontade de gozar veio logo, mas tive tanto tesão em penetrar Suzana que pulamos para o missionário, que rapidamente se transformou na mulher de Indra, favorecendo a profundidade das estocadas. Desta vez eu gozo antes dela, mas como ela me diz que também está próxima, em vez de reduzir a velocidade após o orgasmo, continuo pressionando meu pau contra seu ventre até que ela alcança o ápice. Quando terminamos, meu pau estava tão sensível que não pude nem mesmo remover o preservativo de imediato.

Lá - não houve lá tão diferente do que alcançamos nas outras notas. Foi mais do mesmo, do jeito que há de ser: colérico, acelerado e muito prazeroso. Boca, mãos, peitos, coxas, pau, bunda e mais uma vez Suzana liberado seu prazer em uma nota afinadíssima.

Si - ocorreu apenas na prorrogação. Apesar do longo tempo juntos e cansados, perguntei a Suzana se dava tempo de namorar mais um pouco. Claro que dá, ela me respondeu. Mas antes vou tomar um banho. Ela retornou e nos agarramos. Gozamos, desta vez, sincronizados, com ela de bruços, uma das posições que mais gosto, pois da pra sentir o sexo com mais intensidade. Suzana gritou, eu gritei. Caí sobre seu corpo e foi aquilo. Não havia forças para mais nada.

Sexo bom é assim: intenso, vigoroso, levemente sujo e que deixa ambos sem qualquer força para reagir. Suzana é uma máquina e tudo que eu desejo é ser um Barão industrial para tê-la à disposição sempre que julgar necessário.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Detonador, PauloCesar, delgran, Sueco, Helena Esparta, Madruguinha, Gatitus, Araujo, Conde Da Valáquia, Arch Enemy, Julio Cesar 34, Ikki RJ, Sued, Lennon, Eddie Adams, Oscar, The Shy, Café, Long Trail, Saulo Top, Mave, Barbosa82, Fatblack, Delanmax, Rai, Digboy, Dionizio_RJ, M21, vadeR, curtiram esse TD.
HELENA BORDON - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (24) 98124-6026
HELENA BORDON
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$500.00
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20 de Novembro de 2023 às 07:11


HELENA BORDON - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24700

Meu encontro com a Helana foi uma aventura pra ela: não tinha horário disponível, estava longe e ainda precisava resolver um compromisso inadiável. Insisti que precisávamos nos conhecer e ela, muito atenciosa, tentou encaixar a agenda. Tem que ser hoje, repeti na mensagem, tô pregado de trabalho e não tenho outro espaço. Vou ter que fazer mágica, ela confidenciou. Gosto de mágica, afirmei, e ela deu um jeito de vir até mim.

A Bordon é uma mulher com um biotipo muito atraente: alta, com 1.70 de estatura, belíssimos olhos verdes, branca e com sardas distribuídas pelo corpo. Seus cabelos são mesclados entre o castanho e o aloirado. Os seios são naturalmente volumosos e assim como sua bunda, tem ótimas proporções. Chegou falante, como quem chega atrasada para um compromisso, num vestido com estampa de onça, um milf high-society, exuberante e dona de si. Pediu desculpas por estar sem maquiagem e me pediu um tempo. Preciso, pelo menos, de um rímel. Ela foi ao banheiro e eu fiquei na cama fantasiando sobre o que fazer com aquela mulher.

Nos beijamos de pé quando retornou. Tirou rapidamente a roupa enquanto nos agarrávamos. Pude sentir seu perfume e o volume dos seus seios contra meu corpo. Passei minhas mãos pela suas costas e desci até suas nádegas. A pelo da Helena é um deleite de experimentar. Não resisti muito tempo e provei seus seios: grandes, macios, naturais, de encher mãos e boca, rosados, perfeitos, com o peso e o formato que nenhum bisturi ainda foi capaz. Ela me puxou para a cama, arrancou minha roupa e, de propósito, como quem quer se exibir, ficou de quatro e me abocanhou. Um boquete impecável, completo e caprichoso que fazia meu pau desaparecer em sua boca.

Pedi para Helena deitar na cama e fui provar seus sabores. A pele muito cheirosa me instigava. Os seios se acomodaram e praticamente imploravam por beijos. Chupei a bocetinha dela sobre sussurros e incentivos que sua voz rouca despejava pelo quarto. Apertava minha cabeça e passava as unhas pelo couro cabeludo, me deixando completamente despenteado. Gozou forte, minha barba molhada e me disse que estava precisando de uma gozada daquela depois de um dia tumultuado. Coloquei a camisinha e a peguei de quatro, de frente para o espelho enquanto mirava seus olhos de esmeralda. Trocamos de posição e ela veio por cima em uma sentada espetacular que quase me fez gozar. Depois fomos para o PPMM e, apesar do meu empenho, não consegui gozar de tão cansado. Frustrado, deitei ao seu lado e ficamos nos acariciando. Atenciosa, ela perguntou se estava tudo bem. Expliquei que tinha dormido pouco e que isso, às vezes, me prejudicava.

O que Helena não sabia era que, na verdade, eu estava sofrendo uma zica reversa que uma namorada me aplicou. Dias antes, ao tentar um horário com esta outra menina e não conseguirmos combinar as agendas,  lancei uma praga: tu não vai marcar comigo, esquenta não. Esse maluco aí que pegou meu horário não vai nem ficar de pau duro, não vai te fazer gozar nenhuma vez e quando estiver frustrada, vai lembrar de mim. Duvido, ela respondeu, vira essa boca pra lá, tu é que vai brochar.

Peguei a cerveja que tinha levado e sugeri a Helena que bebêssemos. Ela concordou e, enquanto eu abri a garrafa, expliquei que era uma cerveja trapista, fabricada em um monastério na Holanda. Curiosa, ela quis saber saber o que era o selo trapista. Expliquei que as vendas não poderia gerar lucro, que o dinheiro era apenas para sobrevivência do monastério e que haviam poucas cervejarias com esta denominação no mundo, cerva de 15 ao todo. Bebemos, nos conhecemos melhor e eu fui tomar um banho. Voltamos a conversar e logo sugeri que voltássemos à pegação.

Helana mastigou meu pau com sua boca gostosa, delineada e de lábios rosados. Chupei novamente sua boceta e ela gozou mais uma vez. Depois trocamos novamente e, com o pau já latejando, peguei a camisinha e fomos novamente de quatro. Estava muito gostoso, mas eu ficava lembrando da namorada e da sua praga reversa, torcendo para meu pau não amolecer. Antes de dar chance para que isso acontecesse, pedi que Helena se deitasse e fomos para o PPMM. Estava um absurdo de bom, mas o gozo não vinha. Resolvi ajudar o destino e zerar a zica: coloquei suas pernas apoiadas em meu ombro, o que comprimiu meu pau dentro dela e fui estocando com todas as minhas forças. Minhas pernas começaram a fraquejar, o suor pingava do meu rosto e ia buscar abrigo no corpo de Helena. Em um último pico de energia, gozei fartamente. Caí desfalecido na cama. Helena ficou me acariciando e disse: agora sim, meu amor, agora sim, que gostoso. Não tive forças nem pra responder. Lembrei da namorada e exclamei mentalmente: chupa essa, fdp!

Terminamos o tempo conversando. Meu pau não ia subir mais e eu estava pregado, sem qualquer chance de reação. Helena foi gentil, educada e atenciosa durante todo o encontro, além de ter um biotipo que chama atenção e olhos vibrantes. Ela pediu eu Uber e eu fui embora na sequência. Ao chegar em casa, mandei uma mensagem para a namorada: e aí, como foi o encontro? Uma merda!, ela respondeu, tô puta com você! Não consegui gozar nenhuma vez. Só ficava me lembrando do que você tinha falado.  Ri emojis, kkkkkkkkks, rsrsrsrsrs e mais uns tantos stickers que eu tinha biblioteca. Brinquei muito com a situação, mas não comentei com ela o que havia acontecido comigo. Melhor não brincar assim novamente. Bom, pelo menos eu consegui gozar uma vez.

Não posso deixar de mencionar aqui o camarada Delanmax, que me passou a dica dessa delícia. Valeu pela indicação camarada. Temos um gosto parecido. Foi certeiro.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
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SUZANA RAED - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96931-0816
SUZANA RAED
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19 de Novembro de 2023 às 20:11


SUZANA RAED - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24837

A vida sorri

Uma semana tensa, muitas reuniões, trabalho sugando as energias, chope com amigos cancelados por ter ficado até tarde no escritório e um calor absurdo no RJ. Uma semana tão corrida que foi complicado até para conseguir um tempo para as namoradas.

Mas às vezes a vida sorri e te espera na esquina com um presente. Recebo uma mensagem da Helana no meio de uma reunião e o teor da mensagem me faz dispersar: minha prima quer começar a fazer atendimentos, mas está um pouco receosa, você me ajuda?, pois seria bom se você fosse o primeiro. Junto da mensagem, algumas fotos da Suzana. Branquinha, cabelos pretos descendo pelo corpo até quase a cintura, seios espetaculares, grandes, firmes, o trabalho impecável de um bom cirurgião, uma bunda que tem vida própria, CPF e ainda paga IPTU. Coxas grossas, uma panturrilha absurda e um sorriso devastador. Parei imediatamente que estava fazendo. Foda-se o trabalho, os compromissos, os prazos e o casamento. A ideia seria ter o encontro naquele mesmo dia, mas estava complicado. As reuniões se estenderam até tarde da noite e não consegui uma brecha para escapar. Por sorte, depois de muito duelar com horários e alvarás, conseguimos fechar um espaço para o dia seguinte.

Marcamos no shopping. Uma oportunidade de nos conhecermos, trocar uma ideia e quebrar o gelo. A Helena veio junto, fez questão de acompanhar a prima. Me recebeu com um beijo na boca, mas a Suzana me deu um beijo no rosto. Ué, não vão beijar na boca não? Eu e  Suzana nos entreolhamos. Ah é, ela entendeu, estamos no meio do shopping, né? Rimos juntos e fomos ao Starbucks pegar algo para o café. Não é uma dupla, Helena fez questão de afirmar. Estou indo apenas para acompanhar e vou ficar na ante-sala bebendo cerveja, ok? Sacanagem fazer ela começar logo com dupla. Não debati, não questionei. Eram as condições. Enquanto eu caminhava com as duas pelo shopping, me sentia bastante sortudo.

Chegamos no hotel. Suzana foi tomar banho enquanto fiquei com Helena tirando algumas fotos e guardando as cervejas e o espumante no frigobar. Vendo ela de lingerie rosa, não resisti. Fui pra cima e ficamos aos beijos. Ao ouvir que a Suzana estava saindo do banheiro, Helena ordenou: vai lá ficar com ela, agarra e dá logo um beijão, hoje o foco não sou eu. Ok, Helena, já falei que sou muito obediente, né? Obedeci e fui.

Encontrei Suzana em uma lingerie de peça única, toda de renda, que moldava cada aspecto do seu corpo. Ainda estávamos um pouco tímidos, mas fui ao seu encontro para provar aquele beijo. Ela tem uma boca muito macia, beija delicamente, mas não economiza na língua e procura a boca do parceiro com vontade. Se soltou mais após algum tempo. Os beijos ganharam braços, mãos, carinhos e apertões. Me arrepiei todo quando ela passou a mão pela minha nuca e deslizou os dedos pelo meu cabelo. Vou tomar um banho, calor d+!, Helena anunciou do outro cômodo. Suzana se deteve por um tempo, mas logo voltamos ao beijos. Estendi minhas mãos e a puxei para sairmos da cama. Aproveitei um desnível no quarto e a abracei de pé. Ficamos quase na mesma altura, o que favoreceu novos beijos. Tirei minha camisa e fiquei apenas de cueca. Ela aproveitou para me acariciar e viu que eu já estava muito excitado. Preciso de um banho, falei. Tá muito calor. Ela apertou seu corpo contra o meu, me deu um novo beijo e desceu minha cueca.

Gostei de Suzana por inteiro. Não há uma única parte do seu corpo que não seja admirável. É um conjunto completo, que mistura a beleza de um corpo malhado com a delicadeza de um rosto muito admirável. Suas curvas são todas trabalhadas, muito exuberantes, mas sem os exageros típicos da academia que tira a feminilidade da mulher. Tudo esculpido, moldado e muito, muito convidativo. Além disso, ela me ofereceu uma boca voraz. Engolia meu pau, lambia a cabeça, a base e os testículos. Olhava para cima e me mostrava que estava gostando. Tempouco se limitava à boca. Suas mãos entraram na equação. Descia e subia pelo meu pau com seus dedos, cuspia para ajudar na lubrificação e quase me derrubou ali. Daquele ângulo pude ver como seus olhos são bonitos e expressivos. Lacrimejavam sempre que acabava de me engolir.

Puxei Suzana para a cama novamente e fui explorar seu corpo. Com a boca, experimentei cada parte. A lingerie se foi e expôs os seios grandes, macios e perfeitos. Em um deles, um detalhe que não vou descrever. Gostei da surpresa, falei. Ela sorriu. Chupei seus mamilos protuberantes e ela correspondeu com sussurros e gemidos. Perguntei como gostava e ela me disse que era pra continuar exatamente daquele jeito. Por ousadia, fui um pouco mais forte e ela gostou. São seios tão macios e gostosos que eu poderia ficar ali mais tempo, mas minha consciência já projetava seu gosto na minha boca. Provei sua barriga, coxas (que coxas avassaladoras) e fui para sua virilha. Impecavelmente depilada, passei minha linha ao redor da sua bucetinha, mas não resisti e fui logo para onde eu pretendia me acabar. Outra surpresa: um clitóris avantajado, delicioso e exibido, que parecia esperar pelos avanços da minha língua. Chupei com a vontade de quem estava há dias sem se alimentar. Suzana correspondeu com gemidos, mexia a pélvis e abusava da minha boca. Ela estava próxima do ápice quando a porta do banheiro se abriu. Distraída com o prazer, acredito que Suzana não tenha percebido a presença da Helena no quarto, que discretamente nos observava. Consegui vê-la por um dos espelhos, os olhos vidrados e muito surpresa com o aumento dos gemidos que culminaram na explosão de um orgasmo sonoro.

Quando se recompôs, Suzana me pediu para deitar na cama e me castigou com um oral inacreditável. Pedi que parasse e colocássemos a camisinha, senão eu ia gozar ali mesmo. Não seria ruim, mas ela tinha muito mais a me oferecer. Pedi que começassem de 4. Logo de 4, ela se surpreendeu. Vou devagar, falei, e ela concordou. O vislumbre da Suzana de 4 é sensacional. Comecei devagar, mas logo que ela se sentiu confortável, acelerei e continuamos num ritmo frenético até que eu gozei abundantemente.

Fui finalmente para o banho e Suzana ficou no quarto. Ouvi que conversa com a Helena, mas não consegui captar o teor. Na minha fantasia, diziam que eu era lindo, gostosa, trepava pra caralho e que estavam apaixonadas. Viriam morar comigo e a vida ia ser uma putaria interminável. Despertei deste sonho com a água batendo na minha nuca. Vi um pau murcho, molenga e o box quase enchendo porque a Helena perdeu seu piercing durante o banho e o ralo estava parcialmente entupido.

Voltei para o quarto, me juntei as duas e ficamos de resenha. Abrimos o espumante, conversamos, falamos algumas sacanagens. Depois vieram as cervejas, algumas confidências e piadas. Após algum tempo, ao acariciar Suzana enquanto conversámos, ela anunciou que iria tomar outro banho. Fique conversando com a Helena, bebemos mais um pouco e Suzana voltou de toalha. Novos papo e Helena anuncia: vou voltar pra minha sala, vocês tem que se pegar novamente. Bora que dá tempo. Ela saiu e eu retirei gentilmente a toalha da Suzana. Aproveitei um pouco mais seus beijos, seus seios maravilhosos e comecei a tocá-la enquanto ela me apertava. Molhei um dos dedos com a língua e passei a estimular seu clitóris. Ficamos algum tempo nos masturbando até que ela anuncia: não para não, continua assim que vou gozar. Mantive os movimentos ritmados e ela soltou mais um orgasmo incrível. Deitou na cama para respirar, olhou para mim disse: dedos mágicos?

Ela voltou a me chupar e mais uma vez tive receio de gozar antes da hora. Neste momento minha cabeça já fazia planos: da próxima vez – e haverá próxima vez – eu preciso gozar desta maneira para experimentar. Peguei novamente uma camisinha, fomos novamente de 4 e depois alternamos para o PPMM. Nesta posição pude ver seus olhos cheios de prazer enquanto trepávamos. Foi tão frenético e intenso que cansei antes de gozar. Perguntei se ela queria mais uma chupada, ela disse que sim e terminamos em mais um orgasmo delicioso.

Helena apareceu novamente enquanto nos recuperávamos. Nos viu caídos na cama, em silêncio, e brincou: o negócio foi bom heim. Foi, confirmei. Foi mesmo, Suzana confirmou, mas ele não gozou. Helena fez então, o não premeditado: deitou entre nós e começou a me beijar. Vi que Suzana a acariciava nas costas e nos seios. Viramos um entrelaçado de corpos. O que aconteceu depois, vou deixar para a imaginação e para minhas lembranças.

No final, tiramos fotos juntos e ficamos conversando mais um pouco, além de secarmos algumas garrafas. Deu a hora da Suzana, ela pediu um uber e seguiu seu caminho. Helena virou pra mim e disse que, se não tivesse nada para fazer, que ficaria comigo. Acertamos nossas condições para estender o horário, mas essa narrativa fica para um próximo relato.

Suzana foi uma descoberta espetacular. Amei o frio na barriga inerente ao primeiro encontro, seu bom humor e sua disposição para o sexo. Ela é uma combinação incrível: bonita, gostosa, espontânea, um equilibrio muito raro entre sensualidade e putaria, sem avançar para a vulgaridade. Além disso, gozou muito fácil, o que só aumentou minha satisfação. Já combinei uma nova data explorarmos ainda mais nossos corpos. Repeteco é vida.

Quanto à Helena, o que dizer desta menina encantadora que não falei anteriormente? Só tenho a agradecê-la pelo presente e pela surpresa. Posso até assiscar que ela encontrou uma nova vocação: coach de putaria. 😁😁😁

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LUANA MARCHES - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99886-6813
LUANA MARCHES
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10 de Novembro de 2023 às 08:11


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LEOA

Minha curiosidade em marcar este encontro com a Luana surgiu no dia em que a conheci pessoalmente em um dos encontros informais no Zezé. Ela chegou sozinha, depois que alguns grupos já estavam espalhados pelas calçadas. Chegou como quem passava por um tapete vermelho, capturando os olhares ansiosos por sua chegada. Eu estava de longe, mas a vi caminhando elegantemente sobre os saltos, o cabelo muito bem penteado na altura dos ombros e o vento acariciando seu rosto. Entendi que Luana era conhecida, quase uma celebridade. Cumprimentou a todos – ou a quase todos – com uma sensualidade notória e um charme difícil de ignorar. Em algum momento parou ao meu lado. Você eu não conheço, disse apontando pra mim, as unhas vermelhas marcando o fim dos dedos. Sou o Cervejeiro, respondi. Huuuuum, Cervejeiro, prazer, disse com a voz melosa, os olhos espetaculares vidrados em mim. Tive certeza que ela poderia me devorar ali mesmo e eu seria incapaz de qualquer reação.

Marquei com a Luana algumas semanas depois através do WhatsApp, mas tive um compromisso de última hora e avisei que não poderia comparecer. A Luana ficou na minha mente por alguns meses, mas acabei não marcando novamente com ela. Não sei dizer o motivo. Só não aconteceu. Um equívoco irreparável.

Depois nos esbarramos novamente nas festas do Arena e sempre que a via, comentava com os companheiros mais íntimos: eu não sei o que essa menina tem, mas alguma coisa nela me captura, é quase sobrenatural. Todos concordaram. Alguém levantou a hipótese de serem feromônios. Não consegui discordar.

Finalmente as agendas bateram. Encontrei Luana em seu apartamento, em Copacabana. Ela usava um vestido do tipo fishnet, sem nada por baixo. Me recebeu com um beijo macio, invadindo minha boca com um língua atrevida, sinais de uma promessa. Finalmente veio me ver, falou. Finalmente, concordei. A lista é grande, né?, provocou. Quase infinita, brinquei. Safado, piscou os olhos e me beijou novamente. Depois me mostrou  o local, pediu para não reparar a bagunça e me levou para o quarto. Deixei minha mochila no chão enquanto ela mexia no armário.

Voltamos a nos beijar quando ela entregou uma toalha. A intenção era tomar banho logo para aproveitar o tempo, mas nossos corpos colaram e estavam difíceis de desgrudar. Beijei seu pescoço, uma leve mordida. Seu perfume ficou impregnado na minha barba. Ela agarrou meus cabelos, afastou minha boca e falou: já achou meu ponto fraco. Voltei a atacar seu pescoço e desci para os seios. Chupa, ordenou, mas nem precisava. Os sinais eram claros de que era mais uma zona de seu corpo a ser explorada no detalhe. Mais beijos e ela arrancou minha blusa. Acariciou meu pau sobre a calça e se enrolou para tirar meu cinto. Tem uma pegadinha, falei, auxiliando com as minhas mãos. É para evitar que eu seja estuprado. Luana me olhou com aqueles olhos irreparáveis e eu entendi: não tinha jeito, eu ia ser devorado.

Minhas calças ficaram no meio das pernas. A cueca foi junto. Luana me beijava e me masturbava ao mesmo tempo. Empurrei seu corpo e me livrei das peças de roupa que atrapalhavam. Coloquei ela de costas, ainda de pé. Mordi sua nuca e passei com a minha língua pelas suas costas. Tirei a pouca roupa que ainda persistia em seu corpo e descartei a toalha. Não ia rolar banho, a gente não ia desgrudar.

Ela se ajeitou de quatro da cama e abocanhou meu pau. Se há definição para o que é um boquete, o parâmetro era aquele. Aproveitei o que pude. Ela parava, olhava em meus olhos, e voltava a chupar. Alternava com punheta, explorava o saco e retornava para me engolir. Vai, deita na cama. Obedeci e ela me mostrou que mal havia começado. Desceu além do meu saco e lambeu meu períneo. Ergueu a cabeça e perguntou se eu gostava. Respondi que sim. Houve então uma falha de comunicação que foi engraçada. Luana colocou os braços por debaixo das minhas pernas e me aplicou um beijo grego. Levantei, peguei ela pelos cabelos e falei: prefiro sua boca no meu pau. Ela obedeceu e, Leoa, continuou a me devorar.

Trocamos de posição quando eu estava prestes a explodir em sua boca. Pedi que se deitasse e fui explorar seu corpo. Você é muito bonito, me disse enquanto eu chupava um de seus seios. Soltei uma gargalhada, surpreso e desci por sua barriga até chegar na virilha. Me detive ali antes de atacar seu clitóris. Passei a língua pela lateral externa da pélvis, quase chegando em sua buceta, mas desviei para suas coxas. Depois retornei pela outra extremidade e me detive mais uma vez. Luana me olhava, sua expressão dizia: vai caralho, me chupa logo, mas eu me detivr mais um pouco para provocar. Quando ataquei seu ponto mais sensível, seus olhos se fecharam e o pescoço forçou o travesseiro. Lambi, chupei, mordisquei. Chupada gostosa, exclamou. Apertava minha cabeca, puxava meus cabelos, apertava os seios com as mãos, mas também usava as minhas para isso. Não demorou muito. O orgasmo veio intenso, espasmódico, delicioso.

Luana voltou a me chupar, mas eu queria a camisinha. Sentou sobre mim e abusou do meu pau. Se esfregava, ávida, e lambuzada minha virilha com seu prazer. Lambi um de meus dedos, lubrificando-o e coloquei em seu clitóris enquanto ela se retorcia. Revirou os olhos e me disse sem uma única palavra: isso é maldade.

Quase gozei com ela por cima de mim, mas eu precisava comer ela de quatro. Ela se posicionou e eu aproveitei para gastar todas as minhas energias. Não satisfeita, ela jogava seu corpo contra o meu para ajudar no movimento. Rebolava, se mexia e olhava para trás o tempo todo. Uma beleza selvagem que me instigava. Era tudo tão intenso que a camisinha secou. Posso beber um pouco de água?, ela perguntou enquanto procurava outra camisinha. Claro, respondi, e me aconcheguei na cama, exausto.

Luana retornou, bebemos água e logo ela veio me atacar. Mais um boquete sensacional e eu estava pronto novamente. Pedi que deitasse no PPMM e a penetrei com toda a vontade que havia em meu corpo. Apertava o rosto da Luana, fitando aqueles olhos incríveis e tomei a ousadia de enforcá-la levemente. Me enforca, safado, eu gosto. Pode fazer o que você quiser. Apertei seu pescoço enquanto tentava ir o mais fundo que podia. Ameacei um tapa em seu rosto, mas controlei o impulso. Ela percebeu. Você gosta de bater?, perguntou. Confirmei com a cabeça. Bate! Dei um tapa de leve, com receio de machucá-la. Ela gostou. Ensaiei outro, também moderado. Seus olhos diziam que estava gostando. Posso?, perguntou. Assenti. Ela de meu dois tapas. O primeiro de leve. O segundo mãos forte. Foi o combustível que me incendiou. Acelerei ainda mais.

O suor corria pela minha testa e descia pelo meu nariz. Pingou próximo à boca da Luana. Ela recolheu com a língua. Tanta intensidade e aconteceu o óbvio: eu cansei. Deitei e ela veio novamente chupar. Dá leitinho na minha boca?, pediu. Me ajeitei e fiquei admirando seu empenho para me finalizar. Para observar melhor, fui até a ponta da cama e ela ficou de joelhos. Dá na minha boca, pediu novamente. Eu juro que queria, tenho uma puta satisfação em gozar durante o boquete, mas, não sei o que houve,  não consegui. Teu pau tá muito duro, ela comentou ao tirá-lo da boca. Tô morrendo tesão, confessei, mas acho que não vou gozar assim. Cheguei a tentar me masturbar, mas também não deu em nada. Era provável que o cansaço estivesse me atrapalhando.

Pega outra camisinha, ordenei. Como você quer?, ela perguntou Deita de frente, vou gozar olhado nos teus olhos. Penetrei com toda energia que me restava e finalmente surgiu a explosão tão aguardada. Deitei na cama, estafado. Luana deitou ao meu lado e ficou me acariciando. Sabe que vai ter que voltar pra me dar leitinho, né? Concordei enquanto tentava respirar.

Não posso dizer que a Luana foi uma surpresa. Eu já imaginava que ela fosse um furacão, mas nosso encontro superou minhas expectativas. Fui devorado, sugado, apertado e agredido. O corpo dela é um parque de diversões que reage a tudo que você faz. Luana é energia pura. Vou ter que aceitar o convite e retornar o mais breve possível. Não sou de rejeitar um pedido deste tipo. Luana é mulher, fêmea, leoa. Transpira sexualidade, inspira putaria, intensidade pura. Um conjunto difícil de resistir.

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MONIQUE MOURA - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99795-0203
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08 de Novembro de 2023 às 13:11


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Talento inútil

Todo mundo tem, pelo menos, um talento especial. O meu é tomar esporro. E eu sou muito bom nisso. A pessoa reclama, briga, esbraveja e eu simplesmente fico calado ouvindo. No fim, estando errado não, ainda peço desculpas. Já tomei esporro de namoradas, de esposas, de amantes, dos pais, irmão, amigos, professores, colegas de trabalho e até dos meus próprios funcionários. Às vezes meu cachorro late pra mim e eu tenho certeza que ele está me dando um esporro. Da última vez foi porque deixei ele sem água. Ainda bem que o bicho é mais esperto que eu.

E foi de um esporro de leve que aconteceu meu reencontro com a Monique. Mandei uma mensagem em um dia aleatório perguntando se tinha um horário para a manhã seguinte e obviamente, não tinha. Respondi, ok, deixa mais pra frente. Aí veio a ideia: você sempre tenta marcar em cima, não conseguimos, depois você some. Ando meio enrolado, respondi. Você sempre vinha me ver, rebateu, e do nada, sumiu. Argumentei, mas não teve jeito, rolou um esporro velado, ela sempre muito gentil. Aceitei. Ela estava certa.

Conseguimos marcar um mês depois, graças à flexibilidade e paciência da Monique. Cheguei pontualmente às 12h no Largo do Machado e ela me autorizou a subir. Uma novidade no local, mas que foi tranquila: fecharam a entrada do prédio com grades e o porteiro pergunta para qual sala você vai antes de abrir, mas não pede identificação nem nada. Foi suave.

Toco a campainha e ouço o salto da Monique pelo corredor. Dá aquele frio já barriga. Faz pelo menos uns 6 meses que a gente não se vê. Como estará? Será que continua aquele furacão carinhoso que eu me lembrava? Ela abre a porta, brinca comigo sobre meu sumiço e beija minha boca. Diz que estou cheiroso. Pega minha mão e me conduz pelo corredor, indo à frente. Fico surpreso com sua vestimenta, pois costumava me receber com umas lingeries bem provocantes que colavam em suas curvas. Desta vez estava com uma camiseta comprida, dessas de academia, as pernas de fora, a panturrilha grossa de quem faz bastante exercícios. Usava a camiseta como quem estava de vestido, sem nada por baixo. Gostei. Tenho uma puta tesão em roupa de academia.

M&M's

Ela me ofereceu água, aceitei, pois estava calor. Enquanto saía, tirei a roupa. Fiquei apenas de camisa e cueca. Quer um banho? Quero! Pegou uma toalha e me entregou. Antes de você tomar banho, me dá um beijo. Nossas bocas se encontraram, desta vez , demoradamente. Foi quando lembrei: a Monique tem um dos beijos mais gostosos que já provei. Lembrei de ter mencionado isso em nosso primeiro encontro, que tenho dificuldade de gostar dos beijos das meninas. Mas com ela foi assim, bateu de primeira. Desta vez, estava ainda mais insinuativa, com a língua invadindo minha boca com mais entusiasmo. Não sei se era saudade minha ou se eram lacunas na memória, mas gostei dessa nova versão. A temperatura aumentou e ela tirou minha camisa. Assim não vou conseguir ir para o banho, falei. Ela sequer respondeu, beijou minha boca e continuou me acariciando.

Não teve jeito. Nem banho tomei. Tinha vindo direto de casa, então não me preocupei. Havia intimidade entre nós. Se algo estivesse fora do lugar, ela tinha liberdade para me falar. Passei a mão pelo corpo da Monique enquanto nos beijávamos e confirmei minha suspeita: estava sem calcinha. Ela tirou a pouca roupa e aproveitei para beijar seus seios. Primeiro lentamente, depois passei a sugá-los com um pouco mais de intensidade. Ela respondia às carícias com sussurros e pequenos gemidos. Ela é daquelas que se entrega na pegação, fecha os olhos e se derrete enquanto o parceiro beija seu pescoço, sua nuca, suas coxas, a pele toda. A imagem veio na minha cabeça: Monique Moura, MM's, derrete na sua boca E na sua mão.

Logo pediu que eu deitasse. Beijou minha boca, meu pescoço, meus mamilos, minha barriga e virilha. Foi para meu pau e me lembrou o quanto seu boquete era gostoso. Deixei que ficasse ali o máximo possível. Com o tesão no talo, pedi que pegasse a camisinha. Vou pegar, respondeu, mas antes, me dá mais um beijo. Camisinha posta, ela vem por cima numa voracidade que me impressionou. Cavalgou e sentou à vontade, eu fiquei ali de baixo apenas ajudando na contrapressão, brincando com seus seios, pernas e bunda. Por alguns momentos, apenas admirei a vista. Eu estava me segurando, uma vontade absurda de gozar, tentando me controlar como podia. Até que os gemidos da Monique vão aumentando e percebo que ela vai gozar ali, naquela sentada espetacular. Trocamos depois, e com ela de quatro, pude aproveitar um pouco mais do seu corpo. Enquanto a penetrava, aproveitei para lhe apertar a nuca, as costas. Acariciei seus pés, sua bunda e coxas. Aumentava o ritmo e ela correspondia olhando pra trás. Fico maluco com as mulheres que olham nos olhos. Quando cansei, pedi para Monique se deitar de frente e gozei no PPMM. Uma gozada forte, vigorosa, de quem estava com tesão acumulado ou vontade desmedida.

Deitamos lado a lado trocando carícias e começamos a conversar sobre a vida. Expliquei as razões do meu hiato e rimos juntos de provocações mútuas. Confessei algumas frustrações, arrependimentos e pedi conselhos. O sexo intenso de minutos atrás virou sessão de terapia, coisa que não costumo fazer. Estou conhecendo outro lado seu, ******** (disse meu nome verdadeiro). Não sabia que você era assim. Assim como? Assim, digamos, safadinho. Rimos bastante.

A hora voou durante nosso papo. Quando perguntei pelo relógio, faltavam 15 minutos apenas. Eu nem te chupei, falei pra ela em tom de lamento. Dá tempo, ela me respondeu. Vou tomar um banho rápido. Ela voltou e eu pedi que se deitasse no meio da cama. Não perdi tempo e fui logo me posicionar entre suas pernas. Fiquei surpreso, M&M's derreteram em minha boca muito rápido. Seu gostoso, ela exclamou depois que suas pernas pararam de tremer. Vem cá, beija mais minha boca. Ela me beijou, pegou meu pau, que já estava duro de tão excitando que fiquei ao vê-la gozar e colocou em sua boca. Não demorou muito, pegou a camisinha e me vestiu pro combate. Como você quer gozar, perguntou? Pedi o papai-mamãe e a penetrei com tanta força que gozei absurdamente rápido, algo não costuma acontecer, ainda mais na segunda vez.

Caí ao seu lado, novas carícias, mas logo me levantei e fui pro banho, pois não queria atrapalhar seus horários. Quando voltei ao quarto, ela estava deitada na cama, ainda nua, de bruços. Se eu não tivesse que atender alguém daqui a pouco, eu bem ia dormir, me falou enquanto eu me vestia. Manda ele embora e a gente dorme de conchinha, provoquei.

Nos despedimos na porta com um beijo gostoso. Saí pelo corredor e encontrei um jovem de uns 12 anos no Hall do elevador. Eu devia estar com sorriso bobo no rosto, pois ele ficou me encarando. Se tivesse puxado assunto, teria dito a ele para, depois de crescido, bater na porta pela qual eu tinha saído para provar o melhor M&M's que possivelmente ele vai experimentar em sua vida. Descemos pelo elevador em silêncio enquanto eu sorria.

Rai, Eddie Adams, Claudio_rdp, membro, M21, Gordin Boêmio, Gatitus, Sueco, PauloCesar, Lyon, Conde Da Valáquia, Barbosa82, Mave, Dionizio_RJ, predador69, Fatblack, Brutus, Helena Esparta, Oscar, The Shy, Digboy, Madruguinha, ronondex, Ikki RJ, The Witcher, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
ALICE TIJUCA
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03 de Novembro de 2023 às 22:11


ALICE TIJUCA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=15591

Vou fazer um relato diferente dos demais. Não pretendo destacar aqui aqui os atributos físicos da Alice e nem maiores detalhes do seu atendimento. Ela já é bem conhecida no fórum e a maioria conhece sua beleza, seus méritos e suas virtudes. Podemos considerar, portanto, isto aqui, uma espécie de não-relato.

Para não deixar de falar da Alice, vou dizer apenas que ela está mais bonita e atraente a cada dia que passa. A moça de biotipo mais magrinha que conheci ganhou novos contornos, com seios volumosos e uma retaguarda de respeito, sem falar na beleza de seu rosto e cabelos.

Marquei este encontro com a Alice num dia em que estava muito pra baixo. Problemas no casamento, no trabalho e  com uma "namorada" estava tirando meu sossego. A Alice me mandou uma mensagem e conversamos brevemente. Falei que estava precisando muito de uma sessão com ela, mas que talvez eu não fosse uma boa companhia. Fez besteira, né?, ela previu. Sim e não, respondi. Vem e a gente conversa. Dei sorte dela ter horário de bate-pronto. Peguei o carro e rumei para a Tijuca.

Cheguei mais cedo que imaginava, as vezes o trânsito ajuda. Mandei msg, ela pediu um minuto. Quando me autorizou a subir, eu entendi: ela também tinha acabado de chegar, ainda estava com a toalha enrolada no corpo. Me pediu para ficar à vontade e disse que iria tomar um banho rápido. Depois que ela voltou, fui também ao chuveiro. Retornei, deitei na maca e começamos a conversar enquanto ela me massageava.

Alice me ouviu, deu conselhos e riu comigo da parte boba dos meus problemas enquanto me aplicava uma massagem sensacional. Ela foi a voz da experiência, foi uma amiga que já me conhece há tempos e que sabe meu jeito, minha índole e minhas preocupações. Entrou na minha cabeça e me orientou enquanto fazia maravilhas com meu corpo. Ela foi uma companhia excepcional e soube me conduzir à conclusão óbvia: nossos problemas não são tão grandes quanto parecem. Neste dia ela extraiu de mim muito mais que um orgasmo. Ela foi a parceira que eu precisava, que me fez mais leve e fez meu dia ficar melhor. As vezes a gente quer só trepar. Naquele dia eu precisava de algo além disso e foi o que a Alice, generosamente, me entregou.
Não tenho o hábito de relatar repetecos, mas este foi mais que obrigatório. Já me encontro com a Alice há mais de um ano e ela está sempre me surpreendendo. Não faço ideia de quantas vezes já nos vimos. Com certeza mais de 10, possivelmente mais de vinte. Chegaremos na centena? Eu espero que sim.

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LUNA SOARES - Centro - Rio de Janeiro - RJ
LUNA SOARES
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02 de Novembro de 2023 às 11:11


LUNA SOARES - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=23740

Namorava as fotos da Luna desde sua passagem pela Ônix. No terceiro encontro do Arena, tive a oportunidade de vê-la de perto. Estava vestida discretamente: calça jeans, uma camiseta branca e salto. Chegou com as amigas, me cumprimentou e parou ao meu lado no mezanino, observando as pessoas lá embaixo. Aproveitei para contemplar sua beleza. As tranças em seu cabelo desciam pelas suas costas e chegavam até o bumbum, que é sem dúvidas, uma das partes mais bonitas do seu corpo: volumoso, convidativo, protuberante, firme, chamativo, ... Perdi meus olhos nela sem pudor, levemente alcoolizado, e demorei tanto tempo que ela acabou notando minha fixação. Olhou pra mim e sorriu um convite. Não tinha jeito, em algum momento a gente ia ter que se encontrar com menos roupa.

Meses depois revi a Luna em uma resenha informal no Zezé. Apenas nos cumprimentamos pois ela estava conversando com um camarada e não quis atrapalhar. Semanas depois em nova resenha, tivemos a oportunidade de bater um papo. Impressionou-me sua voz delicada e o jeito de menina. Pude finalmente notar seus olhos que eu julgava castanhos, mas que naquela noite se apresentaram para mim num mel profundo. Luna se expressa bem, é falante e alterna entre uma personalidade agitada e tímida. Surpreendeu-me ao tomar a iniciativa da conversa em diversos momentos. Achou que eu tinha cara de advogado e quis tirar umas dúvidas sobre contratos de aluguel. Depois quis saber o que eu fazia da vida e ao perceber que meu trabalho não era nada interessante, me perguntou sobre meus hobbies. Descobrimos algumas afinidades e apesar do jeito gentil com que se expressa, ela aproveitava qualquer oportunidade para emendar assuntos mais indecorosos na conversa. Se havia dúvida em relação a um encontro, estas desapareceram.

No dia do encontro mandei uma mensagem para ela e perguntei se beberia umas cervejas comigo, se havia geladeira em seu local. Eu vou adorar, ela respondeu quase que imediatamente. Passei em uma mercado na esquina da Álvaro Alvim, peguei 4 latões, 2 Brahmas que ela estava bebendo no dia que conversamos e 2 Heinekens pra mim. Subi em um dos elevadores de AA37 e fui recebido por ela na porta em uma lingerie preta transparente. Fomos para o quarto, que é bem pequeno, mas atende ao propósito do encontro, entreguei as bebidas e fui tomar banho enquanto ela guardava as latas na geladeira. Voltei do banho apenas de cueca e abrimos a primeira lata para quebrar o gelo. Poxa, Cervejeiro, achei que ia trazer umas cervejas diferentes, ela comentou. Não deu para trazer nada do meu estoque pessoal, respondi, patroa tá me vigiando. Prometi que traria na próxima.

Não chegamos a beber muita coisa. Os copos ficaram esquentando no chão enquanto nossas bocas se reconheciam. Luna tem um beijo muito carinhoso e  insistente. Passava a mão em seus cabelos, agora sem as tranças e quando nossas bocas se afastavam, aproveitava para observar seus olhos tão expressivos. Achei Luna uma mulher muito bonita: boca, nariz, olhos, queixo, tudo em harmonia.

Ela se deitou eu fui explorar seu corpo. Ela respondia as carícias e gemia baixinho, um gemido fininho, bastante provocante. Passei por seus seios, barriga e dei leves mordidas em suas coxas. Luna é uma mulher de substância, carnuda, uma delícia de apertar e morder. Abusei de suas pernas e panturrilha, mas logo fui aonde mais me interessava. Ela correspondeu ao carinhos, continuava gemendo baixinho enquanto eu brincava com ela em minha boca. Chegou a quase gozar umas três ou quatro vezes. Passou a mover o quadril e me auxiliar no movimento. Não se entregou fácil, me deu trabalho, mas quando cedeu, culminou numa explosão que a fez elevar sua voz e gemidos. Ali eu vi a verdadeira Luna, sem qualquer contenção, entregue ao prazer, sonora, sem amarras, ressonante. Chegou a colocar as palmas das mãos sobre a boca para se conter,  tímida, tamanho seu descontrole diante do orgasmo que demorou a chegar. Deitei ao seu lado e ela me pediu um minuto para para se recompor. Sei que não se deve perguntar, basta ler os sinais, mas não resisti: foi gostoso? Gostoso, ela respondeu. Quer dizer, foi mais que gostoso, foi maravilhoso. Rimos e ficamos trocando carícias.

Quando se recompôs, disse que era sua vez. Deitei no centro da cama e ela voltou a me beijar. Passou boca e língua no meu corpo delicadamente até chegar aonde eu queria. Mostrou seu talento e atendeu minhas expectativas: quando conversávamos na semana seguinte, eu olhava sua boca bem delineada e me projetava entre seus lábios. O boquete foi espetacular, aplicado de 4 em frente a um pequeno espelho na parede que me permitiu observar em detalhes seu corpo através do reflexo. Não demorei muito para pedir a camisinha e estar no lugar que meu olhos fitvam.

Primeiro ela veio por cima e eu só curti a vista e seus movimentos alternados. Depois pedi que ficasse de 4, a posição mais espetacular e que favorece seu corpo e aquelas curvas tão formidáveis. Durante todo o ato ela virava o rosto para trás, me olhava e gemia, aumentado minha vontade de continuar ali e avançar cada vez mais forte contra ela. Coloquei meu indicador em seu cuzinho e fiquei sentido meu pau passar lentamente, uma parede tão fina separava as duas coisas. Um tesão absurdo, eu suava de gotejar sobre a Luna. Trocamos para o PPMM e ali acabaram minhas forças. Pedi um tempo e deitei ao seu lado. Ela tentou aumentar a potência do ar condicionado, em vão. Acho que a gente tá muito quente, comentou. Só vai melhorar se a gente sossegar um pouco. Concordei e ela foi pegar uma das cervejas na geladeira.

Bebemos mais uma latinha e voltamos a nos pegar. Percebi que ela estava bem excitada novamente e perguntei: quer que eu te chupe mais uma vez? Ela mordeu os lábios e balançou a cabeça. Nova sessão e mais uma vez, após alguma insistência, ela explodiu em descontrole. Desta vez não levou as mãos à boca. Não havia mais o que esconder. Recostei na cama e ela veio me chupar, um tesão absurdo. Avisei depois de um tempo que se ela continuasse daquele jeito eu iria gozar ali mesmo. Então ela aumentou a pressão e eu me entreguei a um orgasmo extremo e longevo. Não tenho certeza, pois ela não me deixou ver nada do que extraiu de mim, mas acredito ter ejaculado um volume fora do normal. Não esqueço a expressão no rosto dela ao descolar do meu corpo,  travar os lábios e ir cuspir o produto daquela pegação na lixeira.

Depois que gozei, ela se deitou ao meu lado, pegou um dos meus braços e se aninhou, de olhos fechados. Fechei também os meus enquanto sentia o calor de seu corpo e, de tão relaxado, acabei adormecendo. Acordei num susto, acredito que uns 5 minutos depois. Era a realidade me chamando. Perguntei como estava nosso tempo e, ao olhar o relógio, vi que já estávamos estourados. Ela voltou a me abraçar e fechou novamente os olhos. Relaxei e também me entreguei por mais alguns momentos.

Foi um primeiro encontro de alto nível que já está pedindo por mais uma sessão. Creio que a segunda vez será ainda melhor, pois há algumas coisas que não exploramos naquelas duas horas intensas.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
LP come queto, Brutus, CafécomLeite, Gatitus, Detonador, tuosen, Julio Cesar 34, Felipe_BR, Bruce Wayne, M21, Mr.M, Café, Negão_01, Digboy, Gordin Boêmio, Fatblack, Conde Da Valáquia, Madruguinha, Holmes, Dionizio_RJ, Sued, Barbosa82, Mítico, Jhart, Eddie Adams, gargamel, Ikki RJ, Lyon, Novaes87, Mave, Luna Soares, pgggato45, Nego Dengo, curtiram esse TD.
MELISSA LIMA - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98881-8019
MELISSA LIMA
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$400.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

27 de Outubro de 2023 às 15:10


MELISSA LIMA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=23095

Já namorava as fotos da Melissa aqui no Arena há algum tempo. Mas como sempre, o fato delq não mostrar o rosto me deixava com receio. Até que um dia nos esbarramos no chat. Ela usava um avatar cartunesco, daqueles feitos por software a partir de uma foto. Imediatamente mandei uma mensagem pra ela via WhatsApp e perguntei se era ela no avatar. Ela confirmou. Vamos marcar, respondi de imediato, você é gatinha d+. Quando está disponível? Obviamente concorrida, nossa agenda não bateu. Marquei então para  umas 2 semanas à frente, mas pedi que me avisasse se houvesse alguma desistência.

Fiquei uns 2 dias conversando e provocando a Mel no WhatsApp. Até que recebo uma mensagem dela me avisando que haviam desistido do primeiro horário no dia seguinte, justo o primeiro horário, meu preferido. Não tive dúvidas: bora conhecer esta mocinha.

Marquei com ela no Magnus, hotel ao lado do Nova América para facilitar seu deslocamento e pela conveniência de ser próximo à minha casa. Marcamos as 10, mas chequei 9:30. Peguei a suite mais simples, com garagem privativa, que saiu por R$130. Assim que subi vi uma mensagem da Melissa, perguntando se tinha sido eu que havia passado de carro. Respondi que sim e ela me falou que já estava na recepção. Passei o quarto e ela subiu. Achei muito positivo ela ter chegado com antecedência. Pontualidade vale ouro.

A Melissa chegou em um vestido vermelho tomara-que-caia colado no corpo e tênis branco. Nos cumprimentamos com um selinho ainda na ante sala. Você é mais bonita que na foto, falei pra ela. Sério?, perguntou. Sério, falei, ainda bem! Tenho dificuldades com mulheres que não são bonitas. Um feio basta na relação. Fomos para o quarto. Ela largou suas coisas na cama, subiu em um degrau que havia no piso e me deu um beijo caloroso e demorado. Foi um cartão de visitas. Ela pegou uma das minhas mãos e me fez apertar sua bunda por sobre o vestido. Depois a conduziu até sua coxa e me fez deslizar por ela levando o vestido junto. Queria me mostrar que estava sem calcinha. Fui para seu pescoço e senti o delicado perfume que usava. Enquanto descia minha boca ela aproveitou para baixar o vestido e me ofereceu os seios, uma obra de arte: bem feitos, macios e bastante protuberantes. Beijei, chupei e mordi levemente. Morde mais forte, ela falou. Obedeci, mas ainda contido, com receio de machucá-la. Pode morder, ela repetiu, faz com forca. Fiz com o máximo de intensidade que julguei possível sem que houvesse risco de machucá-la. Ela ainda me provocou: agora sim você mordeu direito. Na hora eu pensei: caralho, essa mina é doida. E eu me amarro numa maluca. Isso aqui vai dar merda sério. Voltamos a nos beijar e ela procurou minha calça, apertando meu pau. Eu já estava bastante atiçado, mas ela me segurou: eu preciso tomar um banho, você espera?

Retornou com uma lingerie rosa espetacular. Fiquei admirando e pensei: porra, essa mina é foda: gatinha, gostosa, beija que é um absurdo... não é possível, deve ter algum defeito. Tirei a roupa e  voltamos a nos pegar. Você * ***inho, sussurrou em meu ouvido com uma voz que dá até arrepios de lembrar. Como não tinha entendido, pedi desculpas. Então ela repetiu olhando nos meus olhos: você é gatinho. Eu ri e voltei a beijá-la.

A lingerie não demorou muito no corpo da Melissa. Eu queria provar novamente aqueles seios sensacionais, mas ela se antecipou. Arrancou minha cueca e foi me beijando, depois emendou um boquete inacreditável, com direito a tudo era possível: olho no olho, língua, boca, bochechas, lábios, garganta, saliva e punheta. A Melissa tem uma habilidade impressionante.

Foi difícil encontrar forças para escapar daquele boquete, mas eu já estava muito curioso para sentir o gostinho da Mel. Fui descendo por seu corpo, parei em seus seios, desci com a língua por uma barriga muito sensual. Depois pulei para suas coxas. O tempo todo ela me pedia para mordê-la. Sou fominha, mastigar é comigo mesmo: mordi até suas panturrilhas. Retornei pelo caminho já percorrido e fui beijar suas partes mais cobiçadas. Cheiro, gosto e anatomia impecáveis. Fiz do jeito que estava acostumado, alternando lambidas, chupadas e carinho com os lábios. Fiz com todo o gosto e desejo que tinha, mas ela exigiu: faz mais forte. Coloquei mais pressão, apertei seus seios enquanto a chupava, mas ela não estava satisfeita: mais forte amor, mais forte. Com dois dedos de uma das mãos ela expôs ainda mais o clitóris com um convite: morde! Obedeci. Morde mais forte, amor. Obedeci novamente. Ela se contorcia, mas cada vez queria mais. Aproveitei a excitação e a penetrei com um dos dedos. Ela passou a gemer mais intensamente, se retorcia. Coloquei mais um dedo e fui massageanfo o interior da sua vagina enquanto a chupava. Esfrega sua barba, vai. Acariciei seu grelinho com a minha barba mas logo retornei minha boca ao local de origem. A Melissa parecia possuída. Ela pedia cada vez mais forte e mais rápido. Pegou minha outra mão e pressionou contra sua bunda. Aproveitei a situação: lambuzei o indicador e penetrei a entrada do seu cuzinho. Continuei chupando e lambendo insistentemente, um dos dedos de uma das mãos em seu ânus e os três dedos da outra em sua vagina. Foi uma ginástica inacreditável. Ela gemia e puxava meus cabelos, forçava minha boca e língua contra seu clitóris, se esfregava e me apertava. Com um dos pés empurrava meu cotovelo, me forçando a ir ainda mais fundo com os dedos. Ela me manipulava como a uma marionete. Cheguei a duvidar que ela fosse gozar, mas finalmente ela cedeu e me mostrou um dos orgasmos mais intensos que eu já pude experimentar. Quando terminamos eu estava exausto. Olhei para o espelho e vi o recorte de um abuso: eu estava suado como se houvesse corrido uma maratona, os cabelos totalmente desalinhados e a barba toda desgrenhada. Confesso: me senti estuprado. E gostei pra caralho. Deitei ao seu lado para descansar, mas logo ela procurou meu pau com uma das mãos. Quando percebi que não ia ter sossego, já estava sendo macerado pela boca da Melissa.

O boquete me causou uma ereção absurda e quase instantânea. Pedi que pegasse logo a camisinha e ela veio por cima. Sentou por cima de mim de frente e eu me limitei a admirar aquele corpo perfeito enquanto ela subia e descia. Me beijava e voltava a se esfregar em meu pau. Sem deixar que ele escapasse de dentro de si, virou de costas e continuou a rebolar. Olhei seu cuzinho vulnerável não resisti penetrar com um dos dedos. Depois de um tempo ela voltou a posição original, deitou em meu peito apoiando a cabeça no ombro e inacreditavelmente quase me fez gozar com movimentos leves e carinhosos. Pedi para trocarmos pro PPMM. Penetrei com toda vontade que eu tinha. Peguei seus pés e coloquei contra meu peito, aumentando ainda mais a compressão que ela fazia em meu pau. Gozei de maneira extraordinária.

Depois de um tempo deitado, avisei que iria tomar um banho para que pudéssemos beber o vinho que eu havia levado. Vou com você, falou e me seguiu.

Abrimos o vinho depois do banho e bebemos em tupilas de chope pois não haviam taças no quarto. Ficamos conversando, mas sequer consegui terminar o primeiro copo. A Melissa logo veio me beijar. Depois repousou o copo sobre a cabeceira da cama e começou a acariciar meu pau. Não demorou muito e começamos o segundo round, de igual intensidade. Com ela de 4, penetrei até esgotar minhas forças. Meu pau foi junto e adormeceu. Comecei a chupá-la, mas depois de um tempo ela me avisou que não iria conseguir gozar novamente. Voltou a me fazer um boquete e me perguntou se eu não queria dar leitinho em sua boca. Aquilo mexeu comigo absurdamentente. Meu pau ficou uma rocha. Hesitei entre gozar em sua boquinha e comê-la novamente. Não resisti, peguei a camisinha e gozei no PPMM. Mais um orgasmo muito intenso. Depois ela ainda reclamou: poxa, não me deu na boquinha. Admito: bateu um certo arrependimento.

Ficamos na cama conversando e enxugando a garrafa de vinho. Fiquei preocupado com a hora e perguntei se não havíamos estourado o tempo. Eu poderia ficar ali o dia inteiro com ela, mas eu infelizmente tinha um compromisso que não podia perder. Ofereci uma carona até o centro da cidade e ela aceitou. Fomos conversando. No caminho me fez elogios, me chamou de gatinho novamente e tentou pegar no meu pau enquanto eu dirigia. Falei pra ela não fazer aquilo senão ia dar merda e eu ia desisti de um compromisso que não podia perder de jeito nenhum. Ainda me provocou, mas eu me esquivei. Me senti um vegano no Corrientes 348.

A Melissa foi uma experiência única, uma das trepadas mais avassaladores que eu já tive. Tudo nela é intenso e superlativo. Fiquei me sentindo um idiota por ter demorado tanto tempo para marcar e agora preciso de um repeteco para ontem. Ela é bonita, charmosa, meiga, moleca, gostosa e adora a brincadeira. Um furacão de um metro e cinquenta com um corpo impecável e habilidade para levar qualquer um ao delírio. Ela exige disposição, mas valeu cada gota de suor que tirou de mim.

M21, Alana Ferri, Soldadobarba, predador69, Bruce Wayne, Gordin Boêmio, Delanmax, Conde Da Valáquia, vadeR, PrefeitoComeCu, Tronche63, Gatitus, Claudio_rdp, Melissa Lima, Speroff, CafécomLeite, MagroNit, Eddie Adams, Digboy, Estarossa, PauloCesar, Melissa Castelli, Brand, Papai Noel, Top Gun, Helena Esparta, Latrell Spencer, Mave, LP come queto, ViciadoEmPeitudas, Eva Sanchez, Barbosa82, Jucabar, Lyon, Fazzo Casanova, Negão_01, GaelK, Marcela Leal, Ikki RJ, The Witcher, chorao, curtiram esse TD.
ALICE DURANT - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97677-6119
ALICE DURANT
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

18 de Outubro de 2023 às 08:10


ALICE DURANT - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=21070

Vi a Alice em um dos encontros do Arena quando ela chegou acompanhando o camarada MRio. Perguntei a alguns amigos a respeito da moça e ela automaticamente entrou no meu radar. Depois o sortudo do Bruce Wayne veio me contar do seu encontro com ela por conta do sorteio, colocando-a no topo da minha lista.

A Alice estava diferente do que eu me recordava. Antes, com os cabelos mais curtos em Chanel que lhe conferiam um charme particular, mas desta vez, com eles mais compridos. De qualquer forma estava muito bonita.

Ela me recebeu com um beijo contido. Pareceu um pouco sonolenta, mas depois percebi que, na verdade, era apenas timidez. Quando voltei do banho, colou em mim com beijos mais provocantes.

Fui admirando seu corpo longilíneo e com curvas apropriadas conforme ela foi tirando a lingerie azul bebê que vestia. A pele branquinha e os seios pequenos, mas deliciosos, me capturaram de largada. Fiquei lembrando do quadrinhos Lost Girls do Alan Moore, que retrata Alice (do país das maravilhas), Dorothy (do mágico de Oz) e Wendy (do Peter Pan) em uma história alternativa regada a muita sacanagem (algumas trágicas e bem pesadas, é verdade). Se nossa Durant fosse personagem de alguma história indecorosa, mas com personagens da Disney, certamente ela seria uma Branca de Neve obscena. Sou capaz de imaginar um cosplay erótico que deixa meu pau duro só de pensar.

Nos atracamos na beira da cama e logo ela me convida a deitar. Segue me beijando, desce com seus lábios pelo meu corpo e vai passeando pelos mamilos, barriga, coxas. Logo chega no meu pau. Aí nossa Branca de Neves se transforma. Eu estava meio preguiçoso no dia, tinha dormido pouco (maldita insônia), então deixei a Alice se divertir ali por um bom tempo. Ela vai gemendo baixinho enquanto atua com o pau na boca. É discreta, alterna carinho e devassidão, faz um boquete muito gostoso. Sabe brincar e enfeitiçar.

Quando resolvo deixar de ser egoísta, sugiro um 69. Bucetinha gostosa. Chupo bastante, mas percebo que ela não vai gozar daquele jeito. Peço então para pegarmos a camisinha e primeiro vamos no papai mamãe. Ela segue com os gemidinhos instigantes. Depois trocamos para ela de 4. Estava uma delícia, mas a provável falta de sono me deixa meia bomba na metade do percurso. Forço a barra, suado pelo esforço, mas vejo que não vai rolar a gozada. A Alice percebe minha frustração e pergunta o que eu queria fazer. Digo que só queria gozar. Ela então pergunta se pode me chupar. Sento na cama e ela vem furiosa no meu pau. Ele se anima de novo, mas o gozo não vinha. Alice seguiu determinada, me aplicou uma mistura fatal, alternando boquete e punheta. Depois de um bom tempo, finalmente, me acabei de gozar em sua boquinha gostosa, que só me largou quando viu que não tinha mais nada para extrair. Ainda de boca cheia, segurando a mão embaixo do queixo para não deixar nada escapar e sujar a cama, viu minha cara de acabado e falou: ainda bem, né, achei que não ia conseguir. Depois ela saiu e foi ao banheiro se limpar. Voltou e perguntou se podia me dar outro beijo. Aceitei.

Saí do apartamento da Alice leve, relaxado e pronto para dormir umas 12 horas seguidas. Agradeci a ela pela dedicação e prometi voltar em melhores condições de combate.

A Alice é uma gata novinha, bem bonita, toda branquinha, daquelas que fica com a marca evidente depois de um bom tapa. Tem os seios perfeitos e uma bundinha muito bonita. Minha performance foi aquém do que esperava, mas a sensibilidade dela ao perceber meu estado abatido foi incrível. Trata-se de uma pessoa muito generosa e gentil que quero rever em breve.

Está confirmado: ela é boa antes, Durant e depois.

predador69, gargamel, Gatitus, Degrov Morgan, Dionizio_RJ, ogimao, Jucabar, Brand, Eva Sanchez, Eddie Adams, Café, Conde Da Valáquia, Alana Ferri, Rai, Apolo, Digboy, The Witcher, Mave, Barbosa82, pauloeduardo, Oscar, The Shy, hamster, Mítico, Bruce Wayne, Fatblack, Alice Durant, Lyon, Arch Enemy, vadeR, Latrell Spencer, Sued, Tyrion, Mister M, Broker83, curtiram esse TD.
LUNNA GEEK - Centro - Rio de Janeiro - RJ
LUNNA GEEK
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

02 de Outubro de 2023 às 18:10


LUNNA GEEK - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=23935

Desde moleque tive uma queda por mulheres mais velhas. Não que as mais novas não me agradem também, mas são as mais velhas que sempre me chamaram mais a atenção. Quis o destino que tais mulheres surgissem na minha vida o tempo todo e me permitissem as melhores experiências da minha vida: a professora de inglês, a de espanhol, uma vizinha, a coordenadora de um curso, uma pintora, a secretária do escritório... Estas recorrências acabaram por moldar meu imaginário e mantiveram a faixa dos 30 aos 50 anos na minha zona de atuação.

Eis que surge no Arena esta novinha de óculos com suas dancinhas de Tiktok. O óculos é outro fetiche que tenho dificuldade de resistir, provavelmente por conta das figuras mais velhas, todas de óculos. Vi as fotos da Lunna Geek e a achei interessante, mas logo pensei que era muito novinha. E a Lunna de fato tem uma carinha de moleca, um jeitinho de quem tá no prelúdio da vida. Fiquei com ela na minha cabeça uns dias, memória que era reativada sempre que ela postava uma foto ou um vídeo no Arena. Pensava: essa novinha é gatinha, parece danada d+.

Então em um fim de domingo eu vejo uma mensagem dela dizendo que tinha novidades, que estava fazendo anal. Aí me pegou. Foda-se que é novinha, vou mandar uma mensagem. No WhatsApp a Lunna me conquistou: atenciosa, falante, safadinha, meio doidinha e sem meias palavras. Marcamos para a terca-feira seguinte no hotel Megara, próximo à minha casa. Se não me engano, a suíte simples com garagem estava 150 reais, sem hidro.

A Lunna chegou perto do horário combinado e logo me ganhou pela espontaneidade: agitada, serelepe, cheia de energia. Me cumprimentou com um selinho e disse que ia para o banho. Foi tirando a roupa de porta aberta. Falei pra ela: se for ficar mais à vontade, pode fechar a porta, eu não me incomodo. Você é fofo, obrigada!, ela respondeu, e foi pro chuveiro.

Chegou do banho de lingerie preta, os óculos das fotos do Arena e foi logo se sentando no meu colo. Nos beijamos e fomos tirando nossas roupas como dava.

Lunna me fez um boquete muito gostoso, com ritmo, pressão, engolidas e tudo que há de se fazer com muita competência. Elogiei sua técnica e ela me respondeu, sem o menor pudor, quer era boa nisso, que tinha praticado bastante e desenvolvido sua habilidade. Quase pedi pra gozar ali mesmo na sua boca gostosa, mas como havíamos marcado 2 horas, tínhamos tempo e muita coisa pra fazer. Pedi para ela vir num 69 e pude chupar sua bocetinha gostosa. Não demorou muito e ela gozou. Saiu de cima de mim, beijou minha boca e disse: eu sou muito fraca no oral, gozo fácil. Você é uma delícia, respondi. E você é safado, sabe fazer gostoso.

Pegamos a camisinha e fomos no papai mamãe, depois alternamos, com a Lunna de 4. Ela é magrinha, mas tem a bundinha muito gostosa. Ficamos por um tempo na posição, mas por algum motivo eu me desconcentrei e fiquei meia bomba. Lunna me chupou mais um pouco e quando estava pronto novamente, perguntou se eu queria fazer anal. Começamos de ladinho, pedido dela para se acostumar. E realmente foi difícil de encaixar. Ela é bem apertadinha, mas com jeitinho a coisa fluiu. Depois trocamos para ela de 4, mas eu estava com dificuldade para gozar, mesmo estando muito gostoso, e depois de um tempo, amoleci novamente.

A Lunna me pediu um tempo para se recuperar. Fui ao banheiro tomar outra ducha pois estava muito suado. Quando retorno ela me chama pra cama e recomeçamos a pegação. Ela me chupa magistralmente de novo, meu pau volta à vida, mas antes, quero chupá-la novamente, desta vez com ela deitada. Mais uma gozada muito gostosa e logo ela volta a me chupar. Ela olha nos meus olhos e diz que vai me chupar até meu pau ficar muito duro para que eu possa gozar. Promessa cumprida, boquete delicioso e voltamos ao papai mamãe. Desta vez eu penetro a Lunna com muita vontade e gozo tudo que estava acumulado desde o início do encontro. Com a alma fora do corpo, ela ainda me provoca: agora foi heim, essa foi pra valer. Rimos, caio na cama ao seu lado e ficamos trocando carícias até dar nosso tempo.

Pra quem tem fixação nas mais velhas, a Lunna foi uma variação muito boa. Vivaz, autêntica, moleca, libertina e com iniciativa. Sabe o que está fazendo e como agradar. Estava muito cheirosa e tem um charme todo natural. Percebi que é vaidosa e até um pouco narcisista, pois a flagrei se olhando no espelho em diversos momentos. Como julgá-la? O que é bonito deve ser apreciado e a Lunna é uma gatinha deliciosa. É uma novinha que não deve nada às mais experientes e que pretendo repetir logo logo e quantas vezes forem possíveis. Lunna, você fisgou esse meu coração cervejeiro.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
PrefeitoComeCu, Digboy, Mave, Gatitus, Tyrion, PoetaW, Eddie Adams, pauloeduardo, chorao, Rjnet, Café, Jucabar, Novaes87, Detonador, Surfcoh, Incubo, Arch Enemy, Paulista88, Efraim, Negão_01, predador69, Mítico, Sued, Latrell Spencer, Ikki RJ, pgggato45, Vin Diesel, Dionizio_RJ, Brand, Fatblack, Marcinho, Barbosa82, ogimao, Horus, Degrov Morgan, carioca.csd, Gordin Boêmio, Julio Cesar 34, T'challa, The Witcher, Araujo, MagroNit, Atom, Papai Noel, Y@N, hamster, M21, Madruguinha, curtiram esse TD.
BEL / NAMY SUAN - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97713-0883
NAMY SUAN
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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18 de Setembro de 2023 às 22:09


NAMY SUAN - https://garotacomlocal.com/acompanhante/nami-suan/

Essa vida de ponte área me faz chegar no RJ mais galudo que o normal. Ainda em SP, vi as fotos da Namy e mandei uma mensagem perguntando se tinha horário próximo à minha chegada no Santos Dummont.

O Local da Nami é colado no Zezé, na Alcindo Guanabara. Trata-se de sala com divisórias até o teto, que ela deve dividir com alguma amiga. Há um banheiro bem espaçoso e a sala é grande. Logo que volto do banho ela me pergunta se prefiro a maca ou o colchão. Pergunto o que ela recomenda e ela me responde de bate-pronto: o colchão.

Ela começa a massagem pelos pés, já nua, e depois sobe para as coxas. Ao evoluir para as costas, ela sentou sobre uma das minhas pernas e pude sentir ela esfregando a bucetinha em mim. A massagem estava bem gostosa, mas senti que ela evoluiu rápido e logo me pediu para virar. Iniciou com uma linguam bem gostosa pra deixar o garoto de pé e depois emendou o boquete. Estava muito gostoso e rapidamente alternamos para um 69, onde passamos boa parte do tempo. Apesar dos meus esforços, seu sentia que ela quase chegava no gozo, mas voltava dois passos, não conseguia terminar. Após um tempo ela saiu de cima de cima e me disse que tava doida pra gozar. Perguntou, quase me intimando, se eu poderia chupá-la deitava. Obedeci as ordens da mocinha e logo ela terminou. Depois me ajoelhei ao seu lado e ela ficou me chupando enquanto se recuperava. Aproveitei que estava bem lubrificada e fiquei brincando com a sua bucetinha enquanto ela me abocanhava. O tesão estava nas alturas. Para minha surpresa, ela parou de me chupar por um momenyo e anunciou que se eu continuasse ela iria gozar de novo. Eu continei e ela explodiu em uns gemidos fininhos, bem excitantes, se contorcendo na cama. Parecia uma gatinha manhosa. Namy é tipo MMs, só que melhor: derreteu na boca e na minha mão. Depois ainda me confidenciou: vocês foristas não são fáceis. Vocês marcam atendimento comigo e são vocês que me atendem. Peço para ela pegar a camisinha e finalizo no papai mamãe com o tempo já estourando.

A Namy é uma mocinha muito simpática, gentil, geme melosamente, fica totalmente enxarcada e se envolve na brincadeira. Fez um boquete muito gostoso, que tive vontade de terminar em sua boca. Foi atenciosa no contato via telefone e pessoalmente é bem charmosa.







ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
gargamel, Oscar, The Shy, Brand, pauloeduardo, Café, Gatitus, Eddie Adams, Digboy, Predator, Ikki RJ, Frederico Cotrim, Mítico, Mr69, Dionizio_RJ, Fatblack, Apolo, Lisbela Varela, Saulo Top, Rai, Lyon, Papai Noel, Helena Esparta, Diazepan, The Witcher, curtiram esse TD.
LETÍCIA TERAPEUTA - Méier - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97707-6072
LETICIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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11 de Setembro de 2023 às 10:09


LETICIA - https://destackterapias.com/a/leticia-3/

Motivado por um TD do Saulo com esta menina e pela necessidade de ir buscar o resultado de uns exames no Méier, resolvo combinar uma fugida. Mando mensagem para a Letícia e tiro minhas dúvidas sobre o atendimento. Ela me responde sobre os tipos de massagem e sobre a finalização intima, que custa 20 reais a mais. Combino apenas a massagem nuru, com finalização no oral. Pra gente se conhecer, digo. Ela concorda e fechamos negócio.

Sempre fico meio apreensivo na primeira vez com a menina. Principalmente as que tem poucas fotos ou com aquelas que não mostram o rosto. Felizmente, as fotos da Letícia são fiéis e ela é bem simpática pessoalmente. Fui cumprimentado com um beijo no rosto, de maneira formal e fui logo para o banho.

A Letícia está atendendo em outro endereço temporariamente, mas seu local é na Hemengarda, 20, prédio de esquina com a Dias da Cruz, de fácil acesso e sem burocracia pra entrar. No local,  uma sala grande com colchão no chão e um banheiro de bom tamanho.

Ao retornar, deito de costas e ela me pede para respirar fundo enquanto acaricia meu corpo com a ponta dos dedos. Orienta que me concentre na respiração e no toque para que possamos criar uma conexão. A música escolhida ajuda, algo entre o meditativo e um jazz bem suave. Ela me acaricia o corpo todo umas 3 vezes e depois senta no chão, apoiando uma das minhas pernas em sua coxa. Pega uma creme aquecido e começa a massagem pela batata das pernas. Preocupada em agradar, me pergunta se a força está boa, se prefiro mais intenso. Digo que está perfeito e ela prossegue. A massagem é muito boa: panturrilha, canelas, a frente e o verso das coxas e  costas... Sem deixar de prestar atenção aos detalhes, ela alterna sensualidade com relaxamento, usa as pontas dos cabelos, sopra meu corpo, lambe meu pescoço, usa os seios. Faz pressão em diversos pontos das costas. Ora eu estava excitado, ora plenamente relaxado. Em certo momento ela sobe nas minhas costas e desliza seu corpo no meu, sempre muito cadenciada.

A massagem evolui. Percebo que ela troca a música para um Blues. Pega meu saco e começa a massagear. Puxa meu pênis levemente para baixo e o acaricia. Fica algum tempo alternando entre bolas e pau. Então pede que me vire devagar, reforça a importância da respiração.

Nua, ela vem massagear meu peito. Sobe em meu corpo e se esfrega em meu pau. Aproveito para acariciar suas coxas, bunda e seios. Em um dado momento ela prende meu pau entre as coxas e fica deslizando, em uma simulação do ato sexual. Meu tesão vai nas alturas. Ela se vira de costas e faz movimentos similares. Depois volta à posição original e vem beijar meus mamilos. Se aproxima da minha boca e me dá um selinho. Em nenhum momento havíamos combinado nada sobre beijos, mas todo o clima de sedução não me deixou resistir. Pego seu rosto gentilmente e a beijo. Ela corresponde sem hesitar. Um beijo suave, gostoso, que encaixou perfeitamente no meu. Ficamos um bom tempo nos beijando enquanto ela massageia meu pau com uma das mãos. Logo ela evolui para um boquete destruidor, lateralmente na cama, os corpos meio que cruzados. Não resisto e a puxo, sem forçar, para um 69. O toque da minha língua revela uma bucetinha úmida, já prenunciando certa excitação de sua parte. Ela se contorce, se esfrega em minha boca enquanto devora meu pau de todos os jeitos possíveis. A posição favorece minha ousadia. Passo saliva em um dos dedos e acaricio levemente seu cuzinho. Ela corresponde com um movimento e resolvo penetrá-la com o indicador, poucos centímetros, bem devagar, só para ver se ela curtia. Seu corpo responde, vou entrando, bem pouquinho. O 69 fica mais frenético. Sinto ela escorrer em minha boca e língua. Ela geme, surgem alguns espasmos, ela dá uma pausa de leve no oral e treme devagar. Acho que goza, mas não tenho certeza, pois a reação não foi inflamada. Algumas meninas são mais contidas no orgasmo, mas para ter certeza, só testando mais algumas vezes ou perguntando (o que não farei, pois acho indelicado). Parecendo satisfeita, ela desfaz o 69 e vai se dedicar ao boquete. Por um breve momento eu penso em quebrar o combinado e pedir o preservativo, mas estava tão absurdo que não quis estragar o momento com qualquer comunicação que não fosse corporal. Em pouco tempo eu explodo em sua boca. Uma gozada muito forte, muito excitante, sem interrupções, até a última gota. Vejo que ela está anotando mentalmente minhas reações e só não sorri porque está com a boca cheia. Sem levantar, ela pega um lenço umedecido e limpa meu pau. Depois cospe de maneira disfarçada o produto do meu prazer. Para complementar, pega um dos meus pés, coloca sobre sua coxa e começa a massageá-lo. Alterna para o outro e depois me pergunta se está tudo bem, se estou relaxado. Confesso: a gozada tinha sido fenomenal e a massagem nos pés para finalizar era o toque da mestra. Levanto, vou ao banho e quando retorno digo a ela que foi maravilho, quer era exatamente o que eu estava precisando.

Ela me avisa novamente que na próxima vez estará no endereço original, que também tem uma amiga que atende no mesmo lugar, que se eu me interessar, podemos combinar uma a 4 mãos, que com certeza eu vou gostar. Porra, se a Letícia sozinha acabou comigo sem mesmo treparmos, imagino o que vai fazer junto com uma amiga. Digo que vai ser um prazer. Depois ela me manda a foto da amiga pelo WhatsApp e me passa os valores. A amiga é bonita, uma negra esguia com um belo decote escapando pela camisa branca. Falo pra ela que vou marcar na primeira oportunidade

Indico fácil a Letícia, uma massagem muito sensual, que entrou fácil para a lista das melhores massagens que já recebi. A menina sabe fazer de tudo para criar um bom clima, tem um beijo muito gostoso e parece receptiva a um sexo de qualidade. Sem contar o boquete destruidor de quem sabe o que está fazendo. Faltou perguntar se ela faz anal, mas pelo retorno dos meus carinhos, acredito que não seja um problema. Repeteco fácil com essa mocinha sedutora.

Oscar, The Shy, Dionizio_RJ, Marty, Digboy, Saulo Top, Gatitus, Café, Julio Cesar 34, pauloeduardo, Sueco, Eddie Adams, Ikki RJ, The Witcher, Sued, Luke62, Letícia Terapeuta, curtiram esse TD.
LANA FLOWERS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98270-6969
LANA FLOWERS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

10 de Setembro de 2023 às 07:09


LANA FLOWERS - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=17974

Estive com a Lana no retorno de uma viagem a SP. Deixei pré agendado com ela dias antes, ficando de confirmar quando o avião estivesse pra decolar, só para não termos um desencontro por conta de atrasos no voo. Acabei conseguindo antecipar minha passagem e nos encontramos antes do combinado. Ficamos nos falando o tempo todo via WhatsApp e ajeitando os horários. Este é um dos primeiros aspectos positivos da Lana: ela é uma pessoa muito gente fina, de comunicação fácil e bem humorada, o que facilita bastante para marcar o encontro. Além disso, ela sabe muito bem provocar e cativar seu cliente. Já a havia conhecido pessoalmente nos 2 últimos encontros do Arena, onde ela despertou meu interesse por sua espontaneidade, mas como todos sabem, as listas são grandes, cheias de meninas maravilhosas e por mais que queiramos, não dá para encontrar com todas. A Lana foi, de maneira muito habilidosa, subindo posições na minha lista, principalmente por sua atuação no Arena Social. Não teve jeito: tivemos que marcar o mais rápido possível.

Outro aspecto positivo desta menina do Pará: ela sabe as armas quem tem à sua disposição e as utiliza com muita aptidão. No meu caso, me atiçou com as diferentes roupas e fantasias que ela mostrava quase que diariamente no Arena Social. Duas em específico me pegaram: a executiva e a professorinha, duas figuras que baguncaram meu coração no passado e que se mantiveram no meu imaginário de excitação. A segunda me seduziu aos 16 anos, professora do cursinho de inglês, trepou comigo como se o mundo fosse acabar. Acabou com um moleque que só tinha 2 experiências sexuais até então. A outra, aos 20 anos, dias antes da empresa falir, veio me contar que achava ruim a gente não se ver mais porque a empresa ia fechar as portas. Resolvemos nossa questão num motel naquele dia mesmo, durante o horário de trabalho. A empresa ia falir mesmo, que se foda. Lúcia e Erica, saudades, inclusive.

Voltando à Lana: me atiçou pelo WhatsApp, me pedia para escolher o modelito da ocasião. Fomos conversando, ajeitando os detalhes e esta criaturinha sempre me provocando. Em certo momento, ao tentar passar um blusa, me mandou uma mensagem brincando que perdeu a paciência, que o tecido era meio chato para desamassar, que eu teria que levar isto em consideração. Rimos das circunstâncias, falei que não se preocupasse. Mais destaques desta mocinha: bom huor, inteligência e leveza.

A produção que a Lana fez valeu a pena: estava de saia cinza, muito discreta, óculos no rosto e a blusa branca impossível de passar. Tinha prendido o cabelo em um penteado delicado e estava muito charmosa. Quase não tive tempo de deixar a mala de lado: me recebeu com um beijão e me provocou, queria saber se estava bonita e à altura da minha expectativa. Estava belíssima. Nos beijamos novamente, um beijo voraz, mas precisei interrompê-la para um banho. Pedi que me esperasse, que não desfizesse o visual.

Volto do banho e preciso confessar que a produção durou muito pouco. Lana me agarrou, nos beijamos e durante a pegação, subi sua saia e a toquei suavemente. Estava quente. Se virou de costas, exibindo a bunda e reclamou que eu não gostava das suas dancinhas enquanto se esfregava em mim. Rebolou em meu pau logo e começou um boquete inacreditável. Sem grandes descrições aqui, mas a menina sabe o que está fazendo, atiça com o olhar e é observadora: presta atenção em cada detalhe para ver o que mais agrada. Posso estar confundindo alguns detalhes, pois foi tudo muito intenso, mas se não me engano, para não queimar a largada, a interrompi para chupá-la. Gozou depojs de um tempo, não sem antes xingar, se contorcer, se acabar em gemidinhos e me falar que falar que chupo gostoso pra caralho. O ego agradece, o bobo gosta. I'm a believer.

Na sequência, ela vem me chupar mais uma vez. Novamente um show de boca, língua e punhetagem. Peço para ela pegar uma camisinha e ela sobe em cima de mim. Enquanto trepamos, mais beijos, lambidas em mamilos, apertões e muita vontade. Adorei os seios da Lana: compatíveis ao seu porte, naturais, macios. Não deixei de chupá-los enquanto a menina subia e descia no meu pau. São meu moranginhos, me disse quando os elogiei. São deliciosos, comentei.

Peço que ela fique de 4 na sequência. Já tô meio coroa, fora de forma, mas entreguei o melhor que podia. Lana se tocava enquanto a penetrava e gozou novamente. Continuamos naquela posição por mais um tempo, mas a camisinha secou, tirando um pouco da minha sensibilidade. Deitei novamente na came e pedi pra ela voltar ao que faz de melhor. Fiquei ali me divertindo com boquete e logo emendamos um 69, quando finalmente ela acabou comigo. Explodi em sua boca. Alma devidamente sugada, ela vai ao banheiro e depois retorna, encontrando meu corpo desfalecido sobre a cama.

Pedi para ela se deitar e me encaixei entre suas pernas. Beijei suas coxas e logo estava chupando ela novamente. Perguntei se queria uma terceira vez, mas ela me respondeu que seria muito difícil conseguir 3x seguidas. Ficamos em carícias e brincadeiras. Ela me ofereceu o chocolate que eu havia levado. Quando recusei, me disse: ainda bem, eu sou egoísta, não gosto de dividir.

Fui tomar meu banho. Acertei as contas. E a agradeci pelos momentos. Lana acabou com a minha carência dos dias em SP sem namorar e ainda me proporcionou uma gozada sensacional durante o 69. É um dos momentos em que mais sinto tesão no sexo, uma das minhas posições preferidas e a Lana foi perfeita.

Um resumo pros leitores pragmáticos: menina alto astral, carismática, sedutora, corpinho natural e sem exageros de academia, com a pele macia e as curvas que precisa ter, tudo proporcional. Bom humor, entrega, beijoqueira, preocupada em agradar e oral nota 10. Realiza fantasias, dança, se diverte. Um encontro excepcional.

Sueco, Lucifer, Bruzim, photus, Digboy, Eva Sanchez, M21, Paulista88, Julio Cesar 34, Sagitariano, Café, Gatitus, Mave, Gordin Boêmio, PauloCesar, Ikki RJ, Mr69, digiwolf, Oscar, The Shy, Brand, Fatblack, TeteuZ, Conde Da Valáquia, Pirubaby, Don Santão, Horus, petropolitano, Mítico, Thor de Copacabana, Barbosa82, Apolo, The Witcher, Jucabar, MRio, Cachorrão, Broker83, Eddie Adams, chorao, pgggato45, Lisbela Varela, Lana Flowers, curtiram esse TD.
PAOLA RABANNE - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96436-6226
LORENA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

21 de Agosto de 2023 às 10:08


LORENA - https://www.gparena.net/social-feed-user.php?id=18677

Cervejeiro tá sumido nos relatos, mas não tá morto. Bebendo mais que trepando, verdade, mas cada um no seu esporte, cada um no seu talento.

A Lorena foi uma belíssima surpresa. Suas fotos são tão espetaculares que tu vai meio desconfiado, né? Será que é isso tudo? Deve ter phoshop pra carai aí...

No contato ela me passa todas as informações. Bem objetiva e achei até um pouco seca, mas depois percebi que é o jeito dela online. Nos contatos seguintes, posteriores ao promeiro encontro, ela já foi muito mais gentil e carinhosa. Imagina a qtde de malucos que devem mandar msg e fotos da rola todo dia. Portanto, se ela for direta nas msgs, não deixe de marcar. Ao vivo ela se solta. Eu garanto.

O primeiro encontro rolou quando ela ainda atendia no primeiro andar de um predio conhecido da 13 de maio. Local de algumas celebridades aqui do Arena e onde já fui muito feliz, mas com uma estrutura que poderia ser melhor. No local cabe apenas um colchão/tatame, bem apertado, mas que serve pra brincadeira. Os banheiros são do lado de fora do cubículo, mas são espaçosos. Acho que umas 3 ou 4 meninas atendem no local (uma delas mora aqui, ó ❤️, só não digo quem é). A Lorena estava toda preocupada com o local, pois me achou alto. Explicou que estava procurando uma apto melhor e tal. Gostei dela ser atenciosa, primeiro sinal de que estava preocupada em agradar. Hoje ela já está em um apê bem maior, onde dá pra fazer mais malabarismos.

Lembro que por mensagem ela me perguntou se tinha problema ela estar com o cabelo natural, pois outro cliente havia solicitado e não daria tempo de alisar. Respondi que não havia qualquer problema.

A Lorena é uma mulher madura, incrivelmente gostosa, em excepcional forma física, mas sem exageros estéticos que a deixem com a aparência artificial. Quem a ajudou a moldar o corpo, sabia o que estava fazendo: silicone harmoniosos nos seios, bunda bem trabalhada em academia, barriga perfeitinha, coxas grossas... O conjunto é completo e o principal: ela sabe usar o equipamento a seu favor.

Seu boquete é bem caprichado. Mistura vontade, abordagens diferentes e variação de ritmo, além do garganta profunda. Preguiçoso nato, se deixar eu fico no boquete o programa todo. Quando percebi que ela também não ia parar, sugeri o 69. Meia nove demorado, gostoso d+, dava pra levar o programa todo. Boceta boa de chupar, grelo gostoso e saliente, com leves dedilhadas no cuzinho. Depois que gozou, saiu de cima de mim e ficou me chamando de gostoso. Eu acreditei, teatro bem ensaiado, protagonista talentosa. Peço para ela ficar de quatro e vou bombeando, alternando a velocidade, aproveitando para acariciar suas coxas, bunda e panturrilha. Vejo seu cuzinho e não resisto, lambuzo o dedo e vou penetrando levemente. Imediatamente ela olha pra trás e me pergunta se eu quero fazer o anal. Eu sorrio, digo que quero, mas peço para ela esperar um pouco, pois tava curtindo a bocetinha ainda.

Depois de um tempo peço o cuzinho e ela não hesita. Encaixa meu pau e mostra que entende da arte. Deixa que eu penetre à vontade: devagar no início, igual cachorro louco depois. Duro pouco nesse ritmo e gozo. Ela me dá espaço na cama e me pede para deitar ao seu lado. Fica me fazendo carinho enquanto tento me recuperar. Logo me oferece uma massagem. Eu aceito, digo, mas acho melhor você olhar o relógio. Ela olha e diz que o tempo já foi, mas que vai fazer um pouco. Deito de costas e aproveito o momento de relaxamento.

Meu segundo encontro com ela foi bastante parecido, já no apartamento novo, bem espaçoso e confortavem. Desta vez, contudo, fizemos anal no papai-mamãe, sugestão dela. Não vai incomodar?, pergunto. Não, é gostoso, ela responde. Missão dada é missão cumprida. Foda boa pra caralho, sem frescuras, sem restrições.

A Lorena me conquistou pela simpatia, excelência no atendimento e pelo sexo livre, bem feito, sem frescuras. Sexo de mulher madura, do jeito que gosto, cheia de iniciativa, cuidados e muito atenciosa. Pra quem gosta de ser bem tratado e de ter uma máquina à disposição, vai fundo. Cada menina tem suas particulares, talentos e trejeitos. A Lorena entrou forte pra lista das minhas preferidas.

Brand, Eddie Adams, Ikki RJ, Bruce Wayne, mecobalamina, Araujo, Joey Tribbiani, Digboy, Poseidon, Morangão, Gordin Boêmio, Don Santão, MRio, CariocaGaludo, PrefeitoComeCu, Senior69, PauloCesar, Tyrion, Dionizio_RJ, Café, The Witcher, Y@N, Lorena Rabello, Thor de Copacabana, Sued, Oscar, The Shy, Papai Noel, Lisbela Varela, curtiram esse TD.
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