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RELATOS DO MEMBRO

CLUB 116 - Rua da Conceição, 116 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
SHIVA
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$220.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ DISSE QUE FAZ R$0.00 TALVEZ

03 de Julho de 2023 às 23:07



Para seres alguém: vai com os melhores.

—Baltasar Gracián y Morales



Há cerca de 23 anos que transito pelos fóruns como uma dessas almas penadas em busca do caminho que leve ao paraíso, almas que não percebem estarem definitivamente condenadas ao degredo. O Centro é o meu palco, o meu inferno, e percorro seus sete círculos em busca de musas que pouquíssimas vezes se materializam.

Essas mais de duas décadas de fórum me permitiram conhecer todo tipo de gente, mulheres e homens. Sobre foristas, às vezes concordo com as garotas, há o forista babaca por natureza, o forista manicure, o forista baba-ovo de administrador, o forista baba-ovo de puta, o forista recalcado, o invejoso, o que não gosta de ler e dessa lista resta a rara exceção: o forista gente boa, aquele que possui a capacidade de se conectar com uma gama maior de personalidades.

Para jornalistas e sociólogos, o fórum é um prato cheio, uma pauta pronta. Conheci pouquíssimos foristas com quem estreitei relações e com quem ainda mantenho contato próximo, nenhum que tenha menos de dez anos nos fóruns. Foi através de um desses foristas mais parceiros que me permiti experimentar os trashes. Antes que me convencessem, eu não cogitava frequentar bordeis de segunda divisão (como eram rotulados).

........................

Houve um período em que apelidei o Bombeirinho como a Casa do Peitinho Agulha, bastava pisar na boate para se deparar com dezenas de novinhas postas em topless, com seios firmes e bicos apontados para o teto. Salivávamos de tesão. Atualmente, não observo mais a prática do topless no inferninho da Rua da Conceição. Uma pena.

Por muitos anos fui um flâneur perambulando pelo Centro, eu adorava. Andava léguas descobrindo ruelas, lugares ocultos, segredos com o peso do passado colonial. O Centro mudou e perdi parte do prazer de percorrê-lo, o prazer foi substituído pelo medo, principalmente à noite. Não faz muito tempo, fui assaltado, perdi um celular caríssimo, alguém poderia julgar que dei mole, mas a verdade é que o Centro da Cidade se transformou em uma trilha de tocaias.

Foram mais de 35 anos vivendo intensamente a alma encantada das ruas do Centro, hoje só vou com objetivo pré-determinado. Tenho me repetido em muitas visitas ao Bombeirinho, a maioria delas não tenho descrito por falta de ânimo, cansaço de escrever sobre o mesmo tema. Desde que o sexo deixou sua face de mistério na minha existência, me vi obrigado a procurar situações que pudessem compensar a excitação perdida com o ato que virou hábito. Tudo que é mecânico me entedia.

........................

À noite, são poucas as opções de caminhos viáveis para o Bombeirinho. Eliminem a Avenida Marechal Floriano. Costumo seguir pela Avenida Presidente Vargas, atravessar uma praça sombria e alcançar o trecho remoto da Rua da Conceição onde se encontra a boate. Na esquina da Rua da Conceição com a Marechal Floriano há um boteco antigo e ladrilhado onde me sento algumas vezes para beber antes de iniciar a batalha. Faço esse trajeto com todos os meus alarmes ligados e com o cu na mão, para não arriscar que se rompa esse bem imaterial tão valioso.

Citei em outros relatos, tenho encontrado a casa sempre cheia. A única que está sempre cheia. A diversidade de mulheres também é mais farta do que em outros estabelecimentos do mesmo gênero e até de status superior. É um inferninho essencialmente popular, frequentado por bermudas, bonés e chinelos havaianas, o que não nos impede de encontrar garotas atraentes à disposição.

O interior da boate, como também já descrevi em outros relatos, é muito semelhante a uma caverna. O ambiente é escuro, bem escuro. A música é alta, o funk proibidão castiga os tímpanos, a bebida tem preço justo e há pequenas mesas espalhadas para os fãs de baldes de cerveja se apoiarem.

Nesta última visita escolhi uma negra descomunal, coisas do Bombeirinho. Menina com rosto bonito e um corpo de nos causar vertigens quando tentamos focalizar as curvas. Babei quando vi. Fiz a entrevista básica e paguei dois drinks para criar o clima. A mulher se apresentou como Shiva. Padecendo de uma ereção temperamental, passei a pedir uma alcova fora do cronômetro padrão, tenho alugado por uma hora e meia.

........................

Os quartos do Bombeirinho se parecem mais com jazigos do que com quartos, mas é o que temos. Apesar do Hotel Sevilha ficar próximo, nunca consegui rebocar nenhuma garota para poder degustá-la com mais conforto, a não ser que eu fique até a casa fechar na alta madrugada. Acabo aceitando qualquer jazigo disfarçado de quarto.

Não vou me estender descrevendo o momento sexual, isso tem sido o que mais me satura quando escrevo relatos. Sempre é igual e por uma estranha razão todos nós nos colocamos mais como protagonistas do que aquelas que nos oferecem o momento sagrado do gozo.

Shiva se disse completa, chupa muito bem, executa uma cavalgada especialíssima que foi capaz de me fazer gozar em pouco tempo. Não fala muito, mas beija muito e beija bem. Conquistou este velho escriba há forte possibilidade de que eu retorne para repetir o encontro.

Saciado, corri para a Presidente Vargas, sinalizei para um táxi e retornei à bucólica Tijuca. Até a próxima fome. Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, Digboy, Senior69, Brand, The Witcher, Nego Dengo, Barbosa82, Don Santão, mello, Sued, Papai Noel, ViciadoEmPeitudas, Broker83, curtiram esse TD.
CLUB 210 - Rua Uruguaiana, 210 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
MILA
NEUTRO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

27 de Junho de 2023 às 22:06



Reta final do mês de aniversário, últimos TDs da maratona erótica.

A 210, mesmo diante da decadência, continua sendo uma parada obrigatória e que apresenta surpresas de vez em quando.

É um bordel com uma característica chata, dificilmente encontro alguma garota que gostei quando retorno. A rotatividade é altíssima.

Na última visita, a escolhida foi Marcela, uma moreninha mignon, mas com tudo no lugar.

Resumo objetivo:

Beijo na boca fraco, apesar das promessas quando perguntei antes de marcar.

Boquete bom, mas sem potência para me fazer gozar.

Houve penetração.

Por falta de entusiasmo, não aconteceu a ejaculação.

Marcela é mais do mesmo nos trashes, onde a garimpagem sempre foi árdua.

Atendimento padrão.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
The Witcher, ViciadoEmPeitudas, Digboy, Diazepan, Siropas, curtiram esse TD.
CLUB 116 - Rua da Conceição, 116 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
RENATA
NEUTRO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$170.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

27 de Junho de 2023 às 22:06



Reta final do mês de aniversário, últimos TDs da maratona erótica.

O Bombeirinho (apelido enigmático da casa), destoa do restante das casas do Centro, está sempre lotado.

Renata é uma morena jambo, lábios carnudos, pedaçuca, uma bunda que merecia um Atlas Geográfico para que pudesse ser explorada em sua totalidade exuberante.

Resumo objetivo:

Beijos hesitantes, mas de vez em quando as línguas se cruzavam mais profundamente.

Boquete esforçado, mas não me empolgou.

Peguei de quatro, mas não alcancei o Nirana

Não houve ejaculação.

Renata faz o atendimento padrão, que para mim já não serve.

Atendimento convencional. Hum

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, Papai Noel, The Witcher, Barbosa82, Brand, Digboy, curtiram esse TD.
CLUB 13 - Praça Olavo Bilac, 13 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
SAMARA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 TALVEZ

27 de Junho de 2023 às 22:06



Reta final do mês de aniversário, últimos TDs da maratona erótica.

Retornei a este bordel, simpatizei com ele por algum motivo ainda inexplicável para a minha cognição.

Meu objetivo era encontrar a Samara e dei sorte, ela estava por lá.

Sem delongas, resumo objetivo:

Muitos beijos na boca (alto pontual em trashs).

Boquete sobrenatural, o pau levita e parece que fica até maior a cada linguada.

Penetrações múltiplas, garota sem frescura.

Ejaculação chuveirinho, esperma para todos os lados.

Samara é dessas que entra para o caderninho de referências e repetições.

Ótimo atendimento.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
Digboy, Jonta, The Witcher, Morcegão, Gatitus, Nego Dengo, Madruguinha, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Central do Brasil , Centro - Rio de Janeiro - RJ
Daiane
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 TALVEZ

26 de Junho de 2023 às 23:06






Sou um homem quieto, extremamente convencional, aprecio me vestir com alguma elegância quando necessário e não cultivo a mínima pretensão de querer me passar por original, pois só pensar nessa possibilidade já me remete à falta de originalidade. Eu me defino como um homem comum, no entanto, atraio muitas situações incomuns para a minha órbita.

Nesta longa jornada, atraí personagens inesperados para a minha biografia, conheci alguns cáftens alfabetizados que se mostravam curiosos em me conhecer devido a minha escrita. Na verdade, nunca foram somente os cafetões, volta e meia alguém cisma em querer me conhecer por conta da forma como escrevo. É um incômodo para mim, mas um bom agouro à língua portuguesa.

Como citei por diversas vezes em diferentes tópicos, passei anos comendo mulheres em bordéis cujos donos não me permitiam pagar nada, o sexo e o consumo ficavam como cortesia à minha presença. Admito que aproveitei as facilidades da época e ainda hoje tenho gratuidade em uma casa quando desejo.

Sim, sou um homem convencional, conservador em muitos aspectos, mas me surpreendo quando vejo que a safra de foristas atuais consegue ser mais conservadora do que eu. Quase não vejo quem frequente bordeis, quem pegue mulher de pista, quem se aventure em boates, quem se arrisque em aplicativos, nada... Pegam freelas e privês, privês e freelas, em um tedioso ciclo que não rompe a curva.

Diante dessa juventude conformada, me vejo quase como um revolucionário, pois o meu ciclo é rompido até quando não estou com disposição para me aventurar em surpresas inesperadas. Foi o que ocorreu há poucos dias, um caso que torna necessário que eu em me empenhe nesta narrativa. A adrenalina me excita mais do que a simples ideia mecânica do sexo.

Fico constrangido de contar acontecimentos como o que narrarei agora, em um cenário de estagnação, em que qualquer ponto fora da curva pode parecer inacreditável. Definitivamente, não posso ceder ao mofo do forista sem fé, aqueles que não creem no que não vivem. Só encontraram os novos mundos aqueles que ousaram atravessar os oceanos traiçoeiros.

Noite, eu conversava com um amigo, lamentava pela minha atual limitação de tempo, quando, de repente, chega uma mensagem pelo meu site Os Libertinos https://oslibertinos.com.br .

“Boa noite, Dante. Sou conhecido como Talento aqui na Central, sou seu fã, leio tudo o que escreve no seu blog e no fórum. Se possível quero te conhecer. Por gentileza, me chame no whatsapp: 21 9999XXXX.”

Que tipo de criatura se apresentaria como “Talento”, ainda mais com base na Central do Brasil? Hesitei em cadastrar o zap, mas a curiosidade de um velho escriba é irrefreável. Decidi contactar o sujeito.

“Boa noite, sou o Dante.”

“Cara, que satisfação. Sou fã de carteirinha. Tá por onde?”

“Obrigado pela consideração. Estou na Tijuca.”

“Ah! Na bucólica Tijuca kkk... Porra, vem para a Central, o uísque é por minha conta e vou te apresentar a umas amigas.”

Acredite, forista sem fé. Se não fosse a frase “apresentar a umas amigas”, eu jamais teria tirado o pijama e embarcado em um táxi para Central, mas a libido é um demônio que não aprecia recusas. Troquei de roupa, peguei um táxi e fui para a Central perto da meia-noite.

...............................

Talento pediu que eu o encontrasse em um boteco chamado Central Paradiso, próximo à esquina da Barão de São Félix. Pedi ao motorista que me deixasse em um posto que fica próximo ao local onde marcamos. Quem supõe que a Central é um lugar ermo e desabitado na madrugada, se engana. Há uma rodoviária, há camelôs, a Vans para a Baixada, há mulheres perdidas e o Bar Central Paradiso existe como mais uma dessas ilhas que aguardam náufragos.

Quando entrei no pé-sujo, uma figura jovem, ornada por pulseiras, cordão dourado, relógio cebolão e bigodinho bem aparado me abordou de imediato. O indivíduo assemelhava-se a um daqueles personagens cafajestes do Nelson Rodrigues.

— Tu é o Dante — afirma com tom mediúnico.

— Sim. Sou eu.

— Caraaaalho. Cara, faz tempo que queria falar contigo. Senta aí, vou pedir teu uísque.

E o uísque veio enquanto Talento me contava a história de sua vida. Paraibano, morador da Rua Senador Pompeu, completando uma penca de anos no Rio, me disse ser o “faz tudo” da área. Durante a explanação do Talento, não me furtei de observar o entorno, a frequência do Central Paradiso é heterogênea: velhos, velhas, coroas, travestis, putas e gente com cara de bandido. Todos ébrios.

Talento mostrou que possui network na região, o que em deixou mais tranquilo por estar ali naquele horário. Ele falou muito mais do que eu e nunca consigo evitar o pensamento de que ninguém quer conhecer o autor do Dante, querem o Dante, mas o Dante só existe no papel, o que gera o risco da decepção no campo da realidade.

— Espera aí que vou te apresentar uma princesa para você falar dela lá no fórum e no teu blog — Talento saltou com agilidade felina da cadeira e me deixou sozinho em terreno hostil.

Não demorou muito para que retornasse de mãos dadas com uma mulher que se materializava em uma imagem surreal. Uma menina branquinha, cerca de 25 anos, cabelos castanhos claros lisos e longuíssimos, alta, cinturinha fina, olhos esverdeados, um sorriso de espantar as trevas mais espessas do universo. Meus lábios chegaram a tremer diante da aparição inimaginável.

— Mestre Dante, essa aqui é a Daiane, direto de Nova Russas para os seus braços.

— Nova Russas? — perguntei.

— Nova Russas, no Ceará. Terra de mulher bonita.

A garota realmente impressionava pela aparência. Daiane sentou-se ao meu lado e Talento ficou na minha frente, era um cerco.

— Mestre, leva ela, escreve lá no site. Daiane tá precisando trabalhar, ganhar algum. Entende?

— Entendo, Talento. Só que o pessoal de fórum não costuma vir para esses lados. É difícil.

— Ah. Acaba vindo. Acaba vindo. Com o senhor escrevendo lá, acabam vindo.

Fiquei em silêncio, esperando que um dos dois me dissessem como seria o esquema.

— Leva ela pro motel, mestre. Paga um jantar porque ela não comeu ainda e dá o que o senhor puder como ajuda. Ela vai merecer, vai por mim.

Como eu poderia dizer não para um cara chamado Talento nas entranhas da Central do Brasil. Lembrei-me do Hotel Pompeu, na Rua Camerino, não muito longe dali. Perguntei a Daiane se topava ir, ela nem piscou ao aceitar.

— Vamos pegar um táxi ali no posto de GNV — sugeri.

— Que nada, mestre. Vai andando, é pertinho. Só seguir reto aqui. Vai que é tranquilo. Daiane é da área.

Lá fui eu, cruzando de cabo a rabo a noturna Barão de São Félix até a noturna e desabitada Camerino. Com o coração em abalos sísmicos e o cu na mão. Morte

(Continua... Piscada )

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
The Witcher, PrefeitoComeCu, membro, Mítico, tuak97, Digboy, Don Santão, Barbosa82, Papai Noel, Jucabar, Nego Dengo, Senior69, M21, ViciadoEmPeitudas, Jonta, Madruguinha, curtiram esse TD.
BOATE 119 - Rua da Alfândega, 119 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
CACAU
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

26 de Junho de 2023 às 11:06



Retornei ao bordel Só Love para fazer outra tentativa com a maravilhosa Cacau, após o entrevero com sua namorada, que impediu o nosso último encontro por conta de crise de ciúme.

Repeteco glorioso, com o desempenho extraordinário de sempre.

Beijos na boca.

Amassos ousados.

Esfregadas febris.

Penetração de quatro

Ejaculação extrema.

Cacau é uma joia exótica entre esse quadro de garotas medianas e fracas que vemos hoje.

** TD resumido por falta de tempo para escrever detalhes. Resumido, mas fiel ao encontro. Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Senior69, Veronica Carbone, Armenio, The Witcher, pgggato45, Gatitus, Papai Noel, Alain Scorpio, Morcegão, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Praça Tiradentes , Centro - Rio de Janeiro - RJ
EVA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

20 de Junho de 2023 às 22:06



Como se explica o “amor de pica”? Assim como o amor romântico, suas razões são um mistério, mas certamente são mais intensas. Nos dois últimos encontros, Eva me disse que estava sem celular, foi roubada (o que não me surpreende, visto o lugar onde ela faz ponto), isso me obriga ao risco de procurá-la nos dias em que me informou ficar no endereço onde a conheci.

Não falhou, Eva estava no mesmo ponto da Praça Tiradentes, com a mesma roupa, o que me fez concluir que aqueles trajes são um tipo de uniforme de trabalho. Ela sorriu ao me ver, me abraçou, me deu um selinho. Estou velho e emotivo, o gesto de afeto me comoveu.

Digo com sinceridade, afeiçoado forista, eu não seria capaz de fazer sexo outra vez sobre o colchão encharcado de ácaros daquele antigo prédio em ruínas. Propus a Eva irmos para um hotel próximo, sugeri o Sevilha. Ela aceitou, mas disse que cobraria um pouquinho mais caro. Tudo bem.

Apesar de ter concordado, avisou que trocaria de roupa, que não iria do jeito que estava no táxi. Concordei, melhor que ela se cobrisse. Pegou minha mão e me puxou novamente para o interior dos escombros, me levou até uma sala e pediu que a esperasse.

Estava escuro, a luz do sol entrava entrecortada pelas frestas de janelas de madeira quebradas. Alguns minutos se passaram e comecei a ouvir uma música, uma batida com toques tropicais...

ME GUSTAS TU

Eva entra na sala escura se movendo como enguia, em um vestido mais indecente do que a roupa que exibe na pista. Aproximou-se rebolando, esfregou-se em mim, perguntou se eu tinha certeza de que queria ir para um hotel e senti a primeira manifestação de existência do castigado Pikachu — o breve.

Mantive-me firme, insisti no hotel. Escutei um ruído vindo do teto e quando olhei para cima tive a nítida impressão de ver um morcego pendurado de cabeça para baixo. Vamos para o hotel — sentenciei. Quando descemos para a rua, me senti fugindo de um castelo medieval na Transilvânia. Aceno e embarcamos em um táxi.

A porra da música que ela colocou no celular, ainda dentro das ruínas em que atende, retumbava na minha cabeça. Aquele chiclete de acordes simulando um clima latino ainda soa com insistência na minha mente Dancinha . Chegamos ao Sevilha, um hotel básico, mas funcional localizado entre a Avenida Presidente Vargas e Marechal Floriano.

...........................

Dentro do quarto, Eva se livra em poucos segundos dos trajes rarefeitos que a cobriam. Exclama que adora ficar nua, que se pudesse andaria nua pelas ruas. A conversa me excitou e ela avança para me entregar beijos febris. Muitos beijos, línguas que se cruzavam em direção a traqueia. Eva também me conquistou pelos beijos.

Do nada, me intimou a comer seu cu. Como explicar a ela que há anos a minha ereção não possui mais a pressão hidráulica necessária para cruzar qualquer ânus faminto? Não adiantou explicar, ela teimou na ideia, disse que tinha um segredinho e que eu conseguiria. Moveu as mãos para dentro da bolsa, retirou um frasco, besuntou o dedo com um líquido viscoso, lambuzou a boceta e o meu desconfiado pênis.

Não sei bem como descrever, mas entrei em pânico. Meu piru foi esquentando, como se fosse entrar em combustão a qualquer momento e se transformar na tocha olímpica. Tive vontade de sair do quarto e procurar um extintor de incêndio. Logo após me aplicar aquela pasta que mais parecia ácido clorídrico, Eva abocanhou-me em um boquete. O choque da saliva com as chamas me fez sentir uma onda diferentona. O pânico inicial se desfez, estava gostoso. Quando vi, o pau estava duro como raramente fica.

Eva ficou de quatro e ordenou...

— Mete, seu puto.

Senti novamente os espermatozoides saltando do pinto com a euforia dos cavalos libertários em direção a uma planície selvagem. O resto é silêncio... Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Baianocomedor, Gatitus, Papai Noel, Digboy, Bumpy Johnson, The Witcher, Don Santão, Saulo Top, ViciadoEmPeitudas, Lucifer, Jucabar, Bruce Wayne, Melocoton, curtiram esse TD.
CLUB 116 - Rua da Conceição, 116 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
MAGI
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$170.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 TALVEZ

19 de Junho de 2023 às 00:06



“Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia.”
—Leon Tolstói



Acredite, forista sem fé: Dinossauros ainda caminham sobre a Terra.

Assim eu caminhava, em uma noite gélida, pela noturna Avenida Presidente Vargas. Cruzando com desvalidos e faces suspeitas, minhas botas não hesitavam seguir em frente, meus olhos giravam tensos tentando captar antecipadamente qualquer perigo. À noite, o Rio é uma cidade noir. Depois de banhar com seiva uma divindade na 4x4, fui tomado por um desejo de grávida, beber umas biritas no famigerado Bombeirinho.

Cada vez menos tenho vontade de sair da bucólica Tijuca, talvez pela acomodação da idade ou pela convicção de que é muito difícil encontrar mulheres realmente bonitas no atual universo mundano. Na ausência das beldades, me esforço a contragosto para me contentar com as medianas. Quisera existissem boas opções na Tijuca, pois não existe tijucano mais tijucano do que eu, assim como não existe gaúcho mais carioca do que eu.

Atualmente, minhas fronteiras raramente ultrapassam o Centro da Cidade, não me identifico com a Zona Sul (excetuando-se o Largo do Machado), mas tenho fascínio pelo subúrbio. Uma pena que no subúrbio as opções, também, estejam escassas.

.................

Atravesso uma praça sombria e invado os domínios da Rua da Conceição, é onde fica o Bombeirinho, no numeral 116, um trecho pequeno que faz esquina com a desolada Avenida Marechal Floriano. O 114, onde funcionava outro puteiro, fechou. Com isso, o Bombeirinho dobrou a frequência e lota quase todos os dias.

Imagine uma caverna escura ou um pub inglês caindo aos pedaços, é o Bombeirinho. O público tem aquela expressão de trabalhadores da base da pirâmide social, isso não impede que baldes de cerveja se multipliquem pelas mesas. Sim, há mesas espalhadas pelo salão do Bombeirinho. O funk ensurdecedor embala bundas e seios sacolejantes. Todos os elementos originalíssimos de um bordel pairam naquela pista, flutuando entre feromônios e ambições pecuniárias.

Veja, sou um homem de muitas leituras, de alta instrução, consequentemente padeço de um bom gosto irrevogável por mulheres, mas neste dia fui vítima de um estranho fenômeno, interessei-me profundamente por uma baranga. Compreendam, a menina, na minha concepção, tinha o rosto pouco harmônico, feio de fato, mas o corpo exibia-se colossal. Lembrei-me daquele ditado popular sobre uma certa Raimunda: feia de cara, boa de...

Custei a conseguir contato, ela estava entretida por dois homens que me causaram a impressão de que tinham acabado de sair de alguma obra na região. Os dois de bermuda, camiseta e chinelos da havaiana. No Bombeirinho, me sinto um lorde da família real inglesa. A garota entornava com vontade cada copo de cerveja que os sujeitos enchiam e reabasteciam quando secava. Tive receio de que ela subisse com um deles ou com os dois, pois eu não pretendia ficar por muito tempo ali.

O momento do bote surgiu quando a menina se afastou dos peões para ir ao balcão do bar. Abordei.

— Estou querendo subir com você, mas queria falar antes — fui objetivo.

A mulher sorriu, tinha os dentes separados, algo que em um primeiro momento me provocou espanto. Definitivamente, era feia, mas o corpo... Perguntei o seu nome.

— Magi e o seu?

Não bastassem os dentes separados, ela precisava se autobatizar como “Magi”.

— Dante, me chamo Dante.

— Vamos namorar? — Magi me intimou.

Aproveitei, fiz rapidamente a entrevista básica e pedi uma alcova.

.................

Do jeito que estou engordando, qualquer dia não consigo mais entrar nos quartos do Bombeirinho. São dimensões um pouco maiores do que o banheiro do Bar do Zezé. Espremendo-me, ainda consigo passar pela porta. Tem chuveiro, ou algo que quer nos lembrar um chuveiro, quando abri a o registro não recebi somente um jato gelado de água, foi receber uma nevasca sobre a cabeça. Saí congelado do box rezando para que Magi fosse quente.

Como estou enjoado de falar sobre posições sexuais e narrar a foda como se eu fosse o Kid Bengala, digo somente que Pimenta me agradou e finalizei o encontro ejaculando em sua boca, com a menina demonstrando muito tesão no ato. Gostei. Houve penetração antes disso, mas precisei me recordar do ensinamento de um velho forista: se a mulher é feia, vira a cara e enfia a vara.

Pimenta realmente tem um corpo de curvas supremas, me contou que malha e as formas sinuosas e firmes indicam que ela fala a verdade. A conta já estava paga, combinei de retornar e ganhei as vias penumbrosas. Exausto, sinalizei para um táxi. O rádio estava ligado e reconheci o som que tocava...

Sympathy For The Devil

Ao passar pela Central, o Big Ben dos trópicos marcava quase meia-noite. Eu não tinha sono nem vontade de dormir. Velhos libertinos não dormem à noite, acordam à noite. Os pneus avançavam chiando segredos com o asfalto como se cochichassem entre si sobre todos os meus pecados. Cai o pano. Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, Latrell Spencer, KchorrãoTijuca, The Witcher, Ikki RJ, Saulo Top, Lucifer, Pato Rouco, Brand, Senior69, Veronica Carbone, Broker83, Tenista, Degrov Morgan, Don Santão, Digboy, PauloCesar, rpf, Barbosa82, Papai Noel, Burgues Safado, ViciadoEmPeitudas, pgggato45, curtiram esse TD.
WHISKERIA 4X4 - R. Buenos Aires, 44 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99219-1063
SOFIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$500.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ NãO SEI R$0.00 TALVEZ

17 de Junho de 2023 às 02:06



O maior truque já realizado pelo diabo foi convencer o mundo de que ele não existe.

—Charles Baudelaire



Fiquei estático, paralisado, eu não conseguia me mexer, mal respirava, foi como se tivessem inoculado um veneno que me enrijeceu. Fez-se o silêncio na velha cafeteria da entorpecida Avenida Marechal Floriano. Alta, a loira possuía uns olhos verdes que faiscavam, conseguiu suspender a respiração de todos os que estavam presentes no instante em que ela entrou.


Encaixada em um vestido preto, curto e justíssimo, exibia pernas torneadas e cobertas por uma leve penugem dourada, tem uns 25 anos de idade. Os longos cabelos platinados escorriam em cachos suaves pelas costas, quase até a fronteira com uma bunda em relevo firme e esférico indisfarçável pelo vestido, que com aquela protuberância ganhava ares indecorosos. A loira intimidava pela perfeição imoral que exibia.


O diabo existe e estava diante de mim na forma de mulher. Se aquela criatura dotada de beleza extrema estalasse os dedos, seria capaz de conduzir milhares de almas ao purgatório, inclusive a minha. A loira, no entanto, moveu os dedos somente para pegar a xícara cheia de capuccino.


Não me perguntem como e muito menos o porquê, mas pressenti a vibe, a suspeita foi inevitável, apostei que a loira fosse puta. Preparei-me para segui-la assim que deixasse a loja do Café Capital. Ela sorveu com calma o conteúdo da xícara, os olhos faiscantes mostravam-se distantes dali. Mantive-me na tocaia, aguardando e balançando a minha xícara, que naquela altura só guardava a nostalgia pelo café.


A loira terminou o ritual, levantou-se da cadeira, puxou a barra do vestido para baixo e caminhou em direção à avenida dos antigos sobrados. Fui atrás com o desejo e as fantasias de um perdigueiro cansado, mas pervertido.

........................

À medida que caminhava, a loira apressava os passos, andava cada vez mais rápido, como se estivesse atrasada para algum compromisso. Permaneci no encalço, arfando enquanto tentava acompanhar o ritmo daquelas pernas longas e fortes, estava decido a conhecer o destino daquele colosso de mulher.


Seguiu pela Rua Uruguaiana, entrou na Buenos Aires, diminuiu a rotação para observar as vitrines femininas prestes a arriar as portas. Prosseguiu. Enquanto deslizava pelas calçadas carcomidas do Centro, a loira arrastava olhares como as sereias arrastam os marujos que afogam no mar. A mulher é dessas divas magnéticas, cada olhar que esbarrava na sua passageira presença via nela as mais pecaminosas fantasias juvenis.


Após um bom estirão percorrido, ela entrou no único lugar capaz de me fazer interromper a perseguição, o bordel 4X4. Meu instinto estava certo, era uma puta. Que delirante esperança eu posso ter nutrido de que a loira épica entraria num trash de algum beco qualquer?


O céu pesado sobre a minha cabeça, a ameaça de chuva iminente... meu celular emparelha com o aparelho auditivo e Lenny Kravitz invade os meus tímpanos como se me provocasse: para de frescura, pega essa mulher, deixa de merda.


FLY AWAY


Ele me convenceu. Quando dei por mim, já estava subindo os degraus da casa para onde, em algum ponto do tempo, todos os libertinos convergiram e continuam convergindo. O resto se resume aos mais de quinhentos reais que gastei, ao meu mergulho no corpo vastíssimo de Sofia, ao orgasmo que me estremeceu como uma pequena morte no leito azulado pela iluminação da suíte. O resto foi o sonho de ter uma mulher belíssima que não é de ninguém porque escolheu ser de todos, foi olhar dentro dos satânicos olhos verdes e enxergar o imenso amor que ela nutre pelo dinheiro. O resto foram as ruas desoladas no abandono e a nova música que fez a trilha sonora da noite ao inundar os meus ouvidos surdos enquanto a penumbra se adensava.


IN THE SHADOWS


Lentamente, fui desaparecendo nas sombras noturnas para onde também convergem todos os libertinos.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Ikki RJ, Soldadobarba, Gatitus, eltonbono, abobrinha, Jucabar, Digboy, Malvadão Carioca, Senior69, The Witcher, Felipe_BR, Tyrion, PauloCesar, Brand, Ninho, Papai Noel, Latrell Spencer, Veronica Carbone, ViciadoEmPeitudas, Predator, ronondex, MorenaVital, curtiram esse TD.
[TRASH] CLUBE AFRODYTE - Rua Uruguaiana, 145 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
XENA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

13 de Junho de 2023 às 20:06



Realmente, mal estou com tempo para respirar, a urgência de adiantar trabalhos veio com tudo, mas não quero deixar de registrar meus relatos do mês de aniversário, em que disponibilizo uma verba especial para viver dias intensos até o fim de junho. Devido ao tempo escasso, farei TDs resumidos, dando apenas mais quilates aos encontros extraordinários. Adianto que este mês será difícil para competir comigo.

Turno: Noite.

Local: Afrodite

GP: Xena

Houve ejaculação.

Desempenho e descrição: A Afrodite, muitas vezes, consegue me lembrar mais um terreiro do que um bordel, não me atrai, mas na falta de opções eu encaro. Xena é uma negra sarada, lábios carnudos, cabelos lisos feitos em um aplique caprichado. Passou na entrevista básica, não demonstrando restrições que me incomodasse. No quarto não fugiu às sarradas mais ousadas, beijou muito e com língua invadindo a minha traqueia, peitos pequenos e gostosinhos de mamar, bunda arrebitadíssima. Acreditem se quiser, gozei com ela montada em mim e sarrando ma minha virilha, a garota é especialista nisso.

Sigo na pista... Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL BOA
membro, Senior69, Brand, Papai Noel, Gatitus, Barbosa82, Latrell Spencer, The Witcher, Lucifer, Tenista, PauloCesar, ViciadoEmPeitudas, Holmes, ronondex, Diazepan, curtiram esse TD.
CLUB 210 - Rua Uruguaiana, 210 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
CRIS
NEGATIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 NãO

13 de Junho de 2023 às 20:06



Realmente, mal estou com tempo para respirar, a urgência de adiantar trabalhos veio com tudo, mas não quero deixar de registrar meus relatos do mês de aniversário, em que disponibilizo uma verba especial para viver dias intensos até o fim de junho. Devido ao tempo escasso, farei TDs resumidos, dando apenas mais quilates aos encontros extraordinários. Adianto que este mês será difícil para competir comigo.

Turno: Noite.

Local: 210

GP: Cris

Não houve ejaculação.

Desempenho e descrição: Sem muito a dizer, prometeu o paraíso na entrevista e me ofereceu café requentado no quarto. Beija mal, cheia de não me toques, um pouco agressiva no trato. Contratei uma hora de programa e não fiquei meia. A garota é bonitinha, mas ordinária. Dinheiro jogado fora. Em trash, isso se chama risco da operação.

Sigo na pista... Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM BOA
membro, Senior69, Papai Noel, Gatitus, Barbosa82, Latrell Spencer, Brand, The Witcher, Tenista, PauloCesar, Felipe_BR, ViciadoEmPeitudas, Diazepan, curtiram esse TD.
VILA MIMOSA - Rua Sotero dos Reis , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
FLÁVIA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$85.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ NãO SEI R$0.00 NãO

13 de Junho de 2023 às 19:06



Realmente, mal estou com tempo para respirar, a urgência de adiantar trabalhos veio com tudo, mas não quero deixar de registrar meus relatos do mês de aniversário, em que disponibilizo uma verba especial para viver dias intensos até o fim de junho. Devido ao tempo escasso, farei TDs resumidos, dando apenas mais quilates aos encontros extraordinários. Adianto que este mês será difícil para competir comigo.

Por esses dias, fazendo uma pesquisa aleatória no Google, me deparo com esta foto e pasmo em uma exclamação: é o Dionizio!

Não, não podia ser o nosso Dionízio, o Dionízio é o Bruce Willys e esse é o Kojak. Quem sabe não seria mesmo o Dionizio, talvez o Bruce Willys seja o herói estimado do Baco, mas o Kojak, sim, é a sua imagem e semelhança. Não importa quais os raciocínios me vieram a mente, mas definitivamente o Kojak agora ficou associado ao nosso companheiro Dionizio no meu memorial de foristas.



De ontem para hoje, fiz quatro visitas, foram quatro bordeis em que entrei. Não direi que gozei quatro vezes, mas foram quatro texturas femininas que experimentei com prazer e dedicação.

Desempenho e descrição física: Flávia é uma negra vistosa, me disse estar na Mimosa somente até às 19h. Passou na minha entrevista básica e correspondeu ao que disse, um bom beijo na boca, sarradas excitantes e boquete sem capa feito com tesão. Destaque para os seios, a menina tem 25 anos e não tem filhos, os peitos são uma obra de arte, duas esferas em formato de pera e muito durinhos, eu me esbaldei nas mamas da ninfa.

Não houve ejaculação, mas valeu o encontro.

Local: Vila Mimosa.

Horário: Parte da tarde.

Nome: Flávia.

Valor: 85 reais / 30 minutos.

Destaque: mamas do mês.


Sigo na pista... Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
KchorrãoTijuca, membro, Jucabar, Senior69, Papai Noel, Gatitus, Barbosa82, Brand, The Witcher, Crystal Pimenta, Tenista, PauloCesar, alan26272829, ViciadoEmPeitudas, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Quinta da Boa Vista , São Cristovão - Rio de Janeiro - RJ
BRíGIDA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$120.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ NãO SEI R$0.00 TALVEZ

12 de Junho de 2023 às 10:06



Faz algumas semanas que um bom camarada me ofereceu um afago tentando reproduzir a maneira como eu escrevo. Foi interessantíssimo observar como a tentativa ficou mais para um arremedo com traços histriônicos do que algo que se parecesse comigo, talvez a intenção fosse essa e sendo assim foi um sucesso. A reprodução de um texto é um risco, pode se aproximar do ato de criar uma caricatura, mas sem saber desenhar. Acredito que a imitação de um estilo só é possível para quem possui a experiência técnica e o domínio pleno sobre a geografia da língua. Sem isso, dificilmente pode existir uma reprodução que faça justiça à peça original, pois estilo e as marcas linguísticas não se resumem aos bordões, refrões ou sotaques que surgem aqui e ali. A escrita é a tradução do pensamento.

Repetições e chavões para quem não domina a escrita como exercício de arte é muleta, mas para quem conhece as veredas complexas da língua torna-se um tempero que não sobrevive sem a capacidade de promover a fluidez do texto. Sou avesso às fórmulas prontas. Sempre foi instigante acompanhar as alterações das formas de expressão durante as décadas que atravessei produzindo conteúdo para os fóruns.

Recentemente, estava conversando com um queridíssimo e sagaz forista de bons papos, o nosso Papai Noel, e confessei a ele que sou um homem do texto (acredito que ele também), fato que corresponde às minhas formações profissionais. Assisti a uma entrevista do consagrado escritor Milton Hatoum afirmando que não vivemos mais o tempo da literatura, os grandes e bons textos entraram em extinção no confronto com a pressa econômica do universo virtual, infelizmente isso é uma realidade. Aqui mesmo, pelo fórum, percebo a tendência de priorizar a imagem aleatória sobre a narrativa, criam quase que histórias em quadrinhos, o que às vezes me parece poluente no resultado. É a tal muleta? Curtidas nos dão a ilusão sobre a qualidade e muitas vezes indicam apenas a simpatia do outro. Não escrevo nem dou curtidas para angariar simpatias, valorizo unicamente o que me agrada como descrição de um encontro.

A introdução resumiu as minhas reflexões enquanto eu dirigia sem rumo certo na tarde do último domingo. Avisei a vocês que precisaria dar uma pausa na participação no Arena para acertar minhas tarefas e justamente neste momento é que coisas estranhas me acometem.

..................

Quando saio para passear de carro aos domingos, um dia que me transmite menos caos no trânsito, não escolho somente lugares bonitos para ir. Hoje, por exemplo, fui rodar em São Cristóvão. Não me perguntem o motivo, mas tenho um fascínio por São Cristóvão, a Quinta da Boa Vista foi um dos cenários marcantes da minha infância. Ao atravessar a pista que margeia a Quinta, me deparei com o inesperado.

Meio da tarde, o Sol não poupava os homens de boa fé das revelações escabrosas que a cidade expõe sem pudores. Uma menina encaixada em um short cavado e com os seios semicobertos por um top ousadíssimo demonstrava fazer a vida nos arredores daquela região onde um dia fui criança. Passei pela garota num primeiro giro e quase não acreditei no que vi, me pareceu linda, mas por se tratar de uma área em que existe uma fronteira confusa entre o que é gata e o que é lebre, decidi retornar e verificar mais uma vez.

Lancei o carro para junto do meio-fio, diminuí a velocidade, firmei os olhos no alvo e confirmei que se tratava de uma mulher realmente bonita fazendo trottoir entre os olhos de crianças, esposas e maridos que se lamentavam por estar em família naquele momento. É incrível como está mais fácil encontrar mulher bonita na pista, o problema são os riscos que esse esporte envolve. Tudo soava como vantagem para um velho celibatário que passeava de carro em uma tarde casual de domingo. Ali, o frango assado se imprimiu mais do que uma fome, assolou-me como um fetiche.

A garota intuiu o meu interesse e se aproximou.

— Vai me levar para almoçar? — pergunta-me de supetão.

Aquela voz despertou as minhas recordações mais remotas, eu conhecia a guria, precisava me lembrar quando e onde estive com ela. Forcei a minha memória já desbotada pela falta de fósforo e o nome e a ocasião emergiram como um submarino que sai da tocaia.

— Você não é a Dara? Que trabalhava em 2010 na Vila Mimosa?

— Não. Sou a filha dela.

Fazia sentido. Se fosse a Dara, seria um fenômeno de conservação da pele depois de tantos anos, mas a menina era um clone.

— Conheceu minha mãe?

— Conheci, sim. Fui cliente dela.

Atente, estimado forista, o diálogo se dava em meio a um trânsito intenso de pedestres, de crianças com bolas de gás, carrinhos de bebês e de avós zelosos por seus netos.

— Minha mãe faleceu há dois anos. Agora, pode ser meu cliente.

A frase dita pela menina certamente entrará para os arquivos dos frigoríficos emocionais da humanidade. A falecida Dara também era uma mulher bonita com o bônus de ser boa de cama, se a filha tivesse herdado as virtudes da progenitora valeria o preço a pagar.

— Qual seu nome? — perguntei.

— Brígida.

Ao menos, o nome era original. Executei a entrevista básica e não ouvi restrições que pudessem me incomodar. Brígida me pediu o cachê de 150 reais, pechinchei e caiu para 120. Sugeri que fôssemos para o motel Xanadu, na Rua São Cristóvão, a moça se mostrou surpreendida com a proposta e entrou no carro. Alcova.

..................

Vinte e cinco anos, pedaçuda, garantiu-me não ter filhos. Assim que entramos no quarto, me perguntou se poderia almoçar e pegou o cardápio. Bateu um prato de peão antes do sexo, assumi o prejuízo imaginando que matar a fome a deixaria mais animada no desempenho.

Vai para o banho e quando retorna tira a roupa, ficando protegida por uma calcinha que só era visível pelas lentes de um microscópio eletrônico. Os primeiros beijos foram tímidos, até que alcancei sua vagina com os dedos e Brígida passou a me beijar com a sofreguidão das virgens de Taubaté. Uma loucura, me faltou saliva para as linguadas que invadiam a minha traqueia. Foi a minha vez de me despir.

Brígida me fez deitar e quando pensei que viria um boquete, a moça começou a chupar meu pé. Acredite, forista sem fé, Brígida abocanhava meu pé pelos dedos com o apetite de quem saboreia uma sobremesa. Admito que aquelas chupadas nos pés me causaram tesão. Ela finalmente se farta dos meus pés e desliza para abocanhar o entusiasmado Pikachu — o breve.

Boquete profundo, daqueles que parecem que vão engolir o saco junto com o pau. Estava gostosão, mas eu não pretendia gozar daquele jeito. Fiquei aproveitando o momento, sentindo aqueles lábios escalarem o meu combalido pênis como alpinistas na prática do rapel. Pressentindo que a minha seiva poderia transbordar a qualquer momento, pedi que Brígida viesse por cima.

A garota se posicionou sobre o meu tronco, introduziu meu pau em sua boceta e deu início a um esfrega forte, friccionando sua pélvis em minha virilha a ponto de sair faísca tal a força que ela empenhava nos movimentos. Quicava, rebolava, esfregava. A última lembrança que tenho foi ouvir Gonzaguinha cantando em minha mente: explode coração.

Permaneci alguns minutos imóvel, tentando recuperar o ar que expeli junto com o esperma. Tive a sensação de que Brígida também gozou, pois caiu quase desfalecida sobre o meu peito. Ficamos conversando por alguns minutos e perguntei como Dara, a mãe, tinha falecido.

— Morreu atropelada. Você ainda não me disse o seu nome?

— Dante, me chamo Dante.

Depois dessa, restou-me a despedida. A saga continua, após a pausa. Positivo

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EXCELENTE EXCELENTE
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PONTO DE RUA - Praça Tiradentes , Centro - Rio de Janeiro - RJ
EVA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$100.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 TALVEZ

10 de Junho de 2023 às 15:06





Sinto compaixão pelos descrentes que não se aventuram, pois se eu não ousasse flanar pelas ruas do Centro, jamais teria descoberto Eva.

Entardecer de uma sexta-feira que virou ponte para o feriadão, o que não impediu o movimento pelos arredores da Rua Uruguaiana, onde fui vítima de um camelô vigarista que praticamente me obrigou a comprar dois perfumes falsificados. Fique atento, afeiçoado forista, todo cuidado é pouco.

Fui cumprir o meu ritual de almoçar no Coliseu, rodízio onde há muitos anos sou habitué. Mesas vazias, escolhi o melhor lugar. Um casal a minha frente me impressionou pelas curvas psicodélicas da mulher jovem que acompanhava um coroa gordo e com semblante mal-humorado. Começo a maratona de ingestão de massas calculando qual seria o meu rumo após o banquete.



Quase botando canelones e talharim pelos ouvidos, pago a conta e salto para as ruas pesando uns dez quilos a mais. Entro na Casa Cavé para um café e uma sobremesa, após a nova degustação decido caminhar para os lados da Praça Tiradentes tomado pelo desejo de reencontrar Eva.

Tarde amena, aconchegante, apesar do peso da comida ainda não digerida. Caminhei devagar pela sempre deserta Rua da Carioca. Sinceramente, considerei difícil reencontrar a garota que me proporcionou um dos meus momentos épicos de deleite, mas a esperança é a última que morre — dizem.

Segui a rota da tarde em que me deparei com Eva e não deu outra, a encontrei no mesmo ponto, com a mesma amiga e com a mesma roupa sexy. Ela frisou os olhos como se tentasse me reconhecer e sorriu. Sorri de volta. O reencontro se concretizava.

— Oi, meu bem. Voltou ou está perdido? — Eva me lança o rascunho do convite.

— Voltei por você — respondo com a cretinice do cafona.

Eva não diz mais nada. Pega a minha mão e me puxa para dentro dos escombros arquitetônicos onde atente. Por uma fração de segundos, lembrei-me que Machado de Assis começou sua jornada de glória naquela região, como funcionário de uma gráfica, antes de se tornar o mito que o eternizou. O grande mestre certamente me censuraria se observasse o meu mergulho na decadência lúbrica.

O quarto sombrio, o colchão encardido coberto por um trapo que se fazia de dublê de lençol, Eva novamente me dizendo que eu não precisava tirar a roupa, bastava arriar a calça e me deitar. Desta vez, ela já avançou me beijando intensamente, mordia meus lábios, lambia o meu rosto, se esfregava em minha virilha, me xingava. Desceu a boca e deslizou a língua pelas minhas pernas, chupou meu saco gemendo, abocanhou meu pau e iniciou o boquete com aquela boca que deve ser uma serial killer de pau. O boquete de Eva nos exige muito esforço para não gozar em menos de 30 segundos. Fui forte, lancei meus pensamentos para as cotias e gatos do Campo de Santana e consegui atrasar o fluxo inevitável da minha seiva.

Eva ergueu-se subitamente, montou sobre o meu corpo e quicou freneticamente, arqueando o corpo, lançando os cabelos para trás e gemendo alto. Toda aquela situação reproduziu o clímax excitante do nosso primeiro encontro. Eva é uma especialista em provocar orgasmos. Em menos de um minuto ejaculei todos os capítulos de Breaking Bad.

— Vai me dar caixinha, né? — a menina me intimou.

Puxei mais cinquenta reais e somei ao cachê.

Quando descia as escadas rangentes, fui acometido por uma ponta de cãibra, coisas de velho. Retornei às ruas mancando como Keyser Söze e me recordei de uma cena fantástica do filme “Os Suspeitos”, quando Söze executa a mulher e os filhos para mostrar que não poderia mais ser ameaçado pelos seus inimigos. Dizem que a arte imita a vida, eu digo que a arte inspira a vida.



Retorno ao trabalho e ao meu breve exílio. Até... Piscada

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PéSSIMA PéSSIMO
membro, Jucabar, PauloCesar, Brand, Senior69, Gatitus, Barbosa82, Don Santão, Bart, Teddy, ViciadoEmPeitudas, Paulo TopKap, Digboy, Cafajeste80, Saulo Top, curtiram esse TD.
ESPAÇO ZEN RIO - Rua do Carmo, 64 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99875-8837
MIRIAM
NEUTRO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$380.00
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08 de Junho de 2023 às 00:06



Mês de junho, mês de aniversário. É um mês que gasto tudo que economizei nos primeiros semestre do ano. Como já citei, o único bordel que ainda me agrada pelo ambiente é a Cancun (New York). Após deixar Eva e a Praça Tiradentes (TD EVA), fui caminhando sem pressa até a Rua do Carmo, seria minha última diversão antes do feriado prolongado.

Entrei e logo me acomodei em um canto. A casa estava com um movimento mediano. Reconheci por alto um forista que me cumprimentou de longe. Por sinal, não pretendo mais ir em nenhum encontro público de fórum, nesta altura do campeonato quem me conheceu, conheceu e quem eu conheci, conheci. Já deu. Gosto de preservar o meu lado Greta Garbo e percebo nitidamente que não há pontos relevantes de afinidade com a geração de jovens que hoje participa mais ativamente do Arena.

Não me sentia mais apto para gozar depois da passagem pela vagina de Eva, mas a gula é outros dos pecados que cometo com constância. Se estiver com dinheiro no bolso, piora.

Pedi um uísque e entrei em estado de contemplação. Vi algumas moças muito interessantes, atraentes mesmo. Fiquei no dilema se deveria gastar mais de 400 reais quando já estava plenamente satisfeito com os 100 contos que gastei na Praça Tiradentes. Enfim, como eu disse, a gula é um pecado irrefreável.

Botei os olhos em uma magrinha de corpo irretocável. Cinturinha fina, bunda de capa de revista, seios pequenos (do jeito que gosto), boca carnuda, pernas bem torneadas e cabelo num Chanel estilo pin-up. Resistir é inútil, chamei à minha mesa.

— Qual seu nome? — perguntei.

— Miriam — apresentou-se.

— Bonito nome — elogiei.

— Minha mãe tirou da bíblia.

Quando a garota explicou a origem do nome, quase que o meu tesão desceu ladeira abaixo, mas bêbado passa por cima de tudo. Estranho, será que ela usa o nome real? Continuei o papo. Miriam perguntou se eu poderia pagar um drink, consenti. Cinco minutos e veio uma taça enorme com um líquido meio azulado dentro, imaginei os milhares de reais que aquilo me custaria na Cancun.

Fiz a entrevista básica e considerei a menina aprovada. Alcova.

Como estou cheio de sono e com o meu estômago se revirando pelo avesso depois do laboratório químico em que se transformou hoje, irei abreviar este Test Driver. Trepada mediana, beijos tímidos, poucas carícias, boquete meio sem vontade. Uma merda.

De volta ao salão, paguei uma conta digna do Elon Musk e voltei para o sereno das ruas. Pego um táxi na Rua Primeiro de Março e agora me permitam ir ao banheiro, acho que vou vomitar. Segue o bonde.

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EVA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$100.00
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07 de Junho de 2023 às 22:06



Este relato é uma edição extraordinária em que furo a pausa do fórum que me exigi fazer, mas levando em conta que acontecimentos extraordinários não podem esperar o momento oportuno para serem publicados, eis que aqui estou digitando o impensável.

Sou um flâneur por essência e o período do ano em que mais gosto de vagar sem rumo certo pelas ruas do Rio é este contínuo do outono e inverno. A tarde se aproximava do crepúsculo, eu pisava leve pela desabitada Rua da Carioca, ia em direção à Praça Tiradentes retirar um livro comprado em um sebo da região.

Sempre que passo pela Rua da Carioca, sou tomado por uma vontade quase irresistível de adquirir um teclado em uma daquelas lojas de instrumentos musicais que ainda persistem. Tornei-me desses velhos que gostam de aprender coisas novas, sinal de um intelecto ainda em atividade, mas não foi dessa vez que comprei. Paquerei alguns modelos, mas prossegui em direção ao destino previamente determinado. Retirei o livro e decidi me acomodar em um boteco bem em frente à Praça Tiradentes para tomar um chope e exercer o meu segundo hobby preferido: contemplar.

....................................

A tarde realmente estava linda, um desses instantes tão agradáveis que ficam gravados permanentemente na memória. Geralmente, a vida é um constante pretérito, não conseguimos nos agarrar ao instante de uma mísera respiração, mas há conjunções cósmicas raras que nos levam a experiência inestimável de saborear o presente, o minuto corrente da vida. Foi exatamente isso que eu vivi, um pouco após às 16h, com o copo de chope na mão. O nirvana.

Deixei que o meu aparelho auditivo emparelhasse com o celular e a batida de Lenny Kravitz inundou meus ouvidos com Fly Away. Senti vontade de deixar a mesa e dançar em cima da estátua de D. Pedro I, me contive. Confesso, à medida em que envelheço e broxo, a mona que habita em mim se manifesta com mais insistência.

LENNY KRAVITZ

Perdi a quantidade de quantos chopes ingeri, estou até agora meio ébrio, até onde contei foram oito tulipas. Pedi a conta, levantei-me trôpego da cadeira, mas possuído por uma alegria indescritível. Não sabia que rumo tomar, então dei uma volta em torno da praça para tentar reaver as rédeas do raciocínio. Terminei seguindo um fluxo de pedestres e entrei na Senhor dos Passos. Assim que passei pela esquina, avistei duas garotas com vestidos sumários. Uma delas, morena de cabelos compridos, achei de uma beleza fascinante, mas nada impede que essa interpretação visual fosse resíduo colateral do álcool.

....................................

O cotidiano carioca prova que putas e libertinos se atraem como o mercúrio. A menina me encarou, fez um sinalzinho para que eu chegasse perto (aquele dedinho em forma de isca "pega mané"), cheguei junto.

— Quer gozar, meu bem? — detestei a pergunta objetiva e o “meu bem” como acessório, mas eu estava eufórico e com ímpetos de gozo.

— Onde? Quanto? — retribuí a objetividade.

— Aqui mesmo. Cem reais.

— Qual seu nome?

— Eva.

Eva foi foda, um sinal de Jeová. Aceitei e fui conduzido para dentro de um sobrado que ameaçava desabar sem aviso prévio. Subi um lance de escadas que rangiam como gatas no cio. A menina pega a minha mão e penetramos no suposto quarto cujo cenário era um colchão encardido no chão mal coberto por um lençol azul puído.

Eva tira a roupa sem rodeios. Os seios mostravam os males da pressão gravitacional, mas da cintura para baixo a moça ganhava a classificação de gostosa. Ela disse que eu não precisava tirar os meus trajes, ordenou-me arriar a calça e me deitar. Obedeci. A mulher veio por cima de mim como se fosse um perdigueiro atrás de fragrante de drogas, me cheirou todo e elogiou o perfume. De repente, me beijou a boca quase com violência e deu uma dentada no meu lábio inferior. Acredito que não doeu porque eu estava anestesiado por oito chopes.

Deslizou o corpo para baixo e abocanhou Pikachu — o breve. Não sei se foi a bebida, não sei se a garota estava com alguma substância na língua, mas viajei naquele boquete, tipo onda mesmo. Eu não estava mais no colchão sujo jogado no chão de um sobrado em ruínas, me senti hospedado no Hotel Fasano. Com certeza, Eva tem mestrado e doutorado em boquete. Fiz força para não ejacular os litros de chope ingeridos no boteco. Ela percebeu que eu segurava o gozo, pegou a camisinha de posto de saúde, encaixou no meu combalido pênis e montou em meu tronco.

Eva quicou, se esfregou, gemia, arranhava meu peito com uma das mãos e apertava a minha perna com a outra. Em um ato mediúnico, jorrei todos os capítulos da novela das oito naquele lençol surrado. Pedi cinco minutos para recuperar o fôlego. Eva perguntou se eu pagaria em dinheiro ou pix, provando que a tecnologia invadiu até os pontos de rua. Paguei e dei caixinha.

....................................


Começava a anoitecer, o céu estava com um tom inebriante. Deixei que o meu aparelho auditivo emparelhasse novamente com o celular...

RADIOHEAD

O som de Radiohead arrepiou os meus pentelhos. Eu estava feliz demais.

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RAILDA
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05 de Junho de 2023 às 10:06



Este relato é o marco do início de uma pausa a que precisarei me impor na colaboração para o fórum devido a demandas profissionais inadiáveis que me consumirão tempo e muitos neurônios nos próximos meses. Por mais que eu escreva com facilidade, isso sempre toma o meu tempo, desvia o meu foco, um fator que agora terei que manter cem por cento operante a partir de hoje. Esta pausa, no entanto, chega em um momento oportuno, pois estou enjoado de escrever sobre garotas de programa e sobre sexo pago. Como não escrevo por fórmulas prontas, escrever sem a motivação necessária me cansa.

Gosto da noite e das aventuras que ela me proporciona. Como escritor e como jornalista, sempre me identifiquei com a proposta dos fóruns que registram essa estranha relação entre homens e putas. Apesar das decepções que vivenciei por diversas vezes com messalinas e com foristas, sou um desses personagens que persiste, pois o meu prazer em descrever a boemia e o hedonismo é maior do que o despeito e o desrespeito daqueles ou daquelas que tentam azedar o chope.

Por este ser o meu último relato antes do intervalo que me vejo obrigado a fazer, serei breve. Consegui administrar meu tempo até aqui, pois aprecio demais colaborar com o Arena, é algo que faço com espontaneidade e alegria, mas a tentativa de administrar o tempo gerou uma bola de neve de tarefas e agora tenho que cumpri-las para conseguir retornar ao saboroso convívio deste espaço.

Não, não sumirei do Arena. É apenas uma pausa nos relatos.

..................

Quando deixei a Up House, estava frustrado. Saí para me presentear no meu aniversário e a noite estava sendo uma sucessão de desastres e de conjunções carnais incompletas. Eu não sabia, mas sexta-feira, 02 de junho, comemora-se o Dia Internacional da Prostituta. Que coincidência estranha...

Voltei a perambular pela Avenida Mem de Sá. De repente, me vi em frente a um lugar chamado Cabaré da Jacke. Se tem cabaré no nome, eu entro. Definitivamente, não estava com sorte, o Cabaré da Jacke é um desses lugares “plurais”, não correspondia à minha busca para fechar a noite.

De volta a Mem de Sá, vagando como um fantasma arrastando as correntes dos dissabores. Exausto, parei em um bar com o nome de Lapa 24h, na Praça João Pessoa. Sentei-me e pedi um Black, não tinham. Manda uma Salinas — foi a solução.

Nunca me ocorreu a desconfiança de que estar sozinho chamasse a atenção alheia. Pois chama, de acordo com a minha própria experiência. Havia mulheres no bar, havia muitas mulheres no entorno do bar. Se uma câmera desse uma panorâmica na área, é possível que eu fosse uma das poucas almas solitárias naquele cenário.

Não sei reagir adequadamente quando me encaram, sou um tímido incurável. O que fiz? Dei um sorriso para a mulher que me encarava e ela me sorriu de volta. Ousei e fiz um sinal para que ela se aproximasse da minha mesa, a garota cochichou com as outras meninas que a acompanhavam e veio ao meu encontro.

— Pode beber comigo? — convidei.

— Está bebendo o quê?

— Cachaça.

— Cachaça, não. Posso pedir uma caipirinha?

— Claro.

— Qual seu nome?

— Dante, me chamo Dante. E o seu?

— Railda.

Demorei para entender o nome, de tão exótico causava interferência no meu aparelho auditivo. Railda tinha sotaque forte, é baiana e não negou que estava ali a trabalho.

— Olha, não gosto de brasileiro, mas vi você sozinho... Não gosto de ver ninguém sozinho.

Há quanto tempo eu não ouvia essa frase de uma puta: “não gosto de brasileiro”.

Não se tratava de uma mulher necessariamente bonita de rosto, mas é dona de um corpo de tirar o fôlego de quem vê. O sotaque e os gestos conferiam a ela uma dose atraente de sensualidade. Sem pressa, conversou por um bom tempo comigo, até que perguntou se eu iria “querer um carinho”.

— Quanto é para passarmos a noite? Vou precisar dormir.

— Até que horas? — ela me pergunta.

— Sei lá. Até acordar e tomar um café.

Railda consultou o relógio, lançou os olhos para os cálculos matemáticos e me respondeu.

— Posso fazer por 600.

Considerei o valor bem razoável. Na verdade, me surpreendi, era uma pechincha.

— Então vamos agora. Pode ser? — perguntei.

Railda assentiu e perguntou para onde iríamos.

— Aqui perto, Hotel Estadual — informei.

Ela se levantou e avisou as amigas.

— Você está de carro? — perguntou-me.

— Não. É perto, podemos ir caminhando.

E fomos, de mãos dadas, em direção ao hotel que adotei na velha Lapa. O resto da história foram os raios de sol penetrando pelas brechas da cortina, fustigando o meu rosto e me fazendo abrir os olhos inchados após a fusão de corpos que me fez gozar duas vezes. Ave, Railda.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Jucabar, pgggato45, Senior69, Digboy, PauloCesar, ViciadoEmPeitudas, Bart, chinchila, Barbosa82, Papai Noel, Gatitus, Nomade, curtiram esse TD.
UP HOUSE NIGHT CLUB - Av. Mem de Sá, 89 , Lapa - Rio de Janeiro - RJ - (21)99291-6370
MÔNICA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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04 de Junho de 2023 às 21:06






DA SÉRIE: ANIVERSÁRIO DO DANTE


Por que escolhi retornar aos bordeis e escrever preferencialmente sobre eles? Porque me sinto mais livre para descrever a verdade, não preciso me comportar como um forista chapa-branca, que teme represálias virulentas ao escrever uma opinião pessoal, nem me sinto obrigado a bajular aquelas que gostam do fórum, mas não dos foristas.

A garota de bordel, geralmente, não possui o menor vínculo de interesse pelo fórum, na maioria das vezes nem sabe o que é. Acho ótimo. É mais arriscado para o cliente no sentido de que ela não simula um bom atendimento, nos atende de forma espontânea, seja para o bom ou para o sexo ruim. Para mim, não tem problema, prefiro a verdade à dissimulação. Por fim, como libertino, nasci e me criei nos bordeis cariocas, quando volto às origens retomo a minha natureza ancestral, recarrego as energias. O foco exclusivo em uma só modalidade de acompanhante empobrece o forista como produtor de conteúdo, ele se repete, com poucas variações, a cada novo relato que escreve.

.................................

A noite avançava, mas o restaurante Nova Capela só fecha as portas às duas da madruga. Entrei e pedi uma janta, encher a barriga talvez não fosse algo recomendável para quem ainda pretendia realizar a conjunção carnal. Filé à campanha bem servido, um banquete, me fartei. Algumas doses de uísque, conta paga e fui à luta.

Como se não bastasse a gravidade, o meu peso por si só me fazia pisar forte sobre as calçadas irregulares da Avenida Mem de Sá povoada por multidões comemorando o tal “sextou”. Luzes, neon, burburinhos, camelôs, caos. Essa é a Lapa noturna. Eu atravessava a turba solitário, em busca da adrenalina que me aliena das angústias que compõem a realidade. O libertino é o último aventureiro urbano que ainda não foi extinto.

Estômago abarrotado, não encontrei disposição para caminhar muito, avistei a boate Up House e entrei. Deparei-me com uma quantidade surpreendente de mulheres bonitas, algumas atraentes além do lugar comum. Infelizmente, também me lembrei que o programa sofreu um acentuado reajuste, agora custa 300 pilas por uma hora de esfrega. Atualmente, se a carteira é magra, o sujeito não transa nem na Vila Mimosa.

Pedi uma dose de Black Label e me sentei para exercitar a arte da contemplação. Mulheres seminuas, bundas, seios, coxas... O homem se comporta no puteiro como se estivesse em um açougue, planejando o próximo churrasco. Bebo ocasionalmente, mas quando bebo, bebo bem. A questão é que custo muito a relaxar, a ficar alegrinho e descobri que o uísque é o único destilado que ainda me proporciona a boa onda.

Sinto a mão leve alisar a minha nuca, olho para trás e me deparo com uma mulher montanhosa, dessas que você imagina que precisará comprar material de alpinismo para consumar o sexo. Colossal. Alta e emoldurada com curvas de causar vertigem ao desavisado. Mônica o seu nome, um nome que raramente ouço em puteiros. Conversamos, bebemos uísque juntos, menina sem afobação, passou com louvor pela minha entrevista básica. Alcova.

Admito que me doeu pagar 300 pilas por uma bimbada, mas como a verba do aniversário é destinada a suprir esses caprichos, abstraí.

Quando Mônica se despiu dos parcos panos que a cobriam, realmente senti falta do material de alpinismo. É uma mulher de geografia vasta, que exige mapa e bússola para ser explorada. Eu tentei. Começamos esfregando nossos corpos freneticamente, Mônica não demonstrou frescura, não protegia a boceta de qualquer esbarrão, se entregou sem medo, querendo oferecer prazer. Assim, nos pegamos de todas as maneiras, passamos uns vinte minutos em um 69 alucinante. Infelizmente, ao soar o fim do round, não gozei. Seria a maldição do Viagra?

Tudo bem, o que importa é que foi um amasso que constará nos anais da promiscuidade. Saí satisfeito. Quitei o consumo e ganhei novamente o frenesi das ruas do Rio antigo. Não, não acabou. A noite continua... Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Digboy, Gatitus, The Witcher, Saulo Top, Jonta, Barbosa82, Papai Noel, pauloeduardo, Lucifer, Dionizio_RJ, PauloCesar, Felipe_BR, ViciadoEmPeitudas, chinchila, Brand, Camarada_Boris, curtiram esse TD.
CLUB 210 - Rua Uruguaiana, 210 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
ESTER
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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04 de Junho de 2023 às 01:06






DA SÉRIE: ANIVERSÁRIO DO DANTE


A noite de sexta-feira foi longa e só terminou no sábado de manhã. A principal constatação é que não tenho mais o fôlego jovial, praticamente desmaiei agora há pouco. E tudo começou com a visita ao número 210 da rua Uruguaiana.

No Centro, quase todos os bordeis populares se concentram em sobrados com escadarias intermináveis. Para chegar à pista da boate, é quase preciso acampar no meio do caminho para recuperar o fôlego e prosseguir no dia seguinte. Não é diferente com a 210. Como era uma noite em que eu pretendia render sexualmente, cometi a imprudência de tomar um Viagra de 100mg. Não demorou para que eu sentisse o coração mais acelerado e um calor de galinha choca que me fazia suar no frio.

Fiquei imaginando as manchetes do Jornal Extra se eu morresse após um AVC sobre um daqueles colchões de TNT do puteiro. Um fim glorioso para o libertino, mas vergonhoso para o indivíduo. Tive um amigo que morreu dentro do bordel, volta e meia lemos notícias de um ou outro que falece nos braços de uma prostituta. Pode ser poético, mas não é bonito. É deprimente. Morte

.......

A 210 estava intransitável, homens pendurados até no lustre. Poucas mulheres. Cometi o meu primeiro erro, pedi uma Ice, depois outra. Misturei a overdose de Viagra com álcool. Meu calor interno parecia aumentar, estava incômodo. Sentei-me num canto assim que avistei um lugar vago. Que tragédia seria morrer na véspera do aniversário. Arrependi-me do Viagra e fiz promessa de subir a escadaria da Igreja da Penha se eu conseguisse escapar do óbito precoce.

Uma morena magrinha sentou-se ao meu lado. Apresentou-se como Bete e soltou a frase que é quase tema de funk nos trashs...

— E aí? Vamos fazer um amorzinho gostoso?

A pergunta temperada pela voz de taquara rachada aumentou meu estado de náusea.

— Por enquanto estou dando uma olhada. Se eu subir, falo com você.

A garota nem me respondeu. Fiquei tentando controlar a respiração e os batimentos cardíacos. Procurei um guardanapo para escrever o meu obituário, caso a situação se agravasse. Mesmo se eu conseguisse escrever o necrológio antes do último suspiro, em quem naquele ambiente eu confiaria para entregá-lo? Talvez, no vendedor de calcinhas e biquinis que surgiu no mesmo instante em que eu refletia sobre a desencarnação. Ele me pareceu confiável e é possível que se eu comprasse um dos fios dentais que estava vendendo, conquistasse a sua absoluta lealdade.

Comecei a supor que estava febril e delirando. Uma outra morena se acomoda ao meu lado, me estende a mão e se apresenta. As malditas mulheres estavam educadas logo quando eu só queria me concentrar para sobreviver ao meu próprio desatino.

— Olá. Ester. Satisfação.

Estendi as minhas mãos trêmulas e retribuí o cumprimento também me apresentando.

— Dante. Meu nome é Dante.

— E aê? A fim de namorar gostoso?

Definitivamente, queriam me matar. Sobreveio-me uma luz para tentar ficar quieto por alguns minutos e, talvez, conseguir escapar de qualquer fatalidade. Perguntei se a menina fazia massagem.

— Faço tudo, amor.

— Tudo bem, mas massagem você faz?

— Claro.

Alcova.

.......

Acredite, forista sem fé, quando me levantei para ir até ao caixa pagar pelo tempo que contrataria, veio-me uma dor lancinante no braço esquerdo. É o fim — pensei. O lugar, que já era escuro, foi ficando ainda mais escuro para os meus olhos astigmáticos. Paguei o que tinha que pagar e a garota me conduziu ao quarto, despenquei na cama. A menina avisou-me que ia pegar suas coisas e sumiu nas trevas.

Quase rezei uma Ave-Maria e um Pai-Nosso para pedir extrema-unção. Ester retorna ao quarto.

— Você está bem? Está pálido — ela me diz na lata.

Sinceramente, dizer isso para quem não está se sentindo bem é próximo de abrir uma cova e jogar a última pá de cal. Fui sincero na resposta.

— Não estou legal. Estou me sentindo mal. Enjoo, calor e dor no braço.

Percebi os olhos de Ester se arregalando um pouco.

— Quer que eu pegue uma água? — se ofereceu gentilmente.

— Quero sim.

Novamente, Ester desapareceu nas trevas do quarto. Voltou com um copo em que devia caber um litro de água.

— Pode beber. Botei açúcar — ela me avisa.

— Açúcar?! — a menina deve ter pensado que eu era um coroa virgem, nervoso por estar enfrentando a primeira relação carnal.

Engoli aquele litrão de água com açúcar e fiquei deitado, tentando recuperar o controle do corpo. Ester foi carinhosa, afagava os meus cabelos, falava para eu ficar calmo.

— Você é cardíaco? — me pergunta.

— Não. É que cometi a asneira de tomar um Viagra de 100mg.

— Ah! Normal.

Porra. O que seria normal naquela situação? Eu estava ficando apavorado.

Tive a sensação de que adormeci. Quando abri os olhos, havia se passado apenas cinco minutos, não sentia mais nada, estava bem. Ergui o corpo e informei a Ester de que eu estava melhor. A graça foi concedida.

— Viu? Água com açúcar é bom pra isso.

Quem sabe foi Ester quem descobriu a vacina do Covid. Inacreditável. Não transamos, mas ficamos trocando algumas carícias, agradeci a receita milagrosa, vesti a roupa e desaguei novamente nas ruas. Eu me sentia ressuscitado. Joguei fora o guardanapo com o meu obituário, atravessei a Avenida Presidente Vargas e fui comemorar a ressurreição na 502.

A saga continua... Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, The Witcher, Papai Noel, Bumpy Johnson, Gatitus, Digboy, PauloCesar, Brand, Senior69, Negão Comendo, Lyon, Jucabar, Lucifer, Dionizio_RJ, Barbosa82, ronondex, Blade Carioca, Diazepan, curtiram esse TD.
CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97161-1880
CLÉO
NEUTRO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$255.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO NãO SEI R$0.00 NãO

03 de Junho de 2023 às 11:06






DA SÉRIE: ANIVERSÁRIO DO DANTE

Noite de sexta-feira, véspera do meu aniversário. Com o sangue sobrecarregado por uma overdose de Viagra, lancei-me às ruas promíscuas do Centro da Cidade como um suicida que se lança do vigésimo andar de um arranha-céu.

Noite gélida, com chuvas esparsas. Caminhei sem rumo até escalar os degraus da Uruguaiana 210, mas essa história vem depois. Há muito tempo que eu não entrava no Club 502, próximo de onde em estava, foi para onde me dirigi determinado a mais uma conjunção carnal.

Na rua da Alfândega, ponto onde se localiza a casa, talvez fosse possível ouvir o cantar dos grilos ou assistir a bolas de feno rolando sobre os paralelepípedos do antigo endereço carioca. Ninguém. Nem mesmo os fantasmas circulavam por ali. A única alma presente era o porteiro alienado na companhia alegre e virtual do celular. Peguei a comanda e escalei mais uma série de degraus infinitos de outro carcomido sobrado. A vida do libertino é um constante exercício aeróbico.

Não digo que a 502 foi reformada, mas passou por uma maquiagem. Limparam os traços de decadência que começavam a se sobressair, ficou menos escura e aderiu ao mistério conveniente da penumbra. Avistei algumas meninas interessantes, tanto de corpo como de rosto. Estava indeciso sobre quem escolher, mas certo de que iria escolher alguma daquelas mulheres presentes.

Durante a minha indecisão, chega ao local o lendário camarada 3 Centos. Sim, o apelido dele é 3 Centos. Falei sobre as minhas incertezas quanto a escolha e ele me ofereceu o Norte.

— Vai na Cléo e seja feliz — asseverou.

Cléo é uma morena bonita, com curvas sinuosas, bunda arrebitada, cabelo crespo e cheio, coxas grossas. Atraente.

Tudo bem. Chamei a garota, fiz a minha entrevista básica, que só é superada pela perícia do INSS. Perguntei os detalhes, o que fazia, o que não fazia e, principalmente, se beijava na boca. Cléo passou no teste. Alcova.

Pagamento adiantado do programa, subo mais um lance de escadas, sentindo que minhas pernas ganhavam músculos inesperados de tanto escalar degraus. A cabine da 502 é praticamente uma suíte, limpa, com box, chuveiro e água morna. Lençóis e fronhas impecáveis, bem ao estilo do forista que não mija em pé.

Cléo tira a roupa e entra no banho. Faço o mesmo quando ela libera o chuveiro. Passamos aos beijos. Cléo beija, não refuga, mas não senti qualquer emoção da parte dela com aquele embolar de línguas. Pikachu — o breve — começou a mostrar desconfianças.

Aliso e aperto a bunda da menina, corro as mãos pelas suas costas, beijo o seu pescoço. Nem um gemido. Subo mais as minhas mãos mirando os peitos, foi quando a tragédia ocorreu...

— Olha, não pode chupar nem apertar meus seios. Estou amamentando.

Quando olhei para baixo, Pikachu — o breve — já tinha embarcado em um trem para a Sibéria. Para mim, o programa acabou. Admito que Cléo me fez gozar, mas saiu do quarto assim que gozei (odeio isso). É dessas que trata cliente como objeto de produção.

Não darei um conceito negativo neste relato, pois gozei. No entanto, poucas vezes na vida fiz um programa tão xoxo como esse. A noite continuou pela Lapa e foi longa. Novos relatos virão... Girl9

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EXCELENTE EXCELENTE
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