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RELATOS DO CERVEJA

ANITTA TAYLOR - Centro - Rio De Janeiro - RJ - (21) 96733-7440
ANITA MINEIRA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO NãO R$0.00 SIM

04 de Abril de 2025 às 14:04



A segunda vez costuma ser melhor que a primeira. Não há necessidade de apresentação e a intimidade do encontro anterior dá espaço para maior espontaneidade. Demorou muito pra vir me ver de novo, ela diz, achei que não tinha gostado. Se dependesse de mim, respondi, este não seria o segundo encontro, estaríamos no décimo. Ah, então tá, ela riu e me levou pro quarto. Vai querer um banho?, perguntou me analisando, tá com jeito de que tá limpo. Vim de casa, respondi, mas não custa. Isso, ela me entrega a toalha, o que já é gostoso fica ainda melhor. Fui pro banho e de novo me divirto com a plaquinha sobre o sanitário com advertências e recomendações sobre como limpar o pau.

Quando retorno, a Anitta está deitada sobre a cama, os cabelos loiros espalhados pelas as costas e aquela bunda inconfundível exposta como um presente. Ela larga o telefone sobre a mesinha de canto e vem me beijar. Brinca com nossa diferença de altura enquanto se estica na ponta dos pés para alcançar minha boca. O acetinado daqueles lábios contra os meus me relembra um dos motivos para estar com ela novamente. O mesmo posso dizer da pele da Anita, de uma maciez incomparável. Abro seu sutiã e mergulho o rosto entre seus seios. Verbalizo pra ela o que sinto enquanto aperto sua bunda: caralho, como você é macia. Não me chama de gorda, ela brinca. Sim, brinca porque sabe que não foi o que eu quis dizer, sabe a verdade. Seu corpo apresenta um contraste muito interessante: se aos olhos ela parece a típica frequentadora de academias, no toque sua pele possui uma ternura que escapa de qualquer padrão. Aperto todo seu corpo e me deixo levar pelo tato. Beijo seus seios, afago os cabelos e mordo seu pescoço. Ela se derrete nas minhas mão, se arrepia na minha boca. Tira essa cueca, ela ordena, parece mais um short, sabia? Removo a roupa que faltava e ela se ajeita na cama para me chupar. Boquete magistral, com vontade, troca de olhares e bastante interação. A desenvoltura da Anita com o pau na boca e nas mãos vai ficar na minha cabeça por um bom tempo. Acho que só irá desvanecer para dar lugar a um novo registro ainda mais espetacular.

A boceta da Anita é outro atributo que merece ser destacado. Mais uma vez lembranças do primeiro encontro vêm à cabeça. O gosto. O gosto dela é o diferencial. Acostumado a descrever com alguma facilidade os aromas e paladares das cervejas (frutado, amargo, cítrico, resinoso, ácido e etc.), aqui eu hesito. Algumas coisas na vida precisam ser experimentadas. Qualquer tentativa de retratar ou explicar o que o sexo da Anita causou na minha boca vai ser impreciso e reducionista. Qualquer apreciador da anatomia feminina vai se deleitar com a experiência entre suas coxas.

No sexo, não fizemos nada muito diferente da primeira vez, mas minha vontade era exatamente esta: repetir tudo que já havíamos praticado, desta vez com mais intimidade e ardor. A única exceção foi a trepada de pé. Eu adoro, ela me confessou. Apoiou as mãos na parede, empinou a bunda e recebeu minhas estocadas aos sussurros enquanto eu puxava de leve seus cabelos. Ficamos ali engatados naquele tesão desmedido até que gozei efusivamente entre suas pernas. Encostei a cabeça em seu ombro, mordi de leve, cheirei seus cabelos e só depois me desfiz daquele abraço.

Corro o risco de ficar me repetindo aqui com a Anita, mas ela é daquelas mulheres de retorno fácil. Atenciosa, bonita e muito agradável, ela sabe provocar e na cama tem uma desempenho fora do normal. O encontro foi tão bom que esqueci de tirar fotos, mas ela fez a gentileza de me enviar algumas que, faço questão de adicionar ao relato.




Player69, Café, Jonas, The Creator, Brand, Long Trail, Mr69, Y@N, Dionizio_RJ, 90loiro90, Duelista, PauloCesar, Julio Cesar 34, Dan Spock, Eddie Adams, Yami Mysterio, Barbosa82, Getúlio, Malvadão Carioca, rafael.oliveira, Frank49, abobrinha, Gominho, predador69, Thor de Copacabana, Lucifer, Fatblack, HC, Conde Da Valáquia, Oscar, The Shy, Mini Mike, Tronche63, Pirubaby, LP come queto, Saulo Top, chorao, Holmes, curtiram esse TD.
MARCELA LESSA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96786-3745
LOIRãO ALTO ASTRAL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

26 de Março de 2025 às 21:03



Não deu tempo nem de tomar banho. A Marcela me de um beijão assim que atravessei a entrada do apê. Passei a mão pelos seus cabelos e depois pelas costas, mas ela, sem qualquer cerimônia foi direto apertar minha bunda. Entendi o jogo. Quando em Roma, faça como os romanos (alô Brutus!). Das costas, minhas mãos se acomodaram nas nádegas do loirão. Bunda boa de apertar, daquelas que recheia as mãos. Beijo muito apetitoso também, daqueles acolhedores e com o gosto de uma promessa. Não tem erro, pensei enquanto nossas línguas entravam em contenda. Vai ser uma foda daquelas.

Da porta fomos para o quarto ainda aos beijos, que só interromperam para que eu pudesse colocar minhas coisas na mesinha. Você é bem mais gato que na foto, ela me disse com um olhar inquisidor enquanto eu me livrava das roupas. Surpresa boa, sabia?, devolvi. Estava com receio de você não ser bonita. Então me diz o que achou, ela provocou, se insinuando. Você é gata, loirão. Gata não, Loba.

Loirão!, é o que dá pra dizer da Marcela se tivermos apenas uma palavra pra usar. Uma mulher madura na boa essência do vocábulo. E no descritivo, uma mulher chamativa, de cabelos claros e um corpo exuberante, muito bem distribuído em seus 1,70 de altura. Vou comer essa diaba de pé, pensei de imediato, vai ser aquele encaixe.

Os olhos da Marcela são atentos e não desgrudam de você. Ênfase para um sorriso radiante e fácil, além de uma boca de não se querer desgrudar. É uma mulher de presença, bonita e com o corpo natural, com todos os predicados que a natureza possa agregar ao conjunto. Estava contida num short jeans e um top vermelho, que foram parar sobre a cômoda ao lado da cama. Simpática e comunicativa, me ganhou também pela espontaneidade. Foi objetiva na interação, coisa de quem sabe o que quer, como quer e o porquê quer. Mostrou que estava pra jogo e que adorava o jogo. Eu só entrei em campo.

Não teve banho, lembra? Do enrosco de pé, fomos direto pra cama. De quatro, exibindo as costas e as dobras da coxa no encontro com a bunda, o boquete da Marcela foi um deleite. Acertou de primeira o jeito da minha predileção e, vendo minha reação, seguiu a cadência. O pau foi fundo na garganta, na língua e nas bochechas, por dentro e por fora. No limite do gozo, pedi que ela deitasse e fui explorar seu corpo até chegar na sua intimidade. Chupei com vontade, perguntei como ela gostava e ela me ordenou que prosseguisse daquele jeito. Creio que não demorou mais que cinco minutos e derramou o gozo na minha boca.

Eu estava com tanto tesão que até o ato de colocar a camisinha serviu para me excitar mais. Ela sugeriu que eu deitasse na cama — quase uma ordem velada – e veio por cima. Deixei-a à vontade para que fizesse o que tinha vontade enquanto eu brincava com suas coxas, bundas e seios. Depois de uma surra de sentadas e cavalgadas que quase me levaram ao orgasmo, trocamos e fomos para o papai-mamãe. A Marcela apertava minha bunda e me puxava para junto de si enquanto recebi as estocadas. Fazia pressão com a musculatura da boceta e ria enquanto observava minha expressão. Trocamos a posição, ela ficou de quatro na cama e, de joelhos, a penetrei com vontade, cadenciando a intensidade apenas para apertar sua bunda, desferir alguns tapas e brincar com seus pés e panturrilha.
O tempo voou, mas eu queria mais. Pedi o cuzinho e ela consentiu com a devassidão estampada no rosto. Você gosta?, perguntei. Gosto, mas começa devagar. Antes de iniciarnos, a ela me mostrou um truque que pra mim foi inédito. Empurrou a parte de cima do colchão para frente enquanto Mantega a base cama no mesmo lugar, formando uma espécie de degrau. Se ajoelhou então no primeiro nível, apoiando o dorso na cama e disse: vem. A altura ficou perfeita, o ânus à mostra, desprotegido, uma oferta especial e generosa. Segui o conselho e fui devagar, o pau entrando apertado. Nem precisei fazer muito. Em pouco tempo era a Marcela que jogava o corpo na minha direção e me fazia penetrar cada vez mais fundo. Foi o sinal para que acelerasse. Ela se inclinou ainda mais e ficou se masturbando enquanto eu gastava a energia naquela penetração acelerada. Poderia ter ficado muito mais tempo ali, mas eu queria aquele gozo defenitivo e derradeiro. Alcancei o ápice gritando, ofegante e completamente tomado por suor.

A Marcela foi uma surpresa muito boa e pretendo retornar o mais breve possível. Mulher experiente, bonita e simpática ao extremo. Sabe muito bem o que faz e sabe agradar. Talento nato, força da natureza. Demorei para ir visitá-la a primeira vez e não vou demorar para voltar. Na despedida ela ainda veio mexer comigo sobre como acertei rápido o jeito como ela gosta de gozar. Então acertamos, respondi, estamos de parabéns. Como que eu trabalho agora?, me disse ao abrir a porta. Seja profissional, brinquei, você sabe como. Ela riu e me ofendeu de um jeito carinhoso, coisa para poucas, o raro equilíbrio entre doçura e putaria. Na medida que eu gosto. Chegando em casa olhei para minha cama box e lembrei do truque que a Marcela me ensinou. É isso, mais de quarenta anos e você acha que não aprende nada novo. A Marcela tá aí para provar o contrário.

Mr69, PauloCesar, Brand, Nomade, Brutus, 90loiro90, gargamel, Long Trail, Negão_01, Café, El Zorro, Conde Da Valáquia, Saulo Top, Teseu, HC, Peter White, Araujo, Jucabar, Claudio_rdp, Frank49, Y@N, Getúlio, Dan Spock, Eddie Adams, Dexter22, Yami Mysterio, Mark, Thor de Copacabana, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
LUNA CHAVEIRINHO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97172-0739
LUNA CHAVEIRINHO
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

16 de Março de 2025 às 13:03



Já tinha visto o anúncio da Luna há algum tempo, tinha curiosidade, mas a vida não queria. Até que vi a promoção da ressaca de Carnaval e pensei: por que não?

Contato via WhatsApp foi suave. Respondeu quase de imediato e tirou minhas dúvidas. Fiquei preocupado com seu apelido. Será que a diferença de altura seria uma questão?

Você é bem pequenina, né?
Sou! Rs
Tenho 1.85, algum problema?
Claro que não, meus clientes são, em geral, bem altos.
Então tá bom.
Vem que eu cuido de você 😈.
Atendimento completo?
Sim! Sem taxa!
Tô precisando. Me manda uma foto de rosto?
Claro, só um minuto.
Gostei. Tô indo praí.

Vamos combinar? Tá tudo caro pra kct. Inflação alta costuma trazer oportunidade para aumentos abusivos. Todos os setores tiram proveito, alguns erram a mão. A sociedade, em geral, perde. Ver uma promoção destas é tentador, principalmente quando a menina tem uma quantidade elevada de relatos positivos. Não tive dúvidas depois do papo via WhatsApp. Fui.

A Luna Chaveirinho atende na AA37. Apartamento espaçoso e com um quarto grande (dá pra fazer uma bagunça boa ali). Banheiro organizado, cozinha ampla. Tudo no esquema. Ela é baixinha, tem um sorriso fácil e realmente era muito parecida com a foto que me encaminhou. Foi simpática, me deu um beijo na ante-sala e me conduziu até o quarto. Ela tem o corpo exatamente como nas fotos, toda pequenina, mas o conjunto é muito uniforme e de fácil apreciação até mesmo para quem gosta das mais altas como eu. De destaque, uma bundinha bem saliente se levarmos em consideração sua estrutura corporal. Desde o primeiro momento ela foi muito atenciosa, quis mexer comigo e me provocar, mas eu estava num dia calmo e mais surdo que o normal.

Você é muito tímido, menino.
Te avisei que era.
Deixa que comigo que resolvo isso.
Por favor .

Fui para o banho e quando voltei ela estava de bruços na cama com um vestidinho cheio de fendas e transparência, todo colado naquele corpinho. A bundinha pro alto era um convite. Fui na sua direção, mas ela se levantou e me imprensou contra a parede. Veio me dar um beijo, na ponta dos pés. Puxou então minhas pernas, me obrigando a reduzir a altura. O beijo encaixou, bem gostoso e que evoluiu enquanto nos reconhecíamos. Língua atrevida, mordidas nos lábios e uma sarração que me animou. Fomos para cama, tirei a roupa dela, deixando-a apenas de calcinha e provei seus seios pequenos, suculentos e firmes. Depois fiquei de pé e ela veio me chupar. Boquete absurdo com a Luna rindo o tempo todo e falando várias sacanagens. Meu pau latejava dentro da boca dela. Deitei na cama e ela seguiu me engolindo. Ainda de calcinha, fiquei massageando seu clitóris. Ela interrompia o oral por um breve momento, gemia e me olhava com uma expressão que era uma síntese da putaria. Logo se recuperava e voltava a me engolir. Jogava minha rola na garganta e me sugava com uma pressão fora do normal. Senti que ia gozar se ela seguisse naquela fome toda. Coloquei-a deitada, tirei sua calcinha e fui chupar seu chaveirinho. Boceta gostosa, já estava bem molhadinha quando coloquei a boca. A Luna curtiu as primeiras investidas de olhos fechados e apertando os seios. Safado, disse depois de levantar a cabeça. Foi um sinal de que estava curtindo. Apertava meus cabelos e braços, passava as mãos pelo próprio corpo. Depois de um tempo segurou minha cabeça e me pediu pra ir com mais calma. Não vai me fazer gozar logo, calma que não quero agora. Reduzi o ritmo e ela ficou lá deitada curtindo a brincadeira. Vamos trocar, sugeriu, deixa eu brincar com você. Veio me beijar quando eu deitei e depois passou a mão pelo meu cavanhaque limpando o melaço que tinha ficado da posição anterior.

Vou tirar teu leite com a minha boca, safado. Acha que só você que sabe?,disse depois me devorar por alguns minutos. Estava realmente empenhada, o gozo tava ali, batendo na porta. Se você continuar assim, eu vou mesmo e a gente não vai trepar. Eu já tenho certa idade, demoro mais que cinco minutos pra me recuperar, melhor segurar a onda. Ela desacelerou, reduziu a pressão e continuou numa cadência que dava para controlar. E seu eu quiser muito teu leitinho na minha boca?, perguntou. Se insistir, vai ter, mas deixa eu te comer primeiro. Tô doido pra te meter a rola. Ela riu, pegou uma camisinha na cabeceira, me vestiu com a armadura da putaria e depois montou em mim. A boceta dela abraçou meu pau por inteiro, dava pra sentir a cabeça latejando lá no fundo da xota. Sentadas, cavalgada e esfregação. Então ela pediu: vem por cima você agora. Puxei ela pra beira da cama e comecei a estocar a bucetinha. Não, ela reclamou depois de um tempo, vem pra cama. Quero sentir teu peso, grandão. Se solta em cima de mim. Fomos para o papai-mamãe, ela me abraçando com força para manter nossos corpos colados. Apenas a pélvis se afastava e retornava com toda a força que era possível. Coloquei depois ela de quatro e comi com vontade, com ela olhando pra trás o tempo todo, rindo, me chamando de todo tipo de impropérios.

Quero comer seu cu, disse enquanto a penetrava na boceta e alisava seu anel com um dos dedos. Tu é tímido, mas gosta de uma sacanagem, né? Como quer me comer? Do jeito que for mais confortável pra você. Ela acenou com um sorriso, foi até a cômoda, pegou o gel e depois ficou de quatro. Lambuzou o alvo da cobiça e me trouxe pra dentro com delicadeza. Depois que me acomodou, olhou para trás e disse: vai, fode esse cu, filho da puta.

Costumo ser obediente. Quase sempre. Um copo de cerva e um fode meu cu não se nega a ninguém. Comi com vontade naquela posição. A Luna me surpreendeu pela, digamos, versatilidade. Eu macetava na fúria e a diabinha ali, só curtindo, gemendo, olhando pra trás e rindo. Vai jogar leite no meu cu? Onde você quiser, respondi. Hum, então posso escolher? Pode! Tô na dúvida se quero na boca ou no cuzinho. Decide aí, enquanto isso, vou te comendo, respondi rindo. Isso, soca com força fdp.

Penetrei a Luna sem restrição, sem pena, sem qualquer medida. Antes, pedi que me avisasse sobre qualquer incômodo. Sem freio e na ladeira, a pressão foi grande. Coloquei ela de bruços e tomei a decisão por ela: vou gozar nesse cuzinho, safada. Vai, goza, me arromba.

Me arromba é foda, né? É tipo: foda-se faz o que quiser, passei esse cu pra teu nome. Assim o fiz. Sentia a ponta do pau bater cada vez mais fundo, o peso do meu corpo contra o dela no colchão. Quando senti a primeira fisgada de uma cãibra na perna direita, soltei o leite no preservativo.

Conhecer a Luna foi uma experiência muito positiva. Menina gente fina, corpinho bem cuidado, alto astral e uma intensidade na medida. O oral foi absurdo e o anal me deixou querendo mais. Além de tudo, teve o custo benefício excelente. Se rolar ressaca de Páscoa, Tiradentes, Dia dos Namorados, Independência e etc., o retorno é garantido.

Café, Tyrion, Araujo, Jonas, The Creator, Nomade, Duelista, Sueco, Conde Da Valáquia, Negão_01, Eddie Adams, Saulo Top, Brand, Alucard, HC, 90loiro90, Gordin Boêmio, Pirubaby, Sued, Hulk_Rj, Thor de Copacabana, Getúlio, Mark, Fatblack, Peter White, Claudio_rdp, Paulista88, predador69, Yami Mysterio, Brutus, Deco1272, Frank49, Y@N, pgggato45, G.G, curtiram esse TD.
CAROLAINE - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98652-8889
CAROLAINE
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

10 de Março de 2025 às 06:03



Aproveitei a semana sossegada pós Carnaval para finalmente conhecer a Carolaine. Marcamos no Hotel Condor no Méier. Pertinho pra mim, fácil acesso para ela (pediu R$20 do Uber adiantado), preço justo (R$ 129 o apto com garagem) e estrutura ok.

Cheguei antes, me acomodei no quarto e fiquei lendo. Pouco depois o telefone toca e a recepção do hotel anuncia sua chegada. Autorizo a subida pro quarto e vou encontrá-la na porta. Já tinha visto uma foto sua de rosto e alguns camaradas tinham confirmado que ela era bem bonita, mas confesso que me surpreendeu ao chegar. Novinha, uns vinte e poucos anos, cabelos loiros quase no final das costas, cílios decorados, maquiagem bonita com batom avermelhado e sombra nos olhos além de um perfume bem agradável. Estava com uma roupa comportada, discreta, mas definitivamente muito bonita. Nos beijamos de leve na ante-sala e fomos para o quarto.

A Carolaine retornou do banho apenas de toalha. Pediu para reduzir um pouco a iluminação e depois soltou a peça na cama, exibindo o corpo. Veio para meu lado e me deu um beijo muito bom. A boca da Carolaine é bem gostosa e a química foi muito boa. Tirei minha camisa para poder sentir o calor do seu corpo e ela brincou: ia falar isso agora, você tava com muita roupa. Fiquei apenas de cueca, nos beijamos novamente, desta vez de pé, e ela ficou alisando meu pau por cima do tecido. Despi-me finalmente e ela desceu para me chupar, de joelhos.

Você tem uma cara de boa menina, falei pra ela enquanto a assistia trabalhar. Ela tirou meu pau da boca, olhou para cima e sorriu. Depois voltou a me mostrar seus talentos. Foi um boquete de muita habilidade, com o bônus de ter beleza daquele rostinho angelical para completar o espetáculo.

Fomos para a cama. Falei para ela que era minha vez de retribuir. Boceta muito boa de chupar, com destaque para um piercing bem ali na zona do perigo. A chupação foi evoluindo, os gemidos e reações da Carol se intensificaram e depois de um bom tempo ela anunciou que iria gozar. Tremedeira, sensibilidade e um cafuné para complementar o relaxamento. Nossa, você sabe como faz, né? Não é qualquer um que consegue não.

Novo boquete, pau em riste e ela me pergunta se tenho preservativo. Respondo que não. Então ela procura na própria bolsa e encontra alguns. Acho que foi o preservativo mais ridículo que já usei. Verde, com a ponta azulada na altura da glande e sabor de caipirinha. Olhei pro meu pau no espelho, a Carol olhou também e depois ficamos rindo de como estava ridículo. Deitei na cama e ela veio por cima. Uma sentada bem gostosa, mas com aquela bundinha digna de menção que ela tem, logo evoluímos para a penetração com ela de 4. Ali a Carol brilhou demais. Ficamos um bom tempo e depois fomos para o papai-mamãe. Vai me dar leitinho, ela perguntou ao ver minha cara de prazer. Como você quer?, perguntei e ela respondeu que queria na boceta. Coloquei a de bruços e estocando a Carolzinha com aquela raba pro alto, não resisti muito tempo e gozei forte.

Conversamos bastante no intervalo depois do banho. Bebemos água para recuperar o fôlego e na sequência ela tomou a iniciativa de vir me chupar novamente. Meu pau tava meio preguiçoso e demorou um pouco para acordar, mas a Carol mandou ver naquele oral sensacional que ela faz. Camisinha de caipirinha e fomos para o sofá. Penetrei-a por trás, mas a posição não ficou muito confortável. Voltamos pra cama e continuamos com ela de quatro e depois no papai-mamãe. Senti que não ia gozar, o pau deu uma adormecida. Avisei a Carol que não ia conseguir. Nem na punheta ou no boquete?, ela perguntou. Podemos tentar, respondi. Tirei o preservativo e ela veio me chupar. O pau endureceu novamente, estive muito perto de conseguir, mas nada do gozo chegar. Sem desistir de mim, a Carol me chupava, colocava a língua para fora e me pedia leitinho. Eu tava com um tesão da porra. Aquela carinha linda, a língua exposta e as súplicas dela foram um absurdo: goza pra mim, gostoso. Estou até agora com estas imagens na cabeça, mas infelizmente, falhei na missão. Fiquei devendo para um próximo encontro. Lembrei ainda de tirarmos uma foto para colocar aqui no relato. O visual ficou um absurdo.



A Carolaine foi uma surpresa muito boa. Menina belíssima, novinha, espirituosa, gente boa e divertida. Foi incrível durante todo o encontro e me fez um boquete muito absurdo. Ela está, certamente, entre as meninas mais apaixonantes que encontrei ultimamente. O repeteco é certíssimo.

LP come queto, Sueco, Conde Da Valáquia, Pirubaby, Araujo, Paulista88, Duelista, PauloCesar, Dionizio_RJ, Mr69, Eva Sanchez, HC, Brand, Fatblack, Café, Eddie Adams, Carolaine, Saulo Top, Y@N, Nomade, Getúlio, Luizinho90s, 90loiro90, vandijk79, Brutus, Delanmax, Van Cleef, Mítico, Tyrion, Alucard, pauloeduardo, Yami Mysterio, Apolo, Flavinho, Thor de Copacabana, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
ANITTA TAYLOR - Centro - Rio De Janeiro - RJ - (21) 96733-7440
ANITA MINEIRA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$260.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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06 de Março de 2025 às 20:03



Geralmente não marco com as meninas sem ver o rosto das mesmas. Entendo o sigilo e o cuidado que precisam ter. Entendam em contrapartida, meu coração cervejeiro, que não se embriaga fácil. Ele gosta é dos bons insumos: lúpulo de qualidade, malte em profusão, ABV alto, muita acidez e dulçor. Por que uma IPA, se há uma Double IPA, uma Triple, uma Imperial? Por que uma Dubbel se há Tripel, Quadrupel? Acho que me fiz entender... E para minha surrpesa, tudo que eu havia imaginado se concretizou naquela lorinha de 1.60, cheia de curvas e uma carinha de levada.

Olhei para ela ao entrar no apartamento e falei: sabia que você era gata! São seus olhos, disse, gentil, e veio me beijar. Um selinho suave que, mesmo rápido, me deixou perceber a maciez daquela boca. Conversamos brevemente, peguei uma toalha e fui para o banho. Na volta ela brincou comigo: o tímido sempre volta do banheiro de cueca ou enrolado na toalha, nunca vem pelado. Mas eu sou mesmo, comentei, e ela disse que também era. Então ferrou, a gente nem vai se pegar, ninguém agarra ninguém. Damos um jeitinho, ela riu, veio para mais perto e me beijou.

Selinho. Outro selinho. Um beijo mais demorado. Lábios. Língua. Gostei do beijo da Anita, principalmente pelos lábios tão macios. Em tempos de preenchimentos cada vez mais frequentes e, às vezes, exagerados, a suavidade de uma boca naturalmente macia é coisa rara. Além de tudo, simetria e proporção. Nem grande, nem pequena. Nem frouxa, nem rígida. Adequada, perfeita.

Tudo que vi na Anita me pareceu excepcional. Do sorriso bonito, às curvas perfeitas. Visualmente achei que era rata de academia, mas ao tocá-la fui surpreendido positivamente por uma maciez que não batia com o que meus olhos contemplavam. Em vez do enrijecimento da musculatura, uma pele maleável, quase um contrasenso entre o visual firme e o toque delicado. Coxas, bunda, barriga, seios. Todos visivelmente firmes. Todos de uma sedosidade que desafiam qualquer constituição.

O gosto de uma boceta é algo ridiculamente excitante pra mim. Poucas coisas mexem tanto comigo. Costumo brincar com quem me pergunta o porquê do Sommelier no meu nome aqui no Arena. Além do sabor, gosto do cheiro, da textura e, principalmente, da reação aos estímulos que cada mulher transmite no momento. Posso dizer sem arrependimentos: a Anita tem uma das bocetas mais gostosas que pude chupar ultimamente. Por WhatsApp, depois do encontro, até brinquei com ela. Me conta teu segredo, tu passa alguma coisa nessa bocetinha pra ela ficar gostosa desse jeito. A resposta: nada, só cuido dela pra ficar assim. Não é possível, respondi, me conta vai. Acho que ela gostou de você, rebateu, aí ficou assanhadinha. Não contestei, não se contrapõe uma gentileza dessa.

Sobre o sexo, posso dizer que encaixamos bem. Depois de um oral muito vigoro que ela me aplicou e que, numa próxima vez, vou querer esquecer da vida ali até gozar, ela veio por cima e, entre sentadas e fricções, meu pau ficou como uma rocha. Quer trocar de posição?, quis saber. Por mim tá ótimo assim. Vamos trocar, ela insistiu. Então fica de quatro, gosta? Adoro, ela disse já se apoiando nos travesseiros. Lembra que falei da maciez da pele da Anita? Não consigo descrever o quão foi gostoso apertar aquela bunda e suas coxas enquanto a penetrava. Alternei entre estocadas mais firmes e um ritmo  cadenciado. Quando eu acelerei pra valer ela colocou uma das mãos entre as pernas e ficou se masturbando. Brinquei com ela que não ia sair mais dali, que ia ficar a tarde toda. Não sai, não para, disse entre sussurros. Com toda a força que me restava avancei impetuosamente até explodir em um orgasmo ardoroso. Desfaleci sobre ela em urros e depois me deitei ao seu lado.

Água? O que? Quer água? Não, não. Só me deixa respirar. Recuperei o fôlego, o coração  no ritmo normal e, entre carinhos, ficamos conversando. Achei-a divertida, com algumas tiradas que oscilaram entre o sacana e o meigo. Por fim, perguntei se poderíamos tirar uma foto. Lembrei dos adesivos de cerveja que havia comprado e estavam na carteira. Ensaiamos algumas fotografias para incluir neste relato. As fotos ficaram boas, mas ainda estão longe da delícia que a Anite é pessoalmente. Deixo uma delas aqui para o deleite da rapaziada. Repeteco certo e o quanto antes. Anita é uma espetáculo. Junte a primeira letra de cada parágrafo deste relato e terás uma definição precisa do que é esta mulher.

Araujo, Lixo II, Brand, Brutus, Anitta Taylor, Café, HC, Mr69, Livia Foster, Conde Da Valáquia, Julinhojv, Luizinho90s, Nomade, Eddie Adams, Negão_01, Getúlio, vadeR, Saulo Top, Novaes87, PauloCesar, Frank49, Pirubaby, Dionizio_RJ, Oscar, The Shy, Sueco, Scuba, Arrow77, 90loiro90, Y@N, Yami Mysterio, Thor de Copacabana, Long Trail, chorao, curtiram esse TD.
SOPHIA LOUISE - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96758-8302
A VALQUíRIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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26 de fevereiro de 2025 às 20:02



Sophia

O nome Sophia tem origem no grego antigo e significa sabedoria. Diferentes filósofos deram significados distintos para o conceito de sabedoria, mas a frase "só sei que nada sei" é de Sócrates que teve Platão como discípulo. Se fosse nosso contemporâneo, talvez tivesse hesitado diante de seu mais famoso aforismo. Uma hora, creio, bastaria. Uma mísera hora com a Sophia Louise para que talvez mudasse o rumo de toda filosofia: só sei que nada sei, mas porra, essa mocinha sabe é muito!

Louise

De origem germânica, com variações até chegar na forma francesa que ficou popular, o nome Louise indica guerreira famosa ou famosa em batalha. Não posso discordar que é um nome apropriado. Se ela foi simpática e carinhosa ao me receber em seu apartamento, depois do banho veio disposta ao combate. Beijou minha boca, primeiro com suavidade, os lábios entreabertos e vermelhos como uma fruta madura, mas depois intensificou o gesto e ofereceu a língua para um bailado com a minha. Não demorou que buscasse meu pau com uma das mãos, que já estava endurecido por baixo da cueca. Com a gentileza de quem dá um ordem velada, perguntou se poderia removê-la. Continuamos o beijo com ela me masturbando. Depois busquei o topo dos seios, ainda cobertos pelo sutiã vermelho, que pediam uma mordida. Diante da minha fome, virou-se de costas e pediu que a ajudasse a retirar a peça que os aprisionavam. Os seios firmes com os mamilos em riste se aconchegaram em meu peito e voltamos a juntar nossas bocas. Ela se ajoelhou na sequência e me provocou com um sorriso antes de prosseguir. Depois me engoliu de uma vez só. Lambia meu pau e deixava escorrer a saliva sobre ele como se a boca fosse um favo dedicado a me lambuzar. Do jeito que eu gosto, exatamente como eu gosto, alternava entre chupar, engolir e masturbar. Às vezes os três ao mesmo tempo. Quando subia para tomar fôlego, cuspia gentilmente sobre meu pênis e depois me masturbava com intensidade, olhando diretamente em meus olhos para medir o quanto eu estava gostando. Quando via minha expressão de delírio, sorria e quase gargalhava, um sorriso que era uma terça parte meiga, um segundo terço safado e um último acolhedor. Um combinação rara que me pegou de jeito.

Sophia Louise

Fisicamente só tenho elogios: cabelos bonitos e aloirados, uma pele morena, macia e muito cheirosa. Os seios são lindos, aditivados e com um piercing em um dos mamilos. Sua bunda é uma perdição e está no ponto preciso entre a gostosura natural e a firmeza esculpida pelos exercícios. Se eu pudesse pedir algo para ela, seria: não melhore, não piore, permaneça! A barriga lisinha reforça seu empenho e cuidado com o corpo. Nas pernas encontrei um passeio por onde pude flanar com a língua. Gostei dos olhos pequenos e delicados da Sophia, decorados por cílios compridos. O nariz delicado combina com o rosto de menina e, como se fosse uma confissão de que Deus tem seus preferidos, pequenas sardinhas enfeitam sua face.

Valquíria

Sábia e famosa guerreira, me orientou a deitar na cama. Você fica mais confortável, disse ao subir sobre mim, deixando meu pau próximo de sua pélvis enquanto seguia me masturbando. Depois escorreu seu corpo pelas minhas pernas e voltou a oferecer uma das melhores sessões de oral que já recebi. Quando eu não aguentava mais de tesão, pedi que ela trocasse de lugar comigo para que eu pudesse retribuir. Sophia se fez de difícil e me deu um puta trabalho. Gemia, tremia, se esfregava, mas nada de entregar o gozo. O que tá faltando?, perguntei. Nada, tá uma delícia, só continua que eu sou difícil mesmo. Insisti, quase perdi o freio da língua, quase precisei de gelo para os lábios exaustos, mas ela finalmente se entregou. Olha, eu sou difícil mesmo, confessou. Às vezes fico o dia inteiro sem conseguir. Eu tava fazendo algo de errado?, perguntei. Não, estava uma delícia, se você não soubesse o que estava fazendo eu nem deixava continuar porque não ia ter futuro. Rimos juntos, minha boca mole, meio torta, quase dormente, mas ri.

Quando montou em mim, ficou muito claro como esta valquíria sabe das coisas. Alternou entre cavalgadas, sentadas e uma esfregação que me deixou muito atiçado. Sentia a todo momento meu pau latejar dentro dela enquanto assistia àquele espetáculo sinuoso.

Quando trocamos, ela sugeriu que eu fosse por cima, mas preferi experimentá-la enquanto estivesse de quatro. O encaixe aconteceu como se fôssemos peças de um quebra-cabeça, um completando o outro. Pude puxar seus cabelos, afagar seus pés, apertar sua bunda e desferir uns tapas de leve. Via seus cabelos caindo pelo corpo, e aproveitava para puxá-los enquanto revezava em pressionar seu pescoço. O gozo estava muito próximo. Trocamos novamente e, no papai-mamãe, gozei fitando aqueles doces olhos da Valquíria.

Deitados na cama, ela viu minha respiração ofegante e levantou para pegar água. Fiquei deitado admirando aquele corpo perfeito, torcendo pra ela ter esquecido alguma coisa para ficar indo e vindo enquanto eu a observava. Depois ficamos um tempo agarrados, trocando carinho e, muito atenciosa, quis saber se tinha gostado dela. Respondi com o que achei irrefutável: se eu te demonstrar mais que isso, não sei se sobrevivo.

Quando voltei do banheiro, ela estava acochegada na cama. Linda, linda. Provoquei: tá tão bonita que merece uma foto. Quer tirar?, ela retribuiu. Quero!, rebati de imediato, mas peraí, deixa eu pegar um negócio aqui. Tirei um adesivo da carteira, colei no bumbum dela e registrei o momento.



O repeteco é certo e ela vai jurar que é por causa dela, mas eu vou só pra ver a cachorrinha com quem troquei algumas carícias antes de ir embora. Sou pai de Pet, me julguem.

Café, Yami Mysterio, Saulo Top, Negão_01, Lyon, Thor de Copacabana, Sueco, Julio Cesar 34, Broker83, Pirubaby, Conde Da Valáquia, predador69, Fatblack, Marcela Leal, PauloCesar, Getúlio, HC, LP come queto, Mark, CarecaComilão, Guib, Eddie Adams, Bob Construtor, Eva Sanchez, Araujo, Delanmax, Brand, Mulato Roqueiro, Lixo II, Y@N, Rumi, Barbosa82, abobrinha, Tyrion, rafael.oliveira, Oscar, The Shy, Sophia Louise, Peru de Mel, rpf, Joey Tribbiani, Latrell Spencer, curtiram esse TD.
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19 de fevereiro de 2025 às 16:02



Já perdi as contas de quantos encontros tive com a Gabi. Tenho uma vaga ideia, mas chega uma hora em que os números já não importam mais. Minhas impressões sobre ela foram variando conforme nos conhecíamos. Pelas fotos, antes do nosso gênese particular, achei-a muito bonita, com características marcantes nos olhos, boca, nariz e sobrancelhas. Claramente uma mulher que foi favorecida pela natureza e não descuidou do patrimônio em seu DNA: tratou de aprimorar onde havia espaço. Um encontro com ela era obrigatório. E se apareceu como um cometa, desapareceu na mesma velocidade. Se aposentou? Mudou de vida? Algum egoísta tomou pra si? Vagabundo não é bobo: um contato com o que há de melhor e logo vem a necessidade da exclusividade. A Gabi se foi e eu fiquei com ela na imaginação.

Depois de algum tempo, tão pouco tempo que minha memória sequer foi capaz de dissipar seus traços mais chamativos, ela ressurgiu. Suas fotos não mostravam mais seu rosto, mas nem precisavam. Eu tinha vivas recordações do objeto do meu desejo e não poderia desperdiçar um nova oportunidade.

O primeiro encontro foi durante minhas últimas férias e a sensação que tive foi de que algo muito precioso surgiu naquele dia. Pelo WhatsApp ela não quis muita conversa depois do encontro, o que, curiosamente, me fez ficar ainda mais interessada em revê-la. Admirei sua postura mais reservada e profissional, gostei da imposição que sua figura transbordava. Marrenta do jeito que eu gosto, foi meu primeiro pensamento, só que tinha mais: antagonicamente, seu porte mais severo desaparecia completamente quando estávamos na cama. Era uma combinação irresistível pra mim.

No segundo encontro tivemos a mesma química do primeiro e, talvez por já termos rompido o estranhamento inicial, houve ainda mais intensidade. O sexo que já havia encaixado na primeira vez, ficou ainda melhor. Com maior intimidade, ela se sentiu à vontade, inclusive, para detalhar como gostava desta ou daquela prática. Sou bom aluno, brinquei, e meu desempenho no teste foi satisfatório. Se o 10 não veio, foi porque a professora Gabi é deveras exigente. Gozou mas desdenhou de mim: dá pra melhorar, uma hora você aprende.

A provocação levou ao terceiro encontro, ao quarto, ao quinto e a tantos outros, às vezes mais de um no mesmo dia. Eu saía do seu apartamento, retornava ao trabalho e algumas horas depois eu disparava por mensagem: quero mais, bora?

Como disse anteriormente, a Gabi foi mudando pra mim. A mulher posturada (para usar um termo popular), firme e decidida ainda está ali, sem dúvidas, mas hoje eu conheço outras facetas de sua personalidade, uma mais interessante que a outra. Assim com as fases da lua que descem em tatuagem por suas costas, a Gabi é uma mulher de muitas faces e uma das delícias de encontrá-la é descobrir cada uma delas. Este ofício de arqueologia psico-sexual (se é  que o termo faz algum sentido) só me instiga a novos encontros, me impele a dissecá-la enquanto mulher, amante, namorada, criatura, divindade ou qualquer lugar que lhe caiba. Ela é uma espoleta, mas também é doce, gentil, romântica, perspicaz, inteligente, dengosa, adorável e mais uma coleção de predicados que só iriam estender o texto. Àqueles que chegaram até aqui, peço desculpas se faltaram mais detalhes destes encontros. Este não é, de forma nenhuma, um relato objetivo. Há tantas nuances em nossos encontros que achei dispensável descrever isso ou aquilo. Se não ficou claro nas linhas acima, reitero: estar com a Gabi extrapola qualquer elogio que eu possa fazer. Só me resta dizer que é uma experiência excepcional e compulsória.

Para os mais práticos, deixo uma foto dela com um livro que levei para ler no metrô e que usamos para algumas desenvolver algumas reflexões – ainda tem isso, além de fisicamente perfeita, a Gabi possui opiniões, pensamentos e digressões profundas, um alimento pro corpo e pra alma. O recorte que registrei me pareceu excitante e absurdamente sensual. É a poesia de uma mulher magnífica.

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30 de Janeiro de 2025 às 16:01



Dudu Paes criou uma armadilha desleal na última quarta-feira: enviou um alerta de estágio 2 no final da tarde que fez todo mundo correr pra casa mais cedo para se abrigar. Aqui no escritório não foi diferente: dispensei o time e fiquei sozinho pensando se ia embora ou se ficava mais um pouco pra esperar o transito se arrumar. O Waze indicava mais de uma hora de trajeto. Entre ficar preso no carro no meio da chuva e trabalhar, optei por dar um gás na labuta e esperar pra ver o que ia acontecer.

Trabalho rolando, um silêncio absoluto no escritório com exceção do som das trovoadas. O tédio veio, implacável. Abri o Arena rapidinho pra passar o tempo antes de voltar as atividades e coloquei uma frase inocente no chat: será que alguma GP vai oferecer abrigo nessa tempestade? Então ela surge, presença rara no boteco virtual do Arena, Marcela, e provoca: vem que eu te abrigo Cervejeiro. Brinquei com ela de volta, mas fiquei na minha. Ia chover mto, sem chances de me deslocar até o centro. Boas possibilidades de eu me foder no processo. Sem condições.

Mas diaba boa é aquela que atenta, aquela vai no deserto e na tempestade pra quebrar a retidão do homem santo. A carinha da danada aparece no WhatsApp e sobe o nível da provocação: quanto tempo, Cervejeiro, nunca mais veio me ver. Verdade dona Marcela, eu respondo, e pelo que eu me lembro foi bom pra caralho. Por que será que a gente não se pegou mais? A culpa é sua,  ela responde, e continua: mas eu entendo, são muitas meninas, muitas opções. O diálogo flui. Olha, nem está mais chovendo aqui no centro. A mensagem acompanha um vídeo da janela dela. O céu está quase claro, nem parece que vai chover mais. Meu medo é ficar ilhado, respondo. Então ela joga sujo e manda uma foto nua:.olha como eu estou. Eita porra, deixa eu ir lá embaixo ver se tá chovendo por aqui.

Eu desço o prédio. Uma chuva fina cobre o bairro. Digo pra ela que está chovendo por aqui, que tô com medo de me ferrar. Anima esse pau homem, vem me comer.

Pego o guarda-chuva no carro e caminho até o metrô repetindo: isso vai dar merda, vai dar merda. Que porra de tesão é esse que vai me fazer ir na chuva até centro pra trepar, depois voltar tudo de novo pra pegar o carro e só então ir pra casa. Sempre achei que depois da adolescência meu pau ia para de me colocar em furada. Foda é saber quando a adolescência acaba. Fui o trajeto todo pensando se chover pra caralho como alertaram, eu tô fudido.

E choveu? Choveu! Chuva de xereca na minha cara, a boceta peludinha da Marcela se esfregando na minha língua, uns gemidinhos safados que arrepiavam os poros da sua pele enquanto a gente se acabava naquele meia nove encaixadão. E a torrente, teve? Teve! Torrentes de sentadas na minha pica, primeiro de costas depois de frente, eu ali massacrado só observando meu pau sumir entre as pernas da Marcela enquanto eu apertava seus mamás siliconados. Aperta, seu safado, aperta meus peitos. Teve uma tempestade de metidas também, primeiro com ela de quatro na cama, depois de bruços e então no papai-mamãe. Isso, safado, brinca com a buceta da tua puta, ela repetia. Por fim, uma enxurrada de gozo na boca da Panicat preferida do Arena, que não se rendeu diante da dificuldade que eu tive para gozar. Precisei usar várias técnicas, me disse com cara de bandida ao cuspir tudo no meu pau e depois ir buscar um papel para nos limparmos.

Banho, brincadeiras provocativas durante o papo final e rua. O temporal era estágio 2, a surra torrencial da Marcela foi nível 4. Voltei ao escritório, peguei o carro e dirigi até em casa como se não tivesse caído uma única gota d'água na cidade.

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LA LINDA
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28 de Janeiro de 2025 às 15:01



Diálogos com La Linda

Tripleteco com a Gabi. Meio que de última hora, meio de improviso.

Tô te querendo de novo, arrisquei.
Vem.
12h?
12 não, 13h?
Fechou. Só não tenho nada pra gente beber. Ainda tem o La Linda da outra vez.
Sério? Achei que já tivesse bebido.
Não, guardei.
Ótimo, respondi enquanto calculava quantos dias atrás tinha sido o último encontro. É, o vinho ainda estava bom.

O padrão da última vez se repete. Quarto espaçoso, ar travado na temperatura mais baixa, La Linda de lingerie atrás da porta. Um primeiro beijo rápido. Toda a espessura dos lábios da Gabi se espalha pela minha boca.

Cara, de onde você tirou a lingerie amarela que você escreveu no relato?, quis saber.
Ué, não era amarela?
Não! Eu sou parda! Amarelo some na minha pele.
Eita, porra! Confundi então.
Era rosa, lilás ou vermelho. Não tenho nada amarelo.
Tem certeza?
Tu acha que não sei quais lingeries eu tenho?
Não, é que sou daltônico.
É nada.
Sou, pô. Sou cheio dos defeitos
A de hoje é de que cor?, perguntou em desafio, colocando as mãos na cintura e exibindo as curvas perfeitas. Parei e fiquei admirando o sutiã agarrando nos seios, a barriga lisa com os músculos aparentes e as coxas fortes.
Porra, tu é gostosa pra caralho.
Sério! Qual é a cor?
Acho que é rosa.
Ae, acertou.

Bebemos um pouco do vinho e conversamos por uns cinco minutos. Foi o máximo de tempo que consegui ficar afastado dela. Logo nos beijamos, as roupas foram para o chão e fugimos para a cama. Apenas a calcinha permaneceu em seu corpo. Com uma fenda na parte frontal, conseguia masturbá-la sem qualquer dificuldade. A Gabi incendeia rápido e contagia o parceiro. Desta vez a barba não atrapalhou e o gozo veio rápido enquanto eu a chupava e a estimulava com os dedos. Depois ela veio retribuir e tive vontade de gozar ali mesmo durante aquele boquete absurdo. Gozar na boca é um dos meus fetiches preferidos, mas eu demoro pra pegar no tranco para uma segunda rodada e ia ser um desperdício de tempo. Seguro a emoção e peço o preservativo.

Ela começa sentando. Um tesão absurdo toma conta de ambos. Com as mãos livres, posso massagear seus seios, apertar seu pescoço e das uns tapinhas de em seu rosto. A cara de tesão da Gabi é daquelas que pede tapa. Eu não resisti e ela entrou na onda. Espetáculo na terra. Papai-mamãe rolando forte e ela anuncia que irá gozar novamente, pede para eu não parar. Fode minha buceta, ela repete. Intensifico a ação, quase gozo também, mas seguro o impulso e ela se desfaz. Fica molinha, os olhos revirados e semicerrados. Deito ao seu lado, trocamos um carinho, mas logo ela se recupera. Vou até a bancada. Pego as taças de vinho, uns poucos goles para cada e voltamos para a cama. Com ela de quatro, vou alternando a velocidade para aproveitar todas as sensações. Aperto sua nuca, puxo de leve os cabelos e vou curtindo cada momento. A vontade é de congelar o tempo, que avança impiedoso. Peço o anal, ela consente. Vamos de frente, provoco. Melhor de ladinho, pode ser? Pra começar, pode. A vantagem desta posição é que as mãos ficam livres. Posso tocar seus seios e, enquanto os movimentos ainda são suaves, aproveito para masturbá-la com uma das mãos. Quando sinto que não há qualquer desconforto da parte dela, coloco-a  de bruços na cama. Nesta posição a penetração vai bem fundo, então começo com calma. Quando a ouço dizer fode meu cu todo, fode, a dinâmica muda. Passo a ir cada vez mais forte e ela reage me incentivando. Penetração intensa, sem limites. Pouco depois eu gozo urrando. Até me surpreendi com minha própria voz, pois costumo ser menos barulhento. Gozadão da porra!

Conversamos um pouco mais. Pergunto se ela vai à resenha de mais tarde e ela confirma que irá dar uma passadinha, mas que não poderá demorar. Que bom que você vai, a gente troca uma ideia. Talvez eu fique tímido, mas a cerveja resolve isso. É, já me falaram que você gosta muito né? Um pouquinho, respondo. Olha, se ficar bêbado vou fingir que não te conheço, se controla. Cuida de mim então, peço. Cuido nada, ela debocha, você se cuida e eu te observo. Rimos. Tu é marrenta, né? É, ela confirma, um pouco sim, já me disseram. Tá certa, digo, eu gosto assim. Tem que se impor, senão vagabundo abusa. De mim não!

Beijos, carinhos, provocações.
Corredor, elevador e uma caminhada até o metrô com um sorriso ridículo na cara.

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MAYA GABRI - Méier - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96576-5080
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21 de Janeiro de 2025 às 14:01


MAYA GABRI - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=31566

Estive com a Maya no início de janeiro. Era perto de casa e as boas fotos que ela me enviou no particular me convenceram. Uma delas, em especial, me chamou a atenção: charmosa, usava um óculos de grau que valorizava os traços do seu rosto. O contato via WhatsApp foi fácil, ela mandou alguns áudios me explicando seu atendimento e a vozinha carinhosa acendeu minha curiosidade.

O local fica em um prédio misto em uma das ruas próximas ao início da Dias da Cruz. Do Leão pra lá, a pé, não dá nem 5 minutos e você sobe sem precisar se identificar. A sala é um pouco do que se encontra pelo Méier: meio improvisada, estrutura muito simples com um banheiro compartilhado e algumas divisórias semelhantes àquelas de escritorios mais antigos. Quando me atendeu, estava sozinha. Um aspecto que merece atenção foi a falta de ar-condicionado, que a Maya resolve usando um ventilador de mesa. Como estava um dia ameno, não foi um problema. Na divisória em que ela atende há um colchão no chão e uma maca.

Ela me recebeu com selinho, um pouco tímida. Me ofereceu um banho, que dispensei pois havia saído de casa exclusivamente para o encontro. Quis saber quanto tempo eu ia ficar. Para um primeiro encontro, prefiro meia hora. Ok, me respondeu. Antes de voltarmos a nos beijar, tirou toda roupa. Não vejo problema, mas ela estava bem bonita na lingerie e gosto de abrir o presente durante o enrosco. A falta de contexto no ato de se despir deixa a coisa meio mecânica e, sendo muito honesto, eu gosto da ilusão dos encontros, de sentir que estou com uma civil, sem os riscos de se estar com uma civil. Nos beijamos e o beijo foi tímido, mas depois ela se soltou um pouco. Ela tirou minha cueca e ficou me masturbando enquanto nos beijavamos. Beijei seu pescoço e não houve muita reação. Logo ela desceu para um boquete. Começou de joelhos no colchão, mas depois me convidou para deitar. O boquete estava muito gostoso e se eu largasse o freio, gozaria ali mesmo,  encerrando a brincadeira sem trepar. Como nosso tempo era pouco e senti que ela não estava completamente à vontade, sequer fiz menção de chupá-la. Pedi a camisinha e ordenei que ficasse de quatro. Penetrei nesta posição, veio a vontade de gozar e eu soltei o tesão todo na camisinha. Ela me entregou a toalha, tomei um banho e fiz um pix pra pagar pelo serviço. Sem grandes diálogos.

A Maya é uma menina novinha e bonita. Está um pouco menos fit que nas fotos, mas é o tipo de gordinha gostosa, com peitos e bunda bem distribuídos. Não tivemos grande envolvimento ou diálogo, mas tivemos apenas meia hora e eu também não ajudo muito quando estou em meus dias mais tímidos. Achei um fast-fode bem honesto pelo preço da meia-hora. Ela fez tudo que havíamos combinado, não reclamou de nada e foi gentil. Achei que o local carecia de mais cuidado, mas serviu. Acho que ela merece local melhor e se aprimorar o serviço nas etapas de interação, tem boa chance de brilhar. Este Cervejeiro aqui gosta de envolvimento e ilusão. Foi meia hora sem perder a ternura, uma gozada gostosa com uma novinha jeitosa. Para para meu gosto, contudo, preciso de mais. Pensando na relação custo x benefício, valeu bem.

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20 de Janeiro de 2025 às 18:01



"Havia algo de mágico no Prado ao amanhecer, como se o universo respirasse naquele espaço." – Antoine de Saint-Exupéry em O pequeno príncipe.

Ok, nosso encontro não foi exatamente de manhã, mas pra quem dorme tarde, acordar cedo é pecado grave e meio dia vale como amanhecer. E o que presenciei naquela manhã foi, definitivamente, magia pura. Se as fotos da Gabi aqui no fórum são um deleite, ao vivo é tudo e um pouco mais. A imagem ganha aroma, movimento e reações.

Ela estava com uma lingerie de um amarelo clarinho, um contraste formidável com sua pele bronzeada. Tinha com os cabelos tingidos de loiro, diferente do que eu me lembrava de suas fotos mais antigas. Bonita. Incrivelmente bonita. Fui recebido com um selinho carinhoso. Gostei dos lábios espessos e seu sorriso aberto, do rosto arredondado e dos olhos notáveis.

"O Prado tão sereno era o contraste perfeito para o caos em minha mente." – Jane Austen em Orgulho e preconceito.

Entreguei à Gabi o Gin Tônica que levei para atender a um pedido seu e uma pequena garrafa de espumante. Ela inclinou seu corpo diante do frigobar e pegou dois copos para nos servir. Seu corpo curvado tirou meu juízo de imediato. Abracei-a por trás enquanto ela servia a bebida e colei meus lábios em seu pescoço. Toquei seus braços e senti os pelos arrepiados. Menino, você foi logo no meu ponto fraco, disse quando a puxei para um beijo.

Meu plano inicial quando entrei no apartamento era bater um papo rapido e quebrar o gelo da primeira vez com um pouco de bebida, mas não resisti aos encantos da Gabi. Como no trecho destacado de Jane Austen, minha cabeça virou um caos completo, uma total ebulição causada pelo visual daquele Prado tão convidativo. Nos atracamos e a bebida ficou esquentando sobre o móvel. Sequer chegamos a provar.

"Corremos pelo Prado como crianças, esquecidos do mundo, vivendo apenas aquele momento" ‐ Gabriel Garcia Marques em Cem Anos de Solidão.

Esqueci da bebida, esqueci dos problemas que havia trazido no bolso e aproveitei ao máximo aquele momento que a Gabi me proporcionou. Aquele beijo gostoso gerou uma ereção instantânea que a Gabi sentiu com as mãos, ainda por cima da calça. Fui tirando sua lingerie como quem desfolhava um presente. Os seios ganharam a liberdade e pude apreciá-los sem pressa. Primeiro com os olhos, depois com as mãos e então com a boca, a língua e dentes. Ela se arrepiava com cada toques e reagia mordendo o lábio inferior. Passei a mão por cima da sua calcinha e senti o grelo proeminente por detrás do tecido umedecido. Ela foi tirando minha roupa e depois me masturbou, ambos ainda de pé. Puxei-a para a cama, me deitei sobre seu corpo e beijei cada parte que minha boca alcançou.

"Ali no meio do Prado, sob a sombra de uma grande árvore, ela encontrou o sentido da eternidade." – Milan Kundera em A insustentável leveza do ser.

O sexo da Gabi foi uma delícia de experimentar. Insinuante, desinibido, provocativo. Acho que chupei com tanta força que acabei incomodando. É a sua barba, me disse, tá espetando. Então mudei de estratégia e fiquei beijando seus lábios e seios enquanto a masturbava com os dedos. Acertei rápido o jeito que ela gosta, culminando em um orgasmo vibrante. Depois de recuperada, foi sua vez de retribuir: posso te chupar um pouco? Só um pouco?, brinquei. O quanto você quiser, ela arrematou.  Por uma breve eternidade ela produziu com a boca toda sorte artimanha que levaria qualquer um a desejar terminar o combate ali mesmo. Como resistir àqueles olhos vivos que lacrimejavam toda vez que engolia meu pau por inteiro?

"As gotas de orvalho brilhavam no Prado como pequenos diamantes esquecidos pela noite" – Geoffrey Chaucer, os Contos de Canterbury

Ela quis saber como eu preferia logo depois de colocar o preservativo. Olhei para aquelas pernas grossas, os músculos lapidados e aparentes, provavelmente por horas investidas em exercícios e depois vi de relance minha barriga. Tive certeza: essa máquina tem muito mais potência que do o meu reservatório de cerveja. Gosta de ficar por cima?, perguntei em tom convite. Gosto de sentar, posso? Me ajeitei na cama, as costas apoiada na cabeceira e a puxei pro meu colo. Ela cavalgou com a fúria de uma valquíria no campo de batalha. Enquanto se movimentava aproveitei para estimular o clitóris com um dos dedos. Quando atingiu o clímax, passou a se mover com mais cadência, curtindo o orgasmo como se estivesse entorpecida. Para não perdermos o embalo, foi minha vez de estocar de baixo para cima enquanto a segurava suas coxas e nas nádegas para que não perdesse o equilíbrio. Quando trocamos de posição e ela ficou de quatro na cama, pude ver o suor em suas costas, resultado do esforço anterior, "as gotas de orvalho que brilhavam no Prado como pequenos diamantes". Alternamos ainda para um papai-mamãe e, no frango assado, me pediu para acelerar pois iria gozar novamente. Quando se recuperou, pedi pra comer seu cuzinho. Ela consentiu e com um olhar provocador, quis saber como eu preferia. Do jeito que for mais confortável pra você, respondi. Ela se posicionou de quatro na cama e eu me encaixei por trás. Primeiro devagar, depois aumentando a cadência levemente. Fui acelerando aos poucos, para ver se haveria alguma restrição ou incômodo, mas a Gabi se portou dignamente como a menina levada que é. Quando começou a se masturbar com uma das mãos, me pedia para ir mais rápido. Deixei o instinto me levar e desmanchei o ímpeto em uma gozada inacreditável.

"As crianças brincavam no Prado como se a vida fosse eterna, sem saber que aquele dia se tornaria memória" – O Jardim Secreto, Grandes Hodgson Burnett.

Quando saí do apartamento me sentia como uma criança que tinha acabado de se exaurir com o brinquedo dos sonhos. Você é acelerada demais, mocinha, comentei ao me despedir, próximo à porta. Olha que nem tô num dia de safada, ela emendou. Porra!, claro que vou voltar, preciso conhecer a Gabi safada. Ela então apertou minhas bochechas e disse: ah você tem uma carinha, ai, ai. E então me deu um beijo. Apelidei-a carinhosamente de La Linda. O motivo eu conto no próximo relato, pois já houve repeteco.

Lixo II, gargamel, Mr69, Duelista, Getúlio, Jack Satoru, Y@N, Brand, Tyrion, Conde Da Valáquia, domenic, Oscar, The Shy, Brutus, Café, HC, Guib, RJAnos90, PauloCesar, Luizinho90s, Saulo Top, Dionizio_RJ, Gabi Prado, Eddie Adams, Arraxxxca, Araujo, Lyon, Resolvo, predador69, Negão_01, Yami Mysterio, Poderoso Chefinho, Joey Tribbiani, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
STELLA MAIA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99665-3424
STELLA MAIA
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16 de Janeiro de 2025 às 20:01



Versão resumida
(para os leitores acelerados)

Fui beijado. Beijei.
Fui chupado. Chupei.
Pescoço, peito, barriga, coxas.
Virilha, grandes lábios, pequenos lábios. Grelo, grelo, grelo, grelo, grelo. Orgasmo.
Creio.

Boca no pau, na língua, na garganta.
Equipamento de proteção.
Quica, quica, quica, quica, quica. Troca.
Cachorrinho, papai-mamãe.
Pouso forçado, tesoura cruzada, missionário.
Gozo.
Peito arfando, mão no coração: tá sentindo? Tô.
Risos.

Banho, carícias, pagamento.
Adeus.
Cervejeiro vai, um pedaço do coração fica.

Versão estendida
(para os pacientes)

Uma estrella brilhou mais que as outras na última resenha de 2024 no Zezé. Chegou simpática e falante, acompanhada da amiga Gio Branca (outro tesão tb) e fez questão de cumprimentar todos que estavam presentes. Com curvas exuberantes, um rosto bonito e um vestido que não era menos que um segunda camada de pele de tão justo, teria chamado a atenção de qualquer maneira. Mas além de extrovertida, Stella é voraz. Só joga no ataque. Quem é esse aqui?, perguntou ao me ver. Meu número heim! Só falta dizer que é de TI. Lembro que puxei alguma coisa da empresa no telefone e mostrei pra ela: vamos ter problemas. No chat, dias depois, brinquei: vontade de arrancar aquele teu vestido no dente. Ela devolveu: vem que eu deixo, Cervejeiro.

No dia combinado ela cumpriu sua parte e me recebeu com o vestido da outra noite. Deu vontade, mas não tive coragem. Tira logo,  é melhor, senão eu vou rasgar mesmo. Então rasga, ela provocou e beijou minha boca. Não, gata, sacanagem, vamos tirar devagar que eu quero te ver nele de novo em outra ocasião.

Se as fotos das meninas são o cardápio, o beijo é aquela entrada caprichada. Entrée, diriam os franceses; antipasti para os italianos. E o beijo da Stella é aquela entradinha indispensável que te faz esquecer que depois vem prato principal. Lábios grossos, língua na medida certa, gosto, hálito, maciez. Tudo en-cai-xou. Moça beijoqueira, curvas boas de por a boca e deslizar a língua. Fui no pescoço, nos seios e  nas coxas. De quatro, ela abocanhou meu pau com vontade de atiçar brasa e depois me chamou para deitar. A Stella é daquelas meninas raras que junta meiguice e putaria num pacote só. No auge do tesão, fui provar seu sexo. Primeiro as provocações, depois mais intensidade. Ela sorri, morde os lábios, bagunça meu cabelo. O gozo vem na minha língua. Ela respira e depois me puxa pra mais beijos. Nos embolamos. Tudo muito intenso. Uns vinte minutos depois é minha vez. Gozo tudo entre suas pernas. O látex impede um filho bonito pra kct que a gente ia fazer. Ainda bem. Jogo o fruto do nosso amor na lixeira e ela me ajuda com a limpeza. Conversamos na cama, a promessa de repetir tudo com mais tempo, explorar o tanto que ainda nao fizemos.

Ela tinha razão desde o início: deu merda! Problema daqueles bom de se tentar resolver, confusão em que se entra com vontade de ficar.

Mr69, Café, Araujo, Tyrion, Brand, Jack Satoru, Nomade, PauloCesar, Padre Erótico, Delanmax, Fatblack, HC, Long Trail, Y@N, rafael.oliveira, Stella Maia, Guib, Oscar, The Shy, pauloeduardo, Lyon, Barbosa82, Holmes, Lixo II, Gojira, Eva Sanchez, Eddie Adams, Thor de Copacabana, Yami Mysterio, Kid Long, Getúlio, Alucard, Conde Da Valáquia, Malvadão Carioca, Apolo, Duelista, gargamel, Tarado do Closet, Pirubaby, Latrell Spencer, LP come queto, Novaes87, curtiram esse TD.
MELISSA LIMA - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98881-8019
DOCE MELISSA
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12 de Dezembro de 2024 às 15:12



A doce Melissa é a pequena notável do Arena. Discordem, estarão errados. Há várias baixinhas, claro, não conheço todas, mas às vezes não precisa. Minha primeira impressão com ela foi boa, mas sua intensidade me assustou de leve. Lembro que pensei: como pode esse pacotinho me dar essa canseira? Até comentei com alguns camaradas e todos foram unânimes: não é possível, Cervejeiro, não tem um que não gosta desse chá.

Quando encontrei a Melissa a primeira vez eu estava procurando o amor e o que ela me deu, na ocasião, uma surra de putaria. Eu ali querendo me apaixonar e ela acabando comigo na sentada, no boquete, pedindo goza na minha boca, mais forte, mais forte, mais forte. Bom? Bom pra caralho! Mas é aquela: se o Cervejeiro sai de casa atrás de  uma Pilsner Urquell de 4.5% e no bar só tem a Imperial da Gulden Draak, ele vai sentir a porrada de 12% no paladar. Quando a reencontrei, ela veio na minha canela: você marcou comigo de novo mas não gostou nem da primeira vez, tu é doido? Eu quis me explicar. Eu tinha gostado, eu só não estava preparado. Da segunda vez, a mesma intensidade, mas eu já sabia o que me aguardava. Não teve jeito: a doce Melissa me conquistou.

Veio a terceira, quarta e a quinta vez. Já perdi as contas. Cada vez uma surpresa, cada vez uma reinvenção ou uma mínima novidade. As baixinhas não são a minha preferência, mas a Melissa veio pra ferrar com qualquer predileção minha.

Gosto:
- aqueles olhos melancólicos
- o sorriso safado
- a vozinha doce
- a vozinha levemente irritante
- a iniciativa
- a boca incansável
- o carinhoso despretensioso no pau durante uma conversa
- um gritinho aleatório quando é surpreendida
- as lágrimas nos olhos depois de um orgasmo
- os seios pontudos

Não gosto:
- não consigo encontrar com ela todo dia
- e nem toda noite

Ah, doce Melissa...

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LANA LIRA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97011-1417
LANA LIRA
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11 de Dezembro de 2024 às 08:12



Um novo encontro com a Lana, antigas emoções resgatadas, como o refugo do malte no fundo da garrafa que altera completamente o paladar quando agitado. Minhas emoções estavam em repouso, nossos corpos se encontraram e chacoalharam a receita.

Você está diferente, disse a ela. Diferente como?, quis saber, apertando levemente os olhos decorados pelos longos cílios. Ainda preciso descobrir, respondi, mas definitivamente diferente, mais bonita. Ai, que bom então! Acho que é porque estou te vendo com muita roupa, brinquei enquanto provava da taça de vinho. Palhaço!, ela caçoou e tocou o cristal da taça. O líquido rubro desceu pela parede translúcida, encontrou sua língua e encheu a boca. Tive uma certa inveja.

Duas taças de vinho para cada, um almoço à altura e uma conversa agradável depois de uma meia hora ou mais de um sexo intenso e uma gozada vigorosa. Acho que a Lana vai ser daquelas mulheres que posso passar uma ano, dois, dez e, quando encontrar novamente, vai bastar uma fagulha para explodir um barrilete que causa demasiado estrago. Tudo é familiar, parece que a última vez foi há poucos minutos. Tudo é perfeito, ou quase.

Caminhamos até seu local. Ela estava linda na roupa preta, um decote generoso na altura dos seios. Puxava cada olhar que cruzava seu caminho. Os cabelos vermelhos, as curvas, o salto, tudo ajuda e atrapalha. A Lana é um delicioso exagero para os sentidos. Deixei-a na porta do famoso prédio na Álvaro Alvim. Voltei ao trabalho e ela foi tomar seu Café.

Yami Mysterio, Y@N, Tyrion, Delanmax, Araujo, Gigante, 90loiro90, Mr69, Getúlio, PauloCesar, Pantera, Brutus, Rumi, Brand, Café, Lyon, Eddie Adams, Dionizio_RJ, Dan Spock, Conde Da Valáquia, Long Trail, Lennon, Barbosa82, Pitel 22, Saulo Top, Oscar, The Shy, M21, Jack Satoru, Lixo II, HC, Thor de Copacabana, Luizinho90s, Rodrigo Oliveira, Pirubaby, Broker83, Ken Masters, curtiram esse TD.
LUARA PAZ - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99286-0713
LUARA PAZ
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10 de Dezembro de 2024 às 23:12



Desde o último encontro oficial do Arena que a Luara está na minha mira. Achei-a uma das mais bonitas da festa, chamando minha atenção ao entrar no Curta com um vestido preto decotado, saltos altos e uma maquiagem que ressaltava os belos traços do seu rosto. O conjunto cabelo-preto-pele-branca-olhos-negros é uma armadilha para minha visão, uma ressonância da primeira namorada e que dificilmente consigo ignorar. Falei com ela assim que a vi. O álcool já agia por mim, mas lembro que fiz repetidos elogios e, muito simpática, ela agradeceu.

No contato pelo WhatsApp, após as informações iniciais, mencionei que havíamos nos conhecido no evento. Eu me lembro de você!, respondeu de imediato. Jamais te esqueci desde aquele dia, rebati. Vamos marcar? Já está marcado, só me diz se 12:30 tá livre, brinquei.

Ela me recebeu embrulhada para presente. Os saltos altos estavam lá, mas a roupa da festa havia sido trocada pela lingerie e um robe vermelho. O primeiro beijo foi na ante-sala, uma delícia, sinal de um desenrolar promissor. No quarto nossas línguas se embolaram de novo, mas interrompi a pegação porque precisava de um banho.

Voltando ao quarto, descubro que ela me esperava nua, deitada de bruços na cama. Pude contemplar novamente suas curvas e aquela pele alva que deixei levemente decorada com a marca da minha mão durante a pegação. Os cabelos escuros escorriam por suas costas até acariciar o início das nádegas, um aclive acentuado que depois descia para encontrar coxas que imploravam por uma mordida. Ela se levantou e me presenteou com os lábios. Uma boca macia, uma língua que parecia saber exatamente quais movimentos a minha esperava. Deslizei por seu pescoço em leves mordidas que arrepiaram seus braços. Abocanhei seus seios. Em retribuição a mão da Luara foi repousar no meu pau, ainda por cima da cueca. Me livrei da peça e pude sentir a maciez do seu toque, que logo me envolveu firmemente e passou a me masturbar.

Deitei por cima da Luara enquanto nos beijávamos. Minha língua voltou a provar seus seios, depois a barriga e então suas coxas. Escalei uma das pernas e cheguei à virilha. A pele branca era um convite a mordiscadas. Provei seu sexo e gostei de como ela sinalizava sutilmente quando eu acertava o ponto, a pressão ou o jeito. Enquanto eu me divertia, ela alisava meus cabelos, mordia os lábios e apertava o bico dos seios conforme recebia as  investidas. Depois de um tempo me entregou seu prazer e quando relaxou me puxou para beijar seus outros lábios. Sua boca é muito gostosa, comentou com um semblante de excitação.

Quando foi sua vez, me retribuiu à altura com um boquete daqueles que dá pena de interromper. Ajudei-a com os cabelos, que insistiam em participar da brincadeira. Luara Paz queria guerra. Chupou, engoliu, lambeu, bateu com o pau na língua, nos lábios e no rosto. Olhava para mim e media minhas reações. Às vezes sorria, sempre provocativa. Seu pau tá duro demais, comentou em certo momento. Tesão em você, sussurrei. Tá uma delícia chupar assim, comentou e voltou a me engolir.

Luara pegou a camisinha, subiu em mim e o encaixe entre suas pernas foi um deleite. Agarrei-a pela cintura e ajudei com o movimento, forçando a pélvis no sentido contrário para que a penetração fosse a maior possível. Quando ela cansou, foi minha vez de dar estocadas de baixo para cima, outro espetáculo. Seus seios balançando e o impacto da suas coxas volumosas junto com aquela bunda monumental me fizeram delirar. Depois ela me pediu para vir por cima, de frente, quando pude beijar sua boca à vontade. Alternamos para ela de quatro na beira da cama e depois me joguei sobre suas costas. Seu corpo sinuoso amortecia o impacto do meu. Os barulho do choque repetido era uma sinfonia. Gozei entre suas pernas toda a energia que eu tinha e depois me joguei ao seu lado. Adoro essa posição, confessou. Ainda estou adorando, comentei enquanto sentia o coração pulsar.

Conversamos brevemente depois de namorar. Luara mostrou outras facetas então. Espontânea, divertida, risonha. O papo foi quase tão gostoso quanto o que havia acontecido antes. Admirei novamente seu corpo e seu rosto enquanto jogávamos conversa fora. Apreciei seus olhos, sua boca, as coxas tão alvas e tão apetitosas. Essa Luara Paz é uma máquina de guerra, pensei enquanto ela dizia algo que perdi por distração. Fui embora e a última coisa que me recordo é de uma placa na parede onde estava escrito uma única palavra: relax. Não à toa, Luara me deixou de bem com o mundo e calou qualquer fome que eu ainda poderia ter durante aquele dia.

Y@N, Luara Paz, Yami Mysterio, Long Trail, Lyon, Café, Delanmax, Rumi, Conde Da Valáquia, Pantera, Mr69, Dionizio_RJ, Detonador, Jack Satoru, Araujo, PauloCesar, Brand, Tyrion, Eva Sanchez, Melissa Lima, Eddie Adams, 90loiro90, rafael.oliveira, Tenista, Wilson00, Latrell Spencer, Oscar, The Shy, Lixo II, Thor de Copacabana, HC, curtiram esse TD.
JULIA ARAUJO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96809-1839
JULIA ARAUJO
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04 de Novembro de 2024 às 12:11



A Julia é uma mulher superlativa. Tudo nela grita fartura, dos seios à bunda, das coxas à panturrilha. É mulher pra preencher abraço, encher as mãos e gastar a língua. É aquela gostosa em que a natureza fez graça, acentuou as curvas e destacou os atributos. Quando tu chega pra um amigo e fala: irmão que gostosa! Vai se foder, que gostosa! A Julia é esse tipo.

Sorridente também. Dentes decorados por um aparelho fixo que atribuem a ela um eco juvenil. Os óculos também acrescentam ao conjunto de estímulos visuais. A lingerie minúscula, uma mero fio na parte de trás, com renda na frente, mostrava mais que cobria. Me recebeu com um beijo breve, mas bem carinhoso, depois caminhou à minha frente até chegarmos ao quarto, as nádegas sacudindo um convite a cada passo que dava.

Quando voltei do banho, ela depositou os óculos na cabeceira ao lado da cama e pegou um guardanapo para remover o batom. Se eu te beijar assim, vai sair daqui todo borrado, vou te arrumar problema. Quase falei pra ela não tirar, pra deixar do jeito que estava que eu dava um jeito de tirar no banho.

Julia me beijou de um jeito doce e depois me chupou de maneira selvagem. Além dos atributos avantajados, sua desenvoltura no boquete foi irretocável. Ficaria por horas entre seus lábios apenas assistindo-a desaparecer com meu pau em sua garganta, mas aquele corpo sinuoso pedia mais. Me levantei para beijá-la e brinquei por um bom tempo com seus seios. Pesados, macios, abundantes. Um parque de diversões para os que não resistem às coreografias de uma comissão de frente.

No sexo ela fui muito participativa. Começou sentando, depois cavalgou. De frente e de costas. Brinquei de leve com seu cuzinho enquanto estava nessa última posição. Depois coloquei-a de quatro e aproveitei bastante para acariciar seu corpo. Pensei em colocá-la de bruços para aproveitar a estocada, mas sabia que ia ser fatal. Trocamos para um papai-mamãe e não adiantou nada. Ainda brincou comigo enquanto eu recupeava o fôlego: não conseguiu segurar mais tempo né? Não, não consegui. Foi uma gozada absurda, hiperbólica e que me derrubou ao seu lado com o coração acelerado.

Ela foi para o banho, eu fui em seguida. Quando voltei, me pediu que deitasse. Lado a lado, conversamos sobre essa vida mundana. Descobri que conhecia sua amiga de sala e ela propôs: vamos fazer um bagunça eu você e ela qualquer dia. Convite difícil de recusar. Vamos, respondi. Sua amiga é bem gostosa. Depois de um pequeno intervalo, uma proposta que valeu o programa: será que se eu fizer um carinho com a minha boca, seu amigo não se anima de novo? Podemos tentar, falei. Vai que ele reage. A Julia se esforçou, estava uma delícia, mas o pau ficou no meio do caminho. Fiz então uma contraproposta: gosta de ser chupada? Gosto, ela respondeu já se ajeitando do na cama. E foi como terminamos o programa.

Este encontro com a Julia já era pra ter acontecido. Foram várias recomendações de camaradas, mas a vida é assim: quando tem que ser, acontece. Volto com gosto. A Julia entrou pra minha lista de prioridades por motivos diversos: gente boa, gostosa, propõe o jogo e fez valer cada minuto do programa. Ela é um mistura muito bem dosada de safadeza e doçura. Repeteco certo.

Mr69, Monique Moura, Eddie Adams, Café, Dionizio_RJ, Delanmax, Brutus, Y@N, Detonador, Eva Sanchez, Araujo, Samuel Car, Fatblack, Broker83, Mítico, Yami Mysterio, predador69, Sued, Barbosa82, Julia Araujo, Pirubaby, rafael.oliveira, Getúlio, Lore Garcia, Arrow77, Brand, Apolo, Oscar, The Shy, HC, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
MELISSA LIMA - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98881-8019
MELISSA LIMA
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24 de Outubro de 2024 às 11:10



Chego ao hotel, estaciono o carro e vou à recepção. Peço o quarto mais em conta do Éden. Quando cruzo o saguão até o elevador, ouço uma voz chamando. Imagino ser a recepcionista, mas o tom é familiar. Não lembro se ela diz meu nome, se me chama de Cervejeiro ou se diz ô garoto! Ela sai das sombras da sala de espera, cheia de luz. Está bem menininha, calça larga e sandálias, mas o top é justo, decotado, agarra em seus seios como eu faria minutos depois. Desculpe, não tinha te visto, digo antes de beijá-la. Chegou há muito tempo? Não, uns 15 minutos. No elevador nos beijamos novamente, rimos da diferença de altura diante do espelho.

Vou ao frigobar guardar as cervejas que levei. Não tínhamos muito tempo, eu sequer deveria estar ali devido a pilha de trabalho daquela semana, não dava pra arriscar muito. Levei umas belgas leves, witbiers que dificilmente agridem um paladar despreparado. Ela tinha apreciado da outra vez, não tinha erro. Nos agarramos no quarto e quase esquecemos do banho. Você não vai me deixar ir ao banheiro?, ela pergunta. Podemos ir juntos, se você não se importar, também preciso de uma ducha. Chuveiro ligado aos beijos e ela se ajoelha para um boquete inesperado. Me olha nos olhos enquanto engole meu pau. Amo esses seus olhos melancólicos, digo pra ela, que sorri, me chama de gatinho e volta a me devorar. Desligamos o chuveiro e migramos para a cama – o planeta agradece. É minha vez de sentir seu sexo na minha língua, o tesão dela molhando minha barba. Melissa goza de um jeito curioso, ora pressiona minha cabeça e minha boca na sua direção, ora me repele de leve no sentido contrário. Depois volta a me puxar e se contorce meio de lado. Lembro que da primeira vez me assustei um pouco com sua intensidade, mas depois nos acertamos. Ela goza e chora, uma lágrima escorre de seus olhos. Não é a primeira vez que acontece. Pergunto se está tudo bem, se quer parar e ela diz que não, que não tem nada de errado. É que foi muito intenso, confidência.

Ela me deita na cama, sobe em mim e se esfrega contra minha virilha. Sinto a viscosidade do seu prazer se espalhando pelo meu corpo. Ela sai de cima de mim e vem me engolir novamente. Eu me sento e a observo. Gosto de ver seus olhos, o jeito como arruma o cabelo quando ele gruda no meu pau e da maneira como bate com a rola no rosto, nos lábios e na língua. Depois eu me entrego. Deito, fecho os olhos e deixo ela fazer o que quer que tenha vontade. Fico praticamente imóvel, apenas sentindo sua fome em corpo. Ela interrompe meu torpor apenas quando pega a camisinha e sobe em mim. A partir daí o fogo toma conta. Melissa monta, cavalga e galga meu pau como uma ninfa insaciável. Ao variar, gira 180 graus e me agracia com uma sentada invertida. Não resisto ao ânus exposto. É um convite. Penetro-a com um dos dedos, que escorrega fácil de tão lambuzada que estava da fricção anterior. Ela me olha, dominada pelo tesão. Depois de um tempo volta a posição original e me presenteia com mais uma sequência preciosa de sentadas. Alternamos também para uma socada invertida com ela apoiada em minha cintura. Gozo com ela de bruços após ter me cansado das estocadas enquanto estava de quatro. O gozo vai forte, coração pulsando no peito e na ponta do pau. Deito ao seu lado e digo que se eu desmaiasse ela ia se complicar pra me carregar pro hospital.

No interlúdio vamos às bebidas e conversas sobre a vida. Beijos e carícias permeiam o momento de descanso. Gosto do clima leve e descontraído que tenho com a Melissa.  Enquanto bebemos ela me beija e aperta meu peito. Lembro que havia me pedido para mostrar fotos de uma obra em casa. Pego o telefone e mostro os detalhes pra ela, que deseja fazer algo parecido em sua residência. Eu passo foto por foto, ela está atenta a tudo que digo enquanto acaricia meu pau. Aos poucos ele cresce em sua mão. Logo é sua boca que o cobre por completo. Não há descrição suficiente para o que ela faz. Quando não há mais de onde tirar tesão, pegamos o preservativo e repetimos praticamente tudo que já havia acontecido antes, exceto o ato final, em que coloco suas pernas em meus ombros e a penetro com o máximo de profundidade que consigo. Ela grita, se contorce e goza violentamente. Quando vejo, está novamente chorando. Não paro meus movimentos. Pelo contrário, intensifico. Meu gozo também vem. Os olhos da Mel estão tão encharcados quanto sua boceta. Só então me preocupo em saber se está tudo bem. Intenso?, pergunto. Ela confirma. Descansamos lado a lado, extenuados.

O tempo passa rápido. Tomo um novo banho e ela vai na sequência. Enquanto me arrumo ela diz: agora você vai sair correndo, tá preocupado com a hora, né? Eu confirmo, infelizmente. Não vai esquecer nada, lembro de dizer, da última vez você deixou uma calcinha amarela e eu precisei pedir ao hotel para guardar. Ela ri: já esqueci de tudo por aí. Pago a conta e descemos juntos. Eu vou até o carro e ela vai encontrar o próximo cliente. De tarde trocamos mensagens e provocações. No escritório, o trabalho flui milagrosamente, uma injeção de ânimo que me faz adiantar boa parte das tarefas. Uma foda dessa vale mais que terapia. No fim do dia, a sensação de que as últimas 24 horas valeram a pena.

ogimao, Frank49, rafael.oliveira, Jucabar, Getúlio, Jack Satoru, Fatblack, Wilson00, Mr69, HC, Pantera, Eddie Adams, Araujo, priapo, abobrinha, Café, ronondex, Rayane Coimbra, Saulo Top, Delanmax, PauloCesar, Linguiçudo, Brutus, Dude, 90loiro90, Eva Sanchez, Nomade, Latrell Spencer, Barbosa82, Thor de Copacabana, Dionizio_RJ, Claudio_rdp, Melissa Lima, Malvadão Carioca, Peso Argentino, predador69, Lyon, JB Nitéroi, Rai, Apolo, Robin, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
ALICE
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09 de Outubro de 2024 às 15:10



– Trepar, Cervejeiro? Trepar é coisa de velho!
– É verbo de velho?
– É!
– Mas eu sou velho! Pega a camisinha, bora pro sofá.
– Nós já somos irmãos, sabia? Muito tempo que a gente se conhece. Se a gente transar vai ser incesto.
– Então vai ser tipo Cersei e Jaimie. Tô com um tesão da porra.

Ela fica de 4 no sofá e eu me encaixo por trás. Foi a única posição que fizemos, logo após ter recebido uma massagem completa: braços, pernas, costas, mãos, peito, pescoço, cabeça e até o rosto. Apesar da posição única, a foda foi razoavelmente demorada. No meio do percurso, minha irmãzinha anuncia que vai gozar. Treme toda e me segura pela cintura, pede que eu vá com mais calma. Está sensível, curvada de tesão. Delgada, posso contar cada vértebra da sua coluna, Um pequeno intervalo, movimentos mais brandos e depois voltamos a nos mover com mais vigor. O tempo passa, o gozo vem.

– Depois diz que não sabe porque tá cheio de menina com ciúmes por aí.
– Ciúmes, Alice?
– Ah Cervejeiro, para de graça! Ela pega uma das minhas mãos e passa pela suas coxas, entre as pernas, o local aonde o tesão havia deixado o rastro úmido. Apenas sorrio em resposta enquanto ainda sinto os calafrios do orgasmo pelo meu corpo. Depois vou para o banho. Quando me despeço e saio pelo porta, tenho a impressão de que a Canção de Gelo e Fogo ecoa de algum alto falante que provavelmente não existe.

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MONIQUE MOURA - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99795-0203
MONIQUE MOURA
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01 de Outubro de 2024 às 19:10



É sempre satisfatório abrir uma embalagem de M&Ms. O som do plástico rasgando, a sensação da embalagem cedendo ao movimento antagônico dos dedos e aquele aroma primeiro, o cheiro doce que escapa pelo vão inaugurado no pacote. Não é a toa que presente bom é presente embrulhado. Além do conteúdo oculto, a satisfação de fender o papel colorido. Muitos presentes tem cheiros específicos: a tinta da fábrica, o tempo encerrado dentro do invólucro, o plástico e os materiais que compõem o produto. Cheiro de livro novo é só tinta e papel, mas ficou marcado, cheiro de livro novo.

O apartamento em que a Monique atende cheira a incenso. Dá pra sentir do lado de fora. Você toca a campainha e entra em jogo o componente auditivo, os passos dela pelo corredor, o salto martelando o assoalho e crescendo na direção da porta. Ela abre, se esconde atrás, você entra. A porta se fecha, Monique se revela. Há sempre um beijo caloroso. Ela cola o corpo no invasor, faz a temperatura subir um, dois, três graus. Termodinâmica pura. O cheiro que sai de suas narinas e pela boca se mistura ao perfume da pele e à nevoa do incenso. Por mais de uma vez perdemos nossas roupas ali mesmo, antes de ir pro quarto. Meu pau se enche de sangue, uma injeção de pressão no corpo adormecido. Ela se esfrega nele, se esfrega em mim. Pela mão, me conduz ao quarto.

Tiro a roupa da Monique enquanto ela tira a minha, mais afoitos que uma criança diante do presente, vidrados como um moleque gorducho ao encontrar uma guloseima perdida. Monique passa seu doce em minha boca, seus seios, a pele toda. Sua boca busca a minha e meu mamilos. Meu pau está todo está entre seus lábios. Vamos à cama, beijo sua barriga, sua virilha, seus lábios, todos os lábios. Eu sou o moleque gorducho, ela é toda guloseima. Lindt, Kopenhagem, Godiva, M&M's – por que não?

Não vou, desta vez, descrever posições, atributos físicos, gozo. Há um pouco disso em cada um dos relatos que eu já fiz sobre ela, que muitos já fizeram. Talvez este não seja um relato. Talvez apenas um confissão.

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TAINÁ ÁVILA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98759-1791
TAINá ÁVILA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ NãO R$0.00 SIM

30 de Setembro de 2024 às 13:09


TAINá ÁVILA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=8247

Tendo a repelir pessoas simpáticas ao extremo. Meu mau humor latente me faz desconfiar de quem sorri de tudo, para tudo e o tempo todo. É aquela: se eu tô puto, tô vendo que tá tudo uma merda, porque essa pessoa tá aí rindo a toa? Ou tá mal informada ou tá pouco se fodendo pra todo resto.

Era um dia de merda no escritório, daqueles em que a pena de seis a vinte por homicídio simples parece um preço razoável. Encarceramento, teto, comida e afastamento do convívio social soavam como férias. Entrei no elevador com a desculpa de fumar um cigarro. No caminho lembrei que não fumava. Parei para um café. Escolhi um lugar mais isolado da cafeteira. Abri o GPArena. Vi o anuncio da Tainá. Largo do Machado, cerca de 5 minutos de metrô. Mando msg e ela responde de imediato. O cigarro – o café – iam se estender um pouco além do normal.

Ela atende no lugar que tem mais gostosa por metro quadrado no Largo do Machado, local de musas como Monique Moura e Loren Andrade. Passada a porta, uma belíssima surpresa me aguarda: além de muito bonita, a Tainá tem um sorriso encantador. E mais: é extremamente simpática. Baixinha, ela fica na ponta dos pés de me dá um selinho. Beleza me derruba, faz meus lábios se moverem por conta própria: tu é muito bonita, confesso que não esperava. Ela inclina a cabeça pro lado, abre ainda mais o sorriso e diz: ah, obrigada. Pega na minha mão e me conduz ao quarto. Chegando, pergunta se quero água. Um banho, digo, desde cedo no trabalho, tô precisando. Ela pega uma tolha e me mostra o local, sempre sorrindo. Já volto, digo. Tudo bem se te esperar no quarto?, ela pergunta. Claro, não demoro.

Ela salta da cama, enlaça meu pescoço e me beija quando volto de cueca e toalha na mão. Penduro a toalha no acessório pregado à parede e a beijo. Nosso beijo não encaixa de primeira, mas depois de nos reconhecermos, a coisa flui. Em pouco tempo, estou sem cueca. Tainá ajoelha no chão e me devora. Em pouquíssimo tempo a vontade de gozar aparece. Ela bate com meu pau em seu rosto e isso mexe comigo. Mulheres que batem com o pau na própria cara merecem uma medalha. Fico tentando me lembrar se ela tem alguma restrição quanto a gozar em sua boca. A vontade foi entregar o combate ali mesmo. Coloco-a de pé, tiro seu sutiã e vou beijar seus seios. Pequenos, firmes, deliciosos. Tenho 26, ela disse no pós-coito. Passaria fácil por 19 ou 20. Digo isso pra ela, novamente aquele sorriso que derruba vagabundo. Enquanto beijo seu corpo, ela me masturba. Cuspo nos dedos, levo ao clitóris e ficamos ali de putaria. Logo ela volta a me chupar. Aproveito, deito na cama e ela me castiga daquele jeito bom, do jeito certo. Depois trocamos e eu chupo aquela bucetinha gostosa. No início ela resiste um pouco, está desconfiada, mas logo cede, esquece de alguma trava e se deixa levar. Sussurros, gemidos, a pelvis em movimento e, num salto, ela segura minha cabeça, sobe em cima de mim e volta a me chupar. Tenho certeza de que estava perto do gozo, mas algo a interrompeu. Tesão no talo, a mudança repentina não é uma questão pra mim. Mais boquete, camisinha e ela passa a cavalgar com a aptidão de uma boiadeira. Depois peço que fique de quatro, nós dois em cima da cama, que, frágil, range e estala sob meus joelhos. Fico com receio de movimentos mais bruscos. Não vale o risco de uma tala de madeira atravessar meu fêmur ou de ter o pau dilacerado por uma lasca. Trocamos para um papai-mamãe. A cama parece aguentar melhor nesta posição. Coloco uma das pernas da Tainá em meu ombro e a estocada vai fundo. Controlo a emoção pra não gozar. Quando estou satisfeito, peço pra ela ficar de bruços. É o arremate, a posição fatal pra mim (se fosse anal, era perfeito). Mordo sua nuca, puxa seus cabelos. Não demora muito e eu gozo.

Tomado pelo orgasmo, saio de cima da Tainá e fico sentado da cama, a mente longe, o corpo em torpor. Ela me puxa para seu lado. Deita aqui, relaxa um pouco. Me aconchego e ficamos trocando carícias. Gostei do seu cabelo, digo, adoro cabelos cacheados. Obrigada ela responde, arruma os cabelos e verifica no espelho como está o visual. Que bom que gostou, dá maior trabalho. É todo um processo, sabe? Tenho que lavar, passar creme, deixar secar amassando e etc. É bonito, mas dá trabalho.

Depois de uma pausa, digo que vou tomar um banho. Ela me pergunta se não quero que ela me acompanhe. Acho a proposta interessante, divertida, poucas meninas propõem o mesmo. Tenho ideias, ela é uma companhia adorável, mas digo que não precisa, que pode ficar a vontade e descansando. Tem certeza? Digo que sim, a não ser que ela queira muito me fazer companhia. Então vou ficar no quarto, tá? Ok, sem problemas.

Ficamos conversando um pouco quando retorno Minha imaginação e o corpo atrativo da Tainá me atiçam para uma segunda rodada. Olho para seu rosto e está lá aquele sorriso lindo. Acho melhor passar o restante do tempo admirando a menina à minha frente. Um pouco de resenha, confiro a hora e vejo que é o momento de partir. Agora você vai pra casa?, ela pergunta. Nada, ainda volto pro trabalho. Ah, pelo menos agora você vai trabalhar relaxado, né? Com certeza. Talvez fique até mais tarde, brinco. Levinho, diria Dadá Maravilha. Na porta, ela sorri novamente. Espero que tenha gostado e que volte logo, diz enquanto se despede. Suspeito de quem é muito simpático, é verdade, mas a Tainá me fez esquecer completamente disso durante aquela hora inteira. Algumas meninas esquecem que estão prestando um serviço. A Tainá me fez esquecer de que era um serviço prestado.

Aventureiro, Guib, Detonador, Tainá Ávila, predador69, Barbosa82, Brand, Lyon, Luizinho90s, Yvy Massagista, Café, Fatblack, Eddie Adams, Y@N, VPN, Madruguinha, Thor de Copacabana, Delanmax, Sued, Negão_01, Nomade, Apolo, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
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